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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Receita de abril - salame de chocolate

Mais vale tarde do que nunca...


 


Uma das receitas que experimentei em abril foi a de salame de chocolate que a minha irmã Margarida me deu.


 


Ingredientes:



  • 1 ovo (sem casca, ahah)

  • 100 g de açúcar - usar menos, substituindo a diferença por cacau em pó (ex.: 60 g de acúcar + 40 g de cacau)

  • 100 g de chocolate em pó (pode ser Nesquik para pôr no leite)

  • 1 pacote de bolacha Maria (200 g)

  • 100 g de manteiga


 


Modo de fazer:



  • Colocar a manteiga numa taça adequada e amolecê-la no micro-ondas (30 s na potência 480 W).

  • Juntar o açúcar, o chocolate em pó, o cacau em pó e o ovo.

  • Misturar os cinco ingredientes com uma colher de sopa.

  • Depois, juntar, aos poucos, a bolacha partida (pode ser toda partida à mão, ou pode ser parcialmente partida na Bimby). Se, a certa altura, for muito difícil misturar com a colher, usar as mãos (bem lavadas, obviamente!).

  • Formar um rolo pressionando bem para que não se formem bolhas de ar pelo meio. 

  • Enrolar numa folha de alumínio e levar ao frigorífico, no mínimo duas horas antes de consumir (fazer de véspera será a melhor opção).


salame.jpg


Para primeira experiência, e atendendo à minha pouca habilidade, não ficou nada mal! Parece-me é que, da próxima vez, vou partir as bolachas todas à mão. 

quinta-feira, 15 de março de 2018

Receita nova de março - Bacalhau qualquer-coisa

Ontem experimentei uma nova receita. Não deixei para o penúltimo dia do mês (como fiz em janeiro e em fevereiro, embora não fosse essa a minha intenção, na altura) - até porque o penúltimo dia deste mês é simultaneamente o meu aniversário e Sexta-feira Santa, não é dia para grandes experiências culinárias.


 


Em janeiro experimentei uma receita da Bimby - Tagliatelle com Salmão.


 


Em fevereiro experimentei uma receita que me deu a minha irmã Margarida - Frango no Forno.


 


Ontem experimentei uma receita misturada: metade da Bimby, metade da Nina (minha empregada, e excelente cozinheira). Digo desde já que não correu bem, embora seja perfeitamente comestível e todos tenham comido a sua parte ontem ao jantar. Pedi classificações, de 1 a 10 (sendo 10 a melhor). Rogério: 7 ou 8; Vassoura e Varinha: 3 ou 4; Feitiço: 10 (até repetiu!); eu: 5 ou 6... 6, vá, que 5 era "passar à rasquinha".


 


Como quase sempre, esqueci-me de fotografar a comida antes de nos servirmos. Mas tirei uma fotografia, e ainda dá para ver. Até dá para ver melhor o aspeto, já que se vê o exterior e o interior.


receita_marco.jpg


Alguém arrisca adivinhar o que é que era suposto ser esta comida? É que era suposto ser uma comida "conhecida" - uma das 1001 maneiras de cozinhar bacalhau... #sóquenãoparecenada.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

A receita de fevereiro - Frango no forno

Tal como em janeiro, no penúltimo dia do mês, ou seja, ontem, experimentei uma receita pela primeira vez.


 


Ao contrário da receita de janeiro, esta não foi feita na Bimby, e quem ma deu foi a minha irmã Margarida. É uma receita que ela faz muitas vezes ao domingo, por ser uma refeição de que todos, em sua casa, gostam (a única que é complicada para comer é a Mel, a mais nova, mas é bom que tanto as irmãs Alfazema e Poppy, como os pais, apreciem a comida, não é?) e também por ser muito simples de preparar.


 


Ingredientes


1 kg de pernas de frango*


batatas** lavadas com casca e cortadas (tamanho aproximado: meia tangerina - tentar que fiquem com tamanhos semelhantes)


azeite q.b.


 


Preparação


1. Retirar os tabuleiros do forno.


2. Ligar o forno (200ºC).


3. Colocar o frango e as batatas (à volta do frango) no tabuleiro do forno que for mais adequado.


4. Deitar azeite por cima do frango e das batatas, espalhando-o com um pincel (exclusivo para uso culinário!) ou com uma colher. O tabuleiro deverá ficar com azeite, por isso convém ser generoso com o azeite que cobre o frango e as batatas.


