sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Para mim é um mito...

... que os pés das crianças cresçam tão depressa que os sapatos estão como novos quando deixam de lhes servir.

Ou então são os meus filhos que são uns selvagens em relação aos sapatos...

Para mim é um mito...

... que os pés das crianças cresçam tão depressa que os sapatos estão como novos quando deixam de lhes servir.

Ou então são os meus filhos que são uns selvagens em relação aos sapatos...

Já sei

o mimo que vou oferecer ao Rogério no Dia dos Namorados (muitas vezes não damos nada material um ao outro, mas este ano vou dar), mas não vos posso dizer, porque o Rogério lê o blogue...

Já sei

o mimo que vou oferecer ao Rogério no Dia dos Namorados (muitas vezes não damos nada material um ao outro, mas este ano vou dar), mas não vos posso dizer, porque o Rogério lê o blogue...

Não quero

Não quero.

Não quero.

Não quero.

...

...

...

...

... ir trabalhar.

(Mas tem de ser - além de que ter trabalho é, nos dias que correm, um privilégio pelo qual devo estar grata, e não a lamuriar-me.)

Não quero

Não quero.

Não quero.

Não quero.

...

...

...

...

... ir trabalhar.

(Mas tem de ser - além de que ter trabalho é, nos dias que correm, um privilégio pelo qual devo estar grata, e não a lamuriar-me.)

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Se eu

me pusesse a jeito de receber umas ofertas graças ao blogue, seria de livros para crianças ou material de papelaria.

Senhores comerciantes, estejam à vontade para me oferecerem bons cadernos, resmas de papel (atenção à gramagem, não quero porcarias), material de pintura e desenho (daquele mais básico, não vale a pena enviarem coisas muito técnicas, a não ser que uns ateliers venham incluídos na oferta do material), material de escrita...

Especificando, dava-me jeito ter um porta-giz (já tive três, mas foram extraviados em escolas por onde passei) e a Staples não tem nenhum disponível na loja online (já é a segunda vez que aquilo que eu mais preciso de comprar lá não se encontra disponível online) e para mim não é fácil ir a nenhuma Staples "física". Não é impossível, mas não é fácil.

Pode portanto concluir-se que este post é dirigido aos leitores que trabalham na Staples, ou que moram muito perto de uma?

Não, senhores, não é! É só um desabafo! Um dia destes hei de arranjar o meu porta-giz (na verdade até queria ter dois, um para o giz branco, outro para o giz de cor)!

Se eu

me pusesse a jeito de receber umas ofertas graças ao blogue, seria de livros para crianças ou material de papelaria.

Senhores comerciantes, estejam à vontade para me oferecerem bons cadernos, resmas de papel (atenção à gramagem, não quero porcarias), material de pintura e desenho (daquele mais básico, não vale a pena enviarem coisas muito técnicas, a não ser que uns ateliers venham incluídos na oferta do material), material de escrita...

Especificando, dava-me jeito ter um porta-giz (já tive três, mas foram extraviados em escolas por onde passei) e a Staples não tem nenhum disponível na loja online (já é a segunda vez que aquilo que eu mais preciso de comprar lá não se encontra disponível online) e para mim não é fácil ir a nenhuma Staples "física". Não é impossível, mas não é fácil.

Pode portanto concluir-se que este post é dirigido aos leitores que trabalham na Staples, ou que moram muito perto de uma?

Não, senhores, não é! É só um desabafo! Um dia destes hei de arranjar o meu porta-giz (na verdade até queria ter dois, um para o giz branco, outro para o giz de cor)!

O que arde,

... cura e o que aperta, segura!

Cresci a ouvir a primeira parte ("o que arde cura"), mas só aprendi a segunda parte com o Rogério, que por sua vez a aprendeu com o seu avô paterno.

Lembrei-me disto há bocado, quando pus creme na cara, sobretudo à volta da boca (zona que estava muito ressequida) e fiquei uns bons maus minutos com a cara a arder e muito vermelha.

Entretanto já acalmou.

Quem me mandou sair de casa de manhã sem ter posto o creme? Com o frio e sem proteção a minha pele não aguenta!

O que arde,

... cura e o que aperta, segura!

Cresci a ouvir a primeira parte ("o que arde cura"), mas só aprendi a segunda parte com o Rogério, que por sua vez a aprendeu com o seu avô paterno.

Lembrei-me disto há bocado, quando pus creme na cara, sobretudo à volta da boca (zona que estava muito ressequida) e fiquei uns bons maus minutos com a cara a arder e muito vermelha.

Entretanto já acalmou.

Quem me mandou sair de casa de manhã sem ter posto o creme? Com o frio e sem proteção a minha pele não aguenta!

Não estava a falar contigo!

O Rogério preparou o pequeno-almoço do Feitiço: flocos com leite com chocolate. Quando começou a comer, ele queixou-se que não tinha muito chocolate por cima (a ver-se o chocolate em pó) e eu pus mais um bocado (e se calhar exagerei).

Quando continuou a comer, o Feitiço lá achou que eu tinha posto chocolate a mais e disse que eu era "feia" porque tinha posto chocolate e ele não queria. Eu não lhe dei troco. Ele continuou a reclamar.

Feitiço: Não gosto de ti.
Eu: Ah, não? Está bem.
Feitiço: Não estava a falar contigo.
Eu: Estavas a falar com quem? Com o chocolate?
Feitiço: Sim.

Não estava a falar contigo!

O Rogério preparou o pequeno-almoço do Feitiço: flocos com leite com chocolate. Quando começou a comer, ele queixou-se que não tinha muito chocolate por cima (a ver-se o chocolate em pó) e eu pus mais um bocado (e se calhar exagerei).

Quando continuou a comer, o Feitiço lá achou que eu tinha posto chocolate a mais e disse que eu era "feia" porque tinha posto chocolate e ele não queria. Eu não lhe dei troco. Ele continuou a reclamar.

Feitiço: Não gosto de ti.
Eu: Ah, não? Está bem.
Feitiço: Não estava a falar contigo.
Eu: Estavas a falar com quem? Com o chocolate?
Feitiço: Sim.

Parabéns,

querida Clara!

Desejo que tenhas um dia muito feliz (sendo que o ponto alto deverá ser o meu telefonema, claro!)! :-)

Estou muito contente com a perspetiva de nos encontrarmos brevemente! :-)

Parabéns,

querida Clara!

Desejo que tenhas um dia muito feliz (sendo que o ponto alto deverá ser o meu telefonema, claro!)! :-)

Estou muito contente com a perspetiva de nos encontrarmos brevemente! :-)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Em janeiro

escrevi 64 posts. É verdade que alguns foram só para "fazer" número, mas não importa, 64 são 64 e pronto. Fiquei muito contente porque acabei por ultrapassar a média de dois por dia.

Infelizmente a coisa não vai bem lançada este mês, pois ainda só escrevi seis posts (incluindo este) e amanhã já será dia 5 (ainda bem que vai ser dia 5, no entanto, porque uma grande amiga faz anos amanhã e assim os parabéns já dão para um post)!

Em janeiro

escrevi 64 posts. É verdade que alguns foram só para "fazer" número, mas não importa, 64 são 64 e pronto. Fiquei muito contente porque acabei por ultrapassar a média de dois por dia.

Infelizmente a coisa não vai bem lançada este mês, pois ainda só escrevi seis posts (incluindo este) e amanhã já será dia 5 (ainda bem que vai ser dia 5, no entanto, porque uma grande amiga faz anos amanhã e assim os parabéns já dão para um post)!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Este blogue já é um bocadinho importante! (not!)

Não, não aparece em lado nenhum, nem nada disso! É só que "finalmente" houve um(a) anónim@ a deixar um comentário num tom atacante, digno da boa (not!) blogosfera!

