quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Perguntas à moda do Trip (2.º conjunto)

1. Não. 


 


2. A "Minha Casinha", dos Xutos & Pontapés, no refrão. Foi preciso ter um blogue para saber como é que era, através de um comentário... Ou melhor, o comentário serviu para eu me lembrar que digo mal, mas nunca me lembro da maneira certa. Tive de procurar o post e o comentário para saber que é "modesto primeiro andar" e não, como sempre me "sai", "rés do primeiro andar"!  


 


3. Não há nada. Mas lembro-me de ter ficado magoada quando, na 4.ª classe, uma colega, que copiou o desenho que eu tinha feito e estava a pintar com tanto cuidado que acabei depois de ela terminar o dela, teve Muito Bom no desenho e eu, a "artista" original, tive Bom +. Palavra de honra que senti aquilo como injusto. Mas mantive-me caladinha, que os tempos eram outros...


 


4. Não. Ou tenho, ou não tenho. É o que é.


 


5. Por nada, parece-me.


 


6. Ainda namoro.


 


7. Propriamente dita, não.


 


8. Não tenho qualquer interesse em tatuagens.


 


9. Não. Nem num segundo, terceiro, quarto... e não sei até que número de encontros antes de casar.


 


10. Não tenho memória específica de um alimento. Lembro-me das papas ao pequeno-almoço - a minha mãe era uma "máquina" a preparar pratos de Nestum, da sopa dos almoços, da fruta... Alimento isolado, o primeiro que me lembro foi um gelado Fizz, quando tinha anginas. Tinha que ser um gelado, claro!!! 

How I met your father - Episode 14 - The almost stalker

Season 2, episode 1 ( ep.13)


Kids,


 


Na semana passada falei-vos de um rapaz que eu achava que gostava de mim de uma maneira "especial". E contei-vos que uma rapariga me disse, à frente de outras pessoas, que os sentimentos do rapaz por mim "saltavam à vista". 


 


A partir daquela altura, todas as aproximações do rapaz, apesar de exatamente nos mesmos moldes que anteriormente, passaram a deixar-me desconfortável. Comecei a sentir-me "perseguida". Claro que tudo se passava na minha cabeça, não tenho memória de o rapaz ter agido incorretamente. Mas parecia que ele "forçava" a aproximação, de cada vez que havia o Abraço da Paz - nem que estivesse na outra ponta da igreja e já toda a gente se estivesse a sentar. À sexta-feira eu esperava ansiosamente que não nos cruzássemos e era um alívio quando o meu desejo se concretizava.


 


Não sei dizer quanto tempo é que esta situação se arrastou, mas sei de que forma terminou. Numa Eucaristia, as leituras falavam de dizer a verdade. Foi um sinal. No fim dessa Eucaristia, disse ao rapaz que precisava de falar com ele. Os olhos dele traduziam expectativa e esperança...  Eu referi as leituras e de como percebera que tinha de falar com ele, dizer-lhe a verdade. Expliquei-lhe a sensação de perseguida e como isso me incomodava. Não sei que palavras usei, mas recordo que a reação ao que eu disse não foi a melhor.


 


Daquele dia em diante, se, no Abraço da Paz, o rapaz calhasse passar por mim, eu cumprimentava-o. Ou tê-lo-ia cumprimentado, se ele não se desviasse para não me cumprimentar...


 


But better ignored than stalked.


 


Season 2, episode 3 (ep. 15)