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domingo, 22 de julho de 2018

Dilema existencial

Agora que regressei a casa, o que vou fazer primeiro:


 


Escrever no blogue (ui, tanto assunto que vai ficar esquecido se não for partilhado brevemente) ...


 


ou


 


Ver os 30 episódios da Anatomia de Grey que deram enquanto estive em casa dos meus pais?


 


...


 


 Resposta:


 


Tratar da roupa - mais concretamente, apanhar a que está seca e estender a que está molhada (lógica da batata)!


 

quinta-feira, 15 de março de 2018

Comprar português é bom?

À partida, a resposta é afirmativa. Comprar produtos portugueses ajuda a economia, etc. e tal. Acho que nunca ninguém me ouviu dizer algo contra os benefícios de comprar produtos portugueses. E também não é agora que vão ler algo nesse sentido.


 


Mas, certamente, ao escrever "À partida, a resposta é afirmativa.", devo ter criado expectativas nos caros leitores. Que iria eu dizer contra este "à partida"?


 


A resposta é: nada. Mas...


 


Ao pesquisar sobre máquinas de lavar loiça, o Rogério encontrou um fabricante português. Nem ele nem eu conhecíamos a marca em questão, mas acabámos por decidir encomendar uma máquina. Entre encomendar/pagar (online/multibanco) e receber a máquina em casa, passou menos de uma semana. Excelente serviço neste campo. O tio Gato, irmão do Rogério, substituíu a sua máquina de lavar loiça há uns meses e o processo de entrega/instalação foi tão ineficiente que passou mais de um mês, depois de pagar a máquina (comprou-a na Worten), a lavar a loiça à mão (a máquina dele, igual à nossa antiga, deixou de funcionar, não se limitava a lavar mal).


 


A máquina é gira e fica bem na nossa cozinha, tal como esperávamos, quando a escolhemos. Pode ser uma preocupação fútil, não é o aspeto que mais importa numa máquina de lavar, como é óbvio, mas não nos era indiferente se ficava bem ou mal. Tudo bem também neste campo.


 


«Ah, Mimi, passa logo ao campo que não está bem!» Espertalhões, já passo. É que é (mesmo) já a seguir.


 


O tabuleiro de baixo da máquina não desliza bem, mas arranjámos (e por «arranjámos», quero dizer que o Rogério arranjou) um truque para conseguir resolver o problema enquanto não temos feedback/solução da parte do serviço pós-venda. 


 


«Só isso, Mimi? Estive a ler isto tudo para saber que o tabuleiro não desliza bem?» Não, não!  Não.


 


Esta máquina tem um tabuleiro só para os talheres, uma das coisas que mais me atraía: os talheres ficarem deitados, separados uns dos outros por umas divisórias pequeninas. Uma maravilha, como na máquina (de marca estrangeira e de certeza absoluta muito mais cara do que a que comprámos) da minha irmã Mafalda. No entanto, após a primeira lavagem, fiquei desiludida e fotografei alguns talheres:


WP_20180315_08_19_53_Pro.jpg


Não sei até que ponto se percebe, na fotografia, quão mal lavados ficaram estes talheres. Parecia que estava a tirar talheres da máquina anterior... 


 


Pode ter havido alguma incompetência da nossa parte na distribuição dos talheres... Espero que tenha sido isso. Mas que senti um balde de água fria relativamente à escolha que fizemos, senti.


 


Quando, há uns anos, substituímos a máquina de lavar roupa, não encontrámos nenhuma máquina de fabrico português. Comprámos uma AEG. Hoje só me apetece dizer: «Ainda bem...»


 

terça-feira, 13 de março de 2018

A fantástica lavagem da loiça, numa máquina perto de si

Há mais de um mês tirei esta fotografia a um prato de sobremesa: 


WP_20180205_16_33_01_Pro.jpg


 Vocês veem o prato e pensam: «É um prato sujo. O que é que tem de mais?»


 


«Nada.», digo eu. «O único problema é que não é um prato sujo. Ou melhor, é um prato sujo, mas não deveria ser, porque [quando o fotografei] tinha acabado de sair da máquina de lavar loiça, após um programa completo de lavagem.»


 


Observem agora o fundo desta caixa de plástico, após lavagem na máquina. Não é fácil para o olho destreinado detetar o brilho especial ...


WP_20180303_23_37_06_Pro.jpg


... da gordura, que não saiu com a lavagem.


 


Acabei por lavar a caixa à mão (algo não raro, nos últimos largos meses). Ficou a pingar ...


