Na noite de sábado para domingo passado sonhei novamente com o Diogo Morgado. (Quem rima sem querer é amado sem saber - será pelo Diogo? ;-))
Não me lembro do sonho em si ("Em mim??", diria o meu pai se me ouvisse dizer isto), mas recordo nitidamente que foi um sonho bom (muito bom) e agradável (muito agradável).
Quando contei ao meu Gato, pelo telefone (pois muitos quilómetros nos separavam), que sonhara com o DM (again!), ele respondeu, fingindo chorar: "Nunca sonhas comigo!"...
Acho, aliás, tenho a certeza, que já sonhei com o Gato Rogério, mas é verdade que tal não tem acontecido nos últimos tempos. Deve ser porque o DM representou o Melhor Homem de todos os tempos, e fê-lo muitíssimo bem, e o meu subconsciente junta o ator (tão bem "apessoado") à Pessoa, e nem o Rogério, nem nenhum outro consegue, no dia-a-dia, superar tão poderosa combinação.
Se eu adormecer a pensar intensamente na nossa lua-de-mel, talvez o meu subconsciente me traga sonhos (muito) bons e agradáveis com o meu Rogério. Não me importarei nem um pouco (antes pelo contrário!)...
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Sonhos #5
Na noite de sábado para domingo passado sonhei novamente com o Diogo Morgado. (Quem rima sem querer é amado sem saber - será pelo Diogo? ;-))
Não me lembro do sonho em si ("Em mim??", diria o meu pai se me ouvisse dizer isto), mas recordo nitidamente que foi um sonho bom (muito bom) e agradável (muito agradável).
Quando contei ao meu Gato, pelo telefone (pois muitos quilómetros nos separavam), que sonhara com o DM (again!), ele respondeu, fingindo chorar: "Nunca sonhas comigo!"...
Acho, aliás, tenho a certeza, que já sonhei com o Gato Rogério, mas é verdade que tal não tem acontecido nos últimos tempos. Deve ser porque o DM representou o Melhor Homem de todos os tempos, e fê-lo muitíssimo bem, e o meu subconsciente junta o ator (tão bem "apessoado") à Pessoa, e nem o Rogério, nem nenhum outro consegue, no dia-a-dia, superar tão poderosa combinação.
Se eu adormecer a pensar intensamente na nossa lua-de-mel, talvez o meu subconsciente me traga sonhos (muito) bons e agradáveis com o meu Rogério. Não me importarei nem um pouco (antes pelo contrário!)...
Não me lembro do sonho em si ("Em mim??", diria o meu pai se me ouvisse dizer isto), mas recordo nitidamente que foi um sonho bom (muito bom) e agradável (muito agradável).
Quando contei ao meu Gato, pelo telefone (pois muitos quilómetros nos separavam), que sonhara com o DM (again!), ele respondeu, fingindo chorar: "Nunca sonhas comigo!"...
Acho, aliás, tenho a certeza, que já sonhei com o Gato Rogério, mas é verdade que tal não tem acontecido nos últimos tempos. Deve ser porque o DM representou o Melhor Homem de todos os tempos, e fê-lo muitíssimo bem, e o meu subconsciente junta o ator (tão bem "apessoado") à Pessoa, e nem o Rogério, nem nenhum outro consegue, no dia-a-dia, superar tão poderosa combinação.
Se eu adormecer a pensar intensamente na nossa lua-de-mel, talvez o meu subconsciente me traga sonhos (muito) bons e agradáveis com o meu Rogério. Não me importarei nem um pouco (antes pelo contrário!)...
A viagem de regresso
Viemos hoje. Embora não se justificasse, a verdade é que saímos à pressa de casa da minha irmã e por isso deixámos lá ficar o babete e o copo do Feitiço. Nada que nos faça muita falta - agora (o Feitiço passou a primeira meia hora da viagem de comboio a pedir o copo, e eu a dizer-lhe que não o tinha)...
Na nossa carruagem, em vez de um grupo de holandeses, houve uma família de falantes de inglês (não tentarei adivinhar de onde vieram porque não estive suficientemente perto deles para ouvir claramente o sotaque), mas não foram eles que mais perturbaram o sossego da carruagem...
O elemento mais perturbador [tenho de comentar que o início desta frase parece pertencer a um relatório sobre uma turma] foi... o Feitiço! Não parou quieto - sem sair do lugar, que era o meu, mas ora no colo, virado para aqui, ora virado para ali, ora no chão - e fez algumas birras (de pouca duração cada uma, mas muito sonoras para compensar).
Não penseis, caros leitores, que eu pretendi fazer uma viagem de mais de três horas com uma criança de igual idade (em anos!) sem me precaver com atividades para ela. Eu levei folhas e lápis para desenhos, um livro de histórias, os cubos de histórias e um livrinho com imagens e uma "caneta" para selecionar as respostas certas (produz-se som apenas quando a resposta é certa), além de algo para enganar a fome. São coisas que sei, com segurança, que agradam ao Feitiço, mas Sua Excelência não quis o livro de histórias em nenhuma das viagens, assim como não usou o livro da "caneta". Os cubos de histórias só usou na viagem de ida.
Houve uma curiosidade: uma mãe e um filho (mais velho do que o Feitiço três ou quatro anos) ficaram sentados perto de nós nas duas viagens! O miúdo espreitou por cima dos bancos para ver o Feitiço, mas não meteu conversa - e nós também não.
No entanto, hoje metemos conversa com a senhora que se sentou ao nosso lado: uma senhora encantadora, já avó de uma jovem de 22 anos, que jogou às cartas no portátil e que vai visitar a China, sozinha! Uma mulher de armas, que adora viajar e ler e que deixa em casa o marido de há 52 anos (ele não gosta de viajar), para seguir a sua paixão. Quando regressa a casa, leva sempre livros sobre os locais que visitou e o marido gosta de os ver! Uma companhia amorosa... e compreensiva acerca dos momentos maus que o Feitiço proporcionou durante a viagem.
Na nossa carruagem, em vez de um grupo de holandeses, houve uma família de falantes de inglês (não tentarei adivinhar de onde vieram porque não estive suficientemente perto deles para ouvir claramente o sotaque), mas não foram eles que mais perturbaram o sossego da carruagem...
O elemento mais perturbador [tenho de comentar que o início desta frase parece pertencer a um relatório sobre uma turma] foi... o Feitiço! Não parou quieto - sem sair do lugar, que era o meu, mas ora no colo, virado para aqui, ora virado para ali, ora no chão - e fez algumas birras (de pouca duração cada uma, mas muito sonoras para compensar).
Não penseis, caros leitores, que eu pretendi fazer uma viagem de mais de três horas com uma criança de igual idade (em anos!) sem me precaver com atividades para ela. Eu levei folhas e lápis para desenhos, um livro de histórias, os cubos de histórias e um livrinho com imagens e uma "caneta" para selecionar as respostas certas (produz-se som apenas quando a resposta é certa), além de algo para enganar a fome. São coisas que sei, com segurança, que agradam ao Feitiço, mas Sua Excelência não quis o livro de histórias em nenhuma das viagens, assim como não usou o livro da "caneta". Os cubos de histórias só usou na viagem de ida.
Houve uma curiosidade: uma mãe e um filho (mais velho do que o Feitiço três ou quatro anos) ficaram sentados perto de nós nas duas viagens! O miúdo espreitou por cima dos bancos para ver o Feitiço, mas não meteu conversa - e nós também não.
No entanto, hoje metemos conversa com a senhora que se sentou ao nosso lado: uma senhora encantadora, já avó de uma jovem de 22 anos, que jogou às cartas no portátil e que vai visitar a China, sozinha! Uma mulher de armas, que adora viajar e ler e que deixa em casa o marido de há 52 anos (ele não gosta de viajar), para seguir a sua paixão. Quando regressa a casa, leva sempre livros sobre os locais que visitou e o marido gosta de os ver! Uma companhia amorosa... e compreensiva acerca dos momentos maus que o Feitiço proporcionou durante a viagem.
A viagem de regresso
Viemos hoje. Embora não se justificasse, a verdade é que saímos à pressa de casa da minha irmã e por isso deixámos lá ficar o babete e o copo do Feitiço. Nada que nos faça muita falta - agora (o Feitiço passou a primeira meia hora da viagem de comboio a pedir o copo, e eu a dizer-lhe que não o tinha)...
Na nossa carruagem, em vez de um grupo de holandeses, houve uma família de falantes de inglês (não tentarei adivinhar de onde vieram porque não estive suficientemente perto deles para ouvir claramente o sotaque), mas não foram eles que mais perturbaram o sossego da carruagem...
O elemento mais perturbador [tenho de comentar que o início desta frase parece pertencer a um relatório sobre uma turma] foi... o Feitiço! Não parou quieto - sem sair do lugar, que era o meu, mas ora no colo, virado para aqui, ora virado para ali, ora no chão - e fez algumas birras (de pouca duração cada uma, mas muito sonoras para compensar).
Não penseis, caros leitores, que eu pretendi fazer uma viagem de mais de três horas com uma criança de igual idade (em anos!) sem me precaver com atividades para ela. Eu levei folhas e lápis para desenhos, um livro de histórias, os cubos de histórias e um livrinho com imagens e uma "caneta" para selecionar as respostas certas (produz-se som apenas quando a resposta é certa), além de algo para enganar a fome. São coisas que sei, com segurança, que agradam ao Feitiço, mas Sua Excelência não quis o livro de histórias em nenhuma das viagens, assim como não usou o livro da "caneta". Os cubos de histórias só usou na viagem de ida.
Houve uma curiosidade: uma mãe e um filho (mais velho do que o Feitiço três ou quatro anos) ficaram sentados perto de nós nas duas viagens! O miúdo espreitou por cima dos bancos para ver o Feitiço, mas não meteu conversa - e nós também não.
No entanto, hoje metemos conversa com a senhora que se sentou ao nosso lado: uma senhora encantadora, já avó de uma jovem de 22 anos, que jogou às cartas no portátil e que vai visitar a China, sozinha! Uma mulher de armas, que adora viajar e ler e que deixa em casa o marido de há 52 anos (ele não gosta de viajar), para seguir a sua paixão. Quando regressa a casa, leva sempre livros sobre os locais que visitou e o marido gosta de os ver! Uma companhia amorosa... e compreensiva acerca dos momentos maus que o Feitiço proporcionou durante a viagem.
Na nossa carruagem, em vez de um grupo de holandeses, houve uma família de falantes de inglês (não tentarei adivinhar de onde vieram porque não estive suficientemente perto deles para ouvir claramente o sotaque), mas não foram eles que mais perturbaram o sossego da carruagem...
O elemento mais perturbador [tenho de comentar que o início desta frase parece pertencer a um relatório sobre uma turma] foi... o Feitiço! Não parou quieto - sem sair do lugar, que era o meu, mas ora no colo, virado para aqui, ora virado para ali, ora no chão - e fez algumas birras (de pouca duração cada uma, mas muito sonoras para compensar).
Não penseis, caros leitores, que eu pretendi fazer uma viagem de mais de três horas com uma criança de igual idade (em anos!) sem me precaver com atividades para ela. Eu levei folhas e lápis para desenhos, um livro de histórias, os cubos de histórias e um livrinho com imagens e uma "caneta" para selecionar as respostas certas (produz-se som apenas quando a resposta é certa), além de algo para enganar a fome. São coisas que sei, com segurança, que agradam ao Feitiço, mas Sua Excelência não quis o livro de histórias em nenhuma das viagens, assim como não usou o livro da "caneta". Os cubos de histórias só usou na viagem de ida.
Houve uma curiosidade: uma mãe e um filho (mais velho do que o Feitiço três ou quatro anos) ficaram sentados perto de nós nas duas viagens! O miúdo espreitou por cima dos bancos para ver o Feitiço, mas não meteu conversa - e nós também não.
No entanto, hoje metemos conversa com a senhora que se sentou ao nosso lado: uma senhora encantadora, já avó de uma jovem de 22 anos, que jogou às cartas no portátil e que vai visitar a China, sozinha! Uma mulher de armas, que adora viajar e ler e que deixa em casa o marido de há 52 anos (ele não gosta de viajar), para seguir a sua paixão. Quando regressa a casa, leva sempre livros sobre os locais que visitou e o marido gosta de os ver! Uma companhia amorosa... e compreensiva acerca dos momentos maus que o Feitiço proporcionou durante a viagem.
A viagem para lá
Na viagem de ida, estava no comboio um grupo de jovens europeus (talvez holandeses a avaliar pelo que falavam, mas não tenho certeza) que faziam imenso barulho e que deixaram lixo espalhado pela carruagem. Talvez nem todos tenham sido porcos tido comportamentos pouco cívicos, pois eram muitos e não andei propriamente a controlar - o que vi estava à vista de toda a gente -, mas o que posso garantir é que, assim que eles saíram, umas paragens antes de nós, o Feitiço comentou: "Malucas!" [o uso do vocábulo no feminino justifica-se porque mais perto de nós estavam as raparigas - os rapazes estavam noutra ponta ou mesmo noutra carruagem, e não passaram por nós ao saírem, embora os tenhamos visto no início da viagem, quando tiveram de se levantar para darem os lugares aos passageiros que tinham os bilhetes com aqueles lugares]
A viagem para lá
Na viagem de ida, estava no comboio um grupo de jovens europeus (talvez holandeses a avaliar pelo que falavam, mas não tenho certeza) que faziam imenso barulho e que deixaram lixo espalhado pela carruagem. Talvez nem todos tenham sido porcos tido comportamentos pouco cívicos, pois eram muitos e não andei propriamente a controlar - o que vi estava à vista de toda a gente -, mas o que posso garantir é que, assim que eles saíram, umas paragens antes de nós, o Feitiço comentou: "Malucas!" [o uso do vocábulo no feminino justifica-se porque mais perto de nós estavam as raparigas - os rapazes estavam noutra ponta ou mesmo noutra carruagem, e não passaram por nós ao saírem, embora os tenhamos visto no início da viagem, quando tiveram de se levantar para darem os lugares aos passageiros que tinham os bilhetes com aqueles lugares]
domingo, 2 de junho de 2013
Porquê, Mimi, porquê?
Por que foi que eu não escrevi no meu caderno de registos (que até trouxe para casa da minha irmã) algumas das coisas engraçadas que o Feitiço disse? Porquê? Eu sei que as houve, porque me lembro de estar a rir com as minhas sobrinhas (e não só) por causa dessas coisas engraçadas, mas agora que quero lembrar-me... não me vem nada à cabeça! Talvez amanhã... com a cabeça mais fresca (agora já estou quase a dormir)! Boa noite!
Porquê, Mimi, porquê?
Por que foi que eu não escrevi no meu caderno de registos (que até trouxe para casa da minha irmã) algumas das coisas engraçadas que o Feitiço disse? Porquê? Eu sei que as houve, porque me lembro de estar a rir com as minhas sobrinhas (e não só) por causa dessas coisas engraçadas, mas agora que quero lembrar-me... não me vem nada à cabeça! Talvez amanhã... com a cabeça mais fresca (agora já estou quase a dormir)! Boa noite!
sábado, 1 de junho de 2013
Dar valor ao que se tem...
... é muito importante. Eu sei disso, e de vez em quando (menos do que deveria) faço por me lembrar e sentir-me agradecida.
Hoje, em casa da minha irmã (tenho várias irmãs, por isso "a minha irmã" não significa sempre a mesma pessoa - um pormenor que achei por bem esclarecer), pude perceber que tenho atualmente uma vida privilegiada. Muito privilegiada.
Há dois anos, no fim do ano letivo, eu estava um farrapo de gente. Se pensasse só em termos humanos, não saberia dizer onde arranjei forças para chegar até ao fim. Como acredito em Deus - e num Deus presente -, não é assim tão difícil encontrar a resposta...
Na altura, o Feitiço tinha aproximadamente um ano e meio, a Vassoura tinha pouco mais de quatro anos e meio e a Varinha, no meio dos dois, tinha três anos e pouco. Se ainda agora eles são dependentes, há dois anos eram muito mais. Para além disso, o trabalho na escola era esgotante.
Foi então que, com o acordo do Rogério, eu recorri às licenças necessárias para poder ficar em casa, retirando o Feitiço da creche (onde se dera muito bem) - tínhamos de reduzir a despesa de alguma maneira, porque as licenças em questão são não-remuneradas. A única vantagem - se a lei for cumprida - é que não se perde o lugar (colocação) que se tem. Em setembro dir-vos-ei se mantive o lugar ou não...
Este é, portanto, o segundo ano letivo consecutivo em que não estou a dar aulas. No entanto, continuo a ter a Nina duas vezes por semana (lembram-se da Nina? Falei-vos dela aqui), o que me poupa a grandes trabalhos domésticos.
A minha irmã tem três descendentes, tal como eu, um pouco mais velhos do que os meus (quase 10 anos, 7 anos e 4 anos) e é professora também (de outro nível de ensino). Está exausta principalmente por causa do trabalho na escola, mas, em relação à casa, não tem nenhuma Nina para a ajudar. Claro que o meu cunhado também colabora, mas nenhum dos dois tem muito tempo para dedicar às lides domésticas. Hoje vislumbrei mais ou menos o que seria a minha vida se estivesse a trabalhar e não tivesse uma Nina.