Então não é que depois de eu contar um sonho, num post precisamente intitulado "Sonhos #33", o primeiro comentário, anónimo, me ataca sobre a possibilidade de ter exposto a mentira da minha mãe? É o chamado comentário "Se":

"Foi só sonho, não foi? É que se é verdade ou se o sonho corresponde à verdade acho muito feio denunciar a sua mãe. Desculpe, mas acho que a mentira da sua mãe teria, nesse caso, razões que eu não conheço. Mas o escrever aqui isto, se fosse verdade, teria só, a meu ver, a presunção de dizer a verdade, mas à custa de expor a mentira da sua mãe. Não se faz a uma mãe, nem a ninguém."

Respondi ao comentário, mas não à primeira pergunta. Sugeri que explorasse mais o blogue e tirasse as suas conclusões - que, aviso já, dispenso conhecer.

Este blogue já é um bocadinho importante! (not!)

Não, não aparece em lado nenhum, nem nada disso! É só que "finalmente" houve um(a) anónim@ a deixar um comentário num tom atacante, digno da boa (not!) blogosfera!

Então não é que depois de eu contar um sonho, num post precisamente intitulado "Sonhos #33", o primeiro comentário, anónimo, me ataca sobre a possibilidade de ter exposto a mentira da minha mãe? É o chamado comentário "Se":

"Foi só sonho, não foi? É que se é verdade ou se o sonho corresponde à verdade acho muito feio denunciar a sua mãe. Desculpe, mas acho que a mentira da sua mãe teria, nesse caso, razões que eu não conheço. Mas o escrever aqui isto, se fosse verdade, teria só, a meu ver, a presunção de dizer a verdade, mas à custa de expor a mentira da sua mãe. Não se faz a uma mãe, nem a ninguém."

Respondi ao comentário, mas não à primeira pergunta. Sugeri que explorasse mais o blogue e tirasse as suas conclusões - que, aviso já, dispenso conhecer.

Sonhos #33

Tive este sonho na noite passada:

Estava em casa dos meus pais. Não sei a propósito de quê, ficava a saber que a minha mãe tinha mentido ao longo de todos estes anos, quando dizia que tinha frequência universitária. Afinal só tinha o 9º ano, feito mais tarde (quando já era mãe). Não me irritava isso, mas a mentira, sim. Ficava mesmo magoada. E a minha mãe acrescentava: "Os meus pais também só tinham a 4ª classe...". A esta informação eu não reagia, porque nunca soube que estudos é que os meus avós maternos tinham tido!

*****
Adenda: Escrevi uma nota introdutória porque, ao que parece e apesar do título e da etiqueta "Sonhos" (que remete para posts exclusivamente sobre sonhos que tive enquanto dormia), o texto sem a referida nota pode ser interpretado como uma "lavagem de roupa suja"!

Ainda me vou rir muito sobre isto... com a minha mãe! :-)

Sonhos #33

Tive este sonho na noite passada:

Estava em casa dos meus pais. Não sei a propósito de quê, ficava a saber que a minha mãe tinha mentido ao longo de todos estes anos, quando dizia que tinha frequência universitária. Afinal só tinha o 9º ano, feito mais tarde (quando já era mãe). Não me irritava isso, mas a mentira, sim. Ficava mesmo magoada. E a minha mãe acrescentava: "Os meus pais também só tinham a 4ª classe...". A esta informação eu não reagia, porque nunca soube que estudos é que os meus avós maternos tinham tido!

*****
Adenda: Escrevi uma nota introdutória porque, ao que parece e apesar do título e da etiqueta "Sonhos" (que remete para posts exclusivamente sobre sonhos que tive enquanto dormia), o texto sem a referida nota pode ser interpretado como uma "lavagem de roupa suja"!

Ainda me vou rir muito sobre isto... com a minha mãe! :-)

"Quero!"

Na fase em que ia mais ao cinema (que era em solteira), acontecia-me muito estar na sala de cinema e já estar a escolher o filme que haveria de ver na vez seguinte, graças aos trailers. Ou então, não escolhia, porque a cada trailer dizia: "Quero ver este!". Quero. Assim, tal e qual.

O meu "quero", traduzido, queria dizer: "Este filme deve ser giro/divertido/bonito(etc.). Gostava de o ver, numa próxima oportunidade.". Não era uma exigência.

Quando comecei a namorar com o Rogério, fomos algumas vezes ao cinema. E eu utilizava a minha velha expressão "Quero ver este!", se o filme me interessava. Não era uma exigência, mas, aos ouvidos do Rogério (disse-me ele a certa altura) soava sempre como uma exigência. E eu - depois de ter explicado o significado real do meu "Quero!" - esforcei-me por alterar a minha forma de expressar, substituindo-a pela "tradução" (nota para os mais distraídos: ver segundo parágrafo).

Ainda bem que fiz esta alteração, porque desde que sou mãe percebi como o "Quero!" nos outros pode ser tão desagradável de ouvir...

"Quero!"

Na fase em que ia mais ao cinema (que era em solteira), acontecia-me muito estar na sala de cinema e já estar a escolher o filme que haveria de ver na vez seguinte, graças aos trailers. Ou então, não escolhia, porque a cada trailer dizia: "Quero ver este!". Quero. Assim, tal e qual.

O meu "quero", traduzido, queria dizer: "Este filme deve ser giro/divertido/bonito(etc.). Gostava de o ver, numa próxima oportunidade.". Não era uma exigência.

Quando comecei a namorar com o Rogério, fomos algumas vezes ao cinema. E eu utilizava a minha velha expressão "Quero ver este!", se o filme me interessava. Não era uma exigência, mas, aos ouvidos do Rogério (disse-me ele a certa altura) soava sempre como uma exigência. E eu - depois de ter explicado o significado real do meu "Quero!" - esforcei-me por alterar a minha forma de expressar, substituindo-a pela "tradução" (nota para os mais distraídos: ver segundo parágrafo).

Ainda bem que fiz esta alteração, porque desde que sou mãe percebi como o "Quero!" nos outros pode ser tão desagradável de ouvir...

domingo, 1 de fevereiro de 2015

'Tava a brincar!

Imaginem a situação: um grupo de jovens, colegas, por exemplo. A certa altura, um(a) diz uma coisa a pôr outro(a) em cheque. Toda a gente se ri, menos a pessoa visada. Imediatamente, a que falou acrescenta: "'Tava a brincar!". Pronto, está feita a coisa, porque se a pessoa visada disser alguma coisa, vai parecer que não sabe aceitar uma brincadeira, que não tem sentido de humor, etc.

Durante muito tempo, vi-me em situações em que era a visada (não fui vítima de bullying, não vá já alguém fazer um filme!), mas depois responder à "piadinha" caía mal, por isso na maior parte das vezes não respondia.

Agora que já sou crescidinha, se tenho algo a responder numa situação dessas, digo-o. Outras vezes calo-me por achar melhor. Mas não é o "'Tava a brincar" que me cala, garanto-vos!

[Não sei porque foi que me lembrei disto hoje.]

'Tava a brincar!

Imaginem a situação: um grupo de jovens, colegas, por exemplo. A certa altura, um(a) diz uma coisa a pôr outro(a) em cheque. Toda a gente se ri, menos a pessoa visada. Imediatamente, a que falou acrescenta: "'Tava a brincar!". Pronto, está feita a coisa, porque se a pessoa visada disser alguma coisa, vai parecer que não sabe aceitar uma brincadeira, que não tem sentido de humor, etc.

Durante muito tempo, vi-me em situações em que era a visada (não fui vítima de bullying, não vá já alguém fazer um filme!), mas depois responder à "piadinha" caía mal, por isso na maior parte das vezes não respondia.

Agora que já sou crescidinha, se tenho algo a responder numa situação dessas, digo-o. Outras vezes calo-me por achar melhor. Mas não é o "'Tava a brincar" que me cala, garanto-vos!

[Não sei porque foi que me lembrei disto hoje.]

Feitiço despertador

Hoje acordei com um ataque de tosse do Rogério - pelo menos é a primeira coisa de que me lembro. Rezámos, ele levantou-se e eu virei-me para o lado para tentar dormir mais um pouco. Ainda não eram oito horas.

Naquilo que me pareceram apenas uns dez ou quinze minutos depois, o Feitiço entrou no meu quarto, quase aos gritos.

