terça-feira, 13 de março de 2018

A minha profissão quando crescer - Escritora

Escrito pela Vassoura:


 


Já vos falei aqui de outra profissão que gostava de ter, mas, se não tiver essa, quero ser escritora. Eu gosto muito, muito, muito de escrever textos e já escrevi imensos: em testes, em aulas, por diversão, como passatempo, com a Vassourete*, com a Vassorinha*... 


Apesar de escrever muito, deixo muitos dos textos incompletos. Não é de propósito, mas, ou me esqueço de continuar, ou acho que o texto está horrível e deito-o fora, ou quando estou para o escrever, tenho uma nova ideia para um texto e esse fica esquecido.


Gosto especialmente de escrever textos de ficção e de aventura. Gosto também de contar histórias a pessoas mais novas do que eu.   


 


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Sabem quem é o(a) escritor(a) da minha preferência? Vou dar-vos hipóteses:



  1. Luísa Ducla Soares

  2. J. K. Rowling

  3. Bill Watterson

  4. Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

  5. Enid Blyton

  6. António Torrado

  7. Sophia de Mello Breyner Andresen

  8. Julie Campbell

  9. Mia couto

  10. Alice Vieira

  11. R. Goscinny

  12. Luis Sepúlveda


Por favor: Não justificar a opção, para não influenciar a dos outros.


*Amigas minhas

A fantástica lavagem da loiça, numa máquina perto de si

Há mais de um mês tirei esta fotografia a um prato de sobremesa: 


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 Vocês veem o prato e pensam: «É um prato sujo. O que é que tem de mais?»


 


«Nada.», digo eu. «O único problema é que não é um prato sujo. Ou melhor, é um prato sujo, mas não deveria ser, porque [quando o fotografei] tinha acabado de sair da máquina de lavar loiça, após um programa completo de lavagem.»


 


Observem agora o fundo desta caixa de plástico, após lavagem na máquina. Não é fácil para o olho destreinado detetar o brilho especial ...


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... da gordura, que não saiu com a lavagem.


 


Acabei por lavar a caixa à mão (algo não raro, nos últimos largos meses). Ficou a pingar ...


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... apenas água, comme il faut!


 


Estes são dois singelos exemplos do belo serviço que a nossa máquina da loiça nos tem prestado, nos últimos tempos. Na verdade, o belo serviço começou há anos e tem vindo a deteriorar-se. O Rogério (abençoado Rogério!) tem tratado da máquina ao longo dos anos, ora pessoalmente, ora recorrendo aos serviços de quem percebe [mais] do assunto. Mas chegámos a um ponto em que percebemos que a máquina está moribunda e a precisar de ser substituída. 


 


Antes do último suspiro, já a nova máquina está encomendada. Porque, na verdade, esta máquina já morreu. Só que, tal como o professor de História da Magia em Hogwarts, Professor Binns (um professor fantasma), não sabe que morreu, porque nunca ninguém lhe disse, e continua a fazer os programas (ele continua a dar aulas) como sempre... só que mal feitos (e as aulas dele são uma seca - bem, não sei como eram as aulas de História da Magia quando o professor estava vivo - talvez tenham sido sempre uma seca!*)


 


*[Ou não tivesse História sido a disciplina com que mais embirrei durante o meu percurso escolar... ]