sexta-feira, 15 de junho de 2018

Tag "Completando frases"

Mais uma tag, mais um desafio, mais umas respostas que vos permitem conhecer um pouco mais de mim (até se esquecerem do que leram, claro). Obrigada, Mariana, pela nomeação


 


Sou muito desorganizada. Por vezes faço um esforço tremendo por organizar as minhas coisas, para "depois, pôr sempre ali aquilo, e acolá a outra coisa, em vez de estar tudo misturado e difícil de encontrar". Mas acaba por ser em vão, porque o "aquilo" não vai sempre para "ali" e "a outra coisa" não vai sempre para "acolá". E o caos rapidamente se volta a instalar.


 


Não suporto o fumo do tabaco. É nojento. 


 


Eu nunca experimentei fumar ou comer caracóis. E não tenciono experimentar nenhuma das duas coisas, mas, se fosse uma questão de vida ou morte, escolheria comer caracóis. Nunca ouvi dizer que houvesse doenças associadas a comer caracóis, ou que tal "petisco" criasse dependência.


 


Eu já disse coisas que me arrependi de ter dito.


 


Quando era criança adorava o Natal. E ainda adoro.


 


Neste exato momento estou a escrever este post. Ou acham que ele apareceu escrito por mão alheia? Mas também estou a pensar que tenho de me despachar a escrevê-lo, porque estão ali [no chão e na mesa ao pé do sofá] umas coisas a olhar para mim com ar de carneiro mal morto e a pedir "Arruma-nos, limpa-nos, deita-nos fora, o que for preciso, mas tira-nos daqui!"


 


Eu morro de medo de conduzir. Tenho mesmo muito medo. E não é tão irracional quanto isso, já que, segundo me lembro, não tenho jeitinho nenhum para conduzir. 


 


Eu sempre gostei de jogar jogos de tabuleiro em família. Uma das melhores coisas de crescer com muitos irmãos é que era fácil haver quem quisesse jogar. 


 


Se eu pudesse acabava com a fome no mundo. E com a pobreza. Esta é uma resposta à Miss Mundo (e à Miss Mariana de costas pr'ó mar), mas é verdade. Também acabava com as guerras (o que, aliás, seria decisivo para acabar com a fome e com a pobreza). De um ponto de vista mais individual, se eu pudesse, comprava um T5 aqui no condomínio onde vivo. Não era preciso ir para longe.


 


Fico feliz quando a Magia se ri. É que qualquer pessoa se ri com mais do que a boca, mas a Magia ri-se com a cara toda, de uma maneira contagiante.


 


Se pudesse voltar no tempo, mudava algumas das coisas que fiz e disse.


 


Adoro conviver, com amigos ou família, sem ninguém estar preocupad@ com as horas, stress free moments.


 


Quero muito conseguir arrumar aquelas coisas que referi na frase do "Neste exato momento", antes da Magia acordar da sesta e, sobretudo, antes do Rogério chegar a casa...


 


Eu preciso de carinho, todos os dias. 


 


Não gosto de má educação. Nem nos meus filhos (infelizmente acontece), nem nos meus alunos (idem, aspas), nem em ninguém.


 


Parece que tenho de nomear alguém, mas não diz quantas pessoas... Como "três foi a conta que Deus fez", vou só nomear a Marquesa, a 3ª Face e a Happy.

Desafio das 52 semanas - semana 24

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Semana 24: Casais preferidos (filmes, séries, livros, etc).


Conforme me vêm à cabeça, não necessariamente os de que mais gosto primeiro:


Anne & Gilbert Blythe - da coleção "Anne of Green Gables", da L. M. Montgomery;


Jack & Rebecca Pearson - da série "This Is Us";


Elizabeth Bennet & Mr Darcy - do livro "Orgulho e Preconceito", da Jane Austen;


Maria & José - pais de Jesus;


Bruxa Mimi & Gato Rogério;


Avó & Avô Bruxos;


...


Foi mesmo esta a ordem em que me vieram à cabeça. Deu-me vontade de trocar a ordem a alguns dos casais, mas resisti!

2.º dia da sequência aniversariante familiar

Quem já segue o meu blogue há mais tempo (necessariamente há mais de um ano) é capaz de ter uma vaga ideia sobre o que é que estou a falar. O que é uma "sequência aniversariante familiar"? 


 


É uma sequência de dias em que alguém da minha família faz anos. 


 


Ontem, foi a Avó Gata.


 


Hoje, é a Alfazema, a minha afilhada mais nova e filha mais velha da minha irmã Margarida.


 


P A R A B É N S ! ! !


 


Uma dezena e meia de doçura e amabilidade.


A minha foto


 


(Para saber quem faz anos amanhã e depois, é preciso esperar que cada dia chegue.)