Feitiço: Mamã, já é dia muito dia, tens de te levantar para conseguires ir à Missa!
Eu: Vai ver os números e perguntar as horas.

Feitiço sai. Noutra ponta da casa, faz o que lhe pedi.

Feitiço: Papá, que horas são?
Rogério deve ter respondido, mas não ouvi a resposta.

Feitiço regressa ao meu quarto.

Feitiço: São quase nove horas.
Eu [admirada por descobrir que os 15 minutos afinal eram 60]: Então tenho mesmo de me levantar. Obrigada por me vires acordar.
Feitiço: De nada.

Tomei o pequeno-almoço, verificando que já o resto da família já tinha comido o seu. While you were I was sleeping*, ocorre-me acrescentar.

Saltando para o fim da história: conseguimos ir todos à Missa das dez horas. Obrigada, Feitiço!

*While You Were Sleeping - um dos meus filmes preferidos.

Feitiço despertador

Hoje acordei com um ataque de tosse do Rogério - pelo menos é a primeira coisa de que me lembro. Rezámos, ele levantou-se e eu virei-me para o lado para tentar dormir mais um pouco. Ainda não eram oito horas.

Naquilo que me pareceram apenas uns dez ou quinze minutos depois, o Feitiço entrou no meu quarto, quase aos gritos.

Feitiço: Mamã, já é dia muito dia, tens de te levantar para conseguires ir à Missa!
Eu: Vai ver os números e perguntar as horas.

Feitiço sai. Noutra ponta da casa, faz o que lhe pedi.

Feitiço: Papá, que horas são?
Rogério deve ter respondido, mas não ouvi a resposta.

Feitiço regressa ao meu quarto.

Feitiço: São quase nove horas.
Eu [admirada por descobrir que os 15 minutos afinal eram 60]: Então tenho mesmo de me levantar. Obrigada por me vires acordar.
Feitiço: De nada.

Tomei o pequeno-almoço, verificando que já o resto da família já tinha comido o seu. While you were I was sleeping*, ocorre-me acrescentar.

Saltando para o fim da história: conseguimos ir todos à Missa das dez horas. Obrigada, Feitiço!

*While You Were Sleeping - um dos meus filmes preferidos.

sábado, 31 de janeiro de 2015

A Varinha adorou, madrinha!

A Varinha teve febre na tarde de ontem. Não chegou a tomar nada, nem na escola, nem em casa. A febre passou por si. Hoje tem estado bem. Até foi a uma festa de anos e tudo, e esteve sempre bem, sem queixas.

Mas voltando a ontem à tarde: quando chegou a casa, tinha uma prenda à sua espera, uma prenda que chegou via CTT e que a alegrou de imediato. Não só a Varinha ficou animada, como se pôs logo a construir cocas*. Cocas? Não sabem o que são?*

A embalagem, uma das folhas antes das dobragens, uma
folha com autocolantes, o livro de instruções
e vários "quantos queres" já prontos.
Folha com 64 autocolantes para colar nos "quantos queres?"
Depois de se formar o "quantos-queres", cola-se um autocolante na parte de dentro de cada aba. Cada autocolante corresponde a uma das cores das bolinhas. Quando uma pessoa escolhe determinada cor, deve fazer o desafio/ação que corresponde à imagem. "Faz a careta mais horrível que conseguires", "canta a tua canção preferida" são algumas das acões propostas aceitáveis. "Faz a espargata" é uma das acões impossíveis - para mim (noutros tempos, não foi)!

*É este o nome na versão portuguesa das instruções, mas toda a minha vida conheci e ensinei estas dobragens como "quantos queres?". Não sou a única, pois não?

A Varinha adorou, madrinha!

A Varinha teve febre na tarde de ontem. Não chegou a tomar nada, nem na escola, nem em casa. A febre passou por si. Hoje tem estado bem. Até foi a uma festa de anos e tudo, e esteve sempre bem, sem queixas.

Mas voltando a ontem à tarde: quando chegou a casa, tinha uma prenda à sua espera, uma prenda que chegou via CTT e que a alegrou de imediato. Não só a Varinha ficou animada, como se pôs logo a construir cocas*. Cocas? Não sabem o que são?*

A embalagem, uma das folhas antes das dobragens, uma
folha com autocolantes, o livro de instruções
e vários "quantos queres" já prontos.
Folha com 64 autocolantes para colar nos "quantos queres?"
Depois de se formar o "quantos-queres", cola-se um autocolante na parte de dentro de cada aba. Cada autocolante corresponde a uma das cores das bolinhas. Quando uma pessoa escolhe determinada cor, deve fazer o desafio/ação que corresponde à imagem. "Faz a careta mais horrível que conseguires", "canta a tua canção preferida" são algumas das acões propostas aceitáveis. "Faz a espargata" é uma das acões impossíveis - para mim (noutros tempos, não foi)!

*É este o nome na versão portuguesa das instruções, mas toda a minha vida conheci e ensinei estas dobragens como "quantos queres?". Não sou a única, pois não?

Gostei, gostei, gostei

Encontrei este vídeo no blogue "Quadripolariedades".


Gostaram? 

Gostei, gostei, gostei

Encontrei este vídeo no blogue "Quadripolariedades".


Gostaram? 

Olha, André (à paisana),

o meu filho, como partilhei contigo, tem a mania que é bom, mas depois não faz muito melhor (e tem mais do dobro da idade)! (Ver imagem mais abaixo)

Para quem não é o André (tipo toda a gente que lê o Alheia, já que não creio que haja reciprocidade nas visitas), eu explico: o "Mexicano" é o filho mais velho do André (a mais nova é a "Xica") e com dois anos e pouco fez um desenho de um leão que o pai partilhou no blogue.

Quando eu estava a ver esse post, apareceu o Feitiço ao pé de mim e eu mostrei-lhe o desenho, dizendo que tinha sido um menino de dois anos a fazê-lo. Respondeu com ares de superioridade "Ele não sabe desenhar." Respondi que ele, Feitiço, tinha cinco anos, mas o Mexicano só tinha dois (mostrei-lhe com os dedos para ele ver bem a diferença) e que eu achava que o desenho estava muito giro. O Feitiço acabou por identificar o leão.

A conversa passou-se ontem. Hoje encontrei um desenho no quarto do Feitiço:


Respondendo ao meu comentário, no seu blogue, o André disse que em casa dele havia um futuro artista e que na minha havia um futuro crítico de arte. Humm... Quem sabe, faz, e quem não sabe... critica?

Perceberam tudo o que escrevi?

Gostaram?

Estive bem?

Agora ignorem tudo o que deitava abaixo o desenho e as habilidades artísticas do Feitiço. Eu sou uma mãe babada (já o tinha dito e hoje repito) e espero continuar a sê-lo por muitos anos!

Olha, André (à paisana),

o meu filho, como partilhei contigo, tem a mania que é bom, mas depois não faz muito melhor (e tem mais do dobro da idade)! (Ver imagem mais abaixo)

Para quem não é o André (tipo toda a gente que lê o Alheia, já que não creio que haja reciprocidade nas visitas), eu explico: o "Mexicano" é o filho mais velho do André (a mais nova é a "Xica") e com dois anos e pouco fez um desenho de um leão que o pai partilhou no blogue.

Quando eu estava a ver esse post, apareceu o Feitiço ao pé de mim e eu mostrei-lhe o desenho, dizendo que tinha sido um menino de dois anos a fazê-lo. Respondeu com ares de superioridade "Ele não sabe desenhar." Respondi que ele, Feitiço, tinha cinco anos, mas o Mexicano só tinha dois (mostrei-lhe com os dedos para ele ver bem a diferença) e que eu achava que o desenho estava muito giro. O Feitiço acabou por identificar o leão.

A conversa passou-se ontem. Hoje encontrei um desenho no quarto do Feitiço:


Respondendo ao meu comentário, no seu blogue, o André disse que em casa dele havia um futuro artista e que na minha havia um futuro crítico de arte. Humm... Quem sabe, faz, e quem não sabe... critica?

Perceberam tudo o que escrevi?

Gostaram?

Estive bem?

