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quinta-feira, 11 de maio de 2023

Já que aqui vim...

Há semanas, talvez meses, o Feitiço chegou ao pé de mim, quando estava assoberbada de trabalho, e queria falar sobre já não sei o quê. Com a pressa e/ou o stress, respondi-lhe:


- Agora não tenho tempo para falar com isto sobre ti!


😁

sábado, 2 de janeiro de 2021

Magia - a miúda que "dispara" mais depressa

A Magia já estava na cama há algum tempo, mas ainda estava acordada. Chamou-me:


- Mamã, quero fazer xixi!


Sabendo eu que ela não fizera nada antes de ir para a cama, já contava com este chamamento. Quando cheguei ao pé dela, deu-me para a parvoíce e disse:


- O que é que disseste? Que queres comer gelatina? Não temos!


Resposta imediata da Magia:


- E pudim, temos? E bolos?


Esta miúda não perde uma...

terça-feira, 13 de outubro de 2020

Diálogo

Ela: Não gostei da maneira como falaste comigo hoje.


Ele: Hoje? Não foi ontem?


Ela: Foi hoje, mas o que é que te pesa na consciência em relação a ontem?


😄

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Já várias colegas...

... me perguntaram qual foi a reação da Vassoura, da Varinha e do Feitiço à novidade de irem ter mais um irmão ou irmã.

Eu: Eles ainda não sabem.

Elas: Como é que ainda não sabem? Veem-te com a barriga grande e não desconfiam?

Eu: Eles já estavam habituados a ver-me com a barriga grande!


E é verdade. Quando não estou grávida*, tenho sempre uma barriguinha** considerável, e em algumas alturas do mês parece mesmo que estou grávida, por isso esta barriga agora, para eles, não é particularmente volumosa...

*E isto não acontece só desde que fui mãe...

**O uso do diminutivo é para ser mais simpática [comigo mesma]...

Já várias colegas...

... me perguntaram qual foi a reação da Vassoura, da Varinha e do Feitiço à novidade de irem ter mais um irmão ou irmã.

Eu: Eles ainda não sabem.

Elas: Como é que ainda não sabem? Veem-te com a barriga grande e não desconfiam?

Eu: Eles já estavam habituados a ver-me com a barriga grande!


E é verdade. Quando não estou grávida*, tenho sempre uma barriguinha** considerável, e em algumas alturas do mês parece mesmo que estou grávida, por isso esta barriga agora, para eles, não é particularmente volumosa...

*E isto não acontece só desde que fui mãe...

**O uso do diminutivo é para ser mais simpática [comigo mesma]...

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Podia ter sido assim:

Mimi: Ai, doem-me tanto os pés!...

Rogério: Anda cá, meu amor, que eu faço-te uma massagem nos teus pés cansados e doridos.

************

Podia ter sido, mas não foi!

Fica a dica...

Podia ter sido assim:

Mimi: Ai, doem-me tanto os pés!...

Rogério: Anda cá, meu amor, que eu faço-te uma massagem nos teus pés cansados e doridos.

************

Podia ter sido, mas não foi!

Fica a dica...

domingo, 10 de abril de 2016

- Então, já "fecharam a loja"?

... foi o que nos perguntou ontem uma conhecida (minha), que encontrámos por acaso no sítio onde a Varinha fez a festa de anos com algumas amigas da escola.

A minha resposta foi pronta:

- Nós não temos uma loja, nós somos professores!

Ela riu-se, percebeu onde eu queria chegar e disse:

- Boa resposta!

Também achei e por isso partilho. Como sei que há quem tenha um espaço comercial, deixo uma resposta semelhante, mas adaptada:

- Não, ainda tenho a loja aberta. O negócio vai bem/mais ou menos/... (etc.)

Se tiveram uma loja, mas ela entretanto fechou, podem responder:

- Sim, a loja fechou mas [trabalho não me falta/ando à procura de alternativas/... etc.]



Nunca gostei da pergunta, porque acho que é uma comparação infeliz - ter filhos não é um negócio! Isto para além de ninguém ter nada a ver com o facto de termos ou não mais descendência.

- Então, já "fecharam a loja"?

... foi o que nos perguntou ontem uma conhecida (minha), que encontrámos por acaso no sítio onde a Varinha fez a festa de anos com algumas amigas da escola.

A minha resposta foi pronta:

- Nós não temos uma loja, nós somos professores!