WP_20180303_23_55_53_Pro.jpg


... apenas água, comme il faut!


 


Estes são dois singelos exemplos do belo serviço que a nossa máquina da loiça nos tem prestado, nos últimos tempos. Na verdade, o belo serviço começou há anos e tem vindo a deteriorar-se. O Rogério (abençoado Rogério!) tem tratado da máquina ao longo dos anos, ora pessoalmente, ora recorrendo aos serviços de quem percebe [mais] do assunto. Mas chegámos a um ponto em que percebemos que a máquina está moribunda e a precisar de ser substituída. 


 


Antes do último suspiro, já a nova máquina está encomendada. Porque, na verdade, esta máquina já morreu. Só que, tal como o professor de História da Magia em Hogwarts, Professor Binns (um professor fantasma), não sabe que morreu, porque nunca ninguém lhe disse, e continua a fazer os programas (ele continua a dar aulas) como sempre... só que mal feitos (e as aulas dele são uma seca - bem, não sei como eram as aulas de História da Magia quando o professor estava vivo - talvez tenham sido sempre uma seca!*)


 


*[Ou não tivesse História sido a disciplina com que mais embirrei durante o meu percurso escolar... ]

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Uma receção especial

Filhote Pato veio cá ontem (e hoje). 


 


Pus todos os meus dotes artísticos ao piano, para fazer uma boa receção:


 


WP_20180219_16_08_42_Pro.jpg


WP_20180219_16_08_50_Pro.jpg


Acham que consegui? 


 


[Hoje a Nina voltou, depois de três semanas de ausência. Apesar de parecer que não, pela eloquente mensagem fotográfica, nós limpámos a casa algumas vezes, durante o tempo em que estivemos sem empregada!]

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Dica para poupar água

Já há uns anos que, depois de ver uma partilha a esse respeito, me custava o desperdício de água cá em casa, enquanto a aquecíamos para o banho. Passei metade desse tempo a pensar onde é que conseguiria arranjar uma coisa destas:


Resultado de imagem para jarro


(não necessariamente antiga como esta)


 


e a outra metade a constatar que nem me lembrara de procurar, quando tinha ido às compras.


 


Acontece que havia uma alternativa simples e bastante acessível, que não me ocorreu, mas ocorreu ao Rogério, há algumas semanas:


WP_20180124_11_16_16_Pro.jpg


 Garrafão de 7 litros. Depois de vazio, corta-se a parte superior.


 


E é nestas coisas que eu mais admiro o Rogério. Quando ele me surpreende com uma solução prática para uma questão "pendente". Não houve qualquer influência minha, pois, que me lembre, nem cheguei a falar com ele sobre este assunto!


 


A água é depois utilizada na sanita, ou na limpeza da banheira.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

A resolução que cumpri mesmo no fim do mês

Não foi hoje, mas ontem. E o que foi, o que foi?


 


5. Experimentar uma nova receita por mês.


Ontem experimentei fazer "Tagliatelle com Salmão". Ficou delicioso! 


WP_20180130_20_02_22_Pro.jpgBem sei que parece ser só massa, na fotografia... Mas não era!


 


 Embora tenha cumprido esta resolução, não a posso riscar da lista dos desafios, porque ainda faltam 11 meses e 11 receitas!

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Uma surpresa no tambor (da máquina de lavar roupa)

Anteontem fui às compras, aproveitando um desconto de 25% (em cartão). O desconto era apenas válido em roupa de criança e bebé, excluindo pijamas e interiores.


 


A maior parte da roupa que comprei foi para a Vassoura, que por ser a mais velha tem o privilégio de usar quase sempre roupa nova (a roupa de primas mais velhas, quando "passa", fica noutra casa), mas também comprei bastante para o Feitiço (é o rapaz mais velho e, conversas de género à parte, não me parece que fique bem com a enorme maioria da roupa das irmãs mais velhas, além de que já pesa mais do que a Varinha). Para a Varinha comprei apenas umas calças e para a Magia um conjuntinho prático e giro (ela não precisava de roupa, mas não resisti). 


 


Os senhores das promoções e descontos são muito espertos, deixem-me dizer-vos. Apesar de saber que pijamas e interiores estavam fora da promoção, no meio das compras (por acaso até foi mais para o início das compras) vi uns pijamas muito giros, para o Feitiço e para a Vassoura (estão ambos a precisar) e toca de escolher uns tantos, contente por encontrar tanta variedade! De repente, lá me lembrei que não estavam incluídos e voltei a colocá-los nos cabides respetivos, exceto um para a Vassoura, que estava mesmo a precisar (como insistentemente me tinha dito vários dias antes). Foi consciente da não-promoção que comprei também meias para a Magia e cuecas para a Vassoura.