Agora ignorem tudo o que deitava abaixo o desenho e as habilidades artísticas do Feitiço. Eu sou uma mãe babada (já o tinha dito e hoje repito) e espero continuar a sê-lo por muitos anos!

Não gosto...

... mas não me arrepia, especialmente se for escrito por uma criança de oito anos que ainda está a dar os primeiros passos nas conjugações verbais e nos verbos reflexivos*:

"Olá papá, nós gostava-mos que tu arranjasses o microfone."

Microfone e mensagem estrategicamente colocados na bancada da cozinha.
Pessoalmente, não quero sei se quero que o microfone seja arranjado...

*[coisa que "gostar" não é]

Não gosto...

... mas não me arrepia, especialmente se for escrito por uma criança de oito anos que ainda está a dar os primeiros passos nas conjugações verbais e nos verbos reflexivos*:

"Olá papá, nós gostava-mos que tu arranjasses o microfone."

Microfone e mensagem estrategicamente colocados na bancada da cozinha.
Pessoalmente, não quero sei se quero que o microfone seja arranjado...

*[coisa que "gostar" não é]

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Parabéns, Fifi!

Era uma colega chamada Filipa, mas nós tratávamo-la por Fifi. Isto foi há uns 'aninhos', mas o "Fifi" continua (embora ela more no outro lado do mundo).

Parabéns, Fifi!

Era uma colega chamada Filipa, mas nós tratávamo-la por Fifi. Isto foi há uns 'aninhos', mas o "Fifi" continua (embora ela more no outro lado do mundo).

Como consegui sair da cama hoje

Estava a ser difícil (normalmente, mesmo que depois me atrase, sair da cama não é complicado). Depois lembrei-me do post sobre sorrir sempre e do "Nós, Jesus, tu e eu,..." que a Teresa apresentou e que de vez em quando me vem à cabeça... e saí!

Como consegui sair da cama hoje

Estava a ser difícil (normalmente, mesmo que depois me atrase, sair da cama não é complicado). Depois lembrei-me do post sobre sorrir sempre e do "Nós, Jesus, tu e eu,..." que a Teresa apresentou e que de vez em quando me vem à cabeça... e saí!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

11 de setembro

Hoje nas aulas estivemos a falar dos meios de comunicação social e, a propósito do imediatismo da mensagem em alguns dos meios, acabei por referir os ataques do 11 de setembro. Tinha planeado? Não, de todo. Os alunos ficaram interessados? Muito. Soube como responder a todas as perguntas que eles me fizeram acerca dos ataques? Não. Quais as mais difíceis de responder? As do "Porquê"...

11 de setembro

Hoje nas aulas estivemos a falar dos meios de comunicação social e, a propósito do imediatismo da mensagem em alguns dos meios, acabei por referir os ataques do 11 de setembro. Tinha planeado? Não, de todo. Os alunos ficaram interessados? Muito. Soube como responder a todas as perguntas que eles me fizeram acerca dos ataques? Não. Quais as mais difíceis de responder? As do "Porquê"...

Winnie (Mimi)

 the red-nosed witch.


Agora começo a perceber porque é que a Bruxa Mimi dos livros tem sempre o nariz vermelho: deve ter alergias ou constipações frequentes!

Estou cada vez mais como ela...

Winnie (Mimi)

 the red-nosed witch.


Agora começo a perceber porque é que a Bruxa Mimi dos livros tem sempre o nariz vermelho: deve ter alergias ou constipações frequentes!

Estou cada vez mais como ela...

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Rogério fora de serviço

Recebi uma mensagem do Rogério durante o intervalo do almoço:

"... Vim para casa. Estou doente, com 37,5."

A mim só me falta a febre... e a dor de cabeça... e os arrepios de frio. No fundo, estou ótima! (Se não ligarmos às crises de espirros, ranho, pingo do nariz, comichão por cima dos olhos, tosse, ...)

Rogério fora de serviço

Recebi uma mensagem do Rogério durante o intervalo do almoço:

"... Vim para casa. Estou doente, com 37,5."

A mim só me falta a febre... e a dor de cabeça... e os arrepios de frio. No fundo, estou ótima! (Se não ligarmos às crises de espirros, ranho, pingo do nariz, comichão por cima dos olhos, tosse, ...)

Esses [s] a mais nas formas verbais

Oiço muito este tipo de interação entre mães, pais, avós, etc., e uma criança:

Adulto: [...], ouvistes? / [...] fizestes [...]

Ou a criança é da realeza (e da "especial", que vale por mais do que uma pessoa e que se refere a si própria dizendo "Nós" em vez de "Eu"), ou o adulto está a acrescentar um "s" a "ouviste" e "fizeste"!

Ora vamos lá conjugar o Pretérito Perfeito de alguns verbos:

Eu nadei / Tu nadaste / Ele(a) nadou / Nós nadámos* / Vós nadastes / Ele(a)s nadaram

Eu comi / Tu comeste / Ele(a) comeu / Nós comemos / Vós comestes / Ele(a)s comeram

Eu sorri / Tu sorriste / Ele(a) sorriu / Nós sorrimos / Vós sorristes / Ele(a)s sorriram

Eu fiz / Tu fizeste / Ele(a) fez / Nós fizemos / Vós fizestes / Ele(a)s fizeram

*Com o novo AO, esta forma verbal tem dupla grafia: "nadámos" ou "nadamos". Embora tenha dupla grafia, dentro do mesmo texto deve ser-se coerente: ou se escreve sempre com acento, ou sem ele. Quem diz (ou, neste caso, escreve) "nadámos", diz (escreve) "cantámos", "amámos", "vomitámos", "andámos" e todas as outras formas verbais correspondentes à 1ª pessoa do plural ("Nós"), no Pretérito Perfeito, de verbos pertencentes à 1ª conjugação (que são os verbos terminados em "-ar", no infinitivo). Eu opto, sempre, por incluir o acento, para mais facilmente se poder distinguir "nadámos" (Passado) de "nadamos" (Presente).

Esses [s] a mais nas formas verbais

Oiço muito este tipo de interação entre mães, pais, avós, etc., e uma criança:

Adulto: [...], ouvistes? / [...] fizestes [...]

Ou a criança é da realeza (e da "especial", que vale por mais do que uma pessoa e que se refere a si própria dizendo "Nós" em vez de "Eu"), ou o adulto está a acrescentar um "s" a "ouviste" e "fizeste"!

Ora vamos lá conjugar o Pretérito Perfeito de alguns verbos:

Eu nadei / Tu nadaste / Ele(a) nadou / Nós nadámos* / Vós nadastes / Ele(a)s nadaram

Eu comi / Tu comeste / Ele(a) comeu / Nós comemos / Vós comestes / Ele(a)s comeram

Eu sorri / Tu sorriste / Ele(a) sorriu / Nós sorrimos / Vós sorristes / Ele(a)s sorriram

Eu fiz / Tu fizeste / Ele(a) fez / Nós fizemos / Vós fizestes / Ele(a)s fizeram

*Com o novo AO, esta forma verbal tem dupla grafia: "nadámos" ou "nadamos". Embora tenha dupla grafia, dentro do mesmo texto deve ser-se coerente: ou se escreve sempre com acento, ou sem ele. Quem diz (ou, neste caso, escreve) "nadámos", diz (escreve) "cantámos", "amámos", "vomitámos", "andámos" e todas as outras formas verbais correspondentes à 1ª pessoa do plural ("Nós"), no Pretérito Perfeito, de verbos pertencentes à 1ª conjugação (que são os verbos terminados em "-ar", no infinitivo). Eu opto, sempre, por incluir o acento, para mais facilmente se poder distinguir "nadámos" (Passado) de "nadamos" (Presente).

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Desculpem

Este post é só para recuperar a média de dois por dia. Não serve para mais nada. Também não se podem queixar, bolas, quantos segundos demoraram a ler isto?

Desculpem

Este post é só para recuperar a média de dois por dia. Não serve para mais nada. Também não se podem queixar, bolas, quantos segundos demoraram a ler isto?

Tenho reparado

que quando me tratam por Mimi, aqui no blogue (where else?), sinto que me estão a tratar pelo nome. Estarei a fundir as duas identidades?

