Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Estava a esquecer-me...
... de vos desejar um excelente 2015. Que comece - e se mantenha - melhor do que este termina (para mim e por minha única e exclusiva responsabilidade).
Estava a esquecer-me...
... de vos desejar um excelente 2015. Que comece - e se mantenha - melhor do que este termina (para mim e por minha única e exclusiva responsabilidade).
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
Feitiço: Mamã, brincas comigo?
Não se pode resistir a um pedido destes, pois não?
Pode é demorar-se a ir brincar...
Mas agora VOU.
Pode é demorar-se a ir brincar...
Mas agora VOU.
Feitiço: Mamã, brincas comigo?
Não se pode resistir a um pedido destes, pois não?
Pode é demorar-se a ir brincar...
Mas agora VOU.
Pode é demorar-se a ir brincar...
Mas agora VOU.
Parabéns, Deedee (numa versão estrangeira)!
Hoje fazes anos. Quantos? Menos uns tantos do que eu, mas quantos? 38? Talvez... A ver se te ligo a dar os parabéns!
Parabéns, Deedee (numa versão estrangeira)!
Hoje fazes anos. Quantos? Menos uns tantos do que eu, mas quantos? 38? Talvez... A ver se te ligo a dar os parabéns!
Mais 12 visualizações
e o número será 44444. Gosto de números especiais (com algarismos repetidos, capicuas, "redondos", etc.)
Mais 12 visualizações
e o número será 44444. Gosto de números especiais (com algarismos repetidos, capicuas, "redondos", etc.)
A asneira do dia #3
Espremer um "altinho" na cara que não era uma borbulha nem um ponto negro (espremer estes dois também não seria boa ideia, eu sei).
Consequências:
Ficar a jorrar sangue em quantidade generosa. E ouvir o Feitiço:
- Mamã, estás a morrer?
**************
Informação adicional: após alguns (longos) minutos, o sangue deixou de sair. A cara arde-me no sítio em questão. Nada do outro mundo.
Consequências:
Ficar a jorrar sangue em quantidade generosa. E ouvir o Feitiço:
- Mamã, estás a morrer?
**************
Informação adicional: após alguns (longos) minutos, o sangue deixou de sair. A cara arde-me no sítio em questão. Nada do outro mundo.
A asneira do dia #3
Espremer um "altinho" na cara que não era uma borbulha nem um ponto negro (espremer estes dois também não seria boa ideia, eu sei).
Consequências:
Ficar a jorrar sangue em quantidade generosa. E ouvir o Feitiço:
- Mamã, estás a morrer?
**************
Informação adicional: após alguns (longos) minutos, o sangue deixou de sair. A cara arde-me no sítio em questão. Nada do outro mundo.
Consequências:
Ficar a jorrar sangue em quantidade generosa. E ouvir o Feitiço:
- Mamã, estás a morrer?
**************
Informação adicional: após alguns (longos) minutos, o sangue deixou de sair. A cara arde-me no sítio em questão. Nada do outro mundo.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
Pensando melhor...
... gostaria de estar a zero, sim, mas teria de ser num sítio sem acesso a computadores. Para realmente valer a pena...
Pensando melhor...
... gostaria de estar a zero, sim, mas teria de ser num sítio sem acesso a computadores. Para realmente valer a pena...
Estamos com lotação filial a 1/3...
... e sabe-me bem (melhor, só se estivesse a zero - coisa que nunca estamos, e acho que nos faz falta, a mim e ao Rogério).
Menos barulho, menos discussões,... Gosto!
Claro que só gosto porque sei que os 2/3 que não estão em casa estão muito bem. Nem liguei a saber delas - se acontecesse alguma coisa, a minha mãe ou a minha irmã que estão com a Vassoura e a Varinha saberiam como nos informar.
Elas estão ótimas e ele, apesar das saudades das manas, também.
Às vezes, pelo que leio noutros blogues ou noutros sítios, fico com a impressão que devo ser a única mãe que gosta de estar sem os filhos durante algum tempo (infelizmente para mim, nunca dura muito tempo). De vez em quando, lá encontro algum texto em que a mãe assume que gosta de sentir saudades dos filhos, que gosta de estar afastada deles durante alguns dias, e sinto-me menos E.T.
E vocês, como se posicionam nesta matéria?
Menos barulho, menos discussões,... Gosto!
Claro que só gosto porque sei que os 2/3 que não estão em casa estão muito bem. Nem liguei a saber delas - se acontecesse alguma coisa, a minha mãe ou a minha irmã que estão com a Vassoura e a Varinha saberiam como nos informar.
Elas estão ótimas e ele, apesar das saudades das manas, também.
Às vezes, pelo que leio noutros blogues ou noutros sítios, fico com a impressão que devo ser a única mãe que gosta de estar sem os filhos durante algum tempo (infelizmente para mim, nunca dura muito tempo). De vez em quando, lá encontro algum texto em que a mãe assume que gosta de sentir saudades dos filhos, que gosta de estar afastada deles durante alguns dias, e sinto-me menos E.T.
E vocês, como se posicionam nesta matéria?
Estamos com lotação filial a 1/3...
... e sabe-me bem (melhor, só se estivesse a zero - coisa que nunca estamos, e acho que nos faz falta, a mim e ao Rogério).
Menos barulho, menos discussões,... Gosto!
Claro que só gosto porque sei que os 2/3 que não estão em casa estão muito bem. Nem liguei a saber delas - se acontecesse alguma coisa, a minha mãe ou a minha irmã que estão com a Vassoura e a Varinha saberiam como nos informar.
Elas estão ótimas e ele, apesar das saudades das manas, também.
Às vezes, pelo que leio noutros blogues ou noutros sítios, fico com a impressão que devo ser a única mãe que gosta de estar sem os filhos durante algum tempo (infelizmente para mim, nunca dura muito tempo). De vez em quando, lá encontro algum texto em que a mãe assume que gosta de sentir saudades dos filhos, que gosta de estar afastada deles durante alguns dias, e sinto-me menos E.T.
E vocês, como se posicionam nesta matéria?
Menos barulho, menos discussões,... Gosto!
Claro que só gosto porque sei que os 2/3 que não estão em casa estão muito bem. Nem liguei a saber delas - se acontecesse alguma coisa, a minha mãe ou a minha irmã que estão com a Vassoura e a Varinha saberiam como nos informar.
Elas estão ótimas e ele, apesar das saudades das manas, também.
Às vezes, pelo que leio noutros blogues ou noutros sítios, fico com a impressão que devo ser a única mãe que gosta de estar sem os filhos durante algum tempo (infelizmente para mim, nunca dura muito tempo). De vez em quando, lá encontro algum texto em que a mãe assume que gosta de sentir saudades dos filhos, que gosta de estar afastada deles durante alguns dias, e sinto-me menos E.T.
E vocês, como se posicionam nesta matéria?
domingo, 28 de dezembro de 2014
Não percebes nada de línguas, Varinha!
Feitiço: [...] espraguete.
Varinha: Não é espraguete que se diz, é esparguete.
Feitiço: Eu estou a falar em inglês-francês.
Varinha: Não é espraguete que se diz, é esparguete.
Feitiço: Eu estou a falar em inglês-francês.
Não percebes nada de línguas, Varinha!
Feitiço: [...] espraguete.
Varinha: Não é espraguete que se diz, é esparguete.
Feitiço: Eu estou a falar em inglês-francês.
Varinha: Não é espraguete que se diz, é esparguete.
Feitiço: Eu estou a falar em inglês-francês.
sábado, 27 de dezembro de 2014
Sagrada(s) Família(s)
Amanhã é o dia da Sagrada Família. No nosso Canto de Oração não houve muita alteração durante o Advento, mas houve a multiplicação das Sagradas Famílias. Além da que foi feita em JumpingClay, e que faz parte do Canto de Oração desde o início, há uma que a Varinha pintou e colou em cartão (na escola), e outra que é apenas um desenho que o Feitiço pintou (ao fundo, do lado direito). Espero sinceramente que saibamos viver de forma mais dinâmica os vários tempos litúrgicos que existem ao longo do ano.
Sagrada(s) Família(s)
Amanhã é o dia da Sagrada Família. No nosso Canto de Oração não houve muita alteração durante o Advento, mas houve a multiplicação das Sagradas Famílias. Além da que foi feita em JumpingClay, e que faz parte do Canto de Oração desde o início, há uma que a Varinha pintou e colou em cartão (na escola), e outra que é apenas um desenho que o Feitiço pintou (ao fundo, do lado direito). Espero sinceramente que saibamos viver de forma mais dinâmica os vários tempos litúrgicos que existem ao longo do ano.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
Mudar de vida
Ando a pensar numa mudança radical - quer dizer, não tão radical quanto isso -, a nível profissional. A mudança depende de mim, mas não depende só de mim, por isso, mesmo que eu me decida por ela, posso não mudar. Perceberam? Não? Olhem, paciência!
Mudar de vida
Ando a pensar numa mudança radical - quer dizer, não tão radical quanto isso -, a nível profissional. A mudança depende de mim, mas não depende só de mim, por isso, mesmo que eu me decida por ela, posso não mudar. Perceberam? Não? Olhem, paciência!
domingo, 21 de dezembro de 2014
Mi blog es tu blog #3
Eu não fazia ideia, mas ao que parece existem escolas "especializadas" em fornecerem sujeitos para estudos, quer dizer, escolas que se inscrevem e estão constantemente a receber investigadores e são remuneradas por isso.
Surgiu essa ideia a propósito da escola que a C. frequenta, por estar a passar por uma fase difícil. A mãe comentou com a sua mãe que lhe parecia que isso seria transformar as crianças em ratinhos de laboratório. Enquanto a conversa decorria, a C. brincava por perto, aparentemente alheia ao que era dito.
Nesse dia ou noutro não muito distante, o pai chamou a C., aliciando-a com a promessa de fazer uma magia. A C. apareceu e fez uma pergunta.
C.: Pai, vais-me transformar num rato?
Surgiu essa ideia a propósito da escola que a C. frequenta, por estar a passar por uma fase difícil. A mãe comentou com a sua mãe que lhe parecia que isso seria transformar as crianças em ratinhos de laboratório. Enquanto a conversa decorria, a C. brincava por perto, aparentemente alheia ao que era dito.
Nesse dia ou noutro não muito distante, o pai chamou a C., aliciando-a com a promessa de fazer uma magia. A C. apareceu e fez uma pergunta.
C.: Pai, vais-me transformar num rato?
Mi blog es tu blog #3
Eu não fazia ideia, mas ao que parece existem escolas "especializadas" em fornecerem sujeitos para estudos, quer dizer, escolas que se inscrevem e estão constantemente a receber investigadores e são remuneradas por isso.
Surgiu essa ideia a propósito da escola que a C. frequenta, por estar a passar por uma fase difícil. A mãe comentou com a sua mãe que lhe parecia que isso seria transformar as crianças em ratinhos de laboratório. Enquanto a conversa decorria, a C. brincava por perto, aparentemente alheia ao que era dito.
Nesse dia ou noutro não muito distante, o pai chamou a C., aliciando-a com a promessa de fazer uma magia. A C. apareceu e fez uma pergunta.
C.: Pai, vais-me transformar num rato?
Surgiu essa ideia a propósito da escola que a C. frequenta, por estar a passar por uma fase difícil. A mãe comentou com a sua mãe que lhe parecia que isso seria transformar as crianças em ratinhos de laboratório. Enquanto a conversa decorria, a C. brincava por perto, aparentemente alheia ao que era dito.
Nesse dia ou noutro não muito distante, o pai chamou a C., aliciando-a com a promessa de fazer uma magia. A C. apareceu e fez uma pergunta.
C.: Pai, vais-me transformar num rato?
Mi blog es tu blog #2
A C.* não gosta de cabelos à solta (o Feitiço é igual).
Havia um cabelo no chão da banheira e a C. ficou a gritar (ou a fazer um drama) por causa disso, apesar de estar na outra ponta da banheira.
Pai: C., o cabelo nem sequer está ao pé de ti.
C.: Pai, estas são as minhas prioridades!
*3 anos
Havia um cabelo no chão da banheira e a C. ficou a gritar (ou a fazer um drama) por causa disso, apesar de estar na outra ponta da banheira.
Pai: C., o cabelo nem sequer está ao pé de ti.
C.: Pai, estas são as minhas prioridades!
*3 anos
Mi blog es tu blog #2
A C.* não gosta de cabelos à solta (o Feitiço é igual).
Havia um cabelo no chão da banheira e a C. ficou a gritar (ou a fazer um drama) por causa disso, apesar de estar na outra ponta da banheira.
Pai: C., o cabelo nem sequer está ao pé de ti.
C.: Pai, estas são as minhas prioridades!
*3 anos
Havia um cabelo no chão da banheira e a C. ficou a gritar (ou a fazer um drama) por causa disso, apesar de estar na outra ponta da banheira.
Pai: C., o cabelo nem sequer está ao pé de ti.
C.: Pai, estas são as minhas prioridades!
*3 anos
Mi blog es tu blog
Ontem passámos a tarde (prolongada até depois das 22 horas) em casa dos pardinhos [Feitiço dixit] da Varinha. Falei deles aqui e prometi falar mais, especialmente da madrinha... e nada (hoje também não será propriamente isso que vou fazer).
