domingo, 23 de novembro de 2014

Mastermind ou Código Secreto

Lembro-me de haver em casa dos meus pais dois jogos de Mastermind, um grande e um pequeno. Lembro-me de jogar neles e de gostar de o fazer. Não foi por isso difícil decidir comprar um jogo com o nome "Código Secreto" que mais não é que um Mastermind com outro nome.

Há alguns dias os meus filhos descobriram o "Código Secreto" e quiseram jogar.

A Vassoura aprendeu a jogar da forma normal, embora sem "repetidas".

A Varinha aprendeu a jogar da forma mais fácil, isto é, colocando-se a pontuação na posição correspondente (por exemplo, se a segunda peça a contar da esquerda tem a cor certa, no sítio certo, coloca-se um pino que significa "cor certa, no sítio certo" no segundo espaço a contar da esquerda).

O Feitiço é muito mais eficiente. Depois de eu colocar quatro peças no "código secreto", pede-me para as ver, "para adivinhar mais depressa". :-))

O código secreto que temos é igual a este.
O nosso não está à venda. Este está, no OLX. Se estiverem interessados...

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

De bestial a besta

É assim que eu sinto (vale o que vale!) que uns encarregados de educação me avaliam.

Se detetam um problema (ou algo que na perspetiva deles é um problema) e esse problema é resolvido, porque é que continuam a falar dele, semanas depois?

Estou irritada, irritadiça e outras palavras da família de "irritação".

E amanhã a Vassoura faz anos. Não quero estar assim.

De bestial a besta

É assim que eu sinto (vale o que vale!) que uns encarregados de educação me avaliam.

Se detetam um problema (ou algo que na perspetiva deles é um problema) e esse problema é resolvido, porque é que continuam a falar dele, semanas depois?

Estou irritada, irritadiça e outras palavras da família de "irritação".

E amanhã a Vassoura faz anos. Não quero estar assim.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

A minha profissão é das melhores do mundo #3

Digam-me se não tenho razão:

"É um marcador de livros."

"A profe[s]sora é linda. Assinado: Francisca
Profe[s]sora
Eu e a profe[s]sora"

A minha profissão é das melhores do mundo #3

Digam-me se não tenho razão:

"É um marcador de livros."

"A profe[s]sora é linda. Assinado: Francisca
Profe[s]sora
Eu e a profe[s]sora"

Uma boa notícia

No primeiro post que escrevi em setembro, a prestar contas sobre a minha ausência blogosférica (is there such a word?), uma das razões foi "andámos a limpar uma casa para pôr à venda. Espero ter boas notícias para breve!"

Em pouco tempo surgiram interessados em alugar, depois alguns interessados em comprar, mas que faziam ofertas muito baixas (o valor que pedíamos já era muito abaixo do que foi pago em 2002) e depois surgiu um casal muito simpático que soube dar valor aos pontos fortes da casa! Sabem aquela postura de só apontar os defeitos para ver se o valor desce? Não foram assim. Nós de facto baixámos o valor, mas antes de eles porem qualquer defeito, pois foi através da mediadora imobilária (aliás, já estávamos mentalizados que iríamos ter de baixar, atendendo às circunstâncias sócio-económicas atuais).

Como dizia, o tal casal não foi assim: o que estava mal, estava mal, mas, nas palavras deles, "pior não há de ficar, é normal que uma casa se vá degradando com o tempo" e o que estava bem, ou os pontos fortes da casa (localização, quintal com anexo) foram honestamente verbalizados. Eu e o Rogério gostámos mesmo deles (acho que eles também simpatizaram connosco) e ficámos animados com a perspetiva de serem eles a comprar a casa (e animados também por não ficarmos com a casa por vender durante muito tempo, claro!).

 Há dois meses fizemos o contrato de promessa de compra e venda.

Hoje foi a escritura!

Próximo passo (com calma): tentar encontrar uma casa maior para nós...

Uma boa notícia

No primeiro post que escrevi em setembro, a prestar contas sobre a minha ausência blogosférica (is there such a word?), uma das razões foi "andámos a limpar uma casa para pôr à venda. Espero ter boas notícias para breve!"

Em pouco tempo surgiram interessados em alugar, depois alguns interessados em comprar, mas que faziam ofertas muito baixas (o valor que pedíamos já era muito abaixo do que foi pago em 2002) e depois surgiu um casal muito simpático que soube dar valor aos pontos fortes da casa! Sabem aquela postura de só apontar os defeitos para ver se o valor desce? Não foram assim. Nós de facto baixámos o valor, mas antes de eles porem qualquer defeito, pois foi através da mediadora imobilária (aliás, já estávamos mentalizados que iríamos ter de baixar, atendendo às circunstâncias sócio-económicas atuais).

Como dizia, o tal casal não foi assim: o que estava mal, estava mal, mas, nas palavras deles, "pior não há de ficar, é normal que uma casa se vá degradando com o tempo" e o que estava bem, ou os pontos fortes da casa (localização, quintal com anexo) foram honestamente verbalizados. Eu e o Rogério gostámos mesmo deles (acho que eles também simpatizaram connosco) e ficámos animados com a perspetiva de serem eles a comprar a casa (e animados também por não ficarmos com a casa por vender durante muito tempo, claro!).

 Há dois meses fizemos o contrato de promessa de compra e venda.

Hoje foi a escritura!

Próximo passo (com calma): tentar encontrar uma casa maior para nós...

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Por esta resposta eu não esperava... mas gostei!

Parte de um diálogo entre mim e o Feitiço, esta noite.

Eu: És lindo. Eu amo-te.
Feitiço: Eu amo Jesus.
Eu: Que bom! Eu também amo Jesus!

E acreditem que me senti amada e nada negligenciada naquele "Eu amo Jesus" do Feitiço.

Por esta resposta eu não esperava... mas gostei!

Parte de um diálogo entre mim e o Feitiço, esta noite.

Eu: És lindo. Eu amo-te.
Feitiço: Eu amo Jesus.
Eu: Que bom! Eu também amo Jesus!

E acreditem que me senti amada e nada negligenciada naquele "Eu amo Jesus" do Feitiço.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Sonhos #31

Antes de casar eu morava sozinha, numa "alegre casinha, tão modesta como eu." Era "bom morar num rés do primeiro andar a contar vindo" da terra! [isto é, uma cave!]

Serviu este início quase musical para dizer que essa casa está vazia, à espera de ser vendida (temos compradores, mas as burocracias têm destas demoras).

Qual não foi o meu espanto, no sonho, ao chegar a minha casa e encontrá-la mobilada com os móveis de um dos meus irmãos. O rapaz, que é um ano e pouco mais velho do que eu, tinha tido que sair da casa dele e tinha simplesmente ocupado a minha casa, sem ai nem ui (não sei como conseguiu a chave!). Ainda por cima, eu tinha a escritura marcada para dali a uns dias.

Como se resolveu a situação, não sei, que o sonho acabou ali, no encontro e primeiras palavras de surpresa.

Sonhos #31

Antes de casar eu morava sozinha, numa "alegre casinha, tão modesta como eu." Era "bom morar num rés do primeiro andar a contar vindo" da terra! [isto é, uma cave!]

Serviu este início quase musical para dizer que essa casa está vazia, à espera de ser vendida (temos compradores, mas as burocracias têm destas demoras).

Qual não foi o meu espanto, no sonho, ao chegar a minha casa e encontrá-la mobilada com os móveis de um dos meus irmãos. O rapaz, que é um ano e pouco mais velho do que eu, tinha tido que sair da casa dele e tinha simplesmente ocupado a minha casa, sem ai nem ui (não sei como conseguiu a chave!). Ainda por cima, eu tinha a escritura marcada para dali a uns dias.

