Doze já "cá" cantam!
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Sabes que "à dúzia é mais barato"?
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".

Semana 9: Pessoas que eu gostaria de conhecer/ter conhecido.
Não me está a ocorrer ninguém, a não ser alguns bloggers, por gostar do que escrevem e sentir amizade por eles sem ainda os ter encontrado ao vivo! Por exemplo, a Joana, a Chic'Ana, a C.S., a Happy, o Robinson, e, claro, a Escondida, que acompanha o blogue desde o início no Blogspot, e que ando a tentar convencer a mudar-se para o SAPO!
1. Na altura da passagem para o euro, como moeda obrigatória, e tendo eu feito a escritura da minha casa no dia 4 desse mês (março de 2002), e começando obras na casa, logo a seguir, demorei um bocado a adaptar-me às duas realidades (euro + novas despesas)... Cheguei a ter saldo negativo, que rapidamente corrigi, passando a controlar melhor a entrada e a saída do dinheiro!
2. Não.
3. Caju.
4. Com o máximo de tempo seguido que fiquei sem tomar banho, no inverno, em certo ano da minha adolescência. ![]()
5. Quer dizer que se ele se saísse mal, era ele que saía, e não eu? Ou ele ia em representação dos dois? Não estou muito por dentro das regras do Master Chef... Acho que na primeira hipótese, seria justo ser eu a fazer a eliminatória, mas não sei se, estando realmente a participar no concurso, não aproveitaria para enviar o outro... Quem me garantia a mim que, se a situação fosse inversa, ele não me enviava a mim? Se fosse a segunda hipótese, acho que escolheria o que me parecesse ter mais hipóteses de superar a prova, para bem de ambos.
6. Tapar-me.
7. Comer uma bolacha, sabendo que não conseguiria comer só uma - o que se verificou. Montes de vezes.
8. Já contei isso num dos episódios do "How I met your father". A série começa aqui. O episódio sobre os amores da infância é o último da primeira temporada (ep. 12, se não me falha a memória).
9. Há muitas maneiras horríveis, não quero escolher uma. Ou melhor, quero escolher uma maneira de morrer: durante o sono, muito velhinha, rodeada por família e muito amor.
10. Uma semana, ou duas, foi o máximo.
Kids,
No episódio da semana passada, ouvi a pergunta que há tempo gostaria de ter ouvido:
- Queres namorar comigo?
O único problema é que eu simpatizava com o B (o autor da pergunta), mas não estava apaixonada. No entanto, não descartava a hipótese de me vir a apaixonar, com o tempo, à medida que o fosse conhecendo melhor, pelo que foi isso que respondi. Ilustrei o que queria dizer com a história de um casal muito meu amigo:
"A M e o F conheceram-se na universidade, numa iniciativa de voluntariado em que ambos participaram. Tornaram-se amigos. Agum tempo depois, a M começou a desconfiar que o F gostava dela de uma maneira especial, o que a deixou desconfortável, porque não correspondia, mas não queria perder a sua amizade. Um dia, o F quis falar com ela sobre sentimentos. A M pensou que ele se ia declarar, mas falhou a previsão. O que o F tinha para lhe dizer era que tinha a sensação que ela gostava dele de uma maneira especial, mas que ele só gostava dela como amigo. Aliviada, a M contou-lhe o que tinha pensado, e que também só gostava dele como amiga. Continuaram a encontrar-se. Mais tarde, o F disse à M que já gostava dela mais do que como amigo, mas ela respondeu que continuava a sentir apenas amizade. Continuaram a encontrar-se. Mais tarde ainda, os sentimentos da M aprofundaram-se e ela disse isso ao F. Começaram a namorar e entretanto casaram."
A história que contei era verdadeira, e eu acreditava realmente que poderia passar-se algo parecido entre mim e o B. Claro que não tinha certezas nem garantias que tal fosse acontecer, mas, se o B concordasse, poderíamos continuar a sair juntos e logo se veria...
Ele aceitou a minha resposta.
... ou pelo menos ter um blogue, como as primas. Eu não deixei, nem vou deixar, nos próximos tempos. Comentei isso com a minha irmã Margarida (mãe das princesas) e ela fez uma sugestão que eu partilhei com a Vassoura, que ficou entusiasmada.