Os meus compadres têm três filhos (o A., que é meu afilhado e tem 13 anos, a M., que tem 11 anos e a C., que tem 3 anos). Escusado será dizer que falámos de muitas coisas, entre elas, as gracinhas da C. (basta analisar este blogue para perceber que há uma idade mais propícia às saídas engraçadas). Dizia a mãe que vai ser muito giro para a Vassoura, a Varinha e o Feitiço lerem no blogue as referências às suas gracinhas e que os dela não terão acesso às suas (porque, como todos os pais que já o são há algum tempo sabem, não, nós não nos vamos conseguir lembrar de tudo o que eles disseram e fizeram e de como foram engraçados / espertos / etc.). Então eu ofereci-me para registar o que eles contaram. Se me forem contando mais, mais escreverei. A esta "rubrica" resolvi dar o nome "Mi blog es tu blog". Sem cerimónias.
Há algumas semanas, a mãe esteve uns dias fora do país, em trabalho. Num dos dias, a sala estava muito desarrumada e o pai mandou os três filhos arrumá-la. [Peço desculpa por todos os pontos que acrescentar ou retirar ao conto - não são intencionais!]
Pai: Não é por a mãe não estar cá que isto pode ficar desarrumado!
C.: Pai, agora és tu que mandas?
Os meus compadres têm três filhos (o A., que é meu afilhado e tem 13 anos, a M., que tem 11 anos e a C., que tem 3 anos). Escusado será dizer que falámos de muitas coisas, entre elas, as gracinhas da C. (basta analisar este blogue para perceber que há uma idade mais propícia às saídas engraçadas). Dizia a mãe que vai ser muito giro para a Vassoura, a Varinha e o Feitiço lerem no blogue as referências às suas gracinhas e que os dela não terão acesso às suas (porque, como todos os pais que já o são há algum tempo sabem, não, nós não nos vamos conseguir lembrar de tudo o que eles disseram e fizeram e de como foram engraçados / espertos / etc.). Então eu ofereci-me para registar o que eles contaram. Se me forem contando mais, mais escreverei. A esta "rubrica" resolvi dar o nome "Mi blog es tu blog". Sem cerimónias.
Há algumas semanas, a mãe esteve uns dias fora do país, em trabalho. Num dos dias, a sala estava muito desarrumada e o pai mandou os três filhos arrumá-la. [Peço desculpa por todos os pontos que acrescentar ou retirar ao conto - não são intencionais!]
Pai: Não é por a mãe não estar cá que isto pode ficar desarrumado!
C.: Pai, agora és tu que mandas?
Mi blog es tu blog
Ontem passámos a tarde (prolongada até depois das 22 horas) em casa dos pardinhos [Feitiço dixit] da Varinha. Falei deles aqui e prometi falar mais, especialmente da madrinha... e nada (hoje também não será propriamente isso que vou fazer).
Os meus compadres têm três filhos (o A., que é meu afilhado e tem 13 anos, a M., que tem 11 anos e a C., que tem 3 anos). Escusado será dizer que falámos de muitas coisas, entre elas, as gracinhas da C. (basta analisar este blogue para perceber que há uma idade mais propícia às saídas engraçadas). Dizia a mãe que vai ser muito giro para a Vassoura, a Varinha e o Feitiço lerem no blogue as referências às suas gracinhas e que os dela não terão acesso às suas (porque, como todos os pais que já o são há algum tempo sabem, não, nós não nos vamos conseguir lembrar de tudo o que eles disseram e fizeram e de como foram engraçados / espertos / etc.). Então eu ofereci-me para registar o que eles contaram. Se me forem contando mais, mais escreverei. A esta "rubrica" resolvi dar o nome "Mi blog es tu blog". Sem cerimónias.
Há algumas semanas, a mãe esteve uns dias fora do país, em trabalho. Num dos dias, a sala estava muito desarrumada e o pai mandou os três filhos arrumá-la. [Peço desculpa por todos os pontos que acrescentar ou retirar ao conto - não são intencionais!]
Pai: Não é por a mãe não estar cá que isto pode ficar desarrumado!
C.: Pai, agora és tu que mandas?
Os meus compadres têm três filhos (o A., que é meu afilhado e tem 13 anos, a M., que tem 11 anos e a C., que tem 3 anos). Escusado será dizer que falámos de muitas coisas, entre elas, as gracinhas da C. (basta analisar este blogue para perceber que há uma idade mais propícia às saídas engraçadas). Dizia a mãe que vai ser muito giro para a Vassoura, a Varinha e o Feitiço lerem no blogue as referências às suas gracinhas e que os dela não terão acesso às suas (porque, como todos os pais que já o são há algum tempo sabem, não, nós não nos vamos conseguir lembrar de tudo o que eles disseram e fizeram e de como foram engraçados / espertos / etc.). Então eu ofereci-me para registar o que eles contaram. Se me forem contando mais, mais escreverei. A esta "rubrica" resolvi dar o nome "Mi blog es tu blog". Sem cerimónias.
Há algumas semanas, a mãe esteve uns dias fora do país, em trabalho. Num dos dias, a sala estava muito desarrumada e o pai mandou os três filhos arrumá-la. [Peço desculpa por todos os pontos que acrescentar ou retirar ao conto - não são intencionais!]
Pai: Não é por a mãe não estar cá que isto pode ficar desarrumado!
C.: Pai, agora és tu que mandas?
sábado, 20 de dezembro de 2014
O sentido do Natal... perdido
Num dos últimos dias de aulas, à medida que se despachavam de outras atividades, os meus alunos iam buscar uma folha para fazerem um desenho alusivo ao Natal.
Quando já vários alunos tinham os desenhos a meio, uma aluna, que ainda ia começar o seu, perguntou-me:
- Posso desenhar um Presépio?
Respondi que sim, claro, sendo o desenho sobre o Natal, não havia desenho mais apropriado! Ela sorriu-me, descansada, e fez uma linda Sagrada Família.
Suponho que a dúvida lhe surgiu porque nos desenhos dos colegas só via árvores de Natal, Pais Natais e prendas...
Quando já vários alunos tinham os desenhos a meio, uma aluna, que ainda ia começar o seu, perguntou-me:
- Posso desenhar um Presépio?
Respondi que sim, claro, sendo o desenho sobre o Natal, não havia desenho mais apropriado! Ela sorriu-me, descansada, e fez uma linda Sagrada Família.
Suponho que a dúvida lhe surgiu porque nos desenhos dos colegas só via árvores de Natal, Pais Natais e prendas...
O sentido do Natal... perdido
Num dos últimos dias de aulas, à medida que se despachavam de outras atividades, os meus alunos iam buscar uma folha para fazerem um desenho alusivo ao Natal.
Quando já vários alunos tinham os desenhos a meio, uma aluna, que ainda ia começar o seu, perguntou-me:
- Posso desenhar um Presépio?
Respondi que sim, claro, sendo o desenho sobre o Natal, não havia desenho mais apropriado! Ela sorriu-me, descansada, e fez uma linda Sagrada Família.
Suponho que a dúvida lhe surgiu porque nos desenhos dos colegas só via árvores de Natal, Pais Natais e prendas...
Quando já vários alunos tinham os desenhos a meio, uma aluna, que ainda ia começar o seu, perguntou-me:
- Posso desenhar um Presépio?
Respondi que sim, claro, sendo o desenho sobre o Natal, não havia desenho mais apropriado! Ela sorriu-me, descansada, e fez uma linda Sagrada Família.
Suponho que a dúvida lhe surgiu porque nos desenhos dos colegas só via árvores de Natal, Pais Natais e prendas...
Um 2 em 1
Eu: Para que é que tens isso na mão, Feitiço?
Feitiço: Para matar os "maus".
Eu: Quais "maus"? Aqui não há "maus".
Feitiço: É para matar os "maus" da televisão. É um raio-X.
Eu: Um raio laser?
Feitiço: Sim, um raio laser-X.
Feitiço: Para matar os "maus".
Eu: Quais "maus"? Aqui não há "maus".
Feitiço: É para matar os "maus" da televisão. É um raio-X.
Eu: Um raio laser?
Feitiço: Sim, um raio laser-X.
Um 2 em 1
Eu: Para que é que tens isso na mão, Feitiço?
Feitiço: Para matar os "maus".
Eu: Quais "maus"? Aqui não há "maus".
Feitiço: É para matar os "maus" da televisão. É um raio-X.
Eu: Um raio laser?
Feitiço: Sim, um raio laser-X.
Feitiço: Para matar os "maus".
Eu: Quais "maus"? Aqui não há "maus".
Feitiço: É para matar os "maus" da televisão. É um raio-X.
Eu: Um raio laser?
Feitiço: Sim, um raio laser-X.
sábado, 13 de dezembro de 2014
Encerrado temporariamente
Estimado utente,
Este espaço encontra-se temporariamente encerrado, para manutenção profissional (da profissão da autora - professora em final de período letivo -, não do blogue, que se quer amador por muitos anos).
Este post não permite comentários, mas todas as vossas orações silenciosas (ou pensamentos positivos) serão bem-vindos (de certeza que receberei os frutos deles).
Obrigada.
Este espaço encontra-se temporariamente encerrado, para manutenção profissional (da profissão da autora - professora em final de período letivo -, não do blogue, que se quer amador por muitos anos).
Este post não permite comentários, mas todas as vossas orações silenciosas (ou pensamentos positivos) serão bem-vindos (de certeza que receberei os frutos deles).
Obrigada.
Encerrado temporariamente
Estimado utente,
Este espaço encontra-se temporariamente encerrado, para manutenção profissional (da profissão da autora - professora em final de período letivo -, não do blogue, que se quer amador por muitos anos).
Este post não permite comentários, mas todas as vossas orações silenciosas (ou pensamentos positivos) serão bem-vindos (de certeza que receberei os frutos deles).
Obrigada.
Este espaço encontra-se temporariamente encerrado, para manutenção profissional (da profissão da autora - professora em final de período letivo -, não do blogue, que se quer amador por muitos anos).
Este post não permite comentários, mas todas as vossas orações silenciosas (ou pensamentos positivos) serão bem-vindos (de certeza que receberei os frutos deles).
Obrigada.
Uma questão de medida
Feitiço: Esta [referindo-se a uma dinossaura que desenhou] é gigante porque pesa 41 metros!
Uma questão de medida
Feitiço: Esta [referindo-se a uma dinossaura que desenhou] é gigante porque pesa 41 metros!
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Vida saudável
Não saberia escrever um post sobre vida saudável ao nível deste, que partilho. Para quem não conhece, o blogue "E os filhos dos outros" é escrito por um médico, pai de dois filhos pequenos. De vez em quando vou lá espreitar e costumo gostar do que leio!
Vida saudável
Não saberia escrever um post sobre vida saudável ao nível deste, que partilho. Para quem não conhece, o blogue "E os filhos dos outros" é escrito por um médico, pai de dois filhos pequenos. De vez em quando vou lá espreitar e costumo gostar do que leio!
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Obras em JumpingClay
Ontem modelámos em JumpingClay. Eu precisava de fazer uma coisa (um "suporte" para velas) para apresentar como modelo aos meus alunos e os meus filhos fizeram obras a seu gosto. A Vassoura fez algumas coisas de uma das caixas que recebeu nos anos (de 2013, acho eu) e a Varinha fez criações à sua maneira. Mas o que vos vou mostrar foi o Feitiço que fez.
| É óbvio que isto é uma pizza. |
| Isto é uma pessoa. As manas V&V dizem que parece um detetive, por causa do casaco. |
| A mim parece-me um camelo, não sei porquê. No entanto, pensei que fosse um dinossauro. Afinal, diz o Feitiço que é um dragão... |
Obras em JumpingClay
Ontem modelámos em JumpingClay. Eu precisava de fazer uma coisa (um "suporte" para velas) para apresentar como modelo aos meus alunos e os meus filhos fizeram obras a seu gosto. A Vassoura fez algumas coisas de uma das caixas que recebeu nos anos (de 2013, acho eu) e a Varinha fez criações à sua maneira. Mas o que vos vou mostrar foi o Feitiço que fez.
| É óbvio que isto é uma pizza. |
| Isto é uma pessoa. As manas V&V dizem que parece um detetive, por causa do casaco. |
| A mim parece-me um camelo, não sei porquê. No entanto, pensei que fosse um dinossauro. Afinal, diz o Feitiço que é um dragão... |
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Ontem
Por causa de hoje, fomos ontem almoçar fora ("não se festeja" antes um aniversário, mas paciência!).
Fomos ao nosso restaurante de eleição: o MacDonald's. Just kidding. Fomos a um sítio ligeiramente diferente - fomos ao Terra.
Como ficava perto, depois do almoço fomos ao Museu Nacional de História Natural e Ciência. Pagámos 12,50 € por um bilhete de família (2 adultos e 2 crianças - o Feitiço, com menos de 6 anos, ainda tem entrada grátis).
Levei a máquina fotográfica. Quantas fotografias tirei? Zero. Sou cá uma repórter...
Bem, para compensar (faz de conta, sim?), aqui fica a digitalização do bilhete! :-P
*"e tem filhos interessados por dinossauros, que constantemente pedem para lhes lerem partes de livros sobre estes antigos habitantes da Terra", faltava acrescentar.
Fomos ao nosso restaurante de eleição: o MacDonald's. Just kidding. Fomos a um sítio ligeiramente diferente - fomos ao Terra.
Como ficava perto, depois do almoço fomos ao Museu Nacional de História Natural e Ciência. Pagámos 12,50 € por um bilhete de família (2 adultos e 2 crianças - o Feitiço, com menos de 6 anos, ainda tem entrada grátis).
Levei a máquina fotográfica. Quantas fotografias tirei? Zero. Sou cá uma repórter...
Bem, para compensar (faz de conta, sim?), aqui fica a digitalização do bilhete! :-P
Valeu a pena? "Tudo vale a pena, se a alma não é pequena".
