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sábado, 14 de maio de 2022

Neste tempo de ausência...

Em abril, a Vassoura testou positivo.


Uma semana e tal depois, o Rogério testou positivo.


Dois dias depois, o Feitiço testou positivo.


A Varinha manteve resultado negativo.


 


Os Avós Bruxos e os Avós Gatos, que se saiba, não apanharam Covid até hoje.


Dos meus irmãos, só a mais velha, a Mafalda, não testou positivo*. Mas não nos contagiámos uns aos outros, cada um apanhou Covid em contextos bem distintos, como aliás são as nossas vidas, geograficamente.


 


*Quase não sai de casa, e tem muito cuidado, por isso...

terça-feira, 3 de setembro de 2019

A Vassoura chegou

A Vassoura chegou ontem à noite, depois de uma viagem sem incidentes. Veio feliz pelas férias que teve.


 


Obrigada, Matilde & Companhia!

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

A viagem da Vassoura

O Tio Gato telefonou a perguntar se estava tudo bem com a Vassoura.


Eu disse que sim.


Ele disse que tinha vindo ao blogue, mas que não estava atualizado, que eu tinha ficado na parte da viagem de comboio. 


Eu disse que tinha pensado escrever a contar que a Vassoura e a Matilde já tinham chegado a casa, mas que achara que isso não interessava a ninguém.


Pelos vistos, estava enganada. Então, repito o que ainda agora escrevi: 


A Vassoura já está em casa da Matilde, desde ontem (claro). Dormiu lindamente no quarto da Matildinha e está feliz e contente. Ah, e alegre e bem-disposta também! 

terça-feira, 20 de agosto de 2019

A viagem da Vassoura

Já algumas vezes li posts de mães a referir a angústia que sentiam quando os filhotes saíam pela primeira vez (ou não) com a escolinha, num passeio, ou com a escola, numa pomposa visita de estudo. Quase sempre reconheciam que não tinham razão para estar assim, que iria ser uma boa experiência para os filhos, etc. e tal, mas que não conseguiam evitar.


Ao ler os referidos posts, sentia-me um bocado E.T.. Já tinha passado por isso e nunca tinha dado a devida importância, nunca tinha sentido angústia, confiava nos adultos que acompanhavam o(s) meu(s) rebento(s) , confiava que tudo correria bem, sentia-me tranquila. Senti-me tranquila inclusive quando foram com a escola num dia de manhã cedo e regressaram ao fim do dia seguinte (a Vassoura já por duas vezes, a Varinha uma vez). Seria pior mãe por isso?


Hoje percebi (comecei a perceber ontem, na realidade) que não sou imune a esta questão dos filhos fora do alcance das asas. É só uma questão de distância e tipo de viagem...


A Vassoura está neste momento num avião, sozinha (sem contar com a tripulação e os restantes passageiros - vocês percebem o que eu quero dizer com "sozinha"). Vai ter com a Matilde, o Matildo, a Matildinha e o Matildinho. E enquanto não chegar, sã e salva, às mãos da Matilde*, eu tenho as entranhas às voltas. Ontem à noite, a meio do jantar, foi quando me caiu a ficha: de repente, parecia que ia ter uma reunião de pais (a estas é que eu devia ser totalmente imune e não sou, infelizmente!) - começou a doer-me a barriga, com cólicas, e descarreguei algo a cuja descrição vos poupo.


Dormi mais ou menos bem - acordei várias vezes para ver as horas (parte má) e adormeci no instante seguinte (parte boa).


Ao tocar o despertador, o Rogério e eu parecíamos uns autómatos: nem mais um segundo ficámos deitados. Rezámos, como habitualmente, e foi muito rapidamente que o Rogério e pouco depois a Vassoura ficaram prontos para sair. Eu fiquei em casa com a restante família, toda a dormir, menos eu, que, em casa, fui acompanhando o que se passava no aeroporto.


Relativamente à hora que tínhamos pensado, não houve qualquer atraso (nem a sair de casa, nem a chegar ao aeroporto), mas... pensámos mal. A Vassoura esteve quase a perder o avião! Quando o painel dizia "última chamada" para o voo dela, ainda não estava no local de embarque e, como estava sozinha, nós (o Rogério, no aeroporto; eu, em casa) não podíamos fazer nada para a ajudar. Ela chegou mesmo a escrever "Vou perder [o avião]" no meu telemóvel antigo que, nestes dias, se tornou o dela, com um número novo.


Bem, a verdade é que apanhou o avião, que está neste momento no ar, e que as minhas entranhas estão a dar-me um momento de relativo descanso.


