sábado, 31 de janeiro de 2015

Olha, André (à paisana),

o meu filho, como partilhei contigo, tem a mania que é bom, mas depois não faz muito melhor (e tem mais do dobro da idade)! (Ver imagem mais abaixo)

Para quem não é o André (tipo toda a gente que lê o Alheia, já que não creio que haja reciprocidade nas visitas), eu explico: o "Mexicano" é o filho mais velho do André (a mais nova é a "Xica") e com dois anos e pouco fez um desenho de um leão que o pai partilhou no blogue.

Quando eu estava a ver esse post, apareceu o Feitiço ao pé de mim e eu mostrei-lhe o desenho, dizendo que tinha sido um menino de dois anos a fazê-lo. Respondeu com ares de superioridade "Ele não sabe desenhar." Respondi que ele, Feitiço, tinha cinco anos, mas o Mexicano só tinha dois (mostrei-lhe com os dedos para ele ver bem a diferença) e que eu achava que o desenho estava muito giro. O Feitiço acabou por identificar o leão.

A conversa passou-se ontem. Hoje encontrei um desenho no quarto do Feitiço:


Respondendo ao meu comentário, no seu blogue, o André disse que em casa dele havia um futuro artista e que na minha havia um futuro crítico de arte. Humm... Quem sabe, faz, e quem não sabe... critica?

Perceberam tudo o que escrevi?

Gostaram?

Estive bem?

Agora ignorem tudo o que deitava abaixo o desenho e as habilidades artísticas do Feitiço. Eu sou uma mãe babada (já o tinha dito e hoje repito) e espero continuar a sê-lo por muitos anos!

2 comentários:

  1. Bom, de uma coisa tenho a certeza, são os dois infinitamente mais interessantes que a minha tentativa de desenhar o leão.

    À primeira vista até me pareceu que este leão estivesse a fumar, numa espécie de interpretação boémia do rei da selva. Se fosse o caso, acho que o vencedor era óbvio.

    Não sendo assim, fica cada um com o seu artista. :) (embora o ofício de crítico de arte também não me soe mal, exceptuando o investimento em golas altas e cachimbos, deve ser uma vida divertida).

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    1. "A cada um o seu artista" parece-me bem. ;-)

      Não, volto a dizer, crítico de arte, não, por favor!

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