Valeu, sim, embora tenha tido pena de ver que havia degradação em várias partes do museu. Também tive pena que não tivessem datado a exposição "Tudo sobre dinossauros" (se dataram, eu não descobri a data), porque, não sendo eu uma especialista - que não sou e nunca serei -, detetei um erro (não me estou a referir a gralhas no português, estou a referir-me a uma falha no conteúdo, mesmo). Dizia lá, acerca das dimensões dos dinossauros, que o T-Rex era o maior dinossauro carnívoro... mas já há alguns anos que se sabe não ser assim. Quem nunca ouviu falar do Giganotossauro*, que levante a mão!
*"e tem filhos interessados por dinossauros, que constantemente pedem para lhes lerem partes de livros sobre estes antigos habitantes da Terra", faltava acrescentar.
Ontem
Por causa de hoje, fomos ontem almoçar fora ("não se festeja" antes um aniversário, mas paciência!).
Fomos ao nosso restaurante de eleição: o MacDonald's. Just kidding. Fomos a um sítio ligeiramente diferente - fomos ao Terra.
Como ficava perto, depois do almoço fomos ao Museu Nacional de História Natural e Ciência. Pagámos 12,50 € por um bilhete de família (2 adultos e 2 crianças - o Feitiço, com menos de 6 anos, ainda tem entrada grátis).
Levei a máquina fotográfica. Quantas fotografias tirei? Zero. Sou cá uma repórter...
Bem, para compensar (faz de conta, sim?), aqui fica a digitalização do bilhete! :-P
*"e tem filhos interessados por dinossauros, que constantemente pedem para lhes lerem partes de livros sobre estes antigos habitantes da Terra", faltava acrescentar.
Fomos ao nosso restaurante de eleição: o MacDonald's. Just kidding. Fomos a um sítio ligeiramente diferente - fomos ao Terra.
Como ficava perto, depois do almoço fomos ao Museu Nacional de História Natural e Ciência. Pagámos 12,50 € por um bilhete de família (2 adultos e 2 crianças - o Feitiço, com menos de 6 anos, ainda tem entrada grátis).
Levei a máquina fotográfica. Quantas fotografias tirei? Zero. Sou cá uma repórter...
Bem, para compensar (faz de conta, sim?), aqui fica a digitalização do bilhete! :-P
Valeu a pena? "Tudo vale a pena, se a alma não é pequena".
Valeu, sim, embora tenha tido pena de ver que havia degradação em várias partes do museu. Também tive pena que não tivessem datado a exposição "Tudo sobre dinossauros" (se dataram, eu não descobri a data), porque, não sendo eu uma especialista - que não sou e nunca serei -, detetei um erro (não me estou a referir a gralhas no português, estou a referir-me a uma falha no conteúdo, mesmo). Dizia lá, acerca das dimensões dos dinossauros, que o T-Rex era o maior dinossauro carnívoro... mas já há alguns anos que se sabe não ser assim. Quem nunca ouviu falar do Giganotossauro*, que levante a mão!
*"e tem filhos interessados por dinossauros, que constantemente pedem para lhes lerem partes de livros sobre estes antigos habitantes da Terra", faltava acrescentar.
52, 49, 9
Lembram-se deste post, de há um ano? Certamente que não. Não sejam preguiçosos e vão lá ver.
Já foram? Muito bem. Aos aniversários referidos somem um. Pronto. Já descobriram a razão do título deste post.
<3
[Eu sei que isto não é o Facebook, e que < 3 sem espaço no meio não resulta num coração, mas vamos fazer de conta que sim, OK?]
Já foram? Muito bem. Aos aniversários referidos somem um. Pronto. Já descobriram a razão do título deste post.
<3
[Eu sei que isto não é o Facebook, e que < 3 sem espaço no meio não resulta num coração, mas vamos fazer de conta que sim, OK?]
52, 49, 9
Lembram-se deste post, de há um ano? Certamente que não. Não sejam preguiçosos e vão lá ver.
Já foram? Muito bem. Aos aniversários referidos somem um. Pronto. Já descobriram a razão do título deste post.
<3
[Eu sei que isto não é o Facebook, e que < 3 sem espaço no meio não resulta num coração, mas vamos fazer de conta que sim, OK?]
Já foram? Muito bem. Aos aniversários referidos somem um. Pronto. Já descobriram a razão do título deste post.
<3
[Eu sei que isto não é o Facebook, e que < 3 sem espaço no meio não resulta num coração, mas vamos fazer de conta que sim, OK?]
Tempos de espera
Há uns dias, a Teresa Power contou como ela e o Niall se conheceram, através do programa de intercâmbio Erasmus. Contou também como foi namorar à distância:
"Quem não viveu no século passado, não sabe o que são cabines telefónicas, esses paralelepípedos com um telefone fixo e uma ranhura onde vão caindo moedas atrás de moedas... Quem não viveu no século passado não sabe o que são cartas que se enviam pelo correio, diariamente, com um selo e muitas folhas lá dentro... Os dias contavam-se de telefonema a telefonema, da chegada do correio à chegada do correio; e nada mais parecia importar!"
Eu vivi no século passado.
Sei o que são cabines telefónicas, que utilizei algumas vezes, para falar com alguém (amigas, familiares), se estava fora de casa e precisava de o fazer naquela altura.
Também sei o que são cartas com um selo e muitas folhas lá dentro, que troquei com as minhas amigas durante as férias de verão (grande parte das cartas era a falar das notas, vejam bem o desperdício de linhas!). As semanas de férias passavam-se, eu ansiava por cartas das minhas amigas e era uma alegria quando chegavam e era uma alegria quando lhes respondia.
No entanto, só conheci o Rogério neste século, mais precisamente em 2004. O nosso primeiro contacto foi através da Internet. Não somos caso único, sei disso, mas quem me conhece fica geralmente surpreendid@ ao saber que foi assim que conheci o meu marido.
Dizia eu que só conheci o Rogério neste século, mas quer isso dizer que não enviámos cartas pelo correio um ao outro? Não, senhores, não quer. Antes de nos encontrarmos pessoalmente (e não chegou a uma semana entre o primeiro contacto e o primeiro encontro), já alguns cêntimos tinham entrado nos CTT por nossa conta.
De qualquer maneira, acho que a sensação de espera entre um mail e outro, ou entre um sms e outro, devia ser igual à de "antigamente", uma vez que cada minuto de espera corresponderia talvez a um dia.
Esqueçam o parágrafo anterior. Podia simplesmente apagá-lo, mas prefiro não o fazer, para que vejam aquilo que realmente me passou pela cabeça. É óbvio - depois de pensar melhor no assunto! - que uma espera não se compara à outra!
Dizia eu que só conheci o Rogério neste século, mas quer isso dizer que não enviámos cartas pelo correio um ao outro? Não, senhores, não quer. Antes de nos encontrarmos pessoalmente (e não chegou a uma semana entre o primeiro contacto e o primeiro encontro), já alguns cêntimos tinham entrado nos CTT por nossa conta.
De qualquer maneira, acho que a sensação de espera entre um mail e outro, ou entre um sms e outro, devia ser igual à de "antigamente", uma vez que cada minuto de espera corresponderia talvez a um dia.
Esqueçam o parágrafo anterior. Podia simplesmente apagá-lo, mas prefiro não o fazer, para que vejam aquilo que realmente me passou pela cabeça. É óbvio - depois de pensar melhor no assunto! - que uma espera não se compara à outra!
Tempos de espera
Há uns dias, a Teresa Power contou como ela e o Niall se conheceram, através do programa de intercâmbio Erasmus. Contou também como foi namorar à distância:
"Quem não viveu no século passado, não sabe o que são cabines telefónicas, esses paralelepípedos com um telefone fixo e uma ranhura onde vão caindo moedas atrás de moedas... Quem não viveu no século passado não sabe o que são cartas que se enviam pelo correio, diariamente, com um selo e muitas folhas lá dentro... Os dias contavam-se de telefonema a telefonema, da chegada do correio à chegada do correio; e nada mais parecia importar!"
Eu vivi no século passado.
Sei o que são cabines telefónicas, que utilizei algumas vezes, para falar com alguém (amigas, familiares), se estava fora de casa e precisava de o fazer naquela altura.
Também sei o que são cartas com um selo e muitas folhas lá dentro, que troquei com as minhas amigas durante as férias de verão (grande parte das cartas era a falar das notas, vejam bem o desperdício de linhas!). As semanas de férias passavam-se, eu ansiava por cartas das minhas amigas e era uma alegria quando chegavam e era uma alegria quando lhes respondia.
No entanto, só conheci o Rogério neste século, mais precisamente em 2004. O nosso primeiro contacto foi através da Internet. Não somos caso único, sei disso, mas quem me conhece fica geralmente surpreendid@ ao saber que foi assim que conheci o meu marido.
Dizia eu que só conheci o Rogério neste século, mas quer isso dizer que não enviámos cartas pelo correio um ao outro? Não, senhores, não quer. Antes de nos encontrarmos pessoalmente (e não chegou a uma semana entre o primeiro contacto e o primeiro encontro), já alguns cêntimos tinham entrado nos CTT por nossa conta.
De qualquer maneira, acho que a sensação de espera entre um mail e outro, ou entre um sms e outro, devia ser igual à de "antigamente", uma vez que cada minuto de espera corresponderia talvez a um dia.
Esqueçam o parágrafo anterior. Podia simplesmente apagá-lo, mas prefiro não o fazer, para que vejam aquilo que realmente me passou pela cabeça. É óbvio - depois de pensar melhor no assunto! - que uma espera não se compara à outra!
Dizia eu que só conheci o Rogério neste século, mas quer isso dizer que não enviámos cartas pelo correio um ao outro? Não, senhores, não quer. Antes de nos encontrarmos pessoalmente (e não chegou a uma semana entre o primeiro contacto e o primeiro encontro), já alguns cêntimos tinham entrado nos CTT por nossa conta.
De qualquer maneira, acho que a sensação de espera entre um mail e outro, ou entre um sms e outro, devia ser igual à de "antigamente", uma vez que cada minuto de espera corresponderia talvez a um dia.
Esqueçam o parágrafo anterior. Podia simplesmente apagá-lo, mas prefiro não o fazer, para que vejam aquilo que realmente me passou pela cabeça. É óbvio - depois de pensar melhor no assunto! - que uma espera não se compara à outra!
domingo, 30 de novembro de 2014
Começou o Advento
... já decorámos a casa
... começámos a novena da Imaculada Conceição, como sugerida pela Teresa Power.
...
Se festejam esta época, como vão os vossos preparativos?
... começámos a novena da Imaculada Conceição, como sugerida pela Teresa Power.
...
Se festejam esta época, como vão os vossos preparativos?
Começou o Advento
... já decorámos a casa
... começámos a novena da Imaculada Conceição, como sugerida pela Teresa Power.
...
Se festejam esta época, como vão os vossos preparativos?
... começámos a novena da Imaculada Conceição, como sugerida pela Teresa Power.
...
Se festejam esta época, como vão os vossos preparativos?
Uma questão de espaço
A Varinha estava a ajudar o Feitiço a vestir as calças. Na altura de apertar o botão, estava a ter dificuldade:
Varinha: Encolhe a barriga! Põe a barriga para dentro! Encolhe!
Feitiço: Mas se encolher não dá para ter um bebé...
Varinha: Encolhe a barriga! Põe a barriga para dentro! Encolhe!
Feitiço: Mas se encolher não dá para ter um bebé...
Uma questão de espaço
A Varinha estava a ajudar o Feitiço a vestir as calças. Na altura de apertar o botão, estava a ter dificuldade:
Varinha: Encolhe a barriga! Põe a barriga para dentro! Encolhe!
Feitiço: Mas se encolher não dá para ter um bebé...
Varinha: Encolhe a barriga! Põe a barriga para dentro! Encolhe!
Feitiço: Mas se encolher não dá para ter um bebé...
Vassoura dixit
A Vassoura já fala com tanta propriedade, que é delicioso quando inventa uma palavra! A última foi: "descuidoso"
Vassoura dixit
A Vassoura já fala com tanta propriedade, que é delicioso quando inventa uma palavra! A última foi: "descuidoso"
sábado, 29 de novembro de 2014
Sobre educação toda a gente escreve... e eu também!
Apesar de pertencer a uma pessoa criativa, que tem ideias para posts enquanto faz as atividades mais corriqueiras do dia a dia (e que depois as esquece, ou não tem tempo para desenvolver as ditas ideias num post), este blogue alimenta-se, por vezes, do que encontra e lê noutros blogues.
Há alguns dias houve uma polémica no Pais de Quatro sobre beijar ou não as crianças na boca (num toca-e-foge - embora houvesse, nos comentários, quem referisse beijos diferentes destes). Não fiz lá nenhum comentário, que é o meu procedimento habitual quando a polémica é muita ("Retiro-me, que sou prudente.", para citar uma fala do pai da "Trigueira" no livro "As Pupilas do Senhor Reitor", que a minha professora de teatro encenou há muitos, muitos anos.).
Esse assunto deu origem a três posts e num deles (ou no primeiro post após esse assunto, já não me lembro) o João Miguel Tavares chamou a atenção para o facto de estarem no top dos posts mais comentados de sempre, no PdQ (o top inclui 5 posts).
Há dois dias o JMT publicou um "apelo aos professores por parte de um pai desesperado e farto de trabalhos manuais" e em menos de um fósforo esse post passou para o primeiro lugar do referido top dos mais comentados.
É fácil perceber porquê: é que sobre educação e ensino toda a gente tem algo a dizer, porque toda a gente é especialista.
A diferença é que desta vez eu também deixei alguns comentários... Não consegui resistir, aliás nem tentei resistir!
Não vou aqui dissertar sobre trabalhos de casa. [Escrevo que não vou, mas no fim do post logo se vê se dissertei ou não.]