Por isso, repito, agradecida, que sou uma privilegiada. E sinto-me feliz por poder contribuir, um pouquinho, para aliviar a minha irmã neste fim de semana.
Hoje, em casa da minha irmã (tenho várias irmãs, por isso "a minha irmã" não significa sempre a mesma pessoa - um pormenor que achei por bem esclarecer), pude perceber que tenho atualmente uma vida privilegiada. Muito privilegiada.
Há dois anos, no fim do ano letivo, eu estava um farrapo de gente. Se pensasse só em termos humanos, não saberia dizer onde arranjei forças para chegar até ao fim. Como acredito em Deus - e num Deus presente -, não é assim tão difícil encontrar a resposta...
Na altura, o Feitiço tinha aproximadamente um ano e meio, a Vassoura tinha pouco mais de quatro anos e meio e a Varinha, no meio dos dois, tinha três anos e pouco. Se ainda agora eles são dependentes, há dois anos eram muito mais. Para além disso, o trabalho na escola era esgotante.
Foi então que, com o acordo do Rogério, eu recorri às licenças necessárias para poder ficar em casa, retirando o Feitiço da creche (onde se dera muito bem) - tínhamos de reduzir a despesa de alguma maneira, porque as licenças em questão são não-remuneradas. A única vantagem - se a lei for cumprida - é que não se perde o lugar (colocação) que se tem. Em setembro dir-vos-ei se mantive o lugar ou não...
Este é, portanto, o segundo ano letivo consecutivo em que não estou a dar aulas. No entanto, continuo a ter a Nina duas vezes por semana (lembram-se da Nina? Falei-vos dela aqui), o que me poupa a grandes trabalhos domésticos.
A minha irmã tem três descendentes, tal como eu, um pouco mais velhos do que os meus (quase 10 anos, 7 anos e 4 anos) e é professora também (de outro nível de ensino). Está exausta principalmente por causa do trabalho na escola, mas, em relação à casa, não tem nenhuma Nina para a ajudar. Claro que o meu cunhado também colabora, mas nenhum dos dois tem muito tempo para dedicar às lides domésticas. Hoje vislumbrei mais ou menos o que seria a minha vida se estivesse a trabalhar e não tivesse uma Nina.
Por isso, repito, agradecida, que sou uma privilegiada. E sinto-me feliz por poder contribuir, um pouquinho, para aliviar a minha irmã neste fim de semana.
Dar valor ao que se tem...
... é muito importante. Eu sei disso, e de vez em quando (menos do que deveria) faço por me lembrar e sentir-me agradecida.
Hoje, em casa da minha irmã (tenho várias irmãs, por isso "a minha irmã" não significa sempre a mesma pessoa - um pormenor que achei por bem esclarecer), pude perceber que tenho atualmente uma vida privilegiada. Muito privilegiada.
Há dois anos, no fim do ano letivo, eu estava um farrapo de gente. Se pensasse só em termos humanos, não saberia dizer onde arranjei forças para chegar até ao fim. Como acredito em Deus - e num Deus presente -, não é assim tão difícil encontrar a resposta...
Na altura, o Feitiço tinha aproximadamente um ano e meio, a Vassoura tinha pouco mais de quatro anos e meio e a Varinha, no meio dos dois, tinha três anos e pouco. Se ainda agora eles são dependentes, há dois anos eram muito mais. Para além disso, o trabalho na escola era esgotante.
Foi então que, com o acordo do Rogério, eu recorri às licenças necessárias para poder ficar em casa, retirando o Feitiço da creche (onde se dera muito bem) - tínhamos de reduzir a despesa de alguma maneira, porque as licenças em questão são não-remuneradas. A única vantagem - se a lei for cumprida - é que não se perde o lugar (colocação) que se tem. Em setembro dir-vos-ei se mantive o lugar ou não...
Este é, portanto, o segundo ano letivo consecutivo em que não estou a dar aulas. No entanto, continuo a ter a Nina duas vezes por semana (lembram-se da Nina? Falei-vos dela aqui), o que me poupa a grandes trabalhos domésticos.
A minha irmã tem três descendentes, tal como eu, um pouco mais velhos do que os meus (quase 10 anos, 7 anos e 4 anos) e é professora também (de outro nível de ensino). Está exausta principalmente por causa do trabalho na escola, mas, em relação à casa, não tem nenhuma Nina para a ajudar. Claro que o meu cunhado também colabora, mas nenhum dos dois tem muito tempo para dedicar às lides domésticas. Hoje vislumbrei mais ou menos o que seria a minha vida se estivesse a trabalhar e não tivesse uma Nina.
Por isso, repito, agradecida, que sou uma privilegiada. E sinto-me feliz por poder contribuir, um pouquinho, para aliviar a minha irmã neste fim de semana.
Hoje, em casa da minha irmã (tenho várias irmãs, por isso "a minha irmã" não significa sempre a mesma pessoa - um pormenor que achei por bem esclarecer), pude perceber que tenho atualmente uma vida privilegiada. Muito privilegiada.
Há dois anos, no fim do ano letivo, eu estava um farrapo de gente. Se pensasse só em termos humanos, não saberia dizer onde arranjei forças para chegar até ao fim. Como acredito em Deus - e num Deus presente -, não é assim tão difícil encontrar a resposta...
Na altura, o Feitiço tinha aproximadamente um ano e meio, a Vassoura tinha pouco mais de quatro anos e meio e a Varinha, no meio dos dois, tinha três anos e pouco. Se ainda agora eles são dependentes, há dois anos eram muito mais. Para além disso, o trabalho na escola era esgotante.
Foi então que, com o acordo do Rogério, eu recorri às licenças necessárias para poder ficar em casa, retirando o Feitiço da creche (onde se dera muito bem) - tínhamos de reduzir a despesa de alguma maneira, porque as licenças em questão são não-remuneradas. A única vantagem - se a lei for cumprida - é que não se perde o lugar (colocação) que se tem. Em setembro dir-vos-ei se mantive o lugar ou não...
Este é, portanto, o segundo ano letivo consecutivo em que não estou a dar aulas. No entanto, continuo a ter a Nina duas vezes por semana (lembram-se da Nina? Falei-vos dela aqui), o que me poupa a grandes trabalhos domésticos.
A minha irmã tem três descendentes, tal como eu, um pouco mais velhos do que os meus (quase 10 anos, 7 anos e 4 anos) e é professora também (de outro nível de ensino). Está exausta principalmente por causa do trabalho na escola, mas, em relação à casa, não tem nenhuma Nina para a ajudar. Claro que o meu cunhado também colabora, mas nenhum dos dois tem muito tempo para dedicar às lides domésticas. Hoje vislumbrei mais ou menos o que seria a minha vida se estivesse a trabalhar e não tivesse uma Nina.
Por isso, repito, agradecida, que sou uma privilegiada. E sinto-me feliz por poder contribuir, um pouquinho, para aliviar a minha irmã neste fim de semana.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Malas para fazer
Nada de mais: só eu e o Feitiço é que vamos passar fora o fim de semana. Vamos à Primeira Comunhão da minha sobrinha e afilhada mais nova (é a mais nova das que acumula os dois postos, mas não é a sobrinha mais nova).
Vai ser uma viagem de comboio, de algumas horas. Espero que corra bem - depois vos direi! :-)
Vai ser uma viagem de comboio, de algumas horas. Espero que corra bem - depois vos direi! :-)
Malas para fazer
Nada de mais: só eu e o Feitiço é que vamos passar fora o fim de semana. Vamos à Primeira Comunhão da minha sobrinha e afilhada mais nova (é a mais nova das que acumula os dois postos, mas não é a sobrinha mais nova).
Vai ser uma viagem de comboio, de algumas horas. Espero que corra bem - depois vos direi! :-)
Vai ser uma viagem de comboio, de algumas horas. Espero que corra bem - depois vos direi! :-)
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Uma aventura no Natal (passado)
Era o dia 25 de dezembro. A Família possível estava reunida na casa do melhor cozinheiro da família (e não só), num almoço saboroso. As crianças, que já tinham almoçado, estavam a ver um filme, exceto o mais novo dos primos, o Feitiço, que estava a dormir a sesta no quarto dos tios, não numa cama de viagem, como noutros anos, mas na cama deles (já lá dormira anteriormente sem qualquer incidente).
No fim do almoço, ouvimos o Feitiço a chamar e a mãe (a vossa Bruxa Mimi) dirigiu-se ao quarto para ir buscar o seu rebento... mas não conseguiu abrir a porta. Pensando ser uma dificuldade só sua, pediu ajuda. Rapidamente se concluiu que não era fraqueza da mãe (impossível, aliás, depois do magnífico almoço) - o Feitiço tinha tentado abrir a porta e mexera na chave, trancando-se. Fantástico, não?
Houve algumas sugestões de como resolver o problema, mas não pareciam resultar. A primeira foi a de dizer ao Feitiço para rodar a chave para o outro lado. Ele recusou. Depois, lá mexeu na chave, mas não deu em nada.
A outra sugestão foi a de fazer passar a chave por baixo da porta, mas a dona da casa, minha querida irmã, garantia que a chave não passaria, por ser muito grande.
Entretanto, o Feitiço manteve-se calmo o tempo todo, respondendo ao que lhe era perguntado. Depois, o pai (vocês sabem quem é - o Gato Rogério) fez passar uma folha de revista por baixo da porta e pediu ao Feitiço que colocasse a chave no papel, o que ele fez. Com um arame e muito jeito (estilo herói, aos olhos da mãe da criança), o pai fez a chave passar por baixo da porta. Vitória!
Porta aberta, encontrámos o Feitiço tranquilo e contente por termos conseguido, mas não só: a luz estava acesa, o Feitiço tinha despido o "saco de dormir", que não tem pernas, e tinha calçado as botas para ir para o chão, mas antes ainda se tinha entretido a desarrumar tudo o que os tios tinham nas mesas de cabeceira.*
O principal, nisto tudo, é que o final foi como se esperava, nesta quadra: FELIZ!
*Desde esse dia, nas vezes em que o Feitiço dormiu a sesta em casa destes tios, eles tiveram o cuidado de retirar as gavetas das mesas de cabeceira do sítio e ocultá-las da vista da criança... sem se esquecerem, claro, de retirar também a chave da porta!
No fim do almoço, ouvimos o Feitiço a chamar e a mãe (a vossa Bruxa Mimi) dirigiu-se ao quarto para ir buscar o seu rebento... mas não conseguiu abrir a porta. Pensando ser uma dificuldade só sua, pediu ajuda. Rapidamente se concluiu que não era fraqueza da mãe (impossível, aliás, depois do magnífico almoço) - o Feitiço tinha tentado abrir a porta e mexera na chave, trancando-se. Fantástico, não?
Houve algumas sugestões de como resolver o problema, mas não pareciam resultar. A primeira foi a de dizer ao Feitiço para rodar a chave para o outro lado. Ele recusou. Depois, lá mexeu na chave, mas não deu em nada.
A outra sugestão foi a de fazer passar a chave por baixo da porta, mas a dona da casa, minha querida irmã, garantia que a chave não passaria, por ser muito grande.
Entretanto, o Feitiço manteve-se calmo o tempo todo, respondendo ao que lhe era perguntado. Depois, o pai (vocês sabem quem é - o Gato Rogério) fez passar uma folha de revista por baixo da porta e pediu ao Feitiço que colocasse a chave no papel, o que ele fez. Com um arame e muito jeito (estilo herói, aos olhos da mãe da criança), o pai fez a chave passar por baixo da porta. Vitória!
Porta aberta, encontrámos o Feitiço tranquilo e contente por termos conseguido, mas não só: a luz estava acesa, o Feitiço tinha despido o "saco de dormir", que não tem pernas, e tinha calçado as botas para ir para o chão, mas antes ainda se tinha entretido a desarrumar tudo o que os tios tinham nas mesas de cabeceira.*
O principal, nisto tudo, é que o final foi como se esperava, nesta quadra: FELIZ!
*Desde esse dia, nas vezes em que o Feitiço dormiu a sesta em casa destes tios, eles tiveram o cuidado de retirar as gavetas das mesas de cabeceira do sítio e ocultá-las da vista da criança... sem se esquecerem, claro, de retirar também a chave da porta!
Uma aventura no Natal (passado)
Era o dia 25 de dezembro. A Família possível estava reunida na casa do melhor cozinheiro da família (e não só), num almoço saboroso. As crianças, que já tinham almoçado, estavam a ver um filme, exceto o mais novo dos primos, o Feitiço, que estava a dormir a sesta no quarto dos tios, não numa cama de viagem, como noutros anos, mas na cama deles (já lá dormira anteriormente sem qualquer incidente).
No fim do almoço, ouvimos o Feitiço a chamar e a mãe (a vossa Bruxa Mimi) dirigiu-se ao quarto para ir buscar o seu rebento... mas não conseguiu abrir a porta. Pensando ser uma dificuldade só sua, pediu ajuda. Rapidamente se concluiu que não era fraqueza da mãe (impossível, aliás, depois do magnífico almoço) - o Feitiço tinha tentado abrir a porta e mexera na chave, trancando-se. Fantástico, não?
Houve algumas sugestões de como resolver o problema, mas não pareciam resultar. A primeira foi a de dizer ao Feitiço para rodar a chave para o outro lado. Ele recusou. Depois, lá mexeu na chave, mas não deu em nada.
A outra sugestão foi a de fazer passar a chave por baixo da porta, mas a dona da casa, minha querida irmã, garantia que a chave não passaria, por ser muito grande.
Entretanto, o Feitiço manteve-se calmo o tempo todo, respondendo ao que lhe era perguntado. Depois, o pai (vocês sabem quem é - o Gato Rogério) fez passar uma folha de revista por baixo da porta e pediu ao Feitiço que colocasse a chave no papel, o que ele fez. Com um arame e muito jeito (estilo herói, aos olhos da mãe da criança), o pai fez a chave passar por baixo da porta. Vitória!
Porta aberta, encontrámos o Feitiço tranquilo e contente por termos conseguido, mas não só: a luz estava acesa, o Feitiço tinha despido o "saco de dormir", que não tem pernas, e tinha calçado as botas para ir para o chão, mas antes ainda se tinha entretido a desarrumar tudo o que os tios tinham nas mesas de cabeceira.*
O principal, nisto tudo, é que o final foi como se esperava, nesta quadra: FELIZ!
*Desde esse dia, nas vezes em que o Feitiço dormiu a sesta em casa destes tios, eles tiveram o cuidado de retirar as gavetas das mesas de cabeceira do sítio e ocultá-las da vista da criança... sem se esquecerem, claro, de retirar também a chave da porta!
No fim do almoço, ouvimos o Feitiço a chamar e a mãe (a vossa Bruxa Mimi) dirigiu-se ao quarto para ir buscar o seu rebento... mas não conseguiu abrir a porta. Pensando ser uma dificuldade só sua, pediu ajuda. Rapidamente se concluiu que não era fraqueza da mãe (impossível, aliás, depois do magnífico almoço) - o Feitiço tinha tentado abrir a porta e mexera na chave, trancando-se. Fantástico, não?
Houve algumas sugestões de como resolver o problema, mas não pareciam resultar. A primeira foi a de dizer ao Feitiço para rodar a chave para o outro lado. Ele recusou. Depois, lá mexeu na chave, mas não deu em nada.
A outra sugestão foi a de fazer passar a chave por baixo da porta, mas a dona da casa, minha querida irmã, garantia que a chave não passaria, por ser muito grande.
Entretanto, o Feitiço manteve-se calmo o tempo todo, respondendo ao que lhe era perguntado. Depois, o pai (vocês sabem quem é - o Gato Rogério) fez passar uma folha de revista por baixo da porta e pediu ao Feitiço que colocasse a chave no papel, o que ele fez. Com um arame e muito jeito (estilo herói, aos olhos da mãe da criança), o pai fez a chave passar por baixo da porta. Vitória!
Porta aberta, encontrámos o Feitiço tranquilo e contente por termos conseguido, mas não só: a luz estava acesa, o Feitiço tinha despido o "saco de dormir", que não tem pernas, e tinha calçado as botas para ir para o chão, mas antes ainda se tinha entretido a desarrumar tudo o que os tios tinham nas mesas de cabeceira.*
O principal, nisto tudo, é que o final foi como se esperava, nesta quadra: FELIZ!
*Desde esse dia, nas vezes em que o Feitiço dormiu a sesta em casa destes tios, eles tiveram o cuidado de retirar as gavetas das mesas de cabeceira do sítio e ocultá-las da vista da criança... sem se esquecerem, claro, de retirar também a chave da porta!
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Globos de Ouro
Estive a ver fotografias e comentários aos vestidos usados pelas convidadas nos Globos de Ouro, no blogue A Pipoca Mais Doce.