 


Quase tudo o que comprei tinha alarme. Como fui a uma "caixa para cestos", a senhora que está a "vigiar" (está entre aspas mas é uma das coisas que ela faz!) é que tirou os alarmes, depois de eu pagar, claro.


 


Em casa, tirei as etiquetas e coloquei a roupa do avesso, para a lavar. Ontem lavei uma parte. Hoje lavei a restante e, quando retirei a roupa da máquina, vejam o que encontrei:


 


WP_20171116_14_49_16_Pro.jpg


Exatamente: um alarme!  


 


Eu estou de consciência tranquila, pois paguei todas as compras, mas pergunto-me como foi que a senhora não deu pelo alarme (não é propriamente pequeno), quando andou a tirá-los, por que foi que o alarme não apitou, quando saí da zona de pagamento, e, sobretudo, como foi que eu não dei por ele quando andei a mexer na roupa, virando-a do avesso! 


WP_20171116_18_27_31_Pro.jpg


 (o outro lado da peça)

domingo, 29 de outubro de 2017

É bom ter visitas*

Entre outras razões, a arrumação da casa fica sempre a ganhar. 


 


*(sabendo com antecedência)

sábado, 19 de agosto de 2017

A dica de limpeza de panelas ou tachos queimados

O post anterior tem como título "Eu sabia que um dia me iria dar jeito!", mas, agora que já experimentei a dica, devo dizer que o título deveria ser: "Eu pensava que um dia me iria dar jeito!"...


 


O tacho com arroz queimado, depois de uma noite cheio de água, sem ter sido esfregado, estava assim:


WP_20170818_10_19_25_Pro.jpg


Para pôr em prática a dica, servi-me destes:


WP_20170818_12_27_34_Pro.jpg


A meio do processo, ao lume, o aspeto era este:


WP_20170818_12_30_43_Pro.jpg


 Fora do lume, não me parecia que se tivesse soltado grande coisa:


WP_20170818_14_24_05_Pro.jpg


No fim, o tacho ficou assim:


WP_20170819_09_46_45_Pro.jpg


Ficou ótimo!


 


Pois... O único problema é que para ficar assim foi preciso isto:


WP_20170819_09_47_23_Pro.jpg


Resumindo, o balanço que faço da experiência é francamente negativo! A unha do meu polegar direito que o diga...


 


P.S. - Se algum@ leitor@ experimentou com sucesso esta dica, por favor diga-me qual foi a asneira que fiz!

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Eu sabia que um dia me iria dar jeito!

O quê? - perguntam vocês.


 


A dica para limpar panelas queimadas, que descobri aqui e que guardei nos marcadores, para mais tarde encontrar com facilidade.


 


Ontem a minha irmã Margarida fez arroz cá em casa, utilizando um tacho traiçoeiro. O arroz que não queimou estava ótimo; o que queimou..., bem, ficou queimado e agarradinho ao tacho!


 


Vou ver se não me esqueço de fotografar o "antes", o "durante" e o "depois". O "antes" (já fotografado, na realidade) refere-se ao estado do tacho depois de passar uma noite cheio de água, sem ter sido esfregado (não valia a pena). O "durante" será a meio do processo. O "depois" será quando o tacho estiver totalmente limpo (ou pelo menos assim espero!).


 


Darei conta do resultado num outro post.

terça-feira, 6 de junho de 2017

(Ainda) estou de coração cheio!

Como anunciei no sábado, a Magia foi batizada no domingo. E foi tudo tão, tão bom!


 


Conseguimos chegar à hora combinada (uns minutos antes do início da Missa, para a parte das perguntas iniciais), o que desde logo acabou com um dos meus receios: que as mamadas ou fraldas impróprias para consumo atrasassem a saída de casa. Aproveito para ressalvar que a Vassoura, a Varinha e o Feitiço estavam prontíssimos com muita antecedência, quartos incluídos (o do Feitiço teria beneficiado da minha intervenção na arrumação da véspera, mas não tive oportunidade - no entanto, a cama foi impecavelmente feita de lavado, nessa manhã... por mim).


