segunda-feira, 3 de agosto de 2020

A doçura da Magia

Antes de rezarmos em família, a Magia esteve no bacio e fez xixi e 💩 (e pelo meio deu uns puns).


Depois de rezarmos, disse que precisava de fazer ➕ xixi, ➕ puns e ➕ 💩. Vi que aquilo era a habitual manobra de diversão para adiar a ida para a cama, mas não deixei de a levar ao bacio, atendendo a que estamos em plena Missão Sequinha 2020.


Pois bem, que fique registado que a Magia, ao contrário de tantos políticos por esse país e mundo fora, prometeu [bem, prometer, não prometeu, na verdade] e... cumpriu (as três promessas)!


Enquanto cumpria a promessa, jogou comigo às escondidas de um pequeno livro (eu escondia, ela encontrava, sem sair do bacio, claro - o esconderijo era sempre um bocado visível).


Quando finalmente a deitei, no quarto que partilha com as irmãs, cantei-lhe o Vitinho, em português, inglês, francês e alemão (estas duas últimas em versões ultra-reduzidas), como de costume, disse "Boa noite", mandei beijinhos às três e dirigi-me à porta para sair do quarto.


Nessa altura, diz a Magia:


- Não disseste "amores"!


Eu: Boa noite, meus amores!


Magia: Boa noite, minha amor!