segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Best of #3: Conversa ao jantar

Publicado inicialmente em 9-10-2013:


 


Varinha: Quando eu crescer vou ter umas mamocas grandes.
Rogério: Tens de comer muito para teres mamocas grandes. Se não comeres, ficas com umas mamocas pequeninas.
Varinha: Então vou comer muito para ter mamocas grandes. Vão ser tão grandes que vão ocupar o espaço todo.


 


["best of" é o nome substituto para "repost"]

Best of #2: Uma troca compreensível... (?!?)

Publicado inicialmente em 23-9-2013:


 


Feitiço no bacio, antes de ir para a cama.

Eu: Já fizeste xixi?
Feitiço: Sim.
Eu: Queres fazer mais alguma coisa?
Feitiço: Não.
Eu: De certeza que não queres fazer cocó?
Feitiço: Não.
Eu: Nem punzinhos?
Feitiço, contente: Sim! Quero fazer pãezinhos para comer!


 


["best of" é o nome substituto para "repost"]

Best of #1: É dos carecas que ele fala mais

Para os leitores mais fiéis e antigos (poucos, mas bons, tipo a Mafalda), estes best of  [anteriormente chamados reposts] servirão como lembrança (se eu, que os escrevi, preciso muitas vezes de os reler para me lembrar dos episódios a que se referem, certamente os leitores tê-los-ão igualmente esquecido).


 


Para os leitores mais recentes (praticamente todos os que têm blogue no Sapo), os best of servirão de porta de acesso à história antiga deste blogue e, de certa maneira, da família desta Bruxa que vos escreve.


 


Para mim, servirão como pedido de desculpa por não escrever nada de novo, quando a preguiça ou a falta de tempo ou inspiração a isso me levarem.


 


Publicado inicialmente em 31-3-2013:


 


O Feitiço ultimamente tem mostrado muito interesse por carecas e termina muitas frases com "careca", independentemente da pessoa com quem está a falar e do que está a dizer. Por exemplo:

Eu: - Feitiço, diz "Até amanhã" às manas.
Feitiço: - Até amanhã, careca(s).

No outro dia, calhou estarmos todos na casa-de-banho quando o Feitiço, ao falar com uma das manas, terminou a frase com "careca". Nessa altura, o Rogério disse: "Só eu é que sou careca - olha [e mostrou o alto da cabeça, onde há realmente muito poucos cabelos]". O Feitiço percebeu a ideia, mas desde aí já repetiu "careca" sem "adequação capilar". E mesmo no caso do pai, eu já lhe disse várias vezes que "não é para chamar careca ao papá".

Hoje, a obsessão do Feitiço por carecas teve o seu momento mais glorioso, apesar de, felizmente, só eu (creio) ter dado por ele.

Estávamos na Igreja, na Eucaristia. Quando o Senhor Padre se aproximou do ambão, para a leitura do Evangelho, o Feitiço virou-se para mim e disse, num tom intrigado, mas discreto:

- Olha! Também é careca?!?

Eu respondi logo, baixinho, antes que ele aumentasse o volume e repetisse a pergunta:

- Sim, mas não é preciso dizeres.

Ele insistiu: - Perdeu muitos cabelos?!?

Eu: - Sim, mas ele já sabe disso, não é preciso dizeres.

E com esta consegui silenciar o Fã Nº1 de todos os carecas do mundo.


 


 


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