Existem professores do 1º Ciclo que exageram nos trabalhos de casa que marcam, e esses que exageram, normalmente são os que os marcam de um dia para o outro. Acho também que há professores dos outros níveis de ensino que marcam trabalhos como se a sua disciplina fosse a única que os alunos tivessem. Não concordo com nenhuma destas posturas.
Há professores que nunca marcam trabalhos para casa. Nunca, mesmo. Não tenho nada contra esta forma de estar. Nada, mesmo. A razão é simples: a escola é o trabalho dos alunos, onde passam muitas horas por dia. Fora da escola, têm o direito de descansar, brincar, pensar noutras coisas.
[Quem me dera a mim, enquanto professora, poder dar-me ao luxo de não pensar no trabalho quando estou fora dele. Até quando estava para dar à luz - bem, não nesse preciso momento, mas quando estava em casa, a dias dele chegar -, dava por mim a pensar naquele aluno e naquela situação e..., e...]
Eu estou mais perto da segunda postura que referi do que da primeira. Não sou dos que nunca mandam trabalhos, mas mando poucas vezes. Em alguns anos, elaborei uma lista de atividades genéricas que podiam fazer em casa, como sugestões. Incentivei que trabalhassem em casa, valorizei quando o fizeram, mas não obriguei.
O que já experimentei, com a ausência de trabalhos de casa regulares, é a reação de alegria dos meus alunos (nem todos, vá) quando esporadicamente mando alguma coisa para fazer.
Os grandes defensores dos trabalhos de casa, em conversas e nos comentários ao post que referi, dizem que os TPC servem para estabelecer pontes entre a casa e a escola, que servem para treinar competências, para os alunos perceberem as suas dificuldades e as transmitirem aos professores, para os pais perceberem o que os filhos vão aprendendo (ou não!), e, sobretudo, para que os alunos se tornem responsáveis.
Concordo que fazer alguns exercícios em casa semelhantes aos que se fizeram nas aulas pode ajudar a interiorizar mecanismos. Bastarão dois ou três, não serão precisas páginas inteiras de exercícios!
Agora, dizer que é assim que o professor sabe se os alunos aprenderam ou não a matéria... é tanga (perdoai o vocábulo deselegante, sim?)! Então o que fazem na sala de aula não dá nenhuma pista? E como é que o professor sabe se a criança fez sozinha ou com ajuda (e que tipo de ajuda: uma orientação, ou um "escreve isto e aquilo, esta letra e aquela, este número e aquele")? Não sabe, especialmente se o trabalho estiver sem erros).
Quanto a tornarem os alunos responsáveis, em alguns casos acredito que ajude, mas não é "trigo limpo, farinha Amparo". Dar aos alunos um recado para darem aos pais também ajuda a desenvolver a responsabilidade. E consome muito menos tempo.
E acho que dissertei, mas não escrevi nem metade do que poderia escrever. O tema não se esgota assim tão depressa...
Há alguns dias houve uma polémica no Pais de Quatro sobre beijar ou não as crianças na boca (num toca-e-foge - embora houvesse, nos comentários, quem referisse beijos diferentes destes). Não fiz lá nenhum comentário, que é o meu procedimento habitual quando a polémica é muita ("Retiro-me, que sou prudente.", para citar uma fala do pai da "Trigueira" no livro "As Pupilas do Senhor Reitor", que a minha professora de teatro encenou há muitos, muitos anos.).
Esse assunto deu origem a três posts e num deles (ou no primeiro post após esse assunto, já não me lembro) o João Miguel Tavares chamou a atenção para o facto de estarem no top dos posts mais comentados de sempre, no PdQ (o top inclui 5 posts).
Há dois dias o JMT publicou um "apelo aos professores por parte de um pai desesperado e farto de trabalhos manuais" e em menos de um fósforo esse post passou para o primeiro lugar do referido top dos mais comentados.
É fácil perceber porquê: é que sobre educação e ensino toda a gente tem algo a dizer, porque toda a gente é especialista.
A diferença é que desta vez eu também deixei alguns comentários... Não consegui resistir, aliás nem tentei resistir!
Não vou aqui dissertar sobre trabalhos de casa. [Escrevo que não vou, mas no fim do post logo se vê se dissertei ou não.]
Existem professores do 1º Ciclo que exageram nos trabalhos de casa que marcam, e esses que exageram, normalmente são os que os marcam de um dia para o outro. Acho também que há professores dos outros níveis de ensino que marcam trabalhos como se a sua disciplina fosse a única que os alunos tivessem. Não concordo com nenhuma destas posturas.
Há professores que nunca marcam trabalhos para casa. Nunca, mesmo. Não tenho nada contra esta forma de estar. Nada, mesmo. A razão é simples: a escola é o trabalho dos alunos, onde passam muitas horas por dia. Fora da escola, têm o direito de descansar, brincar, pensar noutras coisas.
[Quem me dera a mim, enquanto professora, poder dar-me ao luxo de não pensar no trabalho quando estou fora dele. Até quando estava para dar à luz - bem, não nesse preciso momento, mas quando estava em casa, a dias dele chegar -, dava por mim a pensar naquele aluno e naquela situação e..., e...]
Eu estou mais perto da segunda postura que referi do que da primeira. Não sou dos que nunca mandam trabalhos, mas mando poucas vezes. Em alguns anos, elaborei uma lista de atividades genéricas que podiam fazer em casa, como sugestões. Incentivei que trabalhassem em casa, valorizei quando o fizeram, mas não obriguei.
O que já experimentei, com a ausência de trabalhos de casa regulares, é a reação de alegria dos meus alunos (nem todos, vá) quando esporadicamente mando alguma coisa para fazer.
Os grandes defensores dos trabalhos de casa, em conversas e nos comentários ao post que referi, dizem que os TPC servem para estabelecer pontes entre a casa e a escola, que servem para treinar competências, para os alunos perceberem as suas dificuldades e as transmitirem aos professores, para os pais perceberem o que os filhos vão aprendendo (ou não!), e, sobretudo, para que os alunos se tornem responsáveis.
Concordo que fazer alguns exercícios em casa semelhantes aos que se fizeram nas aulas pode ajudar a interiorizar mecanismos. Bastarão dois ou três, não serão precisas páginas inteiras de exercícios!
Agora, dizer que é assim que o professor sabe se os alunos aprenderam ou não a matéria... é tanga (perdoai o vocábulo deselegante, sim?)! Então o que fazem na sala de aula não dá nenhuma pista? E como é que o professor sabe se a criança fez sozinha ou com ajuda (e que tipo de ajuda: uma orientação, ou um "escreve isto e aquilo, esta letra e aquela, este número e aquele")? Não sabe, especialmente se o trabalho estiver sem erros).
Quanto a tornarem os alunos responsáveis, em alguns casos acredito que ajude, mas não é "trigo limpo, farinha Amparo". Dar aos alunos um recado para darem aos pais também ajuda a desenvolver a responsabilidade. E consome muito menos tempo.
E acho que dissertei, mas não escrevi nem metade do que poderia escrever. O tema não se esgota assim tão depressa...
Sobre educação toda a gente escreve... e eu também!
Apesar de pertencer a uma pessoa criativa, que tem ideias para posts enquanto faz as atividades mais corriqueiras do dia a dia (e que depois as esquece, ou não tem tempo para desenvolver as ditas ideias num post), este blogue alimenta-se, por vezes, do que encontra e lê noutros blogues.
Há alguns dias houve uma polémica no Pais de Quatro sobre beijar ou não as crianças na boca (num toca-e-foge - embora houvesse, nos comentários, quem referisse beijos diferentes destes). Não fiz lá nenhum comentário, que é o meu procedimento habitual quando a polémica é muita ("Retiro-me, que sou prudente.", para citar uma fala do pai da "Trigueira" no livro "As Pupilas do Senhor Reitor", que a minha professora de teatro encenou há muitos, muitos anos.).
Esse assunto deu origem a três posts e num deles (ou no primeiro post após esse assunto, já não me lembro) o João Miguel Tavares chamou a atenção para o facto de estarem no top dos posts mais comentados de sempre, no PdQ (o top inclui 5 posts).
Há dois dias o JMT publicou um "apelo aos professores por parte de um pai desesperado e farto de trabalhos manuais" e em menos de um fósforo esse post passou para o primeiro lugar do referido top dos mais comentados.
É fácil perceber porquê: é que sobre educação e ensino toda a gente tem algo a dizer, porque toda a gente é especialista.
A diferença é que desta vez eu também deixei alguns comentários... Não consegui resistir, aliás nem tentei resistir!
Não vou aqui dissertar sobre trabalhos de casa. [Escrevo que não vou, mas no fim do post logo se vê se dissertei ou não.]
Existem professores do 1º Ciclo que exageram nos trabalhos de casa que marcam, e esses que exageram, normalmente são os que os marcam de um dia para o outro. Acho também que há professores dos outros níveis de ensino que marcam trabalhos como se a sua disciplina fosse a única que os alunos tivessem. Não concordo com nenhuma destas posturas.
Há professores que nunca marcam trabalhos para casa. Nunca, mesmo. Não tenho nada contra esta forma de estar. Nada, mesmo. A razão é simples: a escola é o trabalho dos alunos, onde passam muitas horas por dia. Fora da escola, têm o direito de descansar, brincar, pensar noutras coisas.
[Quem me dera a mim, enquanto professora, poder dar-me ao luxo de não pensar no trabalho quando estou fora dele. Até quando estava para dar à luz - bem, não nesse preciso momento, mas quando estava em casa, a dias dele chegar -, dava por mim a pensar naquele aluno e naquela situação e..., e...]
Eu estou mais perto da segunda postura que referi do que da primeira. Não sou dos que nunca mandam trabalhos, mas mando poucas vezes. Em alguns anos, elaborei uma lista de atividades genéricas que podiam fazer em casa, como sugestões. Incentivei que trabalhassem em casa, valorizei quando o fizeram, mas não obriguei.
O que já experimentei, com a ausência de trabalhos de casa regulares, é a reação de alegria dos meus alunos (nem todos, vá) quando esporadicamente mando alguma coisa para fazer.
Os grandes defensores dos trabalhos de casa, em conversas e nos comentários ao post que referi, dizem que os TPC servem para estabelecer pontes entre a casa e a escola, que servem para treinar competências, para os alunos perceberem as suas dificuldades e as transmitirem aos professores, para os pais perceberem o que os filhos vão aprendendo (ou não!), e, sobretudo, para que os alunos se tornem responsáveis.
Concordo que fazer alguns exercícios em casa semelhantes aos que se fizeram nas aulas pode ajudar a interiorizar mecanismos. Bastarão dois ou três, não serão precisas páginas inteiras de exercícios!
Agora, dizer que é assim que o professor sabe se os alunos aprenderam ou não a matéria... é tanga (perdoai o vocábulo deselegante, sim?)! Então o que fazem na sala de aula não dá nenhuma pista? E como é que o professor sabe se a criança fez sozinha ou com ajuda (e que tipo de ajuda: uma orientação, ou um "escreve isto e aquilo, esta letra e aquela, este número e aquele")? Não sabe, especialmente se o trabalho estiver sem erros).
Quanto a tornarem os alunos responsáveis, em alguns casos acredito que ajude, mas não é "trigo limpo, farinha Amparo". Dar aos alunos um recado para darem aos pais também ajuda a desenvolver a responsabilidade. E consome muito menos tempo.
E acho que dissertei, mas não escrevi nem metade do que poderia escrever. O tema não se esgota assim tão depressa...
Há alguns dias houve uma polémica no Pais de Quatro sobre beijar ou não as crianças na boca (num toca-e-foge - embora houvesse, nos comentários, quem referisse beijos diferentes destes). Não fiz lá nenhum comentário, que é o meu procedimento habitual quando a polémica é muita ("Retiro-me, que sou prudente.", para citar uma fala do pai da "Trigueira" no livro "As Pupilas do Senhor Reitor", que a minha professora de teatro encenou há muitos, muitos anos.).
Esse assunto deu origem a três posts e num deles (ou no primeiro post após esse assunto, já não me lembro) o João Miguel Tavares chamou a atenção para o facto de estarem no top dos posts mais comentados de sempre, no PdQ (o top inclui 5 posts).
Há dois dias o JMT publicou um "apelo aos professores por parte de um pai desesperado e farto de trabalhos manuais" e em menos de um fósforo esse post passou para o primeiro lugar do referido top dos mais comentados.
É fácil perceber porquê: é que sobre educação e ensino toda a gente tem algo a dizer, porque toda a gente é especialista.
A diferença é que desta vez eu também deixei alguns comentários... Não consegui resistir, aliás nem tentei resistir!
Não vou aqui dissertar sobre trabalhos de casa. [Escrevo que não vou, mas no fim do post logo se vê se dissertei ou não.]
Existem professores do 1º Ciclo que exageram nos trabalhos de casa que marcam, e esses que exageram, normalmente são os que os marcam de um dia para o outro. Acho também que há professores dos outros níveis de ensino que marcam trabalhos como se a sua disciplina fosse a única que os alunos tivessem. Não concordo com nenhuma destas posturas.
Há professores que nunca marcam trabalhos para casa. Nunca, mesmo. Não tenho nada contra esta forma de estar. Nada, mesmo. A razão é simples: a escola é o trabalho dos alunos, onde passam muitas horas por dia. Fora da escola, têm o direito de descansar, brincar, pensar noutras coisas.
[Quem me dera a mim, enquanto professora, poder dar-me ao luxo de não pensar no trabalho quando estou fora dele. Até quando estava para dar à luz - bem, não nesse preciso momento, mas quando estava em casa, a dias dele chegar -, dava por mim a pensar naquele aluno e naquela situação e..., e...]
