quinta-feira, 1 de março de 2018

Perguntas à moda do Trip (3.º conjunto)

1. Na altura da passagem para o euro, como moeda obrigatória, e tendo eu feito a escritura da minha casa no dia 4 desse mês (março de 2002), e começando obras na casa, logo a seguir, demorei um bocado a adaptar-me às duas realidades (euro + novas despesas)... Cheguei a ter saldo negativo, que rapidamente corrigi, passando a controlar melhor a entrada e a saída do dinheiro! 


 


2. Não.


 


3. Caju.


 


4. Com o máximo de tempo seguido que fiquei sem tomar banho, no inverno, em certo ano da minha adolescência. 


 


5. Quer dizer que se ele se saísse mal, era ele que saía, e não eu? Ou ele ia em representação dos dois? Não estou muito por dentro das regras do Master Chef... Acho que na primeira hipótese, seria justo ser eu a fazer a eliminatória, mas não sei se, estando realmente a participar no concurso, não aproveitaria para enviar o outro... Quem me garantia a mim que, se a situação fosse inversa, ele não me enviava a mim? Se fosse a segunda hipótese, acho que escolheria o que me parecesse ter mais hipóteses de superar a prova, para bem de ambos.


 


6. Tapar-me.


 


7. Comer uma bolacha, sabendo que não conseguiria comer só uma - o que se verificou. Montes de vezes.


 


8. Já contei isso num dos episódios do "How I met your father". A série começa aqui. O episódio sobre os amores da infância é o último da primeira temporada (ep. 12, se não me falha a memória).


 


9. Há muitas maneiras horríveis, não quero escolher uma. Ou melhor, quero escolher uma maneira de morrer: durante o sono, muito velhinha, rodeada por família e muito amor.


 


10. Uma semana, ou duas, foi o máximo.

How I met your father - Episode 16 - The tale I told

Season 2, episode 3 (ep. 15)


Kids,


 


No episódio da semana passada, ouvi a pergunta que há tempo gostaria de ter ouvido:


 


- Queres namorar comigo?


 


O único problema é que eu simpatizava com o B (o autor da pergunta), mas não estava apaixonada. No entanto, não descartava a hipótese de me vir a apaixonar, com o tempo, à medida que o fosse conhecendo melhor, pelo que foi isso que respondi. Ilustrei o que queria dizer com a história de um casal muito meu amigo:


 


"A M e o F conheceram-se na universidade, numa iniciativa de voluntariado em que ambos participaram. Tornaram-se amigos. Agum tempo depois, a M começou a desconfiar que o F gostava dela de uma maneira especial, o que a deixou desconfortável, porque não correspondia, mas não queria perder a sua amizade. Um dia, o F quis falar com ela sobre sentimentos. A M pensou que ele se ia declarar, mas falhou a previsão. O que o F tinha para lhe dizer era que tinha a sensação que ela gostava dele de uma maneira especial, mas que ele só gostava dela como amigo. Aliviada, a M contou-lhe o que tinha pensado, e que também só gostava dele como amiga. Continuaram a encontrar-se. Mais tarde, o F disse à M que já gostava dela mais do que como amigo, mas ela respondeu que continuava a sentir apenas amizade. Continuaram a encontrar-se. Mais tarde ainda, os sentimentos da M aprofundaram-se e ela disse isso ao F. Começaram a namorar e entretanto casaram."


 


A história que contei era verdadeira, e eu acreditava realmente que poderia passar-se algo parecido entre mim e o B. Claro que não tinha certezas nem garantias que tal fosse acontecer, mas, se o B concordasse, poderíamos continuar a sair juntos e logo se veria...


 


Ele aceitou a minha resposta. 


 


Season 2, episode 5 (ep. 17)

A Vassoura queria ser blogger

... ou pelo menos ter um blogue, como as primas. Eu não deixei, nem vou deixar, nos próximos tempos. Comentei isso com a minha irmã Margarida (mãe das princesas) e ela fez uma sugestão que eu partilhei com a Vassoura, que ficou entusiasmada.


 


A sugestão é muito simples: permitir que a Vassoura escreva textos neste blogue. Ainda não escreveu nenhum e não sei quando o fará, mas gostaria de saber a vossa opinião acerca de um pormenor: deverei fazer a revisão/correção dos textos da Vassoura, ou deixo-os tal como ela os escrever? Uma coisa é certa: os textos dela estarão sempre identificados como sendo da sua autoria.