Primeiro: eu sei que não existe uma língua "brasileira", oficial e linguisticamente. Mas vamos imaginar que sim (dá jeito, neste post)!
Ontem, eu e @ Filhote Pato estávamos a falar "brasileiro", a brincar com a Vassoura e a Varinha, e o Feitiço estava ao pé de nós, a ouvir.
A certa altura, pergunta o Feitiço:
- Estás a falar inglês?
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".

terça-feira, 21 de maio de 2013
Happy Endings
Às vezes, imagino acontecimentos na minha vida com um tal realismo e pormenor que pareço argumentista de um filme (comédia ou drama, mas sempre romântico q.b.).
Antes de conhecer o Gato Rogério, fiz tal "filme" na minha cabeça que até o escrevi... (Não pensem que conto - o rapaz que foi protagonista desse filme está, obviamente, mais do que ultrapassado.) Mas a maioria dos episódios ou cenas não passaram de script mental.
Ser argumentista está-me na massa do sangue, mas não só em relação à minha própria vida. Faço-o em relação aos que me rodeiam. Na minha cabeça, todos os filmes têm um fantástico Happy Ending.
Antes de conhecer o Gato Rogério, fiz tal "filme" na minha cabeça que até o escrevi... (Não pensem que conto - o rapaz que foi protagonista desse filme está, obviamente, mais do que ultrapassado.) Mas a maioria dos episódios ou cenas não passaram de script mental.
Ser argumentista está-me na massa do sangue, mas não só em relação à minha própria vida. Faço-o em relação aos que me rodeiam. Na minha cabeça, todos os filmes têm um fantástico Happy Ending.
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