sábado, 28 de fevereiro de 2015

Mensagem de parabéns - 1ª parte

Minha querida amiga,

P-A-R-A-...

(Já sabes que o resto fica para depois da meia-noite!)

Sabiam que...

... desde não sei que ano (mas garantidamente depois de 1964) as pessoas que nascem até às 12 horas do dia 29 de fevereiro têm de ser registadas como nascidas a 28 de fevereiro e as que nascem depois das 12 horas têm de ser registadas como nascidas a 1 de março?

Quem mo disse nasceu a 29 de fevereiro e ainda "é do tempo" em que se podia registar uma criança como nascida nessa data.

É claro que uma coisa é o registo e outra a realidade, e a pessoa pode escolher festejar o seu aniversário oficial todos os anos ou festejar 4 aniversários a cada ano bissexto, ou - a opção mais escolhida, de certeza - festejar o oficial nos anos comuns e o real de quatro em quatro anos.

Oralidade versus escrita

Enquanto escrevia um comentário no facebook ao pé do Feitiço, eu dizia as palavras em voz alta: O Feitiço também tem um barco desses e adora!

Feitiço: A Dora* também tem um barco?!?

*Há uma funcionária na escola dele que se chama Dora, daí a associação.

Sonhos #39

Honestamente, lembro-me tão pouco deste sonho que nem vale um post, mas, como já sabem (porque eu não escondo!), eu gosto que o número de posts seja o maior possível, o mês está a acabar, etc. e tal,..., por isso aqui fica o registo:

Eu estava reunida, na mesma escola, com as quatro colegas de curso que iniciaram a sua carreira de professoras no mesmo colégio do que eu. Bem, no sonho era como se fossem as quatro, mas não eram as quatro verdadeiras: uma delas, no sonho, era "interpretada" por outra colega de curso que revi há duas semanas após mais de dezasseis anos sem nos vermos.

[Tentando concretizar, sem dizer os nomes: na vida real, as quatro eram a C., a A.C., a S.(mãe) e a D. (que ficou só um mês no dito colégio, por opção pessoal). No sonho, em vez da D. estava a S., que nunca trabalhou no tal colégio, mas era como se tivesse sido ela a trabalhar lá - e durante o ano todo.]

Lembro-me que no sonho estávamos todas contentes por estarmos novamente juntas a trabalhar.

Não me admiro com este sonho porque quando revi a S., também a C. e a S.(mãe) estavam presentes. Só a A.C. não esteve presente, mas não por falta de vontade.

Sonhos #38

Andei a ter sonhos dos quais me lembrava ao acordar, mas não os tendo registado logo, já me esqueci de quase tudo.

Num dos sonhos, estava a dar aulas nua. Ninguém parecia estranhar o facto: nem os alunos, nem uma senhora que devia estar à espera para ter uma reunião com alguém da escola e espreitava através do vidro (que ficava mais ou menos à altura da cabeça de um adulto) que existia entre a sala e o corredor onde ela estava. Mas eu, quando a vejo olhar para mim com um sorriso subtil, apercebo-me da nudez e decido - como quem não quer a coisa - vestir a bata por cima do corpo.

Sonho tramado!...

(Curiosamente, assim que me lembrei de um pormenor deste sonho, lembrei-me dele todo; de outro sonho, que ficará para outro post, continuo a recordar só uma fração.)

Sonhos #37

Sonho da Varinha, partilhado comigo por volta das 5:35h da manhã:

"Tu mandavas-me fazer trabalhos durante o fim de semana todo e eu não tinha tempo para brincar!"

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Alienus

Obrigada pela impressora! Apesar de ter vindo de Marte - ou por causa disso! -, está a funcionar lindamente. Só não tem tinta amarela, mas isso arranja-se!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

40 dias pela vida

Está a decorrer em Lisboa a campanha dos 40 Dias pela Vida, em frente à Clínica dos Arcos (onde se realizam abortos). A campanha consiste em rezar, rezar, rezar, sem julgar, julgar, julgar.

Já tinha pensado escrever sobre esta campanha, que começou no primeiro dia da Quaresma e terminará no dia 29 de março, mas não passara de ideia.

Como eu recebo emails com um apanhado do que se passa em cada dia (muitas vezes com casos concretos para se ajudar, ou rezando, ou ajudando materialmente a mãe/família em dificuldades), recebi hoje a partilha de um caso:

"Uma mulher saiu a rir ás gargalhadas da clínica, a falar ao telemóvel com o marido. Quando desligou foi abordada e contou que estava feliz, tinha ido fazer a ecografia e está grávida de gémeos. Nunca quis abortar, mas foi ao centro de saúde e lá disseram-lhe que a maneira mais rápida de conseguir marcar ecografia era dizendo que queria abortar, pelo que ela assim fez e imediatamente lhe marcaram ecografia na Clínica dos arcos :-) Ao menos que os nossos impostos sirvam para pagar estas boas ecografias..."