A sugestão é muito simples: permitir que a Vassoura escreva textos neste blogue. Ainda não escreveu nenhum e não sei quando o fará, mas gostaria de saber a vossa opinião acerca de um pormenor: deverei fazer a revisão/correção dos textos da Vassoura, ou deixo-os tal como ela os escrever? Uma coisa é certa: os textos dela estarão sempre identificados como sendo da sua autoria.
Aqui fica o segundo balanço do desafio...

Obrigada, Fátima, por mais esta imagem!
Fazer tudo, em cada dia, com um bocadinho MAIS de AMOR do que na véspera. Meio caminho andado para ser MAIS FELIZ! Andei um bocado esquecida deste propósito... ![]()
Neste segundo balanço considero que "chumbei" .
A ver se melhoro - e muito! - o meu desempenho no próximo mês...
Tal como em janeiro, no penúltimo dia do mês, ou seja, ontem, experimentei uma receita pela primeira vez.
Ao contrário da receita de janeiro, esta não foi feita na Bimby, e quem ma deu foi a minha irmã Margarida. É uma receita que ela faz muitas vezes ao domingo, por ser uma refeição de que todos, em sua casa, gostam (a única que é complicada para comer é a Mel, a mais nova, mas é bom que tanto as irmãs Alfazema e Poppy, como os pais, apreciem a comida, não é?) e também por ser muito simples de preparar.
Ingredientes
1 kg de pernas de frango*
batatas** lavadas com casca e cortadas (tamanho aproximado: meia tangerina - tentar que fiquem com tamanhos semelhantes)
azeite q.b.
Preparação
1. Retirar os tabuleiros do forno.
2. Ligar o forno (200ºC).
3. Colocar o frango e as batatas (à volta do frango) no tabuleiro do forno que for mais adequado.
4. Deitar azeite por cima do frango e das batatas, espalhando-o com um pincel (exclusivo para uso culinário!) ou com uma colher. O tabuleiro deverá ficar com azeite, por isso convém ser generoso com o azeite que cobre o frango e as batatas.
5. Colocar o tabuleiro no forno, ao centro (em altura), com ventilação por todo o forno (tracinho por cima e tracinho por baixo, nas opções do forno).

(botão parecido com isto)
6. Uma hora depois, desligar o forno. Eu deixei ficar o tabuleiro mais meia hora no forno, com a porta do forno entreaberta. (Só fiz isto porque ainda faltava mais de meia hora para começarmos a jantar.)
Esqueci-me de fotografar o tabuleiro antes de começarmos a comer, mas dá para ver o aspeto nesta fotografia:

Avaliação: ficou bom, especialmente o frango (do meu ponto de vista), pois ficou muito macio e saboroso. A Varinha não gostou particularmente deste prato, mas hei de fazer mais vezes...
Observações:
*Se o frango for comprado num talho, vem com vestígios de penas. Então, convém limpar o frango, tirando as penas com papel de cozinha e lavando o frango. Segundo me disseram, no supermercado Lidl (e possivelmente noutros, mas a minha irmã Margarida mora perto de um Lidl, e é desse que eu sei) encontram-se embalagens de pernas de frango prontas a cozinhar (poupando trabalho e tempo, mas não necessariamente dinheiro...)
**A minha irmã não me disse a quantidade de batatas e eu não sei quantas usei, mas a ideia é preencher o tabuleiro com as batatas, depois de colocar o frango
***Não pus sal, mas podem pôr!
Detesto injustiças.
Detesto ser vítima de injustiça, mas detesto igualmente ser injusta para com as outras pessoas. Por vezes acontece. Às vezes, é a cabeça quente que leva a precipitar-me e a ser injusta em algumas palavras. Mas, outras vezes, cometo injustiças inadvertidamente, pois estou plenamente convencida que o que digo é justo... Sóquenão.
Hoje fui à arrecadação guardar umas coisas e procurar outras (que não encontrei, por acaso). Acabei a "investigar" um grande saco de brinquedos de bebé, para ver quais deveria lavar e pôr a uso da Magia. Não trouxe todos os que ela já poderia usar, porque achei que seriam demais. Trouxe os que me pareceram mais adequados (claro!).