Como se resolveu a situação, não sei, que o sonho acabou ali, no encontro e primeiras palavras de surpresa.

domingo, 16 de novembro de 2014

Sonhos #30

No outro dia (de noite!) sonhei que chegava à "minha" sala de aula e ela estava de pantanas. Além disso, faltava-me uma estante branca que os meus pais me deram (aquilo que já não serve a uns, serve a outros, especialmente quando os outros são professores do 1º Ciclo do Ensino Básico e têm muita coisa para ocupar espaço)!

Se calhar este sonho surgiu porque eu luto constantemente por uma sala organizada e arrumada, mas ela nunca está como eu gostaria! Sou uma perfecionista com dificuldade em aceitar as suas limitações.

Sonhos #30

No outro dia (de noite!) sonhei que chegava à "minha" sala de aula e ela estava de pantanas. Além disso, faltava-me uma estante branca que os meus pais me deram (aquilo que já não serve a uns, serve a outros, especialmente quando os outros são professores do 1º Ciclo do Ensino Básico e têm muita coisa para ocupar espaço)!

Se calhar este sonho surgiu porque eu luto constantemente por uma sala organizada e arrumada, mas ela nunca está como eu gostaria! Sou uma perfecionista com dificuldade em aceitar as suas limitações.

sábado, 15 de novembro de 2014

Nem sempre as mães identificam os choros/vozes dos filhos!...

... ou pelo menos esta mãe que vos escreve sem sempre identifica! Este caricato mini-diálogo passou-se há algumas noites, entre mim e o Rogério, quando as crianças estavam nos quartos, já em silêncio (e muito provavelmente a dormir):

[choro/gemido/whatever!]
Eu: Era o Feitiço a chamar?
Rogério: Não, era uma ovelha* aqui no computador!

Ri-me da confusão que fiz, mas fiquei também a pensar que ando a perder capacidades!

*O Rogério não joga Farmville, mas joga outro jogo onde há ovelhas (e mil outras coisas!) e o som veio de lá.

Nem sempre as mães identificam os choros/vozes dos filhos!...

... ou pelo menos esta mãe que vos escreve sem sempre identifica! Este caricato mini-diálogo passou-se há algumas noites, entre mim e o Rogério, quando as crianças estavam nos quartos, já em silêncio (e muito provavelmente a dormir):

[choro/gemido/whatever!]
Eu: Era o Feitiço a chamar?
Rogério: Não, era uma ovelha* aqui no computador!

Ri-me da confusão que fiz, mas fiquei também a pensar que ando a perder capacidades!

*O Rogério não joga Farmville, mas joga outro jogo onde há ovelhas (e mil outras coisas!) e o som veio de lá.

Hora de rezar

Há dias (no fim de semana passado, acho), de manhã, a Varinha virou-se para mim e disse:

- Mamã, não rezámos!
Eu: Eu e o papá rezámos.
Varinha: Mas devíamos rezar todos juntos...

É que em família, até ao dia de hoje, só rezamos nas tardes de fim de semana e nas noites todas. Falta-nos obviamente a oração da manhã - e a Varinha deu por isso!

Hora de rezar

Há dias (no fim de semana passado, acho), de manhã, a Varinha virou-se para mim e disse:

- Mamã, não rezámos!
Eu: Eu e o papá rezámos.
Varinha: Mas devíamos rezar todos juntos...

É que em família, até ao dia de hoje, só rezamos nas tardes de fim de semana e nas noites todas. Falta-nos obviamente a oração da manhã - e a Varinha deu por isso!

domingo, 9 de novembro de 2014

Um convidado especial... todos os dias!

É engraçado como uma ideia que ouvimos nos pode passar ao lado, até determinado momento em que faz todo o sentido.

Aconteceu-me hoje. Num comentário ao post "Uma família de Caná... Nós?!? #2", a Carla escreveu:

"ser família de Caná é ter como convidado diário Jesus. Jesus na refeição, Jesus nos momentos de alegria, nas palavras mais azedas com as crianças e marido, etc.. Jesus foi convidado por uma família em Caná e hoje nós também o convidamos para nossa casa. Como todos os convidados, há momentos em que conversamos mais e outros menos, mas todos os dias o fazemos."

 Vou tentar recordar que tenho este Convidado ali, quando falo, quando ajo...

Um convidado especial... todos os dias!

É engraçado como uma ideia que ouvimos nos pode passar ao lado, até determinado momento em que faz todo o sentido.

Aconteceu-me hoje. Num comentário ao post "Uma família de Caná... Nós?!? #2", a Carla escreveu:

"ser família de Caná é ter como convidado diário Jesus. Jesus na refeição, Jesus nos momentos de alegria, nas palavras mais azedas com as crianças e marido, etc.. Jesus foi convidado por uma família em Caná e hoje nós também o convidamos para nossa casa. Como todos os convidados, há momentos em que conversamos mais e outros menos, mas todos os dias o fazemos."

 Vou tentar recordar que tenho este Convidado ali, quando falo, quando ajo...

sábado, 8 de novembro de 2014

Tempo

E na sequência da parte final do post anterior, aqui me confesso: estou tipo barata tonta a percorrer blogues a ver se encontro novos posts, para não me dedicar a trabalho que está pendente.

Mas entretanto reparei que o Rogério colocou o missal a jeito, no Canto de Oração, pelo que em breve ocuparei o meu tempo de outra maneira (melhor, acho eu)!

:-)

Tempo

E na sequência da parte final do post anterior, aqui me confesso: estou tipo barata tonta a percorrer blogues a ver se encontro novos posts, para não me dedicar a trabalho que está pendente.

Mas entretanto reparei que o Rogério colocou o missal a jeito, no Canto de Oração, pelo que em breve ocuparei o meu tempo de outra maneira (melhor, acho eu)!

:-)

"... quando não tiver muito trabalho..."

Disse-me um aluno esta semana:

Aluno: A professora pode fazer [já não sei o quê, relacionado com a escola e a turma, mas secundário] quando não tiver muito trabalho para fazer!

Desfiz-lhe a ilusão.

Eu: Mas eu tenho sempre muito trabalho para fazer!
Ele: Ah, tem?
Eu: Sim, sempre!

E é a mais pura das verdades. Dizer que utilizo sempre o meu tempo da melhor forma é que não posso dizer!

"... quando não tiver muito trabalho..."

Disse-me um aluno esta semana:

Aluno: A professora pode fazer [já não sei o quê, relacionado com a escola e a turma, mas secundário] quando não tiver muito trabalho para fazer!

Desfiz-lhe a ilusão.

Eu: Mas eu tenho sempre muito trabalho para fazer!
Ele: Ah, tem?
Eu: Sim, sempre!

E é a mais pura das verdades. Dizer que utilizo sempre o meu tempo da melhor forma é que não posso dizer!

"Não é engraçado...?"

Encontrei este post num blogue que visito de vez em quando. Não é da autoria da blogger, é de um padre que ela conhece, e foi escrito em maio de 2000*. Mas leiam e digam-me se não é (tantas vezes) atual...

http://littlepregnancy.blogspot.pt/2014/09/escrito-ha-14-anos-mas-tao-atual.html

*Ele deve ter referido escudos, pois duvido que usasse a moeda futura (o euro começou a ser a moeda principal em março de 2002, embora já circulasse um tempo antes) para passar a mensagem.

"Não é engraçado...?"

