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segunda-feira, 3 de abril de 2017

O meu "retiro"

Acabei de ler o post da Olívia sobre o retiro da Quaresma que houve em Fátima. Citando uma parte do seu texto:
Valeu o esforço, o tempo que dedicámos ao retiro, a viagem, a roupa por passar, a cozinha por arrumar, o chão por aspirar, os orçamentos por fazer, o escritório por organizar... valeu cada segundo em que escutei o ensinamento, em que partilhámos uma refeição, em que percorremos a Via Sacra passo a passo, com carrinho, sem carrinho, a dar de comer, a mudar fraldas, em busca de água... cada segundo!
Eu, que não fui ao retiro, mas gostaria de ter ido, revi-me nas palavras da Olívia. Como? Simples: como não pude estar lá, tentei que o tempo por aqui rendesse, que não terminasse o dia com a sensação de nada ter feito que valesse a pena.

Bem, como nós estamos a fazer a devoção dos cinco primeiros sábados em família, nunca seria um dia perdido, mas, para além disso, tentei aproveitar o resto do tempo para fazer coisas de casa que são muitas vezes adiadas (nem vou entrar em pormenores para não vos assustar com a nossa minha pouca "fadice do lar") e outras que dizem respeito a preparativos para a chegada da Magia.

Cada um joga o melhor que consegue com os valores que lhe saem nos dados! :-) 

terça-feira, 21 de março de 2017

No domingo...

... fomos almoçar ao Terra, com os Avós e Tio Gatos. Almoço excelente, como sempre. Desvantagem de o restaurante estar muito cheio: a fila para o buffet demorava um bocadinho mais do que gostaria (mas nada do outro mundo!).

A seguir ao almoço, fomos ao Jardim do Príncipe Real, para as crianças brincarem no parque infantil. Não ficámos muito tempo, mas elas aproveitaram-no bem.


Novamente em casa, o Feitiço pediu-me para pintar com aguarelas (as irmãs pintaram na véspera e era suposto ele ter pintado de manhã, enquanto elas estavam na Catequese, mas por culpa minha não pintou). Lá preparámos tudo. A pintura, que foi antecedida por desenho com lápis de cor preto, ficou assim:


(Desculpem a má qualidade da fotografia...)

sábado, 18 de março de 2017

Ovo de "cara lavada"

Antes de nascer a Vassoura, comprámos um conjunto carrinho/ovo/alcofa. Por altura do nascimento da Varinha, comprámos um carrinho duplo, com dois lugares "normais", um à frente do outro, mas com possibilidade de colocar um ovo (que fazia parte) no lugar mais próximo de quem empurra o carrinho. Este carrinho duplo foi muito útil, tanto na fase Vassoura+Varinha, como na fase Varinha+Feitiço. Ainda temos tudo (a Matilde ficou admirada com este facto, há uns dias, não percebo porquê - nós nunca excluímos a possibilidade de termos mais filhos).

Bem, indo de encontro ao título do post, é ao primeiro ovo que me refiro. Mandei fazer, na "Maria Café", um forro em algodão (ao contrário do material original, que é sintético, o que me levou sempre a colocar uma fralda de pano por baixo da ou do bebé), com cobertura tipo edredão (amovível) para os dias ou momentos do dia mais frios e uma capota. A renovação inclui as três almofadinhas do cinto de segurança (duas dos ombros e uma entre as pernas, junto ao fecho).

O que a renovação não inclui, obviamente, porque é uma renovação de superfície, é um novo cinto de segurança. Olhando para o cinto, que em vez de azul-acinzentado estava castanho, tornou-se óbvio que precisava de ser lavado*. "Máquina de lavar com ele!", pensei eu. "Se calhar vou ter de o lavar mais do que uma vez, para ficar realmente com bom aspeto."

Ontem comecei a tirar o cinto do ovo, e a coisa ia bem... até chegar à última parte, que simplesmente não sai. De certa maneira, apesar do contratempo, até gostei de saber que não sai, por questões de segurança.

O Rogério, a brincar (foi a brincar, não foi?), sugeriu que aproximasse o ovo da máquina de lavar, pusesse o cinto lá dentro, tanto quanto possível, e fechasse a porta da máquina. É claro que, estando ele a brincar ou não, eu não faria isso. Pobre cinto, pobre ovo e pobre máquina de lavar roupa!

Então que fiz? Sem esperar grandes resultados, levei o ovo para a marquise, coloquei-o em cima da bancada, ao lado do lavatório, peguei numa escova de dentes (velha, claro!) e em detergente da loiça e esfreguei o cinto. Resultado: o castanho desapareceu, o azul-acinzentado voltou e já não mete nojo pensar em colocar uma bebé num ovo com aquele cinto! Até o tecido do novo forro beneficiará visualmente da higiene do cinto.


