quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Sabem qual a semelhança...

... entre saltar à corda e dar de comer a uma bebé como a Magia?


 


Ao saltar, temos de prestar atenção à posição da corda, para não chocarmos com ela a meio do salto.


 


Ao dar de comer, temos de prestar atenção à posição da língua  da bebé, para ela não chocar com a colher que leva a comida...


 


É muito mais difícil dar de comer do que saltar à corda, porque para além da língua é necessário estar atento à posição e ao movimento das mãos, dos pés, da cabeça, do babete [do qual hoje prescindi, nas duas refeições que a Magia come à colher].


 


Quando a Magia comer sentada na cadeira de comer - quando se aguentar sentada -, em princípio já só terei de me preocupar com a língua, as mãos e a cabeça. Muito mais fácil... especialmente porque terei as duas mãos livres!


 


Nada disto se aplica àqueles bebés [eu sei de alguns assim] que simplesmente abrem a boca e comem tudo às mil maravilhas, desde o início da alimentação diversificada. 


 


 

Sonhos #67

Por vezes, ao recordar um sonho e não podendo logo registá-lo por aqui, escrevo as ideias principais numa "folha de notas", no telemóvel. Acontece que, se deixar passar muito tempo, as ideias principais de um sonho passam a ser as únicas ideias acerca desse sonho. 


 


Atualmente tenho vários sonhos registados no telemóvel (alguns há anos). Não os apago porque hei de partilhá-los, nem que seja copiando as ideias principais que lá estão.


 


No entanto, o sonho que hoje vou contar não está no telemóvel. Está apenas na minha cabeça e quero registá-lo antes que se vá!


 


Este sonho foi sonhado na manhã do dia 6 de outubro deste ano, sexta-feira a seguir ao feriado do 5 de outubro, algures entre as oito e as oito e meia, e teve uma particularidade que o torna especial: o sonho passava-se exatamente nessa manhã, a essa hora.


 


O Rogério tinha saído para levar a Vassoura, a Varinha e o Feitiço à escola. Alguns minutos depois, tocam à campainha. Vou abrir e são as três crianças. Pergunto-lhes por que razão regressaram a casa. Dizem-me que, ao chegarem à escola, a encontraram fechada - a direção e os professores tinham decidido fazer ponte, sem avisarem os pais dos alunos. Eu digo: "Realmente, isso não se faz! Eu estou em casa com a Magia e posso ficar convosco, mas e se eu estivesse a trabalhar?" e depois pergunto: "E o papá, onde está?". Respondem-me que os deixou à porta de casa e foi trabalhar.


 


Acordo, sem campainha nem crianças de regresso, apercebo-me do sonho e acho piada que se tenha passado na hora em que o sonhei. Conto o sonho ao Rogério, que entretanto passou por casa para deixar o carro, porque vai para o trabalho de transportes públicos. Sempre que conto um sonho - e quantas mais vezes o fizer -, melhor me lembro dele para depois o registar.