No meio desse saco, encontrei quatro pequenos objetos, cuja fotografia apresento (organizados dois a dois):

Ora, perguntam vocês, que injustiça é que pode haver em duas argolas com uma lua e uma estrela, que, informo eu, pertencem a uns arcos que fazem conjunto com um tapete de atividades da Chicco?
Em 2016, no verão, emprestei o conjunto à minha irmã Matilde, que estava cá de férias, para o seu baby, que na altura tinha meio ano. Ele por acaso nem gostou muito de estar no tapete, o que é irrelevante, por isso, adiante. Quando a Matilde regressou ao país onde vive, o tapete foi-me devolvido, dentro da embalagem original, e lá ficou, guardado na arrecadação, até eu o ir buscar para limpar e pôr a uso, com a Magia.
Quando montei o tapete, vi que faltavam as argolas, a lua e a estrela. Sinceramente, então a Matilde devolveu-me o tapete sem as coisas de pendurar? Toca a chatear a Matilde. Lembras-te do tapete? Falta tal e tal... Sinceramente, não me lembro. Tinha ideia de ter guardado tudo na embalagem. Pois, mas falta isto, olha, vou tirar uma fotografia à imagem do cartão da embalagem, para veres o que é. Terás guardado nalgum sítio? Não sei, mas podes pedir à mamã que procure na minha casa [a casa portuguesa da Matilde é por cima da casa dos nossos pais]. Pedi. Não encontrou nada, claro, porque os objetos perdidos estavam junto com outros brinquedos, na arrecadação da minha casa...
Desculpa, Matilde! ![]()
O que mais me faz confusão é: Por que foi que eu não guardei tudo junto, quando o Feitiço deixou de usar o tapete? Devo ter continuado a usar argolas, pendurando a lua e a estrela noutro sítio - não encontro outra explicação plausível.
Mas o que me causa comichão, mesmo, é: Como foi que eu não tentei encontrar o que faltava, no verão de 2016, quando emprestei o tapete? Fui eu que montei o tapete na sala da Matilde, ainda por cima, pelo que supostamente terei dado pela falta dos "penduricalhos". Deveria tê-los procurado e certamente tê-los-ia encontrado, no saco dos brinquedos onde hoje os encontrei!
Cabecinha de alho chocho...
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Antes de ler este livro, já tinha lido, da Jane Austen (JA):
Em inglês e em português:
Apenas em inglês:
Nunca li:
É devido às seis obras referidas que JA é por muitos considerada a maior autora inglesa de novelas ("greatest of English women novelists"). Ora, como se pode verificar, o livro que eu terminei de ler na semana passada não faz parte da lista...
Este livro não tem uma só história, como o título indica. Tem vários textos (alguns de uma página!) e apenas duas histórias um bocadinho mais desenvolvidas, sendo a última a maior (de longe) e a única que realmente me despertou interesse.
Ora, então, o que é que eu achei deste livro? Tirando a última história ("Lady Susan"), uma seca - algo que nunca me passara pela cabeça enquanto lia as quatro obras mencionadas acima. Mas porquê?
Porque pegaram em (todos os) textos que Jane escreveu na juventude, alguns ridículos de tão maus (em conteúdo) e fizeram um livro com eles. Acrescentaram uma introdução gigantesca, muitas páginas de explicação de significados e contexto histórico e cultural, a biografia da autora e... pimbas!, colocaram à venda. Isto, obviamente, é a minha versão do que fizeram, tendo em conta o pouco prazer que tive durante a leitura.
Na realidade, o livro é resultado de investigação e muito trabalho. O único problema, do meu ponto de vista, é que este tipo de compilação só deve interessar a estudiosos de Jane Austen. Não foi feito para simples leitores como eu. Quase que assassinava em mim a imagem da JA! Depois recordava-me que ela tinha escrito estes textos quando era muito nova, e dava-lhe um desconto. Mas não conseguia deixar de concordar com os familiares de JA, que, quando ela morreu, acharam que aqueles escritos não mereciam ser publicados, por serem de qualidade muito inferior à das seis novelas.