Ela riu-se, percebeu onde eu queria chegar e disse:

- Boa resposta!

Também achei e por isso partilho. Como sei que há quem tenha um espaço comercial, deixo uma resposta semelhante, mas adaptada:

- Não, ainda tenho a loja aberta. O negócio vai bem/mais ou menos/... (etc.)

Se tiveram uma loja, mas ela entretanto fechou, podem responder:

- Sim, a loja fechou mas [trabalho não me falta/ando à procura de alternativas/... etc.]



Nunca gostei da pergunta, porque acho que é uma comparação infeliz - ter filhos não é um negócio! Isto para além de ninguém ter nada a ver com o facto de termos ou não mais descendência.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Palavras do Rogério

... quando cheguei a casa, depois da reunião:

- Então, os pais não te quiseram matar?

- Porquê, estavas a planear ficar viúvo hoje?

- Não!

É bom saber...

Palavras do Rogério

... quando cheguei a casa, depois da reunião:

- Então, os pais não te quiseram matar?

- Porquê, estavas a planear ficar viúvo hoje?

- Não!

É bom saber...

quinta-feira, 19 de março de 2015

Maria VS Nossa Senhora

Já tive conversas sobre o facto de todas as "Nossas Senhoras" serem Nossa Senhora, isto é, Maria, Mãe de Jesus. Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora de Lurdes, Nossa Senhora de...

Numa visita de estudo, a guia, excelente animadora, explicou que Maria era muitas vezes pintada com um vestido cor-de-rosa e um manto azul, "antigamente" - e em muitos quadros do museu se poderia comprovar.

Mais tarde, ao pé de um quadro que representava uma linda senhora, as crianças disseram que era Maria. Então, a guia recordou-lhes o que tinha dito sobre as cores da roupa de Maria e "explicou-lhes" que aquela não era Maria, mas sim "Nossa Senhora da Misericórdia"... A guia até lhes explicou bem - tendo em conta a idade deles - o que era a misericórdia e o que significava o quadro, só lhe escapou que a Nossa Senhora da Misericórdia era - e é - Maria!

Achei por bem não corrigir a guia - excelente, de resto - à frente da turma, mas pensei dizer-lhe no fim da visita, em privado, só que esse momento acabou por não surgir, devido ao adiantado da hora. E agora fiquei a pensar em todas as crianças que vão ouvir que a Nossa Senhora da Misericórdia não é Maria (e a sentir-me culpada por isso!)...

Maria VS Nossa Senhora

Já tive conversas sobre o facto de todas as "Nossas Senhoras" serem Nossa Senhora, isto é, Maria, Mãe de Jesus. Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora de Lurdes, Nossa Senhora de...

Numa visita de estudo, a guia, excelente animadora, explicou que Maria era muitas vezes pintada com um vestido cor-de-rosa e um manto azul, "antigamente" - e em muitos quadros do museu se poderia comprovar.

Mais tarde, ao pé de um quadro que representava uma linda senhora, as crianças disseram que era Maria. Então, a guia recordou-lhes o que tinha dito sobre as cores da roupa de Maria e "explicou-lhes" que aquela não era Maria, mas sim "Nossa Senhora da Misericórdia"... A guia até lhes explicou bem - tendo em conta a idade deles - o que era a misericórdia e o que significava o quadro, só lhe escapou que a Nossa Senhora da Misericórdia era - e é - Maria!

Achei por bem não corrigir a guia - excelente, de resto - à frente da turma, mas pensei dizer-lhe no fim da visita, em privado, só que esse momento acabou por não surgir, devido ao adiantado da hora. E agora fiquei a pensar em todas as crianças que vão ouvir que a Nossa Senhora da Misericórdia não é Maria (e a sentir-me culpada por isso!)...

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Esses [s] a mais nas formas verbais

Oiço muito este tipo de interação entre mães, pais, avós, etc., e uma criança:

Adulto: [...], ouvistes? / [...] fizestes [...]

Ou a criança é da realeza (e da "especial", que vale por mais do que uma pessoa e que se refere a si própria dizendo "Nós" em vez de "Eu"), ou o adulto está a acrescentar um "s" a "ouviste" e "fizeste"!

