terça-feira, 26 de abril de 2016

Ferida e tratamento

Na minha última ida à ginecologista, ela viu que eu tinha uma ferida no colo do útero. Hoje vou fazer o tratamento. Parece que é um processo rápido (menos de dois minutos) e que consiste em queimar a ferida.

Não estou particularmente entusiasmada com a perspetiva (quem estaria?), mas confio na minha médica.

Depois conto como foi (acho eu)...

sábado, 23 de abril de 2016

Tu o dizes, Feitiço!

É o Rogério que diariamente leva os três à escola, mas ontem tive de ser eu. Como não conduzo, fomos a pé. Conseguimos sair de casa 10 minutos antes da hora a que habitualmente saem, ou seja, saímos às 7:50h. Passámos pela minha escola para eu deixar as minhas coisas e não transportar um peso desnecessário no regresso. Implicou apenas uns cinco minutos, pois fica praticamente em caminho.

Chegámos à escola deles dez minutos antes de tocar (para elas - ele não tem toque, embora tenha hora de entrada), portanto a experiência correu bem. Eu também cheguei a horas à minha escola, pois o meu toque é meia hora depois do delas.

Como eu já contei aqui e deixei registado em comentários em variados blogues, os meus filhos são especialistas em destruir sapatos (devem ter um acordo com algum fabricante ou sapataria, e eu é que não sei). Durante a ida, reparei mais uma vez no estado dos sapatos do Feitiço (não se veem as meias, mas quase... ou então já se veem e eu é que prefiro não saber). Reparei também no rasgão que há na parte de trás do casaco do Feitiço que eu não coso porque prefiro que seja a Nina a coser (há um grande desnível entre a minha capacidade e a dela nesta - e noutras - área). Ora como ele não tem um casaco alternativo, vai usando este com o rasgão. 

Comentei:

- Buraco nos sapatos, buraco no casaco... Que pobreza!

Feitiço: Não é pobreza, é estragueza!

A ler, a ler, a ler!

O quê?

Este post da FEM, do qual transcrevo uns excertos para aguçar a vossa curiosidade:

Na relação familiar…

Qual a prioridade?
A nossa prioridade é a Família.

Dentro da prioridade o que reveste carácter de prioridade das prioridades?
O nosso cônjuge. Ponto. Não é discutível. A prioridade da mulher é o marido e vice-versa.

(...)

Um exemplo prático na definição da prioridade?
Por exemplo o chegar a casa. Quando o marido chega a casa, ainda que os filhos corram todos para os seus braços à procura do beijo, a primeira pessoa a ser cumprimentada é a mulher. Só depois os filhos. E eles irão aperceber-se que a prioridade do pai é a mãe e a prioridade da mãe é o pai. Eles são o bom fruto do amor entre o casal. Mas o casal precede-os. E isso tem de ficar muito claro.

domingo, 17 de abril de 2016

Prima pequenina, ou mais ou menos

São 35 anos, mas será sempre pequenina para mim. Lembro-me da mãe barriguda a virar a esquina da casa onde morávamos, no meu 8º aniversário, e lembro-me da prenda que me deram os tios, seus pais, na ocasião: um conjunto saia+parte de cima xadrez, em cores claras. A parte de cima tinha uns botões (só em cima, não eram de cima a baixo) e a ponta das mangas (curtas) era branca. Eu adorei aquela roupa e tive muita pena quando deixou de me servir. E, tal como gostei muito da roupa, gostava muito dos tios (de quem tenho saudades) e gosto muito desta minha prima (só falo desta porque é dela o aniversário). Já disse que ela é pequenina?


P A R A B É N S ! ! !

terça-feira, 12 de abril de 2016

Balde de água fria

Há mais de um mês, penso eu, - garantidamente antes da interrupção letiva da Páscoa -, escrevi "à mão" umas perguntas sobre uns poemas de um livro que estou a explorar com os alunos. Escrevi essas perguntas no meu caderno A4, onde mais ou menos escrevo tudo o que é relacionado com a escola. Fi-lo com muita antecedência (relativamente à altura em que iria propor o trabalho à turma).

Não é verdade, infelizmente. Quando há bocado peguei no caderno para passar as perguntas a computador (com uma antecedência nitidamente reduzida) ... não as encontrei. Vá-se lá saber porquê, quando escrevi as perguntas utilizei uma folha solta que, claro, agora não encontro.

Sinceramente, não estou para repensar as perguntas sem primeiro as procurar no escritório (vulgo quarto do Feitiço, que lá está a dormir, como é natural a esta hora), e não sei mais onde...

Posso sempre pensar em perguntas para explorar outros poemas (o livro tem muitos!), mas agora o que eu vou é dormir.

Boa noite!

Um post a ler, para refletir

... este, da Família Raríssima, sobre o uso dos telemóveis (e demais tecnologias).

Gostaria de dizer que não estou demasiado tempo ao telemóvel, ou ao computador, mas... não seria verdade. E tal como reconheço em mim, identifico o problema no meu querido Gato. 

Devíamos ajudar-nos um ao outro a reduzir a dose. O problema é que o computador é o nosso principal meio de trabalho (em casa, no meu caso - que na escola raramente lhe toco, e, se o faço, é garantidamente para trabalhar, como esta manhã, em que os alunos de um grupo estiveram a escrever os nomes dos planetas para o seu projeto sobre o Sistema Solar).

Durante o horário de expediente, segundo consta - e, conhecendo o Rogério, acredito que seja verdade -, o Rogério não se distrai. Mas, uma vez em casa, o comportamento é outro. O dele e o meu.