Tenho reparado

que quando me tratam por Mimi, aqui no blogue (where else?), sinto que me estão a tratar pelo nome. Estarei a fundir as duas identidades?

Parte de uma oração do Feitiço #7

- Ajuda-me a portar bem, ajuda-me a portar mais bem, ajuda-me a portar melhor...

Sou só eu, ou nota-se aqui uma tendência?

Parte de uma oração do Feitiço #7

- Ajuda-me a portar bem, ajuda-me a portar mais bem, ajuda-me a portar melhor...

Sou só eu, ou nota-se aqui uma tendência?

Caíam como tordos

[É possivelmente a primeira vez que escrevo esta expressão.]

Quem caía? As minhas colegas, doentes, abatidas, ainda assim a irem trabalhar (é uma complicação quando falta alguém e isso leva-nos a evitar faltar para além do razoável)... e eu aparentemente imune aos germes, bactérias e vírus e toda essa laia de malfeitores. Acontece que algumas crianças também foram trabalhar adoentadas, para caírem como tordos depois...

Perante tantos ataques, caíram as minhas defesas. Agora sou eu que vou trabalhar semi-imprópria para consumo (não sei se vou piorar, mas não estou nada que se pareça com o que as minhas colegas estavam*)...

*Se eu faltasse hoje, por estar como estou, seria "fita". Ainda me aguento de pé!

Caíam como tordos

[É possivelmente a primeira vez que escrevo esta expressão.]

Quem caía? As minhas colegas, doentes, abatidas, ainda assim a irem trabalhar (é uma complicação quando falta alguém e isso leva-nos a evitar faltar para além do razoável)... e eu aparentemente imune aos germes, bactérias e vírus e toda essa laia de malfeitores. Acontece que algumas crianças também foram trabalhar adoentadas, para caírem como tordos depois...

Perante tantos ataques, caíram as minhas defesas. Agora sou eu que vou trabalhar semi-imprópria para consumo (não sei se vou piorar, mas não estou nada que se pareça com o que as minhas colegas estavam*)...

*Se eu faltasse hoje, por estar como estou, seria "fita". Ainda me aguento de pé!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Alguém me ponha na cama...

... que estou a arrastar-me sem sair da cadeira.

Humm... Acho que tenho de me safar sozinha.

Até amanhã!

Alguém me ponha na cama...

... que estou a arrastar-me sem sair da cadeira.

Humm... Acho que tenho de me safar sozinha.

Até amanhã!

O que recebeste no Natal?

Não vos estou a perguntar, mas perguntei a um aluno, a certa altura, para o ajudar na escrita de um texto.

Aluno: Recebi um jogo divertido e umas chuteiras do Cristiano Ronaldo.

Não comentei, mas pensei: "Devem ter sido caras!". O aluno continuou:

- Fiz uma birra por causa das chuteiras!
Eu: Antes ou depois de as receberes?
Aluno: Antes.
Eu: E achas que recebeste as chuteiras por teres feito uma birra ...
Aluno: Não sei.
Eu, continuando: ... ou por te teres esforçado por portar bem?
Aluno: Não sei. Depois calei-me e ela deu-me.
Eu: Ela, quem?
Aluno: A minha mãe.

De birra em birra...

O que recebeste no Natal?

Não vos estou a perguntar, mas perguntei a um aluno, a certa altura, para o ajudar na escrita de um texto.

Aluno: Recebi um jogo divertido e umas chuteiras do Cristiano Ronaldo.

Não comentei, mas pensei: "Devem ter sido caras!". O aluno continuou:

- Fiz uma birra por causa das chuteiras!
Eu: Antes ou depois de as receberes?
Aluno: Antes.
Eu: E achas que recebeste as chuteiras por teres feito uma birra ...
Aluno: Não sei.
Eu, continuando: ... ou por te teres esforçado por portar bem?
Aluno: Não sei. Depois calei-me e ela deu-me.
Eu: Ela, quem?
Aluno: A minha mãe.

De birra em birra...

Pandemónio, Estado de sítio, Caos...

... tudo expressões adequadas para descrever o quarto da Vassoura e da Varinha há algumas horas.

Dei-lhes uma mãozinhazona e a coisa melhorou, mas estou com aquela sensação que não vai durar muito!

Pandemónio, Estado de sítio, Caos...

... tudo expressões adequadas para descrever o quarto da Vassoura e da Varinha há algumas horas.

Dei-lhes uma mãozinhazona e a coisa melhorou, mas estou com aquela sensação que não vai durar muito!

Não me arrepia...

... mas tenho-o "atravessado" há anos!

Nas folhas de um cântico da Missa, na "minha" paróquia, há um erro. Não é apenas uma gralha, é um erro repetido em todas as versões deste cântico, ao longo do ano.

"Cordeiro de Deus
que tiras o pecado do mundo
tem piedade de nós.

Cordeiro de Deus
que tiras o pecado do mundo
tem piedade de nós.

Cordeiro de Deus
que tiras o pecado do mundo
dai-nos a tua Paz."

Descobriram o erro? Eu sei que não mata ninguém, e cantado nem se dá conta (eu digo corretamente e acho que quase não se nota a diferença), mas escrito deixa-me incomodada.

Ando há anos com este erro atravessado. Já pensei em fazer alguma coisa para tentar resolver a questão, mas acabo por me inibir. Depois passa o tempo e esqueço-me - até à Missa seguinte (é que nós costumamos ir a uma Missa e isto passa-se noutra, de modo que pode passar bastante tempo até voltar a encontrar o erro na folha.)

Se estivessem no meu lugar, o que fariam? E se fossem os responsáveis pelo coro que apresentava as folhas com o erro, como gostariam que o reparo vos fosse feito? Como seria menos "chato"?

Não me arrepia...

... mas tenho-o "atravessado" há anos!

Nas folhas de um cântico da Missa, na "minha" paróquia, há um erro. Não é apenas uma gralha, é um erro repetido em todas as versões deste cântico, ao longo do ano.

"Cordeiro de Deus
que tiras o pecado do mundo
tem piedade de nós.

Cordeiro de Deus
que tiras o pecado do mundo
tem piedade de nós.

Cordeiro de Deus
que tiras o pecado do mundo
dai-nos a tua Paz."

Descobriram o erro? Eu sei que não mata ninguém, e cantado nem se dá conta (eu digo corretamente e acho que quase não se nota a diferença), mas escrito deixa-me incomodada.

Ando há anos com este erro atravessado. Já pensei em fazer alguma coisa para tentar resolver a questão, mas acabo por me inibir. Depois passa o tempo e esqueço-me - até à Missa seguinte (é que nós costumamos ir a uma Missa e isto passa-se noutra, de modo que pode passar bastante tempo até voltar a encontrar o erro na folha.)

Se estivessem no meu lugar, o que fariam? E se fossem os responsáveis pelo coro que apresentava as folhas com o erro, como gostariam que o reparo vos fosse feito? Como seria menos "chato"?

Cuidado

 com o dinossauro!

Made by Feitiço, of course!

Cuidado

 com o dinossauro!

Made by Feitiço, of course!

domingo, 25 de janeiro de 2015

Um ano depois

Parabéns, Ioieçft!

Beijinhos e abraços dos cunhados Mimi e Rogério e dos sobrinhos Vassoura, Varinha e Feitiço.

Um ano depois

Parabéns, Ioieçft!

Beijinhos e abraços dos cunhados Mimi e Rogério e dos sobrinhos Vassoura, Varinha e Feitiço.

Adivinha

- Quando é que, ao comprar o desodorizante habitual (passe a publicidade)
e encontrando esta promoção:
... uma pessoa não se sente particularmente entusiasmada?

- Quando, na compra anterior, ...

tinha encontrado esta!

Adivinha

- Quando é que, ao comprar o desodorizante habitual (passe a publicidade)
e encontrando esta promoção:
... uma pessoa não se sente particularmente entusiasmada?

- Quando, na compra anterior, ...

tinha encontrado esta!