Eu estou mais perto da segunda postura que referi do que da primeira. Não sou dos que nunca mandam trabalhos, mas mando poucas vezes. Em alguns anos, elaborei uma lista de atividades genéricas que podiam fazer em casa, como sugestões. Incentivei que trabalhassem em casa, valorizei quando o fizeram, mas não obriguei.
O que já experimentei, com a ausência de trabalhos de casa regulares, é a reação de alegria dos meus alunos (nem todos, vá) quando esporadicamente mando alguma coisa para fazer.
Os grandes defensores dos trabalhos de casa, em conversas e nos comentários ao post que referi, dizem que os TPC servem para estabelecer pontes entre a casa e a escola, que servem para treinar competências, para os alunos perceberem as suas dificuldades e as transmitirem aos professores, para os pais perceberem o que os filhos vão aprendendo (ou não!), e, sobretudo, para que os alunos se tornem responsáveis.
Concordo que fazer alguns exercícios em casa semelhantes aos que se fizeram nas aulas pode ajudar a interiorizar mecanismos. Bastarão dois ou três, não serão precisas páginas inteiras de exercícios!
Agora, dizer que é assim que o professor sabe se os alunos aprenderam ou não a matéria... é tanga (perdoai o vocábulo deselegante, sim?)! Então o que fazem na sala de aula não dá nenhuma pista? E como é que o professor sabe se a criança fez sozinha ou com ajuda (e que tipo de ajuda: uma orientação, ou um "escreve isto e aquilo, esta letra e aquela, este número e aquele")? Não sabe, especialmente se o trabalho estiver sem erros).
Quanto a tornarem os alunos responsáveis, em alguns casos acredito que ajude, mas não é "trigo limpo, farinha Amparo". Dar aos alunos um recado para darem aos pais também ajuda a desenvolver a responsabilidade. E consome muito menos tempo.
E acho que dissertei, mas não escrevi nem metade do que poderia escrever. O tema não se esgota assim tão depressa...
domingo, 23 de novembro de 2014
Mastermind ou Código Secreto
Lembro-me de haver em casa dos meus pais dois jogos de Mastermind, um grande e um pequeno. Lembro-me de jogar neles e de gostar de o fazer. Não foi por isso difícil decidir comprar um jogo com o nome "Código Secreto" que mais não é que um Mastermind com outro nome.
Há alguns dias os meus filhos descobriram o "Código Secreto" e quiseram jogar.
A Vassoura aprendeu a jogar da forma normal, embora sem "repetidas".
A Varinha aprendeu a jogar da forma mais fácil, isto é, colocando-se a pontuação na posição correspondente (por exemplo, se a segunda peça a contar da esquerda tem a cor certa, no sítio certo, coloca-se um pino que significa "cor certa, no sítio certo" no segundo espaço a contar da esquerda).
O Feitiço é muito mais eficiente. Depois de eu colocar quatro peças no "código secreto", pede-me para as ver, "para adivinhar mais depressa". :-))
Há alguns dias os meus filhos descobriram o "Código Secreto" e quiseram jogar.
A Vassoura aprendeu a jogar da forma normal, embora sem "repetidas".
A Varinha aprendeu a jogar da forma mais fácil, isto é, colocando-se a pontuação na posição correspondente (por exemplo, se a segunda peça a contar da esquerda tem a cor certa, no sítio certo, coloca-se um pino que significa "cor certa, no sítio certo" no segundo espaço a contar da esquerda).
O Feitiço é muito mais eficiente. Depois de eu colocar quatro peças no "código secreto", pede-me para as ver, "para adivinhar mais depressa". :-))
![]() |
| O código secreto que temos é igual a este. O nosso não está à venda. Este está, no OLX. Se estiverem interessados... |
Mastermind ou Código Secreto
Lembro-me de haver em casa dos meus pais dois jogos de Mastermind, um grande e um pequeno. Lembro-me de jogar neles e de gostar de o fazer. Não foi por isso difícil decidir comprar um jogo com o nome "Código Secreto" que mais não é que um Mastermind com outro nome.
Há alguns dias os meus filhos descobriram o "Código Secreto" e quiseram jogar.
A Vassoura aprendeu a jogar da forma normal, embora sem "repetidas".
A Varinha aprendeu a jogar da forma mais fácil, isto é, colocando-se a pontuação na posição correspondente (por exemplo, se a segunda peça a contar da esquerda tem a cor certa, no sítio certo, coloca-se um pino que significa "cor certa, no sítio certo" no segundo espaço a contar da esquerda).
O Feitiço é muito mais eficiente. Depois de eu colocar quatro peças no "código secreto", pede-me para as ver, "para adivinhar mais depressa". :-))
Há alguns dias os meus filhos descobriram o "Código Secreto" e quiseram jogar.
A Vassoura aprendeu a jogar da forma normal, embora sem "repetidas".
A Varinha aprendeu a jogar da forma mais fácil, isto é, colocando-se a pontuação na posição correspondente (por exemplo, se a segunda peça a contar da esquerda tem a cor certa, no sítio certo, coloca-se um pino que significa "cor certa, no sítio certo" no segundo espaço a contar da esquerda).
O Feitiço é muito mais eficiente. Depois de eu colocar quatro peças no "código secreto", pede-me para as ver, "para adivinhar mais depressa". :-))
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| O código secreto que temos é igual a este. O nosso não está à venda. Este está, no OLX. Se estiverem interessados... |
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
De bestial a besta
É assim que eu sinto (vale o que vale!) que uns encarregados de educação me avaliam.
Se detetam um problema (ou algo que na perspetiva deles é um problema) e esse problema é resolvido, porque é que continuam a falar dele, semanas depois?
Estou irritada, irritadiça e outras palavras da família de "irritação".
E amanhã a Vassoura faz anos. Não quero estar assim.
Se detetam um problema (ou algo que na perspetiva deles é um problema) e esse problema é resolvido, porque é que continuam a falar dele, semanas depois?
Estou irritada, irritadiça e outras palavras da família de "irritação".
E amanhã a Vassoura faz anos. Não quero estar assim.
De bestial a besta
É assim que eu sinto (vale o que vale!) que uns encarregados de educação me avaliam.
Se detetam um problema (ou algo que na perspetiva deles é um problema) e esse problema é resolvido, porque é que continuam a falar dele, semanas depois?
Estou irritada, irritadiça e outras palavras da família de "irritação".
E amanhã a Vassoura faz anos. Não quero estar assim.
Se detetam um problema (ou algo que na perspetiva deles é um problema) e esse problema é resolvido, porque é que continuam a falar dele, semanas depois?
Estou irritada, irritadiça e outras palavras da família de "irritação".
E amanhã a Vassoura faz anos. Não quero estar assim.
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
A minha profissão é das melhores do mundo #3
A minha profissão é das melhores do mundo #3
Uma boa notícia
No primeiro post que escrevi em setembro, a prestar contas sobre a minha ausência blogosférica (is there such a word?), uma das razões foi "andámos a limpar uma casa para pôr à venda. Espero ter boas notícias para breve!"
Em pouco tempo surgiram interessados em alugar, depois alguns interessados em comprar, mas que faziam ofertas muito baixas (o valor que pedíamos já era muito abaixo do que foi pago em 2002) e depois surgiu um casal muito simpático que soube dar valor aos pontos fortes da casa! Sabem aquela postura de só apontar os defeitos para ver se o valor desce? Não foram assim. Nós de facto baixámos o valor, mas antes de eles porem qualquer defeito, pois foi através da mediadora imobilária (aliás, já estávamos mentalizados que iríamos ter de baixar, atendendo às circunstâncias sócio-económicas atuais).
Como dizia, o tal casal não foi assim: o que estava mal, estava mal, mas, nas palavras deles, "pior não há de ficar, é normal que uma casa se vá degradando com o tempo" e o que estava bem, ou os pontos fortes da casa (localização, quintal com anexo) foram honestamente verbalizados. Eu e o Rogério gostámos mesmo deles (acho que eles também simpatizaram connosco) e ficámos animados com a perspetiva de serem eles a comprar a casa (e animados também por não ficarmos com a casa por vender durante muito tempo, claro!).
Há dois meses fizemos o contrato de promessa de compra e venda.
Hoje foi a escritura!
Próximo passo (com calma): tentar encontrar uma casa maior para nós...
Em pouco tempo surgiram interessados em alugar, depois alguns interessados em comprar, mas que faziam ofertas muito baixas (o valor que pedíamos já era muito abaixo do que foi pago em 2002) e depois surgiu um casal muito simpático que soube dar valor aos pontos fortes da casa! Sabem aquela postura de só apontar os defeitos para ver se o valor desce? Não foram assim. Nós de facto baixámos o valor, mas antes de eles porem qualquer defeito, pois foi através da mediadora imobilária (aliás, já estávamos mentalizados que iríamos ter de baixar, atendendo às circunstâncias sócio-económicas atuais).
Como dizia, o tal casal não foi assim: o que estava mal, estava mal, mas, nas palavras deles, "pior não há de ficar, é normal que uma casa se vá degradando com o tempo" e o que estava bem, ou os pontos fortes da casa (localização, quintal com anexo) foram honestamente verbalizados. Eu e o Rogério gostámos mesmo deles (acho que eles também simpatizaram connosco) e ficámos animados com a perspetiva de serem eles a comprar a casa (e animados também por não ficarmos com a casa por vender durante muito tempo, claro!).
Há dois meses fizemos o contrato de promessa de compra e venda.
Hoje foi a escritura!
Próximo passo (com calma): tentar encontrar uma casa maior para nós...
Uma boa notícia
No primeiro post que escrevi em setembro, a prestar contas sobre a minha ausência blogosférica (is there such a word?), uma das razões foi "andámos a limpar uma casa para pôr à venda. Espero ter boas notícias para breve!"
Em pouco tempo surgiram interessados em alugar, depois alguns interessados em comprar, mas que faziam ofertas muito baixas (o valor que pedíamos já era muito abaixo do que foi pago em 2002) e depois surgiu um casal muito simpático que soube dar valor aos pontos fortes da casa! Sabem aquela postura de só apontar os defeitos para ver se o valor desce? Não foram assim. Nós de facto baixámos o valor, mas antes de eles porem qualquer defeito, pois foi através da mediadora imobilária (aliás, já estávamos mentalizados que iríamos ter de baixar, atendendo às circunstâncias sócio-económicas atuais).
Como dizia, o tal casal não foi assim: o que estava mal, estava mal, mas, nas palavras deles, "pior não há de ficar, é normal que uma casa se vá degradando com o tempo" e o que estava bem, ou os pontos fortes da casa (localização, quintal com anexo) foram honestamente verbalizados. Eu e o Rogério gostámos mesmo deles (acho que eles também simpatizaram connosco) e ficámos animados com a perspetiva de serem eles a comprar a casa (e animados também por não ficarmos com a casa por vender durante muito tempo, claro!).
Há dois meses fizemos o contrato de promessa de compra e venda.
Hoje foi a escritura!
Próximo passo (com calma): tentar encontrar uma casa maior para nós...
Em pouco tempo surgiram interessados em alugar, depois alguns interessados em comprar, mas que faziam ofertas muito baixas (o valor que pedíamos já era muito abaixo do que foi pago em 2002) e depois surgiu um casal muito simpático que soube dar valor aos pontos fortes da casa! Sabem aquela postura de só apontar os defeitos para ver se o valor desce? Não foram assim. Nós de facto baixámos o valor, mas antes de eles porem qualquer defeito, pois foi através da mediadora imobilária (aliás, já estávamos mentalizados que iríamos ter de baixar, atendendo às circunstâncias sócio-económicas atuais).
Como dizia, o tal casal não foi assim: o que estava mal, estava mal, mas, nas palavras deles, "pior não há de ficar, é normal que uma casa se vá degradando com o tempo" e o que estava bem, ou os pontos fortes da casa (localização, quintal com anexo) foram honestamente verbalizados. Eu e o Rogério gostámos mesmo deles (acho que eles também simpatizaram connosco) e ficámos animados com a perspetiva de serem eles a comprar a casa (e animados também por não ficarmos com a casa por vender durante muito tempo, claro!).
Há dois meses fizemos o contrato de promessa de compra e venda.
Hoje foi a escritura!
Próximo passo (com calma): tentar encontrar uma casa maior para nós...
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Por esta resposta eu não esperava... mas gostei!
Parte de um diálogo entre mim e o Feitiço, esta noite.
Eu: És lindo. Eu amo-te.
Feitiço: Eu amo Jesus.
Eu: Que bom! Eu também amo Jesus!
E acreditem que me senti amada e nada negligenciada naquele "Eu amo Jesus" do Feitiço.
Eu: És lindo. Eu amo-te.
Feitiço: Eu amo Jesus.
Eu: Que bom! Eu também amo Jesus!
E acreditem que me senti amada e nada negligenciada naquele "Eu amo Jesus" do Feitiço.
Por esta resposta eu não esperava... mas gostei!
Parte de um diálogo entre mim e o Feitiço, esta noite.
Eu: És lindo. Eu amo-te.
Feitiço: Eu amo Jesus.
Eu: Que bom! Eu também amo Jesus!
E acreditem que me senti amada e nada negligenciada naquele "Eu amo Jesus" do Feitiço.
Eu: És lindo. Eu amo-te.
Feitiço: Eu amo Jesus.
Eu: Que bom! Eu também amo Jesus!
E acreditem que me senti amada e nada negligenciada naquele "Eu amo Jesus" do Feitiço.
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Sonhos #31
Antes de casar eu morava sozinha, numa "alegre casinha, tão modesta como eu." Era "bom morar num rés do primeiro andar a contar vindo" da terra! [isto é, uma cave!]
Serviu este início quase musical para dizer que essa casa está vazia, à espera de ser vendida (temos compradores, mas as burocracias têm destas demoras).
