terça-feira, 4 de novembro de 2014

Uma Família de Caná - palavra de Gato

A propósito dos posts (primeiro e segundo) sobre sermos ou não uma Família de Caná, o Rogério deu o seu parecer, enriquecendo este blogue com um comentário (é a segunda vez, talvez terceira, que o faz, por isso há que dar o devido valor!):

Querida Mimi,
Eu até achei bem, e simpático, que a Teresa tenha posto lá o link para o teu blog. Acho que nós temos feito um esforço para pôr em prática o que aprendemos com as Famílias de Caná. É certo que ainda nos falta muito, mas parece-me que o título do post é um pouco injusto para a Teresa.
Beijinhos,
Gato Rogério

Há pouco disse-me também que o meu post número dois não estava totalmente correto. Aí apanhou-me de surpresa: eu escrevi tentando ser o mais verdadeira possível - onde fora que me enganara?

Pois não era que ele tinha razão? No único ponto onde eu disse que já cumpríamos (o 3), o Rogério lembrou que nós, em família, continuamos a rezar num dos quartos das crianças (quase sempre o delas) durante a semana, à noite. E realmente o ponto três diz que as Famílias de Caná têm um Canto de Oração e é nele que rezam todos os dias.

Todos juntos, só ao fim de semana rezamos junto ao Canto de Oração. O Rogério e eu é que rezamos o terço (quando rezamos, que tem sido quase todos os dias) sempre lá.

Uma Família de Caná - palavra de Gato

A propósito dos posts (primeiro e segundo) sobre sermos ou não uma Família de Caná, o Rogério deu o seu parecer, enriquecendo este blogue com um comentário (é a segunda vez, talvez terceira, que o faz, por isso há que dar o devido valor!):

Querida Mimi,
Eu até achei bem, e simpático, que a Teresa tenha posto lá o link para o teu blog. Acho que nós temos feito um esforço para pôr em prática o que aprendemos com as Famílias de Caná. É certo que ainda nos falta muito, mas parece-me que o título do post é um pouco injusto para a Teresa.
Beijinhos,
Gato Rogério

Há pouco disse-me também que o meu post número dois não estava totalmente correto. Aí apanhou-me de surpresa: eu escrevi tentando ser o mais verdadeira possível - onde fora que me enganara?

Pois não era que ele tinha razão? No único ponto onde eu disse que já cumpríamos (o 3), o Rogério lembrou que nós, em família, continuamos a rezar num dos quartos das crianças (quase sempre o delas) durante a semana, à noite. E realmente o ponto três diz que as Famílias de Caná têm um Canto de Oração e é nele que rezam todos os dias.

Todos juntos, só ao fim de semana rezamos junto ao Canto de Oração. O Rogério e eu é que rezamos o terço (quando rezamos, que tem sido quase todos os dias) sempre lá.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Sim, sou uma mãe babada...

... e gosto de o ser! Por esta razão é que de vez em quando publico algumas das obras artísticas dos meus filhos. Hoje são desenhos, um de cada.

Desenhado a lápis pelo Feitiço, passado a caneta e pintado pela Varinha.

Obra da Varinha. Lindo!

Obra da Vassoura (não é das suas melhores).

Sim, sou uma mãe babada...

... e gosto de o ser! Por esta razão é que de vez em quando publico algumas das obras artísticas dos meus filhos. Hoje são desenhos, um de cada.

Desenhado a lápis pelo Feitiço, passado a caneta e pintado pela Varinha.

Obra da Varinha. Lindo!

Obra da Vassoura (não é das suas melhores).

Uma família de Caná?... Nós?!? #2

Eis a continuação deste post, ou, por outras palavras, a reflexão nele "prometida".

Para começar, há que contextualizar. Retirei o texto que se segue do post "Família de Caná", do blogue amigo e de referência (para mim e para muita gente): "Uma Família Católica".

"FAMÍLIA DE CANÁ 


As Bodas de Caná

“Ao terceiro dia, celebrava-se uma boda em Caná da Galileia e a Mãe de Jesus estava lá. Jesus e os seus discípulos também foram convidados para a boda” (Jo 2, 1-2)
Não sabemos os nomes dos noivos que celebraram esta boda inesquecível em Caná da Galileia, mas sabemos que eram amigos de Jesus e de Maria. Talvez tivessem brincado com Jesus quando eram crianças ou frequentado a mesma sinagoga; talvez tivessem sido vizinhos. Não sabemos os seus nomes, porque hoje eles podem ser cada um de nós: somos Família de Caná sempre que convidamos Jesus e sua Mãe para a nossa festa!

Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná

Nas Bodas de Caná, Maria antecipou a hora de Jesus; mas antecipou também a sua hora como Aquela que intercede por nós junto de Deus. A Mãe de Caná é assim, nos Evangelhos, a imagem mais perfeita da Senhora Auxiliadora dos cristãos.
As Famílias de Caná nasceram à sombra do Santuário de Nossa Senhora Auxiliadora, em Mogofores, e têm na Mãe de Caná a sua Rainha.

Famílias de Caná

Ser Família de Caná é um estilo de vida, uma forma particular de ser família na grande família da Igreja Católica.
A Família de Caná nasce das raízes hebraicas da fé cristã e cresce no jardim de Nossa Senhora. Como toda a árvore, conhece-se pelos frutos (cf. Mt 12, 33). O fruto distintivo da família cristã é o amor. Diziam os pagãos ao falarem dos primeiros cristãos, segundo Tertuliano: “Vede como eles se amam!” E assim deve continuar a ser hoje.

No Judaísmo, a fé vive-se e celebra-se primeiramente em família. “Eu e a minha família serviremos o Senhor” (Jos 24, 15) proclamou Josué ao chegar a Canaã. As Famílias de Caná querem ser Igrejas Domésticas, pequenos oásis de fé cristã verdadeiramente vivida e celebrada, onde educar seja desafiar para a santidade e crescer seja uma aventura rumo ao Céu.

As cinco pedrinhas de David

Como se faz isso? Propomos “cinco pedrinhas”, tantas quantas David recolheu no leito do rio para com elas vencer o gigante Golias (Cf  1Sam 17):

1 – Consagração a Nossa Senhora
A Família de Caná começa o dia com a sua consagração a Maria, nossa Mãe e Rainha.

Invocação
“Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná, 
ensina-nos a fazer tudo o que Jesus nos disser!”

Consagração
“Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná, 
Consagramos-te hoje e sempre a nossa família.
Confiamos na tua intercessão de mãe, 
Para que o vinho da fé, da esperança e do amor
Nunca acabe em nossa casa.
Faz de nós servos do Senhor, como tu, 
E ensina-nos a fazer 
Tudo o que Jesus nos disser.
Ámen!”

2 – Vida sacramental
A Família de Caná procura encontrar-se com Jesus através dos sacramentos: o matrimónio, fundador da família; o baptismo dos filhos; a eucaristia dominical e a adoração eucarística frequente; a confissão mensal; a unção dos doentes sempre que necessária.

3 – O canto de oração
A Família de Caná constrói em casa um lugar para a oração e aí se reúne uma vez por dia, em clima de alegria, simplicidade e disponibilidade para fazer o que Jesus disser.

4 – O Rosário e a Bíblia
Como na casa de Nazaré, a Família de Caná conta as histórias da Bíblia e medita nos mistérios da vida de Jesus, na companhia de Maria, para com Ela aprender a fazer o que Jesus disser.
O “Shemá”, aperfeiçoado por Jesus, marca o início e o fim de cada dia:

Shemá

“Escuta Israel
O Senhor nosso Deus é o único Senhor.
Amarás o Senhor com todo o teu coração
Com toda a tua alma e com todas as tuas forças
E amarás o próximo como a ti mesmo. 
Faz isto e serás feliz.
Ámen!” (Lc 10, 27-28)

5 – Visitação

Como Maria em casa de Isabel, em Nazaré, em Caná e em Jerusalém, a Família de Caná “visita” o seu próximo, servindo-o com amor e levando-lhe Jesus.