Eu concordo: prefiro mil vezes pagar exames de acompanhamento da vida!

Aproveito para desafiar - quem se sentir desafiado - a participar nesta campanha! Podem saber mais aqui e inscrever-se aqui.

Para terminar, um vídeo de uma criança a brincar:


Palavras by Feitiço

Feitiço: Plim, plim, plim - faz o papá desaparecer!
Rogério: Plim, plim, plim - faz o Feitiço rir-se às gargalhadas!
O Rogério faz cócegas ao Feitiço e ele ri-se.
Feitiço: Plim, plim, plim - faz o papá rir-se às gragalhadas!

Uma prenda de aniversário antecipada

O meu aniversário é no fim do mês de março. O Rogério costuma sondar os meus interesses para pensar numa prenda com bastante antecedência. Este ano também já me sondou e eu, de repente, não soube o que sugerir/pedir.

Mas, pensando melhor, descobri com facilidade: irmos ao Retiro da Quaresma no dia 7 de março! Como já obtive resposta, posso dizer com alegria que só falta inscrever a nossa família (o que farei de seguida) para ficar com a prenda "embrulhada" - abrir a prenda só poderei no dia 7! (Espero, sobretudo, que todos nós - Mimi, Rogério, Vassoura, Varinha e Feitiço - possamos beneficiar dela.)

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Depois das aulas...

... estive a trabalhar com duas colegas. No fim, a que tem carro deu-me boleia para casa. Quando entrei em casa, vi que tinha tempo de ir à igreja antes das crianças chegarem. Foi o que fiz!

Comecei por agradecer. A seguir, rezei um terço. Quando terminei, eram horas de ir para casa.

Fiquei contente por ter conseguido ir, aliás, quase mais contente por me ter lembrado do que por ter ido (um bocado ridículo, reconheço, mas quando uma pessoa passa anos sem se lembrar de ir à igreja* na hora em que o pode fazer, quando finalmente se lembra em tempo útil, parece um feito enorme - sendo que atribuo este feito a Quem me impeliu a lá ir)!

*(Não me estou a referir aos domingos nem aos dias santos.)

Nariz na porta ou "Who's the Boss?"

Hoje, como tinha pensado, saí da escola no intervalo do almoço para ir à igreja rezar um pouco antes da reunião. Como não consegui sair logo que tocou (é quase sempre difícil fazê-lo, para mim), pensei que só teria tempo de rezar de fugida, como na segunda-feira. Olhando para o céu, que ameaçava chuva (e eu não tinha chapéu), pensei que se apanhasse chuva, a consideraria uma benção do Céu (assim seria mais fácil lidar com a chuva, se surgisse).

Enganei-me em relação ao tempo para rezar de fugida.

Desta vez, pelos vistos, saí ainda mais tarde, pois quando cheguei à igreja já estava fechada (embora eu tenha pensado, ao chegar, que tinham fechado uns minutos mais cedo, ao olhar para o relógio do telemóvel vi que já eram 13:01 horas).

Fiquei um bocado desiludida, confesso, mas decidi aproveitar para ler o boletim paroquial que está afixado na vitrine. Estava neste processo quando se aproximou um carro [a porta fica mesmo a dar para a rua, que é de pouco movimento] e parou ao pé de mim. Era o prior que o conduzia. Perguntou-me "se precisava de alguma coisa do prior". Respondi de uma forma atrapalhada que vinha falar com o "Boss". Sim, perceberam bem, queria referir-me a Jesus e saíu-me "Boss". Podia ter dito "Chefe" que a vergonha seria a mesma... O prior insistiu se não havia nada que pudesse fazer. Eu respondi que se rezasse por mim ajudaria. Ele disse que sim (depois de me ter ouvido chamar "Boss" a Jesus, deve ter pensado que eu bem precisava!) e seguiu o seu caminho. Eu continuei a ler o boletim.

Algumas citações do Papa Francisco depois, regressei à escola. Adivinham o que aconteceu no caminho?

Sim, choveu. Uma chuva miudinha, daquelas que abençoa casamentos... e professoras nervosas com reuniões. :-)

Obrigada

pelas vossas orações. Acho que, juntamente com as minhas, foram ouvidas. Correção: ouvidas seriam sempre, penso que foram atendidas. :-)

Pedido de oração

Não é com muita antecedência, mas ainda assim faço o pedido: que rezem por mim por volta das 13:30h, para que o Senhor me ajude na reunião que vou ter.