Acrescento que a própria JA compilou os textos, "passando-os a limpo" em três volumes. E escreveu dedicatórias em todos os textos (para o pai, para a irmã, para um ou outro irmão, para a sobrinha, a cunhada, enfim...) Mas não sei porque se deu ao trabalho...
Neste momento estou a restaurar o meu prazer em ler JA através da releitura de "Persuasion". Tão bom!
... entraram num centro comercial quando só o hipermercado está aberto? E entraram nesse hipermercado?
Eu tive esta experiência há umas semanas. Foi muito engraçado estar no supermercado à hora de abertura. As prateleiras estavam todas cheias até à "berma". Tudo estava impecavelmente arrumado e limpo. Os clientes presentes contavam-se pelos dedos de uma mão.
Parecia uma manhã de Natal. A prenda era o próprio supermercado!

19 de fevereiro (2.ª feira)
20 de fevereiro (3.ª feira)
21 de fevereiro (4.ª feira)
22 de fevereiro (5.ª feira)
23 de fevereiro (6.ª feira)
Nota: Esta semana não fui registando as coisas boas. Pensei nelas, em cada dia, mas não as escrevi. Resultado: foi muito difícil lembrar-me da coisa boa de quarta-feira. Tão difícil que estou a escrever esta nota sem ainda me ter lembrado...
Descobri recentemente este vídeo no YouTube. Gostei, por isso partilho.
Hoje as colegas da escola onde trabalhei durante mais tempo foram almoçar juntas, como fazem habitualmente na última sexta-feira de cada mês. E como habitualmente, propuseram-me almoçar com elas. Eu disse que não iria comer com elas, por estarmos na Quaresma*, mas que iria ter ao restaurante - se a logística mágica
permitisse.
A primeira refeição da Magia, hoje, foi às 9:15 h. Pensei que lhe dava o almoço às 12:15 h e depois ia ter com as minhas colegas, mas a Magia tinha outros planos: adormecer pouco antes da hora de comer e só acordar quando já fosse tarde demais para lhe dar o almoço e ir ter ao restaurante (optar pela segunda atividade diria muito sobre a minha forma de encarar as responsabilidades maternais - e não seria pelas melhores razões!).
*Não quer dizer que não almoce, apenas que evito almoçar fora.

Semana 8: Os melhores filmes infantis a que já assisti foram...
... Frozen;
... Os Incríveis;
... Toy Story;
... Cantar;
... A Estrela de Natal;
... muitos outros que não tiveram a "sorte" de me vir agora à cabeça!
Nesta TAG proposta pela Happy, participam, além da própria e da minha pessoa, a 3ª face, a Ana, a Catarina, o Carlos, a Charneca em Flor, a Daniela, a Desarrumada, o David, a Fátima, a Gorduchita, a Isabel, a Mãe A, a Mariana, a Marquesa de Marvila, a Paula, o P.P, a Sweetener, a Sofia e o Triptofano (isto por ordem alfabética para ninguém se sentir melindrad@). Espreitem o que cada um de nós vai respondendo ao longo do ano. Também podem espreitar pela tag 52 semanas.
A autora do Mafaldinha é minha conhecida desde sempre. Literalmente. Trata-se da minha irmã mais velha, que, se lhe perguntarem, dirá que não é blogger, aliás. Foi por minha causa que criou a conta no SAPO e a seguir o blogue, mas ainda bem que o fez, porque gosto de passar por lá e ler as tiras de BD (e não só) que ela seleciona para partilhar.
No Mafaldinha nunca encontramos textos grandes - o máximo que até agora se pode lá encontrar é uma frase a comentar a imagem apresentada. Não cansa, não demora a ver... Querem espreitar?

Kids,
Na minha vida, que eu tenha conhecimento, só houve dois rapazes que gostaram de mim (de uma maneira especial), sem contar com o Rogério. [Se isto fosse tão bom como a série "How I met your mother", nunca diria, à partida, que não ia falar do father.]
Nos episódios anteriores, falei de um. Hoje vou "despachar" o assunto e falar do outro. Ou talvez não "despache" o assunto, mas pelo menos vou iniciá-lo. [FYI: só vou iniciar, mesmo.]