5. Colocar o tabuleiro no forno, ao centro (em altura), com ventilação por todo o forno (tracinho por cima e tracinho por baixo, nas opções do forno).


botao_do_forno.jpg


 (botão parecido com isto)


 


6. Uma hora depois, desligar o forno. Eu deixei ficar o tabuleiro mais meia hora no forno, com a porta do forno entreaberta. (Só fiz isto porque ainda faltava mais de meia hora para começarmos a jantar.)


 


Esqueci-me de fotografar o tabuleiro antes de começarmos a comer, mas dá para ver o aspeto nesta fotografia:


WP_20180227_20_07_23_Pro.jpg


 


Avaliação: ficou bom, especialmente o frango (do meu ponto de vista), pois ficou muito macio e saboroso. A Varinha não gostou particularmente deste prato, mas hei de fazer mais vezes...


 


Observações


*Se o frango for comprado num talho, vem com vestígios de penas. Então, convém limpar o frango, tirando as penas com papel de cozinha e lavando o frango. Segundo me disseram, no supermercado Lidl (e possivelmente noutros, mas a minha irmã Margarida mora perto de um Lidl, e é desse que eu sei) encontram-se embalagens de pernas de frango prontas a cozinhar (poupando trabalho e tempo, mas não necessariamente dinheiro...)


**A minha irmã não me disse a quantidade de batatas e eu não sei quantas usei, mas a ideia é preencher o tabuleiro com as batatas, depois de colocar o frango


***Não pus sal, mas podem pôr!

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

A pedido* de pessoas que fecham as portas...

... aqui fica uma receita de bolo muito fácil.


 


*Falso. Ninguém me pediu nada, muito menos O Último Fecha a Porta.


 


Depois de aprender a fazer um bolo, graças à Nina, não arrisquei experimentar outro, apesar de racionalmente pensar que provavelmente seria capaz.


 


No último ano em que o Feitiço esteve no jardim de infância, no seu aniversário (que por acaso está para breve), eu fiz um bolo (o do costume) e levei-o para a escola. A educadora do Feitiço disse que bolo de laranja era o seu preferido.  Eu disse que era o único bolo que sabia fazer (eu só considero que sei fazer alguma coisa quando já a fiz, não assumo sabedoria a priori), e ela acabou por partilhar uma receita que até a mim, inexperiente e ignorante, pareceu fácil - tão fácil que escrevi no telemóvel e é por aí que sigo, quando a faço. 


 


Escusado será dizer que nunca mais fiz o outro bolo (ou fiz uma vez - não tenho certeza absoluta)!


 


Bolo de iogurte


 


A receita, como consta no meu telemóvel, diz o seguinte:


bolo_de_iogurte.jpg


 O que está escrito entre [parênteses retos] não está no meu telemóvel. 


 


Devo dizer que, se me tivessem dado esta receita antes de ter feito um bolo, isto não seria suficiente para mim. Está demasiado sintético. Agora serve-me perfeitamente, mas antes... Nem pensar! Algumas das minhas dúvidas, seriam, por exemplo:



  • Tabuleiro a meio - Qual dos tabuleiros devo usar? "a meio" como? É a base da forma que tem de estar a meio? Ou é o cimo? E o que é que faço aos outros tabuleiros? Devem ser retirados? Faz diferença estarem lá? A presença deles pode afetar a cozedura do bolo?

  • Para untar a forma, como é que sei se pus manteiga suficiente? E farinha? 

  • 3 ovos inteiros - deito logo para a taça da batedeira? E se cai um bocado de casca, o que de certeza me acontecerá? E qual é o tamanho dos ovos? É importante?

  • Que iogurte devo usar? Tem que ser natural? Um de aroma não dá, pois não?

  • Tenho de lavar o copo de iogurte antes de colocar a farinha, o açúcar, etc.?

  • Como é que se sabe que a massa está homogénea? Na prática, como é que se percebe?

  • Como é que funciona o teste do palito?

  • Como é que faço para cortar o papel vegetal ao tamanho? O forno vai estar quente!