Encontrei este post num blogue que visito de vez em quando. Não é da autoria da blogger, é de um padre que ela conhece, e foi escrito em maio de 2000*. Mas leiam e digam-me se não é (tantas vezes) atual...

http://littlepregnancy.blogspot.pt/2014/09/escrito-ha-14-anos-mas-tao-atual.html

*Ele deve ter referido escudos, pois duvido que usasse a moeda futura (o euro começou a ser a moeda principal em março de 2002, embora já circulasse um tempo antes) para passar a mensagem.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Uma Família de Caná - palavra de Gato

A propósito dos posts (primeiro e segundo) sobre sermos ou não uma Família de Caná, o Rogério deu o seu parecer, enriquecendo este blogue com um comentário (é a segunda vez, talvez terceira, que o faz, por isso há que dar o devido valor!):

Querida Mimi,
Eu até achei bem, e simpático, que a Teresa tenha posto lá o link para o teu blog. Acho que nós temos feito um esforço para pôr em prática o que aprendemos com as Famílias de Caná. É certo que ainda nos falta muito, mas parece-me que o título do post é um pouco injusto para a Teresa.
Beijinhos,
Gato Rogério

Há pouco disse-me também que o meu post número dois não estava totalmente correto. Aí apanhou-me de surpresa: eu escrevi tentando ser o mais verdadeira possível - onde fora que me enganara?

Pois não era que ele tinha razão? No único ponto onde eu disse que já cumpríamos (o 3), o Rogério lembrou que nós, em família, continuamos a rezar num dos quartos das crianças (quase sempre o delas) durante a semana, à noite. E realmente o ponto três diz que as Famílias de Caná têm um Canto de Oração e é nele que rezam todos os dias.

Todos juntos, só ao fim de semana rezamos junto ao Canto de Oração. O Rogério e eu é que rezamos o terço (quando rezamos, que tem sido quase todos os dias) sempre lá.

Uma Família de Caná - palavra de Gato

A propósito dos posts (primeiro e segundo) sobre sermos ou não uma Família de Caná, o Rogério deu o seu parecer, enriquecendo este blogue com um comentário (é a segunda vez, talvez terceira, que o faz, por isso há que dar o devido valor!):

Querida Mimi,
Eu até achei bem, e simpático, que a Teresa tenha posto lá o link para o teu blog. Acho que nós temos feito um esforço para pôr em prática o que aprendemos com as Famílias de Caná. É certo que ainda nos falta muito, mas parece-me que o título do post é um pouco injusto para a Teresa.
Beijinhos,
Gato Rogério

Há pouco disse-me também que o meu post número dois não estava totalmente correto. Aí apanhou-me de surpresa: eu escrevi tentando ser o mais verdadeira possível - onde fora que me enganara?

Pois não era que ele tinha razão? No único ponto onde eu disse que já cumpríamos (o 3), o Rogério lembrou que nós, em família, continuamos a rezar num dos quartos das crianças (quase sempre o delas) durante a semana, à noite. E realmente o ponto três diz que as Famílias de Caná têm um Canto de Oração e é nele que rezam todos os dias.

Todos juntos, só ao fim de semana rezamos junto ao Canto de Oração. O Rogério e eu é que rezamos o terço (quando rezamos, que tem sido quase todos os dias) sempre lá.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Sim, sou uma mãe babada...

... e gosto de o ser! Por esta razão é que de vez em quando publico algumas das obras artísticas dos meus filhos. Hoje são desenhos, um de cada.

Desenhado a lápis pelo Feitiço, passado a caneta e pintado pela Varinha.

Obra da Varinha. Lindo!

Obra da Vassoura (não é das suas melhores).

Sim, sou uma mãe babada...

... e gosto de o ser! Por esta razão é que de vez em quando publico algumas das obras artísticas dos meus filhos. Hoje são desenhos, um de cada.

Desenhado a lápis pelo Feitiço, passado a caneta e pintado pela Varinha.

Obra da Varinha. Lindo!

Obra da Vassoura (não é das suas melhores).

Uma família de Caná?... Nós?!? #2

Eis a continuação deste post, ou, por outras palavras, a reflexão nele "prometida".

Para começar, há que contextualizar. Retirei o texto que se segue do post "Família de Caná", do blogue amigo e de referência (para mim e para muita gente): "Uma Família Católica".

"FAMÍLIA DE CANÁ 


As Bodas de Caná

“Ao terceiro dia, celebrava-se uma boda em Caná da Galileia e a Mãe de Jesus estava lá. Jesus e os seus discípulos também foram convidados para a boda” (Jo 2, 1-2)
Não sabemos os nomes dos noivos que celebraram esta boda inesquecível em Caná da Galileia, mas sabemos que eram amigos de Jesus e de Maria. Talvez tivessem brincado com Jesus quando eram crianças ou frequentado a mesma sinagoga; talvez tivessem sido vizinhos. Não sabemos os seus nomes, porque hoje eles podem ser cada um de nós: somos Família de Caná sempre que convidamos Jesus e sua Mãe para a nossa festa!

Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná

Nas Bodas de Caná, Maria antecipou a hora de Jesus; mas antecipou também a sua hora como Aquela que intercede por nós junto de Deus. A Mãe de Caná é assim, nos Evangelhos, a imagem mais perfeita da Senhora Auxiliadora dos cristãos.
As Famílias de Caná nasceram à sombra do Santuário de Nossa Senhora Auxiliadora, em Mogofores, e têm na Mãe de Caná a sua Rainha.

Famílias de Caná

Ser Família de Caná é um estilo de vida, uma forma particular de ser família na grande família da Igreja Católica.
A Família de Caná nasce das raízes hebraicas da fé cristã e cresce no jardim de Nossa Senhora. Como toda a árvore, conhece-se pelos frutos (cf. Mt 12, 33). O fruto distintivo da família cristã é o amor. Diziam os pagãos ao falarem dos primeiros cristãos, segundo Tertuliano: “Vede como eles se amam!” E assim deve continuar a ser hoje.

No Judaísmo, a fé vive-se e celebra-se primeiramente em família. “Eu e a minha família serviremos o Senhor” (Jos 24, 15) proclamou Josué ao chegar a Canaã. As Famílias de Caná querem ser Igrejas Domésticas, pequenos oásis de fé cristã verdadeiramente vivida e celebrada, onde educar seja desafiar para a santidade e crescer seja uma aventura rumo ao Céu.

As cinco pedrinhas de David

Como se faz isso? Propomos “cinco pedrinhas”, tantas quantas David recolheu no leito do rio para com elas vencer o gigante Golias (Cf  1Sam 17):

1 – Consagração a Nossa Senhora
A Família de Caná começa o dia com a sua consagração a Maria, nossa Mãe e Rainha.

Invocação
“Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná, 
ensina-nos a fazer tudo o que Jesus nos disser!”

Consagração
“Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná, 
Consagramos-te hoje e sempre a nossa família.
Confiamos na tua intercessão de mãe, 
Para que o vinho da fé, da esperança e do amor
Nunca acabe em nossa casa.
Faz de nós servos do Senhor, como tu, 
E ensina-nos a fazer 
Tudo o que Jesus nos disser.
Ámen!”

2 – Vida sacramental
A Família de Caná procura encontrar-se com Jesus através dos sacramentos: o matrimónio, fundador da família; o baptismo dos filhos; a eucaristia dominical e a adoração eucarística frequente; a confissão mensal; a unção dos doentes sempre que necessária.

3 – O canto de oração
A Família de Caná constrói em casa um lugar para a oração e aí se reúne uma vez por dia, em clima de alegria, simplicidade e disponibilidade para fazer o que Jesus disser.