Compromisso

Ser Família de Caná é um compromisso familiar do cristão, sem qualquer acto público ou distintivo exterior. As Famílias de Caná devem procurar viver a sua fé nas paróquias onde vivem, estando disponíveis para fazer tudo o que Jesus disser.
Para as auxiliar nesta caminhada de santidade, ser-lhes-ão propostos retiros e encontros, e todos os primeiros sábados receberão via correio electrónico uma curta meditação."

REFLEXÃO...

Pensando nas Cinco Pedrinhas, vejo que:

1 - Na nossa família fazemos a consagração a Nossa Senhora (rezamos com outra oração) mas, em família, fazemo-lo apenas à noite, e não no arranque do dia. De manhã, só eu e o Rogério a rezamos.

2 - Nunca fizemos a adoração eucarística em família e, eu pelo menos, só a faço muito poucas vezes ao ano - longe, muito longe, de ser uma prática frequente. Confissão mensal? Nem por isso, embora a frequência tenha vindo - muito lentamente - a aumentar, ou seja, os intervalos entre confissões a diminuir (falo por mim). O Rogério sabe de si. Da Vassoura sei que se confessou duas vezes.
Isto tudo para dizer que não temos o hábito de nos organizarmos em família para irmos ao Sacramento da Reconciliação todos juntos. Acho que há aquela parte dos escrúpulos: "Então eu vou dizer a alguém que tem de se confessar? Vou marcar (impor) um dia para isso? Parece pouco ético, pouco cristão. Ao fazer isto não estou a julgar aquela pessoa - neste caso o(s) meu(s) familiar(es)?" Bem, para estas questões há uma resposta simples: "O justo peca sete vezes ao dia.", logo, todos pecamos... Marcar um dia é equivalente a mandar as crianças arrumar o quarto - se eu esperasse que elas se decidissem, mais valia esperar sentada!

3 - OK, esta já está! (Ver aqui.)

4 - Tentamos, eu e o Rogério, rezar o terço todos os dias (nem sempre o fazemos). Em família, só rezamos ao fim de semana.

5 - Não me parece que estejamos ao serviço, neste sentido. Ponto.

CONCLUSÃO...

Por estas razões, acho que a Teresa Power se precipitou, de facto. Nós (ainda) não somos uma Família de Caná. Mas somos talvez uma Família de Caná em construção...

Antes de eu publicar este post, a Teresa deixou comentários no post anterior, que decidi incluir neste:

Olha lá, Bruxa Mimi, quem arrasta pianos de 300kg por causa de um Canto de Oração, chama-se o quê?

e

pode-se ser Família de Caná e nem sequer o saber, como é o caso da Bruxa Mimi...

:-)

Mas ela também escreveu:

As Famílias de Caná (...) têm cinco pontos muito concretos de vida de fé, as Cinco Pedrinhas (...) 

... e é por isso que mantenho a minha conclusão. (Apesar de ter escrito que me rendia, Teresa!)

Para terminar este post que já vai muuuuito longo, volto a citar o post da Teresa, que na sua parte final inclui um convite:

"Quem quiser experimentar esta forma de ser Igreja poderá contactar a Família Power, enviando um e-mail para ntpower@sapo.pt, dirigido a Teresa Power e tendo como Assunto “Famílias de Caná”."

Uma família de Caná?... Nós?!? #2

Eis a continuação deste post, ou, por outras palavras, a reflexão nele "prometida".

Para começar, há que contextualizar. Retirei o texto que se segue do post "Família de Caná", do blogue amigo e de referência (para mim e para muita gente): "Uma Família Católica".

"FAMÍLIA DE CANÁ 


As Bodas de Caná

“Ao terceiro dia, celebrava-se uma boda em Caná da Galileia e a Mãe de Jesus estava lá. Jesus e os seus discípulos também foram convidados para a boda” (Jo 2, 1-2)
Não sabemos os nomes dos noivos que celebraram esta boda inesquecível em Caná da Galileia, mas sabemos que eram amigos de Jesus e de Maria. Talvez tivessem brincado com Jesus quando eram crianças ou frequentado a mesma sinagoga; talvez tivessem sido vizinhos. Não sabemos os seus nomes, porque hoje eles podem ser cada um de nós: somos Família de Caná sempre que convidamos Jesus e sua Mãe para a nossa festa!

Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná

Nas Bodas de Caná, Maria antecipou a hora de Jesus; mas antecipou também a sua hora como Aquela que intercede por nós junto de Deus. A Mãe de Caná é assim, nos Evangelhos, a imagem mais perfeita da Senhora Auxiliadora dos cristãos.
As Famílias de Caná nasceram à sombra do Santuário de Nossa Senhora Auxiliadora, em Mogofores, e têm na Mãe de Caná a sua Rainha.

Famílias de Caná

Ser Família de Caná é um estilo de vida, uma forma particular de ser família na grande família da Igreja Católica.
A Família de Caná nasce das raízes hebraicas da fé cristã e cresce no jardim de Nossa Senhora. Como toda a árvore, conhece-se pelos frutos (cf. Mt 12, 33). O fruto distintivo da família cristã é o amor. Diziam os pagãos ao falarem dos primeiros cristãos, segundo Tertuliano: “Vede como eles se amam!” E assim deve continuar a ser hoje.

No Judaísmo, a fé vive-se e celebra-se primeiramente em família. “Eu e a minha família serviremos o Senhor” (Jos 24, 15) proclamou Josué ao chegar a Canaã. As Famílias de Caná querem ser Igrejas Domésticas, pequenos oásis de fé cristã verdadeiramente vivida e celebrada, onde educar seja desafiar para a santidade e crescer seja uma aventura rumo ao Céu.

As cinco pedrinhas de David

Como se faz isso? Propomos “cinco pedrinhas”, tantas quantas David recolheu no leito do rio para com elas vencer o gigante Golias (Cf  1Sam 17):

1 – Consagração a Nossa Senhora
A Família de Caná começa o dia com a sua consagração a Maria, nossa Mãe e Rainha.

Invocação
“Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná, 
ensina-nos a fazer tudo o que Jesus nos disser!”

Consagração
“Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná, 
Consagramos-te hoje e sempre a nossa família.
Confiamos na tua intercessão de mãe, 
Para que o vinho da fé, da esperança e do amor
Nunca acabe em nossa casa.
Faz de nós servos do Senhor, como tu, 
E ensina-nos a fazer 
Tudo o que Jesus nos disser.
Ámen!”

2 – Vida sacramental
A Família de Caná procura encontrar-se com Jesus através dos sacramentos: o matrimónio, fundador da família; o baptismo dos filhos; a eucaristia dominical e a adoração eucarística frequente; a confissão mensal; a unção dos doentes sempre que necessária.

3 – O canto de oração
A Família de Caná constrói em casa um lugar para a oração e aí se reúne uma vez por dia, em clima de alegria, simplicidade e disponibilidade para fazer o que Jesus disser.

4 – O Rosário e a Bíblia
Como na casa de Nazaré, a Família de Caná conta as histórias da Bíblia e medita nos mistérios da vida de Jesus, na companhia de Maria, para com Ela aprender a fazer o que Jesus disser.
O “Shemá”, aperfeiçoado por Jesus, marca o início e o fim de cada dia:

Shemá

“Escuta Israel
O Senhor nosso Deus é o único Senhor.
Amarás o Senhor com todo o teu coração
Com toda a tua alma e com todas as tuas forças
E amarás o próximo como a ti mesmo. 
Faz isto e serás feliz.
Ámen!” (Lc 10, 27-28)

5 – Visitação

Como Maria em casa de Isabel, em Nazaré, em Caná e em Jerusalém, a Família de Caná “visita” o seu próximo, servindo-o com amor e levando-lhe Jesus.

