quarta-feira, 11 de maio de 2016

Tratamento e pós-tratamento

Há duas semanas (e um dia, que comecei a escrever este post ontem!) tive consulta com a ginecologista por causa da ferida no colo do útero.

Ela disse que havia a hipótese de ter ficado tudo bem com a biópsia, que por vezes isso acontecia. Fez a "investigação". O problema ainda lá estava.

Perguntei-lhe o que é que as pacientes costumavam dizer do tratamento, se diziam que picava, que ardia, ... Respondeu que diziam que dava uma sensação de picar.

Começou o tratamento, que não demorou mais de dois minutos e que foi perfeitamente suportável - com a ajuda de umas Avé Marias rezadas interiormente!

Não foi a primeira vez que rezei para me concentrar noutra coisa que não as dores (que não eram muitas, de resto, era mesmo uma sensação de picadas desconfortáveis) - no dentista é a estratégia que uso sempre! :-)

No fim, a médica perguntou-me se estava enjoada. Respondi:

- É suposto?

Médica: Não, mas às vezes o lado psicológico...

Eu: Ah, não, eu estou bem.

A seguir estivemos a conversar um bocado sobre a família, o Rogério, os miúdos, as aulas, enfim, o que surgiu. Acho que a conversa é uma forma de a médica se certificar que as pacientes estão realmente bem (na verdade, conversamos sempre, mesmo sem tratamento).

Já não sei em que altura, após o tratamento, a médica avisou-me que seria normal ter um corrimento amarelado, por causa do processo de cicatrização. Não me falou em número de dias, e eu não me lembrei de perguntar. Na minha cabeça, pensei que teria corrimento nesse dia e provavelmente no dia a seguir.

O tal corrimento amarelo não falhou, e eu percebi que teria que colocar um penso higiénico como se estivesse com o período.

Os dias foram passando... e o corrimento continuava (e com um odor muito desagradável, acrescento!). Ao fim de uma semana, o corrimento começou a mudar de cor, fazendo lembrar a cor daqueles dias do mês em que o fluxo não é abundante - tipo cor de salmão, não sei se estão a ver (quer dizer, eu tenho dias desses, quem tem um período que vem e vai em 3 ou 4 dias se calhar não tem!).

Na sexta-feira passada, como o corrimento continuava, telefonei para o consultório. A médica não estava. Durante o fim de semana não a quis incomodar pelo telemóvel. Ontem voltei a ligar para o consultório - deu impedido, e não voltei a tentar.

O corrimento continua...

Tratamento e pós-tratamento

Há duas semanas (e um dia, que comecei a escrever este post ontem!) tive consulta com a ginecologista por causa da ferida no colo do útero.

Ela disse que havia a hipótese de ter ficado tudo bem com a biópsia, que por vezes isso acontecia. Fez a "investigação". O problema ainda lá estava.

Perguntei-lhe o que é que as pacientes costumavam dizer do tratamento, se diziam que picava, que ardia, ... Respondeu que diziam que dava uma sensação de picar.

Começou o tratamento, que não demorou mais de dois minutos e que foi perfeitamente suportável - com a ajuda de umas Avé Marias rezadas interiormente!

Não foi a primeira vez que rezei para me concentrar noutra coisa que não as dores (que não eram muitas, de resto, era mesmo uma sensação de picadas desconfortáveis) - no dentista é a estratégia que uso sempre! :-)

No fim, a médica perguntou-me se estava enjoada. Respondi:

- É suposto?

Médica: Não, mas às vezes o lado psicológico...

Eu: Ah, não, eu estou bem.

A seguir estivemos a conversar um bocado sobre a família, o Rogério, os miúdos, as aulas, enfim, o que surgiu. Acho que a conversa é uma forma de a médica se certificar que as pacientes estão realmente bem (na verdade, conversamos sempre, mesmo sem tratamento).

Já não sei em que altura, após o tratamento, a médica avisou-me que seria normal ter um corrimento amarelado, por causa do processo de cicatrização. Não me falou em número de dias, e eu não me lembrei de perguntar. Na minha cabeça, pensei que teria corrimento nesse dia e provavelmente no dia a seguir.

O tal corrimento amarelo não falhou, e eu percebi que teria que colocar um penso higiénico como se estivesse com o período.