Vou tentar, antes da reunião, passar na igreja e falar diretamente com Ele!

Pequeno-almoço

Rogério: O que é que queres comer, Feitiço?
Feitiço: O mesmo que comi no dia antes deste.

O Feitiço tem alergia aos vocábulos "ontem" e "amanhã"...

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Entrada proibida

A página da "Entrada proibida" (pelas visitas dá para perceber que os meus leitores não ligam muito a sinais de proibição!) anda a ser muito pouco atualizada. Acho que é da vergonha dos valores que lá tinha para escrever...

Houve algumas vezes em que me pesei e esqueci de apontar. Hoje retomei o registo (incluindo um dia da semana passada, já que me recordava do número). Espero continuar... e ter bolinhas verdes para apontar!

Se fazem parte dos leitores respeitadores de sinais de proibição e não fazem ideia do que estou a falar, fica aqui a minha autorização para espreitarem a página... mas só desta vez! ;-)

Faltam quatro

... mas depois deste post só faltam três para recuperar a média de dois por dia. No entanto, como amanhã já é dia 25, rapidamente ficam a faltar cinco. Deixa cá ver que fast post (versão blogosférica para fast food) posso escrever para fazer número*...

*(Quem diz a verdade não merece castigo, pois não?)

Uma "visita de médico"

Ontem, pela primeira vez desde que sou professora, aproveitei o intervalo do almoço para passar na igreja (que é muito perto da minha casa) para rezar um bocadinho (é óbvio que posso rezar em qualquer sítio, mas o próprio facto de estar na igreja ajuda-me). Já me tinha passado pela cabeça fazer isto, mas nunca em pleno percurso escola-casa, ou seja, nunca me tinha lembrado de ir à igreja durante o intervalo do almoço enquanto estava no dito intervalo do almoço.

Bem, lembrei-me e dirigi-me à igreja (um ligeiríssimo desvio), entrei, ajoelhei-me e comecei a rezar. Estava ainda nos preâmbulos da oração quando se aproxima uma senhora, vinda do interior da igreja e dirige-me a palavra:

- Desculpe, mas vou fechar a igreja.

Levantei-me, despedi-me e saí. Foi mesmo uma "visita de médico"!

A ver se da próxima vez saio da escola logo no início do intervalo. Se o fizer, ainda apanho o fim da Missa, o que não me fará mal nenhum!

Uma questão de "arrumação" #2

Os comentários a este pormenor de arrumação continuam...

Varinha: Mamã, as tuas maminhas agora saem, parecem umas montanhas, antes quase não se notava que tinhas maminhas!

O pior, meus caros, é que o que ela diz relativamente ao passado não anda longe da verdade, mas pronto, passado é passado (exceto que eu ainda tenho uns soutiens dos que já não sustêm grande coisa!)...

Uma questão de "arrumação"

Vassoura: As tuas maminhas estão diferentes!

[A razão, que a Vassoura desconhecia: eu estava a usar um soutien novo - uma compra que só pecou por tardia.]

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Gosto disto

... sendo que "isto" é, precisamente, este blogue! Gosto que tenha um look clean, sem publicidades (atenção: isto não sou a cuspir para o ar, pode parecer, mas não sou!) e gosto do que escrevo. É isso mesmo que estão a ler: o que neste momento escrevo corresponde a um "like" no Facebook, onde, curiosamente, eu só faço like nas partilhas dos outros. Mas deu-me para isto e como quem manda aqui sou eu...

Filhote Pato

não veio, por falha de comunicação minha, mas está combinado vir no próximo domingo. Viva!

Palavras by Feitiço

O Feitiço ainda dorme de fralda, que enche generosamente. Às vezes a fralda "transborda" (termo não muito correto, mas que usamos para as situações em que a roupa à volta da fralda fica molhada de xixi).

Hoje quando o Feitiço se aproximou de mim cheirava tanto a xixi que eu perguntei se tinha transbordado.

Feitiço: Não, não "strabodei"!

O meu filho fala estrangeiro, que fino! ;-)

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Money bags = os anos especiais que atraem sorte

... porque têm uns meses especiais, com um "x" número de "dias tal" da semana, o que, de acordo com alguns emails ou publicações no facebook, só voltará a acontecer 300 ou, em alguns casos, 800 anos mais tarde.