4 – O Rosário e a Bíblia
Como na casa de Nazaré, a Família de Caná conta as histórias da Bíblia e medita nos mistérios da vida de Jesus, na companhia de Maria, para com Ela aprender a fazer o que Jesus disser.
O “Shemá”, aperfeiçoado por Jesus, marca o início e o fim de cada dia:

Shemá

“Escuta Israel
O Senhor nosso Deus é o único Senhor.
Amarás o Senhor com todo o teu coração
Com toda a tua alma e com todas as tuas forças
E amarás o próximo como a ti mesmo. 
Faz isto e serás feliz.
Ámen!” (Lc 10, 27-28)

5 – Visitação

Como Maria em casa de Isabel, em Nazaré, em Caná e em Jerusalém, a Família de Caná “visita” o seu próximo, servindo-o com amor e levando-lhe Jesus.

Compromisso

Ser Família de Caná é um compromisso familiar do cristão, sem qualquer acto público ou distintivo exterior. As Famílias de Caná devem procurar viver a sua fé nas paróquias onde vivem, estando disponíveis para fazer tudo o que Jesus disser.
Para as auxiliar nesta caminhada de santidade, ser-lhes-ão propostos retiros e encontros, e todos os primeiros sábados receberão via correio electrónico uma curta meditação."

REFLEXÃO...

Pensando nas Cinco Pedrinhas, vejo que:

1 - Na nossa família fazemos a consagração a Nossa Senhora (rezamos com outra oração) mas, em família, fazemo-lo apenas à noite, e não no arranque do dia. De manhã, só eu e o Rogério a rezamos.

2 - Nunca fizemos a adoração eucarística em família e, eu pelo menos, só a faço muito poucas vezes ao ano - longe, muito longe, de ser uma prática frequente. Confissão mensal? Nem por isso, embora a frequência tenha vindo - muito lentamente - a aumentar, ou seja, os intervalos entre confissões a diminuir (falo por mim). O Rogério sabe de si. Da Vassoura sei que se confessou duas vezes.
Isto tudo para dizer que não temos o hábito de nos organizarmos em família para irmos ao Sacramento da Reconciliação todos juntos. Acho que há aquela parte dos escrúpulos: "Então eu vou dizer a alguém que tem de se confessar? Vou marcar (impor) um dia para isso? Parece pouco ético, pouco cristão. Ao fazer isto não estou a julgar aquela pessoa - neste caso o(s) meu(s) familiar(es)?" Bem, para estas questões há uma resposta simples: "O justo peca sete vezes ao dia.", logo, todos pecamos... Marcar um dia é equivalente a mandar as crianças arrumar o quarto - se eu esperasse que elas se decidissem, mais valia esperar sentada!

3 - OK, esta já está! (Ver aqui.)

4 - Tentamos, eu e o Rogério, rezar o terço todos os dias (nem sempre o fazemos). Em família, só rezamos ao fim de semana.

5 - Não me parece que estejamos ao serviço, neste sentido. Ponto.

CONCLUSÃO...

Por estas razões, acho que a Teresa Power se precipitou, de facto. Nós (ainda) não somos uma Família de Caná. Mas somos talvez uma Família de Caná em construção...

Antes de eu publicar este post, a Teresa deixou comentários no post anterior, que decidi incluir neste:

Olha lá, Bruxa Mimi, quem arrasta pianos de 300kg por causa de um Canto de Oração, chama-se o quê?

e

pode-se ser Família de Caná e nem sequer o saber, como é o caso da Bruxa Mimi...

:-)

Mas ela também escreveu:

As Famílias de Caná (...) têm cinco pontos muito concretos de vida de fé, as Cinco Pedrinhas (...) 

... e é por isso que mantenho a minha conclusão. (Apesar de ter escrito que me rendia, Teresa!)

Para terminar este post que já vai muuuuito longo, volto a citar o post da Teresa, que na sua parte final inclui um convite:

"Quem quiser experimentar esta forma de ser Igreja poderá contactar a Família Power, enviando um e-mail para ntpower@sapo.pt, dirigido a Teresa Power e tendo como Assunto “Famílias de Caná”."

Uma família de Caná?... Nós?!? #2

Eis a continuação deste post, ou, por outras palavras, a reflexão nele "prometida".

Para começar, há que contextualizar. Retirei o texto que se segue do post "Família de Caná", do blogue amigo e de referência (para mim e para muita gente): "Uma Família Católica".

"FAMÍLIA DE CANÁ 


As Bodas de Caná

“Ao terceiro dia, celebrava-se uma boda em Caná da Galileia e a Mãe de Jesus estava lá. Jesus e os seus discípulos também foram convidados para a boda” (Jo 2, 1-2)
Não sabemos os nomes dos noivos que celebraram esta boda inesquecível em Caná da Galileia, mas sabemos que eram amigos de Jesus e de Maria. Talvez tivessem brincado com Jesus quando eram crianças ou frequentado a mesma sinagoga; talvez tivessem sido vizinhos. Não sabemos os seus nomes, porque hoje eles podem ser cada um de nós: somos Família de Caná sempre que convidamos Jesus e sua Mãe para a nossa festa!

Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná

Nas Bodas de Caná, Maria antecipou a hora de Jesus; mas antecipou também a sua hora como Aquela que intercede por nós junto de Deus. A Mãe de Caná é assim, nos Evangelhos, a imagem mais perfeita da Senhora Auxiliadora dos cristãos.
As Famílias de Caná nasceram à sombra do Santuário de Nossa Senhora Auxiliadora, em Mogofores, e têm na Mãe de Caná a sua Rainha.

Famílias de Caná

Ser Família de Caná é um estilo de vida, uma forma particular de ser família na grande família da Igreja Católica.
A Família de Caná nasce das raízes hebraicas da fé cristã e cresce no jardim de Nossa Senhora. Como toda a árvore, conhece-se pelos frutos (cf. Mt 12, 33). O fruto distintivo da família cristã é o amor. Diziam os pagãos ao falarem dos primeiros cristãos, segundo Tertuliano: “Vede como eles se amam!” E assim deve continuar a ser hoje.

No Judaísmo, a fé vive-se e celebra-se primeiramente em família. “Eu e a minha família serviremos o Senhor” (Jos 24, 15) proclamou Josué ao chegar a Canaã. As Famílias de Caná querem ser Igrejas Domésticas, pequenos oásis de fé cristã verdadeiramente vivida e celebrada, onde educar seja desafiar para a santidade e crescer seja uma aventura rumo ao Céu.

As cinco pedrinhas de David

Como se faz isso? Propomos “cinco pedrinhas”, tantas quantas David recolheu no leito do rio para com elas vencer o gigante Golias (Cf  1Sam 17):

1 – Consagração a Nossa Senhora
A Família de Caná começa o dia com a sua consagração a Maria, nossa Mãe e Rainha.

Invocação
“Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná, 
ensina-nos a fazer tudo o que Jesus nos disser!”

Consagração
“Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná, 
Consagramos-te hoje e sempre a nossa família.
Confiamos na tua intercessão de mãe, 
Para que o vinho da fé, da esperança e do amor
Nunca acabe em nossa casa.
Faz de nós servos do Senhor, como tu, 
E ensina-nos a fazer 
Tudo o que Jesus nos disser.
Ámen!”

2 – Vida sacramental
A Família de Caná procura encontrar-se com Jesus através dos sacramentos: o matrimónio, fundador da família; o baptismo dos filhos; a eucaristia dominical e a adoração eucarística frequente; a confissão mensal; a unção dos doentes sempre que necessária.

3 – O canto de oração
A Família de Caná constrói em casa um lugar para a oração e aí se reúne uma vez por dia, em clima de alegria, simplicidade e disponibilidade para fazer o que Jesus disser.