Os dias foram passando... e o corrimento continuava (e com um odor muito desagradável, acrescento!). Ao fim de uma semana, o corrimento começou a mudar de cor, fazendo lembrar a cor daqueles dias do mês em que o fluxo não é abundante - tipo cor de salmão, não sei se estão a ver (quer dizer, eu tenho dias desses, quem tem um período que vem e vai em 3 ou 4 dias se calhar não tem!).

Na sexta-feira passada, como o corrimento continuava, telefonei para o consultório. A médica não estava. Durante o fim de semana não a quis incomodar pelo telemóvel. Ontem voltei a ligar para o consultório - deu impedido, e não voltei a tentar.

O corrimento continua...

terça-feira, 10 de maio de 2016

Daqui a um mês...

... será feriado;

... as aulas já terão acabado;

... haverá muita coisa (de trabalho) para fazer, mas ... 

...

... será feriado e

... as aulas já terão acabado!

Daqui a um mês...

... será feriado;

... as aulas já terão acabado;

... haverá muita coisa (de trabalho) para fazer, mas ... 

...

... será feriado e

... as aulas já terão acabado!

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Já me está a custar

... que seja 5 de maio e não exista, neste blogue, nenhum post publicado. Pronto, problema resolvido! ;-)

Já me está a custar

... que seja 5 de maio e não exista, neste blogue, nenhum post publicado. Pronto, problema resolvido! ;-)

terça-feira, 26 de abril de 2016

Ferida e tratamento

Na minha última ida à ginecologista, ela viu que eu tinha uma ferida no colo do útero. Hoje vou fazer o tratamento. Parece que é um processo rápido (menos de dois minutos) e que consiste em queimar a ferida.

Não estou particularmente entusiasmada com a perspetiva (quem estaria?), mas confio na minha médica.

Depois conto como foi (acho eu)...

Ferida e tratamento

Na minha última ida à ginecologista, ela viu que eu tinha uma ferida no colo do útero. Hoje vou fazer o tratamento. Parece que é um processo rápido (menos de dois minutos) e que consiste em queimar a ferida.

Não estou particularmente entusiasmada com a perspetiva (quem estaria?), mas confio na minha médica.

Depois conto como foi (acho eu)...

sábado, 23 de abril de 2016

Tu o dizes, Feitiço!

É o Rogério que diariamente leva os três à escola, mas ontem tive de ser eu. Como não conduzo, fomos a pé. Conseguimos sair de casa 10 minutos antes da hora a que habitualmente saem, ou seja, saímos às 7:50h. Passámos pela minha escola para eu deixar as minhas coisas e não transportar um peso desnecessário no regresso. Implicou apenas uns cinco minutos, pois fica praticamente em caminho.

Chegámos à escola deles dez minutos antes de tocar (para elas - ele não tem toque, embora tenha hora de entrada), portanto a experiência correu bem. Eu também cheguei a horas à minha escola, pois o meu toque é meia hora depois do delas.

Como eu já contei aqui e deixei registado em comentários em variados blogues, os meus filhos são especialistas em destruir sapatos (devem ter um acordo com algum fabricante ou sapataria, e eu é que não sei). Durante a ida, reparei mais uma vez no estado dos sapatos do Feitiço (não se veem as meias, mas quase... ou então já se veem e eu é que prefiro não saber). Reparei também no rasgão que há na parte de trás do casaco do Feitiço que eu não coso porque prefiro que seja a Nina a coser (há um grande desnível entre a minha capacidade e a dela nesta - e noutras - área). Ora como ele não tem um casaco alternativo, vai usando este com o rasgão. 

Comentei:

- Buraco nos sapatos, buraco no casaco... Que pobreza!

Feitiço: Não é pobreza, é estragueza!

Tu o dizes, Feitiço!

É o Rogério que diariamente leva os três à escola, mas ontem tive de ser eu. Como não conduzo, fomos a pé. Conseguimos sair de casa 10 minutos antes da hora a que habitualmente saem, ou seja, saímos às 7:50h. Passámos pela minha escola para eu deixar as minhas coisas e não transportar um peso desnecessário no regresso. Implicou apenas uns cinco minutos, pois fica praticamente em caminho.