Flocos... diferentes

Varinha: Tenho saudades de comer papa de flocos de aveia!
Feitiço (surpreendido): Flocos de diarreia?!?

Flocos... diferentes

Varinha: Tenho saudades de comer papa de flocos de aveia!
Feitiço (surpreendido): Flocos de diarreia?!?

Só os meus leitores mais antigos

se devem lembrar desta difícil missão. A missão atualmente tem outros contornos, uma vez que o Feitiço não dorme a sesta desde o fim do verão passado. Basicamente, a missão tem sido tentar mantê-lo seco durante o dia. Ainda dorme de fralda durante a noite - e enche tanto a fralda que às vezes o xixi "transborda".

Ontem de manhã estive numa formação. Quando saí, às 8:30 h, o Feitiço tinha umas calças vestidas. Quando cheguei, depois das 14 h, mal abri a porta, vi que o Feitiço estava de calções - tinha havido "acidente". Contou-me o Rogério que ele só contou que tinha feito xixi nas cuecas depois do almoço, mas que disse que tinha feito antes do almoço. 

À tarde, enquanto o Rogério foi às compras, eu disse ao Feitiço para ir fazer xixi. Tive de insistir, porque ele garantia que não precisava. Quando se sentou, já tinha as cuecas com uma mancha de xixi. 

Eu: Então, Feitiço, estavas a dizer que não tinhas vontade e afinal tens as cuecas molhadas?
Feitiço: Desculpa, mamã, eu PROMETO que não volto a fazer. PROMETO!

Antes de jantar, achei por bem pô-lo novamente no bacio (a sanita não é para ele bicho-papão, mas continua a preferir o bacio). Reagiu com uma birra - de curta duração, é certo, mas birra de qualquer maneira -, que não queria, não precisava, etc.. Avisei-o que não iria jantar sem primeiro fazer xixi. Devia ter fome porque parou a birra e sentou-se. Já devem estar a adivinhar: sim, já tinha as cuecas molhadas.

Eu fiquei a olhar para ele, resistindo à tentação de lhe lembrar a promessa feita horas antes.

Feitiço [lendo-me o pensamento, ou simplesmente lembrando-se do que dissera]: Eu disse que não ia fazer mais... depois deste dia.
Eu [não conseguindo evitar uma gargalhada]: Tens cá uma lata!
Feitiço [indignado]: Não sou nada uma lata!
Eu: Eu não disse que tu eras uma lata, disse que tens uma lata!
Feitiço: Não tenho nada.Se tivesse uma lata dentro de mim, morria!

:-)

Só os meus leitores mais antigos

se devem lembrar desta difícil missão. A missão atualmente tem outros contornos, uma vez que o Feitiço não dorme a sesta desde o fim do verão passado. Basicamente, a missão tem sido tentar mantê-lo seco durante o dia. Ainda dorme de fralda durante a noite - e enche tanto a fralda que às vezes o xixi "transborda".

Ontem de manhã estive numa formação. Quando saí, às 8:30 h, o Feitiço tinha umas calças vestidas. Quando cheguei, depois das 14 h, mal abri a porta, vi que o Feitiço estava de calções - tinha havido "acidente". Contou-me o Rogério que ele só contou que tinha feito xixi nas cuecas depois do almoço, mas que disse que tinha feito antes do almoço. 

À tarde, enquanto o Rogério foi às compras, eu disse ao Feitiço para ir fazer xixi. Tive de insistir, porque ele garantia que não precisava. Quando se sentou, já tinha as cuecas com uma mancha de xixi. 

Eu: Então, Feitiço, estavas a dizer que não tinhas vontade e afinal tens as cuecas molhadas?
Feitiço: Desculpa, mamã, eu PROMETO que não volto a fazer. PROMETO!

Antes de jantar, achei por bem pô-lo novamente no bacio (a sanita não é para ele bicho-papão, mas continua a preferir o bacio). Reagiu com uma birra - de curta duração, é certo, mas birra de qualquer maneira -, que não queria, não precisava, etc.. Avisei-o que não iria jantar sem primeiro fazer xixi. Devia ter fome porque parou a birra e sentou-se. Já devem estar a adivinhar: sim, já tinha as cuecas molhadas.

Eu fiquei a olhar para ele, resistindo à tentação de lhe lembrar a promessa feita horas antes.

Feitiço [lendo-me o pensamento, ou simplesmente lembrando-se do que dissera]: Eu disse que não ia fazer mais... depois deste dia.
Eu [não conseguindo evitar uma gargalhada]: Tens cá uma lata!
Feitiço [indignado]: Não sou nada uma lata!
Eu: Eu não disse que tu eras uma lata, disse que tens uma lata!
Feitiço: Não tenho nada.Se tivesse uma lata dentro de mim, morria!

:-)

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Alunos atenciosos

Hoje na minha sala faltaram seis crianças (este frio tem feito das suas...). Os presentes, para eu não sofrer com a ausência dos colegas, fizeram barulho pela totalidade da turma*. Fiquei comovida com a atenção.

*Não pensem o pior, vá, houve momentos de silêncio!

Alunos atenciosos

Hoje na minha sala faltaram seis crianças (este frio tem feito das suas...). Os presentes, para eu não sofrer com a ausência dos colegas, fizeram barulho pela totalidade da turma*. Fiquei comovida com a atenção.

*Não pensem o pior, vá, houve momentos de silêncio!

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Já agora

e a propósito disto, peço a vossa ilustre opinião sobre um pormenor: o Feitiço decorou o quarto dele com um sino que "fez" com material reciclado (quando tinha quase um ano e andava na creche!). Ele gostava de continuar com o sino no quarto, pendurado na porta do roupeiro, ou seja, exatamente onde está.

Tirando o facto de não ser muito usual ter sinos nos quartos, acham que é muito mau deixar o sino como ele quer?

Parte de mim acha que não faz mesmo mal nenhum - não perturba ninguém e se por acaso se estragar não se perde nenhuma preciosidade.

Parte de mim acha que deixar o sino no quarto é mau precisamente porque o Feitiço o quer lá, porque tem a modos que a mania que manda. Ou melhor, ele está sempre a tentar mandar, mas alguma casa devemos estar a fazer bem*, porque ele depois sai-se com estas:

"Tu nunca me deixas fazer nada!", "É sempre como tu queres!", ...

*Não é sempre tudo como eu ou o Rogério queremos, mas para mim é bom sinal que os nossos filhos pensem que sim. Significa que eles sabem quem manda e é altamente recomendado que sejamos mesmo nós - e não eles. Pobres crianças que decidem tudo (porque elas existem)!...

Já agora

e a propósito disto, peço a vossa ilustre opinião sobre um pormenor: o Feitiço decorou o quarto dele com um sino que "fez" com material reciclado (quando tinha quase um ano e andava na creche!). Ele gostava de continuar com o sino no quarto, pendurado na porta do roupeiro, ou seja, exatamente onde está.

Tirando o facto de não ser muito usual ter sinos nos quartos, acham que é muito mau deixar o sino como ele quer?

Parte de mim acha que não faz mesmo mal nenhum - não perturba ninguém e se por acaso se estragar não se perde nenhuma preciosidade.

Parte de mim acha que deixar o sino no quarto é mau precisamente porque o Feitiço o quer lá, porque tem a modos que a mania que manda. Ou melhor, ele está sempre a tentar mandar, mas alguma casa devemos estar a fazer bem*, porque ele depois sai-se com estas:

"Tu nunca me deixas fazer nada!", "É sempre como tu queres!", ...

*Não é sempre tudo como eu ou o Rogério queremos, mas para mim é bom sinal que os nossos filhos pensem que sim. Significa que eles sabem quem manda e é altamente recomendado que sejamos mesmo nós - e não eles. Pobres crianças que decidem tudo (porque elas existem)!...

Lembram-se...

... disto? De eu dar a entender que faltava arrumar as coisas na arrecadação?

(Semi)lancei foguetes antes de tempo.