Se escrevo este post é para salientar o óbvio: não só não seria capaz de comentar os vestidos, penteados e acessórios da maneira até engraçada com que ela o faz (quer dizer, eu comentar até comentava: "Gosto", "Não gosto", "Detesto"..., mas não me sinto ou considero minimamente habilitada para o fazer), como não tenho o mínimo interesse em fazê-lo. Aliás, eu não vi os Globos de Ouro este ano, nem em 2012, 11, 10, 9, etc. Passam-me ao lado!
Se escrevo este post é para salientar o óbvio: não só não seria capaz de comentar os vestidos, penteados e acessórios da maneira até engraçada com que ela o faz (quer dizer, eu comentar até comentava: "Gosto", "Não gosto", "Detesto"..., mas não me sinto ou considero minimamente habilitada para o fazer), como não tenho o mínimo interesse em fazê-lo. Aliás, eu não vi os Globos de Ouro este ano, nem em 2012, 11, 10, 9, etc. Passam-me ao lado!
Globos de Ouro
Estive a ver fotografias e comentários aos vestidos usados pelas convidadas nos Globos de Ouro, no blogue A Pipoca Mais Doce.
Se escrevo este post é para salientar o óbvio: não só não seria capaz de comentar os vestidos, penteados e acessórios da maneira até engraçada com que ela o faz (quer dizer, eu comentar até comentava: "Gosto", "Não gosto", "Detesto"..., mas não me sinto ou considero minimamente habilitada para o fazer), como não tenho o mínimo interesse em fazê-lo. Aliás, eu não vi os Globos de Ouro este ano, nem em 2012, 11, 10, 9, etc. Passam-me ao lado!
Se escrevo este post é para salientar o óbvio: não só não seria capaz de comentar os vestidos, penteados e acessórios da maneira até engraçada com que ela o faz (quer dizer, eu comentar até comentava: "Gosto", "Não gosto", "Detesto"..., mas não me sinto ou considero minimamente habilitada para o fazer), como não tenho o mínimo interesse em fazê-lo. Aliás, eu não vi os Globos de Ouro este ano, nem em 2012, 11, 10, 9, etc. Passam-me ao lado!
Balanço da segunda estadia do Filhote Pato
Ontem à noite, já depois de a Vassoura, a Varinha e o Feitiço estarem na cama, o Filhote Pato foi-se embora. Esta manhã, ao acordarem, as três crianças perguntaram por ele, apesar de se terem despedido na véspera. Deixas saudades, Filhote! O que nos vale é o Skype (mas não é, como bem sabemos, a mesma coisa)...
Após duas semanas, é tempo de balanço!
Pontos positivos (tantos que provavelmente me esquecerei de alguns):
A) companhia adulta quase a 100% (a percentagem em falta aconteceu nas primeiras horas depois de eu acordar, em cada dia);
B) muitas conversas agradáveis, profundas, intimistas (daquelas meeeesmo boas!);
C) regresso ao passado com papas maizena feitas pelo Filhote;
D) pudim de morango (bom para mim e para todos, menos para a Vassoura, que nem do cheiro gosta);
E) conselhos úteis sobre lides domésticas;
F) limpezas extraordinárias (como por exemplo da máquina de lavar roupa) e curiosamente divertidas;
G) ida ao cinema com o Gato Rogério, deixando filhos na cama e Filhote a tomar conta;
H) meias "cor de pele", para usar com sapatos com abertura em vez de meias horrorosamente claras (sabia que não eram boa opção, mas não me ocorrera arranjar outras - leia-se: "não me apetecera ter o trabalho de arranjar outras"...);
I) conselhos úteis sobre alimentação e saúde;
J) arrumação da minha secretária;
K) arrumação da escrivaninha onde a Vassoura faz os trabalhos de casa;
L) sessões de karaoke com companhia;
M) experiência de olhos pintados (interessante, mas não maravilhosa);
N) muitas, muitas gargalhadas;
O) aquisição de uma faca de serrilha muito boa;
P) muitos chocolatinhos comidos (se calhar este ponto está mal classificado...);
Z) pontos restantes, que acrescentarei à medida que deles me lembrar.
Pontos negativos:
a) noites curtas (ver ponto seguinte);
b) cansaço auto-infligido por ter dificuldade em parar de conversar com o Filhote (são tão maravilhosas, as nossas conversas!);
c) a não-participação do Filhote Pato num atelier Jumpingclay;
d) ter deixado o Filhote trancado em casa, na situação referida no ponto G) e contada aqui;
e) a segunda papa referida em C), tão boa como a primeira, deixou-me, inexplicavelmente, com uma indisposição passados 5 minutos de ter acabado de comer. Desconfio que foi por a ter comido em vez do jantar e o meu organismo não ter gostado da alteração de hábitos...
Após duas semanas, é tempo de balanço!
Pontos positivos (tantos que provavelmente me esquecerei de alguns):
A) companhia adulta quase a 100% (a percentagem em falta aconteceu nas primeiras horas depois de eu acordar, em cada dia);
B) muitas conversas agradáveis, profundas, intimistas (daquelas meeeesmo boas!);
C) regresso ao passado com papas maizena feitas pelo Filhote;
D) pudim de morango (bom para mim e para todos, menos para a Vassoura, que nem do cheiro gosta);
E) conselhos úteis sobre lides domésticas;
F) limpezas extraordinárias (como por exemplo da máquina de lavar roupa) e curiosamente divertidas;
G) ida ao cinema com o Gato Rogério, deixando filhos na cama e Filhote a tomar conta;
H) meias "cor de pele", para usar com sapatos com abertura em vez de meias horrorosamente claras (sabia que não eram boa opção, mas não me ocorrera arranjar outras - leia-se: "não me apetecera ter o trabalho de arranjar outras"...);
I) conselhos úteis sobre alimentação e saúde;
J) arrumação da minha secretária;
K) arrumação da escrivaninha onde a Vassoura faz os trabalhos de casa;
L) sessões de karaoke com companhia;
M) experiência de olhos pintados (interessante, mas não maravilhosa);
N) muitas, muitas gargalhadas;
O) aquisição de uma faca de serrilha muito boa;
P) muitos chocolatinhos comidos (se calhar este ponto está mal classificado...);
Z) pontos restantes, que acrescentarei à medida que deles me lembrar.
Pontos negativos:
a) noites curtas (ver ponto seguinte);
b) cansaço auto-infligido por ter dificuldade em parar de conversar com o Filhote (são tão maravilhosas, as nossas conversas!);
c) a não-participação do Filhote Pato num atelier Jumpingclay;
d) ter deixado o Filhote trancado em casa, na situação referida no ponto G) e contada aqui;
e) a segunda papa referida em C), tão boa como a primeira, deixou-me, inexplicavelmente, com uma indisposição passados 5 minutos de ter acabado de comer. Desconfio que foi por a ter comido em vez do jantar e o meu organismo não ter gostado da alteração de hábitos...
Balanço da segunda estadia do Filhote Pato
Ontem à noite, já depois de a Vassoura, a Varinha e o Feitiço estarem na cama, o Filhote Pato foi-se embora. Esta manhã, ao acordarem, as três crianças perguntaram por ele, apesar de se terem despedido na véspera. Deixas saudades, Filhote! O que nos vale é o Skype (mas não é, como bem sabemos, a mesma coisa)...
Após duas semanas, é tempo de balanço!
Pontos positivos (tantos que provavelmente me esquecerei de alguns):
A) companhia adulta quase a 100% (a percentagem em falta aconteceu nas primeiras horas depois de eu acordar, em cada dia);
B) muitas conversas agradáveis, profundas, intimistas (daquelas meeeesmo boas!);
C) regresso ao passado com papas maizena feitas pelo Filhote;
D) pudim de morango (bom para mim e para todos, menos para a Vassoura, que nem do cheiro gosta);
E) conselhos úteis sobre lides domésticas;
F) limpezas extraordinárias (como por exemplo da máquina de lavar roupa) e curiosamente divertidas;
G) ida ao cinema com o Gato Rogério, deixando filhos na cama e Filhote a tomar conta;
H) meias "cor de pele", para usar com sapatos com abertura em vez de meias horrorosamente claras (sabia que não eram boa opção, mas não me ocorrera arranjar outras - leia-se: "não me apetecera ter o trabalho de arranjar outras"...);
I) conselhos úteis sobre alimentação e saúde;
J) arrumação da minha secretária;
K) arrumação da escrivaninha onde a Vassoura faz os trabalhos de casa;
L) sessões de karaoke com companhia;
M) experiência de olhos pintados (interessante, mas não maravilhosa);
N) muitas, muitas gargalhadas;
O) aquisição de uma faca de serrilha muito boa;
P) muitos chocolatinhos comidos (se calhar este ponto está mal classificado...);
Z) pontos restantes, que acrescentarei à medida que deles me lembrar.
Pontos negativos:
a) noites curtas (ver ponto seguinte);
b) cansaço auto-infligido por ter dificuldade em parar de conversar com o Filhote (são tão maravilhosas, as nossas conversas!);
c) a não-participação do Filhote Pato num atelier Jumpingclay;
d) ter deixado o Filhote trancado em casa, na situação referida no ponto G) e contada aqui;
e) a segunda papa referida em C), tão boa como a primeira, deixou-me, inexplicavelmente, com uma indisposição passados 5 minutos de ter acabado de comer. Desconfio que foi por a ter comido em vez do jantar e o meu organismo não ter gostado da alteração de hábitos...
Após duas semanas, é tempo de balanço!
Pontos positivos (tantos que provavelmente me esquecerei de alguns):
A) companhia adulta quase a 100% (a percentagem em falta aconteceu nas primeiras horas depois de eu acordar, em cada dia);
B) muitas conversas agradáveis, profundas, intimistas (daquelas meeeesmo boas!);
C) regresso ao passado com papas maizena feitas pelo Filhote;
D) pudim de morango (bom para mim e para todos, menos para a Vassoura, que nem do cheiro gosta);
E) conselhos úteis sobre lides domésticas;
F) limpezas extraordinárias (como por exemplo da máquina de lavar roupa) e curiosamente divertidas;
G) ida ao cinema com o Gato Rogério, deixando filhos na cama e Filhote a tomar conta;
H) meias "cor de pele", para usar com sapatos com abertura em vez de meias horrorosamente claras (sabia que não eram boa opção, mas não me ocorrera arranjar outras - leia-se: "não me apetecera ter o trabalho de arranjar outras"...);
I) conselhos úteis sobre alimentação e saúde;
J) arrumação da minha secretária;
K) arrumação da escrivaninha onde a Vassoura faz os trabalhos de casa;
L) sessões de karaoke com companhia;
M) experiência de olhos pintados (interessante, mas não maravilhosa);
N) muitas, muitas gargalhadas;
O) aquisição de uma faca de serrilha muito boa;
P) muitos chocolatinhos comidos (se calhar este ponto está mal classificado...);
Z) pontos restantes, que acrescentarei à medida que deles me lembrar.
Pontos negativos:
a) noites curtas (ver ponto seguinte);
b) cansaço auto-infligido por ter dificuldade em parar de conversar com o Filhote (são tão maravilhosas, as nossas conversas!);
c) a não-participação do Filhote Pato num atelier Jumpingclay;
d) ter deixado o Filhote trancado em casa, na situação referida no ponto G) e contada aqui;
e) a segunda papa referida em C), tão boa como a primeira, deixou-me, inexplicavelmente, com uma indisposição passados 5 minutos de ter acabado de comer. Desconfio que foi por a ter comido em vez do jantar e o meu organismo não ter gostado da alteração de hábitos...
Desafio "Berra-me baixo" #5
Esta quarta semana decorreu razoavelmente bem. Não gritei desalmada e descontroladamente, como noutros tempos (não tão distantes assim...).
No entanto, tenho plena consciência que o hábito de berrar (ainda) não está desenraizado da minha maneira de agir, porque frequentemente elevei a voz, em frases curtas, ditas num instante (para me aperceber e logo a seguir baixar o tom). Esta reação (quase sempre a que vem à tona) é a prova mais do que evidente que ainda tenho um longo caminho a percorrer. Mas tenciono permanecer on track e isso é importante.
No entanto, tenho plena consciência que o hábito de berrar (ainda) não está desenraizado da minha maneira de agir, porque frequentemente elevei a voz, em frases curtas, ditas num instante (para me aperceber e logo a seguir baixar o tom). Esta reação (quase sempre a que vem à tona) é a prova mais do que evidente que ainda tenho um longo caminho a percorrer. Mas tenciono permanecer on track e isso é importante.
Desafio "Berra-me baixo" #5
Esta quarta semana decorreu razoavelmente bem. Não gritei desalmada e descontroladamente, como noutros tempos (não tão distantes assim...).
No entanto, tenho plena consciência que o hábito de berrar (ainda) não está desenraizado da minha maneira de agir, porque frequentemente elevei a voz, em frases curtas, ditas num instante (para me aperceber e logo a seguir baixar o tom). Esta reação (quase sempre a que vem à tona) é a prova mais do que evidente que ainda tenho um longo caminho a percorrer. Mas tenciono permanecer on track e isso é importante.
No entanto, tenho plena consciência que o hábito de berrar (ainda) não está desenraizado da minha maneira de agir, porque frequentemente elevei a voz, em frases curtas, ditas num instante (para me aperceber e logo a seguir baixar o tom). Esta reação (quase sempre a que vem à tona) é a prova mais do que evidente que ainda tenho um longo caminho a percorrer. Mas tenciono permanecer on track e isso é importante.
terça-feira, 28 de maio de 2013
Primeiro e possivelmente último post sobre futebol
Há 40 anos fui dada à luz e por lá me mantive até hoje.
Como futebol não é propriamente coisa que me tire o sono, nem horas de lazer (ver jogos na televisão é atividade a que não me dedico, exceto quando joga a Seleção em jogos importantes, e mesmo esses nem sempre), não posso dizer que os últimos resultados do Benfica me tenham deitado abaixo, mas há um cantinho dentro de mim que se entristece com eles, tal como se alegra quando são gloriosos.
E pronto, assim acaba este post sobre futebol.
Não! Tenho algo a acrescentar!
Em 1996, no verão, em Glasgow (Escócia), assisti a um jogo amigável entre o Celtic e o Sporting, no estádio do Celtic. Fui com um grupo de portugueses (alguns dos quais sportinguistas, outros portistas e outros benfiquistas como eu) e alguns escoceses amigos. Éramos uns 30. O estádio estava cheio. Os apoiantes do Celtic eram (provavelmente ainda são) uns fãs a sério - mesmo num jogo a feijões não deixavam de estar presentes!
Na altura, havia um jogador português a jogar no Celtic. Era o Jorge Cadete (que, se não me falha a memória dos meus parcos conhecimentos acerca de futebol, tinha sido jogador do Sporting).
Os adeptos do Celtic tinham uma canção acerca do Jorge Cadete. A música era a da canção natalícia "Winter Wonderland" e a letra era a que se segue:
"There's only one / Jorge Cadete / He puts the ball / into the net / He scores with ease / because he's Portuguese / walking* in the Celtic Wonderland"
Durante o jogo, os adeptos do Celtic entoavam cânticos de apoio ao seu clube, num ruído que obviamente abafava qualquer gritaria que nós fizéssemos. Também cantavam a música do Cadete e nós, que a sabíamos graças aos nossos amigos escoceses, também a cantávamos. E gritávamos por Portugal e pelo Sporting (sim, eu gritei pelo Sporting nessa altura).
A certa altura, os escoceses aperceberam-se que havia um grupinho de pessoas a apoiar o Sporting (não contavam que houvesse) e CALARAM-SE para nos ouvirem. Foi fantástico! Um fair-play (ou melhor, um "fair-support", já que eram adeptos e não jogadores!) impecável e inesquecível.
Resultado do jogo: empate a duas bolas, tendo um dos golos do Celtic sido marcado pelo Jorge Cadete. Melhor era impossível (não queríamos que os nossos amigos escoceses ficassem tristes por ver o seu adorado Celtic perder, por isso ainda bem que houve empate)!
Adorei a experiência. Mesmo! E, sinceramente, acho que não teria gostado mais se tivesse sido o Benfica a jogar em vez do Sporting. Fora do nosso país, ou cá dentro, mas numa competição internacional, desejo sempre que a equipa portuguesa ganhe, seja ela qual for. Neste caso não ganhou, mas era um jogo amigável, o resultado não era assim tão importante, e o jogo foi excelente. Uma experiência única (única também porque nunca mais deverei assistir a um jogo de futebol ao vivo...)
*talvez fosse "playing" em vez de "walking" - faria mais sentido...
Como futebol não é propriamente coisa que me tire o sono, nem horas de lazer (ver jogos na televisão é atividade a que não me dedico, exceto quando joga a Seleção em jogos importantes, e mesmo esses nem sempre), não posso dizer que os últimos resultados do Benfica me tenham deitado abaixo, mas há um cantinho dentro de mim que se entristece com eles, tal como se alegra quando são gloriosos.
E pronto, assim acaba este post sobre futebol.
Não! Tenho algo a acrescentar!