Conheci este rapaz (B) através de uma amiga (A), quando tinha 25 ou 26 anos. A A namorava com o C e pensou que eu e o B poderíamos vir a gostar um do outro. Fomos uma vez os quatro ao cinema. Talvez tenhamos ido mais do que uma vez os quatro, para ser honesta, mas só tenho certeza que fomos uma vez. Combinámos uma outra ida ao cinema os quatro (Ou ao teatro? Não me lembro.), mas à última hora a A telefonou-me e disse-me que ela e o C não poderiam comparecer, mas que mais valia o B e eu irmos os dois ao que estava combinado. Hoje "vejo" tudo isto como um "truque" dela para nos deixar sozinhos. Naquela altura não "vi" nada. E lá fomos.
A partir daquele dia, eu e o B saímos juntos algumas vezes, independentes da A e do C, sobretudo para irmos ao cinema. Não sei quantas vezes saímos, mas numa das vezes, depois do filme (ou antes? Tenho uma memória menos nítida da história que envolveu o B do que da que envolveu os colegas da escola primária - acham normal?), ficámos como de costume a conversar, enquanto comíamos qualquer coisa. A certa altura, tivemos um diálogo que vou tentar reproduzir tão fielmente quanto a minha não-tão-boa memória me permitir.
B: Posso-te fazer duas perguntas pessoais? Se não quiseres, não respondes.
Eu: Podes.
B: Já tiveste algum namorado?
Eu: Não.
B: Por que é que nunca tiveste um namorado?
Eu: Isso tens de perguntar aos rapazes de quem eu gostei e que não corresponderam!
B: Posso-te fazer outra pergunta?
Eu [a calcular qual seria a pergunta]: Sim.
B: Queres namorar comigo?
Terminei, "agora" mesmo (há aproximadamente meia hora) o primeiro livro do ano (livros infantis excluídos). Não é cedo, bem sei, mas estava difícil...

Nunca um livro da Jane Austen me levou tanto tempo a ler. O problema não estava na falta de tempo, estava no livro, mesmo! Hei de escrever e partilhar a minha opinião, tão brevemente quanto possível.
Filhote Pato veio cá ontem (e hoje).
Pus todos os meus dotes artísticos ao piano, para fazer uma boa receção:


Acham que consegui? ![]()
[Hoje a Nina voltou, depois de três semanas de ausência. Apesar de parecer que não, pela eloquente mensagem fotográfica, nós limpámos a casa algumas vezes, durante o tempo em que estivemos sem empregada!]
Enquanto dava de mamar à Magia, e ela estava sossegada a mamar (o que nem sempre acontece - às vezes é um pega-larga constante), dei por mim a olhar deleitada para ela e a pensar: "Consegues sentir o amor [a fluir com o leite]?". Mas não pensei a falar, pensei a cantar! A cantar assim:
... muita bons? Eu tenho um desses em casa - e até está disponível para ajudar a curar PCs de amig@s e tudo!
Rogério, el especialista en ordinatores!
(nem sei se escrevi corretamente, mas é espanhol, e eu nunca tive aulas de espanhol, por isso, paciência!)

A Fátima muda a cor da imagem e eu vou atrás! ;-)
12 de fevereiro (2.ª feira)
13 de fevereiro (3.ª feira)
14 de fevereiro (4.ª feira)
15 de fevereiro (5.ª feira)
16 de fevereiro (6.ª feira)

Semana 7: Eu sempre…
... lavo os dentes antes de ir para a cama (em miúda não, infelizmente);
... gostei e gosto de receber massagens (também gosto de fazer, mas têm de ser relativamente de curta duração);
... tive cabelos finos e escassos (exceto nas gravidezes);
... detestei o fumo e o cheiro do tabaco (não há exceções).
Nesta TAG proposta pela Happy, participam, além da própria e da minha pessoa, a 3ª face, a Ana, a Catarina, o Carlos, a Charneca em Flor, a Daniela, a Desarrumada, o David, a Fátima, a Gorduchita, a Isabel, a Mãe A, a Mariana, a Marquesa de Marvila, a Paula, o P.P, a Sweetener, a Sofia e o Triptofano (isto por ordem alfabética para ninguém se sentir melindrad@). Espreitem o que cada um de nós vai respondendo ao longo do ano. Também podem espreitar pela tag 52 semanas.