Ora vamos lá conjugar o Pretérito Perfeito de alguns verbos:

Eu nadei / Tu nadaste / Ele(a) nadou / Nós nadámos* / Vós nadastes / Ele(a)s nadaram

Eu comi / Tu comeste / Ele(a) comeu / Nós comemos / Vós comestes / Ele(a)s comeram

Eu sorri / Tu sorriste / Ele(a) sorriu / Nós sorrimos / Vós sorristes / Ele(a)s sorriram

Eu fiz / Tu fizeste / Ele(a) fez / Nós fizemos / Vós fizestes / Ele(a)s fizeram

*Com o novo AO, esta forma verbal tem dupla grafia: "nadámos" ou "nadamos". Embora tenha dupla grafia, dentro do mesmo texto deve ser-se coerente: ou se escreve sempre com acento, ou sem ele. Quem diz (ou, neste caso, escreve) "nadámos", diz (escreve) "cantámos", "amámos", "vomitámos", "andámos" e todas as outras formas verbais correspondentes à 1ª pessoa do plural ("Nós"), no Pretérito Perfeito, de verbos pertencentes à 1ª conjugação (que são os verbos terminados em "-ar", no infinitivo). Eu opto, sempre, por incluir o acento, para mais facilmente se poder distinguir "nadámos" (Passado) de "nadamos" (Presente).

Esses [s] a mais nas formas verbais

Oiço muito este tipo de interação entre mães, pais, avós, etc., e uma criança:

Adulto: [...], ouvistes? / [...] fizestes [...]

Ou a criança é da realeza (e da "especial", que vale por mais do que uma pessoa e que se refere a si própria dizendo "Nós" em vez de "Eu"), ou o adulto está a acrescentar um "s" a "ouviste" e "fizeste"!

Ora vamos lá conjugar o Pretérito Perfeito de alguns verbos:

Eu nadei / Tu nadaste / Ele(a) nadou / Nós nadámos* / Vós nadastes / Ele(a)s nadaram

Eu comi / Tu comeste / Ele(a) comeu / Nós comemos / Vós comestes / Ele(a)s comeram

Eu sorri / Tu sorriste / Ele(a) sorriu / Nós sorrimos / Vós sorristes / Ele(a)s sorriram

Eu fiz / Tu fizeste / Ele(a) fez / Nós fizemos / Vós fizestes / Ele(a)s fizeram

*Com o novo AO, esta forma verbal tem dupla grafia: "nadámos" ou "nadamos". Embora tenha dupla grafia, dentro do mesmo texto deve ser-se coerente: ou se escreve sempre com acento, ou sem ele. Quem diz (ou, neste caso, escreve) "nadámos", diz (escreve) "cantámos", "amámos", "vomitámos", "andámos" e todas as outras formas verbais correspondentes à 1ª pessoa do plural ("Nós"), no Pretérito Perfeito, de verbos pertencentes à 1ª conjugação (que são os verbos terminados em "-ar", no infinitivo). Eu opto, sempre, por incluir o acento, para mais facilmente se poder distinguir "nadámos" (Passado) de "nadamos" (Presente).

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Uma Família de Caná - palavra de Gato

A propósito dos posts (primeiro e segundo) sobre sermos ou não uma Família de Caná, o Rogério deu o seu parecer, enriquecendo este blogue com um comentário (é a segunda vez, talvez terceira, que o faz, por isso há que dar o devido valor!):

Querida Mimi,
Eu até achei bem, e simpático, que a Teresa tenha posto lá o link para o teu blog. Acho que nós temos feito um esforço para pôr em prática o que aprendemos com as Famílias de Caná. É certo que ainda nos falta muito, mas parece-me que o título do post é um pouco injusto para a Teresa.
Beijinhos,
Gato Rogério

Há pouco disse-me também que o meu post número dois não estava totalmente correto. Aí apanhou-me de surpresa: eu escrevi tentando ser o mais verdadeira possível - onde fora que me enganara?

Pois não era que ele tinha razão? No único ponto onde eu disse que já cumpríamos (o 3), o Rogério lembrou que nós, em família, continuamos a rezar num dos quartos das crianças (quase sempre o delas) durante a semana, à noite. E realmente o ponto três diz que as Famílias de Caná têm um Canto de Oração e é nele que rezam todos os dias.

Todos juntos, só ao fim de semana rezamos junto ao Canto de Oração. O Rogério e eu é que rezamos o terço (quando rezamos, que tem sido quase todos os dias) sempre lá.