Em 1996, no verão, em Glasgow (Escócia), assisti a um jogo amigável entre o Celtic e o Sporting, no estádio do Celtic. Fui com um grupo de portugueses (alguns dos quais sportinguistas, outros portistas e outros benfiquistas como eu) e alguns escoceses amigos. Éramos uns 30. O estádio estava cheio. Os apoiantes do Celtic eram (provavelmente ainda são) uns fãs a sério - mesmo num jogo a feijões não deixavam de estar presentes!
Na altura, havia um jogador português a jogar no Celtic. Era o Jorge Cadete (que, se não me falha a memória dos meus parcos conhecimentos acerca de futebol, tinha sido jogador do Sporting).
Os adeptos do Celtic tinham uma canção acerca do Jorge Cadete. A música era a da canção natalícia "Winter Wonderland" e a letra era a que se segue:
"There's only one / Jorge Cadete / He puts the ball / into the net / He scores with ease / because he's Portuguese / walking* in the Celtic Wonderland"
Durante o jogo, os adeptos do Celtic entoavam cânticos de apoio ao seu clube, num ruído que obviamente abafava qualquer gritaria que nós fizéssemos. Também cantavam a música do Cadete e nós, que a sabíamos graças aos nossos amigos escoceses, também a cantávamos. E gritávamos por Portugal e pelo Sporting (sim, eu gritei pelo Sporting nessa altura).
A certa altura, os escoceses aperceberam-se que havia um grupinho de pessoas a apoiar o Sporting (não contavam que houvesse) e CALARAM-SE para nos ouvirem. Foi fantástico! Um fair-play (ou melhor, um "fair-support", já que eram adeptos e não jogadores!) impecável e inesquecível.
Resultado do jogo: empate a duas bolas, tendo um dos golos do Celtic sido marcado pelo Jorge Cadete. Melhor era impossível (não queríamos que os nossos amigos escoceses ficassem tristes por ver o seu adorado Celtic perder, por isso ainda bem que houve empate)!
Adorei a experiência. Mesmo! E, sinceramente, acho que não teria gostado mais se tivesse sido o Benfica a jogar em vez do Sporting. Fora do nosso país, ou cá dentro, mas numa competição internacional, desejo sempre que a equipa portuguesa ganhe, seja ela qual for. Neste caso não ganhou, mas era um jogo amigável, o resultado não era assim tão importante, e o jogo foi excelente. Uma experiência única (única também porque nunca mais deverei assistir a um jogo de futebol ao vivo...)
*talvez fosse "playing" em vez de "walking" - faria mais sentido...
Primeiro e possivelmente último post sobre futebol
Há 40 anos fui dada à luz e por lá me mantive até hoje.
Como futebol não é propriamente coisa que me tire o sono, nem horas de lazer (ver jogos na televisão é atividade a que não me dedico, exceto quando joga a Seleção em jogos importantes, e mesmo esses nem sempre), não posso dizer que os últimos resultados do Benfica me tenham deitado abaixo, mas há um cantinho dentro de mim que se entristece com eles, tal como se alegra quando são gloriosos.
E pronto, assim acaba este post sobre futebol.
Não! Tenho algo a acrescentar!
Em 1996, no verão, em Glasgow (Escócia), assisti a um jogo amigável entre o Celtic e o Sporting, no estádio do Celtic. Fui com um grupo de portugueses (alguns dos quais sportinguistas, outros portistas e outros benfiquistas como eu) e alguns escoceses amigos. Éramos uns 30. O estádio estava cheio. Os apoiantes do Celtic eram (provavelmente ainda são) uns fãs a sério - mesmo num jogo a feijões não deixavam de estar presentes!
Na altura, havia um jogador português a jogar no Celtic. Era o Jorge Cadete (que, se não me falha a memória dos meus parcos conhecimentos acerca de futebol, tinha sido jogador do Sporting).
Os adeptos do Celtic tinham uma canção acerca do Jorge Cadete. A música era a da canção natalícia "Winter Wonderland" e a letra era a que se segue:
"There's only one / Jorge Cadete / He puts the ball / into the net / He scores with ease / because he's Portuguese / walking* in the Celtic Wonderland"
Durante o jogo, os adeptos do Celtic entoavam cânticos de apoio ao seu clube, num ruído que obviamente abafava qualquer gritaria que nós fizéssemos. Também cantavam a música do Cadete e nós, que a sabíamos graças aos nossos amigos escoceses, também a cantávamos. E gritávamos por Portugal e pelo Sporting (sim, eu gritei pelo Sporting nessa altura).
A certa altura, os escoceses aperceberam-se que havia um grupinho de pessoas a apoiar o Sporting (não contavam que houvesse) e CALARAM-SE para nos ouvirem. Foi fantástico! Um fair-play (ou melhor, um "fair-support", já que eram adeptos e não jogadores!) impecável e inesquecível.
Resultado do jogo: empate a duas bolas, tendo um dos golos do Celtic sido marcado pelo Jorge Cadete. Melhor era impossível (não queríamos que os nossos amigos escoceses ficassem tristes por ver o seu adorado Celtic perder, por isso ainda bem que houve empate)!
Adorei a experiência. Mesmo! E, sinceramente, acho que não teria gostado mais se tivesse sido o Benfica a jogar em vez do Sporting. Fora do nosso país, ou cá dentro, mas numa competição internacional, desejo sempre que a equipa portuguesa ganhe, seja ela qual for. Neste caso não ganhou, mas era um jogo amigável, o resultado não era assim tão importante, e o jogo foi excelente. Uma experiência única (única também porque nunca mais deverei assistir a um jogo de futebol ao vivo...)
*talvez fosse "playing" em vez de "walking" - faria mais sentido...
Como futebol não é propriamente coisa que me tire o sono, nem horas de lazer (ver jogos na televisão é atividade a que não me dedico, exceto quando joga a Seleção em jogos importantes, e mesmo esses nem sempre), não posso dizer que os últimos resultados do Benfica me tenham deitado abaixo, mas há um cantinho dentro de mim que se entristece com eles, tal como se alegra quando são gloriosos.
E pronto, assim acaba este post sobre futebol.
Não! Tenho algo a acrescentar!
Em 1996, no verão, em Glasgow (Escócia), assisti a um jogo amigável entre o Celtic e o Sporting, no estádio do Celtic. Fui com um grupo de portugueses (alguns dos quais sportinguistas, outros portistas e outros benfiquistas como eu) e alguns escoceses amigos. Éramos uns 30. O estádio estava cheio. Os apoiantes do Celtic eram (provavelmente ainda são) uns fãs a sério - mesmo num jogo a feijões não deixavam de estar presentes!
Na altura, havia um jogador português a jogar no Celtic. Era o Jorge Cadete (que, se não me falha a memória dos meus parcos conhecimentos acerca de futebol, tinha sido jogador do Sporting).
Os adeptos do Celtic tinham uma canção acerca do Jorge Cadete. A música era a da canção natalícia "Winter Wonderland" e a letra era a que se segue:
"There's only one / Jorge Cadete / He puts the ball / into the net / He scores with ease / because he's Portuguese / walking* in the Celtic Wonderland"
Durante o jogo, os adeptos do Celtic entoavam cânticos de apoio ao seu clube, num ruído que obviamente abafava qualquer gritaria que nós fizéssemos. Também cantavam a música do Cadete e nós, que a sabíamos graças aos nossos amigos escoceses, também a cantávamos. E gritávamos por Portugal e pelo Sporting (sim, eu gritei pelo Sporting nessa altura).
A certa altura, os escoceses aperceberam-se que havia um grupinho de pessoas a apoiar o Sporting (não contavam que houvesse) e CALARAM-SE para nos ouvirem. Foi fantástico! Um fair-play (ou melhor, um "fair-support", já que eram adeptos e não jogadores!) impecável e inesquecível.
Resultado do jogo: empate a duas bolas, tendo um dos golos do Celtic sido marcado pelo Jorge Cadete. Melhor era impossível (não queríamos que os nossos amigos escoceses ficassem tristes por ver o seu adorado Celtic perder, por isso ainda bem que houve empate)!
Adorei a experiência. Mesmo! E, sinceramente, acho que não teria gostado mais se tivesse sido o Benfica a jogar em vez do Sporting. Fora do nosso país, ou cá dentro, mas numa competição internacional, desejo sempre que a equipa portuguesa ganhe, seja ela qual for. Neste caso não ganhou, mas era um jogo amigável, o resultado não era assim tão importante, e o jogo foi excelente. Uma experiência única (única também porque nunca mais deverei assistir a um jogo de futebol ao vivo...)
*talvez fosse "playing" em vez de "walking" - faria mais sentido...
Palavras à moda deles #5
Mais umas palavras ditas pelo Feitiço:
escoço (pescoço)
Fuipa (Filipa)
umar banho (tomar banho)
falda (fralda)
baços (braços)
pirador (aspirador)
badulho (barulho)
visão (televisão)
escoço (pescoço)
Fuipa (Filipa)
umar banho (tomar banho)
falda (fralda)
baços (braços)
pirador (aspirador)
badulho (barulho)
visão (televisão)
Palavras à moda deles #5
Mais umas palavras ditas pelo Feitiço:
escoço (pescoço)
Fuipa (Filipa)
umar banho (tomar banho)
falda (fralda)
baços (braços)
pirador (aspirador)
badulho (barulho)
visão (televisão)
escoço (pescoço)
Fuipa (Filipa)
umar banho (tomar banho)
falda (fralda)
baços (braços)
pirador (aspirador)
badulho (barulho)
visão (televisão)
domingo, 26 de maio de 2013
Quem tem maminhas grandes?
Depois de cantar as canções da praxe, ao deitar o Feitiço para a sesta, ouvi esta pérola:
Feitiço: A mamã tem as maminhas grandes. A Vassoura e a Varinha não têm maminhas grandes. O Feitiço e o "Filhote Pato" [utilizou o nome real] também não têm maminhas grandes.
Eu (que sei que a minha copa de soutiens não tem o alcance das copas dos soutiens do Filhote Pato): Quem é que tem maminhas grandes??
Feitiço: A mamã, o "Filhote Pato" e o Papá. As meninas e os meninos não têm maminhas grandes. Os crescidos não têm maminhas grandes.
A conversa continuou, mas entretanto (passaram umas horas desde que comecei a escrever o post!) já me esqueci do resto...
Feitiço: A mamã tem as maminhas grandes. A Vassoura e a Varinha não têm maminhas grandes. O Feitiço e o "Filhote Pato" [utilizou o nome real] também não têm maminhas grandes.
Eu (que sei que a minha copa de soutiens não tem o alcance das copas dos soutiens do Filhote Pato): Quem é que tem maminhas grandes??
Feitiço: A mamã, o "Filhote Pato" e o Papá. As meninas e os meninos não têm maminhas grandes. Os crescidos não têm maminhas grandes.
A conversa continuou, mas entretanto (passaram umas horas desde que comecei a escrever o post!) já me esqueci do resto...
Quem tem maminhas grandes?
Depois de cantar as canções da praxe, ao deitar o Feitiço para a sesta, ouvi esta pérola:
Feitiço: A mamã tem as maminhas grandes. A Vassoura e a Varinha não têm maminhas grandes. O Feitiço e o "Filhote Pato" [utilizou o nome real] também não têm maminhas grandes.
Eu (que sei que a minha copa de soutiens não tem o alcance das copas dos soutiens do Filhote Pato): Quem é que tem maminhas grandes??
Feitiço: A mamã, o "Filhote Pato" e o Papá. As meninas e os meninos não têm maminhas grandes. Os crescidos não têm maminhas grandes.
A conversa continuou, mas entretanto (passaram umas horas desde que comecei a escrever o post!) já me esqueci do resto...
Feitiço: A mamã tem as maminhas grandes. A Vassoura e a Varinha não têm maminhas grandes. O Feitiço e o "Filhote Pato" [utilizou o nome real] também não têm maminhas grandes.
Eu (que sei que a minha copa de soutiens não tem o alcance das copas dos soutiens do Filhote Pato): Quem é que tem maminhas grandes??
Feitiço: A mamã, o "Filhote Pato" e o Papá. As meninas e os meninos não têm maminhas grandes. Os crescidos não têm maminhas grandes.
A conversa continuou, mas entretanto (passaram umas horas desde que comecei a escrever o post!) já me esqueci do resto...
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Palavras à moda deles #4
Vassoura:
bolas de berlinde (bolas de Berlim)
Varinha:
corpo do mano (corpo humano)
Feitiço:
A mangueira é para mangar.
bolas de berlinde (bolas de Berlim)
Varinha:
corpo do mano (corpo humano)
Feitiço:
A mangueira é para mangar.
Palavras à moda deles #4
Vassoura:
bolas de berlinde (bolas de Berlim)
Varinha:
corpo do mano (corpo humano)
Feitiço:
A mangueira é para mangar.
bolas de berlinde (bolas de Berlim)
Varinha:
corpo do mano (corpo humano)
Feitiço:
A mangueira é para mangar.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Feitiço médico e pai
Anteontem, o Filhote Pato andou com a Vassoura e a Varinha às cavalitas, ao mesmo tempo! É muito forte! Mas ontem, sem saber porquê, acordou com uma grande dor nas costas...
Para se sentir melhor, o Filhote Pato deitou-se de lado no sofá, com as pernas contra o peito, para alongar a zona das costas que estava dorida.
Nessa altura, surgiu o Dr. Feitiço: sabendo o que se passava, auscultou o paciente (chamando-lhe cãozinho - isto porque o Filhote Pato andou a ladrar durante a manhã, numa crise de identidade animal) e deu-lhe várias injeções e um remédio oral (com biberão).
A seguir, foi-se embora o Dr. Feitiço, dando lugar ao Pai Feitiço. Pai extremoso, foi buscar um livro e, sentado com uma perna cruzada sobre a outra, pôs-se a lê-lo em voz alta ao seu Filhote doentinho.
Para se sentir melhor, o Filhote Pato deitou-se de lado no sofá, com as pernas contra o peito, para alongar a zona das costas que estava dorida.
Nessa altura, surgiu o Dr. Feitiço: sabendo o que se passava, auscultou o paciente (chamando-lhe cãozinho - isto porque o Filhote Pato andou a ladrar durante a manhã, numa crise de identidade animal) e deu-lhe várias injeções e um remédio oral (com biberão).
A seguir, foi-se embora o Dr. Feitiço, dando lugar ao Pai Feitiço. Pai extremoso, foi buscar um livro e, sentado com uma perna cruzada sobre a outra, pôs-se a lê-lo em voz alta ao seu Filhote doentinho.
Feitiço médico e pai
Anteontem, o Filhote Pato andou com a Vassoura e a Varinha às cavalitas, ao mesmo tempo! É muito forte! Mas ontem, sem saber porquê, acordou com uma grande dor nas costas...
Para se sentir melhor, o Filhote Pato deitou-se de lado no sofá, com as pernas contra o peito, para alongar a zona das costas que estava dorida.
Nessa altura, surgiu o Dr. Feitiço: sabendo o que se passava, auscultou o paciente (chamando-lhe cãozinho - isto porque o Filhote Pato andou a ladrar durante a manhã, numa crise de identidade animal) e deu-lhe várias injeções e um remédio oral (com biberão).
A seguir, foi-se embora o Dr. Feitiço, dando lugar ao Pai Feitiço. Pai extremoso, foi buscar um livro e, sentado com uma perna cruzada sobre a outra, pôs-se a lê-lo em voz alta ao seu Filhote doentinho.
Para se sentir melhor, o Filhote Pato deitou-se de lado no sofá, com as pernas contra o peito, para alongar a zona das costas que estava dorida.
Nessa altura, surgiu o Dr. Feitiço: sabendo o que se passava, auscultou o paciente (chamando-lhe cãozinho - isto porque o Filhote Pato andou a ladrar durante a manhã, numa crise de identidade animal) e deu-lhe várias injeções e um remédio oral (com biberão).
A seguir, foi-se embora o Dr. Feitiço, dando lugar ao Pai Feitiço. Pai extremoso, foi buscar um livro e, sentado com uma perna cruzada sobre a outra, pôs-se a lê-lo em voz alta ao seu Filhote doentinho.
O Facebook não é grátis
Sim, eu sei que nós não pagamos para utilizar o Facebook.
Mas nós não pagamos porque NÓS SOMOS o PRODUTO comercializado pelo Facebook (e não será só pelo facebook) e não os consumidores... Os consumidores são as empresas que pagam para lá pôr anúncios, para nos terem como (potenciais) clientes. E de certeza que funciona, ou já teriam deixado de o fazer.
Adenda: Esta "visão" (dos utilizadores como produto) não é minha (quem ma transmitiu foi o Gato Rogério, que a escutou de outra pessoa, que eu não sei quem é). Mas acho que faz todo o sentido.
Mas nós não pagamos porque NÓS SOMOS o PRODUTO comercializado pelo Facebook (e não será só pelo facebook) e não os consumidores... Os consumidores são as empresas que pagam para lá pôr anúncios, para nos terem como (potenciais) clientes. E de certeza que funciona, ou já teriam deixado de o fazer.
Adenda: Esta "visão" (dos utilizadores como produto) não é minha (quem ma transmitiu foi o Gato Rogério, que a escutou de outra pessoa, que eu não sei quem é). Mas acho que faz todo o sentido.