1. Não.
2. A "Minha Casinha", dos Xutos & Pontapés, no refrão. Foi preciso ter um blogue para saber como é que era, através de um comentário... Ou melhor, o comentário serviu para eu me lembrar que digo mal, mas nunca me lembro da maneira certa. Tive de procurar o post e o comentário para saber que é "modesto primeiro andar" e não, como sempre me "sai", "rés do primeiro andar"!
3. Não há nada. Mas lembro-me de ter ficado magoada quando, na 4.ª classe, uma colega, que copiou o desenho que eu tinha feito e estava a pintar com tanto cuidado que acabei depois de ela terminar o dela, teve Muito Bom no desenho e eu, a "artista" original, tive Bom +. Palavra de honra que senti aquilo como injusto. Mas mantive-me caladinha, que os tempos eram outros...
4. Não. Ou tenho, ou não tenho. É o que é.
5. Por nada, parece-me.
6. Ainda namoro.
7. Propriamente dita, não.
8. Não tenho qualquer interesse em tatuagens.
9. Não. Nem num segundo, terceiro, quarto... e não sei até que número de encontros antes de casar.
10. Não tenho memória específica de um alimento. Lembro-me das papas ao pequeno-almoço - a minha mãe era uma "máquina" a preparar pratos de Nestum, da sopa dos almoços, da fruta... Alimento isolado, o primeiro que me lembro foi um gelado Fizz, quando tinha anginas. Tinha que ser um gelado, claro!!! ![]()
Kids,
Na semana passada falei-vos de um rapaz que eu achava que gostava de mim de uma maneira "especial". E contei-vos que uma rapariga me disse, à frente de outras pessoas, que os sentimentos do rapaz por mim "saltavam à vista".
A partir daquela altura, todas as aproximações do rapaz, apesar de exatamente nos mesmos moldes que anteriormente, passaram a deixar-me desconfortável. Comecei a sentir-me "perseguida". Claro que tudo se passava na minha cabeça, não tenho memória de o rapaz ter agido incorretamente. Mas parecia que ele "forçava" a aproximação, de cada vez que havia o Abraço da Paz - nem que estivesse na outra ponta da igreja e já toda a gente se estivesse a sentar. À sexta-feira eu esperava ansiosamente que não nos cruzássemos e era um alívio quando o meu desejo se concretizava.
Não sei dizer quanto tempo é que esta situação se arrastou, mas sei de que forma terminou. Numa Eucaristia, as leituras falavam de dizer a verdade. Foi um sinal. No fim dessa Eucaristia, disse ao rapaz que precisava de falar com ele. Os olhos dele traduziam expectativa e esperança...
Eu referi as leituras e de como percebera que tinha de falar com ele, dizer-lhe a verdade. Expliquei-lhe a sensação de perseguida e como isso me incomodava. Não sei que palavras usei, mas recordo que a reação ao que eu disse não foi a melhor.
Daquele dia em diante, se, no Abraço da Paz, o rapaz calhasse passar por mim, eu cumprimentava-o. Ou tê-lo-ia cumprimentado, se ele não se desviasse para não me cumprimentar...
But better ignored than stalked.
Varinha: Mamã, o que é que deste ao papá por ser Dia dos Namorados?
Eu: Nada.
Varinha [olhar surpreendido]: ...
Fui ter com o Gato e contei-lhe a mini-conversa com a Varinha. E acrescentei:
- Espero que também não tenhas nada para mim!
Rogério: Realmente não tenho...
Ufa!
*
*Toma lá estas flores, Rogério!
Já há uns anos que, depois de ver uma partilha a esse respeito, me custava o desperdício de água cá em casa, enquanto a aquecíamos para o banho. Passei metade desse tempo a pensar onde é que conseguiria arranjar uma coisa destas:
(não necessariamente antiga como esta)
e a outra metade a constatar que nem me lembrara de procurar, quando tinha ido às compras.
Acontece que havia uma alternativa simples e bastante acessível, que não me ocorreu, mas ocorreu ao Rogério, há algumas semanas:

Garrafão de 7 litros. Depois de vazio, corta-se a parte superior.