Chegámos à escola deles dez minutos antes de tocar (para elas - ele não tem toque, embora tenha hora de entrada), portanto a experiência correu bem. Eu também cheguei a horas à minha escola, pois o meu toque é meia hora depois do delas.

Como eu já contei aqui e deixei registado em comentários em variados blogues, os meus filhos são especialistas em destruir sapatos (devem ter um acordo com algum fabricante ou sapataria, e eu é que não sei). Durante a ida, reparei mais uma vez no estado dos sapatos do Feitiço (não se veem as meias, mas quase... ou então já se veem e eu é que prefiro não saber). Reparei também no rasgão que há na parte de trás do casaco do Feitiço que eu não coso porque prefiro que seja a Nina a coser (há um grande desnível entre a minha capacidade e a dela nesta - e noutras - área). Ora como ele não tem um casaco alternativo, vai usando este com o rasgão. 

Comentei:

- Buraco nos sapatos, buraco no casaco... Que pobreza!

Feitiço: Não é pobreza, é estragueza!

A ler, a ler, a ler!

O quê?

Este post da FEM, do qual transcrevo uns excertos para aguçar a vossa curiosidade:

Na relação familiar…

Qual a prioridade?
A nossa prioridade é a Família.

Dentro da prioridade o que reveste carácter de prioridade das prioridades?
O nosso cônjuge. Ponto. Não é discutível. A prioridade da mulher é o marido e vice-versa.

(...)

Um exemplo prático na definição da prioridade?
Por exemplo o chegar a casa. Quando o marido chega a casa, ainda que os filhos corram todos para os seus braços à procura do beijo, a primeira pessoa a ser cumprimentada é a mulher. Só depois os filhos. E eles irão aperceber-se que a prioridade do pai é a mãe e a prioridade da mãe é o pai. Eles são o bom fruto do amor entre o casal. Mas o casal precede-os. E isso tem de ficar muito claro.

A ler, a ler, a ler!

O quê?

Este post da FEM, do qual transcrevo uns excertos para aguçar a vossa curiosidade:

Na relação familiar…

Qual a prioridade?
A nossa prioridade é a Família.

Dentro da prioridade o que reveste carácter de prioridade das prioridades?
O nosso cônjuge. Ponto. Não é discutível. A prioridade da mulher é o marido e vice-versa.

(...)

Um exemplo prático na definição da prioridade?
Por exemplo o chegar a casa. Quando o marido chega a casa, ainda que os filhos corram todos para os seus braços à procura do beijo, a primeira pessoa a ser cumprimentada é a mulher. Só depois os filhos. E eles irão aperceber-se que a prioridade do pai é a mãe e a prioridade da mãe é o pai. Eles são o bom fruto do amor entre o casal. Mas o casal precede-os. E isso tem de ficar muito claro.

domingo, 17 de abril de 2016

Prima pequenina, ou mais ou menos

São 35 anos, mas será sempre pequenina para mim. Lembro-me da mãe barriguda a virar a esquina da casa onde morávamos, no meu 8º aniversário, e lembro-me da prenda que me deram os tios, seus pais, na ocasião: um conjunto saia+parte de cima xadrez, em cores claras. A parte de cima tinha uns botões (só em cima, não eram de cima a baixo) e a ponta das mangas (curtas) era branca. Eu adorei aquela roupa e tive muita pena quando deixou de me servir. E, tal como gostei muito da roupa, gostava muito dos tios (de quem tenho saudades) e gosto muito desta minha prima (só falo desta porque é dela o aniversário). Já disse que ela é pequenina?


P A R A B É N S ! ! !

Prima pequenina, ou mais ou menos

São 35 anos, mas será sempre pequenina para mim. Lembro-me da mãe barriguda a virar a esquina da casa onde morávamos, no meu 8º aniversário, e lembro-me da prenda que me deram os tios, seus pais, na ocasião: um conjunto saia+parte de cima xadrez, em cores claras. A parte de cima tinha uns botões (só em cima, não eram de cima a baixo) e a ponta das mangas (curtas) era branca. Eu adorei aquela roupa e tive muita pena quando deixou de me servir. E, tal como gostei muito da roupa, gostava muito dos tios (de quem tenho saudades) e gosto muito desta minha prima (só falo desta porque é dela o aniversário). Já disse que ela é pequenina?