  • Como é que faço para retirar o bolo da forma? Antes disso - que forma devo usar?

  • E tantas outras questões que agora não consigo recordar porque já não são problemáticas... mas foram!

domingo, 12 de novembro de 2017

Receita de bolo para totós em dois posts: #2 - como fazer

Publicado inicialmente em 12-5-2013. Para ver os utensílios e ingredientes, consultar este post.


 


RECEITA
- Lavar o citrino.
- Raspar um bocado da casca do citrino (pode ser ridiculamente pouca raspa que o bolo fica bom à mesma), com o ralador, e colocar a raspa no prato de sobremesa.
- Encher a caneca 1 com açúcar.
- Pegar num ovo e separar a gema da clara, utilizando o separador de gemas colocado em cima da caneca 2. Se correr bem, a gema fica no separador e a clara escorre para a caneca.*
- Deitar a gema para o prato de sopa e a clara para a taça da batedeira.
- Proceder da mesma forma para os restantes ovos.
- Juntar o sal às claras e ligar a batedeira (que fica ligada até indicação para desligar).
- Deitar um bocado de açúcar para cima das claras, esperar um pouco, deitar mais um bocado, esperar. Repetir até ter deitado todo o açúcar.
- A seguir:
a) Encher a caneca 1 com farinha e 
b) deitar as 6 colheres de óleo no prato que tem as gemas e misturar com a colher.
- Deitar a mistura das gemas/óleo para cima das claras.
- Deitar a raspa (para o mesmo sítio).
- Deitar a farinha (para o mesmo sítio).
- Assim que não se notar a farinha no meio da mistura, desligar a batedeira.
- Ligar o forno a 175ºC.
- Untar a forma com óleo (a base e as paredes).
- Polvilhar com farinha a forma untada. Não recear pôr demasiada farinha.
- Sacudir a forma (sobre o lava-loiças, de preferência) de modo a que algum eventual excesso de farinha caia.
- Deitar a mistura (que está na taça da batedeira) na forma.
- Colocar a forma no forno (numa prateleira a meio) = Minuto 0.
- Durante 15 minutos, não abrir o forno, nem sequer para espreitar.
- Minuto 15: pode abrir-se um pouco a porta do forno para espreitar e ver a cor (mas não é obrigatório).
- Minuto 25: abrir totalmente a porta do forno;
- puxar o tabuleiro do forno;
- espetar um palito no meio do bolo;
- fazer mover a parte de baixo do palito, dentro do bolo, para um lado e para o outro.
Se o palito sair com creme agarrado (é o mais provável, mas pode não acontecer),
- pôr o papel vegetal por cima,
- empurrar o tabuleiro e fechar a porta do forno.
- Minuto 35: repetir procedimento do minuto 25.
O palito deverá sair seco. (Se não sair, fechar o forno, aguardar 5 minutos e repetir procedimento com palito.)
- Desligar o forno.
- Retirar a forma, usando as pegas, e colocá-la em cima de um prato raso.
- Com uma pega a amparar a forma, usar a outra para abrir a parede da forma. Se o bolo ficar agarrado à parede (será falta de farinha polvilhada), soltar devagarinho com a ajuda da espátula.
- Depois de soltar a totalidade do bolo das paredes da forma,
- retirar as paredes (não a base) e
- deixar arrefecer.
- Quando estiver frio (suficiente para conseguir mexer sem soltar 'ais' e 'ui, está quente!'),
- colocar outro prato por cima,
- agarrar nos dois pratos e virar (para a base do bolo ficar para cima). Tirar o prato de cima.
- Se a base da forma estiver agarrada ao bolo, soltar com cuidado, com a ajuda da espátula.
- Colocar o prato novamente (ou outro, se estiver sujo) em cima do bolo.
- Voltar a virar para a posição inicial.
Está pronto! E muito bom, de certeza!

*Se correr mal e a gema também cair para a caneca, o mais fácil é não usar esse ovo (guardá-lo no frigorífico e usar mais tarde para outra coisa qualquer) e substitui-lo por outro (para isso é preciso ter mais do que 6 ovos em casa - eu tenho, sempre que faço o bolo, porque não sou lá muito jeitosa no processo de separar gemas de claras).



Esta fotografia é do segundo bolo


que fiz na vida, com 39 anos!