Qual não foi o meu espanto, no sonho, ao chegar a minha casa e encontrá-la mobilada com os móveis de um dos meus irmãos. O rapaz, que é um ano e pouco mais velho do que eu, tinha tido que sair da casa dele e tinha simplesmente ocupado a minha casa, sem ai nem ui (não sei como conseguiu a chave!). Ainda por cima, eu tinha a escritura marcada para dali a uns dias.
Como se resolveu a situação, não sei, que o sonho acabou ali, no encontro e primeiras palavras de surpresa.
Serviu este início quase musical para dizer que essa casa está vazia, à espera de ser vendida (temos compradores, mas as burocracias têm destas demoras).
Qual não foi o meu espanto, no sonho, ao chegar a minha casa e encontrá-la mobilada com os móveis de um dos meus irmãos. O rapaz, que é um ano e pouco mais velho do que eu, tinha tido que sair da casa dele e tinha simplesmente ocupado a minha casa, sem ai nem ui (não sei como conseguiu a chave!). Ainda por cima, eu tinha a escritura marcada para dali a uns dias.
Como se resolveu a situação, não sei, que o sonho acabou ali, no encontro e primeiras palavras de surpresa.
Sonhos #31
Antes de casar eu morava sozinha, numa "alegre casinha, tão modesta como eu." Era "bom morar num rés do primeiro andar a contar vindo" da terra! [isto é, uma cave!]
Serviu este início quase musical para dizer que essa casa está vazia, à espera de ser vendida (temos compradores, mas as burocracias têm destas demoras).
Qual não foi o meu espanto, no sonho, ao chegar a minha casa e encontrá-la mobilada com os móveis de um dos meus irmãos. O rapaz, que é um ano e pouco mais velho do que eu, tinha tido que sair da casa dele e tinha simplesmente ocupado a minha casa, sem ai nem ui (não sei como conseguiu a chave!). Ainda por cima, eu tinha a escritura marcada para dali a uns dias.
Como se resolveu a situação, não sei, que o sonho acabou ali, no encontro e primeiras palavras de surpresa.
Serviu este início quase musical para dizer que essa casa está vazia, à espera de ser vendida (temos compradores, mas as burocracias têm destas demoras).
Qual não foi o meu espanto, no sonho, ao chegar a minha casa e encontrá-la mobilada com os móveis de um dos meus irmãos. O rapaz, que é um ano e pouco mais velho do que eu, tinha tido que sair da casa dele e tinha simplesmente ocupado a minha casa, sem ai nem ui (não sei como conseguiu a chave!). Ainda por cima, eu tinha a escritura marcada para dali a uns dias.
Como se resolveu a situação, não sei, que o sonho acabou ali, no encontro e primeiras palavras de surpresa.
domingo, 16 de novembro de 2014
Sonhos #30
No outro dia (de noite!) sonhei que chegava à "minha" sala de aula e ela estava de pantanas. Além disso, faltava-me uma estante branca que os meus pais me deram (aquilo que já não serve a uns, serve a outros, especialmente quando os outros são professores do 1º Ciclo do Ensino Básico e têm muita coisa para ocupar espaço)!
Se calhar este sonho surgiu porque eu luto constantemente por uma sala organizada e arrumada, mas ela nunca está como eu gostaria! Sou uma perfecionista com dificuldade em aceitar as suas limitações.
Se calhar este sonho surgiu porque eu luto constantemente por uma sala organizada e arrumada, mas ela nunca está como eu gostaria! Sou uma perfecionista com dificuldade em aceitar as suas limitações.
Sonhos #30
No outro dia (de noite!) sonhei que chegava à "minha" sala de aula e ela estava de pantanas. Além disso, faltava-me uma estante branca que os meus pais me deram (aquilo que já não serve a uns, serve a outros, especialmente quando os outros são professores do 1º Ciclo do Ensino Básico e têm muita coisa para ocupar espaço)!
Se calhar este sonho surgiu porque eu luto constantemente por uma sala organizada e arrumada, mas ela nunca está como eu gostaria! Sou uma perfecionista com dificuldade em aceitar as suas limitações.
Se calhar este sonho surgiu porque eu luto constantemente por uma sala organizada e arrumada, mas ela nunca está como eu gostaria! Sou uma perfecionista com dificuldade em aceitar as suas limitações.
sábado, 15 de novembro de 2014
Nem sempre as mães identificam os choros/vozes dos filhos!...
... ou pelo menos esta mãe que vos escreve sem sempre identifica! Este caricato mini-diálogo passou-se há algumas noites, entre mim e o Rogério, quando as crianças estavam nos quartos, já em silêncio (e muito provavelmente a dormir):
[choro/gemido/whatever!]
Eu: Era o Feitiço a chamar?
Rogério: Não, era uma ovelha* aqui no computador!
Ri-me da confusão que fiz, mas fiquei também a pensar que ando a perder capacidades!
*O Rogério não joga Farmville, mas joga outro jogo onde há ovelhas (e mil outras coisas!) e o som veio de lá.
[choro/gemido/whatever!]
Eu: Era o Feitiço a chamar?
Rogério: Não, era uma ovelha* aqui no computador!
Ri-me da confusão que fiz, mas fiquei também a pensar que ando a perder capacidades!
*O Rogério não joga Farmville, mas joga outro jogo onde há ovelhas (e mil outras coisas!) e o som veio de lá.
Nem sempre as mães identificam os choros/vozes dos filhos!...
... ou pelo menos esta mãe que vos escreve sem sempre identifica! Este caricato mini-diálogo passou-se há algumas noites, entre mim e o Rogério, quando as crianças estavam nos quartos, já em silêncio (e muito provavelmente a dormir):
[choro/gemido/whatever!]
Eu: Era o Feitiço a chamar?
Rogério: Não, era uma ovelha* aqui no computador!
Ri-me da confusão que fiz, mas fiquei também a pensar que ando a perder capacidades!
*O Rogério não joga Farmville, mas joga outro jogo onde há ovelhas (e mil outras coisas!) e o som veio de lá.
[choro/gemido/whatever!]
Eu: Era o Feitiço a chamar?
Rogério: Não, era uma ovelha* aqui no computador!
Ri-me da confusão que fiz, mas fiquei também a pensar que ando a perder capacidades!
*O Rogério não joga Farmville, mas joga outro jogo onde há ovelhas (e mil outras coisas!) e o som veio de lá.
Hora de rezar
Há dias (no fim de semana passado, acho), de manhã, a Varinha virou-se para mim e disse:
- Mamã, não rezámos!
Eu: Eu e o papá rezámos.
Varinha: Mas devíamos rezar todos juntos...
É que em família, até ao dia de hoje, só rezamos nas tardes de fim de semana e nas noites todas. Falta-nos obviamente a oração da manhã - e a Varinha deu por isso!
- Mamã, não rezámos!
Eu: Eu e o papá rezámos.
Varinha: Mas devíamos rezar todos juntos...
É que em família, até ao dia de hoje, só rezamos nas tardes de fim de semana e nas noites todas. Falta-nos obviamente a oração da manhã - e a Varinha deu por isso!
Hora de rezar
Há dias (no fim de semana passado, acho), de manhã, a Varinha virou-se para mim e disse:
- Mamã, não rezámos!
Eu: Eu e o papá rezámos.
Varinha: Mas devíamos rezar todos juntos...
É que em família, até ao dia de hoje, só rezamos nas tardes de fim de semana e nas noites todas. Falta-nos obviamente a oração da manhã - e a Varinha deu por isso!
- Mamã, não rezámos!
Eu: Eu e o papá rezámos.
Varinha: Mas devíamos rezar todos juntos...
É que em família, até ao dia de hoje, só rezamos nas tardes de fim de semana e nas noites todas. Falta-nos obviamente a oração da manhã - e a Varinha deu por isso!
domingo, 9 de novembro de 2014
Um convidado especial... todos os dias!
É engraçado como uma ideia que ouvimos nos pode passar ao lado, até determinado momento em que faz todo o sentido.
Aconteceu-me hoje. Num comentário ao post "Uma família de Caná... Nós?!? #2", a Carla escreveu:
"ser família de Caná é ter como convidado diário Jesus. Jesus na refeição, Jesus nos momentos de alegria, nas palavras mais azedas com as crianças e marido, etc.. Jesus foi convidado por uma família em Caná e hoje nós também o convidamos para nossa casa. Como todos os convidados, há momentos em que conversamos mais e outros menos, mas todos os dias o fazemos."
Vou tentar recordar que tenho este Convidado ali, quando falo, quando ajo...
Aconteceu-me hoje. Num comentário ao post "Uma família de Caná... Nós?!? #2", a Carla escreveu:
"ser família de Caná é ter como convidado diário Jesus. Jesus na refeição, Jesus nos momentos de alegria, nas palavras mais azedas com as crianças e marido, etc.. Jesus foi convidado por uma família em Caná e hoje nós também o convidamos para nossa casa. Como todos os convidados, há momentos em que conversamos mais e outros menos, mas todos os dias o fazemos."
Vou tentar recordar que tenho este Convidado ali, quando falo, quando ajo...
Um convidado especial... todos os dias!
É engraçado como uma ideia que ouvimos nos pode passar ao lado, até determinado momento em que faz todo o sentido.
Aconteceu-me hoje. Num comentário ao post "Uma família de Caná... Nós?!? #2", a Carla escreveu:
"ser família de Caná é ter como convidado diário Jesus. Jesus na refeição, Jesus nos momentos de alegria, nas palavras mais azedas com as crianças e marido, etc.. Jesus foi convidado por uma família em Caná e hoje nós também o convidamos para nossa casa. Como todos os convidados, há momentos em que conversamos mais e outros menos, mas todos os dias o fazemos."
Vou tentar recordar que tenho este Convidado ali, quando falo, quando ajo...
Aconteceu-me hoje. Num comentário ao post "Uma família de Caná... Nós?!? #2", a Carla escreveu:
"ser família de Caná é ter como convidado diário Jesus. Jesus na refeição, Jesus nos momentos de alegria, nas palavras mais azedas com as crianças e marido, etc.. Jesus foi convidado por uma família em Caná e hoje nós também o convidamos para nossa casa. Como todos os convidados, há momentos em que conversamos mais e outros menos, mas todos os dias o fazemos."
Vou tentar recordar que tenho este Convidado ali, quando falo, quando ajo...
sábado, 8 de novembro de 2014
Tempo
E na sequência da parte final do post anterior, aqui me confesso: estou tipo barata tonta a percorrer blogues a ver se encontro novos posts, para não me dedicar a trabalho que está pendente.
Mas entretanto reparei que o Rogério colocou o missal a jeito, no Canto de Oração, pelo que em breve ocuparei o meu tempo de outra maneira (melhor, acho eu)!
:-)
Mas entretanto reparei que o Rogério colocou o missal a jeito, no Canto de Oração, pelo que em breve ocuparei o meu tempo de outra maneira (melhor, acho eu)!
:-)
Tempo
E na sequência da parte final do post anterior, aqui me confesso: estou tipo barata tonta a percorrer blogues a ver se encontro novos posts, para não me dedicar a trabalho que está pendente.
Mas entretanto reparei que o Rogério colocou o missal a jeito, no Canto de Oração, pelo que em breve ocuparei o meu tempo de outra maneira (melhor, acho eu)!
:-)
Mas entretanto reparei que o Rogério colocou o missal a jeito, no Canto de Oração, pelo que em breve ocuparei o meu tempo de outra maneira (melhor, acho eu)!
:-)
"... quando não tiver muito trabalho..."
Disse-me um aluno esta semana:
Aluno: A professora pode fazer [já não sei o quê, relacionado com a escola e a turma, mas secundário] quando não tiver muito trabalho para fazer!
Desfiz-lhe a ilusão.
Eu: Mas eu tenho sempre muito trabalho para fazer!
Ele: Ah, tem?
Eu: Sim, sempre!
E é a mais pura das verdades. Dizer que utilizo sempre o meu tempo da melhor forma é que não posso dizer!
Aluno: A professora pode fazer [já não sei o quê, relacionado com a escola e a turma, mas secundário] quando não tiver muito trabalho para fazer!
Desfiz-lhe a ilusão.
Eu: Mas eu tenho sempre muito trabalho para fazer!
Ele: Ah, tem?
Eu: Sim, sempre!
E é a mais pura das verdades. Dizer que utilizo sempre o meu tempo da melhor forma é que não posso dizer!
"... quando não tiver muito trabalho..."
Disse-me um aluno esta semana:
Aluno: A professora pode fazer [já não sei o quê, relacionado com a escola e a turma, mas secundário] quando não tiver muito trabalho para fazer!
Desfiz-lhe a ilusão.
Eu: Mas eu tenho sempre muito trabalho para fazer!
Ele: Ah, tem?
Eu: Sim, sempre!
E é a mais pura das verdades. Dizer que utilizo sempre o meu tempo da melhor forma é que não posso dizer!
Aluno: A professora pode fazer [já não sei o quê, relacionado com a escola e a turma, mas secundário] quando não tiver muito trabalho para fazer!
Desfiz-lhe a ilusão.
Eu: Mas eu tenho sempre muito trabalho para fazer!
Ele: Ah, tem?
Eu: Sim, sempre!
E é a mais pura das verdades. Dizer que utilizo sempre o meu tempo da melhor forma é que não posso dizer!
"Não é engraçado...?"