Compromisso

Ser Família de Caná é um compromisso familiar do cristão, sem qualquer acto público ou distintivo exterior. As Famílias de Caná devem procurar viver a sua fé nas paróquias onde vivem, estando disponíveis para fazer tudo o que Jesus disser.
Para as auxiliar nesta caminhada de santidade, ser-lhes-ão propostos retiros e encontros, e todos os primeiros sábados receberão via correio electrónico uma curta meditação."

REFLEXÃO...

Pensando nas Cinco Pedrinhas, vejo que:

1 - Na nossa família fazemos a consagração a Nossa Senhora (rezamos com outra oração) mas, em família, fazemo-lo apenas à noite, e não no arranque do dia. De manhã, só eu e o Rogério a rezamos.

2 - Nunca fizemos a adoração eucarística em família e, eu pelo menos, só a faço muito poucas vezes ao ano - longe, muito longe, de ser uma prática frequente. Confissão mensal? Nem por isso, embora a frequência tenha vindo - muito lentamente - a aumentar, ou seja, os intervalos entre confissões a diminuir (falo por mim). O Rogério sabe de si. Da Vassoura sei que se confessou duas vezes.
Isto tudo para dizer que não temos o hábito de nos organizarmos em família para irmos ao Sacramento da Reconciliação todos juntos. Acho que há aquela parte dos escrúpulos: "Então eu vou dizer a alguém que tem de se confessar? Vou marcar (impor) um dia para isso? Parece pouco ético, pouco cristão. Ao fazer isto não estou a julgar aquela pessoa - neste caso o(s) meu(s) familiar(es)?" Bem, para estas questões há uma resposta simples: "O justo peca sete vezes ao dia.", logo, todos pecamos... Marcar um dia é equivalente a mandar as crianças arrumar o quarto - se eu esperasse que elas se decidissem, mais valia esperar sentada!

3 - OK, esta já está! (Ver aqui.)

4 - Tentamos, eu e o Rogério, rezar o terço todos os dias (nem sempre o fazemos). Em família, só rezamos ao fim de semana.

5 - Não me parece que estejamos ao serviço, neste sentido. Ponto.

CONCLUSÃO...

Por estas razões, acho que a Teresa Power se precipitou, de facto. Nós (ainda) não somos uma Família de Caná. Mas somos talvez uma Família de Caná em construção...

Antes de eu publicar este post, a Teresa deixou comentários no post anterior, que decidi incluir neste:

Olha lá, Bruxa Mimi, quem arrasta pianos de 300kg por causa de um Canto de Oração, chama-se o quê?

e

pode-se ser Família de Caná e nem sequer o saber, como é o caso da Bruxa Mimi...

:-)

Mas ela também escreveu:

As Famílias de Caná (...) têm cinco pontos muito concretos de vida de fé, as Cinco Pedrinhas (...) 

... e é por isso que mantenho a minha conclusão. (Apesar de ter escrito que me rendia, Teresa!)

Para terminar este post que já vai muuuuito longo, volto a citar o post da Teresa, que na sua parte final inclui um convite:

"Quem quiser experimentar esta forma de ser Igreja poderá contactar a Família Power, enviando um e-mail para ntpower@sapo.pt, dirigido a Teresa Power e tendo como Assunto “Famílias de Caná”."

domingo, 2 de novembro de 2014

Uma família de Caná... Nós?!?

Rogério: Só hoje descobri que a Teresa Power, lá no blogue, do lado direito, ...

Adivinhei o que viria a seguir:

Rogério: ... onde tem os blogues de outras Famílias de Caná, pôs o "Alheia"!
Eu: Ai, pôs? Não tinha reparado!
Rogério: Não tinhas visto?
Eu: Não! [e não tinha mesmo!]
Esta imagem é só para quem não foi lá ver...

Fiquei a pensar nisto... Poderemos nós considerar-nos uma Família de Caná? Não se terá a Teresa precipitado?

Noutro post refletirei mais sobre esta questão (resta saber quando conseguirei escrever o post).

Uma família de Caná... Nós?!?

Rogério: Só hoje descobri que a Teresa Power, lá no blogue, do lado direito, ...

Adivinhei o que viria a seguir:

Rogério: ... onde tem os blogues de outras Famílias de Caná, pôs o "Alheia"!
Eu: Ai, pôs? Não tinha reparado!
Rogério: Não tinhas visto?
Eu: Não! [e não tinha mesmo!]
Esta imagem é só para quem não foi lá ver...

Fiquei a pensar nisto... Poderemos nós considerar-nos uma Família de Caná? Não se terá a Teresa precipitado?

Noutro post refletirei mais sobre esta questão (resta saber quando conseguirei escrever o post).

Deslocar um piano...

... não é tão fácil como possam pensar!

Precisámos de deslocar o piano alguns centímetros para a esquerda para termos espaço para o nosso canto de oração, como contei aqui.

À custa disto, até fizemos uma amolgadela na parede. Sabem, é que o piano  pesa 300 kg...

Para aliviar um pouco o peso (já depois de termos causado a amolgadela), retirámos duas tábuas do piano. Ficou assim, com as "entranhas" à mostra:


No fim, valeu a pena. E isso é que importa.

Deslocar um piano...

... não é tão fácil como possam pensar!

Precisámos de deslocar o piano alguns centímetros para a esquerda para termos espaço para o nosso canto de oração, como contei aqui.

À custa disto, até fizemos uma amolgadela na parede. Sabem, é que o piano  pesa 300 kg...

Para aliviar um pouco o peso (já depois de termos causado a amolgadela), retirámos duas tábuas do piano. Ficou assim, com as "entranhas" à mostra:


No fim, valeu a pena. E isso é que importa.

sábado, 1 de novembro de 2014

Depois de três posts que demoraram imenso tempo a escrever*...

... está mais que na hora de me ausentar. Tenho trabalho mesmo urgente para fazer (para além do almoço para comer)!

Voltarei quando puder...

*Demoraram mesmo, apesar de não serem propriamente de grande qualidade!

Depois de três posts que demoraram imenso tempo a escrever*...

... está mais que na hora de me ausentar. Tenho trabalho mesmo urgente para fazer (para além do almoço para comer)!

Voltarei quando puder...

*Demoraram mesmo, apesar de não serem propriamente de grande qualidade!

O nosso Canto de Oração

Diria que o principal "canto de oração" é o "portátil" que todos temos: o nosso coração, mas um canto de oração físico pode ajudar a ter presente a oração em família, tal como a mesa de jantar ajuda a ter presente a refeição familiar (vários estômagos a dar horas também ajudam a lembrar, claro!).

Desde que vi alguns posts sobre os cantos de oração de algumas Famílias de Caná, fiquei a pensar que também deveríamos ter um, mas não foi fácil concretizar. Um passo importante foi irmos ao Retiro das Famílias de Caná, porque ficámos - eu e o Rogério - a pensar em como poderíamos fazer para ter um Canto de oração.

O Rogério lembrou-se que havia um oratório na casa que era dos avós paternos. Confesso que um oratório não era bem o que eu tinha pensado, porque associava um oratório a pessoas idosas. Preconceito estúpido, certamente. Um oratório convida a orar, tal como o nome indica - então pode convidar pessoas de qualquer idade! Mas não disse que não a essa sugestão, já que não descortinava outra melhor, especialmente em termos de espaço (na verdade, lembrei-me de uma hipótese, mas era radical e não foi aprovada pelo Rogério).