Afinal ainda faltava retirar algumas coisas decorativas do quarto delas e das janelas da sala (tinha-me habituado e já nem dava conta dos bonecos que lá estavam). Só há poucos minutos os descolei dos vidros e guardei nas bolsas de plástico em que vinham, para voltar a utilizar em dezembro (até me assusto a pensar quão depressa chegará dezembro!).

E as outras coisas (árvore, etc.) ainda não foram para a arrecadação...

Lembram-se...

... disto? De eu dar a entender que faltava arrumar as coisas na arrecadação?

(Semi)lancei foguetes antes de tempo.

Afinal ainda faltava retirar algumas coisas decorativas do quarto delas e das janelas da sala (tinha-me habituado e já nem dava conta dos bonecos que lá estavam). Só há poucos minutos os descolei dos vidros e guardei nas bolsas de plástico em que vinham, para voltar a utilizar em dezembro (até me assusto a pensar quão depressa chegará dezembro!).

E as outras coisas (árvore, etc.) ainda não foram para a arrecadação...

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Autógrafos e a sabedoria dos jovens

Dos dez aos dezasseis anos, eu estudei num colégio interno só para raparigas (nem Quatro Torres, nem Santa Clara, nem nenhum outro inventado pela escritora Enid Blyton). Muito poderia escrever sobre isso, mas não será hoje. Hoje quero partilhar apenas uma memória e uma reflexão a partir dela.

Num colégio interno, é muito provável que as colegas sejam de zonas muito distintas do país, sendo pouco frequente o encontro fora das paredes do colégio. Assim, quando chegávamos ao fim do ano letivo e sabíamos que iríamos estar uns três meses sem nos vermos, era ver aparecerem blocos e bloquinhos, que enchíamos de "autógrafos", pedidos não só às amigas de quem realmente iríamos ter saudades, mas a todas as colegas da turma.

Algumas colegas escreviam sempre a mesma coisa em todos os autógrafos que davam, outras eram mais imaginativas. Acho que eu oscilava entre os autógrafos imaginativos (para as amigas mais próximas) e os outros, mas sinceramente, não me lembro de fazer distinção - penso que escrever autógrafos de seguida deve estoirar a imaginação de qualquer um! [Se houver por aí algum@ estrela fartinh@ de dar autógrafos, manifeste-se!]

Bem, esta introdução já vai longa e nunca mais chego onde quero, que é a frase (citação) que tinha mais saída, que mais alunas utilizavam nos autógrafos que davam. Era a seguinte:

"Sorri, sorri sempre, mesmo que o teu sorriso seja triste, porque mais triste do que o teu sorriso é a tristeza de não saber sorrir."

Anos (muitos!) mais tarde, vivi quase três meses num mosteiro. Muito poderia escrever sobre isso, mas não será hoje. Hoje quero partilhar apenas uma memória e uma reflexão a partir dela (que será em comum com a da memória dos autógrafos, pois estão intimamente relacionadas).

Uma das monjas que me acompanhavam (eram duas, uma portuguesa e uma espanhola) disse-me a certa altura que eu andava com o semblante muito carregado (trocado por miúdos, estava com uma cara de "todos-me-devem-e-ninguém-me-paga") - o que, digo-vos eu, contrastava totalmente com as expressões pacíficas e felizes da totalidade das monjas e até das outras jovens que estavam numa fase de discernimento vocacional, tal como eu -. Eu disse à Hermana Felicidad que em algumas alturas do mês ficava assim - era mais forte do que eu -, mas ela disse-me para sorrir, apesar disso (disse-me outras coisas, mas resumindo, era isto).

Já muita coisa se passou desde que saí do mosteiro, mas, infelizmente, uma não mudou: eu fico com um humor terrível - pior do que consigo ser normalmente - em algumas alturas do mês. Tudo me chateia, tudo me irrita, um comportamento que noutro dia provoca uma chamada de atenção, nestas alturas provoca uma reação tempestuosa. E eu tenho noção que está a acontecer, que estou a exagerar, mas só quando estou assim há alguns dias é que dou conta do porquê. E detesto sentir-me assim. E peço desculpa aos meus filhos e às vezes aos meus alunos por alguns exageros, mas dali a umas semanas volta tudo ao mesmo.

Porque ainda agora passei/estou a passar por mais uma destas fases, lembrei-me dos autógrafos (e de como pode circular tanta sabedoria entre jovens) e lembrei-me da Irmã Felicidad e pensei para comigo:

"Ninguém tem que levar com as tuas trombas o teu semblante carregado e o teu mau humor, por isso, sorri, Mimi, sorri, sorri sempre..."

Autógrafos e a sabedoria dos jovens

Dos dez aos dezasseis anos, eu estudei num colégio interno só para raparigas (nem Quatro Torres, nem Santa Clara, nem nenhum outro inventado pela escritora Enid Blyton). Muito poderia escrever sobre isso, mas não será hoje. Hoje quero partilhar apenas uma memória e uma reflexão a partir dela.

Num colégio interno, é muito provável que as colegas sejam de zonas muito distintas do país, sendo pouco frequente o encontro fora das paredes do colégio. Assim, quando chegávamos ao fim do ano letivo e sabíamos que iríamos estar uns três meses sem nos vermos, era ver aparecerem blocos e bloquinhos, que enchíamos de "autógrafos", pedidos não só às amigas de quem realmente iríamos ter saudades, mas a todas as colegas da turma.

Algumas colegas escreviam sempre a mesma coisa em todos os autógrafos que davam, outras eram mais imaginativas. Acho que eu oscilava entre os autógrafos imaginativos (para as amigas mais próximas) e os outros, mas sinceramente, não me lembro de fazer distinção - penso que escrever autógrafos de seguida deve estoirar a imaginação de qualquer um! [Se houver por aí algum@ estrela fartinh@ de dar autógrafos, manifeste-se!]

Bem, esta introdução já vai longa e nunca mais chego onde quero, que é a frase (citação) que tinha mais saída, que mais alunas utilizavam nos autógrafos que davam. Era a seguinte:

"Sorri, sorri sempre, mesmo que o teu sorriso seja triste, porque mais triste do que o teu sorriso é a tristeza de não saber sorrir."

Anos (muitos!) mais tarde, vivi quase três meses num mosteiro. Muito poderia escrever sobre isso, mas não será hoje. Hoje quero partilhar apenas uma memória e uma reflexão a partir dela (que será em comum com a da memória dos autógrafos, pois estão intimamente relacionadas).

Uma das monjas que me acompanhavam (eram duas, uma portuguesa e uma espanhola) disse-me a certa altura que eu andava com o semblante muito carregado (trocado por miúdos, estava com uma cara de "todos-me-devem-e-ninguém-me-paga") - o que, digo-vos eu, contrastava totalmente com as expressões pacíficas e felizes da totalidade das monjas e até das outras jovens que estavam numa fase de discernimento vocacional, tal como eu -. Eu disse à Hermana Felicidad que em algumas alturas do mês ficava assim - era mais forte do que eu -, mas ela disse-me para sorrir, apesar disso (disse-me outras coisas, mas resumindo, era isto).

Já muita coisa se passou desde que saí do mosteiro, mas, infelizmente, uma não mudou: eu fico com um humor terrível - pior do que consigo ser normalmente - em algumas alturas do mês. Tudo me chateia, tudo me irrita, um comportamento que noutro dia provoca uma chamada de atenção, nestas alturas provoca uma reação tempestuosa. E eu tenho noção que está a acontecer, que estou a exagerar, mas só quando estou assim há alguns dias é que dou conta do porquê. E detesto sentir-me assim. E peço desculpa aos meus filhos e às vezes aos meus alunos por alguns exageros, mas dali a umas semanas volta tudo ao mesmo.

Porque ainda agora passei/estou a passar por mais uma destas fases, lembrei-me dos autógrafos (e de como pode circular tanta sabedoria entre jovens) e lembrei-me da Irmã Felicidad e pensei para comigo:

"Ninguém tem que levar com as tuas trombas o teu semblante carregado e o teu mau humor, por isso, sorri, Mimi, sorri, sorri sempre..."

domingo, 18 de janeiro de 2015

Fake Jake VS the real Jake

O Feitiço tem dois bonecos do Jake:

O da esquerda recebeu no Natal, o da direita quando fez 4 anos,
juntamente com o Bucky, o barco de piratas.
Ora, o que é que tem de especial o Jake da esquerda? Não, não é a espada (que o da direita também tem - eu é que me esqueci de a colocar para a fotografia). Sim, tem botas, mas não, não é isso que o torna especial.

