... conto mais esta, brevíssima!
Só uma vez fiz gelado na Bimby. Tinha os ingredientes certos e a Bimby a funcionar normalmente.
A receita consistia em três (3) passos.
Eu consegui saltar do número 1 para o número 3, alterando fatalmente a consistência do gelado.
Comeu-se? Sim. Mas que desilusão...
Isto foi no verão de 2011. Tal foi o trauma que não voltei a tentar...
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
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quinta-feira, 17 de novembro de 2016
Já agora...
... conto mais esta, brevíssima!
Só uma vez fiz gelado na Bimby. Tinha os ingredientes certos e a Bimby a funcionar normalmente.
A receita consistia em três (3) passos.
Eu consegui saltar do número 1 para o número 3, alterando fatalmente a consistência do gelado.
Comeu-se? Sim. Mas que desilusão...
Isto foi no verão de 2011. Tal foi o trauma que não voltei a tentar...
Só uma vez fiz gelado na Bimby. Tinha os ingredientes certos e a Bimby a funcionar normalmente.
A receita consistia em três (3) passos.
Eu consegui saltar do número 1 para o número 3, alterando fatalmente a consistência do gelado.
Comeu-se? Sim. Mas que desilusão...
Isto foi no verão de 2011. Tal foi o trauma que não voltei a tentar...
quinta-feira, 4 de junho de 2015
A asneira do dia #6
Na noite passada, quando estávamos a rezar em família, com eles já de pijama, apercebi-me que não tinha posto a fralda da noite ao Feitiço. Não interrompi a oração para a pôr (e se voltasse atrás voltaria a não interromper). Infelizmente, quando acabámos de rezar também não a pus(emos).
Resultado: aconteceu novamente isto. (Aliás, tenho quase certeza que entre a asneira #2 e a #6, que hoje conto, aconteceu a mesma coisa, só que acabei por não registar.)
Resultado: aconteceu novamente isto. (Aliás, tenho quase certeza que entre a asneira #2 e a #6, que hoje conto, aconteceu a mesma coisa, só que acabei por não registar.)
A asneira do dia #6
Na noite passada, quando estávamos a rezar em família, com eles já de pijama, apercebi-me que não tinha posto a fralda da noite ao Feitiço. Não interrompi a oração para a pôr (e se voltasse atrás voltaria a não interromper). Infelizmente, quando acabámos de rezar também não a pus(emos).
Resultado: aconteceu novamente isto. (Aliás, tenho quase certeza que entre a asneira #2 e a #6, que hoje conto, aconteceu a mesma coisa, só que acabei por não registar.)
Resultado: aconteceu novamente isto. (Aliás, tenho quase certeza que entre a asneira #2 e a #6, que hoje conto, aconteceu a mesma coisa, só que acabei por não registar.)
terça-feira, 2 de junho de 2015
A asneira do dia #5
(de um dia há mais de uma semana)
Sair de casa, trabalhar, almoçar perto da escola (ou não almoçar, já aconteceu algumas vezes), trabalhar, acabar as aulas, demorar-me um bocado na escola (as usual) e vir para casa não muito tarde, com vontade de ir ao WC...
... e chegar ao pé da porta de casa para me aperceber, sem sequer precisar de procurar, que as chaves de casa estão... em casa!
O que me safou: não era dia de ser eu a abrir a porta às crianças, pelo que pude telefonar ao Rogério, dizer-lhe o que tinha acontecido e pedir-lhe para vir o mais depressa possível para casa (não afetei o seu trabalho porque já estava a preparar-se para sair).
O que fiz enquanto esperei que o meu herói chegasse: sentei-me no tapete (pelo menos não era frio como o chão!) e pus-me (deveria ser "pus-me", mas não consigo pôr os dois -) a corrigir trabalhos.
Sair de casa, trabalhar, almoçar perto da escola (ou não almoçar, já aconteceu algumas vezes), trabalhar, acabar as aulas, demorar-me um bocado na escola (as usual) e vir para casa não muito tarde, com vontade de ir ao WC...