Repito: devíamos ajudar-nos um ao outro a reduzir a dose.

domingo, 10 de abril de 2016

- Então, já "fecharam a loja"?

... foi o que nos perguntou ontem uma conhecida (minha), que encontrámos por acaso no sítio onde a Varinha fez a festa de anos com algumas amigas da escola.

A minha resposta foi pronta:

- Nós não temos uma loja, nós somos professores!

Ela riu-se, percebeu onde eu queria chegar e disse:

- Boa resposta!

Também achei e por isso partilho. Como sei que há quem tenha um espaço comercial, deixo uma resposta semelhante, mas adaptada:

- Não, ainda tenho a loja aberta. O negócio vai bem/mais ou menos/... (etc.)

Se tiveram uma loja, mas ela entretanto fechou, podem responder:

- Sim, a loja fechou mas [trabalho não me falta/ando à procura de alternativas/... etc.]



Nunca gostei da pergunta, porque acho que é uma comparação infeliz - ter filhos não é um negócio! Isto para além de ninguém ter nada a ver com o facto de termos ou não mais descendência.

Ser substituída

Perante a possibilidade de eu não ser a professora da turma da sua criança no 4º ano, uma mãe disse-me:

- Estou um bocado apreensiva com essa mudança... A ser substituída, preferia que tivesse sido logo no 1º ano! [ultra-mini pausa] A professora sabe [que nunca nos entendemos bem].

Esta mãe adora-me! ;-)

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Sinto-me leve...

Esta manhã sentia-me pesada. Ia ter reunião de pais (outra vez?!?)* e não me sentia preparada para falar e ainda menos para "ouvir".

O Senhor foi muito misericordioso para comigo. Tirou-me literalmente peso dos ombros! 

(Só não me tirou peso daquele que se verifica na balança, se é que me faço entender. ;-))

*Tem de ser... Será que foi a última?

quarta-feira, 6 de abril de 2016

terça-feira, 5 de abril de 2016

Palavras do Feitiço para a Varinha, hoje:

- És um rabinho de leite com mil bufas de cão!

Que simpático...

Parabéns, Varinha!

Pois é, há quem faça 5 meses (a Lúcia) e há quem faça 8 anos - a Varinha. O tempo passa!  :-)

A esta hora não tenho tempo para grandes escritas, mas também, mesmo que tivesse, eu não tenho jeito para escrever sobre os meus filhos, assim mais intimamente, aquilo que está no fundo do meu coração, ou melhor, aquilo que está no fundo e em todo o meu coração...

O que sei é que a Varinha hoje faz anos e que está muito contente por poder almoçar comigo e com uma amiga, fora da escola. O meu horário de 3ª feira permite-me fazer isto, é uma "sorte"!

P A R A B É N S ! ! ! ! ! ! ! !

segunda-feira, 4 de abril de 2016

É preciso recomeçar...

... e não me apetece nada, nadinha. Acho que há uma semana estava com mais energia para recomeçar do que hoje.

Nós, Jesus, ...!

Há oito anos...

... era sexta-feira. Como é que sei, assim de cabeça? A Varinha nasceu num sábado! :-)

sábado, 2 de abril de 2016

Fez-me lembrar a Matilde...

A Vassoura perguntou-me se podia ler o meu blogue. Eu autorizei. Quando depois voltei ao blogue, ele estava onde ela o tinha deixado: nos posts da etiqueta "Vassoura"... Tal tia [Matilde], tal sobrinha!

Seis filhos por um dia

Como eu contei aqui, a Vassoura e a Varinha ficaram em casa dos avós bruxos com os tios e as primas. Ficaram lá de quinta para sexta-feira.

Ontem, sexta-feira, ao fim da tarde, a minha irmã e o marido vieram "devolver" as sobrinhas e deixaram as três filhas. Demos-lhe jantar, dormida, pequeno-almoço e daqui a pouco daremos almoço. Nada do outro mundo. Mas...

... a minha sobrinha mais velha (destas três) está desde janeiro com algumas (bastantes) restrições alimentares. Para o pequeno-almoço, por exemplo, tivemos de fazer um pão especial. Eu nunca tinha feito pão na vida!

A minha irmã deveria ter-me perguntado se eu tinha os ingredientes necessários, mas assumiu que, tirando as sementes de linhaça e o coco ralado - que enviou -, havia de tudo cá em casa...

Wrong! 

Não tínhamos uma chávena graduada (e eu não sou boa nas equivalências chávena/caneca e a minha sobrinha - que em casa prepara o pão sozinha - também não), não tínhamos fermento ("Mas eu sei que tu fazes bolos!" - disse a Margarida. "Eu uso farinha "self-raising"" - respondi.) e só por acaso tínhamos os quatro ovos necessários. O fermento foi comprado na mercearia que felizmente existe no prédio ao lado do nosso.

Durante a elaboração do pão fartei-me de ligar para a minha irmã. Até para saber que potência e quanto tempo colocar no micro-ondas. Mas no fim, segundo a minha sobrinha, o pão ficou com o aspeto com que costuma ficar. Não fui a tempo de tirar uma fotografia ao pão inteiro, mas tirei quando ainda só se tinha tirado uma parte e depois de a minha sobrinha ter terminado o pequeno-almoço (ela comeu o pão com atum por cima).





Os seis primos têm estado a brincar com Legos, às escondidas, às pinturas, jogos... É um fartote!

Curiosamente, não acho que os seis façam assim tanto barulho! :-)

sexta-feira, 1 de abril de 2016