E é nestas coisas que eu mais admiro o Rogério. Quando ele me surpreende com uma solução prática para uma questão "pendente". Não houve qualquer influência minha, pois, que me lembre, nem cheguei a falar com ele sobre este assunto!
A água é depois utilizada na sanita, ou na limpeza da banheira.
Numa aula de estudo, o A., colega do Feitiço, estava a conversar tanto que a professora o mandou sentar-se numa mesa ao fundo da sala. Ao sentar-se, o A. deu um grande suspiro.
Feitiço: Ó A., não te preocupes, dás um pum e logo ficas feliz!
Todos os alunos se riram. A professora avisou o Feitiço para não fazer outra "gracinha". Ele, felizmente, não fez, por isso só semanas mais tarde soube do sucedido, pelo próprio Feitiço.
[Nota prévia e importante: este texto estava nos rascunhos desde que a Magia fez uma semana. Reconheço a força das hormonas de quando o escrevi. Reconheço o sofrimento por que passei. Gostava de ter escrito outras coisas. Gostava de ter tido outras coisas para escrever. Passou-me pela cabeça apagá-lo, atendendo a que a Magia fez ontem nove meses e isto "cheira" a passado, e a um passado não muito feliz. Mas decidi publicá-lo sem fazer alterações, nem acrescentos, excluindo esta nota prévia.]
Há uma semana por esta hora (e várias horas antes desta e muitas horas depois!) eu estava no hospital. Eu e o Rogério tínhamos pensado que ao fim da manhã ela [a Magia] já deveria ter nascido... Como nos enganámos! A Magia nasceu depois das dez e meia da noite.
O parto da Magia fez-me lembrar o da Vassoura, pois passei por momentos de dor e frustração que não consegui aguentar. A certa altura, só conseguia murmurar (praticamente sem som - o Rogério não me ouvia) várias frases curtas, do género: "Faça-se a tua vontade e não a minha.", "Tu queres, Jesus? Então eu também quero.", "Nós, Jesus,...". Podem parecer patetices a alguns leitores mais extraterrestres (vocês sabem quem são), mas murmurar estas frases em modo non-stop ajudou-me. Não me tirou dores, mas ajudou-me a dar-lhes um sentido. Bem, na altura não lhes dei nenhum sentido especial, limitei-me a juntar a minha dor à de Jesus.
Ao longo desta semana tenho vindo a apaixonar-me cada vez mais pela Magia.
O que ainda não é nada mágico é a amamentação. A Magia já consegue fazer uma boa pega, apesar das dificuldades específicas que os meus mamilos causam, mas há uma enorme diferença entre conseguir e fazer sempre. Todos os dias faz várias pegas mal feitas e quem paga são os meus mamilos. Não há maneira de cicatrizarem. Para quem não é mãe e me lê, sim, se não se for abençoada com um processo fácil (caso, entre outros, da minha irmã Margarida, que por três vezes passou pela experiência de dar de mamar como se de nada se tratasse), pode-se sofrer bastante com o processo de amamentação e ter feridas nos mamilos é apenas um dos problemas.
Apesar destas dificuldades, às quais se acrescenta uma perda de peso da Magia para além do desejável, eu quero e vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para que o leite materno seja o alimento exclusivo da Magia durante os primeiros seis meses, tal como recomenda a OMS, e tal como eu sempre quis (e não consegui com nenhum dos mais velhos).
Acho que a maior parte das pessoas é obcecada com o peso dos bebés, se eles não aumentarem muito de semana para semana. Parece que ter um percentil baixo é crime! Essas pessoas (maioritariamente médicos, mas não só) são as mesmas que falam contra a obesidade infantil. Do oito para o oitenta.
Eu não quero que nenhum filho meu passe fome, nem em bebé, nem em altura nenhuma. Mas irrita-me profundamente que, depois de avaliar o bebé e dizer que está a desenvolver-se muito bem, está muito desperto, faz tudo o que é suposto fazer para a idade, se esqueça tudo isso e se tome o número da balança como o único indicador se as coisas estão a correr bem ou mal - sendo que mal é não estar a aumentar de peso como eles querem.