Senhoras e senhores, se esses anos (com 5 sextas-feiras, 5 sábados e 5 domingos no mês de maio, por exemplo - esperem... 2015 é um desses anos, incrível coincidência!) são realmente especiais, alegrai-vos: bastam 6 anos ou às vezes apenas 5 para voltarem a acontecer (depende de quantos anos bissextos há pelo meio). Na pior das hipóteses, bastam 11 anos. Relativamente ao exemplo dado, posso garantir que haverá outro mês de maio com 5 sextas, sábados e domingos em 2020, 2026, 2037, 2043, 2048, 2054, 2065, 2071, 2076, 2082, 2093.

Digo ainda mais: se soubermos escolher o mês certo em cada ano, serão todos "money bags", pois (quase) todos os anos há meses com 31 dias a começar a uma sexta-feira, com 5 sextas, sábados e domingos*. Se não fizermos questão nesses dias da semana, mais fácil será "descobrir" um "money bag": GARANTO que todos os meses de 31 dias têm 5 exemplares de três dias da semana, que serão os que calham a 1 (8, 15, 22 e 29), 2 (9, 16, 23 e 30) e 3 (10, 17, 24 e 31).

Chamem-me génio, calendário ambulante, Nostradamus... ou simplesmente observadora.

*Na falta de meses com 31 dias a começar à sexta-feira, há meses com 30 dias a fazer esse serviço. Mas nestes meses só há 5 sextas e 5 sábados... aquele que seria o 5º domingo será o dia 1 do mês seguinte.

Vem, Filhote Pato!

Quem chegou ao blogue há menos tempo não sabe quem é o Filhote Pato. Se tem curiosidade, vá aqui ou aqui, por exemplo. Ou então escreva "Filhote" na barra de pesquisa...

No sábado ficou mais ou menos combinada uma visita de Filhote Pato cá a casa, hoje. Ainda cá estamos, Filhote! Aparece!

Instruções seguidas à risca

A Vassoura e a Varinha são quase sempre as primeiras a acordar em dia que não há aulas e têm instruções para não fazerem barulho, para não acordarem mais ninguém.

Hoje, estava eu na cama, já acordada, mas na ronha, o Rogério levantadíssimo e o Feitiço completamente a dormir, ouvi:

Vassoura: Feitiçoooo!

Sonhos #36

No segundo sonho, não sei bem como, havia duas mulheres (uma alta e magra, outra baixa e gorda) a olharem para mim e a quererem fazer-me mal (queriam bater-me, sem eu saber porquê). Eu defendia-me com um caderno grosso de argolas (o meu caderno da escola atual) - vá-se lá saber porquê, era o suficiente para não me magoarem. Depois alguém (o Rogério talvez, mas não é certo) aparece e impede que me batam, e uma das mulheres (a mais baixa e gorda) sai, fechando a porta por onde passa. Esse alguém acaba por sair e eu fico com o caderno na mão, o meu instrumento de defesa. Depois a mulher magra aparece com um bebé ao colo e pede-me para pegar na criança. Eu desconfio que aquilo é um estratagema e digo que não. Ela insiste e diz que nunca me iria fazer mal tendo eu uma criança ao colo. Eu acabo por ceder, pouso o caderno e pego no bebé. Assim que o faço, a mulher carrega num botão vermelho, que eu percebo ser um sinal para a outra mulher regressar. A porta abre-se e aparece realmente a mulher gorda com cara de poucos amigos. A mulher magra arranca-me o bebé dos braços e coloca-o no chão, sem cuidado nenhum. Eu fico mesmo assustada e grito por socorro. As duas mulheres aproximam-se. Temo pela minha vida. Acordo.

Sonhos #35

Esta noite tive dois sonhos independentes.

No primeiro, sonhei que a nossa casa tinha sido assaltada, ou melhor, a nossa sala tinha sido assaltada. Nem móveis tinham deixado, à primeira vista, mas um bocadinho mais tarde não estavam os DVD no sítio, o que implica que estava o móvel onde eles estão. Não me lembro se dávamos pelo assalto ao entrar em casa ou ao levantarmo-nos de manhã, mas lembro-me de falarmos em chamar a polícia (não me lembro de chamarmos) e de pensarmos que os assaltantes poderiam ainda estar em casa (no início do sonho) e que poderiam regressar para roubar coisas das outras divisões (no fim do sonho).

O segundo sonho fica para outro post.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Ultimamente

... dou por mim a cantarolar canções de desenhos animados da minha infância. A última tem sido a "Clémentine". Quem a conhece?

"Clémentine
quand tu fermes les yeux
tu devine le merveilleu..."