... e chegar ao pé da porta de casa para me aperceber, sem sequer precisar de procurar, que as chaves de casa estão... em casa!
O que me safou: não era dia de ser eu a abrir a porta às crianças, pelo que pude telefonar ao Rogério, dizer-lhe o que tinha acontecido e pedir-lhe para vir o mais depressa possível para casa (não afetei o seu trabalho porque já estava a preparar-se para sair).
O que fiz enquanto esperei que o meu herói chegasse: sentei-me no tapete (pelo menos não era frio como o chão!) e pus-me (deveria ser "pus-me", mas não consigo pôr os dois -) a corrigir trabalhos.
A asneira do dia #5
(de um dia há mais de uma semana)
Sair de casa, trabalhar, almoçar perto da escola (ou não almoçar, já aconteceu algumas vezes), trabalhar, acabar as aulas, demorar-me um bocado na escola (as usual) e vir para casa não muito tarde, com vontade de ir ao WC...
... e chegar ao pé da porta de casa para me aperceber, sem sequer precisar de procurar, que as chaves de casa estão... em casa!
O que me safou: não era dia de ser eu a abrir a porta às crianças, pelo que pude telefonar ao Rogério, dizer-lhe o que tinha acontecido e pedir-lhe para vir o mais depressa possível para casa (não afetei o seu trabalho porque já estava a preparar-se para sair).
O que fiz enquanto esperei que o meu herói chegasse: sentei-me no tapete (pelo menos não era frio como o chão!) e pus-me (deveria ser "pus-me", mas não consigo pôr os dois -) a corrigir trabalhos.
Sair de casa, trabalhar, almoçar perto da escola (ou não almoçar, já aconteceu algumas vezes), trabalhar, acabar as aulas, demorar-me um bocado na escola (as usual) e vir para casa não muito tarde, com vontade de ir ao WC...
... e chegar ao pé da porta de casa para me aperceber, sem sequer precisar de procurar, que as chaves de casa estão... em casa!
O que me safou: não era dia de ser eu a abrir a porta às crianças, pelo que pude telefonar ao Rogério, dizer-lhe o que tinha acontecido e pedir-lhe para vir o mais depressa possível para casa (não afetei o seu trabalho porque já estava a preparar-se para sair).
O que fiz enquanto esperei que o meu herói chegasse: sentei-me no tapete (pelo menos não era frio como o chão!) e pus-me (deveria ser "pus-me", mas não consigo pôr os dois -) a corrigir trabalhos.
segunda-feira, 11 de maio de 2015
A asneira do dia #4
Sair da escola para ir almoçar a casa, sem levar a chave da mesma (e não estar lá ninguém para abrir a porta).
A asneira do dia #4
Sair da escola para ir almoçar a casa, sem levar a chave da mesma (e não estar lá ninguém para abrir a porta).
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
A asneira do dia #3
Espremer um "altinho" na cara que não era uma borbulha nem um ponto negro (espremer estes dois também não seria boa ideia, eu sei).
Consequências:
Ficar a jorrar sangue em quantidade generosa. E ouvir o Feitiço:
- Mamã, estás a morrer?
**************
Informação adicional: após alguns (longos) minutos, o sangue deixou de sair. A cara arde-me no sítio em questão. Nada do outro mundo.
Consequências:
Ficar a jorrar sangue em quantidade generosa. E ouvir o Feitiço:
- Mamã, estás a morrer?
**************
Informação adicional: após alguns (longos) minutos, o sangue deixou de sair. A cara arde-me no sítio em questão. Nada do outro mundo.
A asneira do dia #3
Espremer um "altinho" na cara que não era uma borbulha nem um ponto negro (espremer estes dois também não seria boa ideia, eu sei).
Consequências:
Ficar a jorrar sangue em quantidade generosa. E ouvir o Feitiço:
- Mamã, estás a morrer?
**************
Informação adicional: após alguns (longos) minutos, o sangue deixou de sair. A cara arde-me no sítio em questão. Nada do outro mundo.
Consequências:
Ficar a jorrar sangue em quantidade generosa. E ouvir o Feitiço:
- Mamã, estás a morrer?
