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quarta-feira, 16 de maio de 2018

Dedicatória do Gato

Nos primeiros tempos do nosso namoro, muitas vezes, o Rogério e eu, estando distantes, ao ouvirmos uma música especial na RFM, enviámos mensagem um ao outro, dedicando-a. Não era só uma música, era qualquer música que nos parecesse adequada para o efeito. 


 


Com o casamento e consequente partilha de casa, essas dedicatórias foram drasticamente reduzidas. Quase ficaram reduzidas a memórias apagadas.


 


Quase...


 


Na segunda-feira, o Rogério chamou-me para ouvir (e ver o vídeo) de uma canção e dedicou-ma. Era esta:


 


 Estes pequenos gestos valem ouro!

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Corny post

Enquanto dava de mamar à Magia, e ela estava sossegada a mamar (o que nem sempre acontece - às vezes é um pega-larga constante), dei por mim a olhar deleitada para ela e a pensar: "Consegues sentir o amor [a fluir com o leite]?". Mas não pensei a falar, pensei a cantar! A cantar assim: 


 


sábado, 25 de março de 2017

E pensas ter mais filhos?

Já me têm perguntado.

E eu respondo:

- Os que Deus quiser.

Algumas pessoas não dizem mais nada. Outras dizem:

- Mas sabes que quanto mais velha és, maiores são as probabilidades de teres um filho com problemas?

Eu: Sei que as estatísticas dizem isso, mas a estatística que conta é a real [obrigada, Teresa Power, pelas tuas palavras há alguns meses]; se houver problemas, a estatística será 100%, total, muito maior do que a estatística apresentada e divulgada. Se não houver problemas, que relevância tem a estatística? 

- Fizeste amniocentese?

Eu: Não.

- Ah...

E, aos meus ouvidos, aquele "Ah..." soa como um rótulo "És maluca, inconsciente, e outras coisas do género...".

Mas que interesse tinha para mim fazer um exame invasivo, que acarreta riscos, se o resultado desse exame não me iria levar a tomar nenhuma decisão*? Saber antes de uma eventual situação complicada iria ajudar? Ajudar a quê? A passar uma gravidez angustiada? Alguém beneficiaria com isso? Não me parece. 

Diz-se muitas vezes: "O que importa é que venha com saúde." É uma frase bonita, e quando se diz (eu também a digo, às vezes), normalmente quer-se dizer que não importa se é menino ou menina, se a casa é grande ou pequena, no fundo, "que tudo se cria" (outra frase muito utilizada).

Mas, pensando nisto, acho que melhor do que dizer "O que importa é que venha com saúde", é dizer: "O que importa é que seja recebido com amor". Sem dúvida.

*Muitos casais decidem interromper a gravidez em consequência dos resultados da amniocentese. Nós não pomos essa hipótese em cima da mesa.

E pensas ter mais filhos?

Já me têm perguntado.

E eu respondo:

- Os que Deus quiser.

Algumas pessoas não dizem mais nada. Outras dizem:

- Mas sabes que quanto mais velha és, maiores são as probabilidades de teres um filho com problemas?

Eu: Sei que as estatísticas dizem isso, mas a estatística que conta é a real [obrigada, Teresa Power, pelas tuas palavras há alguns meses]; se houver problemas, a estatística será 100%, total, muito maior do que a estatística apresentada e divulgada. Se não houver problemas, que relevância tem a estatística? 

- Fizeste amniocentese?

Eu: Não.

- Ah...

E, aos meus ouvidos, aquele "Ah..." soa como um rótulo "És maluca, inconsciente, e outras coisas do género...".

Mas que interesse tinha para mim fazer um exame invasivo, que acarreta riscos, se o resultado desse exame não me iria levar a tomar nenhuma decisão*? Saber antes de uma eventual situação complicada iria ajudar? Ajudar a quê? A passar uma gravidez angustiada? Alguém beneficiaria com isso? Não me parece. 

Diz-se muitas vezes: "O que importa é que venha com saúde." É uma frase bonita, e quando se diz (eu também a digo, às vezes), normalmente quer-se dizer que não importa se é menino ou menina, se a casa é grande ou pequena, no fundo, "que tudo se cria" (outra frase muito utilizada).

Mas, pensando nisto, acho que melhor do que dizer "O que importa é que venha com saúde", é dizer: "O que importa é que seja recebido com amor". Sem dúvida.

*Muitos casais decidem interromper a gravidez em consequência dos resultados da amniocentese. Nós não pomos essa hipótese em cima da mesa.