De repente lembrei-me dessa coisa chamada Youtube, escrevi o início da letra... et voilà:

Mais vale tarde

... do que nunca, não é? Então aqui está uma fotografia do mimo que eu ofereci ao meu Gato (aqui com duplo sentido) no Dia dos Namorados.

Tenho razões para ter "estragado" a fotografia, mas não as vou dizer.

Acho que se percebe o que é: uma caixa em forma de coração, cheia de chocolatinhos em forma de coração. Uma prenda que acabou por ser para toda a família, porque o Rogério é generoso e eu (nós) não sou (somos) a(s) única(s) pessoa(s) que gosta(mos) de chocolates cá em casa...

Sonhos #34

Esta noite sonhei outra vez que visitava os novos proprietários da minha ex-casa. Desta vez não havia festa nenhuma. Fui com o Rogério. Lembro-me que a casa estava com bom aspeto, mas mais "normal" do que no primeiro sonho. Lembro-me de lhes perguntar se já estavam a viver lá, ela me dizer que sim e mostrar gavetas com roupa e afins. Lembro-me ainda de comentar que tinha sonhado com eles, referindo-me ao primeiro sonho, e de nos rirmos disso.

Acho que sonhei este sonho porque ontem passámos muito perto da casa e pensei neles - e em como estaria a casa.

Um dia destes vou lá e passo do sonho à realidade!

Papa de flocos de aveia

... com decorações a pedido:

Coração: Vassoura.
Estrela: Varinha.
Dinossauro: Feitiço (who else, right?)
As fotografias ficaram bem tiradas, mas ao cortar os excessos fiz asneira e cortei em cima e em baixo. Como já tinha eliminado as fotografias da máquina e editei as originais no computador, não havia como recuperar o que foi cortado. C'est la vie!

Ainda a propósito do Dia dos Namorados...

Belíssimo texto, partilhado num comentário do blogue "Uma Família Católica"e que vi concretizado em todas as Monjas da Ordem das Irmãs de Belém, da Assunção da Virgem e de São Bruno (sim, o nome é comprido, por isso vulgarmente diz-se apenas Irmãs de Belém) que conheci, em Espanha, França e Portugal. Cada uma destas Irmãs demonstra pela sua expressão alegre e pacífica que está muito bem casada!

Aliviada

Finalmente terminei uma tarefa chata, inútil, burocrática (só tenho elogios a fazer)... que há duas horas achava impossível conseguir concluir, devido ao sono.

Obrigada, meu Deus!

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Desenhos animados no Dia dos Namorados

Fiquei parva (mais do que já sou habitualmente) com a quantidade de séries de desenhos animados que fizeram um episódio dedicado ao "Dia de São Valentim". Acho que não havia necessidade!

Vassoura dixit

Vassoura: Isto [uma embalagem de plástico] parece um auscultador* para ver as estrelas.

*telescópio

Mimos do Dia dos Namorados

Não vos posso neste momento mostrar  o que dei ao Rogério por falta de registo fotográfico, mas posso mostrar o que ele me deu.

Olhem para o que está por baixo (eram quatro - "Bounty", "Raider*", "Mars" e "Snickers" -, mas a fotografia só foi tirada quando o "Snickers" já era), que o ratinho foi prenda do Rogério, mas na nossa Lua de Mel! 


Nota-se que o Rogério sabe que eu gosto de chocolate, não acham?

*Nos comentários é que me apercebi que "Raider" era o nome inicial do chocolate e "Twix" o atual. O meu cérebro lembrava-se perfeitamente da troca, mas trocou as partes! Foi ao recordar o anúncio da altura da mudança ("Em todo o mundo, Raider é Twix - o chocolate que satisfaz [barulho tic tic] duas vezes") que me apercebi da confusão.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Crise? Qual crise? ou Alheia ao Carnaval... impossível!

Em primeiro lugar, mesmo que quisesse estar alheia ao Carnaval, não poderia. Sou professora do 1º Ciclo! Amanhã o Carnaval estará presente na minha escola, através das crianças, mas também de um ou outro adulto. Eu gosto de fazer parte deste último grupo, mais pela alegria que proporciona aos alunos do que por mim (a outra razão é que me faz pensar em teatro e eu gostei muito de fazer teatro).

Fui a uma loja de fatos de Carnaval (e festas temáticas, etc.). Estava a abarrotar - e as pessoas não estavam só a ver, garanto.

Eu era uma das pessoas preparadas para gastar algumas dezenas de euros (sei que nem toda a gente pode, independentemente de quão poupada seja, mas no meu caso dá para fazer algumas extravagâncias por ser razoavelmente contida durante a maior parte do tempo), mas os dois vestidos que experimentei não me serviam (um parecia estar bem exceto nas mangas, que ficavam apertadas, e o outro era enorme). Havia muita roupa que talvez me servisse, mas não me interessava sequer experimentar.

