
Semana 7: Eu sempre…
... lavo os dentes antes de ir para a cama (em miúda não, infelizmente);
... gostei e gosto de receber massagens (também gosto de fazer, mas têm de ser relativamente de curta duração);
... tive cabelos finos e escassos (exceto nas gravidezes);
... detestei o fumo e o cheiro do tabaco (não há exceções).
Nesta TAG proposta pela Happy, participam, além da própria e da minha pessoa, a 3ª face, a Ana, a Catarina, o Carlos, a Charneca em Flor, a Daniela, a Desarrumada, o David, a Fátima, a Gorduchita, a Isabel, a Mãe A, a Mariana, a Marquesa de Marvila, a Paula, o P.P, a Sweetener, a Sofia e o Triptofano (isto por ordem alfabética para ninguém se sentir melindrad@). Espreitem o que cada um de nós vai respondendo ao longo do ano. Também podem espreitar pela tag 52 semanas.
Também deteste o fumo a tabaco e seus derivados! Podem fumar há vontade, mas não em cima de mim...
ResponderEliminarExato!
ResponderEliminarQuando era mais pequena também era um castigo para alvar os dentes antes de ir para a cama; agora, não consigo dormir se não os lavar …
ResponderEliminarbeijinhos **
Então já somos duas!
ResponderEliminarUiii, massagens, sabia tão bem! Ainda há bocado desencantei um voucher para uma massagem que termina em Março. Tenho de agendar!!
ResponderEliminarNão deixes passar! Aproveita bem!
ResponderEliminarA situação do cabelo é muito chata, não é?
ResponderEliminarNão sei se quando à minha avó foi diagnosticada a doença de Alzheimer ou cancro à minha mãe (1 ano de diferença), que de cabelo forte e farto passei a padecer do mesmo problema. Grosso nunca mais o voltei a ter, contudo, felizmente, ainda consegui resolver atempadamente a escassez aqui e ali, que surgiu de forma tão repentina.
Sim, o meu cabelo não me deu grandes alegrias ao longo dos anos, mas, precisamente porque sempre foi mauzito (com os seus dias "bons"), nunca sofri com a diminuição da qualidade (por assim dizer), o que acaba por ser uma vantagem (dentro da desvantagem de ter um cabelo fraco)!
ResponderEliminarAh, apercebi-me passado um bocado (enquanto dava o almoço à Magia) que só comentei a parte do cabelo...
ResponderEliminarDeve ser muito difícil lidar em primeira mão com ambas as doenças. Também foi diagnosticado Alzheimer à mãe do Rogério, mas eu não acho que se note muito (eu não estou muito com ela, é um facto), pois aos 90 anos ainda sabe os nomes dos netos e, se for visitada pelo Rogério e pelos três netos mais velhos, pergunta por mim e pela Magia, usando os nomes certos. Não digno que o diagnóstico esteja errado, mas com uma idade tão avançada, entre Alzheimer e simplesmente velhice talvez se confundam...
*corta o "entre"
ResponderEliminar*"Não digo" em vez de "Não digno" - bem, quem está toda trocada sou eu!!!
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ResponderEliminarPelo menos fui o último. Ainda ontem, dizia estar comigo (bebé) ao lado, e que por isso não podíamos fazer barulho. Quando perguntamos o nome, já que as características físicas só podiam ser minhas,... não soube. Desde sexta já fui Norberto, António... Nada com P.
Bjs e força
Foste o último da família cujo nome ela esqueceu, filho(s) incluído(s)? És um neto especial, de certeza!
ResponderEliminarFui sim.
ResponderEliminarQuero acreditar que ainda o recordará. Mas várias vezes, além de não se lembrar do nome, dirigiu -se a mim por "você ". Sou o atravessado e meigo que lhe dá chocolate, diz. Muitas vezes, refere-me como tão bonito que até tenho vergonha de dizer. Contudo, ainda hoje disse que preciso aparar a barba.
Ela é muito meiga, o que torna tudo mais difícil.
Bj meu
Imagino que sim, que quanto mais doce for a pessoa, mais custa vê-la fragilizada e baralhada. Beijos e força para ti e para a tua família
ResponderEliminarObrigado.
ResponderEliminarDe nada!
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