Segundo o Feitiço, o da direita é um Jake de Lego e o da esquerda é um Jake verdadeiro!

Fake Jake VS the real Jake

O Feitiço tem dois bonecos do Jake:

O da esquerda recebeu no Natal, o da direita quando fez 4 anos,
juntamente com o Bucky, o barco de piratas.
Ora, o que é que tem de especial o Jake da esquerda? Não, não é a espada (que o da direita também tem - eu é que me esqueci de a colocar para a fotografia). Sim, tem botas, mas não, não é isso que o torna especial.

Segundo o Feitiço, o da direita é um Jake de Lego e o da esquerda é um Jake verdadeiro!

Parabéns RECENTES ao P. (dia 16) e à M. (dia 17)

Meninos sempre pequeninos, apesar dos seus 22 e 20 anos de idade... Beijinhos da ex-mestra!

Parabéns RECENTES ao P. (dia 16) e à M. (dia 17)

Meninos sempre pequeninos, apesar dos seus 22 e 20 anos de idade... Beijinhos da ex-mestra!

A sério que acreditaram?

Na parte do triste até podem acreditar (achava piada ler os vossos palpites, de quem não me conhece, por um lado, e de quem me conhece, por outro, e ver de que lado acertavam mais), mas acreditarem na parte do amuada... esqueçam lá isso!

A resposta certa era a hipótese C - fomos à Feira Popular e foi muito divertido. O único senão foi o facto do Feitiço ter saído de um carrocel a meio da viagem, mas como não se magoou...

[Eu escrevi este post logo a seguir ao outro, mas não publiquei logo, pois perderia o "efeito"! Optei por agendar, independentemente do número ou tipo de comentários que o anterior recebesse.]

A sério que acreditaram?

Na parte do triste até podem acreditar (achava piada ler os vossos palpites, de quem não me conhece, por um lado, e de quem me conhece, por outro, e ver de que lado acertavam mais), mas acreditarem na parte do amuada... esqueçam lá isso!

A resposta certa era a hipótese C - fomos à Feira Popular e foi muito divertido. O único senão foi o facto do Feitiço ter saído de um carrocel a meio da viagem, mas como não se magoou...

[Eu escrevi este post logo a seguir ao outro, mas não publiquei logo, pois perderia o "efeito"! Optei por agendar, independentemente do número ou tipo de comentários que o anterior recebesse.]

sábado, 17 de janeiro de 2015

Parte de uma oração do Feitiço #6

- Hoje sou eu o primeiro porque já tenho cinco anos. [...] Obrigado por dares vida às pessoas, e aos ratos, e obrigado por dares vida a Ti, [...]

Quem, vos garanto, não consegue agradecer pelos ratos é a Avó Bruxa!

Parte de uma oração do Feitiço #6

- Hoje sou eu o primeiro porque já tenho cinco anos. [...] Obrigado por dares vida às pessoas, e aos ratos, e obrigado por dares vida a Ti, [...]

Quem, vos garanto, não consegue agradecer pelos ratos é a Avó Bruxa!

Já não estou muito "à frente"!

desmontei a árvore, presépio e restante (pouca) decoração de Natal. Falta guardar tudo na arrecadação, que é a parte mais chata, por duas razões:

- o lugar da árvore é em cima de um armário, por cima ou por baixo de outras caixas que lá estão. Preciso de subir a um escadote, não tão perto do armário como seria desejável (a zona central da arrecadação tem caixas de plástico grandes e dois carrinhos de bebé a dificultar a circulação), com a árvore - que para mim é pesada - em equilíbrio, e

- é a parte que falta

Já não estou muito "à frente"!

desmontei a árvore, presépio e restante (pouca) decoração de Natal. Falta guardar tudo na arrecadação, que é a parte mais chata, por duas razões:

- o lugar da árvore é em cima de um armário, por cima ou por baixo de outras caixas que lá estão. Preciso de subir a um escadote, não tão perto do armário como seria desejável (a zona central da arrecadação tem caixas de plástico grandes e dois carrinhos de bebé a dificultar a circulação), com a árvore - que para mim é pesada - em equilíbrio, e

- é a parte que falta

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Depois da "enchente"

de comentários de leitores com palpites sobre a resposta à adivinha que coloquei aqui, sobre a nossa atividade na tarde do sábado passado, em que quase apostavam uns com os outros que tinham razão porque até nos tinham visto na hipótese que defendiam e não podia ter sido outra, ou não nos tinham visto na que os outros diziam e por isso não podia ter sido essa...

... apresento novamente as hipóteses e, lá ao fundo, a resposta.

Hipótese A: ficar em casa a ver um filme de desenhos animados e a comer pipocas;

Hipótese B: assistir a um Auto de Natal na paróquia a que eu pertencia em solteira;

Hipótese C: ir à Feira Popular de Lisboa experimentar algumas atrações.

Antes de lerem a resposta, tentem lá acertar outra vez, mas sem se ofenderem uns aos outros, ou terei de passar a moderar os comentários, OK?

...

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Não, afinal não vou dar a resposta já. Estou triste convosco e amuada porque não tentaram adivinhar. 

Depois da "enchente"

de comentários de leitores com palpites sobre a resposta à adivinha que coloquei aqui, sobre a nossa atividade na tarde do sábado passado, em que quase apostavam uns com os outros que tinham razão porque até nos tinham visto na hipótese que defendiam e não podia ter sido outra, ou não nos tinham visto na que os outros diziam e por isso não podia ter sido essa...

... apresento novamente as hipóteses e, lá ao fundo, a resposta.

Hipótese A: ficar em casa a ver um filme de desenhos animados e a comer pipocas;

Hipótese B: assistir a um Auto de Natal na paróquia a que eu pertencia em solteira;

Hipótese C: ir à Feira Popular de Lisboa experimentar algumas atrações.

Antes de lerem a resposta, tentem lá acertar outra vez, mas sem se ofenderem uns aos outros, ou terei de passar a moderar os comentários, OK?

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Não, afinal não vou dar a resposta já. Estou triste convosco e amuada porque não tentaram adivinhar. 

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Diz que está tudo bem

Disse o médico que o que sinto no seio esquerdo não é patológico. Que posso retirar, mas que estaria a retirar mama saudável. Não, obrigada, se é como diz, eu aguento o desconforto (felizmente não o sinto a toda a hora)! Para a semana irei buscar o relatório, mas, à partida, dirá o mesmo que o médico disse hoje presencialmente (só poderia dizer algo de diferente se a comparação entre estes exames e os de há ano e meio*, que o médico fez sem eu estar presente, o justificasse).

*Inicialmente marquei os exames para o passado dia 8, mas alterei para hoje, que calhou ser exatamente um ano e meio depois dos primeiros. Coincidência! :-)

Diz que está tudo bem

Disse o médico que o que sinto no seio esquerdo não é patológico. Que posso retirar, mas que estaria a retirar mama saudável. Não, obrigada, se é como diz, eu aguento o desconforto (felizmente não o sinto a toda a hora)! Para a semana irei buscar o relatório, mas, à partida, dirá o mesmo que o médico disse hoje presencialmente (só poderia dizer algo de diferente se a comparação entre estes exames e os de há ano e meio*, que o médico fez sem eu estar presente, o justificasse).

*Inicialmente marquei os exames para o passado dia 8, mas alterei para hoje, que calhou ser exatamente um ano e meio depois dos primeiros. Coincidência! :-)

Não que vos interesse

... mas hoje vou fazer uma mamografia e uma ecografia mamária. Rotina, mas que calha bem, já que ando desconfortável do lado esquerdo.

Não que vos interesse

... mas hoje vou fazer uma mamografia e uma ecografia mamária. Rotina, mas que calha bem, já que ando desconfortável do lado esquerdo.