👍

*Também o tal tecido sintético, as almofadinhas, etc., seriam lavados, mas nenhum "gritava" "Lavem-me!".

quarta-feira, 8 de março de 2017

Metade já está!

Hoje o tempo estava favorável à lavagem de roupa, por isso deu para lavar e estender mais ou menos metade da roupa da bebé.

Lavar até gosto, vamos ver como é que corre a parte de engomar!

terça-feira, 7 de março de 2017

Estou entusiasmada

... com a perspetiva de lavar a roupinha para a bebé! Como já vos tinha contado, é às 30 semanas que vou dar início a essa tarefa. Ou seja, daqui a dois dias (ou amanhã, se o espaço no estendal for favorável).
👶

segunda-feira, 6 de março de 2017

Amanhã é dia de Nina*,

... mas hoje fiz esparguete e bolonhesa (separados). Que cheirinho bom!

*Para quem não sabe, ou não se lembra, Nina é a nossa empregada (desde novembro, apenas um dia por semana).

Sair da cama pelas "melhores" razões

Normalmente, durante a semana, eu fico na cama a dormir mais um bocado depois de toda a gente se levantar. Quer dizer, enquanto eles se estão a arranjar, eu estou meio acordada, meio a dormir. Depois, quando se despedem e saem, é que eu volto a adormecer.

Hoje levantei-me e estive ativa assim que o Feitiço chegou ao meu quarto e me disse, num tom de lamento:

- Mamã, eu ontem esqueci-me...

Eu: ... de pôr a fralda?

Feitiço: Sim.

Eu: Tens de tomar banho, então. Vai já para a banheira!

Apesar de ele já ter tomado banho sozinho várias vezes, nem dei essa sugestão. Ele estava demasiado lento e desgostoso para ter a rapidez necessária. Assim, nem pensei duas vezes: enquanto lhe dizia para ir para a banheira, já eu me estava a levantar.

Depois de lhe dar banho, não voltei para a cama: desmanchei a cama do Feitiço, pus na máquina os lençóis, o pijama, as camisolas interiores, as cuecas e a capa de edredão molhados e iniciei o programa, sem saber muito bem como iria ter espaço para estender tudo, já que ontem e anteontem fiz várias máquinas de roupa, muita da qual ainda não secou.

Aproveitei para tomar o pequeno-almoço, já que tinha saído da cama.

Depois eles saíram, e eu voltei para a cama, pondo alarme para uma hora e pouco depois, hora a que acabaria a máquina de roupa.

Consegui retirar algumas roupas do estendal (praticamente secas), reorganizar o que ficou... e depois de estender todo o conteúdo da máquina da roupa ainda sobrou espaço! Espaço esse que dava para pendurar o cobertor que também ficou com um leve cheiro a xixi e que, enquanto aqui escrevia, acabou de ser lavado na máquina e que agora vou estender. Ora, então, com licença! 🙂

sábado, 4 de março de 2017

Sonhos #63

A noite passada sonhei que me "rebentavam as águas" por estes dias, ainda às 29 semanas, e eu dizia: "Ai, que não tenho nada pronto! Só às 30 semanas é que ia começar a lavar a roupa da bebé e a tratar do resto das coisas!*".

No hospital, diziam-me: Está tudo bem, pode ir para a casa descansar. Não se passa nada.

E eu respondia: Não se passa nada? Então eu comecei a perder líquido amniótico e o senhor [era um homem] acha que é normal eu ir para casa? Para arranjar uma infeção, não?

Depois, no sonho, eu acabava por ficar no hospital, e fazia força com vontade mas a bebé não chegava a nascer - eu, pelo menos, não a "vi"! 

*Verídico.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Castelo de Penamacor

(Espero não ter escrito mal o nome do sítio.)

Tenho de fazer um resumo e imprimir fotografias do referido castelo. Apesar de ter sido pedida uma pesquisa "não trabalhada" (para o Feitiço trabalhar na sala de aula, posteriormente), não posso simplesmente imprimir a informação que encontrei (o Rogério é que a encontrou, na verdade), pois é um "testamento", tendo em conta as capacidades de leitura e análise do Feitiço.

Era suposto fazer isto hoje, durante o tempo em que os miúdos e o Gato estão fora e eu estou dentro (em prisão domiciliária), mas pus-me antes em busca da roupa (de bebé) "perdida"... Entre caixas de plástico e sacos enormes, ainda tenho muito por onde procurar!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Já está tudo no sítio*

Refiro-me ao que ainda faltava arrumar após as mudanças que fizemos para me criar um "escritório".

Gosto mesmo muito da sala como está, sistematicamente arrumada q.b., ao contrário do que acontecia antes! E o "escritório" também se está a aguentar bastante bem!