4 – O Rosário e a Bíblia
Como na casa de Nazaré, a Família de Caná conta as histórias da Bíblia e medita nos mistérios da vida de Jesus, na companhia de Maria, para com Ela aprender a fazer o que Jesus disser.
O “Shemá”, aperfeiçoado por Jesus, marca o início e o fim de cada dia:

Shemá

“Escuta Israel
O Senhor nosso Deus é o único Senhor.
Amarás o Senhor com todo o teu coração
Com toda a tua alma e com todas as tuas forças
E amarás o próximo como a ti mesmo. 
Faz isto e serás feliz.
Ámen!” (Lc 10, 27-28)

5 – Visitação

Como Maria em casa de Isabel, em Nazaré, em Caná e em Jerusalém, a Família de Caná “visita” o seu próximo, servindo-o com amor e levando-lhe Jesus.

Compromisso

Ser Família de Caná é um compromisso familiar do cristão, sem qualquer acto público ou distintivo exterior. As Famílias de Caná devem procurar viver a sua fé nas paróquias onde vivem, estando disponíveis para fazer tudo o que Jesus disser.
Para as auxiliar nesta caminhada de santidade, ser-lhes-ão propostos retiros e encontros, e todos os primeiros sábados receberão via correio electrónico uma curta meditação."

REFLEXÃO...

Pensando nas Cinco Pedrinhas, vejo que:

1 - Na nossa família fazemos a consagração a Nossa Senhora (rezamos com outra oração) mas, em família, fazemo-lo apenas à noite, e não no arranque do dia. De manhã, só eu e o Rogério a rezamos.

2 - Nunca fizemos a adoração eucarística em família e, eu pelo menos, só a faço muito poucas vezes ao ano - longe, muito longe, de ser uma prática frequente. Confissão mensal? Nem por isso, embora a frequência tenha vindo - muito lentamente - a aumentar, ou seja, os intervalos entre confissões a diminuir (falo por mim). O Rogério sabe de si. Da Vassoura sei que se confessou duas vezes.
Isto tudo para dizer que não temos o hábito de nos organizarmos em família para irmos ao Sacramento da Reconciliação todos juntos. Acho que há aquela parte dos escrúpulos: "Então eu vou dizer a alguém que tem de se confessar? Vou marcar (impor) um dia para isso? Parece pouco ético, pouco cristão. Ao fazer isto não estou a julgar aquela pessoa - neste caso o(s) meu(s) familiar(es)?" Bem, para estas questões há uma resposta simples: "O justo peca sete vezes ao dia.", logo, todos pecamos... Marcar um dia é equivalente a mandar as crianças arrumar o quarto - se eu esperasse que elas se decidissem, mais valia esperar sentada!

3 - OK, esta já está! (Ver aqui.)

4 - Tentamos, eu e o Rogério, rezar o terço todos os dias (nem sempre o fazemos). Em família, só rezamos ao fim de semana.

5 - Não me parece que estejamos ao serviço, neste sentido. Ponto.

CONCLUSÃO...

Por estas razões, acho que a Teresa Power se precipitou, de facto. Nós (ainda) não somos uma Família de Caná. Mas somos talvez uma Família de Caná em construção...

Antes de eu publicar este post, a Teresa deixou comentários no post anterior, que decidi incluir neste:

Olha lá, Bruxa Mimi, quem arrasta pianos de 300kg por causa de um Canto de Oração, chama-se o quê?

e

pode-se ser Família de Caná e nem sequer o saber, como é o caso da Bruxa Mimi...

:-)

Mas ela também escreveu:

As Famílias de Caná (...) têm cinco pontos muito concretos de vida de fé, as Cinco Pedrinhas (...) 

... e é por isso que mantenho a minha conclusão. (Apesar de ter escrito que me rendia, Teresa!)

Para terminar este post que já vai muuuuito longo, volto a citar o post da Teresa, que na sua parte final inclui um convite:

"Quem quiser experimentar esta forma de ser Igreja poderá contactar a Família Power, enviando um e-mail para ntpower@sapo.pt, dirigido a Teresa Power e tendo como Assunto “Famílias de Caná”."

domingo, 2 de novembro de 2014

Uma família de Caná... Nós?!?

Rogério: Só hoje descobri que a Teresa Power, lá no blogue, do lado direito, ...

Adivinhei o que viria a seguir:

Rogério: ... onde tem os blogues de outras Famílias de Caná, pôs o "Alheia"!
Eu: Ai, pôs? Não tinha reparado!
Rogério: Não tinhas visto?
Eu: Não! [e não tinha mesmo!]
Esta imagem é só para quem não foi lá ver...

Fiquei a pensar nisto... Poderemos nós considerar-nos uma Família de Caná? Não se terá a Teresa precipitado?

Noutro post refletirei mais sobre esta questão (resta saber quando conseguirei escrever o post).

Uma família de Caná... Nós?!?

Rogério: Só hoje descobri que a Teresa Power, lá no blogue, do lado direito, ...

Adivinhei o que viria a seguir:

Rogério: ... onde tem os blogues de outras Famílias de Caná, pôs o "Alheia"!
Eu: Ai, pôs? Não tinha reparado!
Rogério: Não tinhas visto?
Eu: Não! [e não tinha mesmo!]
Esta imagem é só para quem não foi lá ver...

Fiquei a pensar nisto... Poderemos nós considerar-nos uma Família de Caná? Não se terá a Teresa precipitado?

Noutro post refletirei mais sobre esta questão (resta saber quando conseguirei escrever o post).

Deslocar um piano...

... não é tão fácil como possam pensar!

Precisámos de deslocar o piano alguns centímetros para a esquerda para termos espaço para o nosso canto de oração, como contei aqui.

À custa disto, até fizemos uma amolgadela na parede. Sabem, é que o piano  pesa 300 kg...

Para aliviar um pouco o peso (já depois de termos causado a amolgadela), retirámos duas tábuas do piano. Ficou assim, com as "entranhas" à mostra:


No fim, valeu a pena. E isso é que importa.

Deslocar um piano...

... não é tão fácil como possam pensar!

Precisámos de deslocar o piano alguns centímetros para a esquerda para termos espaço para o nosso canto de oração, como contei aqui.

À custa disto, até fizemos uma amolgadela na parede. Sabem, é que o piano  pesa 300 kg...

Para aliviar um pouco o peso (já depois de termos causado a amolgadela), retirámos duas tábuas do piano. Ficou assim, com as "entranhas" à mostra:


No fim, valeu a pena. E isso é que importa.

sábado, 1 de novembro de 2014

Depois de três posts que demoraram imenso tempo a escrever*...

... está mais que na hora de me ausentar. Tenho trabalho mesmo urgente para fazer (para além do almoço para comer)!

Voltarei quando puder...

*Demoraram mesmo, apesar de não serem propriamente de grande qualidade!

Depois de três posts que demoraram imenso tempo a escrever*...

... está mais que na hora de me ausentar. Tenho trabalho mesmo urgente para fazer (para além do almoço para comer)!

Voltarei quando puder...

*Demoraram mesmo, apesar de não serem propriamente de grande qualidade!

O nosso Canto de Oração

Diria que o principal "canto de oração" é o "portátil" que todos temos: o nosso coração, mas um canto de oração físico pode ajudar a ter presente a oração em família, tal como a mesa de jantar ajuda a ter presente a refeição familiar (vários estômagos a dar horas também ajudam a lembrar, claro!).

Desde que vi alguns posts sobre os cantos de oração de algumas Famílias de Caná, fiquei a pensar que também deveríamos ter um, mas não foi fácil concretizar. Um passo importante foi irmos ao Retiro das Famílias de Caná, porque ficámos - eu e o Rogério - a pensar em como poderíamos fazer para ter um Canto de oração.