**************
Informação adicional: após alguns (longos) minutos, o sangue deixou de sair. A cara arde-me no sítio em questão. Nada do outro mundo.
domingo, 30 de março de 2014
A asneira do dia #2
Esta asneira foi ontem à noite e é muito fácil de relatar: esqueci-me de colocar a fralda ao Feitiço. Resultado: estava encharcado quando acordou de manhã (primeira prenda que me deu).
Segunda prenda que o Feitiço me deu: borbulhas que têm 99,9% de probabilidade de serem varicela. Parte menos má: não parece muito incomodado (veremos como acorda amanhã...)
Segunda prenda que o Feitiço me deu: borbulhas que têm 99,9% de probabilidade de serem varicela. Parte menos má: não parece muito incomodado (veremos como acorda amanhã...)
A asneira do dia #2
Esta asneira foi ontem à noite e é muito fácil de relatar: esqueci-me de colocar a fralda ao Feitiço. Resultado: estava encharcado quando acordou de manhã (primeira prenda que me deu).
Segunda prenda que o Feitiço me deu: borbulhas que têm 99,9% de probabilidade de serem varicela. Parte menos má: não parece muito incomodado (veremos como acorda amanhã...)
Segunda prenda que o Feitiço me deu: borbulhas que têm 99,9% de probabilidade de serem varicela. Parte menos má: não parece muito incomodado (veremos como acorda amanhã...)
domingo, 24 de novembro de 2013
A asneira do dia #1
Ao almoço.
Feitiço, com o prato pousado em cima do babete (como sempre), vira-se para o lado, deixando o prato num equilíbrio muito precário. A mãe, quando dá conta, sem se conter, grita:
- Feitiiiiço!
Resultado: o Feitiço vira-se para a frente, mas num movimento brusco, que resultou na queda do prato e todo o seu conteúdo (arroz e bocados de filete).
Pontos positivos: não era um prato de sopa e o prato não se partiu.
Se voltasse atrás no tempo, é óbvio que não teria gritado, mas sim aproximado do Feitiço e endireitado o rapaz - depois de colocar o prato a salvo.
Feitiço, com o prato pousado em cima do babete (como sempre), vira-se para o lado, deixando o prato num equilíbrio muito precário. A mãe, quando dá conta, sem se conter, grita:
- Feitiiiiço!
Resultado: o Feitiço vira-se para a frente, mas num movimento brusco, que resultou na queda do prato e todo o seu conteúdo (arroz e bocados de filete).
Pontos positivos: não era um prato de sopa e o prato não se partiu.
Se voltasse atrás no tempo, é óbvio que não teria gritado, mas sim aproximado do Feitiço e endireitado o rapaz - depois de colocar o prato a salvo.
A asneira do dia #1
Ao almoço.
Feitiço, com o prato pousado em cima do babete (como sempre), vira-se para o lado, deixando o prato num equilíbrio muito precário. A mãe, quando dá conta, sem se conter, grita:
- Feitiiiiço!
Resultado: o Feitiço vira-se para a frente, mas num movimento brusco, que resultou na queda do prato e todo o seu conteúdo (arroz e bocados de filete).
Pontos positivos: não era um prato de sopa e o prato não se partiu.
Se voltasse atrás no tempo, é óbvio que não teria gritado, mas sim aproximado do Feitiço e endireitado o rapaz - depois de colocar o prato a salvo.
Feitiço, com o prato pousado em cima do babete (como sempre), vira-se para o lado, deixando o prato num equilíbrio muito precário. A mãe, quando dá conta, sem se conter, grita:
- Feitiiiiço!
Resultado: o Feitiço vira-se para a frente, mas num movimento brusco, que resultou na queda do prato e todo o seu conteúdo (arroz e bocados de filete).
Pontos positivos: não era um prato de sopa e o prato não se partiu.
Se voltasse atrás no tempo, é óbvio que não teria gritado, mas sim aproximado do Feitiço e endireitado o rapaz - depois de colocar o prato a salvo.
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