*Desde dia 30 (ou 31), acho eu. Ou terá sido no dia 2? Ai! A minha memória já não é o que era (desde há uns tempos, mas vou fingir que é só de agora)!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

A divisão da casa...

... que mais beneficiou da mudança (contada aqui) foi... a sala!

É um alívio entrar na sala e não ver o estendal de coisas minhas por lá, digo-vos!

No entanto, ainda falta resolver a questão do móvel com gavetas* e da impressora que está em cima dele. O móvel está na sala, perto do sofá e encostado à mesa de apoio, e a impressora está no meu quarto em cima da arca que está aos pés da cama. Nenhum deles está onde vai ficar!

*uma mesinha de cabeceira, na realidade, mas que serve outros propósitos facilmente.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

A mesma casa, um "escritório novo"!

Desde que o Feitiço saiu do quarto das irmãs, no verão de 2014 (acho eu, já que foi o ano em que a Varinha entrou para o 1.º ano e lhe arranjámos uma secretária com alçado como "ambiente de trabalho"), deixámos de ter escritório em casa, ou melhor, deixámos de ter acesso ao escritório (os móveis continuaram na divisão).

O Gato Rogério passou a ter o computador na mesa da cozinha (onde não comemos porque só dá para quatro pessoas), retirando-o nos dias em que a Nina vem a nossa casa. Eu passei a ter o computador numa ponta da mesa da sala (de jantar/estar), mas, como uso muitas coisas no dia a dia de trabalho, para além do computador, ocupei também as cadeiras vagas mais perto daquela em que me sentava (para além de espaço na parte de baixo de um dos armários da sala). A impressora saiu do escritório/quarto do Feitiço e foi para o nosso quarto, para poder imprimir à noite, quando o Feitiço estava a dormir.

Foi a solução que arranjámos e, bem ou mal, "sobrevivemos" aos inconvenientes que ela nos causava (sobretudo a mim).

Pensámos em mudar de casa, mas não encontrámos o nosso espaço ideal. Entretanto a família vai aumentar e a casa não!

Na semana passada comprámos uma escrivaninha (numa loja sueca de onde se trazem os móveis desmontados, conhecem?) para a Varinha. Porquê para a Varinha? Porque a secretária dela fica melhor no quarto de casal do que a escrivaninha que comprámos que, por sua vez, fica lindamente no quarto das meninas.

Ontem o Rogério montou a escrivaninha, e o alçado correspondente, na sala (era onde havia mais espaço para o fazer), enquanto eu fui esvaziando a secretária da Varinha, com alguma assistência dela. No fim do dia, conseguimos ter a escrivaninha no seu destino e a minha nova secretária com alçado (vulgo "escritório novo") no meu quarto. Acabou-se o "estendal" de coisas minhas espalhadas pela sala!

Hoje temos estado a arrumar as coisas na escrivaninha (eu ajudei - quer dizer, deixei que me ajudassem - na parte dos livros) e no meu "escritório". [interrupção na escrita deste post.]

Com o tempo que entretanto passou, a escrivaninha ficou arrumada. O meu quarto ainda não está totalmente...

sábado, 17 de dezembro de 2016

Desabafo

Nada de novo. Acho que já insinuei (não passou disso, cof, cof) por aqui que não gosto de fazer avaliações...

O que mais me custa é pensar que poderia estar despachada disto e apreciar a pausa letiva, mas não, estou hiper-mega-atrasada com tudo, pelo que a pausa ainda não é para mim (atenção: certamente não haverá docentes em pausa total, porque ainda terão as reuniões de avaliação, mas os mais competentes - neste campo, pelo menos - já devem sentir-se bastante mais aliviados do fardo do que eu)...

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Avaliações de final de período

São das coisas que menos gosto de fazer - de longe!

A preocupação de ser o mais justa possível, o saber que nunca conseguirei ser justa ao ponto que gostaria... e, claro (e honestamente), o trabalho físico de fazer as avaliações... tudo me grita:

- Vai fazer outra coisa qualquer!

E a força para não ir atrás dos gritos, onde a irei buscar?

Nós, Jesus, ...

domingo, 11 de dezembro de 2016

Ainda me faltam duas...

... turmas de testes para corrigir e cotar. :-(

Mas nem tudo é mau, por isso aproveito para deixar uma nota positiva sobre este dia (não é que só tenha havido uma!): a Vassoura, a Varinha e o Feitiço (quase) não andaram às turras e brincaram bastante tempo os três, em bom ambiente!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Francisco Power precisa-se!

Hoje fomos almoçar ao nosso restaurante favorito: o Terra, no Príncipe Real, em Lisboa.

Depois, fomos à XXX Feira de minerais, etc.. Lá, à entrada, estava uma senhora a vender coisas para ajudar uma instituição que acolhe crianças surdas. A Vassoura e a Varinha quiseram ajudar. 