Acabei por comprar uma máscara que tapa totalmente a cara. Em vez de me mascarar, vou-me "ocultar". A alternativa é usar um conjunto que comprei em 2012 (de que gosto muito, mas não me apetece vestir, não sei porquê). A primeira hipótese permite-me estar mais confortável (bem, confortável exceto na cabeça, com a máscara e uma écharpe ou algo semelhante a cobrir o cabelo...), mas a segunda é mais Carnavalesca, acho eu. 

Amanhã de manhã, antes de ir para a escola, terei de decidir. Agora estou cansada e dói-me a cabeça.

Boa noite e até amanhã.

Parabéns (recentes), Flor!

Uma flor para ti:


terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

E com esta calou-me!

O Feitiço é, como já sabem, complicado nas questões do xixi. Nunca quase nunca "quer" fazer, mas depois molha as cuecas e as calças. Quando toma a iniciativa de ir fazer xixi, raramente vai logo fazer: vem ter comigo e diz-me:

- Mamã, anda comigo à casa de banho, que eu preciso de fazer [xixi ou cocó]!

Às vezes, o simples facto de perder tempo a ir ter comigo leva a que as ditas cuecas fiquem molhadas.

Ontem, ele veio ter comigo com a tal conversa.

Feitiço: Mamã, faz-me companhia. Eu preciso de fazer xixi!
Eu [sem vontade nenhuma de ir]: Feitiço, porque é que vens aqui? Porque não vais sozinho? Se eu não me levantasse para ir contigo, tu deixavas o xixi ir para as cuecas, era?
Feitiço: Não.
Eu: Então porque é que me chamaste para ir contigo?
Feitiço: Porque gosto de ti!
Eu: Oh, que resposta tão querida! [Dei-lhe um beijinho e fiquei logo com a vontade que me faltava!]

O que acham? O Feitiço:

a) é mesmo querido.
b) "sabe-a toda".
c) ambas as anteriores.

Votem, votem (já sabem que eu gosto)!

Imaginei mal

Afinal, os meus alunos não teceram um único comentário (à minha frente, pelo menos!) sobre o jogo entre o Sporting e o Benfica...

O mesmo não se pode dizer dos professores! :-)

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Já estou a imaginar

as provocações e acusações mútuas entre alguns dos meus alunos, amanhã, por causa do jogo entre o Sporting e o Benfica.

Têm sete anos...

"Que quem já é pecador adulto e fanático por um clube
sofra tormentos [ao ver o seu clube perder] - enfim.
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor falta de juízo,
porque padecem assim [de males futebolísticos]?"

Sabem aquela história

das meninas gostarem de vestir as roupas da mãe e de calçar os seus sapatos?

Parece que é verdade...

Nos pés da Vassoura.
Nos pés da Varinha.
Pensava que isto era novidade aqui no blogue, mas depois lembrei-me que já tinha colocado fotografia da Varinha com o meu pijama (aqui):

Depois a Vassoura ainda calçou umas botas minhas de cano alto, mas não fotografei.

Às escondidas ou a teoria da avestruz

Hoje o Feitiço desafiou-me para jogar às escondidas. Eu disse-lhe para ele se ir esconder bem, que eu depois iria procurá-lo (era minha intenção demorar a ir à procura, confesso). Antes de sair da sala, ele avisou-me:

- Eu vou tapar-me com a manta e tu não vais conseguir ver-me! [disse isto com um ar vitorioso tão ingénuo que só visto!]

Eu: Ó Feitiço, se me avisas eu consigo encontrar-te logo!
Feitiço: Não consegues, não.

Distraí-me. Passados alguns minutos, oiço uns gritos:

Feitiço: Então, mamã? Não vieste à procura!

Ups! Levantei-me e lá fui eu, falando em voz alta:

- Onde será que está o Feitiço? Não o vejo...

Quando entrei no quarto dele, deparei com esta imagem,


comentei que o Feitiço "ali não estava" e fui buscar a máquina fotográfica. Quando ouviu o disparo da máquina, o Feitiço "apareceu", muito contente:

- Não me conseguias ve-er!

O Feitiço é como uma avestruz...

Parabéns!

"Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça..." a Graça! Parabéns, minha querida amiga e irmã em Cristo!

Palavras by Feitiço

pirubido (proibido)

Se calhar já tinha dito, mas não me lembro...

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Para mim é um mito...