O Rogério lembrou-se que havia um oratório na casa que era dos avós paternos. Confesso que um oratório não era bem o que eu tinha pensado, porque associava um oratório a pessoas idosas. Preconceito estúpido, certamente. Um oratório convida a orar, tal como o nome indica - então pode convidar pessoas de qualquer idade! Mas não disse que não a essa sugestão, já que não descortinava outra melhor, especialmente em termos de espaço (na verdade, lembrei-me de uma hipótese, mas era radical e não foi aprovada pelo Rogério).

Há duas semanas o pai do Gato trouxe o oratório, para vermos se nos interessava ou não. Decidimos aceitar a oferta, mas não quisemos as imagens que antes lá estavam. Cá em casa já tínhamos com que ocupar o oratório.

Surgiu um problema: onde colocar o oratório. Em cima da cómoda do nosso quarto ficaria altíssimo para as crianças. Decidimos que ficaria na sala, ao lado do piano, mas onde? No chão não era boa ideia!

Na semana passada o pai do Rogério foi novamente o fornecedor da solução: uma mesinha de cabeceira (acho) que (segundo percebi) era precisamente onde estava (ou tinha estado em tempos) o oratório em casa dos avós do Rogério.

Para o oratório não ficar à frente da porta da sala (da porta que normalmente está fechada, já que temos porta dupla), tivemos de empurrar o piano para a esquerda (depois conto noutro post).

Com o oratório (estrutura) no sítio que queríamos, faltava preencher o interior. Tínhamos bastante por onde escolher, mas também algumas limitações: os suportes não são muito grandes e quando nos apoiamos no oratório, ele abana um pouco (não nos põe em perigo, mas poderia pôr em perigo alguma imagem em material frágil, se caísse ao chão - e nós temos em casa um Feitiço, sabem?). Por isso, as escolhas foram as que se podem ver na fotografia:

A Sagrada Família foi feita em JumpingClay.

O oratório tem uma gaveta por baixo onde colocámos os nossos terços.

A mesa tem uma prateleira e uma gaveta. Na prateleira colocámos alguns dos livros para crianças que estão relacionados com histórias da Bíblia ou com a oração. Também lá estão os livros "Os Mistérios da Fé" (volumes 1 e 2 - ainda não temos o nº 3).


O resultado final foi este:


Esteticamente, este conjunto não tem nada a ver com a mobília da sala, mas como está ao lado do piano, que também é escuro, não fica mal. A JumpingClay dá um toque juvenil e um bocadinho de cor ao nosso Canto de Oração, que já foi onde rezámos durante a semana que passou.

O nosso Canto de Oração

Diria que o principal "canto de oração" é o "portátil" que todos temos: o nosso coração, mas um canto de oração físico pode ajudar a ter presente a oração em família, tal como a mesa de jantar ajuda a ter presente a refeição familiar (vários estômagos a dar horas também ajudam a lembrar, claro!).

Desde que vi alguns posts sobre os cantos de oração de algumas Famílias de Caná, fiquei a pensar que também deveríamos ter um, mas não foi fácil concretizar. Um passo importante foi irmos ao Retiro das Famílias de Caná, porque ficámos - eu e o Rogério - a pensar em como poderíamos fazer para ter um Canto de oração.

O Rogério lembrou-se que havia um oratório na casa que era dos avós paternos. Confesso que um oratório não era bem o que eu tinha pensado, porque associava um oratório a pessoas idosas. Preconceito estúpido, certamente. Um oratório convida a orar, tal como o nome indica - então pode convidar pessoas de qualquer idade! Mas não disse que não a essa sugestão, já que não descortinava outra melhor, especialmente em termos de espaço (na verdade, lembrei-me de uma hipótese, mas era radical e não foi aprovada pelo Rogério).

Há duas semanas o pai do Gato trouxe o oratório, para vermos se nos interessava ou não. Decidimos aceitar a oferta, mas não quisemos as imagens que antes lá estavam. Cá em casa já tínhamos com que ocupar o oratório.

Surgiu um problema: onde colocar o oratório. Em cima da cómoda do nosso quarto ficaria altíssimo para as crianças. Decidimos que ficaria na sala, ao lado do piano, mas onde? No chão não era boa ideia!

Na semana passada o pai do Rogério foi novamente o fornecedor da solução: uma mesinha de cabeceira (acho) que (segundo percebi) era precisamente onde estava (ou tinha estado em tempos) o oratório em casa dos avós do Rogério.

Para o oratório não ficar à frente da porta da sala (da porta que normalmente está fechada, já que temos porta dupla), tivemos de empurrar o piano para a esquerda (depois conto noutro post).

Com o oratório (estrutura) no sítio que queríamos, faltava preencher o interior. Tínhamos bastante por onde escolher, mas também algumas limitações: os suportes não são muito grandes e quando nos apoiamos no oratório, ele abana um pouco (não nos põe em perigo, mas poderia pôr em perigo alguma imagem em material frágil, se caísse ao chão - e nós temos em casa um Feitiço, sabem?). Por isso, as escolhas foram as que se podem ver na fotografia:

A Sagrada Família foi feita em JumpingClay.

O oratório tem uma gaveta por baixo onde colocámos os nossos terços.

A mesa tem uma prateleira e uma gaveta. Na prateleira colocámos alguns dos livros para crianças que estão relacionados com histórias da Bíblia ou com a oração. Também lá estão os livros "Os Mistérios da Fé" (volumes 1 e 2 - ainda não temos o nº 3).


O resultado final foi este:


Esteticamente, este conjunto não tem nada a ver com a mobília da sala, mas como está ao lado do piano, que também é escuro, não fica mal. A JumpingClay dá um toque juvenil e um bocadinho de cor ao nosso Canto de Oração, que já foi onde rezámos durante a semana que passou.

Faz hoje dez anos...

... que eu e o Rogério começámos a namorar. Espero que nunca acabemos!

Ontem ao almoço comentei este facto. Respondeu uma colega:

- Então mas não passaste a festejar o outro dia [o do casamento]? Ou festejas os dois?

Eu: Quem é que falou em festejar? Eu só disse que amanhã faz 10 anos que começámos a namorar...

Mas a vocês digo-vos como é que vamos "festejar": como noutro sábado em que tenho muito trabalho para fazer (quantos mais posts publico, mais trabalho estou a adiar), com a diferença que, por ser Dia de Todos os Santos, vamos à Missa.

Faz hoje dez anos...

... que eu e o Rogério começámos a namorar. Espero que nunca acabemos!

Ontem ao almoço comentei este facto. Respondeu uma colega:

- Então mas não passaste a festejar o outro dia [o do casamento]? Ou festejas os dois?

Eu: Quem é que falou em festejar? Eu só disse que amanhã faz 10 anos que começámos a namorar...

Mas a vocês digo-vos como é que vamos "festejar": como noutro sábado em que tenho muito trabalho para fazer (quantos mais posts publico, mais trabalho estou a adiar), com a diferença que, por ser Dia de Todos os Santos, vamos à Missa.

Sou uma sortuda!...

Estava eu a ler um texto no jornal i, sugerido pela Teresa Power neste post sobre planeamento familiar, quando me aparece esta fantástica oportunidade de ganhar "um mini ou até 20.000 euros".


Já ontem na minha escola fui a visitante 1 milhão quando entrei num computador muito dado a "dar prémios" (digo que é o computador porque estava na página do meu agrupamento de escolas e quando estou nessa página, em casa, ou noutro computador da escola, não tenho tantas "ofertas").

Digam lá que não sou sortuda...