Uma das coisas que a Vassoura comprou foi um Cubo Rubik. Depois de lhe mexer um bocado, ficou tudo baralhado, claro.

Eu, que nunca tive jeito para resolver este tipo de desafios (quando era jovem "resolvia" o Cubo descolando os autocolantes), consegui, muito a custo, fazer um lado do Cubo - sem batota!



É aqui que entra em cena o Francisco Power... Pena é estar tão longe! 😉

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Hoje foi a penúltima sessão

... da formação online que estou a fazer, como já vos contei algumas vezes.

Tínhamos de fazer uma atividade e enviá-la, à semelhança do que fizemos nas sessões anteriores, sendo que esta foi a terceira atividade a contar para avaliação.

Já terminei a atividade, mas como ainda há pouco estava a dormitar em frente do 💻, acho melhor rever o que fiz quando estiver mais acordada e só depois enviar! 

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Cheguei a meio...

... da gravidez? Não, ainda não. Isso será na passagem de ano, se Deus quiser. 💗

... da formação. Como são oito sessões no total e já fiz a quarta, diz a matemática que estou a meio. 💡

Esta quarta sessão (ontem à noite) foi a mais tranquila de todas. Fiz tudo o que era para fazer (havia atividades para experimentar, mas não havia para enviar), percebi tudo (não quer dizer que tenha ficado com os procedimentos todos automatizados, claro!)... Fiquei contente! 😀

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Já agora...

... conto mais esta, brevíssima!

Só uma vez fiz gelado na Bimby. Tinha os ingredientes certos e a Bimby a funcionar normalmente. 

A receita consistia em três (3) passos.

Eu consegui saltar do número 1 para o número 3, alterando fatalmente a consistência do gelado.

Comeu-se? Sim. Mas que desilusão...

Isto foi no verão de 2011. Tal foi o trauma que não voltei a tentar...

A bolonhesa na Bimby

Como contei há pouco, ontem fiz bolonhesa na Bimby.

Recordando-me da reclamação do Gato Rogério acerca das pequenas quantidades de comida que a Bimby faz, dupliquei a quantidade da receita, tendo feito contas para ver se o copo daria para tudo. Pelas minhas contas, dava (chegando praticamente ao limite da capacidade, mas dava).

Comecei a cozinhar pouco antes das crianças chegarem. Quando chegaram, acabei por me distrair e, em vez de juntar o azeite e fazer o refogado, saltei para a parte em que juntava a carne, que por sinal cabia toda, mas saía um bocado pela abertura do centro da tampa...

Juntei o azeite nesta altura, misturei um bocado, juntei um bocado de água (não quis saber das quantidades referidas - só queria que aquilo não começasse a transbordar!) e liguei a Bimby na potência indicada para o refogado (diferente da indicada para a parte em que se junta a carne) e pensei "Não há de ser nada!". Isto para além dos pensamentos reincidentes: "Que parva! Não devia ter comprado tanta carne, podia ter comprado mais, mas não era preciso ser o dobro!" e "Que distraída, que estúpida! Como é que fui saltar a parte de juntar o azeite?!". Ah, e nem juntei sal, nem folha de louro, nem nada! (Aqui não foi esquecimento, foi mesmo decisão consciente - e desesperada!)

Não demorei muito a perceber que aquilo não ia ficar bem. O copo estava tão cheio que provavelmente os alimentos nem rodavam lá dentro, por muito que a lâmina rodasse!

Parei a Bimby, abri o copo, retirei uma boa porção da mistura para um tacho e voltei a ligar o aparelho, programando-o para os minutos do refogado. Quando terminou, misturei tudo com a espátula (fiquei contente com o aspeto) e programei o tempo em que era suposto a carne ser cozinhada (recordo que a coloquei antes de fazer o refogado!). Quando terminou o programa, tirei uma boa quantidade da bolonhesa para uma caixa, juntei ao que ficou no copo o que tinha posto no tacho, pus mais um bocado de azeite e programei a Bimby para o tempo total do refogado + cozinhado, já que da primeira vez tinha resultado, e uma vez que tinha usado a potência indicada para o refogado das duas vezes anteriores, foi essa a potência que escolhi.

Concluindo, o jantar foi do agrado de todos, ninguém se queixou da falta de sal (vou pensar bem se da próxima vez o coloco ou não) nem do "tamanho mais pequenino da bolonhesa" (refiro-me ao picado da carne, que por causa da potência utilizada ficou mais picada do que já vinha do talho)...

Pontos negativos: sou uma cozinheira tão azelha que até a seguir instruções numeradas da Bimby faço asneira; 😞

Pontos positivos: isto da culinária permite mais variações e acidentes do que eu pensava... 😏(estou a recordar-me de um arroz doce que a Matilde fez com muito pouca assistência minha, trocando as voltas todas à receita e que no fim ficou delicioso, lembras-te, Matilde?)