... que os pés das crianças cresçam tão depressa que os sapatos estão como novos quando deixam de lhes servir.

Ou então são os meus filhos que são uns selvagens em relação aos sapatos...

Já sei

o mimo que vou oferecer ao Rogério no Dia dos Namorados (muitas vezes não damos nada material um ao outro, mas este ano vou dar), mas não vos posso dizer, porque o Rogério lê o blogue...

Não quero

Não quero.

Não quero.

Não quero.

...

...

...

...

... ir trabalhar.

(Mas tem de ser - além de que ter trabalho é, nos dias que correm, um privilégio pelo qual devo estar grata, e não a lamuriar-me.)

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Se eu

me pusesse a jeito de receber umas ofertas graças ao blogue, seria de livros para crianças ou material de papelaria.

Senhores comerciantes, estejam à vontade para me oferecerem bons cadernos, resmas de papel (atenção à gramagem, não quero porcarias), material de pintura e desenho (daquele mais básico, não vale a pena enviarem coisas muito técnicas, a não ser que uns ateliers venham incluídos na oferta do material), material de escrita...

Especificando, dava-me jeito ter um porta-giz (já tive três, mas foram extraviados em escolas por onde passei) e a Staples não tem nenhum disponível na loja online (já é a segunda vez que aquilo que eu mais preciso de comprar lá não se encontra disponível online) e para mim não é fácil ir a nenhuma Staples "física". Não é impossível, mas não é fácil.

Pode portanto concluir-se que este post é dirigido aos leitores que trabalham na Staples, ou que moram muito perto de uma?

Não, senhores, não é! É só um desabafo! Um dia destes hei de arranjar o meu porta-giz (na verdade até queria ter dois, um para o giz branco, outro para o giz de cor)!

O que arde,

... cura e o que aperta, segura!

Cresci a ouvir a primeira parte ("o que arde cura"), mas só aprendi a segunda parte com o Rogério, que por sua vez a aprendeu com o seu avô paterno.

Lembrei-me disto há bocado, quando pus creme na cara, sobretudo à volta da boca (zona que estava muito ressequida) e fiquei uns bons maus minutos com a cara a arder e muito vermelha.

Entretanto já acalmou.

Quem me mandou sair de casa de manhã sem ter posto o creme? Com o frio e sem proteção a minha pele não aguenta!

Não estava a falar contigo!

O Rogério preparou o pequeno-almoço do Feitiço: flocos com leite com chocolate. Quando começou a comer, ele queixou-se que não tinha muito chocolate por cima (a ver-se o chocolate em pó) e eu pus mais um bocado (e se calhar exagerei).

Quando continuou a comer, o Feitiço lá achou que eu tinha posto chocolate a mais e disse que eu era "feia" porque tinha posto chocolate e ele não queria. Eu não lhe dei troco. Ele continuou a reclamar.

Feitiço: Não gosto de ti.
Eu: Ah, não? Está bem.
Feitiço: Não estava a falar contigo.
Eu: Estavas a falar com quem? Com o chocolate?
Feitiço: Sim.

Parabéns,

querida Clara!

Desejo que tenhas um dia muito feliz (sendo que o ponto alto deverá ser o meu telefonema, claro!)! :-)

Estou muito contente com a perspetiva de nos encontrarmos brevemente! :-)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Em janeiro

escrevi 64 posts. É verdade que alguns foram só para "fazer" número, mas não importa, 64 são 64 e pronto. Fiquei muito contente porque acabei por ultrapassar a média de dois por dia.

Infelizmente a coisa não vai bem lançada este mês, pois ainda só escrevi seis posts (incluindo este) e amanhã já será dia 5 (ainda bem que vai ser dia 5, no entanto, porque uma grande amiga faz anos amanhã e assim os parabéns já dão para um post)!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Este blogue já é um bocadinho importante! (not!)

Não, não aparece em lado nenhum, nem nada disso! É só que "finalmente" houve um(a) anónim@ a deixar um comentário num tom atacante, digno da boa (not!) blogosfera!

Então não é que depois de eu contar um sonho, num post precisamente intitulado "Sonhos #33", o primeiro comentário, anónimo, me ataca sobre a possibilidade de ter exposto a mentira da minha mãe? É o chamado comentário "Se":

"Foi só sonho, não foi? É que se é verdade ou se o sonho corresponde à verdade acho muito feio denunciar a sua mãe. Desculpe, mas acho que a mentira da sua mãe teria, nesse caso, razões que eu não conheço. Mas o escrever aqui isto, se fosse verdade, teria só, a meu ver, a presunção de dizer a verdade, mas à custa de expor a mentira da sua mãe. Não se faz a uma mãe, nem a ninguém."