P A R A B É N S ! ! !

terça-feira, 12 de abril de 2016

Balde de água fria

Há mais de um mês, penso eu, - garantidamente antes da interrupção letiva da Páscoa -, escrevi "à mão" umas perguntas sobre uns poemas de um livro que estou a explorar com os alunos. Escrevi essas perguntas no meu caderno A4, onde mais ou menos escrevo tudo o que é relacionado com a escola. Fi-lo com muita antecedência (relativamente à altura em que iria propor o trabalho à turma).

Não é verdade, infelizmente. Quando há bocado peguei no caderno para passar as perguntas a computador (com uma antecedência nitidamente reduzida) ... não as encontrei. Vá-se lá saber porquê, quando escrevi as perguntas utilizei uma folha solta que, claro, agora não encontro.

Sinceramente, não estou para repensar as perguntas sem primeiro as procurar no escritório (vulgo quarto do Feitiço, que lá está a dormir, como é natural a esta hora), e não sei mais onde...

Posso sempre pensar em perguntas para explorar outros poemas (o livro tem muitos!), mas agora o que eu vou é dormir.

Boa noite!

Balde de água fria

Há mais de um mês, penso eu, - garantidamente antes da interrupção letiva da Páscoa -, escrevi "à mão" umas perguntas sobre uns poemas de um livro que estou a explorar com os alunos. Escrevi essas perguntas no meu caderno A4, onde mais ou menos escrevo tudo o que é relacionado com a escola. Fi-lo com muita antecedência (relativamente à altura em que iria propor o trabalho à turma).

Não é verdade, infelizmente. Quando há bocado peguei no caderno para passar as perguntas a computador (com uma antecedência nitidamente reduzida) ... não as encontrei. Vá-se lá saber porquê, quando escrevi as perguntas utilizei uma folha solta que, claro, agora não encontro.

Sinceramente, não estou para repensar as perguntas sem primeiro as procurar no escritório (vulgo quarto do Feitiço, que lá está a dormir, como é natural a esta hora), e não sei mais onde...

Posso sempre pensar em perguntas para explorar outros poemas (o livro tem muitos!), mas agora o que eu vou é dormir.

Boa noite!

Um post a ler, para refletir

... este, da Família Raríssima, sobre o uso dos telemóveis (e demais tecnologias).

Gostaria de dizer que não estou demasiado tempo ao telemóvel, ou ao computador, mas... não seria verdade. E tal como reconheço em mim, identifico o problema no meu querido Gato. 

Devíamos ajudar-nos um ao outro a reduzir a dose. O problema é que o computador é o nosso principal meio de trabalho (em casa, no meu caso - que na escola raramente lhe toco, e, se o faço, é garantidamente para trabalhar, como esta manhã, em que os alunos de um grupo estiveram a escrever os nomes dos planetas para o seu projeto sobre o Sistema Solar).

Durante o horário de expediente, segundo consta - e, conhecendo o Rogério, acredito que seja verdade -, o Rogério não se distrai. Mas, uma vez em casa, o comportamento é outro. O dele e o meu.

Repito: devíamos ajudar-nos um ao outro a reduzir a dose.

Um post a ler, para refletir

... este, da Família Raríssima, sobre o uso dos telemóveis (e demais tecnologias).

Gostaria de dizer que não estou demasiado tempo ao telemóvel, ou ao computador, mas... não seria verdade. E tal como reconheço em mim, identifico o problema no meu querido Gato. 

Devíamos ajudar-nos um ao outro a reduzir a dose. O problema é que o computador é o nosso principal meio de trabalho (em casa, no meu caso - que na escola raramente lhe toco, e, se o faço, é garantidamente para trabalhar, como esta manhã, em que os alunos de um grupo estiveram a escrever os nomes dos planetas para o seu projeto sobre o Sistema Solar).

Durante o horário de expediente, segundo consta - e, conhecendo o Rogério, acredito que seja verdade -, o Rogério não se distrai. Mas, uma vez em casa, o comportamento é outro. O dele e o meu.

Repito: devíamos ajudar-nos um ao outro a reduzir a dose.

domingo, 10 de abril de 2016

- Então, já "fecharam a loja"?