Encontrei este post num blogue que visito de vez em quando. Não é da autoria da blogger, é de um padre que ela conhece, e foi escrito em maio de 2000*. Mas leiam e digam-me se não é (tantas vezes) atual...
http://littlepregnancy.blogspot.pt/2014/09/escrito-ha-14-anos-mas-tao-atual.html
*Ele deve ter referido escudos, pois duvido que usasse a moeda futura (o euro começou a ser a moeda principal em março de 2002, embora já circulasse um tempo antes) para passar a mensagem.
http://littlepregnancy.blogspot.pt/2014/09/escrito-ha-14-anos-mas-tao-atual.html
*Ele deve ter referido escudos, pois duvido que usasse a moeda futura (o euro começou a ser a moeda principal em março de 2002, embora já circulasse um tempo antes) para passar a mensagem.
"Não é engraçado...?"
Encontrei este post num blogue que visito de vez em quando. Não é da autoria da blogger, é de um padre que ela conhece, e foi escrito em maio de 2000*. Mas leiam e digam-me se não é (tantas vezes) atual...
http://littlepregnancy.blogspot.pt/2014/09/escrito-ha-14-anos-mas-tao-atual.html
*Ele deve ter referido escudos, pois duvido que usasse a moeda futura (o euro começou a ser a moeda principal em março de 2002, embora já circulasse um tempo antes) para passar a mensagem.
http://littlepregnancy.blogspot.pt/2014/09/escrito-ha-14-anos-mas-tao-atual.html
*Ele deve ter referido escudos, pois duvido que usasse a moeda futura (o euro começou a ser a moeda principal em março de 2002, embora já circulasse um tempo antes) para passar a mensagem.
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Uma Família de Caná - palavra de Gato
A propósito dos posts (primeiro e segundo) sobre sermos ou não uma Família de Caná, o Rogério deu o seu parecer, enriquecendo este blogue com um comentário (é a segunda vez, talvez terceira, que o faz, por isso há que dar o devido valor!):
Querida Mimi,
Eu até achei bem, e simpático, que a Teresa tenha posto lá o link para o teu blog. Acho que nós temos feito um esforço para pôr em prática o que aprendemos com as Famílias de Caná. É certo que ainda nos falta muito, mas parece-me que o título do post é um pouco injusto para a Teresa.
Beijinhos,
Gato Rogério
Há pouco disse-me também que o meu post número dois não estava totalmente correto. Aí apanhou-me de surpresa: eu escrevi tentando ser o mais verdadeira possível - onde fora que me enganara?
Pois não era que ele tinha razão? No único ponto onde eu disse que já cumpríamos (o 3), o Rogério lembrou que nós, em família, continuamos a rezar num dos quartos das crianças (quase sempre o delas) durante a semana, à noite. E realmente o ponto três diz que as Famílias de Caná têm um Canto de Oração e é nele que rezam todos os dias.
Todos juntos, só ao fim de semana rezamos junto ao Canto de Oração. O Rogério e eu é que rezamos o terço (quando rezamos, que tem sido quase todos os dias) sempre lá.
Querida Mimi,
Eu até achei bem, e simpático, que a Teresa tenha posto lá o link para o teu blog. Acho que nós temos feito um esforço para pôr em prática o que aprendemos com as Famílias de Caná. É certo que ainda nos falta muito, mas parece-me que o título do post é um pouco injusto para a Teresa.
Beijinhos,
Gato Rogério
Há pouco disse-me também que o meu post número dois não estava totalmente correto. Aí apanhou-me de surpresa: eu escrevi tentando ser o mais verdadeira possível - onde fora que me enganara?
Pois não era que ele tinha razão? No único ponto onde eu disse que já cumpríamos (o 3), o Rogério lembrou que nós, em família, continuamos a rezar num dos quartos das crianças (quase sempre o delas) durante a semana, à noite. E realmente o ponto três diz que as Famílias de Caná têm um Canto de Oração e é nele que rezam todos os dias.
Todos juntos, só ao fim de semana rezamos junto ao Canto de Oração. O Rogério e eu é que rezamos o terço (quando rezamos, que tem sido quase todos os dias) sempre lá.
Uma Família de Caná - palavra de Gato
A propósito dos posts (primeiro e segundo) sobre sermos ou não uma Família de Caná, o Rogério deu o seu parecer, enriquecendo este blogue com um comentário (é a segunda vez, talvez terceira, que o faz, por isso há que dar o devido valor!):
Querida Mimi,
Eu até achei bem, e simpático, que a Teresa tenha posto lá o link para o teu blog. Acho que nós temos feito um esforço para pôr em prática o que aprendemos com as Famílias de Caná. É certo que ainda nos falta muito, mas parece-me que o título do post é um pouco injusto para a Teresa.
Beijinhos,
Gato Rogério
Há pouco disse-me também que o meu post número dois não estava totalmente correto. Aí apanhou-me de surpresa: eu escrevi tentando ser o mais verdadeira possível - onde fora que me enganara?
Pois não era que ele tinha razão? No único ponto onde eu disse que já cumpríamos (o 3), o Rogério lembrou que nós, em família, continuamos a rezar num dos quartos das crianças (quase sempre o delas) durante a semana, à noite. E realmente o ponto três diz que as Famílias de Caná têm um Canto de Oração e é nele que rezam todos os dias.
Todos juntos, só ao fim de semana rezamos junto ao Canto de Oração. O Rogério e eu é que rezamos o terço (quando rezamos, que tem sido quase todos os dias) sempre lá.
Querida Mimi,
Eu até achei bem, e simpático, que a Teresa tenha posto lá o link para o teu blog. Acho que nós temos feito um esforço para pôr em prática o que aprendemos com as Famílias de Caná. É certo que ainda nos falta muito, mas parece-me que o título do post é um pouco injusto para a Teresa.
Beijinhos,
Gato Rogério
Há pouco disse-me também que o meu post número dois não estava totalmente correto. Aí apanhou-me de surpresa: eu escrevi tentando ser o mais verdadeira possível - onde fora que me enganara?
Pois não era que ele tinha razão? No único ponto onde eu disse que já cumpríamos (o 3), o Rogério lembrou que nós, em família, continuamos a rezar num dos quartos das crianças (quase sempre o delas) durante a semana, à noite. E realmente o ponto três diz que as Famílias de Caná têm um Canto de Oração e é nele que rezam todos os dias.
Todos juntos, só ao fim de semana rezamos junto ao Canto de Oração. O Rogério e eu é que rezamos o terço (quando rezamos, que tem sido quase todos os dias) sempre lá.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Sim, sou uma mãe babada...
Sim, sou uma mãe babada...
Uma família de Caná?... Nós?!? #2
Eis a continuação deste post, ou, por outras palavras, a reflexão nele "prometida".
Para começar, há que contextualizar. Retirei o texto que se segue do post "Família de Caná", do blogue amigo e de referência (para mim e para muita gente): "Uma Família Católica".
REFLEXÃO...
Pensando nas Cinco Pedrinhas, vejo que:
1 - Na nossa família fazemos a consagração a Nossa Senhora (rezamos com outra oração) mas, em família, fazemo-lo apenas à noite, e não no arranque do dia. De manhã, só eu e o Rogério a rezamos.
2 - Nunca fizemos a adoração eucarística em família e, eu pelo menos, só a faço muito poucas vezes ao ano - longe, muito longe, de ser uma prática frequente. Confissão mensal? Nem por isso, embora a frequência tenha vindo - muito lentamente - a aumentar, ou seja, os intervalos entre confissões a diminuir (falo por mim). O Rogério sabe de si. Da Vassoura sei que se confessou duas vezes.
Isto tudo para dizer que não temos o hábito de nos organizarmos em família para irmos ao Sacramento da Reconciliação todos juntos. Acho que há aquela parte dos escrúpulos: "Então eu vou dizer a alguém que tem de se confessar? Vou marcar (impor) um dia para isso? Parece pouco ético, pouco cristão. Ao fazer isto não estou a julgar aquela pessoa - neste caso o(s) meu(s) familiar(es)?" Bem, para estas questões há uma resposta simples: "O justo peca sete vezes ao dia.", logo, todos pecamos... Marcar um dia é equivalente a mandar as crianças arrumar o quarto - se eu esperasse que elas se decidissem, mais valia esperar sentada!
3 - OK, esta já está! (Ver aqui.)
4 - Tentamos, eu e o Rogério, rezar o terço todos os dias (nem sempre o fazemos). Em família, só rezamos ao fim de semana.
5 - Não me parece que estejamos ao serviço, neste sentido. Ponto.
CONCLUSÃO...
Por estas razões, acho que a Teresa Power se precipitou, de facto. Nós (ainda) não somos uma Família de Caná. Mas somos talvez uma Família de Caná em construção...
Antes de eu publicar este post, a Teresa deixou comentários no post anterior, que decidi incluir neste:
Olha lá, Bruxa Mimi, quem arrasta pianos de 300kg por causa de um Canto de Oração, chama-se o quê?
e
pode-se ser Família de Caná e nem sequer o saber, como é o caso da Bruxa Mimi...
:-)
Mas ela também escreveu:
As Famílias de Caná (...) têm cinco pontos muito concretos de vida de fé, as Cinco Pedrinhas (...)
... e é por isso que mantenho a minha conclusão. (Apesar de ter escrito que me rendia, Teresa!)
Para terminar este post que já vai muuuuito longo, volto a citar o post da Teresa, que na sua parte final inclui um convite:
"Quem quiser experimentar esta forma de ser Igreja poderá contactar a Família Power, enviando um e-mail para ntpower@sapo.pt, dirigido a Teresa Power e tendo como Assunto “Famílias de Caná”."
Para começar, há que contextualizar. Retirei o texto que se segue do post "Família de Caná", do blogue amigo e de referência (para mim e para muita gente): "Uma Família Católica".
"FAMÍLIA DE CANÁ
As Bodas de Caná
“Ao terceiro dia, celebrava-se uma boda em Caná da Galileia e a Mãe de Jesus estava lá. Jesus e os seus discípulos também foram convidados para a boda” (Jo 2, 1-2)
Não sabemos os nomes dos noivos que celebraram esta boda inesquecível em Caná da Galileia, mas sabemos que eram amigos de Jesus e de Maria. Talvez tivessem brincado com Jesus quando eram crianças ou frequentado a mesma sinagoga; talvez tivessem sido vizinhos. Não sabemos os seus nomes, porque hoje eles podem ser cada um de nós: somos Família de Caná sempre que convidamos Jesus e sua Mãe para a nossa festa!
Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná
Nas Bodas de Caná, Maria antecipou a hora de Jesus; mas antecipou também a sua hora como Aquela que intercede por nós junto de Deus. A Mãe de Caná é assim, nos Evangelhos, a imagem mais perfeita da Senhora Auxiliadora dos cristãos.
As Famílias de Caná nasceram à sombra do Santuário de Nossa Senhora Auxiliadora, em Mogofores, e têm na Mãe de Caná a sua Rainha.
Famílias de Caná
Ser Família de Caná é um estilo de vida, uma forma particular de ser família na grande família da Igreja Católica.
A Família de Caná nasce das raízes hebraicas da fé cristã e cresce no jardim de Nossa Senhora. Como toda a árvore, conhece-se pelos frutos (cf. Mt 12, 33). O fruto distintivo da família cristã é o amor. Diziam os pagãos ao falarem dos primeiros cristãos, segundo Tertuliano: “Vede como eles se amam!” E assim deve continuar a ser hoje.
No Judaísmo, a fé vive-se e celebra-se primeiramente em família. “Eu e a minha família serviremos o Senhor” (Jos 24, 15) proclamou Josué ao chegar a Canaã. As Famílias de Caná querem ser Igrejas Domésticas, pequenos oásis de fé cristã verdadeiramente vivida e celebrada, onde educar seja desafiar para a santidade e crescer seja uma aventura rumo ao Céu.
As cinco pedrinhas de David
Como se faz isso? Propomos “cinco pedrinhas”, tantas quantas David recolheu no leito do rio para com elas vencer o gigante Golias (Cf 1Sam 17):
1 – Consagração a Nossa Senhora
A Família de Caná começa o dia com a sua consagração a Maria, nossa Mãe e Rainha.
Invocação
“Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná,
ensina-nos a fazer tudo o que Jesus nos disser!”
Consagração
“Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná,
Consagramos-te hoje e sempre a nossa família.
Confiamos na tua intercessão de mãe,
Para que o vinho da fé, da esperança e do amor
Nunca acabe em nossa casa.
Faz de nós servos do Senhor, como tu,
E ensina-nos a fazer
Tudo o que Jesus nos disser.
Ámen!”
2 – Vida sacramental
A Família de Caná procura encontrar-se com Jesus através dos sacramentos: o matrimónio, fundador da família; o baptismo dos filhos; a eucaristia dominical e a adoração eucarística frequente; a confissão mensal; a unção dos doentes sempre que necessária.
3 – O canto de oração
A Família de Caná constrói em casa um lugar para a oração e aí se reúne uma vez por dia, em clima de alegria, simplicidade e disponibilidade para fazer o que Jesus disser.
4 – O Rosário e a Bíblia
Como na casa de Nazaré, a Família de Caná conta as histórias da Bíblia e medita nos mistérios da vida de Jesus, na companhia de Maria, para com Ela aprender a fazer o que Jesus disser.
O “Shemá”, aperfeiçoado por Jesus, marca o início e o fim de cada dia:
Shemá
“Escuta Israel
O Senhor nosso Deus é o único Senhor.
Amarás o Senhor com todo o teu coração
Com toda a tua alma e com todas as tuas forças
E amarás o próximo como a ti mesmo.
Faz isto e serás feliz.
Ámen!” (Lc 10, 27-28)
5 – Visitação
Como Maria em casa de Isabel, em Nazaré, em Caná e em Jerusalém, a Família de Caná “visita” o seu próximo, servindo-o com amor e levando-lhe Jesus.