Há duas semanas o pai do Gato trouxe o oratório, para vermos se nos interessava ou não. Decidimos aceitar a oferta, mas não quisemos as imagens que antes lá estavam. Cá em casa já tínhamos com que ocupar o oratório.

Surgiu um problema: onde colocar o oratório. Em cima da cómoda do nosso quarto ficaria altíssimo para as crianças. Decidimos que ficaria na sala, ao lado do piano, mas onde? No chão não era boa ideia!

Na semana passada o pai do Rogério foi novamente o fornecedor da solução: uma mesinha de cabeceira (acho) que (segundo percebi) era precisamente onde estava (ou tinha estado em tempos) o oratório em casa dos avós do Rogério.

Para o oratório não ficar à frente da porta da sala (da porta que normalmente está fechada, já que temos porta dupla), tivemos de empurrar o piano para a esquerda (depois conto noutro post).

Com o oratório (estrutura) no sítio que queríamos, faltava preencher o interior. Tínhamos bastante por onde escolher, mas também algumas limitações: os suportes não são muito grandes e quando nos apoiamos no oratório, ele abana um pouco (não nos põe em perigo, mas poderia pôr em perigo alguma imagem em material frágil, se caísse ao chão - e nós temos em casa um Feitiço, sabem?). Por isso, as escolhas foram as que se podem ver na fotografia:

A Sagrada Família foi feita em JumpingClay.

O oratório tem uma gaveta por baixo onde colocámos os nossos terços.

A mesa tem uma prateleira e uma gaveta. Na prateleira colocámos alguns dos livros para crianças que estão relacionados com histórias da Bíblia ou com a oração. Também lá estão os livros "Os Mistérios da Fé" (volumes 1 e 2 - ainda não temos o nº 3).


O resultado final foi este:


Esteticamente, este conjunto não tem nada a ver com a mobília da sala, mas como está ao lado do piano, que também é escuro, não fica mal. A JumpingClay dá um toque juvenil e um bocadinho de cor ao nosso Canto de Oração, que já foi onde rezámos durante a semana que passou.

O nosso Canto de Oração

Diria que o principal "canto de oração" é o "portátil" que todos temos: o nosso coração, mas um canto de oração físico pode ajudar a ter presente a oração em família, tal como a mesa de jantar ajuda a ter presente a refeição familiar (vários estômagos a dar horas também ajudam a lembrar, claro!).

Desde que vi alguns posts sobre os cantos de oração de algumas Famílias de Caná, fiquei a pensar que também deveríamos ter um, mas não foi fácil concretizar. Um passo importante foi irmos ao Retiro das Famílias de Caná, porque ficámos - eu e o Rogério - a pensar em como poderíamos fazer para ter um Canto de oração.

O Rogério lembrou-se que havia um oratório na casa que era dos avós paternos. Confesso que um oratório não era bem o que eu tinha pensado, porque associava um oratório a pessoas idosas. Preconceito estúpido, certamente. Um oratório convida a orar, tal como o nome indica - então pode convidar pessoas de qualquer idade! Mas não disse que não a essa sugestão, já que não descortinava outra melhor, especialmente em termos de espaço (na verdade, lembrei-me de uma hipótese, mas era radical e não foi aprovada pelo Rogério).

Há duas semanas o pai do Gato trouxe o oratório, para vermos se nos interessava ou não. Decidimos aceitar a oferta, mas não quisemos as imagens que antes lá estavam. Cá em casa já tínhamos com que ocupar o oratório.

Surgiu um problema: onde colocar o oratório. Em cima da cómoda do nosso quarto ficaria altíssimo para as crianças. Decidimos que ficaria na sala, ao lado do piano, mas onde? No chão não era boa ideia!

Na semana passada o pai do Rogério foi novamente o fornecedor da solução: uma mesinha de cabeceira (acho) que (segundo percebi) era precisamente onde estava (ou tinha estado em tempos) o oratório em casa dos avós do Rogério.

Para o oratório não ficar à frente da porta da sala (da porta que normalmente está fechada, já que temos porta dupla), tivemos de empurrar o piano para a esquerda (depois conto noutro post).

Com o oratório (estrutura) no sítio que queríamos, faltava preencher o interior. Tínhamos bastante por onde escolher, mas também algumas limitações: os suportes não são muito grandes e quando nos apoiamos no oratório, ele abana um pouco (não nos põe em perigo, mas poderia pôr em perigo alguma imagem em material frágil, se caísse ao chão - e nós temos em casa um Feitiço, sabem?). Por isso, as escolhas foram as que se podem ver na fotografia:

A Sagrada Família foi feita em JumpingClay.

O oratório tem uma gaveta por baixo onde colocámos os nossos terços.

A mesa tem uma prateleira e uma gaveta. Na prateleira colocámos alguns dos livros para crianças que estão relacionados com histórias da Bíblia ou com a oração. Também lá estão os livros "Os Mistérios da Fé" (volumes 1 e 2 - ainda não temos o nº 3).


O resultado final foi este:


Esteticamente, este conjunto não tem nada a ver com a mobília da sala, mas como está ao lado do piano, que também é escuro, não fica mal. A JumpingClay dá um toque juvenil e um bocadinho de cor ao nosso Canto de Oração, que já foi onde rezámos durante a semana que passou.

Faz hoje dez anos...

... que eu e o Rogério começámos a namorar. Espero que nunca acabemos!

Ontem ao almoço comentei este facto. Respondeu uma colega:

- Então mas não passaste a festejar o outro dia [o do casamento]? Ou festejas os dois?

Eu: Quem é que falou em festejar? Eu só disse que amanhã faz 10 anos que começámos a namorar...

Mas a vocês digo-vos como é que vamos "festejar": como noutro sábado em que tenho muito trabalho para fazer (quantos mais posts publico, mais trabalho estou a adiar), com a diferença que, por ser Dia de Todos os Santos, vamos à Missa.

Faz hoje dez anos...

... que eu e o Rogério começámos a namorar. Espero que nunca acabemos!

Ontem ao almoço comentei este facto. Respondeu uma colega:

- Então mas não passaste a festejar o outro dia [o do casamento]? Ou festejas os dois?

Eu: Quem é que falou em festejar? Eu só disse que amanhã faz 10 anos que começámos a namorar...

Mas a vocês digo-vos como é que vamos "festejar": como noutro sábado em que tenho muito trabalho para fazer (quantos mais posts publico, mais trabalho estou a adiar), com a diferença que, por ser Dia de Todos os Santos, vamos à Missa.

Sou uma sortuda!...

Estava eu a ler um texto no jornal i, sugerido pela Teresa Power neste post sobre planeamento familiar, quando me aparece esta fantástica oportunidade de ganhar "um mini ou até 20.000 euros".


Já ontem na minha escola fui a visitante 1 milhão quando entrei num computador muito dado a "dar prémios" (digo que é o computador porque estava na página do meu agrupamento de escolas e quando estou nessa página, em casa, ou noutro computador da escola, não tenho tantas "ofertas").

Digam lá que não sou sortuda...

Detesto estas caixas irritantes! (Na imagem está tudo parado, claro, mas toda a gente sabe que este tipo de caixa pisca sem parar, além de que carregar em "fechar" ou em "OK" / "Clique aqui" tem exatamente o mesmo efeito - que é ir parar à "página-mãe".)

Sou uma sortuda!...

Estava eu a ler um texto no jornal i, sugerido pela Teresa Power neste post sobre planeamento familiar, quando me aparece esta fantástica oportunidade de ganhar "um mini ou até 20.000 euros".