Aprendizagem do dia: independemente da hora do voo, do número de passageiros, de ter ou não feito check-in online, de ter ou não bagagem de porão, chegar duas horas antes ao aeroporto é uma excelente ideia! Antes à seca, no local de embarque, do que em stress, a caminhar para lá! 


 


 


*A quem é que eu quero enganar? Só ficarei verdadeiramente descansada quando a Vassoura me chegar novamente às mãos!


 

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Matilde, a contrabandista ou ladra de brinquedos (podes escolher)

(Escrevo este post com o aval da Matilde.)


 


Quando éramos miúdas, eu e a Matilde brincávamos com as crianças da vizinhança que, diga-se de passagem, eram poucas!


 


Havia duas irmãs (M1&M2) que nem sempre víamos, porque só eram nossas vizinhas quando estavam em casa da avó, do outro lado da rua.


 


Havia (durante algum tempo) duas irmãs (uma delas uma conhecida atriz da atualidade) que tinham uma irmã mais velha que não nos ligava peva (1.ª vez que escrevo «peva»!). (MJ&P)


 


Havia uma irmã e um irmão, que depois tiveram outro irmão. (M3&A)


 


Do grupo, eu era a mais velha e o A era o mais novo. A ordem etária era, penso: Mimi, MJ, M1, Matilde, P, M2, M3, A. 


 


Bem, houve uma vez em que a Matilde fez uma troca de brinquedos com (se não me engano), a M3 e o A. Chegou a casa muito contente com a nova aquisição (não faço a mínima ideia do que se tratava). Quando indaguei sobre o que tinha dado em troca, fiquei a saber (ou então já tinha descoberto, esses pormenores não recordo) que o que ela tinha levado era um telefone com rodas, que se puxava por um fio e que era muito engraçado. Era algo deste género (mas, segundo a minha memória, mais giro):


telefone_brincar.jpg


O telefone tinha ainda outra particularidade: era meu! 


 


Fiquei mesmo zangada com a Matilde. Tenho ideia de ter tentado desfazer a troca, mas não correu bem, já não sei porquê.


 


A Matilde diz, hoje, que o que fez lhe pesa um bocado na consciência. Mas não foi com essa intenção que eu ofereci ao Matildezinho, no Natal passado, um telefone-carro, OK? 

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Assumir a injustiça cometida

Detesto injustiças.


 


Detesto ser vítima de injustiça, mas detesto igualmente ser injusta para com as outras pessoas. Por vezes acontece. Às vezes, é a cabeça quente que leva a precipitar-me e a ser injusta em algumas palavras. Mas, outras vezes, cometo injustiças inadvertidamente, pois estou plenamente convencida que o que digo é justo... Sóquenão.


 


Hoje fui à arrecadação guardar umas coisas e procurar outras (que não encontrei, por acaso). Acabei a "investigar" um grande saco de brinquedos de bebé, para ver quais deveria lavar e pôr a uso da Magia. Não trouxe todos os que ela já poderia usar, porque achei que seriam demais. Trouxe os que me pareceram mais adequados (claro!).


 


No meio desse saco, encontrei quatro pequenos objetos, cuja fotografia apresento (organizados dois a dois):


WP_20180227_12_39_20_Pro.jpg


Ora, perguntam vocês, que injustiça é que pode haver em duas argolas com uma lua e uma estrela, que, informo eu,  pertencem a uns arcos que fazem conjunto com um tapete de atividades da Chicco?


 


Em 2016, no verão, emprestei o conjunto à minha irmã Matilde, que estava cá de férias, para o seu baby, que na altura tinha meio ano. Ele por acaso nem gostou muito de estar no tapete, o que é irrelevante, por isso, adiante. Quando a Matilde regressou ao país onde vive, o tapete foi-me devolvido, dentro da embalagem original, e lá ficou, guardado na arrecadação, até eu o ir buscar para limpar e pôr a uso, com a Magia.


 


Quando montei o tapete, vi que faltavam as argolas, a lua e a estrela. Sinceramente, então a Matilde devolveu-me o tapete sem as coisas de pendurar? Toca a chatear a Matilde. Lembras-te do tapete? Falta tal e tal... Sinceramente, não me lembro. Tinha ideia de ter guardado tudo na embalagem. Pois, mas falta isto, olha, vou tirar uma fotografia à imagem do cartão da embalagem, para veres o que é. Terás guardado nalgum sítio? Não sei, mas podes pedir à mamã que procure na minha casa [a casa portuguesa da Matilde é por cima da casa dos nossos pais]. Pedi. Não encontrou nada, claro, porque os objetos perdidos estavam junto com outros brinquedos, na arrecadação da minha casa...