O Facebook não é grátis
Sim, eu sei que nós não pagamos para utilizar o Facebook.
Mas nós não pagamos porque NÓS SOMOS o PRODUTO comercializado pelo Facebook (e não será só pelo facebook) e não os consumidores... Os consumidores são as empresas que pagam para lá pôr anúncios, para nos terem como (potenciais) clientes. E de certeza que funciona, ou já teriam deixado de o fazer.
Adenda: Esta "visão" (dos utilizadores como produto) não é minha (quem ma transmitiu foi o Gato Rogério, que a escutou de outra pessoa, que eu não sei quem é). Mas acho que faz todo o sentido.
Mas nós não pagamos porque NÓS SOMOS o PRODUTO comercializado pelo Facebook (e não será só pelo facebook) e não os consumidores... Os consumidores são as empresas que pagam para lá pôr anúncios, para nos terem como (potenciais) clientes. E de certeza que funciona, ou já teriam deixado de o fazer.
Adenda: Esta "visão" (dos utilizadores como produto) não é minha (quem ma transmitiu foi o Gato Rogério, que a escutou de outra pessoa, que eu não sei quem é). Mas acho que faz todo o sentido.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Desafio "Berra-me baixo" #4
A terceira semana do desafio foi parecida com a primeira, com a diferença que o Feitiço tem gritado menos.
Ontem à noite, a Vassoura e a Varinha tiveram um desentendimento e, a certa altura, a Vassoura gritou aos ouvidos da irmã. Justificou-se dizendo que estava irritada. Vi aquele momento como uma oportunidade para refletir em conjunto, ajudando-me e ajudando-a também. Disse-lhe:
- Lembras-te daquele desafio de que te falei, do "berra-me baixo"? Por que é que achas que não quero andar aos gritos? Por que é que quero mudar? ...
A Vassoura não respondeu. Ficou com um ar de quem percebe onde a conversa vai parar, mas não lhe agrada. Eu continuei, insistindo:
- Porquê, Vassoura? Porque não é a gritar que as coisas se resolvem. Agora, por exemplo, eu estou bastante aborrecida contigo, mas não estou a gritar...
Não consigo reproduzir todo o meu discurso, mas acabou por surtir o efeito imediato desejado - um pedido de desculpa de uma à outra (pois a Varinha tinha a sua parte de responsabilidade no desentendimento). Em relação ao efeito a longo prazo (levar a Vassoura a refletir antes de gritar), veremos se surtiu ou não. Com alguma sorte e empenho, não precisará de chegar aos 40 anos para adotar uma postura "berra baixo".
Ontem à noite, a Vassoura e a Varinha tiveram um desentendimento e, a certa altura, a Vassoura gritou aos ouvidos da irmã. Justificou-se dizendo que estava irritada. Vi aquele momento como uma oportunidade para refletir em conjunto, ajudando-me e ajudando-a também. Disse-lhe:
- Lembras-te daquele desafio de que te falei, do "berra-me baixo"? Por que é que achas que não quero andar aos gritos? Por que é que quero mudar? ...
A Vassoura não respondeu. Ficou com um ar de quem percebe onde a conversa vai parar, mas não lhe agrada. Eu continuei, insistindo:
- Porquê, Vassoura? Porque não é a gritar que as coisas se resolvem. Agora, por exemplo, eu estou bastante aborrecida contigo, mas não estou a gritar...
Não consigo reproduzir todo o meu discurso, mas acabou por surtir o efeito imediato desejado - um pedido de desculpa de uma à outra (pois a Varinha tinha a sua parte de responsabilidade no desentendimento). Em relação ao efeito a longo prazo (levar a Vassoura a refletir antes de gritar), veremos se surtiu ou não. Com alguma sorte e empenho, não precisará de chegar aos 40 anos para adotar uma postura "berra baixo".
Desafio "Berra-me baixo" #4
A terceira semana do desafio foi parecida com a primeira, com a diferença que o Feitiço tem gritado menos.
Ontem à noite, a Vassoura e a Varinha tiveram um desentendimento e, a certa altura, a Vassoura gritou aos ouvidos da irmã. Justificou-se dizendo que estava irritada. Vi aquele momento como uma oportunidade para refletir em conjunto, ajudando-me e ajudando-a também. Disse-lhe:
- Lembras-te daquele desafio de que te falei, do "berra-me baixo"? Por que é que achas que não quero andar aos gritos? Por que é que quero mudar? ...
A Vassoura não respondeu. Ficou com um ar de quem percebe onde a conversa vai parar, mas não lhe agrada. Eu continuei, insistindo:
- Porquê, Vassoura? Porque não é a gritar que as coisas se resolvem. Agora, por exemplo, eu estou bastante aborrecida contigo, mas não estou a gritar...
Não consigo reproduzir todo o meu discurso, mas acabou por surtir o efeito imediato desejado - um pedido de desculpa de uma à outra (pois a Varinha tinha a sua parte de responsabilidade no desentendimento). Em relação ao efeito a longo prazo (levar a Vassoura a refletir antes de gritar), veremos se surtiu ou não. Com alguma sorte e empenho, não precisará de chegar aos 40 anos para adotar uma postura "berra baixo".
Ontem à noite, a Vassoura e a Varinha tiveram um desentendimento e, a certa altura, a Vassoura gritou aos ouvidos da irmã. Justificou-se dizendo que estava irritada. Vi aquele momento como uma oportunidade para refletir em conjunto, ajudando-me e ajudando-a também. Disse-lhe:
- Lembras-te daquele desafio de que te falei, do "berra-me baixo"? Por que é que achas que não quero andar aos gritos? Por que é que quero mudar? ...
A Vassoura não respondeu. Ficou com um ar de quem percebe onde a conversa vai parar, mas não lhe agrada. Eu continuei, insistindo:
- Porquê, Vassoura? Porque não é a gritar que as coisas se resolvem. Agora, por exemplo, eu estou bastante aborrecida contigo, mas não estou a gritar...
Não consigo reproduzir todo o meu discurso, mas acabou por surtir o efeito imediato desejado - um pedido de desculpa de uma à outra (pois a Varinha tinha a sua parte de responsabilidade no desentendimento). Em relação ao efeito a longo prazo (levar a Vassoura a refletir antes de gritar), veremos se surtiu ou não. Com alguma sorte e empenho, não precisará de chegar aos 40 anos para adotar uma postura "berra baixo".
Regresso ao passado que não foi
Em adolescente, tive a sorte de não ter os problemas de pele comuns nessa fase. Não é que não tenha tido nenhuma borbulha, mas não foi nada de especial, stressante ou de outra forma marcante pela negativa.
Então não é que agora parece que estou a viver o que não vivi na adolescência? Ainda uma borbulha não secou na cara, já outra está com a pontinha branca de pus. Ainda por cima, embora saiba que NÃO se deve espremer as borbulhas, poucas são as que escaparam a esse destino, o que dá à minha cara um aspeto, como dizer... juvenil.
A título de explicação, de procura de possíveis causas para tanta borbulha que me anda a importunar a face, informo que tenho certeza que a quantidade de chocolate que ingeri na última semana* não tem nada a ver com esta situação.
*[não vos contei antes, por vergonha, mas também foram só sete chocolates de tamanhos variados e todos muito bons - Milka, Nestlé, Jubileu, Shogotten (ou lá como se escreve) foram algumas das marcas eleitas]
Então não é que agora parece que estou a viver o que não vivi na adolescência? Ainda uma borbulha não secou na cara, já outra está com a pontinha branca de pus. Ainda por cima, embora saiba que NÃO se deve espremer as borbulhas, poucas são as que escaparam a esse destino, o que dá à minha cara um aspeto, como dizer... juvenil.
A título de explicação, de procura de possíveis causas para tanta borbulha que me anda a importunar a face, informo que tenho certeza que a quantidade de chocolate que ingeri na última semana* não tem nada a ver com esta situação.
*[não vos contei antes, por vergonha, mas também foram só sete chocolates de tamanhos variados e todos muito bons - Milka, Nestlé, Jubileu, Shogotten (ou lá como se escreve) foram algumas das marcas eleitas]
Regresso ao passado que não foi
Em adolescente, tive a sorte de não ter os problemas de pele comuns nessa fase. Não é que não tenha tido nenhuma borbulha, mas não foi nada de especial, stressante ou de outra forma marcante pela negativa.
Então não é que agora parece que estou a viver o que não vivi na adolescência? Ainda uma borbulha não secou na cara, já outra está com a pontinha branca de pus. Ainda por cima, embora saiba que NÃO se deve espremer as borbulhas, poucas são as que escaparam a esse destino, o que dá à minha cara um aspeto, como dizer... juvenil.
A título de explicação, de procura de possíveis causas para tanta borbulha que me anda a importunar a face, informo que tenho certeza que a quantidade de chocolate que ingeri na última semana* não tem nada a ver com esta situação.
*[não vos contei antes, por vergonha, mas também foram só sete chocolates de tamanhos variados e todos muito bons - Milka, Nestlé, Jubileu, Shogotten (ou lá como se escreve) foram algumas das marcas eleitas]
Então não é que agora parece que estou a viver o que não vivi na adolescência? Ainda uma borbulha não secou na cara, já outra está com a pontinha branca de pus. Ainda por cima, embora saiba que NÃO se deve espremer as borbulhas, poucas são as que escaparam a esse destino, o que dá à minha cara um aspeto, como dizer... juvenil.
A título de explicação, de procura de possíveis causas para tanta borbulha que me anda a importunar a face, informo que tenho certeza que a quantidade de chocolate que ingeri na última semana* não tem nada a ver com esta situação.
*[não vos contei antes, por vergonha, mas também foram só sete chocolates de tamanhos variados e todos muito bons - Milka, Nestlé, Jubileu, Shogotten (ou lá como se escreve) foram algumas das marcas eleitas]
terça-feira, 21 de maio de 2013
Do you speak "brasileiro"?
Primeiro: eu sei que não existe uma língua "brasileira", oficial e linguisticamente. Mas vamos imaginar que sim (dá jeito, neste post)!
Ontem, eu e @ Filhote Pato estávamos a falar "brasileiro", a brincar com a Vassoura e a Varinha, e o Feitiço estava ao pé de nós, a ouvir.
A certa altura, pergunta o Feitiço:
- Estás a falar inglês?
Ontem, eu e @ Filhote Pato estávamos a falar "brasileiro", a brincar com a Vassoura e a Varinha, e o Feitiço estava ao pé de nós, a ouvir.
A certa altura, pergunta o Feitiço:
- Estás a falar inglês?
Do you speak "brasileiro"?
Primeiro: eu sei que não existe uma língua "brasileira", oficial e linguisticamente. Mas vamos imaginar que sim (dá jeito, neste post)!
Ontem, eu e @ Filhote Pato estávamos a falar "brasileiro", a brincar com a Vassoura e a Varinha, e o Feitiço estava ao pé de nós, a ouvir.
A certa altura, pergunta o Feitiço:
- Estás a falar inglês?
Ontem, eu e @ Filhote Pato estávamos a falar "brasileiro", a brincar com a Vassoura e a Varinha, e o Feitiço estava ao pé de nós, a ouvir.
A certa altura, pergunta o Feitiço:
- Estás a falar inglês?
Happy Endings
Às vezes, imagino acontecimentos na minha vida com um tal realismo e pormenor que pareço argumentista de um filme (comédia ou drama, mas sempre romântico q.b.).
Antes de conhecer o Gato Rogério, fiz tal "filme" na minha cabeça que até o escrevi... (Não pensem que conto - o rapaz que foi protagonista desse filme está, obviamente, mais do que ultrapassado.) Mas a maioria dos episódios ou cenas não passaram de script mental.
Ser argumentista está-me na massa do sangue, mas não só em relação à minha própria vida. Faço-o em relação aos que me rodeiam. Na minha cabeça, todos os filmes têm um fantástico Happy Ending.
Antes de conhecer o Gato Rogério, fiz tal "filme" na minha cabeça que até o escrevi... (Não pensem que conto - o rapaz que foi protagonista desse filme está, obviamente, mais do que ultrapassado.) Mas a maioria dos episódios ou cenas não passaram de script mental.
Ser argumentista está-me na massa do sangue, mas não só em relação à minha própria vida. Faço-o em relação aos que me rodeiam. Na minha cabeça, todos os filmes têm um fantástico Happy Ending.
Happy Endings
Às vezes, imagino acontecimentos na minha vida com um tal realismo e pormenor que pareço argumentista de um filme (comédia ou drama, mas sempre romântico q.b.).
Antes de conhecer o Gato Rogério, fiz tal "filme" na minha cabeça que até o escrevi... (Não pensem que conto - o rapaz que foi protagonista desse filme está, obviamente, mais do que ultrapassado.) Mas a maioria dos episódios ou cenas não passaram de script mental.
Ser argumentista está-me na massa do sangue, mas não só em relação à minha própria vida. Faço-o em relação aos que me rodeiam. Na minha cabeça, todos os filmes têm um fantástico Happy Ending.
Antes de conhecer o Gato Rogério, fiz tal "filme" na minha cabeça que até o escrevi... (Não pensem que conto - o rapaz que foi protagonista desse filme está, obviamente, mais do que ultrapassado.) Mas a maioria dos episódios ou cenas não passaram de script mental.
Ser argumentista está-me na massa do sangue, mas não só em relação à minha própria vida. Faço-o em relação aos que me rodeiam. Na minha cabeça, todos os filmes têm um fantástico Happy Ending.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Um trabalho a meias
Eu fiz o desenho no Paint, o Feitiço pintou-o e inventou a história (que vou rescrever por baixo da imagem).
"Era uma vez um carro. Parava e vinha uma pessoa. E a pessoa entrou no carro. E depois o carro andou.
O pássaro* voava no céu.
A casa tem janelas, tem telhado, porta e uma chaminé.
A árvore tem de ter tomates. O pássaro come tomates da árvore, se ele quiser.
Duas nuvens e um sol."
*["pásso", na versão do Feitiço]
Um trabalho a meias
Eu fiz o desenho no Paint, o Feitiço pintou-o e inventou a história (que vou rescrever por baixo da imagem).
"Era uma vez um carro. Parava e vinha uma pessoa. E a pessoa entrou no carro. E depois o carro andou.
O pássaro* voava no céu.
A casa tem janelas, tem telhado, porta e uma chaminé.
A árvore tem de ter tomates. O pássaro come tomates da árvore, se ele quiser.
Duas nuvens e um sol."
*["pásso", na versão do Feitiço]
Onde estás, "Boneco Macosa"?
No outro dia, na altura de deitar o Feitiço, eu e o Rogério andámos feitos doidos à procura do seu boneco preferido. Eu perguntei ao Feitiço onde estava o boneco, e ele respondeu "Na cadeira alta [a de comer]", mas não estava lá (or so I thought).
Mais tarde, acabei por encontrar o boneco, realmente na cadeira alta, mas num sítio especial:
Mais tarde, acabei por encontrar o boneco, realmente na cadeira alta, mas num sítio especial:
| O boneco cor-de-rosa a descansar na "rede"... |
Onde estás, "Boneco Macosa"?
No outro dia, na altura de deitar o Feitiço, eu e o Rogério andámos feitos doidos à procura do seu boneco preferido. Eu perguntei ao Feitiço onde estava o boneco, e ele respondeu "Na cadeira alta [a de comer]", mas não estava lá (or so I thought).
Mais tarde, acabei por encontrar o boneco, realmente na cadeira alta, mas num sítio especial:
Mais tarde, acabei por encontrar o boneco, realmente na cadeira alta, mas num sítio especial:
| O boneco cor-de-rosa a descansar na "rede"... |
sábado, 18 de maio de 2013
Olhar intenso - a opinião do "avaliador"
O Rogério gostou do olhar intenso? Não gostou? O público deste blogue não aguenta mais a expectativa!
Pois bem, caros leitores, não consegui arrancar um "gosto" ou "não gosto" (ou expressão equivalente) ao meu Gato! O melhor que consegui, em termos de "avaliação", foi uma concordância que "ficava estranho" (o que pode dar para os dois lados). Se calhar, o "primeiro estranha-se, depois entranha-se" até funcionaria neste caso, mas para isso seria necessário eu passar a pintar os olhos on a regular basis... e quem me conhece desconfia certamente (e acertadamente, acrescento) que isso não vai acontecer!
Pois bem, caros leitores, não consegui arrancar um "gosto" ou "não gosto" (ou expressão equivalente) ao meu Gato! O melhor que consegui, em termos de "avaliação", foi uma concordância que "ficava estranho" (o que pode dar para os dois lados). Se calhar, o "primeiro estranha-se, depois entranha-se" até funcionaria neste caso, mas para isso seria necessário eu passar a pintar os olhos on a regular basis... e quem me conhece desconfia certamente (e acertadamente, acrescento) que isso não vai acontecer!
Olhar intenso - a opinião do "avaliador"
O Rogério gostou do olhar intenso? Não gostou? O público deste blogue não aguenta mais a expectativa!