Detesto estas caixas irritantes! (Na imagem está tudo parado, claro, mas toda a gente sabe que este tipo de caixa pisca sem parar, além de que carregar em "fechar" ou em "OK" / "Clique aqui" tem exatamente o mesmo efeito - que é ir parar à "página-mãe".)

Sou uma sortuda!...

Estava eu a ler um texto no jornal i, sugerido pela Teresa Power neste post sobre planeamento familiar, quando me aparece esta fantástica oportunidade de ganhar "um mini ou até 20.000 euros".


Já ontem na minha escola fui a visitante 1 milhão quando entrei num computador muito dado a "dar prémios" (digo que é o computador porque estava na página do meu agrupamento de escolas e quando estou nessa página, em casa, ou noutro computador da escola, não tenho tantas "ofertas").

Digam lá que não sou sortuda...

Detesto estas caixas irritantes! (Na imagem está tudo parado, claro, mas toda a gente sabe que este tipo de caixa pisca sem parar, além de que carregar em "fechar" ou em "OK" / "Clique aqui" tem exatamente o mesmo efeito - que é ir parar à "página-mãe".)

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Sobre a obediência

Tenho umas novidades para contar / mostrar (nada do que algumas pessoas ficaram logo a pensar com a palavra "novidade"), mas este post é simplesmente a divulgação de um post que acho que vale muito a pena a ler (que é, na verdade, o que eu acho de todos os posts d'«Uma Família Católica»).

Sobre a obediência

Tenho umas novidades para contar / mostrar (nada do que algumas pessoas ficaram logo a pensar com a palavra "novidade"), mas este post é simplesmente a divulgação de um post que acho que vale muito a pena a ler (que é, na verdade, o que eu acho de todos os posts d'«Uma Família Católica»).

terça-feira, 28 de outubro de 2014

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Excelente razão!

Eu, para o Rogério: Uma colega da minha escola, que está grávida, disse hoje que já era altura de eu engravidar novamente.

Varinha, que estava presente: Eu acho que tu devias ter mais um bebé, mamã.

Eu: Ah, sim? Porquê?

Varinha: Porque assim eu e a Vassoura, que já somos crescidas, podíamos pegar-lhe ao colo!

Ora bem, segundo a Varinha, no fundo, eu e o Rogério não deveríamos voltar a ser pais, deveríamos era fabricar um brinquedo...

Excelente razão!

Eu, para o Rogério: Uma colega da minha escola, que está grávida, disse hoje que já era altura de eu engravidar novamente.

Varinha, que estava presente: Eu acho que tu devias ter mais um bebé, mamã.

Eu: Ah, sim? Porquê?

Varinha: Porque assim eu e a Vassoura, que já somos crescidas, podíamos pegar-lhe ao colo!

Ora bem, segundo a Varinha, no fundo, eu e o Rogério não deveríamos voltar a ser pais, deveríamos era fabricar um brinquedo...

domingo, 19 de outubro de 2014

O Feitiço e os legos

Cá em casa gostamos muito de brincar com legos e não podemos propriamente dizer que temos poucas peças. Começámos com Lego Duplo e é desse que temos vindo a acumular. A Vassoura recebeu uma caixa de legos pequeninos (que são os de gente grande), mas pouco brinca com eles, pois uma das coisas melhores dos legos é poder misturar e construir um "mundo" e, para isso, quanto mais peças, melhor.

Uma das caixas de Lego Duplo que receberam, em tempos, foi a do hospital. Como os hospitais existem para os doentes e acidentados, uma das peças é para dar a ideia que uma pessoa tem uma perna partida, ficando assim:


O que os senhores que fabricaram esta peça (que se pode colocar em qualquer personagem de tamanho "adulto") não sabiam era que viria a ser útil mesmo, para uma perna partida, e não apenas a fingir. Ora reparem:


Quando questionado sobre como partiu a perna à boneca de Lego, o Feitiço respondeu:

- Eu estava a apertar, depois começou a ficar fraca e, de repente, partiu-se!

Sim, claro, foi "de repente"...

Mais uma evidência que, apesar da qualidade inquestionável das peças Lego, não são inquebráveis - pelo menos nas mãos do Feitiço!

O Feitiço e os legos

Cá em casa gostamos muito de brincar com legos e não podemos propriamente dizer que temos poucas peças. Começámos com Lego Duplo e é desse que temos vindo a acumular. A Vassoura recebeu uma caixa de legos pequeninos (que são os de gente grande), mas pouco brinca com eles, pois uma das coisas melhores dos legos é poder misturar e construir um "mundo" e, para isso, quanto mais peças, melhor.

Uma das caixas de Lego Duplo que receberam, em tempos, foi a do hospital. Como os hospitais existem para os doentes e acidentados, uma das peças é para dar a ideia que uma pessoa tem uma perna partida, ficando assim:


O que os senhores que fabricaram esta peça (que se pode colocar em qualquer personagem de tamanho "adulto") não sabiam era que viria a ser útil mesmo, para uma perna partida, e não apenas a fingir. Ora reparem:


Quando questionado sobre como partiu a perna à boneca de Lego, o Feitiço respondeu:

- Eu estava a apertar, depois começou a ficar fraca e, de repente, partiu-se!

Sim, claro, foi "de repente"...

Mais uma evidência que, apesar da qualidade inquestionável das peças Lego, não são inquebráveis - pelo menos nas mãos do Feitiço!

sábado, 18 de outubro de 2014

Nós no teatro

Quer dizer, não somos bem nós, mas onde há bruxas, vassouras, varinhas, (e certamente também feitiços e gatos), podíamos ser! :-)

Refiro-me ao musical infantil que está em cena no Teatro Independente de Oeiras (vulgo T.I.O.), que fica junto à marginal e ao McDonald's que lá há, em frente à praia. (Se pensarem ir, pesquisem no Google que ficam melhor servidos do que aqui.)

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=824482470906406&set=a.100843533270307.1758.100000339833811&type=1

Nós ainda não fomos ver, mas queremos! É para maiores de 6 anos, por isso o Feitiço não irá.

Está em cena até 14 de dezembro, aos sábados e domingos às 15:30h.

Nós no teatro

Quer dizer, não somos bem nós, mas onde há bruxas, vassouras, varinhas, (e certamente também feitiços e gatos), podíamos ser! :-)

Refiro-me ao musical infantil que está em cena no Teatro Independente de Oeiras (vulgo T.I.O.), que fica junto à marginal e ao McDonald's que lá há, em frente à praia. (Se pensarem ir, pesquisem no Google que ficam melhor servidos do que aqui.)

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=824482470906406&set=a.100843533270307.1758.100000339833811&type=1

Nós ainda não fomos ver, mas queremos! É para maiores de 6 anos, por isso o Feitiço não irá.

Está em cena até 14 de dezembro, aos sábados e domingos às 15:30h.

Oração mais alegre #2

À semelhança do que se passou na semana passada, hoje tocámos alguns instrumentos na nossa oração familiar.

A fotografia seguinte mostra a mesa com os "despojos" da oração. Cada criança escolheu um instrumento, por isso não tocaram todos os que estão na imagem.


Mas nem só as crianças tocaram. Eu também toquei um daqueles instrumentos e o Rogério tocou...

...piano!

A pauta que podem ver foi retirada do site http://www.grupos-corais.tk/Canticos.htm. Há lá muita coisa, disse-me o Rogério. Se estiverem à procura de cânticos, já sabem um sítio onde ir!

Oração mais alegre #2

À semelhança do que se passou na semana passada, hoje tocámos alguns instrumentos na nossa oração familiar.