Uma Família de Caná - palavra de Gato

A propósito dos posts (primeiro e segundo) sobre sermos ou não uma Família de Caná, o Rogério deu o seu parecer, enriquecendo este blogue com um comentário (é a segunda vez, talvez terceira, que o faz, por isso há que dar o devido valor!):

Querida Mimi,
Eu até achei bem, e simpático, que a Teresa tenha posto lá o link para o teu blog. Acho que nós temos feito um esforço para pôr em prática o que aprendemos com as Famílias de Caná. É certo que ainda nos falta muito, mas parece-me que o título do post é um pouco injusto para a Teresa.
Beijinhos,
Gato Rogério

Há pouco disse-me também que o meu post número dois não estava totalmente correto. Aí apanhou-me de surpresa: eu escrevi tentando ser o mais verdadeira possível - onde fora que me enganara?

Pois não era que ele tinha razão? No único ponto onde eu disse que já cumpríamos (o 3), o Rogério lembrou que nós, em família, continuamos a rezar num dos quartos das crianças (quase sempre o delas) durante a semana, à noite. E realmente o ponto três diz que as Famílias de Caná têm um Canto de Oração e é nele que rezam todos os dias.

Todos juntos, só ao fim de semana rezamos junto ao Canto de Oração. O Rogério e eu é que rezamos o terço (quando rezamos, que tem sido quase todos os dias) sempre lá.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

De passagem

Ao ir para casa, passei por uma senhora sentada a falar ao telemóvel. Não parei nem abrandei, mas a senhora falava tão alto que comecei a ouvi-la antes de estar mesmo a passar por ela, tendo por isso ouvido esta parte da conversa:

"Sabes o que é que ela me fez? Chamou-me bruxa, velha do c- [rima com baralho]! Odeio-te! Espero que morras!"

Ufa! A coisa não era para brincadeiras. Pus-me a imaginar se teria sido a filha da senhora a dizer tal coisa, ou uma vizinha, ou..., mas o meu palpite é que tenha sido a filha. Esclareço que não faço a mínima ideia de quem é a senhora, se tem filhos sequer, ou não, mas, pronto, sem qualquer fundamento imagino que tenha sido a filha!

De passagem

Ao ir para casa, passei por uma senhora sentada a falar ao telemóvel. Não parei nem abrandei, mas a senhora falava tão alto que comecei a ouvi-la antes de estar mesmo a passar por ela, tendo por isso ouvido esta parte da conversa:

"Sabes o que é que ela me fez? Chamou-me bruxa, velha do c- [rima com baralho]! Odeio-te! Espero que morras!"

Ufa! A coisa não era para brincadeiras. Pus-me a imaginar se teria sido a filha da senhora a dizer tal coisa, ou uma vizinha, ou..., mas o meu palpite é que tenha sido a filha. Esclareço que não faço a mínima ideia de quem é a senhora, se tem filhos sequer, ou não, mas, pronto, sem qualquer fundamento imagino que tenha sido a filha!

quarta-feira, 5 de março de 2014

I beg your pardon?

No domingo passado, de manhã, aproveitámos o facto da Vassoura não ter catequese e fomos visitar a Torre de Belém (entrada gratuita aos domingos até às 14h).

Havia fila à entrada, mas andava depressa. Visitámos o "rés-do-chão", a "cave" e o 1º andar. Não subimos à parte mais alta porque a fila que havia aí era muito grande e andava devagar - e além disso estava frio.

Resolvemos sair (ainda queríamos  - e fomos -) visitar o Museu dos Coches. Ao passarmos por uns estrangeiros que estavam na fila para entrar, uma senhora fez-me uma pergunta.

Lady [apontando para a Torre]: Is it good?
Eu:Yes - and it's free. [e segui o meu caminho]
Lady e amigos: It's free! Ahahah!

Aquela reação irritou-me incomodou-me deixou-me a pensar que razão os terá levado a rir naquele tom de gozo. Com a minha resposta, eu quis dizer que, mesmo que a Torre não fosse "grande coisa", como não tinham de pagar para entrar, não perdiam nada...  "Grátis" em inglês não é free? Será que pensaram que eu estava a querer dizer que a Torre estava livre (free, também), apesar de eles verem que estava cheia de gente? Nunca saberei. Mas penso que talvez tenham percebido o que quis dizer quando na bilheteira lhes perguntaram quantos eram e lhes deram os bilhetes a troco de zero euros...