 


A cerimónia decorreu lindamente. A Magia teve um comportamento 15  (não é engano, foi mesmo quinze estrelas), mágico, poderia dizer: dormiu na maior parte do tempo e não chorou no momento em que lhe caiu água na cabeça (nem em nenhum outro).Os cânticos, que foram escolhidos por mim e pelas jovens responsáveis do coro da Missa das 10 horas, foram bem cantados e ajudaram a viver o Pentecostes e toda a celebração. As leituras ouviram-se bem (sobre uma das leitoras falarei noutro post, pois fiquei em choque quando vi o vídeo da celebração). As crianças mais próximas (as nossas, as filhas da Margarida e quatro dos doze filhos dos padrinhos da Magia) portaram-se bem q.b. (tenho que admitir que houve um bocadinho de conversa e que tive de lhes chamar a atenção). O nosso pároco mostrou-se bem-disposto, como é habitual nele, e acrescentou um pormenor no fim do rito do Batismo (esclarecendo que não fazia parte): um beijinho no cimo da cabeça da Magia. 


 


A festa continuou em nossa casa. Se não me falha a memória, éramos 36 pessoas, num T3 sem quintal... Assim que entrei em casa e vi a mesa que a Nina organizou, desapareceu outro receio: que não houvesse comida suficiente para tanta gente. Na verdade, havia de facto mais comida do que a prevista, pois, para além do que tínhamos combinado, apareceram umas deliciosas empadas de carne (levadas pelos meus padrinhos, apesar de eu ter dito que não era necessário levarem nada), um pudim de coco* (feito pela minha irmã Margarida, por sugestão da minha mãe) e uns bolinhos de amêndoa (levados pela minha mãe porque sabia que eu gostava muito - como gosto, aliás das outras duas variedades de bolinhos de amêndoa que já havia! ).


 


Pouco depois de chegarmos a casa, retirei-me para o quarto com a Magia, para lhe dar de mamar num sítio sossegado. Obviamente que não era suposto os convidados ficarem à minha espera para começarem a comer. Para mamar do meu leite e beber o biberão, a Magia levou o seu tempo. Resultado: quando finalmente fui para a sala, descobri que a salada de frutas tinha acabado. Foi a única coisa que acabou antes de eu aparecer e ainda agora tenho pena, porque não como salada de frutas há mais tempo do que o que gostaria - é que eu adoro salada de frutas! 


 


O convívio com família e amigos foi top. O ambiente só teve os seus momentos menos pacíficos na zona de guerra: os quartos dos miúdos. Não é costume o Feitiço ter rapazes para brincar cá em casa, e tinha dois. As irmãs, pelo contrário, têm as primas (mais) adoradas algumas vezes ao ano, mas desta vez, além delas, tinham as três filhas mais novas dos padrinhos da Magia e uma prima delas, que é irmã dos dois rapazes. A vantagem numérica estava toda no lado feminino, mas o ímpeto guerreiro abundava no líder masculino (o anfitrião Feitiço, apesar de mais novo do que os seus parceiros). Enquanto dava de mamar no meu quarto ouvi os ataques e gritos de guerra, assim como as vozes apaziguadoras de alguns adultos (sobretudo mães). Quando saí do quarto, pus fim a uma batalha e consegui alcançar alguma paz duradoira graças a ter autorizado, sob condição que a paz se mantivesse, a continuação do piquenique em cima da cama do Feitiço. 


 


Ao longo das horas, a Magia andou de colo em colo e não refilou; foi um encanto para todos. A certa altura veio para o meu colo e adormeceu, e eu deixei-a lá ficar (ao contrário do que costumo fazer), enquanto conversava.


 


*Sem adjetivo porque ainda não provei - acabou por ser uma das pièces de résistance, não sucumbindo às investidas dos presentes.


 


 

sábado, 3 de junho de 2017

Amanhã será um dia especial

A Magia vai ser batizada. 


 


(Hoje é a parte que dói: arrumar a casa - cá em casa há sempre coisas para arrumar! - e preparar muita coisa.)

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Queria que o tempo...

... esticasse, para poder ao mesmo tempo descansar e pendurar roupa no estendal, ou escrever um post daqueles mais longos (não como este), ou cozinhar, ou...


 


Se calhar nesta fase deveria optar sempre pelo descanso (Deus bem sabe como de noite o meu descanso é pouco graças a uma linda menina chamada Magia), mas depois vejo as outras coisas a precisar de ser feitas, e, não sendo eu uma fanática da arrumação (longe disso), ou das coisas do lar em geral, acabo muitas vezes por me decidir pelo não descanso.


 


Enfim...