Já ontem na minha escola fui a visitante 1 milhão quando entrei num computador muito dado a "dar prémios" (digo que é o computador porque estava na página do meu agrupamento de escolas e quando estou nessa página, em casa, ou noutro computador da escola, não tenho tantas "ofertas").

Digam lá que não sou sortuda...

Detesto estas caixas irritantes! (Na imagem está tudo parado, claro, mas toda a gente sabe que este tipo de caixa pisca sem parar, além de que carregar em "fechar" ou em "OK" / "Clique aqui" tem exatamente o mesmo efeito - que é ir parar à "página-mãe".)

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Sobre a obediência

Tenho umas novidades para contar / mostrar (nada do que algumas pessoas ficaram logo a pensar com a palavra "novidade"), mas este post é simplesmente a divulgação de um post que acho que vale muito a pena a ler (que é, na verdade, o que eu acho de todos os posts d'«Uma Família Católica»).

Sobre a obediência

Tenho umas novidades para contar / mostrar (nada do que algumas pessoas ficaram logo a pensar com a palavra "novidade"), mas este post é simplesmente a divulgação de um post que acho que vale muito a pena a ler (que é, na verdade, o que eu acho de todos os posts d'«Uma Família Católica»).

terça-feira, 28 de outubro de 2014

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Excelente razão!

Eu, para o Rogério: Uma colega da minha escola, que está grávida, disse hoje que já era altura de eu engravidar novamente.

Varinha, que estava presente: Eu acho que tu devias ter mais um bebé, mamã.

Eu: Ah, sim? Porquê?

Varinha: Porque assim eu e a Vassoura, que já somos crescidas, podíamos pegar-lhe ao colo!

Ora bem, segundo a Varinha, no fundo, eu e o Rogério não deveríamos voltar a ser pais, deveríamos era fabricar um brinquedo...

Excelente razão!

Eu, para o Rogério: Uma colega da minha escola, que está grávida, disse hoje que já era altura de eu engravidar novamente.

Varinha, que estava presente: Eu acho que tu devias ter mais um bebé, mamã.

Eu: Ah, sim? Porquê?

Varinha: Porque assim eu e a Vassoura, que já somos crescidas, podíamos pegar-lhe ao colo!

Ora bem, segundo a Varinha, no fundo, eu e o Rogério não deveríamos voltar a ser pais, deveríamos era fabricar um brinquedo...

domingo, 19 de outubro de 2014

O Feitiço e os legos

Cá em casa gostamos muito de brincar com legos e não podemos propriamente dizer que temos poucas peças. Começámos com Lego Duplo e é desse que temos vindo a acumular. A Vassoura recebeu uma caixa de legos pequeninos (que são os de gente grande), mas pouco brinca com eles, pois uma das coisas melhores dos legos é poder misturar e construir um "mundo" e, para isso, quanto mais peças, melhor.

Uma das caixas de Lego Duplo que receberam, em tempos, foi a do hospital. Como os hospitais existem para os doentes e acidentados, uma das peças é para dar a ideia que uma pessoa tem uma perna partida, ficando assim:


O que os senhores que fabricaram esta peça (que se pode colocar em qualquer personagem de tamanho "adulto") não sabiam era que viria a ser útil mesmo, para uma perna partida, e não apenas a fingir. Ora reparem:


Quando questionado sobre como partiu a perna à boneca de Lego, o Feitiço respondeu:

- Eu estava a apertar, depois começou a ficar fraca e, de repente, partiu-se!

Sim, claro, foi "de repente"...

Mais uma evidência que, apesar da qualidade inquestionável das peças Lego, não são inquebráveis - pelo menos nas mãos do Feitiço!

O Feitiço e os legos

Cá em casa gostamos muito de brincar com legos e não podemos propriamente dizer que temos poucas peças. Começámos com Lego Duplo e é desse que temos vindo a acumular. A Vassoura recebeu uma caixa de legos pequeninos (que são os de gente grande), mas pouco brinca com eles, pois uma das coisas melhores dos legos é poder misturar e construir um "mundo" e, para isso, quanto mais peças, melhor.

Uma das caixas de Lego Duplo que receberam, em tempos, foi a do hospital. Como os hospitais existem para os doentes e acidentados, uma das peças é para dar a ideia que uma pessoa tem uma perna partida, ficando assim:


O que os senhores que fabricaram esta peça (que se pode colocar em qualquer personagem de tamanho "adulto") não sabiam era que viria a ser útil mesmo, para uma perna partida, e não apenas a fingir. Ora reparem:


Quando questionado sobre como partiu a perna à boneca de Lego, o Feitiço respondeu:

- Eu estava a apertar, depois começou a ficar fraca e, de repente, partiu-se!

Sim, claro, foi "de repente"...

Mais uma evidência que, apesar da qualidade inquestionável das peças Lego, não são inquebráveis - pelo menos nas mãos do Feitiço!

sábado, 18 de outubro de 2014

Nós no teatro

Quer dizer, não somos bem nós, mas onde há bruxas, vassouras, varinhas, (e certamente também feitiços e gatos), podíamos ser! :-)

Refiro-me ao musical infantil que está em cena no Teatro Independente de Oeiras (vulgo T.I.O.), que fica junto à marginal e ao McDonald's que lá há, em frente à praia. (Se pensarem ir, pesquisem no Google que ficam melhor servidos do que aqui.)

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=824482470906406&set=a.100843533270307.1758.100000339833811&type=1

Nós ainda não fomos ver, mas queremos! É para maiores de 6 anos, por isso o Feitiço não irá.

Está em cena até 14 de dezembro, aos sábados e domingos às 15:30h.

Nós no teatro

Quer dizer, não somos bem nós, mas onde há bruxas, vassouras, varinhas, (e certamente também feitiços e gatos), podíamos ser! :-)

Refiro-me ao musical infantil que está em cena no Teatro Independente de Oeiras (vulgo T.I.O.), que fica junto à marginal e ao McDonald's que lá há, em frente à praia. (Se pensarem ir, pesquisem no Google que ficam melhor servidos do que aqui.)

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=824482470906406&set=a.100843533270307.1758.100000339833811&type=1

Nós ainda não fomos ver, mas queremos! É para maiores de 6 anos, por isso o Feitiço não irá.

Está em cena até 14 de dezembro, aos sábados e domingos às 15:30h.

Oração mais alegre #2

À semelhança do que se passou na semana passada, hoje tocámos alguns instrumentos na nossa oração familiar.

A fotografia seguinte mostra a mesa com os "despojos" da oração. Cada criança escolheu um instrumento, por isso não tocaram todos os que estão na imagem.


Mas nem só as crianças tocaram. Eu também toquei um daqueles instrumentos e o Rogério tocou...

...piano!

A pauta que podem ver foi retirada do site http://www.grupos-corais.tk/Canticos.htm. Há lá muita coisa, disse-me o Rogério. Se estiverem à procura de cânticos, já sabem um sítio onde ir!

Oração mais alegre #2

À semelhança do que se passou na semana passada, hoje tocámos alguns instrumentos na nossa oração familiar.

A fotografia seguinte mostra a mesa com os "despojos" da oração. Cada criança escolheu um instrumento, por isso não tocaram todos os que estão na imagem.


Mas nem só as crianças tocaram. Eu também toquei um daqueles instrumentos e o Rogério tocou...

...piano!

A pauta que podem ver foi retirada do site http://www.grupos-corais.tk/Canticos.htm. Há lá muita coisa, disse-me o Rogério. Se estiverem à procura de cânticos, já sabem um sítio onde ir!

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

O que acham...

... deste rato? Funcionará bem, ou não? :-)


Este rato faz parte da nossa história - ou não fosse o Rogério um gato!...

O que acham...