... foi o que nos perguntou ontem uma conhecida (minha), que encontrámos por acaso no sítio onde a Varinha fez a festa de anos com algumas amigas da escola.

A minha resposta foi pronta:

- Nós não temos uma loja, nós somos professores!

Ela riu-se, percebeu onde eu queria chegar e disse:

- Boa resposta!

Também achei e por isso partilho. Como sei que há quem tenha um espaço comercial, deixo uma resposta semelhante, mas adaptada:

- Não, ainda tenho a loja aberta. O negócio vai bem/mais ou menos/... (etc.)

Se tiveram uma loja, mas ela entretanto fechou, podem responder:

- Sim, a loja fechou mas [trabalho não me falta/ando à procura de alternativas/... etc.]



Nunca gostei da pergunta, porque acho que é uma comparação infeliz - ter filhos não é um negócio! Isto para além de ninguém ter nada a ver com o facto de termos ou não mais descendência.

- Então, já "fecharam a loja"?

... foi o que nos perguntou ontem uma conhecida (minha), que encontrámos por acaso no sítio onde a Varinha fez a festa de anos com algumas amigas da escola.

A minha resposta foi pronta:

- Nós não temos uma loja, nós somos professores!

Ela riu-se, percebeu onde eu queria chegar e disse:

- Boa resposta!

Também achei e por isso partilho. Como sei que há quem tenha um espaço comercial, deixo uma resposta semelhante, mas adaptada:

- Não, ainda tenho a loja aberta. O negócio vai bem/mais ou menos/... (etc.)

Se tiveram uma loja, mas ela entretanto fechou, podem responder:

- Sim, a loja fechou mas [trabalho não me falta/ando à procura de alternativas/... etc.]



Nunca gostei da pergunta, porque acho que é uma comparação infeliz - ter filhos não é um negócio! Isto para além de ninguém ter nada a ver com o facto de termos ou não mais descendência.

Ser substituída

Perante a possibilidade de eu não ser a professora da turma da sua criança no 4º ano, uma mãe disse-me:

- Estou um bocado apreensiva com essa mudança... A ser substituída, preferia que tivesse sido logo no 1º ano! [ultra-mini pausa] A professora sabe [que nunca nos entendemos bem].

Esta mãe adora-me! ;-)

Ser substituída

Perante a possibilidade de eu não ser a professora da turma da sua criança no 4º ano, uma mãe disse-me:

- Estou um bocado apreensiva com essa mudança... A ser substituída, preferia que tivesse sido logo no 1º ano! [ultra-mini pausa] A professora sabe [que nunca nos entendemos bem].

Esta mãe adora-me! ;-)

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Sinto-me leve...

Esta manhã sentia-me pesada. Ia ter reunião de pais (outra vez?!?)* e não me sentia preparada para falar e ainda menos para "ouvir".

O Senhor foi muito misericordioso para comigo. Tirou-me literalmente peso dos ombros! 

(Só não me tirou peso daquele que se verifica na balança, se é que me faço entender. ;-))

*Tem de ser... Será que foi a última?

Sinto-me leve...

Esta manhã sentia-me pesada. Ia ter reunião de pais (outra vez?!?)* e não me sentia preparada para falar e ainda menos para "ouvir".

O Senhor foi muito misericordioso para comigo. Tirou-me literalmente peso dos ombros! 

(Só não me tirou peso daquele que se verifica na balança, se é que me faço entender. ;-))

*Tem de ser... Será que foi a última?

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Qual a principal semelhança entre um elefante...

... e a Mimi?

- Ambos temos trombas. 

(Quer dizer, ele tem tromba, eu estou de trombas. A ver se me passa.)

Qual a principal semelhança entre um elefante...

... e a Mimi?

- Ambos temos trombas. 

(Quer dizer, ele tem tromba, eu estou de trombas. A ver se me passa.)

terça-feira, 5 de abril de 2016

Palavras do Feitiço para a Varinha, hoje:

- És um rabinho de leite com mil bufas de cão!

Que simpático...

Palavras do Feitiço para a Varinha, hoje:

- És um rabinho de leite com mil bufas de cão!

Que simpático...

Parabéns, Varinha!