 


Desculpa, Matilde! 


 


O que mais me faz confusão é: Por que foi que eu não guardei tudo junto, quando o Feitiço deixou de usar o tapete? Devo ter continuado a usar argolas, pendurando a lua e a estrela noutro sítio - não encontro outra explicação plausível.


 


Mas o que me causa comichão, mesmo, é: Como foi que eu não tentei encontrar o que faltava, no verão de 2016, quando emprestei o tapete? Fui eu que montei o tapete na sala da Matilde, ainda por cima, pelo que supostamente terei dado pela falta dos "penduricalhos". Deveria tê-los procurado e certamente tê-los-ia encontrado, no saco dos brinquedos onde hoje os encontrei!


 


Cabecinha de alho chocho...  

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Bruxos, Gatos & C.ª

Cá em casa somos cinco seis. Num dos primeiros posts expliquei porque não iria utilizar os nossos nomes verdadeiros.

Para não estar sempre a remeter para o referido post, resolvi apresentar-nos num separador à parte, simplificando a vida (salvo seja, quem me dera ter esse poder) a quem nos visite pela primeira vez ou simplesmente tenha mais que fazer do que recordar quem é a Varinha, ou qualquer dos outros intervenientes.

Os nossos alter-egos saíram dos livros da Bruxa Mimi.


Capa do primeiro livro da coleção

 

Várias vezes, após ouvirem uma das histórias da Bruxa Mimi, as minhas filhas estabeleceram uma analogia entre nós e os elementos (personagens e objetos) do livro. Assim, apresento-vos a nossa família:

 

Mãe: Bruxa Mimi, ou só Mimi, 47 anos (ano de nascimento: 1973);

Pai: Gato Rogério, ou só Rogério, 52 anos (ano de nascimento: 1968);

Vassoura Voadora, ou só Vassoura, 13 anos (ano de nascimento: 2006);

Varinha Mágica, ou só Varinha, 12 anos (ano de nascimento: 2008);

Livro dos Feitiços, ou só Feitiço, 10 anos (ano de nascimento: 2010);

Palavra Mágica, ou só Magia, 3 anos (ano de nascimento: 2017).

 

********

 

Este texto foi escrito nos primeiros tempos do blogue, numa altura em que o cabeçalho não incluía os nomes e idades das crianças. No blogspot, primeira localização do "Alheia...", era uma das páginas secundárias. Agora não é propriamente necessário, mas achei por bem incluí-lo no menu. Fica sempre bem apresentarmo-nos a quem chega de novo! 

 

Aproveito e apresento os familiares mais próximos, tal como são referidos ao longo do blogue.

 

Os meus pais são os Avós Bruxos; os pais do Rogério são os Avós Gatos.

 

O Rogério só tem um irmão, que é o Tio Gato. Como eu tenho quatro irmãs e dois irmãos, tive de puxar mais pela cabeça para lhes arranjar nomes. Três das irmãs têm os nomes das irmãs da Bruxa Mimi dos livros (Mafalda, Magda e Matilde). Para a outra irmã e para os irmãos escolhi nomes que também começam por "M". Eis o "quem é quem", por ordem de nascimento:

 

Mafalda (inspirei-me na Mafalda, a contestatária, do Quino) - podem encontrá-la aqui;
Margarida (inspirei-me na flor simples e despretensiosa);
Mário (inspirei-me no jogo do Super Mário, que nunca está quieto);
Magda (inspirei-me na elegante Mag(d)a P., inimiga do tio Patinhas);
Manuel (inspirei-me no facto de ser um nome pacífico);
Mimi (esta sou eu);
Matilde (inspirei-me na Matilde dos livros infantis, já que é a mais nova dos sete).

terça-feira, 2 de maio de 2017

Ave agoirenta

Já por várias vezes me queixei aqui de estar com azia. Não gosto mesmo nada da experiência!


 


Ontem falei com a Matilde pelo Skype, umas três horas depois de ter jantado. Coloquei a mão à frente da boca algumas vezes, o que, penso eu, levou a Matilde a perguntar-me:


 


- Estás com azia?


Eu: Não, já não tenho há uns dias.


Matilde: Então estás a arrotar?


Eu: Sim, apesar de ter terminado de jantar há três horas.


 


A conversa continuou por outros caminhos.


 


Esta manhã acordei com... azia. Pois. 


Matilde, a ave de mau agoiro.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Promessas, promessas...