... deste rato? Funcionará bem, ou não? :-)


Este rato faz parte da nossa história - ou não fosse o Rogério um gato!...

domingo, 12 de outubro de 2014

Oração mais alegre

Ontem, pela primeira vez, incluímos instrumentos musicais na nossa oração familiar, enquanto cantávamos um cântico a Nossa Senhora (um cântico que é muitas vezes cantado na Missa a que vamos e que sabemos de cor).

Foram as crianças que tocaram e estavam mesmo alegres por poderem fazê-lo!

Realmente, cativar as crianças para a oração não é assim tão difícil... :-)

Os instrumentos escolhidos foram pandeireta (Feitiço), metalofone* (Varinha) e guizos (Vassoura).

*normalmente conhecido por xilofone, mas que não é xilofone porque não tem placas de madeira (que é o que "xilo" significa). Aprendi isto nas aulas de Música na ESE. Obrigada, professora cujo nome não recordo!

Oração mais alegre

Ontem, pela primeira vez, incluímos instrumentos musicais na nossa oração familiar, enquanto cantávamos um cântico a Nossa Senhora (um cântico que é muitas vezes cantado na Missa a que vamos e que sabemos de cor).

Foram as crianças que tocaram e estavam mesmo alegres por poderem fazê-lo!

Realmente, cativar as crianças para a oração não é assim tão difícil... :-)

Os instrumentos escolhidos foram pandeireta (Feitiço), metalofone* (Varinha) e guizos (Vassoura).

*normalmente conhecido por xilofone, mas que não é xilofone porque não tem placas de madeira (que é o que "xilo" significa). Aprendi isto nas aulas de Música na ESE. Obrigada, professora cujo nome não recordo!

Um amigo do Feitiço

... chama-se Rodrigo. Como o Feitiço muitas vezes ainda se esquece de incluir os "r" nas sílabas, diz Rodigo.

Numa dessas vezes, eu intervim.
Eu: Quem?
Feitiço: O Rodigo.
Eu: Ro-dri-go.
Feitiço, separando bem as sílabas: Ro-di-gro.

Um amigo do Feitiço

... chama-se Rodrigo. Como o Feitiço muitas vezes ainda se esquece de incluir os "r" nas sílabas, diz Rodigo.

Numa dessas vezes, eu intervim.
Eu: Quem?
Feitiço: O Rodigo.
Eu: Ro-dri-go.
Feitiço, separando bem as sílabas: Ro-di-gro.

Parasitas necessários

O Feitiço usa óculos desde agosto (por causa disto*). Ontem à noite, a Varinha reparou que o Rogério estava a lavar os óculos do Feitiço com água e sabonete e ficou admirada.

Varinha: Ah, o papá está a usar água e sabonete para lavar as lêndeas!
Eu: As quê?
Varinha, tentando corrigir-se: As lendes...

(Informação adicional: há novamente um surto de piolhos na escola deles...)

*Andei à procura do post em que contava a novidade dos óculos e não o encontrei (porque, pensei, não o escrevi). Depois, percebi porquê. Aconteceu durante o meu castigo... Ao procurar o post em que explicava o castigo, encontrei a informação sobre os óculos, perdida no meio de outras. Afinal sempre tinha contado a novidade, só não lhe tinha dado o destaque que pensava ter dado!

Parasitas necessários

O Feitiço usa óculos desde agosto (por causa disto*). Ontem à noite, a Varinha reparou que o Rogério estava a lavar os óculos do Feitiço com água e sabonete e ficou admirada.

Varinha: Ah, o papá está a usar água e sabonete para lavar as lêndeas!
Eu: As quê?
Varinha, tentando corrigir-se: As lendes...

(Informação adicional: há novamente um surto de piolhos na escola deles...)

*Andei à procura do post em que contava a novidade dos óculos e não o encontrei (porque, pensei, não o escrevi). Depois, percebi porquê. Aconteceu durante o meu castigo... Ao procurar o post em que explicava o castigo, encontrei a informação sobre os óculos, perdida no meio de outras. Afinal sempre tinha contado a novidade, só não lhe tinha dado o destaque que pensava ter dado!

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Um novo verbo

Na sala de aula, uma criança escreve no quadro a resposta certa a uma adição, mas exagera no tamanho dos números. Comentário de um colega:

- Ó N., desaumenta lá isso!

Adorei!

Um novo verbo

Na sala de aula, uma criança escreve no quadro a resposta certa a uma adição, mas exagera no tamanho dos números. Comentário de um colega:

- Ó N., desaumenta lá isso!

Adorei!

Anatomia de Grey

Sou viciada em televisão. Já aqui falei disso (podia procurar os links dos posts, mas dava uma trabalheira, por isso, acreditem que já falei). Não tenho é exercido muito o meu vício.

Como não tenho muito tempo para pormenores, deixo-vos apenas o título da série (ver título do post) que estou mortinha por recomeçar a ver (o mais certo é ver a gravação, raramente vejo quando é emitida) e o dia. É hoje.

O mais engraçado nisto é que só comecei a ver a série quando já ia para aí na quinta ou sexta temporada, porque calhou. Tinha ouvido falar da série, mas nunca tinha tido grande curiosidade. No entanto, fiquei logo curiosíssima sobre o que se tinha passado antes e consegui, em época de saldos televisivos (o verão), ver a partir da terceira temporada, se não me engano. Nunca vi o início. Um dia verei, tenho certeza.

Anatomia de Grey

Sou viciada em televisão. Já aqui falei disso (podia procurar os links dos posts, mas dava uma trabalheira, por isso, acreditem que já falei). Não tenho é exercido muito o meu vício.

Como não tenho muito tempo para pormenores, deixo-vos apenas o título da série (ver título do post) que estou mortinha por recomeçar a ver (o mais certo é ver a gravação, raramente vejo quando é emitida) e o dia. É hoje.

O mais engraçado nisto é que só comecei a ver a série quando já ia para aí na quinta ou sexta temporada, porque calhou. Tinha ouvido falar da série, mas nunca tinha tido grande curiosidade. No entanto, fiquei logo curiosíssima sobre o que se tinha passado antes e consegui, em época de saldos televisivos (o verão), ver a partir da terceira temporada, se não me engano. Nunca vi o início. Um dia verei, tenho certeza.

Um SMS

de uma amiga pode fazer maravilhas e fazer-nos sentir gratidão por a termos como amiga.

Quem diz SMS, diz telefonema, email (personalizado, não um "vai para todos")... Quem diz amiga, diz familiar...

Não vos acontece o mesmo?

******

Note to self: parece-me um bom dia para enviar muitas mensagens - espero desencantar o tempo para as escrever!

Um SMS

de uma amiga pode fazer maravilhas e fazer-nos sentir gratidão por a termos como amiga.

Quem diz SMS, diz telefonema, email (personalizado, não um "vai para todos")... Quem diz amiga, diz familiar...

Não vos acontece o mesmo?

******

Note to self: parece-me um bom dia para enviar muitas mensagens - espero desencantar o tempo para as escrever!

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Sonhos #29

Este sonho foi na noite passada.

Reencontrava antigos alunos (de uma turma que foi minha durante apenas um ano, e que já estão na casa dos vintes), em casa de alunos atuais.

A certa altura digo qualquer coisa que desagrada a uma das minhas ex-alunas (uma que tinha um feitiozinho mandão) e ela agarra-me a mão e começa a morder-me! Com vinte e um anos, não é propriamente normal, e era isso que me passava pela cabeça, enquanto tentava - em vão - escapar... A outra coisa que me passava pela cabeça era: "Ui, és mesmo mal formada, não mudaste nada!"

Sonhos #29

Este sonho foi na noite passada.