Respondi ao comentário, mas não à primeira pergunta. Sugeri que explorasse mais o blogue e tirasse as suas conclusões - que, aviso já, dispenso conhecer.

Sonhos #33

Tive este sonho na noite passada:

Estava em casa dos meus pais. Não sei a propósito de quê, ficava a saber que a minha mãe tinha mentido ao longo de todos estes anos, quando dizia que tinha frequência universitária. Afinal só tinha o 9º ano, feito mais tarde (quando já era mãe). Não me irritava isso, mas a mentira, sim. Ficava mesmo magoada. E a minha mãe acrescentava: "Os meus pais também só tinham a 4ª classe...". A esta informação eu não reagia, porque nunca soube que estudos é que os meus avós maternos tinham tido!

*****
Adenda: Escrevi uma nota introdutória porque, ao que parece e apesar do título e da etiqueta "Sonhos" (que remete para posts exclusivamente sobre sonhos que tive enquanto dormia), o texto sem a referida nota pode ser interpretado como uma "lavagem de roupa suja"!

Ainda me vou rir muito sobre isto... com a minha mãe! :-)

"Quero!"

Na fase em que ia mais ao cinema (que era em solteira), acontecia-me muito estar na sala de cinema e já estar a escolher o filme que haveria de ver na vez seguinte, graças aos trailers. Ou então, não escolhia, porque a cada trailer dizia: "Quero ver este!". Quero. Assim, tal e qual.

O meu "quero", traduzido, queria dizer: "Este filme deve ser giro/divertido/bonito(etc.). Gostava de o ver, numa próxima oportunidade.". Não era uma exigência.

Quando comecei a namorar com o Rogério, fomos algumas vezes ao cinema. E eu utilizava a minha velha expressão "Quero ver este!", se o filme me interessava. Não era uma exigência, mas, aos ouvidos do Rogério (disse-me ele a certa altura) soava sempre como uma exigência. E eu - depois de ter explicado o significado real do meu "Quero!" - esforcei-me por alterar a minha forma de expressar, substituindo-a pela "tradução" (nota para os mais distraídos: ver segundo parágrafo).

Ainda bem que fiz esta alteração, porque desde que sou mãe percebi como o "Quero!" nos outros pode ser tão desagradável de ouvir...

domingo, 1 de fevereiro de 2015

'Tava a brincar!

Imaginem a situação: um grupo de jovens, colegas, por exemplo. A certa altura, um(a) diz uma coisa a pôr outro(a) em cheque. Toda a gente se ri, menos a pessoa visada. Imediatamente, a que falou acrescenta: "'Tava a brincar!". Pronto, está feita a coisa, porque se a pessoa visada disser alguma coisa, vai parecer que não sabe aceitar uma brincadeira, que não tem sentido de humor, etc.

Durante muito tempo, vi-me em situações em que era a visada (não fui vítima de bullying, não vá já alguém fazer um filme!), mas depois responder à "piadinha" caía mal, por isso na maior parte das vezes não respondia.

Agora que já sou crescidinha, se tenho algo a responder numa situação dessas, digo-o. Outras vezes calo-me por achar melhor. Mas não é o "'Tava a brincar" que me cala, garanto-vos!

[Não sei porque foi que me lembrei disto hoje.]

Feitiço despertador

Hoje acordei com um ataque de tosse do Rogério - pelo menos é a primeira coisa de que me lembro. Rezámos, ele levantou-se e eu virei-me para o lado para tentar dormir mais um pouco. Ainda não eram oito horas.

Naquilo que me pareceram apenas uns dez ou quinze minutos depois, o Feitiço entrou no meu quarto, quase aos gritos.

Feitiço: Mamã, já é dia muito dia, tens de te levantar para conseguires ir à Missa!
Eu: Vai ver os números e perguntar as horas.

Feitiço sai. Noutra ponta da casa, faz o que lhe pedi.

Feitiço: Papá, que horas são?
Rogério deve ter respondido, mas não ouvi a resposta.

Feitiço regressa ao meu quarto.

Feitiço: São quase nove horas.
Eu [admirada por descobrir que os 15 minutos afinal eram 60]: Então tenho mesmo de me levantar. Obrigada por me vires acordar.
Feitiço: De nada.

Tomei o pequeno-almoço, verificando que já o resto da família já tinha comido o seu. While you were I was sleeping*, ocorre-me acrescentar.

Saltando para o fim da história: conseguimos ir todos à Missa das dez horas. Obrigada, Feitiço!

*While You Were Sleeping - um dos meus filmes preferidos.