Pois bem, caros leitores, não consegui arrancar um "gosto" ou "não gosto" (ou expressão equivalente) ao meu Gato! O melhor que consegui, em termos de "avaliação", foi uma concordância que "ficava estranho" (o que pode dar para os dois lados). Se calhar, o "primeiro estranha-se, depois entranha-se" até funcionaria neste caso, mas para isso seria necessário eu passar a pintar os olhos on a regular basis... e quem me conhece desconfia certamente (e acertadamente, acrescento) que isso não vai acontecer!
Pois bem, caros leitores, não consegui arrancar um "gosto" ou "não gosto" (ou expressão equivalente) ao meu Gato! O melhor que consegui, em termos de "avaliação", foi uma concordância que "ficava estranho" (o que pode dar para os dois lados). Se calhar, o "primeiro estranha-se, depois entranha-se" até funcionaria neste caso, mas para isso seria necessário eu passar a pintar os olhos on a regular basis... e quem me conhece desconfia certamente (e acertadamente, acrescento) que isso não vai acontecer!
Cinema - check!
Ontem fomos ao cinema, sim senhor, e o filme - "O Grande Dia" (The Big Wedding) - foi muito divertido.
O único senão na nossa saída foi o frio que apanhámos no caminho (fomos a pé). Também houve o pormenor insignificante de nos termos esquecido de deixar uma chave de casa com a nossa babysitter e de a termos trancado em casa com os nossos adormecidos filhos. Felizmente não houve nenhum cataclismo, catástrofe ou outra desgraça começada por "cat", caso contrário poderia ter corrido tudo muuuuiiiito mal.
O único senão na nossa saída foi o frio que apanhámos no caminho (fomos a pé). Também houve o pormenor insignificante de nos termos esquecido de deixar uma chave de casa com a nossa babysitter e de a termos trancado em casa com os nossos adormecidos filhos. Felizmente não houve nenhum cataclismo, catástrofe ou outra desgraça começada por "cat", caso contrário poderia ter corrido tudo muuuuiiiito mal.
Cinema - check!
Ontem fomos ao cinema, sim senhor, e o filme - "O Grande Dia" (The Big Wedding) - foi muito divertido.
O único senão na nossa saída foi o frio que apanhámos no caminho (fomos a pé). Também houve o pormenor insignificante de nos termos esquecido de deixar uma chave de casa com a nossa babysitter e de a termos trancado em casa com os nossos adormecidos filhos. Felizmente não houve nenhum cataclismo, catástrofe ou outra desgraça começada por "cat", caso contrário poderia ter corrido tudo muuuuiiiito mal.
O único senão na nossa saída foi o frio que apanhámos no caminho (fomos a pé). Também houve o pormenor insignificante de nos termos esquecido de deixar uma chave de casa com a nossa babysitter e de a termos trancado em casa com os nossos adormecidos filhos. Felizmente não houve nenhum cataclismo, catástrofe ou outra desgraça começada por "cat", caso contrário poderia ter corrido tudo muuuuiiiito mal.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Olhar intenso
Estou com um olhar intenso ("de lince", segundo @ Filhote Pato, que foi quem me maquilhou)...
Paira no ar uma questão: o Rogério gostará, ou não?
Paira no ar uma questão: o Rogério gostará, ou não?
Olhar intenso
Estou com um olhar intenso ("de lince", segundo @ Filhote Pato, que foi quem me maquilhou)...
Paira no ar uma questão: o Rogério gostará, ou não?
Paira no ar uma questão: o Rogério gostará, ou não?
Cinema - matar saudades
Eu e o gato Rogério "alinhavámos" uma ida ao cinema esta noite. Espero que se concretize - e que o filme não seja uma desilusão, claro!
A Vassoura, a Varinha e o Feitiço ficam na cama e @ Filhote Pato fica a fazer de babysitter (sorte a nossa de termos a sua presença e a sua disponibilidade)!
A Vassoura, a Varinha e o Feitiço ficam na cama e @ Filhote Pato fica a fazer de babysitter (sorte a nossa de termos a sua presença e a sua disponibilidade)!
Cinema - matar saudades
Eu e o gato Rogério "alinhavámos" uma ida ao cinema esta noite. Espero que se concretize - e que o filme não seja uma desilusão, claro!
A Vassoura, a Varinha e o Feitiço ficam na cama e @ Filhote Pato fica a fazer de babysitter (sorte a nossa de termos a sua presença e a sua disponibilidade)!
A Vassoura, a Varinha e o Feitiço ficam na cama e @ Filhote Pato fica a fazer de babysitter (sorte a nossa de termos a sua presença e a sua disponibilidade)!
Dá-lhe vómitos!
"As orelhas sujas de cera deveriam ser proibidas no nosso país." Assim diz @ Filhote Pato.
Dá-lhe vómitos!
"As orelhas sujas de cera deveriam ser proibidas no nosso país." Assim diz @ Filhote Pato.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Desafio "Berra-me Baixo" #3
A segunda semana foi mais difícil do que a primeira. Acho que berrei mais (ou afinei o ouvido?), talvez não tanto como noutros tempos, mas claramente mais vezes do que as que desejaria.
Houve algumas vezes em que berrei e a seguir pedi desculpa, acrescentando que sabia que não adiantara nada gritar. É óbvio que não gritei só por gritar (por ter saudades!): as crianças estiveram mais difíceis do que na semana anterior, menos cooperantes e um bocado mais teimosas.
Tenho alento para continuar e isso deixa-me contente q.b. (hoje não estou nos meus melhores dias)!
Houve algumas vezes em que berrei e a seguir pedi desculpa, acrescentando que sabia que não adiantara nada gritar. É óbvio que não gritei só por gritar (por ter saudades!): as crianças estiveram mais difíceis do que na semana anterior, menos cooperantes e um bocado mais teimosas.
Tenho alento para continuar e isso deixa-me contente q.b. (hoje não estou nos meus melhores dias)!
Desafio "Berra-me Baixo" #3
A segunda semana foi mais difícil do que a primeira. Acho que berrei mais (ou afinei o ouvido?), talvez não tanto como noutros tempos, mas claramente mais vezes do que as que desejaria.
Houve algumas vezes em que berrei e a seguir pedi desculpa, acrescentando que sabia que não adiantara nada gritar. É óbvio que não gritei só por gritar (por ter saudades!): as crianças estiveram mais difíceis do que na semana anterior, menos cooperantes e um bocado mais teimosas.
Tenho alento para continuar e isso deixa-me contente q.b. (hoje não estou nos meus melhores dias)!
Houve algumas vezes em que berrei e a seguir pedi desculpa, acrescentando que sabia que não adiantara nada gritar. É óbvio que não gritei só por gritar (por ter saudades!): as crianças estiveram mais difíceis do que na semana anterior, menos cooperantes e um bocado mais teimosas.
Tenho alento para continuar e isso deixa-me contente q.b. (hoje não estou nos meus melhores dias)!
Feitiço refilão (para não dizer mal-educado)
Esta manhã, antes de levar a Vassoura e a Varinha à escola, o Rogério zangou-se com o Feitiço por mexer onde não devia. A seguir, saiu com elas.
O Feitiço, a fazer beicinho, pôs-se a dizer:
- O Rogério é feio!
Eu: O Rogério? Quem é o Rogério?
Achei curioso que o Feitiço escolhesse referir-se ao pai pelo nome próprio - o verdadeiro, obviamente -, para fazer "queixinhas". Nem sequer era uma queixa, pois eu testemunhei a cena entre os dois e dei razão ao pai na hora, mas antes um desabafo...
Como eu voltei a dar razão ao Rogério, o Feitiço virou-se contra mim:
- Tu és palerma!
Fulminei o Feitiço com o olhar, mas nem fiz mais comentários. A minha ideia foi não dar muita importância ao vocábulo usado (palerma), para que não se tornasse o seu novo vocábulo de eleição. Claro que não sei se fiz bem ou não...
O Feitiço, a fazer beicinho, pôs-se a dizer:
- O Rogério é feio!
Eu: O Rogério? Quem é o Rogério?
Achei curioso que o Feitiço escolhesse referir-se ao pai pelo nome próprio - o verdadeiro, obviamente -, para fazer "queixinhas". Nem sequer era uma queixa, pois eu testemunhei a cena entre os dois e dei razão ao pai na hora, mas antes um desabafo...
Como eu voltei a dar razão ao Rogério, o Feitiço virou-se contra mim:
- Tu és palerma!
Fulminei o Feitiço com o olhar, mas nem fiz mais comentários. A minha ideia foi não dar muita importância ao vocábulo usado (palerma), para que não se tornasse o seu novo vocábulo de eleição. Claro que não sei se fiz bem ou não...
Feitiço refilão (para não dizer mal-educado)
Esta manhã, antes de levar a Vassoura e a Varinha à escola, o Rogério zangou-se com o Feitiço por mexer onde não devia. A seguir, saiu com elas.
O Feitiço, a fazer beicinho, pôs-se a dizer:
- O Rogério é feio!
Eu: O Rogério? Quem é o Rogério?
Achei curioso que o Feitiço escolhesse referir-se ao pai pelo nome próprio - o verdadeiro, obviamente -, para fazer "queixinhas". Nem sequer era uma queixa, pois eu testemunhei a cena entre os dois e dei razão ao pai na hora, mas antes um desabafo...
Como eu voltei a dar razão ao Rogério, o Feitiço virou-se contra mim:
- Tu és palerma!
Fulminei o Feitiço com o olhar, mas nem fiz mais comentários. A minha ideia foi não dar muita importância ao vocábulo usado (palerma), para que não se tornasse o seu novo vocábulo de eleição. Claro que não sei se fiz bem ou não...
O Feitiço, a fazer beicinho, pôs-se a dizer:
- O Rogério é feio!
Eu: O Rogério? Quem é o Rogério?
Achei curioso que o Feitiço escolhesse referir-se ao pai pelo nome próprio - o verdadeiro, obviamente -, para fazer "queixinhas". Nem sequer era uma queixa, pois eu testemunhei a cena entre os dois e dei razão ao pai na hora, mas antes um desabafo...
Como eu voltei a dar razão ao Rogério, o Feitiço virou-se contra mim:
- Tu és palerma!
Fulminei o Feitiço com o olhar, mas nem fiz mais comentários. A minha ideia foi não dar muita importância ao vocábulo usado (palerma), para que não se tornasse o seu novo vocábulo de eleição. Claro que não sei se fiz bem ou não...
terça-feira, 14 de maio de 2013
Regresso do Filhote Patódigo #2
Pois, é isso mesmo que estão (estão?) a pensar... A minha Filhote Pato está novamente a passar uns dias cá em casa e eu estou muito contente!
Hoje a Nina está cá, por isso posso (e vou) deixar o Feitiço a dormir na sua caminha, com a Nina a tomar conta, e vou VADIAR (leram bem, VA-DI-AR) com a Filhote Pato. Vai ser PATÁSTICO!
Hoje a Nina está cá, por isso posso (e vou) deixar o Feitiço a dormir na sua caminha, com a Nina a tomar conta, e vou VADIAR (leram bem, VA-DI-AR) com a Filhote Pato. Vai ser PATÁSTICO!
Regresso do Filhote Patódigo #2
Pois, é isso mesmo que estão (estão?) a pensar... A minha Filhote Pato está novamente a passar uns dias cá em casa e eu estou muito contente!
Hoje a Nina está cá, por isso posso (e vou) deixar o Feitiço a dormir na sua caminha, com a Nina a tomar conta, e vou VADIAR (leram bem, VA-DI-AR) com a Filhote Pato. Vai ser PATÁSTICO!
Hoje a Nina está cá, por isso posso (e vou) deixar o Feitiço a dormir na sua caminha, com a Nina a tomar conta, e vou VADIAR (leram bem, VA-DI-AR) com a Filhote Pato. Vai ser PATÁSTICO!
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Sonhos #4
Em 2007 tive um dos sonhos mais lindos da minha vida. Na altura já era mãe da Vassoura, que tinha uns sete meses.
Sonhei que dava à luz outra menina, linda, perfeitinha e que se chamava Varinha.
Algumas semanas depois, fiz um teste de gravidez... que deu positivo. Como não tinha apontado a data do sonho, não posso ter certeza se ele ocorreu (pouco) antes de estar grávida, ou se já estava grávida e não sabia... mas foi curioso que o tenha tido por essa altura!
O que teve uma influência enorme foi a questão do nome. Sabendo que era menina, eu não conseguia pôr sequer a hipótese de lhe dar um nome diferente daquele que tinha sonhado. E é por isso que a Varinha se chama Varinha!
Sonhei que dava à luz outra menina, linda, perfeitinha e que se chamava Varinha.
Algumas semanas depois, fiz um teste de gravidez... que deu positivo. Como não tinha apontado a data do sonho, não posso ter certeza se ele ocorreu (pouco) antes de estar grávida, ou se já estava grávida e não sabia... mas foi curioso que o tenha tido por essa altura!
O que teve uma influência enorme foi a questão do nome. Sabendo que era menina, eu não conseguia pôr sequer a hipótese de lhe dar um nome diferente daquele que tinha sonhado. E é por isso que a Varinha se chama Varinha!
Sonhos #4
Em 2007 tive um dos sonhos mais lindos da minha vida. Na altura já era mãe da Vassoura, que tinha uns sete meses.
Sonhei que dava à luz outra menina, linda, perfeitinha e que se chamava Varinha.
Algumas semanas depois, fiz um teste de gravidez... que deu positivo. Como não tinha apontado a data do sonho, não posso ter certeza se ele ocorreu (pouco) antes de estar grávida, ou se já estava grávida e não sabia... mas foi curioso que o tenha tido por essa altura!
O que teve uma influência enorme foi a questão do nome. Sabendo que era menina, eu não conseguia pôr sequer a hipótese de lhe dar um nome diferente daquele que tinha sonhado. E é por isso que a Varinha se chama Varinha!
Sonhei que dava à luz outra menina, linda, perfeitinha e que se chamava Varinha.
Algumas semanas depois, fiz um teste de gravidez... que deu positivo. Como não tinha apontado a data do sonho, não posso ter certeza se ele ocorreu (pouco) antes de estar grávida, ou se já estava grávida e não sabia... mas foi curioso que o tenha tido por essa altura!
O que teve uma influência enorme foi a questão do nome. Sabendo que era menina, eu não conseguia pôr sequer a hipótese de lhe dar um nome diferente daquele que tinha sonhado. E é por isso que a Varinha se chama Varinha!
domingo, 12 de maio de 2013
Receita de bolo para totós - em três posts (a ler apenas por pessoas que se incluam na categoria indicada ou extremamente curiosas) #3
(Para ingredientes e utensílios, ver #2)
RECEITA
- Lavar o citrino.
- Raspar um bocado da casca do citrino (pode ser ridiculamente pouca raspa que o bolo fica bom à mesma), com o ralador, e colocar a raspa no prato de sobremesa.
- Encher a caneca 1 com açúcar.
- Pegar num ovo e separar a gema da clara, utilizando o separador de gemas colocado em cima da caneca 2. Se correr bem, a gema fica no separador e a clara escorre para a caneca.*
- Deitar a gema para o prato de sopa e a clara para a taça da batedeira.
- Proceder da mesma forma para os restantes ovos.
- Juntar o sal às claras e ligar a batedeira (que fica ligada até indicação para desligar).
- Deitar um bocado de açúcar para cima das claras, esperar um pouco, deitar mais um bocado, esperar. Repetir até ter deitado todo o açúcar.
- Aproveitar os momentos de espera do ponto anterior para:
a) Encher a caneca 1 com farinha e
b) deitar as 6 colheres de óleo no prato que tem as gemas e misturar com a colher.
- Deitar a mistura das gemas/óleo para cima das claras.
- Deitar a raspa (para o mesmo sítio).
- Deitar a farinha (para o mesmo sítio).
- Assim que não se notar a farinha no meio da mistura, desligar a batedeira.
- Ligar o forno a 175ºC.
- Untar a forma com óleo (a base e as paredes).
- Polvilhar com farinha a forma untada. Não recear pôr demasiada farinha.
- Sacudir a forma (sobre o lava-loiças, de preferência) de modo a que algum eventual excesso de farinha caia.
- Deitar a mistura (que está na taça da batedeira) na forma.
- Colocar a forma no forno (numa prateleira a meio) = Minuto 0.
- Durante 15 minutos, não abrir o forno, nem sequer para espreitar.
- Minuto 15: pode abrir-se um pouco a porta do forno para espreitar e ver a cor (mas não é obrigatório).
- Minuto 25: abrir totalmente a porta do forno;
- puxar o tabuleiro do forno;
- espetar um palito no meio do bolo;
- fazer mover a parte de baixo do palito, dentro do bolo, para um lado e para o outro.
Se o palito sair com creme agarrado (é o mais provável, mas pode não acontecer),
- pôr o papel vegetal por cima,
- empurrar o tabuleiro e fechar a porta do forno.
- Minuto 35: repetir procedimento do minuto 25.
O palito deverá sair seco. (Se não sair, fechar o forno, aguardar 5 minutos e repetir procedimento com palito.)
- Desligar o forno.