Reencontrava antigos alunos (de uma turma que foi minha durante apenas um ano, e que já estão na casa dos vintes), em casa de alunos atuais.

A certa altura digo qualquer coisa que desagrada a uma das minhas ex-alunas (uma que tinha um feitiozinho mandão) e ela agarra-me a mão e começa a morder-me! Com vinte e um anos, não é propriamente normal, e era isso que me passava pela cabeça, enquanto tentava - em vão - escapar... A outra coisa que me passava pela cabeça era: "Ui, és mesmo mal formada, não mudaste nada!"

Para quem não o conhecia...

... eis o Jake que o Feitiço desenhou tão artisticamente! (OK, depois de rever a personagem reconheço que não está assim tão igual, mas pronto, foi o meu filho que fez e eu tenho de fingir que sou uma mãe babada).

Para quem não o conhecia...

... eis o Jake que o Feitiço desenhou tão artisticamente! (OK, depois de rever a personagem reconheço que não está assim tão igual, mas pronto, foi o meu filho que fez e eu tenho de fingir que sou uma mãe babada).

domingo, 5 de outubro de 2014

Quem consegue...

... identificar esta personagem, desenhada pelo Feitiço?


O Rogério sugeriu que eu desse umas pistas, mas não acredito que quem tenha filhos pequenos não consiga identificar esta simpática e destemida personagem, tão bem retratada (cof! cof! - orgulho de mãe + parcialidade óbvia a falar) pelo meu artista.

Se eu estiver enganada, avisem!

Adenda: Depois da primeira tentativa não ter sido bem sucedida, lembrei-me que eu em tempos também não tinha a Disney Júnior... um pormenor que pode fazer a diferença!

Quem consegue...

... identificar esta personagem, desenhada pelo Feitiço?


O Rogério sugeriu que eu desse umas pistas, mas não acredito que quem tenha filhos pequenos não consiga identificar esta simpática e destemida personagem, tão bem retratada (cof! cof! - orgulho de mãe + parcialidade óbvia a falar) pelo meu artista.

Se eu estiver enganada, avisem!

Adenda: Depois da primeira tentativa não ter sido bem sucedida, lembrei-me que eu em tempos também não tinha a Disney Júnior... um pormenor que pode fazer a diferença!

Descobri!

Há dias, ao ir para uma reunião na escola dos meus filhos, ouvi de passagem esta conversa ao intercomunicador de um prédio:

Voz de rapariga: 'Tou? Rita? É a Cíntia.
Barulho de porta a abrir.

E então o que foi que eu descobri? Que nunca tive uma amiga chamada Cíntia e a falta que isso me tem feito...

[Para o caso de alguém não ter percebido, este post é completamente idiota - mas parcialmente verdadeiro: nunca tive uma amiga que se chamasse Cíntia, ou, caso até tenha tido, uma que assumisse esse nome...]

Descobri!

Há dias, ao ir para uma reunião na escola dos meus filhos, ouvi de passagem esta conversa ao intercomunicador de um prédio:

Voz de rapariga: 'Tou? Rita? É a Cíntia.
Barulho de porta a abrir.

E então o que foi que eu descobri? Que nunca tive uma amiga chamada Cíntia e a falta que isso me tem feito...

[Para o caso de alguém não ter percebido, este post é completamente idiota - mas parcialmente verdadeiro: nunca tive uma amiga que se chamasse Cíntia, ou, caso até tenha tido, uma que assumisse esse nome...]

sábado, 27 de setembro de 2014

Sou uma criança...

Esta manhã fui a uma consulta de dermatologia, por causa de várias coisas, nenhuma delas particularmente importante.

Mostrei-lhe uns sinais que me apareceram numa perna quando estava grávida do Feitiço, e que não desapareceram entretanto. Verdade seja dita, já os tinha mostrado a dois médicos e nenhum deles valorizou, mas fiquei mais descansada com uma terceira opinião, sendo esta de um dermatologista. São uns benignos qualquer-coisa-cujo-nome-não-fixei (para a próxima tomo notas).

Mostrei-lhe um sinal no pescoço, daqueles que só estão presos à pele por uma pontinha, que normalmente não incomodam nada, mas que são nojentos horríveis de ver, quando calha olhar para eles e que até as minhas filhas já comentaram que não gostavam de ver. Já era!

Mostrei-lhe dois altinhos na pele (ambos perto do ombro) parecidos, mas aparentemente diferentes (e eram mesmo). Um era um coiso-cujo-nome-também-não-sou-capaz-de-reproduzir-apesar-de-me-lembrar-que-era-curto. Já era!

O segundo dos altinhos era molusco contagioso, algo que a Drª Wikipédia - e o dermatologista, especialista no assunto - diz aparecer predominantemente em crianças! Já era!

Pensamentos pós-consulta:

Será que tenho o sistema imunitário fragilizado? É que tendo eu as vacinas em dia, e não tendo tendência para ficar doente, parece-me estranho ter apanhado molusco contagioso da Vassoura e/ou do Feitiço (só a Varinha não teve, dos três)...

Sou uma criança...

Esta manhã fui a uma consulta de dermatologia, por causa de várias coisas, nenhuma delas particularmente importante.

Mostrei-lhe uns sinais que me apareceram numa perna quando estava grávida do Feitiço, e que não desapareceram entretanto. Verdade seja dita, já os tinha mostrado a dois médicos e nenhum deles valorizou, mas fiquei mais descansada com uma terceira opinião, sendo esta de um dermatologista. São uns benignos qualquer-coisa-cujo-nome-não-fixei (para a próxima tomo notas).

Mostrei-lhe um sinal no pescoço, daqueles que só estão presos à pele por uma pontinha, que normalmente não incomodam nada, mas que são nojentos horríveis de ver, quando calha olhar para eles e que até as minhas filhas já comentaram que não gostavam de ver. Já era!

Mostrei-lhe dois altinhos na pele (ambos perto do ombro) parecidos, mas aparentemente diferentes (e eram mesmo). Um era um coiso-cujo-nome-também-não-sou-capaz-de-reproduzir-apesar-de-me-lembrar-que-era-curto. Já era!

O segundo dos altinhos era molusco contagioso, algo que a Drª Wikipédia - e o dermatologista, especialista no assunto - diz aparecer predominantemente em crianças! Já era!

Pensamentos pós-consulta:

Será que tenho o sistema imunitário fragilizado? É que tendo eu as vacinas em dia, e não tendo tendência para ficar doente, parece-me estranho ter apanhado molusco contagioso da Vassoura e/ou do Feitiço (só a Varinha não teve, dos três)...

S. Feitiço de pau oco

S. Francisco de Assis é um santo querido por muita gente, por ser tão amigo de todas as criaturas. Hoje, por momentos, pensei que tivesse cá em casa um aprendiz de S. Francisco, mas enganei-me...

Estávamos no parque. Como é natural, havia formiguinhas nos seus afazeres, o que deixou (como sempre, mas especialmente desde que tivemos formigas em casa) a Varinha em semi-histeria:

Varinha: Pisa a formiga, mamã, pisa-a!
Eu não a pisei e a Varinha também não.

Entretanto, o Feitiço andava de triciclo e a Vassoura de bicicleta, para lá e para cá. Enquanto isto, vi um bichinho de conta de pernas para o ar, e ajudei-o a virar-se. Como tenho boas recordações de infância relacionadas com bichos de contas (uma delas um livro que recebi quando fiz 4 anos), chamei os meus três filhos para verem o bicho da conta a enrolar-se, formando uma bolinha, quando eu lhe desse um toque suave.

A Varinha começou logo a dizer para eu pisar o bicho.

Feitiço, gritando: Não! Não é pa pisar! [foi nesta altura que me lembrei de S. Francisco]
Eu, virada para a Varinha: Pois não. O bicho de conta não te faz mal nenhum.