Uma amiga que tem dois filhos crescidos, adultos, ainda se lembra muito bem dos primeiros tempos. Também os filhos dela estavam sempre no nível baixo do percentil. Não tiveram suplemento e sempre foram saudáveis e desportistas.
Em primeiro lugar, devo dizer que eu não fazia ideia que ontem se disputava a final do Campeonato Europeu de Futsal. Mas ontem à tarde fomos a casa dos meus pais, e a certa altura o meu pai ligou a televisão, dizendo que "a pátria estava em perigo". Porque conheço o meu pai e as suas expressões, automaticamente pensei que a seleção portuguesa de futebol (ou outro desporto, mas é um facto que o meu pai vê mais futebol do que outra modalidade desportiva) iria jogar algum jogo importante.
Fiquei então a saber que se tratava da final entre Portugal e Espanha. Na minha enorme ignorância, comentei:
- É "sempre" Portugal ou Espanha que ganha o campeonato, não é?
Avô Bruxo: Nós nunca ganhámos, a Espanha é o país que já ganhou mais vezes.
Eu, pondo memória e neurónios a funcionar: Ah! No hóquei é que somos nós ou a Espanha, não é?
Avô Bruxo: Sim, no hóquei, sim, é quase sempre Portugal ou Espanha que ganha.
Durante o jogo, fomos (eu, o Rogério, a minha irmã Margarida, o marido dela,...) ficando a saber algumas regras, que o meu pai nos foi explicando. Não ficámos "vidrados" ao écran, mas fomos espreitando e comentando o que ia acontecendo.
Análises de jogo à parte, quando o jogo foi para prolongamento com empate a duas bolas, já era mais do que altura de nós os seis (Mimi, Rogério e catraios) regressarmos a casa, mas entre o vamos-não-vamos, quando realmente saímos de casa dos meus pais já só faltavam uns três minutos para o jogo acabar. O Ricardinho, capitão da equipa e várias vezes eleito o melhor jogador de futsal do mundo, tinha entretanto ficado lesionado e teve de sair de campo. Lembrando-me da final do Campeonato Europeu de Futebol, em 2016, disse:
- Olha, é como na final entre Portugal e França, quando o Ronaldo, que era o capitão, ficou lesionado!
Avô Bruxo: Pois é, já não me lembrava! Foi graças a isso que ganhámos o jogo!
Eu: Não sejas mauzinho!
Não esperámos os ditos três minutos porque podiam corresponder a muito mais tempo: por um lado, de cada vez que a bola sai de campo ou algo do género [não se esqueçam que quem vos escreve não percebe nada do assunto], interrompe-se a contagem decrescente do tempo de jogo; por outro, se não houvesse nenhum golo, teria de decidir-se o resultado em pénalties ou livres diretos, ou como-é-que-se-chama.
Aproveitámos a viagem de carro para fazer as orações de fim de dia em família. Desta maneira, quando chegámos a casa, os filhos grandes puderam despachar-se e ir para a cama assim que estivessem prontos. O Rogério foi logo espreitar o resultado do jogo e veio dizer-me que éramos campeões, mas não sabia como. Mais tarde, viu o fim do jogo e contou-me que houve uma falta dos espanhóis e foi marcado um livre direto que resultou em golo. A seguir os espanhóis jogaram os cinco (guarda-redes incluído) ao ataque (a equipa portuguesa tinha usado a mesma estratégia quando estava a perder por 2-1 e fora assim que empatara), mas nos cinquenta e cinco segundos de jogo restantes não conseguiram anular a diferença.
Depois de pôr a Magia na cama (após mamar e beber o biberão), liguei a televisão e a box e vi com os meus próprios olhos a concretização da minha previsão... É que a razão pela qual escrevi que devia ter jogado no Euromilhões foi que eu disse, antes de sair de casa, que "era justo"* que os espanhóis cometessem mais uma falta, que desse direito ao livre direto e que fosse golo... - exatamente o que aconteceu!
*porque, segundo o meu pai, a equipa espanhola é perita em colocar os adversários em maus lençóis relativamente às faltas... [apesar de desconfiar de uma certa parcialidade do Avô Bruxo, aderi à ideia por ser adepta da equipa lusa]
Viva Portugal!

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E tem sido mesmo mágico! Magia forever!