- Retirar a forma, usando as pegas, e colocá-la em cima de um prato raso.
- Com uma pega a amparar a forma, usar a outra para abrir a parede da forma. Se o bolo ficar agarrado à parede (será falta de farinha polvilhada), soltar devagarinho com a ajuda da espátula.
- Depois de soltar a totalidade do bolo das paredes da forma,
- retirar as paredes (não a base) e
- deixar arrefecer.
- Quando estiver frio (suficiente para conseguir mexer sem soltar 'ais' e 'ui, está quente!'),
- colocar outro prato por cima,
- agarrar nos dois pratos e virar (para a base do bolo ficar para cima). Tirar o prato de cima.
- Se a base da forma estiver agarrada ao bolo, soltar com cuidado, com a ajuda da espátula.
- Colocar o prato novamente (ou outro, se estiver sujo) em cima do bolo.
- Voltar a virar para a posição inicial.
Está pronto! E muito bom, de certeza!
*Se correr mal e a gema também cair para a caneca, o mais fácil é não usar esse ovo (guardá-lo no frigorífico e usar mais tarde para outra coisa qualquer) e substitui-lo por outro (para isso é preciso ter mais do que 6 ovos em casa - eu tenho, sempre que faço o bolo, porque não sou lá muito jeitosa no processo de separar gemas de claras).
RECEITA
- Lavar o citrino.
- Raspar um bocado da casca do citrino (pode ser ridiculamente pouca raspa que o bolo fica bom à mesma), com o ralador, e colocar a raspa no prato de sobremesa.
- Encher a caneca 1 com açúcar.
- Pegar num ovo e separar a gema da clara, utilizando o separador de gemas colocado em cima da caneca 2. Se correr bem, a gema fica no separador e a clara escorre para a caneca.*
- Deitar a gema para o prato de sopa e a clara para a taça da batedeira.
- Proceder da mesma forma para os restantes ovos.
- Juntar o sal às claras e ligar a batedeira (que fica ligada até indicação para desligar).
- Deitar um bocado de açúcar para cima das claras, esperar um pouco, deitar mais um bocado, esperar. Repetir até ter deitado todo o açúcar.
- Aproveitar os momentos de espera do ponto anterior para:
a) Encher a caneca 1 com farinha e
b) deitar as 6 colheres de óleo no prato que tem as gemas e misturar com a colher.
- Deitar a mistura das gemas/óleo para cima das claras.
- Deitar a raspa (para o mesmo sítio).
- Deitar a farinha (para o mesmo sítio).
- Assim que não se notar a farinha no meio da mistura, desligar a batedeira.
- Ligar o forno a 175ºC.
- Untar a forma com óleo (a base e as paredes).
- Polvilhar com farinha a forma untada. Não recear pôr demasiada farinha.
- Sacudir a forma (sobre o lava-loiças, de preferência) de modo a que algum eventual excesso de farinha caia.
- Deitar a mistura (que está na taça da batedeira) na forma.
- Colocar a forma no forno (numa prateleira a meio) = Minuto 0.
- Durante 15 minutos, não abrir o forno, nem sequer para espreitar.
- Minuto 15: pode abrir-se um pouco a porta do forno para espreitar e ver a cor (mas não é obrigatório).
- Minuto 25: abrir totalmente a porta do forno;
- puxar o tabuleiro do forno;
- espetar um palito no meio do bolo;
- fazer mover a parte de baixo do palito, dentro do bolo, para um lado e para o outro.
Se o palito sair com creme agarrado (é o mais provável, mas pode não acontecer),
- pôr o papel vegetal por cima,
- empurrar o tabuleiro e fechar a porta do forno.
- Minuto 35: repetir procedimento do minuto 25.
O palito deverá sair seco. (Se não sair, fechar o forno, aguardar 5 minutos e repetir procedimento com palito.)
- Desligar o forno.
- Retirar a forma, usando as pegas, e colocá-la em cima de um prato raso.
- Com uma pega a amparar a forma, usar a outra para abrir a parede da forma. Se o bolo ficar agarrado à parede (será falta de farinha polvilhada), soltar devagarinho com a ajuda da espátula.
- Depois de soltar a totalidade do bolo das paredes da forma,
- retirar as paredes (não a base) e
- deixar arrefecer.
- Quando estiver frio (suficiente para conseguir mexer sem soltar 'ais' e 'ui, está quente!'),
- colocar outro prato por cima,
- agarrar nos dois pratos e virar (para a base do bolo ficar para cima). Tirar o prato de cima.
- Se a base da forma estiver agarrada ao bolo, soltar com cuidado, com a ajuda da espátula.
- Colocar o prato novamente (ou outro, se estiver sujo) em cima do bolo.
- Voltar a virar para a posição inicial.
Está pronto! E muito bom, de certeza!
*Se correr mal e a gema também cair para a caneca, o mais fácil é não usar esse ovo (guardá-lo no frigorífico e usar mais tarde para outra coisa qualquer) e substitui-lo por outro (para isso é preciso ter mais do que 6 ovos em casa - eu tenho, sempre que faço o bolo, porque não sou lá muito jeitosa no processo de separar gemas de claras).
| Esta fotografia é do segundo bolo. Não tenho nenhuma dos últimos, sem estarem decorados com Jumpingclay. |
Receita de bolo para totós - em três posts (a ler apenas por pessoas que se incluam na categoria indicada ou extremamente curiosas) #3
(Para ingredientes e utensílios, ver #2)
RECEITA
- Lavar o citrino.
- Raspar um bocado da casca do citrino (pode ser ridiculamente pouca raspa que o bolo fica bom à mesma), com o ralador, e colocar a raspa no prato de sobremesa.
- Encher a caneca 1 com açúcar.
- Pegar num ovo e separar a gema da clara, utilizando o separador de gemas colocado em cima da caneca 2. Se correr bem, a gema fica no separador e a clara escorre para a caneca.*
- Deitar a gema para o prato de sopa e a clara para a taça da batedeira.
- Proceder da mesma forma para os restantes ovos.
- Juntar o sal às claras e ligar a batedeira (que fica ligada até indicação para desligar).
- Deitar um bocado de açúcar para cima das claras, esperar um pouco, deitar mais um bocado, esperar. Repetir até ter deitado todo o açúcar.
- Aproveitar os momentos de espera do ponto anterior para:
a) Encher a caneca 1 com farinha e
b) deitar as 6 colheres de óleo no prato que tem as gemas e misturar com a colher.
- Deitar a mistura das gemas/óleo para cima das claras.
- Deitar a raspa (para o mesmo sítio).
- Deitar a farinha (para o mesmo sítio).
- Assim que não se notar a farinha no meio da mistura, desligar a batedeira.
- Ligar o forno a 175ºC.
- Untar a forma com óleo (a base e as paredes).
- Polvilhar com farinha a forma untada. Não recear pôr demasiada farinha.
- Sacudir a forma (sobre o lava-loiças, de preferência) de modo a que algum eventual excesso de farinha caia.
- Deitar a mistura (que está na taça da batedeira) na forma.
- Colocar a forma no forno (numa prateleira a meio) = Minuto 0.
- Durante 15 minutos, não abrir o forno, nem sequer para espreitar.
- Minuto 15: pode abrir-se um pouco a porta do forno para espreitar e ver a cor (mas não é obrigatório).
- Minuto 25: abrir totalmente a porta do forno;
- puxar o tabuleiro do forno;
- espetar um palito no meio do bolo;
- fazer mover a parte de baixo do palito, dentro do bolo, para um lado e para o outro.
Se o palito sair com creme agarrado (é o mais provável, mas pode não acontecer),
- pôr o papel vegetal por cima,
- empurrar o tabuleiro e fechar a porta do forno.
- Minuto 35: repetir procedimento do minuto 25.
O palito deverá sair seco. (Se não sair, fechar o forno, aguardar 5 minutos e repetir procedimento com palito.)
- Desligar o forno.
- Retirar a forma, usando as pegas, e colocá-la em cima de um prato raso.
- Com uma pega a amparar a forma, usar a outra para abrir a parede da forma. Se o bolo ficar agarrado à parede (será falta de farinha polvilhada), soltar devagarinho com a ajuda da espátula.
- Depois de soltar a totalidade do bolo das paredes da forma,
- retirar as paredes (não a base) e
- deixar arrefecer.
- Quando estiver frio (suficiente para conseguir mexer sem soltar 'ais' e 'ui, está quente!'),
- colocar outro prato por cima,
- agarrar nos dois pratos e virar (para a base do bolo ficar para cima). Tirar o prato de cima.
- Se a base da forma estiver agarrada ao bolo, soltar com cuidado, com a ajuda da espátula.
- Colocar o prato novamente (ou outro, se estiver sujo) em cima do bolo.
- Voltar a virar para a posição inicial.
Está pronto! E muito bom, de certeza!
*Se correr mal e a gema também cair para a caneca, o mais fácil é não usar esse ovo (guardá-lo no frigorífico e usar mais tarde para outra coisa qualquer) e substitui-lo por outro (para isso é preciso ter mais do que 6 ovos em casa - eu tenho, sempre que faço o bolo, porque não sou lá muito jeitosa no processo de separar gemas de claras).
RECEITA
- Lavar o citrino.
- Raspar um bocado da casca do citrino (pode ser ridiculamente pouca raspa que o bolo fica bom à mesma), com o ralador, e colocar a raspa no prato de sobremesa.
- Encher a caneca 1 com açúcar.
- Pegar num ovo e separar a gema da clara, utilizando o separador de gemas colocado em cima da caneca 2. Se correr bem, a gema fica no separador e a clara escorre para a caneca.*
- Deitar a gema para o prato de sopa e a clara para a taça da batedeira.
- Proceder da mesma forma para os restantes ovos.
- Juntar o sal às claras e ligar a batedeira (que fica ligada até indicação para desligar).
- Deitar um bocado de açúcar para cima das claras, esperar um pouco, deitar mais um bocado, esperar. Repetir até ter deitado todo o açúcar.
- Aproveitar os momentos de espera do ponto anterior para:
a) Encher a caneca 1 com farinha e
b) deitar as 6 colheres de óleo no prato que tem as gemas e misturar com a colher.
- Deitar a mistura das gemas/óleo para cima das claras.
- Deitar a raspa (para o mesmo sítio).
- Deitar a farinha (para o mesmo sítio).
- Assim que não se notar a farinha no meio da mistura, desligar a batedeira.
- Ligar o forno a 175ºC.
- Untar a forma com óleo (a base e as paredes).
- Polvilhar com farinha a forma untada. Não recear pôr demasiada farinha.
- Sacudir a forma (sobre o lava-loiças, de preferência) de modo a que algum eventual excesso de farinha caia.
- Deitar a mistura (que está na taça da batedeira) na forma.
- Colocar a forma no forno (numa prateleira a meio) = Minuto 0.
- Durante 15 minutos, não abrir o forno, nem sequer para espreitar.
- Minuto 15: pode abrir-se um pouco a porta do forno para espreitar e ver a cor (mas não é obrigatório).
- Minuto 25: abrir totalmente a porta do forno;
- puxar o tabuleiro do forno;
- espetar um palito no meio do bolo;
- fazer mover a parte de baixo do palito, dentro do bolo, para um lado e para o outro.
Se o palito sair com creme agarrado (é o mais provável, mas pode não acontecer),
- pôr o papel vegetal por cima,
- empurrar o tabuleiro e fechar a porta do forno.
- Minuto 35: repetir procedimento do minuto 25.
O palito deverá sair seco. (Se não sair, fechar o forno, aguardar 5 minutos e repetir procedimento com palito.)
- Desligar o forno.
- Retirar a forma, usando as pegas, e colocá-la em cima de um prato raso.
- Com uma pega a amparar a forma, usar a outra para abrir a parede da forma. Se o bolo ficar agarrado à parede (será falta de farinha polvilhada), soltar devagarinho com a ajuda da espátula.
- Depois de soltar a totalidade do bolo das paredes da forma,
- retirar as paredes (não a base) e
- deixar arrefecer.
- Quando estiver frio (suficiente para conseguir mexer sem soltar 'ais' e 'ui, está quente!'),
- colocar outro prato por cima,
- agarrar nos dois pratos e virar (para a base do bolo ficar para cima). Tirar o prato de cima.
- Se a base da forma estiver agarrada ao bolo, soltar com cuidado, com a ajuda da espátula.
- Colocar o prato novamente (ou outro, se estiver sujo) em cima do bolo.
- Voltar a virar para a posição inicial.
Está pronto! E muito bom, de certeza!
*Se correr mal e a gema também cair para a caneca, o mais fácil é não usar esse ovo (guardá-lo no frigorífico e usar mais tarde para outra coisa qualquer) e substitui-lo por outro (para isso é preciso ter mais do que 6 ovos em casa - eu tenho, sempre que faço o bolo, porque não sou lá muito jeitosa no processo de separar gemas de claras).
| Esta fotografia é do segundo bolo. Não tenho nenhuma dos últimos, sem estarem decorados com Jumpingclay. |
Receita de bolo para totós - em três posts (a ler apenas por pessoas que se incluam na categoria indicada ou extremamente curiosas) #2
UTENSÍLIOS
- batedeira *
- forma para bolos *
- um ralador *
- um separador de gemas *
- duas canecas (1 e 2) *
- uma espátula não-metálica (silicone, madeira...) *
- um prato de sopa
- um prato de sobremesa
- dois pratos rasos, grandes
- uma colher de sopa
- uma colher de café
- papel vegetal (cortar o suficiente para cobrir a forma e sobrar papel à volta)
- um palito
- uma tesoura
- duas pegas
* na(s) foto(s)
INGREDIENTES
- raspa de citrino (laranja, limão ou tangerina)
- 6 ovos
- sal (1 colher de café)
- 1 caneca de açúcar
- 1 caneca de farinha
- óleo (6 colheres de sopa)
- óleo e farinha para untar a forma
- batedeira *
- forma para bolos *
- um ralador *
- um separador de gemas *
- duas canecas (1 e 2) *
- uma espátula não-metálica (silicone, madeira...) *
- um prato de sopa
- um prato de sobremesa
- dois pratos rasos, grandes
- uma colher de sopa
- uma colher de café
- papel vegetal (cortar o suficiente para cobrir a forma e sobrar papel à volta)
- um palito
- uma tesoura
- duas pegas
* na(s) foto(s)
| Nota: não recomendo um ralador como o que se vê na imagem. |
| Este separador de gemas não é infalível, mas ajuda, sem dúvida, quando se tem pouco jeito para separar gemas de claras. |
| Esta forma tem base amovível (como se vê). Facilita na altura de desenformar. |
INGREDIENTES
- raspa de citrino (laranja, limão ou tangerina)
- 6 ovos
- sal (1 colher de café)
- 1 caneca de açúcar
- 1 caneca de farinha
- óleo (6 colheres de sopa)
- óleo e farinha para untar a forma
Receita de bolo para totós - em três posts (a ler apenas por pessoas que se incluam na categoria indicada ou extremamente curiosas) #2
UTENSÍLIOS
- batedeira *
- forma para bolos *
- um ralador *
- um separador de gemas *
- duas canecas (1 e 2) *
- uma espátula não-metálica (silicone, madeira...) *
- um prato de sopa
- um prato de sobremesa
- dois pratos rasos, grandes
- uma colher de sopa
- uma colher de café
- papel vegetal (cortar o suficiente para cobrir a forma e sobrar papel à volta)
- um palito
- uma tesoura
- duas pegas
* na(s) foto(s)
INGREDIENTES
- raspa de citrino (laranja, limão ou tangerina)
- 6 ovos
- sal (1 colher de café)
- 1 caneca de açúcar
- 1 caneca de farinha
- óleo (6 colheres de sopa)
- óleo e farinha para untar a forma
- batedeira *
- forma para bolos *
- um ralador *
- um separador de gemas *
- duas canecas (1 e 2) *
- uma espátula não-metálica (silicone, madeira...) *
- um prato de sopa
- um prato de sobremesa
- dois pratos rasos, grandes
- uma colher de sopa
- uma colher de café
- papel vegetal (cortar o suficiente para cobrir a forma e sobrar papel à volta)
- um palito
- uma tesoura
- duas pegas
* na(s) foto(s)
| Nota: não recomendo um ralador como o que se vê na imagem. |
| Este separador de gemas não é infalível, mas ajuda, sem dúvida, quando se tem pouco jeito para separar gemas de claras. |
| Esta forma tem base amovível (como se vê). Facilita na altura de desenformar. |
INGREDIENTES
- raspa de citrino (laranja, limão ou tangerina)
- 6 ovos
- sal (1 colher de café)
- 1 caneca de açúcar
- 1 caneca de farinha
- óleo (6 colheres de sopa)
- óleo e farinha para untar a forma
Receita de bolo para totós - em três posts (a ler apenas por pessoas que se incluam na categoria indicada ou extremamente curiosas) #1
INTRODUÇÃO
Eu sei fazer um bolo, e um bolo apenas (não duvido que, tentando, consiga fazer outro, mas nunca experimentei). Mas é um bolo simples e saboroso. Desde que aprendi a fazê-lo, em novembro passado (aos 39 anos e já mãe de três crianças), fiz uns cinco.