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Sorrir a meio da noite

Esta noite, como habitualmente, acordei para ir à casa de banho. Quando me voltei a deitar, veio-me à cabeça uma tarefa que tenho de realizar hoje e que não me apetece nada de nada fazer. Nessa altura veio-me também à cabeça o título do post que a Olívia escreveu ontem: "Fazer coisas pequenas com grande amor". Sorri, contente com essa perspetiva, e voltei a adormecer.


 


Obrigada, Olívia! :-)

segunda-feira, 3 de abril de 2017

O meu "retiro"

Acabei de ler o post da Olívia sobre o retiro da Quaresma que houve em Fátima. Citando uma parte do seu texto:
Valeu o esforço, o tempo que dedicámos ao retiro, a viagem, a roupa por passar, a cozinha por arrumar, o chão por aspirar, os orçamentos por fazer, o escritório por organizar... valeu cada segundo em que escutei o ensinamento, em que partilhámos uma refeição, em que percorremos a Via Sacra passo a passo, com carrinho, sem carrinho, a dar de comer, a mudar fraldas, em busca de água... cada segundo!
Eu, que não fui ao retiro, mas gostaria de ter ido, revi-me nas palavras da Olívia. Como? Simples: como não pude estar lá, tentei que o tempo por aqui rendesse, que não terminasse o dia com a sensação de nada ter feito que valesse a pena.

Bem, como nós estamos a fazer a devoção dos cinco primeiros sábados em família, nunca seria um dia perdido, mas, para além disso, tentei aproveitar o resto do tempo para fazer coisas de casa que são muitas vezes adiadas (nem vou entrar em pormenores para não vos assustar com a nossa minha pouca "fadice do lar") e outras que dizem respeito a preparativos para a chegada da Magia.

Cada um joga o melhor que consegue com os valores que lhe saem nos dados! :-) 

O meu "retiro"

Acabei de ler o post da Olívia sobre o retiro da Quaresma que houve em Fátima. Citando uma parte do seu texto:
Valeu o esforço, o tempo que dedicámos ao retiro, a viagem, a roupa por passar, a cozinha por arrumar, o chão por aspirar, os orçamentos por fazer, o escritório por organizar... valeu cada segundo em que escutei o ensinamento, em que partilhámos uma refeição, em que percorremos a Via Sacra passo a passo, com carrinho, sem carrinho, a dar de comer, a mudar fraldas, em busca de água... cada segundo!
Eu, que não fui ao retiro, mas gostaria de ter ido, revi-me nas palavras da Olívia. Como? Simples: como não pude estar lá, tentei que o tempo por aqui rendesse, que não terminasse o dia com a sensação de nada ter feito que valesse a pena.

Bem, como nós estamos a fazer a devoção dos cinco primeiros sábados em família, nunca seria um dia perdido, mas, para além disso, tentei aproveitar o resto do tempo para fazer coisas de casa que são muitas vezes adiadas (nem vou entrar em pormenores para não vos assustar com a nossa minha pouca "fadice do lar") e outras que dizem respeito a preparativos para a chegada da Magia.

Cada um joga o melhor que consegue com os valores que lhe saem nos dados! :-) 

sábado, 18 de março de 2017

Ovo de "cara lavada"

Antes de nascer a Vassoura, comprámos um conjunto carrinho/ovo/alcofa. Por altura do nascimento da Varinha, comprámos um carrinho duplo, com dois lugares "normais", um à frente do outro, mas com possibilidade de colocar um ovo (que fazia parte) no lugar mais próximo de quem empurra o carrinho. Este carrinho duplo foi muito útil, tanto na fase Vassoura+Varinha, como na fase Varinha+Feitiço. Ainda temos tudo (a Matilde ficou admirada com este facto, há uns dias, não percebo porquê - nós nunca excluímos a possibilidade de termos mais filhos).

Bem, indo de encontro ao título do post, é ao primeiro ovo que me refiro. Mandei fazer, na "Maria Café", um forro em algodão (ao contrário do material original, que é sintético, o que me levou sempre a colocar uma fralda de pano por baixo da ou do bebé), com cobertura tipo edredão (amovível) para os dias ou momentos do dia mais frios e uma capota. A renovação inclui as três almofadinhas do cinto de segurança (duas dos ombros e uma entre as pernas, junto ao fecho).

O que a renovação não inclui, obviamente, porque é uma renovação de superfície, é um novo cinto de segurança. Olhando para o cinto, que em vez de azul-acinzentado estava castanho, tornou-se óbvio que precisava de ser lavado*. "Máquina de lavar com ele!", pensei eu. "Se calhar vou ter de o lavar mais do que uma vez, para ficar realmente com bom aspeto."