Filhote Pato,


Matilde,


Olívia,


 


... onde estão os prometidos comentários?


 


 


(Não é muito justo pôr a Olívia no mesmo saco que a Filhote Pato e a Matilde, uma vez que ainda hoje li que está numa fase em que o tempo escasseia e vai espaçar a escrita no seu blogue.


Desculpa, Olívia! Só não retiro o teu nome porque me lembro do que escreveste a propósito da minha mudança para o bairro dos blogues do Sapo.)

terça-feira, 24 de maio de 2016

Já só faltam 4...

Não, ainda não são só 4 dias que faltam para acabarem as aulas... (São 11, são 11!)

Já só faltam 4 dos meus seis irmãos serem seguidores do blogue. Os extremos etários são os que estão: a Mafalda (aka as Alienus) e a Matilde.

Como eu sei que a Matilde (ou Fada Matilde, como ela agora se identifica) gosta de ler coisas sobre a sua pessoa, aqui está um post a dar conta da sua presença no círculo restrito de membros do Alheia a tudo... ou talvez não! :-)

Já só faltam 4...

Não, ainda não são só 4 dias que faltam para acabarem as aulas... (São 11, são 11!)

Já só faltam 4 dos meus seis irmãos serem seguidores do blogue. Os extremos etários são os que estão: a Mafalda (aka as Alienus) e a Matilde.

Como eu sei que a Matilde (ou Fada Matilde, como ela agora se identifica) gosta de ler coisas sobre a sua pessoa, aqui está um post a dar conta da sua presença no círculo restrito de membros do Alheia a tudo... ou talvez não! :-)

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Quando nasceu a minha última sobrinha...

... comentei o facto com os meus alunos.

Eu: Já tenho mais uma sobrinha. Nasceu ontem.

Uma aluna: Então a professora é avó?

?!?

[Matilde, antes que perguntes, também comentei o nascimento do teu bebé, mas ninguém me chamou avó nessa altura.]

Quando nasceu a minha última sobrinha...

... comentei o facto com os meus alunos.

Eu: Já tenho mais uma sobrinha. Nasceu ontem.

Uma aluna: Então a professora é avó?

?!?

[Matilde, antes que perguntes, também comentei o nascimento do teu bebé, mas ninguém me chamou avó nessa altura.]

sábado, 2 de abril de 2016

Fez-me lembrar a Matilde...

A Vassoura perguntou-me se podia ler o meu blogue. Eu autorizei. Quando depois voltei ao blogue, ele estava onde ela o tinha deixado: nos posts da etiqueta "Vassoura"... Tal tia [Matilde], tal sobrinha!

Fez-me lembrar a Matilde...

A Vassoura perguntou-me se podia ler o meu blogue. Eu autorizei. Quando depois voltei ao blogue, ele estava onde ela o tinha deixado: nos posts da etiqueta "Vassoura"... Tal tia [Matilde], tal sobrinha!

segunda-feira, 28 de março de 2016

A Matilde...

... acabou de me dizer: 

- Escreve mais posts sobre a minha pessoa e depois avisa-me!

Eu respondi:

- Não, não, TU é que tens de ir ao blogue ver se há lá algum post sobre ti!

Entretanto desligámos o Skype.

Vamos lá ver quanto tempo demora a Matilde a responder a este post...

A Matilde...

... acabou de me dizer: 

- Escreve mais posts sobre a minha pessoa e depois avisa-me!

Eu respondi:

- Não, não, TU é que tens de ir ao blogue ver se há lá algum post sobre ti!

Entretanto desligámos o Skype.

Vamos lá ver quanto tempo demora a Matilde a responder a este post...

A Matilde...

... não costuma ler o blogue. Mas agora estamos a falar no Skype - nós e a Avó Bruxa, que está ao pé dela - e está a fazer comentários. No entanto, até agora, (quase) só leu posts que de alguma maneira estão relacionados com ela. É uma leitora seletiva... e ligeiramente narcisista!

A Matilde...

... não costuma ler o blogue. Mas agora estamos a falar no Skype - nós e a Avó Bruxa, que está ao pé dela - e está a fazer comentários. No entanto, até agora, (quase) só leu posts que de alguma maneira estão relacionados com ela. É uma leitora seletiva... e ligeiramente narcisista!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Desde dia 11 de dezembro...

... que sou tia de nove sobrinhos. Mas ainda não vi a última aquisição familiar (e vai demorar uns meses até ver!).

Foi o bebé da Matilde que nasceu. Pelas fotografias, é lindo! <3