Ontem voltei a fazê-lo e lembrei-me que dissera à minha irmã que iria colocar a receita no blogue (em vez de a dar no momento em que ela ma pediu, como faria uma boa irmã). O principal problema: como redigir a receita?
a) Imitar os livros de receitas, assumindo que quem lê está fartinh@ de fazer bolos e sabe mais do que o básico, isto é, muito mais do que eu;
b) Escrever a receita como fiz para mim, a partir das instruções que me deu a Nina. Traduzindo: dizer tudo, tudo, até o óbvio (porque, para mim, nada era - ou é - óbvio, na cozinha).
Escolhi a opção b), o que traz outro problema. Eu recebi instruções que remetem para utensílios específicos (concretamente, a batedeira e a forma para bolos). Nunca me aventurei (nas inúmeras vezes em que fiz o bolo) com outra batedeira ou outra forma. Mas é claro que isso não será problema para a maioria das pessoas.
Vamos a isto?
(Preparem-se, que o post é meeeesmo longo! Tão longo que vou precisar de três partes para escrever tudo. Como ainda não escrevi as outras partes e tenho três filhos pequenos, não se admirem com a eventual demora na publicação do resto.)
Eu sei fazer um bolo, e um bolo apenas (não duvido que, tentando, consiga fazer outro, mas nunca experimentei). Mas é um bolo simples e saboroso. Desde que aprendi a fazê-lo, em novembro passado (aos 39 anos e já mãe de três crianças), fiz uns cinco.
Ontem voltei a fazê-lo e lembrei-me que dissera à minha irmã que iria colocar a receita no blogue (em vez de a dar no momento em que ela ma pediu, como faria uma boa irmã). O principal problema: como redigir a receita?
a) Imitar os livros de receitas, assumindo que quem lê está fartinh@ de fazer bolos e sabe mais do que o básico, isto é, muito mais do que eu;
b) Escrever a receita como fiz para mim, a partir das instruções que me deu a Nina. Traduzindo: dizer tudo, tudo, até o óbvio (porque, para mim, nada era - ou é - óbvio, na cozinha).
Escolhi a opção b), o que traz outro problema. Eu recebi instruções que remetem para utensílios específicos (concretamente, a batedeira e a forma para bolos). Nunca me aventurei (nas inúmeras vezes em que fiz o bolo) com outra batedeira ou outra forma. Mas é claro que isso não será problema para a maioria das pessoas.
Vamos a isto?
(Preparem-se, que o post é meeeesmo longo! Tão longo que vou precisar de três partes para escrever tudo. Como ainda não escrevi as outras partes e tenho três filhos pequenos, não se admirem com a eventual demora na publicação do resto.)
Receita de bolo para totós - em três posts (a ler apenas por pessoas que se incluam na categoria indicada ou extremamente curiosas) #1
INTRODUÇÃO
Eu sei fazer um bolo, e um bolo apenas (não duvido que, tentando, consiga fazer outro, mas nunca experimentei). Mas é um bolo simples e saboroso. Desde que aprendi a fazê-lo, em novembro passado (aos 39 anos e já mãe de três crianças), fiz uns cinco.
Ontem voltei a fazê-lo e lembrei-me que dissera à minha irmã que iria colocar a receita no blogue (em vez de a dar no momento em que ela ma pediu, como faria uma boa irmã). O principal problema: como redigir a receita?
a) Imitar os livros de receitas, assumindo que quem lê está fartinh@ de fazer bolos e sabe mais do que o básico, isto é, muito mais do que eu;
b) Escrever a receita como fiz para mim, a partir das instruções que me deu a Nina. Traduzindo: dizer tudo, tudo, até o óbvio (porque, para mim, nada era - ou é - óbvio, na cozinha).
Escolhi a opção b), o que traz outro problema. Eu recebi instruções que remetem para utensílios específicos (concretamente, a batedeira e a forma para bolos). Nunca me aventurei (nas inúmeras vezes em que fiz o bolo) com outra batedeira ou outra forma. Mas é claro que isso não será problema para a maioria das pessoas.
Vamos a isto?
(Preparem-se, que o post é meeeesmo longo! Tão longo que vou precisar de três partes para escrever tudo. Como ainda não escrevi as outras partes e tenho três filhos pequenos, não se admirem com a eventual demora na publicação do resto.)
Eu sei fazer um bolo, e um bolo apenas (não duvido que, tentando, consiga fazer outro, mas nunca experimentei). Mas é um bolo simples e saboroso. Desde que aprendi a fazê-lo, em novembro passado (aos 39 anos e já mãe de três crianças), fiz uns cinco.
Ontem voltei a fazê-lo e lembrei-me que dissera à minha irmã que iria colocar a receita no blogue (em vez de a dar no momento em que ela ma pediu, como faria uma boa irmã). O principal problema: como redigir a receita?
a) Imitar os livros de receitas, assumindo que quem lê está fartinh@ de fazer bolos e sabe mais do que o básico, isto é, muito mais do que eu;
b) Escrever a receita como fiz para mim, a partir das instruções que me deu a Nina. Traduzindo: dizer tudo, tudo, até o óbvio (porque, para mim, nada era - ou é - óbvio, na cozinha).
Escolhi a opção b), o que traz outro problema. Eu recebi instruções que remetem para utensílios específicos (concretamente, a batedeira e a forma para bolos). Nunca me aventurei (nas inúmeras vezes em que fiz o bolo) com outra batedeira ou outra forma. Mas é claro que isso não será problema para a maioria das pessoas.
Vamos a isto?
(Preparem-se, que o post é meeeesmo longo! Tão longo que vou precisar de três partes para escrever tudo. Como ainda não escrevi as outras partes e tenho três filhos pequenos, não se admirem com a eventual demora na publicação do resto.)
sábado, 11 de maio de 2013
O contrário de cuidadosa
Vassoura: Mamã, eu gosto de tomar banho sozinha, para treinar. O problema é que às vezes posso ser descuidadosa...
O contrário de cuidadosa
Vassoura: Mamã, eu gosto de tomar banho sozinha, para treinar. O problema é que às vezes posso ser descuidadosa...
Diferenças...
Vassoura: Dás-me outra tosta?
Eu: Agora faz de conta que eu sou o papá...
Vassoura: Mamã, podes dar-me outra tosta, se faz favor?
Esta diferença de tratamento nota-se frequentes vezes...
Diferenças...
Vassoura: Dás-me outra tosta?
Eu: Agora faz de conta que eu sou o papá...
Vassoura: Mamã, podes dar-me outra tosta, se faz favor?
Esta diferença de tratamento nota-se frequentes vezes...
Mais um concurso... mais um prémio!
Desta vez, não vos contei que participei num Giveaway do "Quando For Grande Quero Ser Mãe", mas conto-vos agora que fui a feliz contemplada!
Eis uma fotografia da boneca na sua nova casa:
Primeiras reações dos meus filhos à boneca:
Eis uma fotografia da boneca na sua nova casa:
| Sou muito linda! |
Vassoura: Acho a boneca bonita porque é cor-de-rosa e cor-de-rosa é a minha cor preferida.
Varinha: A boneca é muito gira e eu gosto muito dela.
Feitiço: A boneca é bonita. A boneca é linda! Eu também gosto da boneca.
Vassoura: E eu também!
Para quem não foi à página do "Quando For Grande Quero Ser Mãe" onde é anunciado quem venceu, aqui fica a minha participação, escolhida pelo júri (os filhos da Teresa):
Quero uma boneca assim, assim...
Será que ela pode ser p'ra mim?
É tão fofinha, gosto tanto dela,
Não serei egoísta, ao brincar com ela:
As minhas princesas, e o príncipe também,
poderão brincar com a boneca da mãe!
Mais um concurso... mais um prémio!
Desta vez, não vos contei que participei num Giveaway do "Quando For Grande Quero Ser Mãe", mas conto-vos agora que fui a feliz contemplada!
Eis uma fotografia da boneca na sua nova casa:
Primeiras reações dos meus filhos à boneca:
Eis uma fotografia da boneca na sua nova casa:
| Sou muito linda! |
Vassoura: Acho a boneca bonita porque é cor-de-rosa e cor-de-rosa é a minha cor preferida.
Varinha: A boneca é muito gira e eu gosto muito dela.
Feitiço: A boneca é bonita. A boneca é linda! Eu também gosto da boneca.
Vassoura: E eu também!
Para quem não foi à página do "Quando For Grande Quero Ser Mãe" onde é anunciado quem venceu, aqui fica a minha participação, escolhida pelo júri (os filhos da Teresa):
Quero uma boneca assim, assim...
Será que ela pode ser p'ra mim?
É tão fofinha, gosto tanto dela,
Não serei egoísta, ao brincar com ela:
As minhas princesas, e o príncipe também,
poderão brincar com a boneca da mãe!
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Sonhos #3
Alguns anos antes de conhecer o Gato Rogério, de namorarmos, ficarmos noivos e casarmos, eu sonhei três vezes com o dia do meu casamento, num espaço de semanas, mas nunca cheguei a casar.
O "noivo" nesses meus sonhos foram dois rapazes que eu conhecia e que não me eram indiferentes (no primeiro e no segundo sonhos, era o mesmo, e, no terceiro, o irmão dele, ah ah).
No primeiro sonho, eu estava vestida de noiva, e só me lembro de chegar à porta da igreja, dar meia-volta e desatar a correr para bem longe dali! (Sei o que estão a pensar: "Esta rapariga tinha visto aquele filme da Julia Roberts - A Noiva em Fuga! e isso afetou-lhe o subconsciente!", mas não me parece que tenha sido isso, porque na altura, quando contei o sonho - e depois os outros dois -, a várias pessoas, nenhuma fez essa associação.)
No segundo sonho, a minha fuga foi menos vistosa - não saí a correr dali para fora. Acho que entrei na igreja, estavam lá várias pessoas mas ninguém ou quase ninguém da minha parte. Isso serviu-me de aviso, "abriu-me os olhos" para o "erro" que ia cometer e levou-me a sair da igreja sem dizer nada (que me lembre - é preciso ver que o sonho tem anos!).
No terceiro sonho, eu percebi que o casamento que ia realizar não é boa ideia, e por isso fui falar com o meu noivo, que, curiosamente, se encontrava na sala onde seria o copo d'água (uma sala ao lado da igreja). Chegámos a acordo, sem dramas.
E foi assim que eu percebi que nenhum daqueles rapazes me estava destinado.
E foi assim que eu percebi que nenhum daqueles rapazes me estava destinado.
Sonhos #3
Alguns anos antes de conhecer o Gato Rogério, de namorarmos, ficarmos noivos e casarmos, eu sonhei três vezes com o dia do meu casamento, num espaço de semanas, mas nunca cheguei a casar.
O "noivo" nesses meus sonhos foram dois rapazes que eu conhecia e que não me eram indiferentes (no primeiro e no segundo sonhos, era o mesmo, e, no terceiro, o irmão dele, ah ah).
No primeiro sonho, eu estava vestida de noiva, e só me lembro de chegar à porta da igreja, dar meia-volta e desatar a correr para bem longe dali! (Sei o que estão a pensar: "Esta rapariga tinha visto aquele filme da Julia Roberts - A Noiva em Fuga! e isso afetou-lhe o subconsciente!", mas não me parece que tenha sido isso, porque na altura, quando contei o sonho - e depois os outros dois -, a várias pessoas, nenhuma fez essa associação.)
No segundo sonho, a minha fuga foi menos vistosa - não saí a correr dali para fora. Acho que entrei na igreja, estavam lá várias pessoas mas ninguém ou quase ninguém da minha parte. Isso serviu-me de aviso, "abriu-me os olhos" para o "erro" que ia cometer e levou-me a sair da igreja sem dizer nada (que me lembre - é preciso ver que o sonho tem anos!).
No terceiro sonho, eu percebi que o casamento que ia realizar não é boa ideia, e por isso fui falar com o meu noivo, que, curiosamente, se encontrava na sala onde seria o copo d'água (uma sala ao lado da igreja). Chegámos a acordo, sem dramas.
E foi assim que eu percebi que nenhum daqueles rapazes me estava destinado.
E foi assim que eu percebi que nenhum daqueles rapazes me estava destinado.
Sonhos #2
Há muitos anos sonhei que havia cobras (quem diz cobras, diz serpentes, víboras, jibóias, estão a perceber a ideia, certo?) enormes nas escadas do prédio dos meus pais (na altura, morava com eles). Como eu não faço parte daquele grupo de pessoas que sentem fascínio por tais animais, posso afirmar com segurança que o que sonhei foi um pesadelo.
O interessante neste sonho foi que durante anos não me apercebi que tinha sido um sonho, ou seja, o episódio estava gravado na minha memória como real. Até que, um dia, fiz uma análise mais fria à tal memória e percebi "Ok, não houve cobras enormes nas escadas... mas eu lembro-me de as ver, cheia de medo... Logo, foi um sonho!" [suspiro de alívio]
O interessante neste sonho foi que durante anos não me apercebi que tinha sido um sonho, ou seja, o episódio estava gravado na minha memória como real. Até que, um dia, fiz uma análise mais fria à tal memória e percebi "Ok, não houve cobras enormes nas escadas... mas eu lembro-me de as ver, cheia de medo... Logo, foi um sonho!" [suspiro de alívio]
Sonhos #2
Há muitos anos sonhei que havia cobras (quem diz cobras, diz serpentes, víboras, jibóias, estão a perceber a ideia, certo?) enormes nas escadas do prédio dos meus pais (na altura, morava com eles). Como eu não faço parte daquele grupo de pessoas que sentem fascínio por tais animais, posso afirmar com segurança que o que sonhei foi um pesadelo.
O interessante neste sonho foi que durante anos não me apercebi que tinha sido um sonho, ou seja, o episódio estava gravado na minha memória como real. Até que, um dia, fiz uma análise mais fria à tal memória e percebi "Ok, não houve cobras enormes nas escadas... mas eu lembro-me de as ver, cheia de medo... Logo, foi um sonho!" [suspiro de alívio]
O interessante neste sonho foi que durante anos não me apercebi que tinha sido um sonho, ou seja, o episódio estava gravado na minha memória como real. Até que, um dia, fiz uma análise mais fria à tal memória e percebi "Ok, não houve cobras enormes nas escadas... mas eu lembro-me de as ver, cheia de medo... Logo, foi um sonho!" [suspiro de alívio]
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Matemática filial
Varinha: Mamã, achas que vais ter mais filhos? Três já chega!
Eu: Sabes quantos filhos é que os avós, meus pais, tiveram?
Varinha: Não.
Eu: Sete. Se eles tivessem pensado que três filhos chegavam, o tio R não tinha nascido, a tia B não tinha nascido, a tia A não tinha nascido, eu não tinha nascido...
Varinha: Nem nós!!
Eu: Exatamente...
Eu: Sabes quantos filhos é que os avós, meus pais, tiveram?
Varinha: Não.
Eu: Sete. Se eles tivessem pensado que três filhos chegavam, o tio R não tinha nascido, a tia B não tinha nascido, a tia A não tinha nascido, eu não tinha nascido...
Varinha: Nem nós!!
Eu: Exatamente...
Matemática filial
Varinha: Mamã, achas que vais ter mais filhos? Três já chega!
Eu: Sabes quantos filhos é que os avós, meus pais, tiveram?
Varinha: Não.
Eu: Sete. Se eles tivessem pensado que três filhos chegavam, o tio R não tinha nascido, a tia B não tinha nascido, a tia A não tinha nascido, eu não tinha nascido...
Varinha: Nem nós!!
Eu: Exatamente...
Eu: Sabes quantos filhos é que os avós, meus pais, tiveram?
Varinha: Não.
Eu: Sete. Se eles tivessem pensado que três filhos chegavam, o tio R não tinha nascido, a tia B não tinha nascido, a tia A não tinha nascido, eu não tinha nascido...
Varinha: Nem nós!!
Eu: Exatamente...
A Tota do Feitiço
Não há duas, sem três... Eis a Tota que o Feitiço fez em Jumpingclay:
| Um desafio: quem descobre o que falta na cabeça da Tota? |
A Tota do Feitiço
Não há duas, sem três... Eis a Tota que o Feitiço fez em Jumpingclay:
| Um desafio: quem descobre o que falta na cabeça da Tota? |
Arte Jumpingclay na sala da Varinha
Como vos contei aqui, estive na sala da Varinha a fazer com os meninos e meninas uns ovos-íman em Jumpingclay. Hoje foi a última sessão. Eis os ovos das crianças e das adultas da sala (os das adultas são os de cima):
| 1 - Qual deles o mais lindo? 2 - Quem adivinha qual é que a Varinha fez? |
Arte Jumpingclay na sala da Varinha
Como vos contei aqui, estive na sala da Varinha a fazer com os meninos e meninas uns ovos-íman em Jumpingclay. Hoje foi a última sessão. Eis os ovos das crianças e das adultas da sala (os das adultas são os de cima):
| 1 - Qual deles o mais lindo? 2 - Quem adivinha qual é que a Varinha fez? |
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