A fotografia seguinte mostra a mesa com os "despojos" da oração. Cada criança escolheu um instrumento, por isso não tocaram todos os que estão na imagem.


Mas nem só as crianças tocaram. Eu também toquei um daqueles instrumentos e o Rogério tocou...

...piano!

A pauta que podem ver foi retirada do site http://www.grupos-corais.tk/Canticos.htm. Há lá muita coisa, disse-me o Rogério. Se estiverem à procura de cânticos, já sabem um sítio onde ir!

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

O que acham...

... deste rato? Funcionará bem, ou não? :-)


Este rato faz parte da nossa história - ou não fosse o Rogério um gato!...

O que acham...

... deste rato? Funcionará bem, ou não? :-)


Este rato faz parte da nossa história - ou não fosse o Rogério um gato!...

domingo, 12 de outubro de 2014

Oração mais alegre

Ontem, pela primeira vez, incluímos instrumentos musicais na nossa oração familiar, enquanto cantávamos um cântico a Nossa Senhora (um cântico que é muitas vezes cantado na Missa a que vamos e que sabemos de cor).

Foram as crianças que tocaram e estavam mesmo alegres por poderem fazê-lo!

Realmente, cativar as crianças para a oração não é assim tão difícil... :-)

Os instrumentos escolhidos foram pandeireta (Feitiço), metalofone* (Varinha) e guizos (Vassoura).

*normalmente conhecido por xilofone, mas que não é xilofone porque não tem placas de madeira (que é o que "xilo" significa). Aprendi isto nas aulas de Música na ESE. Obrigada, professora cujo nome não recordo!

Oração mais alegre

Ontem, pela primeira vez, incluímos instrumentos musicais na nossa oração familiar, enquanto cantávamos um cântico a Nossa Senhora (um cântico que é muitas vezes cantado na Missa a que vamos e que sabemos de cor).

Foram as crianças que tocaram e estavam mesmo alegres por poderem fazê-lo!

Realmente, cativar as crianças para a oração não é assim tão difícil... :-)

Os instrumentos escolhidos foram pandeireta (Feitiço), metalofone* (Varinha) e guizos (Vassoura).

*normalmente conhecido por xilofone, mas que não é xilofone porque não tem placas de madeira (que é o que "xilo" significa). Aprendi isto nas aulas de Música na ESE. Obrigada, professora cujo nome não recordo!

Um amigo do Feitiço

... chama-se Rodrigo. Como o Feitiço muitas vezes ainda se esquece de incluir os "r" nas sílabas, diz Rodigo.

Numa dessas vezes, eu intervim.
Eu: Quem?
Feitiço: O Rodigo.
Eu: Ro-dri-go.
Feitiço, separando bem as sílabas: Ro-di-gro.

Um amigo do Feitiço

... chama-se Rodrigo. Como o Feitiço muitas vezes ainda se esquece de incluir os "r" nas sílabas, diz Rodigo.

Numa dessas vezes, eu intervim.
Eu: Quem?
Feitiço: O Rodigo.
Eu: Ro-dri-go.
Feitiço, separando bem as sílabas: Ro-di-gro.

Parasitas necessários

O Feitiço usa óculos desde agosto (por causa disto*). Ontem à noite, a Varinha reparou que o Rogério estava a lavar os óculos do Feitiço com água e sabonete e ficou admirada.

Varinha: Ah, o papá está a usar água e sabonete para lavar as lêndeas!
Eu: As quê?
Varinha, tentando corrigir-se: As lendes...

(Informação adicional: há novamente um surto de piolhos na escola deles...)

*Andei à procura do post em que contava a novidade dos óculos e não o encontrei (porque, pensei, não o escrevi). Depois, percebi porquê. Aconteceu durante o meu castigo... Ao procurar o post em que explicava o castigo, encontrei a informação sobre os óculos, perdida no meio de outras. Afinal sempre tinha contado a novidade, só não lhe tinha dado o destaque que pensava ter dado!

Parasitas necessários

O Feitiço usa óculos desde agosto (por causa disto*). Ontem à noite, a Varinha reparou que o Rogério estava a lavar os óculos do Feitiço com água e sabonete e ficou admirada.

Varinha: Ah, o papá está a usar água e sabonete para lavar as lêndeas!
Eu: As quê?
Varinha, tentando corrigir-se: As lendes...

(Informação adicional: há novamente um surto de piolhos na escola deles...)

*Andei à procura do post em que contava a novidade dos óculos e não o encontrei (porque, pensei, não o escrevi). Depois, percebi porquê. Aconteceu durante o meu castigo... Ao procurar o post em que explicava o castigo, encontrei a informação sobre os óculos, perdida no meio de outras. Afinal sempre tinha contado a novidade, só não lhe tinha dado o destaque que pensava ter dado!

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Um novo verbo

Na sala de aula, uma criança escreve no quadro a resposta certa a uma adição, mas exagera no tamanho dos números. Comentário de um colega:

- Ó N., desaumenta lá isso!

Adorei!

Um novo verbo

Na sala de aula, uma criança escreve no quadro a resposta certa a uma adição, mas exagera no tamanho dos números. Comentário de um colega:

- Ó N., desaumenta lá isso!

Adorei!

Anatomia de Grey

Sou viciada em televisão. Já aqui falei disso (podia procurar os links dos posts, mas dava uma trabalheira, por isso, acreditem que já falei). Não tenho é exercido muito o meu vício.

Como não tenho muito tempo para pormenores, deixo-vos apenas o título da série (ver título do post) que estou mortinha por recomeçar a ver (o mais certo é ver a gravação, raramente vejo quando é emitida) e o dia. É hoje.

O mais engraçado nisto é que só comecei a ver a série quando já ia para aí na quinta ou sexta temporada, porque calhou. Tinha ouvido falar da série, mas nunca tinha tido grande curiosidade. No entanto, fiquei logo curiosíssima sobre o que se tinha passado antes e consegui, em época de saldos televisivos (o verão), ver a partir da terceira temporada, se não me engano. Nunca vi o início. Um dia verei, tenho certeza.

Anatomia de Grey

Sou viciada em televisão. Já aqui falei disso (podia procurar os links dos posts, mas dava uma trabalheira, por isso, acreditem que já falei). Não tenho é exercido muito o meu vício.

Como não tenho muito tempo para pormenores, deixo-vos apenas o título da série (ver título do post) que estou mortinha por recomeçar a ver (o mais certo é ver a gravação, raramente vejo quando é emitida) e o dia. É hoje.

O mais engraçado nisto é que só comecei a ver a série quando já ia para aí na quinta ou sexta temporada, porque calhou. Tinha ouvido falar da série, mas nunca tinha tido grande curiosidade. No entanto, fiquei logo curiosíssima sobre o que se tinha passado antes e consegui, em época de saldos televisivos (o verão), ver a partir da terceira temporada, se não me engano. Nunca vi o início. Um dia verei, tenho certeza.

Um SMS

de uma amiga pode fazer maravilhas e fazer-nos sentir gratidão por a termos como amiga.

Quem diz SMS, diz telefonema, email (personalizado, não um "vai para todos")... Quem diz amiga, diz familiar...

Não vos acontece o mesmo?

******

Note to self: parece-me um bom dia para enviar muitas mensagens - espero desencantar o tempo para as escrever!

Um SMS

de uma amiga pode fazer maravilhas e fazer-nos sentir gratidão por a termos como amiga.

Quem diz SMS, diz telefonema, email (personalizado, não um "vai para todos")... Quem diz amiga, diz familiar...

Não vos acontece o mesmo?

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Note to self: parece-me um bom dia para enviar muitas mensagens - espero desencantar o tempo para as escrever!