Ontem comecei a tirar o cinto do ovo, e a coisa ia bem... até chegar à última parte, que simplesmente não sai. De certa maneira, apesar do contratempo, até gostei de saber que não sai, por questões de segurança.

O Rogério, a brincar (foi a brincar, não foi?), sugeriu que aproximasse o ovo da máquina de lavar, pusesse o cinto lá dentro, tanto quanto possível, e fechasse a porta da máquina. É claro que, estando ele a brincar ou não, eu não faria isso. Pobre cinto, pobre ovo e pobre máquina de lavar roupa!

Então que fiz? Sem esperar grandes resultados, levei o ovo para a marquise, coloquei-o em cima da bancada, ao lado do lavatório, peguei numa escova de dentes (velha, claro!) e em detergente da loiça e esfreguei o cinto. Resultado: o castanho desapareceu, o azul-acinzentado voltou e já não mete nojo pensar em colocar uma bebé num ovo com aquele cinto! Até o tecido do novo forro beneficiará visualmente da higiene do cinto.


👍

*Também o tal tecido sintético, as almofadinhas, etc., seriam lavados, mas nenhum "gritava" "Lavem-me!".

Ovo de "cara lavada"

Antes de nascer a Vassoura, comprámos um conjunto carrinho/ovo/alcofa. Por altura do nascimento da Varinha, comprámos um carrinho duplo, com dois lugares "normais", um à frente do outro, mas com possibilidade de colocar um ovo (que fazia parte) no lugar mais próximo de quem empurra o carrinho. Este carrinho duplo foi muito útil, tanto na fase Vassoura+Varinha, como na fase Varinha+Feitiço. Ainda temos tudo (a Matilde ficou admirada com este facto, há uns dias, não percebo porquê - nós nunca excluímos a possibilidade de termos mais filhos).

Bem, indo de encontro ao título do post, é ao primeiro ovo que me refiro. Mandei fazer, na "Maria Café", um forro em algodão (ao contrário do material original, que é sintético, o que me levou sempre a colocar uma fralda de pano por baixo da ou do bebé), com cobertura tipo edredão (amovível) para os dias ou momentos do dia mais frios e uma capota. A renovação inclui as três almofadinhas do cinto de segurança (duas dos ombros e uma entre as pernas, junto ao fecho).

O que a renovação não inclui, obviamente, porque é uma renovação de superfície, é um novo cinto de segurança. Olhando para o cinto, que em vez de azul-acinzentado estava castanho, tornou-se óbvio que precisava de ser lavado*. "Máquina de lavar com ele!", pensei eu. "Se calhar vou ter de o lavar mais do que uma vez, para ficar realmente com bom aspeto."

Ontem comecei a tirar o cinto do ovo, e a coisa ia bem... até chegar à última parte, que simplesmente não sai. De certa maneira, apesar do contratempo, até gostei de saber que não sai, por questões de segurança.

O Rogério, a brincar (foi a brincar, não foi?), sugeriu que aproximasse o ovo da máquina de lavar, pusesse o cinto lá dentro, tanto quanto possível, e fechasse a porta da máquina. É claro que, estando ele a brincar ou não, eu não faria isso. Pobre cinto, pobre ovo e pobre máquina de lavar roupa!

Então que fiz? Sem esperar grandes resultados, levei o ovo para a marquise, coloquei-o em cima da bancada, ao lado do lavatório, peguei numa escova de dentes (velha, claro!) e em detergente da loiça e esfreguei o cinto. Resultado: o castanho desapareceu, o azul-acinzentado voltou e já não mete nojo pensar em colocar uma bebé num ovo com aquele cinto! Até o tecido do novo forro beneficiará visualmente da higiene do cinto.


👍

*Também o tal tecido sintético, as almofadinhas, etc., seriam lavados, mas nenhum "gritava" "Lavem-me!".

Dona-de-casa #2

Ah, que bela dona de casa me mostrei ontem! ... 

Foi pena ter deixado a travessa com o bacalhau fora do frigorífico durante toda a noite!

Pior ainda se tivermos em consideração que o mesmo aconteceu na vez anterior que fiz bacalhau com natas...

Dona-de-casa #2

Ah, que bela dona de casa me mostrei ontem! ... 

Foi pena ter deixado a travessa com o bacalhau fora do frigorífico durante toda a noite!

Pior ainda se tivermos em consideração que o mesmo aconteceu na vez anterior que fiz bacalhau com natas...