Compromisso
Ser Família de Caná é um compromisso familiar do cristão, sem qualquer acto público ou distintivo exterior. As Famílias de Caná devem procurar viver a sua fé nas paróquias onde vivem, estando disponíveis para fazer tudo o que Jesus disser.
Para as auxiliar nesta caminhada de santidade, ser-lhes-ão propostos retiros e encontros, e todos os primeiros sábados receberão via correio electrónico uma curta meditação."
REFLEXÃO...
Pensando nas Cinco Pedrinhas, vejo que:
1 - Na nossa família fazemos a consagração a Nossa Senhora (rezamos com outra oração) mas, em família, fazemo-lo apenas à noite, e não no arranque do dia. De manhã, só eu e o Rogério a rezamos.
2 - Nunca fizemos a adoração eucarística em família e, eu pelo menos, só a faço muito poucas vezes ao ano - longe, muito longe, de ser uma prática frequente. Confissão mensal? Nem por isso, embora a frequência tenha vindo - muito lentamente - a aumentar, ou seja, os intervalos entre confissões a diminuir (falo por mim). O Rogério sabe de si. Da Vassoura sei que se confessou duas vezes.
Isto tudo para dizer que não temos o hábito de nos organizarmos em família para irmos ao Sacramento da Reconciliação todos juntos. Acho que há aquela parte dos escrúpulos: "Então eu vou dizer a alguém que tem de se confessar? Vou marcar (impor) um dia para isso? Parece pouco ético, pouco cristão. Ao fazer isto não estou a julgar aquela pessoa - neste caso o(s) meu(s) familiar(es)?" Bem, para estas questões há uma resposta simples: "O justo peca sete vezes ao dia.", logo, todos pecamos... Marcar um dia é equivalente a mandar as crianças arrumar o quarto - se eu esperasse que elas se decidissem, mais valia esperar sentada!
3 - OK, esta já está! (Ver aqui.)
4 - Tentamos, eu e o Rogério, rezar o terço todos os dias (nem sempre o fazemos). Em família, só rezamos ao fim de semana.
5 - Não me parece que estejamos ao serviço, neste sentido. Ponto.
CONCLUSÃO...
Por estas razões, acho que a Teresa Power se precipitou, de facto. Nós (ainda) não somos uma Família de Caná. Mas somos talvez uma Família de Caná em construção...
Antes de eu publicar este post, a Teresa deixou comentários no post anterior, que decidi incluir neste:
Olha lá, Bruxa Mimi, quem arrasta pianos de 300kg por causa de um Canto de Oração, chama-se o quê?
e
pode-se ser Família de Caná e nem sequer o saber, como é o caso da Bruxa Mimi...
:-)
Mas ela também escreveu:
As Famílias de Caná (...) têm cinco pontos muito concretos de vida de fé, as Cinco Pedrinhas (...)
... e é por isso que mantenho a minha conclusão. (Apesar de ter escrito que me rendia, Teresa!)
Para terminar este post que já vai muuuuito longo, volto a citar o post da Teresa, que na sua parte final inclui um convite:
"Quem quiser experimentar esta forma de ser Igreja poderá contactar a Família Power, enviando um e-mail para ntpower@sapo.pt, dirigido a Teresa Power e tendo como Assunto “Famílias de Caná”."
Uma família de Caná?... Nós?!? #2
Eis a continuação deste post, ou, por outras palavras, a reflexão nele "prometida".
Para começar, há que contextualizar. Retirei o texto que se segue do post "Família de Caná", do blogue amigo e de referência (para mim e para muita gente): "Uma Família Católica".
REFLEXÃO...
Pensando nas Cinco Pedrinhas, vejo que:
1 - Na nossa família fazemos a consagração a Nossa Senhora (rezamos com outra oração) mas, em família, fazemo-lo apenas à noite, e não no arranque do dia. De manhã, só eu e o Rogério a rezamos.
2 - Nunca fizemos a adoração eucarística em família e, eu pelo menos, só a faço muito poucas vezes ao ano - longe, muito longe, de ser uma prática frequente. Confissão mensal? Nem por isso, embora a frequência tenha vindo - muito lentamente - a aumentar, ou seja, os intervalos entre confissões a diminuir (falo por mim). O Rogério sabe de si. Da Vassoura sei que se confessou duas vezes.
Isto tudo para dizer que não temos o hábito de nos organizarmos em família para irmos ao Sacramento da Reconciliação todos juntos. Acho que há aquela parte dos escrúpulos: "Então eu vou dizer a alguém que tem de se confessar? Vou marcar (impor) um dia para isso? Parece pouco ético, pouco cristão. Ao fazer isto não estou a julgar aquela pessoa - neste caso o(s) meu(s) familiar(es)?" Bem, para estas questões há uma resposta simples: "O justo peca sete vezes ao dia.", logo, todos pecamos... Marcar um dia é equivalente a mandar as crianças arrumar o quarto - se eu esperasse que elas se decidissem, mais valia esperar sentada!
3 - OK, esta já está! (Ver aqui.)
4 - Tentamos, eu e o Rogério, rezar o terço todos os dias (nem sempre o fazemos). Em família, só rezamos ao fim de semana.
5 - Não me parece que estejamos ao serviço, neste sentido. Ponto.
CONCLUSÃO...
Por estas razões, acho que a Teresa Power se precipitou, de facto. Nós (ainda) não somos uma Família de Caná. Mas somos talvez uma Família de Caná em construção...
Antes de eu publicar este post, a Teresa deixou comentários no post anterior, que decidi incluir neste:
Olha lá, Bruxa Mimi, quem arrasta pianos de 300kg por causa de um Canto de Oração, chama-se o quê?
e
pode-se ser Família de Caná e nem sequer o saber, como é o caso da Bruxa Mimi...
:-)
Mas ela também escreveu:
As Famílias de Caná (...) têm cinco pontos muito concretos de vida de fé, as Cinco Pedrinhas (...)
... e é por isso que mantenho a minha conclusão. (Apesar de ter escrito que me rendia, Teresa!)
Para terminar este post que já vai muuuuito longo, volto a citar o post da Teresa, que na sua parte final inclui um convite:
"Quem quiser experimentar esta forma de ser Igreja poderá contactar a Família Power, enviando um e-mail para ntpower@sapo.pt, dirigido a Teresa Power e tendo como Assunto “Famílias de Caná”."
Para começar, há que contextualizar. Retirei o texto que se segue do post "Família de Caná", do blogue amigo e de referência (para mim e para muita gente): "Uma Família Católica".
"FAMÍLIA DE CANÁ
As Bodas de Caná
“Ao terceiro dia, celebrava-se uma boda em Caná da Galileia e a Mãe de Jesus estava lá. Jesus e os seus discípulos também foram convidados para a boda” (Jo 2, 1-2)
Não sabemos os nomes dos noivos que celebraram esta boda inesquecível em Caná da Galileia, mas sabemos que eram amigos de Jesus e de Maria. Talvez tivessem brincado com Jesus quando eram crianças ou frequentado a mesma sinagoga; talvez tivessem sido vizinhos. Não sabemos os seus nomes, porque hoje eles podem ser cada um de nós: somos Família de Caná sempre que convidamos Jesus e sua Mãe para a nossa festa!
Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná
Nas Bodas de Caná, Maria antecipou a hora de Jesus; mas antecipou também a sua hora como Aquela que intercede por nós junto de Deus. A Mãe de Caná é assim, nos Evangelhos, a imagem mais perfeita da Senhora Auxiliadora dos cristãos.
As Famílias de Caná nasceram à sombra do Santuário de Nossa Senhora Auxiliadora, em Mogofores, e têm na Mãe de Caná a sua Rainha.
Famílias de Caná
Ser Família de Caná é um estilo de vida, uma forma particular de ser família na grande família da Igreja Católica.
A Família de Caná nasce das raízes hebraicas da fé cristã e cresce no jardim de Nossa Senhora. Como toda a árvore, conhece-se pelos frutos (cf. Mt 12, 33). O fruto distintivo da família cristã é o amor. Diziam os pagãos ao falarem dos primeiros cristãos, segundo Tertuliano: “Vede como eles se amam!” E assim deve continuar a ser hoje.
No Judaísmo, a fé vive-se e celebra-se primeiramente em família. “Eu e a minha família serviremos o Senhor” (Jos 24, 15) proclamou Josué ao chegar a Canaã. As Famílias de Caná querem ser Igrejas Domésticas, pequenos oásis de fé cristã verdadeiramente vivida e celebrada, onde educar seja desafiar para a santidade e crescer seja uma aventura rumo ao Céu.
As cinco pedrinhas de David
Como se faz isso? Propomos “cinco pedrinhas”, tantas quantas David recolheu no leito do rio para com elas vencer o gigante Golias (Cf 1Sam 17):
1 – Consagração a Nossa Senhora
A Família de Caná começa o dia com a sua consagração a Maria, nossa Mãe e Rainha.
Invocação
“Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná,
ensina-nos a fazer tudo o que Jesus nos disser!”
Consagração
“Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná,
Consagramos-te hoje e sempre a nossa família.
Confiamos na tua intercessão de mãe,
Para que o vinho da fé, da esperança e do amor
Nunca acabe em nossa casa.
Faz de nós servos do Senhor, como tu,
E ensina-nos a fazer
Tudo o que Jesus nos disser.
Ámen!”
2 – Vida sacramental
A Família de Caná procura encontrar-se com Jesus através dos sacramentos: o matrimónio, fundador da família; o baptismo dos filhos; a eucaristia dominical e a adoração eucarística frequente; a confissão mensal; a unção dos doentes sempre que necessária.
3 – O canto de oração
A Família de Caná constrói em casa um lugar para a oração e aí se reúne uma vez por dia, em clima de alegria, simplicidade e disponibilidade para fazer o que Jesus disser.
4 – O Rosário e a Bíblia
Como na casa de Nazaré, a Família de Caná conta as histórias da Bíblia e medita nos mistérios da vida de Jesus, na companhia de Maria, para com Ela aprender a fazer o que Jesus disser.
O “Shemá”, aperfeiçoado por Jesus, marca o início e o fim de cada dia:
Shemá
“Escuta Israel
O Senhor nosso Deus é o único Senhor.
Amarás o Senhor com todo o teu coração
Com toda a tua alma e com todas as tuas forças
E amarás o próximo como a ti mesmo.
Faz isto e serás feliz.
Ámen!” (Lc 10, 27-28)
5 – Visitação
Como Maria em casa de Isabel, em Nazaré, em Caná e em Jerusalém, a Família de Caná “visita” o seu próximo, servindo-o com amor e levando-lhe Jesus.
Compromisso
Ser Família de Caná é um compromisso familiar do cristão, sem qualquer acto público ou distintivo exterior. As Famílias de Caná devem procurar viver a sua fé nas paróquias onde vivem, estando disponíveis para fazer tudo o que Jesus disser.
Para as auxiliar nesta caminhada de santidade, ser-lhes-ão propostos retiros e encontros, e todos os primeiros sábados receberão via correio electrónico uma curta meditação."
REFLEXÃO...
Pensando nas Cinco Pedrinhas, vejo que:
1 - Na nossa família fazemos a consagração a Nossa Senhora (rezamos com outra oração) mas, em família, fazemo-lo apenas à noite, e não no arranque do dia. De manhã, só eu e o Rogério a rezamos.
2 - Nunca fizemos a adoração eucarística em família e, eu pelo menos, só a faço muito poucas vezes ao ano - longe, muito longe, de ser uma prática frequente. Confissão mensal? Nem por isso, embora a frequência tenha vindo - muito lentamente - a aumentar, ou seja, os intervalos entre confissões a diminuir (falo por mim). O Rogério sabe de si. Da Vassoura sei que se confessou duas vezes.
Isto tudo para dizer que não temos o hábito de nos organizarmos em família para irmos ao Sacramento da Reconciliação todos juntos. Acho que há aquela parte dos escrúpulos: "Então eu vou dizer a alguém que tem de se confessar? Vou marcar (impor) um dia para isso? Parece pouco ético, pouco cristão. Ao fazer isto não estou a julgar aquela pessoa - neste caso o(s) meu(s) familiar(es)?" Bem, para estas questões há uma resposta simples: "O justo peca sete vezes ao dia.", logo, todos pecamos... Marcar um dia é equivalente a mandar as crianças arrumar o quarto - se eu esperasse que elas se decidissem, mais valia esperar sentada!
3 - OK, esta já está! (Ver aqui.)
4 - Tentamos, eu e o Rogério, rezar o terço todos os dias (nem sempre o fazemos). Em família, só rezamos ao fim de semana.
5 - Não me parece que estejamos ao serviço, neste sentido. Ponto.
CONCLUSÃO...
Por estas razões, acho que a Teresa Power se precipitou, de facto. Nós (ainda) não somos uma Família de Caná. Mas somos talvez uma Família de Caná em construção...
Antes de eu publicar este post, a Teresa deixou comentários no post anterior, que decidi incluir neste:
Olha lá, Bruxa Mimi, quem arrasta pianos de 300kg por causa de um Canto de Oração, chama-se o quê?
e
pode-se ser Família de Caná e nem sequer o saber, como é o caso da Bruxa Mimi...
:-)
Mas ela também escreveu:
As Famílias de Caná (...) têm cinco pontos muito concretos de vida de fé, as Cinco Pedrinhas (...)
... e é por isso que mantenho a minha conclusão. (Apesar de ter escrito que me rendia, Teresa!)
Para terminar este post que já vai muuuuito longo, volto a citar o post da Teresa, que na sua parte final inclui um convite:
"Quem quiser experimentar esta forma de ser Igreja poderá contactar a Família Power, enviando um e-mail para ntpower@sapo.pt, dirigido a Teresa Power e tendo como Assunto “Famílias de Caná”."
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