Nota prévia:
Há alguns dias enviei dois pares de livros pelo correio e, pela mesma altura, emprestei um livro a outra pessoa.
Numa dessas noites sonhei que quem tinha recebido um dos pares de livros tinha sido a pessoa a quem emprestei o livro e o outro par tinha ido para a destinatária do primeiro par (se é que se percebe no meio de tantos pares)!
Não sei como foi que no sonho resolvi a situação, mas os pares de livros também ficavam bem nas mãos das pessoas "erradas" (que se transformavam em "certas", portanto!).
Nota pós-sonho: já tenho confirmação que os livros chegaram aos destinatários previstos (e também já me devolveram o livro que emprestei).
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".

segunda-feira, 18 de maio de 2015
Nós, Jesus,...
... temos tanta coisa para fazer que nem sabemos por onde começar, não é?
A brincar, a brincar... isto não é nenhuma brincadeira!
A brincar, a brincar... isto não é nenhuma brincadeira!
Uma bilha
Na semana anterior à semana passada, quando cheguei a casa, o Rogério surpreendeu-me com estas palavras:
- Tens uma encomenda da Teresa Power.
Fiquei muito curiosa, mas não pude satisfazer logo a minha curiosidade, pois naquela altura ainda só tinha o talão para ir levantar a encomenda, o que fiz no dia seguinte, embora só tenha aberto a encomenda em família, na tarde de domingo (dia 10).
Dentro de uma caixa de gulodices (sem as originais), e acompanhada de outras gulodices (uns rebuçados), muito bem protegida, estava uma pequena e bonita bilha, com as palavras "Famílias de Caná".
Foi facílimo decidir onde colocaríamos a bilha: num canto do nosso canto de oração! É onde ela está, na fotografia, embora não se perceba.
Obrigada, Teresa, por este mimo, esta bilha que simboliza a nossa caminhada!
- Tens uma encomenda da Teresa Power.
Fiquei muito curiosa, mas não pude satisfazer logo a minha curiosidade, pois naquela altura ainda só tinha o talão para ir levantar a encomenda, o que fiz no dia seguinte, embora só tenha aberto a encomenda em família, na tarde de domingo (dia 10).
Dentro de uma caixa de gulodices (sem as originais), e acompanhada de outras gulodices (uns rebuçados), muito bem protegida, estava uma pequena e bonita bilha, com as palavras "Famílias de Caná".
Foi facílimo decidir onde colocaríamos a bilha: num canto do nosso canto de oração! É onde ela está, na fotografia, embora não se perceba.
Obrigada, Teresa, por este mimo, esta bilha que simboliza a nossa caminhada!
Dia da Família (parte 2)
Quando chegou hoje da escola, o Feitiço apresentou-nos este trabalho. Lindo, não acham?
Para o caso de alguém não conseguir ler pela fotografia, a mensagem é a seguinte:
Conclusão: sou tão melga (na perspetiva do Feitiço), que é um alívio quando finalmente o deixo dormir! Pois sim...
A nossa família, da esquerda para a direita: Vassoura, Varinha, Mimi, Feitiço e Rogério. À minha esquerda, um pássaro filho. À esquerda do Rogério, um pássaro mãe. |
O que está escrito no verso da pintura. |
"Gosto muito dos meus pais e das minhas manas. Gosto de brincar com elas.
Adoro quando a minha mãe me dá abraços e quando fecha a porta e deixa-me dormir."
Conclusão: sou tão melga (na perspetiva do Feitiço), que é um alívio quando finalmente o deixo dormir! Pois sim...
Dia da Mãe (parte 2)
Depois de ter recebido o que aqui mostrei, ainda recebi mais umas coisas:
Da Varinha: "Mãe adoro-te e gosto de ti." |
Do Feitiço, um lindo saco. |
A parte de trás do saco. Adoro a letra do Feitiço! |
O que teria feito com a V e a V, se tivesse ido às salas delas. Elas fizeram sozinhas, coitadas, e o resultado não foi o melhor... |
Como se devem recordar,
... o Feitiço dorme de fralda. De manhã, a dita cuja está sempre bastante cheia de xixi.
Esta manhã, quando entrei no quarto do Feitiço, percebi pelo olfato que a fralda continha algo diferente, assim castanho, não sei se conseguem adivinhar o que era...
Quando lhe tirei a fralda, o Feitiço, vendo o conteúdo, negou ser cocó [pronto, escrevi, está escrito, tornando este post "escatológico"]. Chorando, disse que eram "muitos puns juntos"...
Esta manhã, quando entrei no quarto do Feitiço, percebi pelo olfato que a fralda continha algo diferente, assim castanho, não sei se conseguem adivinhar o que era...
Quando lhe tirei a fralda, o Feitiço, vendo o conteúdo, negou ser cocó [pronto, escrevi, está escrito, tornando este post "escatológico"]. Chorando, disse que eram "muitos puns juntos"...
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