Crás!

O sapato do Feitiço tinha pisado o pobre bicho, que ainda abanava um pouco algumas patas.

Em choque, acabei por dar a pisadela da misericórdia ao bicho da conta. Acho que o Feitiço manchou o conjunto de memórias relacionadas com estes bichinhos. Já não são só memórias felizes...

Foi  esta história que recebi, mas a capa era diferente
(provavelmente recebi um livro da 1ª edição - esta capa é da 4ª edição)
Dúvida: no título do post quis remeter para uma expressão conhecida, mas não me lembro bem dela e acho que está aldrabada. É "santo de pau oco", "santo de pau carunchoso", ou nem uma, nem outra? (se assim for, quem tiver certezas faça o favor de se "chegar à frente" com a expressão certa)

S. Feitiço de pau oco

S. Francisco de Assis é um santo querido por muita gente, por ser tão amigo de todas as criaturas. Hoje, por momentos, pensei que tivesse cá em casa um aprendiz de S. Francisco, mas enganei-me...

Estávamos no parque. Como é natural, havia formiguinhas nos seus afazeres, o que deixou (como sempre, mas especialmente desde que tivemos formigas em casa) a Varinha em semi-histeria:

Varinha: Pisa a formiga, mamã, pisa-a!
Eu não a pisei e a Varinha também não.

Entretanto, o Feitiço andava de triciclo e a Vassoura de bicicleta, para lá e para cá. Enquanto isto, vi um bichinho de conta de pernas para o ar, e ajudei-o a virar-se. Como tenho boas recordações de infância relacionadas com bichos de contas (uma delas um livro que recebi quando fiz 4 anos), chamei os meus três filhos para verem o bicho da conta a enrolar-se, formando uma bolinha, quando eu lhe desse um toque suave.

A Varinha começou logo a dizer para eu pisar o bicho.

Feitiço, gritando: Não! Não é pa pisar! [foi nesta altura que me lembrei de S. Francisco]
Eu, virada para a Varinha: Pois não. O bicho de conta não te faz mal nenhum.

Crás!

O sapato do Feitiço tinha pisado o pobre bicho, que ainda abanava um pouco algumas patas.

Em choque, acabei por dar a pisadela da misericórdia ao bicho da conta. Acho que o Feitiço manchou o conjunto de memórias relacionadas com estes bichinhos. Já não são só memórias felizes...

Foi  esta história que recebi, mas a capa era diferente
(provavelmente recebi um livro da 1ª edição - esta capa é da 4ª edição)
Dúvida: no título do post quis remeter para uma expressão conhecida, mas não me lembro bem dela e acho que está aldrabada. É "santo de pau oco", "santo de pau carunchoso", ou nem uma, nem outra? (se assim for, quem tiver certezas faça o favor de se "chegar à frente" com a expressão certa)

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Ao sair da escola hoje

...tive de "equipar" assim os meus pés:

Acham que alguém reparou que os "sapatos" não eram iguais?
Uma senhora, por quem passei, comentou:

- Boa ideia!

Boa ideia* ou não, acho que vou passar a andar com dois sacos de plástico na mala...

*Já agora, for the record, a ideia não foi minha. Quem ma passou foi uma colega, mas também não sei se foi ela que a teve, ou uma assistente operacional (nome horroroso que agora se dá às auxiliares de ação educativa), ou outra colega.

Ao sair da escola hoje

...tive de "equipar" assim os meus pés:

Acham que alguém reparou que os "sapatos" não eram iguais?
Uma senhora, por quem passei, comentou:

- Boa ideia!

Boa ideia* ou não, acho que vou passar a andar com dois sacos de plástico na mala...

*Já agora, for the record, a ideia não foi minha. Quem ma passou foi uma colega, mas também não sei se foi ela que a teve, ou uma assistente operacional (nome horroroso que agora se dá às auxiliares de ação educativa), ou outra colega.

À homem

O Feitiço já* faz xixi de pé, virado para a sanita... e com pontaria (pensava que seria mais difícil, a avaliar pelas casas de banho dos rapazes, na minha escola). Claro que tem de estar em cima de qualquer coisa para ter altura suficiente, mas "já está um homenzinho"!

*Calculo que haja meninos a fazerem xixi de pé antes da idade do Feitiço (4 anos e 8 meses), mas eu sou mãe do Feitiço e não desses meninos!

»»»»»»

Adenda:
A bem da verdade e do esclarecimento ao meu querido público, especialmente mães de meninos de 4 anos e meio que não estão nada virados para fazer xixi à homem, convém acrescentar que o facto narrado sucedeu apenas duas vezes...

À homem

O Feitiço já* faz xixi de pé, virado para a sanita... e com pontaria (pensava que seria mais difícil, a avaliar pelas casas de banho dos rapazes, na minha escola). Claro que tem de estar em cima de qualquer coisa para ter altura suficiente, mas "já está um homenzinho"!

*Calculo que haja meninos a fazerem xixi de pé antes da idade do Feitiço (4 anos e 8 meses), mas eu sou mãe do Feitiço e não desses meninos!

»»»»»»

Adenda:
A bem da verdade e do esclarecimento ao meu querido público, especialmente mães de meninos de 4 anos e meio que não estão nada virados para fazer xixi à homem, convém acrescentar que o facto narrado sucedeu apenas duas vezes...

sábado, 20 de setembro de 2014

What?!?

Esta manhã, antes de sairmos de casa, o Feitiço virou-se para mim e com um sorriso disse:

Feitiço: Demónio!
Eu pensei que tinha ouvido mal e respondi:
Eu: O quê?
Feitiço, abrindo as mãos para os lados: Demónio!
Eu: Onde é que ouviste isso, Feitiço?
Feitiço: Foi a professora de Inglês que disse.
Fez-se luz no meu espírito.
Eu: Ah! "Good morning!", é isso?
Feitiço: Sim!

"Goodemónio!" :-)

What?!?

Esta manhã, antes de sairmos de casa, o Feitiço virou-se para mim e com um sorriso disse:

Feitiço: Demónio!
Eu pensei que tinha ouvido mal e respondi:
Eu: O quê?
Feitiço, abrindo as mãos para os lados: Demónio!
Eu: Onde é que ouviste isso, Feitiço?
Feitiço: Foi a professora de Inglês que disse.
Fez-se luz no meu espírito.
Eu: Ah! "Good morning!", é isso?
Feitiço: Sim!

"Goodemónio!" :-)

Famílias de Caná

Hoje fomos ao retiro das Famílias de Caná. A nota principal, contagiante, foi a da Alegria. Tanto eu como o Rogério queremos que haja mais Alegria na nossa casa, e especialmente que a oração familiar seja associada a algo alegre. Já não sei quem dizia (não hoje, é algo que ouvi há anos e de vez em quando recordo): "um cristão triste é um triste cristão"...

Este post tem a etiqueta "Blogue&Blogosfera" porque o retiro foi dinamizado por várias Famílias de Caná, a primeira das quais tem este blogue de que vos falei anteriormente: "Uma Família Católica".

Famílias de Caná

Hoje fomos ao retiro das Famílias de Caná. A nota principal, contagiante, foi a da Alegria. Tanto eu como o Rogério queremos que haja mais Alegria na nossa casa, e especialmente que a oração familiar seja associada a algo alegre. Já não sei quem dizia (não hoje, é algo que ouvi há anos e de vez em quando recordo): "um cristão triste é um triste cristão"...

Este post tem a etiqueta "Blogue&Blogosfera" porque o retiro foi dinamizado por várias Famílias de Caná, a primeira das quais tem este blogue de que vos falei anteriormente: "Uma Família Católica".