Pois é, há quem faça 5 meses (a Lúcia) e há quem faça 8 anos - a Varinha. O tempo passa!  :-)

A esta hora não tenho tempo para grandes escritas, mas também, mesmo que tivesse, eu não tenho jeito para escrever sobre os meus filhos, assim mais intimamente, aquilo que está no fundo do meu coração, ou melhor, aquilo que está no fundo e em todo o meu coração...

O que sei é que a Varinha hoje faz anos e que está muito contente por poder almoçar comigo e com uma amiga, fora da escola. O meu horário de 3ª feira permite-me fazer isto, é uma "sorte"!

P A R A B É N S ! ! ! ! ! ! ! !

Parabéns, Varinha!

Pois é, há quem faça 5 meses (a Lúcia) e há quem faça 8 anos - a Varinha. O tempo passa!  :-)

A esta hora não tenho tempo para grandes escritas, mas também, mesmo que tivesse, eu não tenho jeito para escrever sobre os meus filhos, assim mais intimamente, aquilo que está no fundo do meu coração, ou melhor, aquilo que está no fundo e em todo o meu coração...

O que sei é que a Varinha hoje faz anos e que está muito contente por poder almoçar comigo e com uma amiga, fora da escola. O meu horário de 3ª feira permite-me fazer isto, é uma "sorte"!

P A R A B É N S ! ! ! ! ! ! ! !

segunda-feira, 4 de abril de 2016

É preciso recomeçar...

... e não me apetece nada, nadinha. Acho que há uma semana estava com mais energia para recomeçar do que hoje.

Nós, Jesus, ...!

É preciso recomeçar...

... e não me apetece nada, nadinha. Acho que há uma semana estava com mais energia para recomeçar do que hoje.

Nós, Jesus, ...!

Há oito anos...

... era sexta-feira. Como é que sei, assim de cabeça? A Varinha nasceu num sábado! :-)

Há oito anos...

... era sexta-feira. Como é que sei, assim de cabeça? A Varinha nasceu num sábado! :-)

sábado, 2 de abril de 2016

Fez-me lembrar a Matilde...

A Vassoura perguntou-me se podia ler o meu blogue. Eu autorizei. Quando depois voltei ao blogue, ele estava onde ela o tinha deixado: nos posts da etiqueta "Vassoura"... Tal tia [Matilde], tal sobrinha!

Fez-me lembrar a Matilde...

A Vassoura perguntou-me se podia ler o meu blogue. Eu autorizei. Quando depois voltei ao blogue, ele estava onde ela o tinha deixado: nos posts da etiqueta "Vassoura"... Tal tia [Matilde], tal sobrinha!

Seis filhos por um dia

Como eu contei aqui, a Vassoura e a Varinha ficaram em casa dos avós bruxos com os tios e as primas. Ficaram lá de quinta para sexta-feira.

Ontem, sexta-feira, ao fim da tarde, a minha irmã e o marido vieram "devolver" as sobrinhas e deixaram as três filhas. Demos-lhe jantar, dormida, pequeno-almoço e daqui a pouco daremos almoço. Nada do outro mundo. Mas...

... a minha sobrinha mais velha (destas três) está desde janeiro com algumas (bastantes) restrições alimentares. Para o pequeno-almoço, por exemplo, tivemos de fazer um pão especial. Eu nunca tinha feito pão na vida!

A minha irmã deveria ter-me perguntado se eu tinha os ingredientes necessários, mas assumiu que, tirando as sementes de linhaça e o coco ralado - que enviou -, havia de tudo cá em casa...

Wrong! 

Não tínhamos uma chávena graduada (e eu não sou boa nas equivalências chávena/caneca e a minha sobrinha - que em casa prepara o pão sozinha - também não), não tínhamos fermento ("Mas eu sei que tu fazes bolos!" - disse a Margarida. "Eu uso farinha "self-raising"" - respondi.) e só por acaso tínhamos os quatro ovos necessários. O fermento foi comprado na mercearia que felizmente existe no prédio ao lado do nosso.

Durante a elaboração do pão fartei-me de ligar para a minha irmã. Até para saber que potência e quanto tempo colocar no micro-ondas. Mas no fim, segundo a minha sobrinha, o pão ficou com o aspeto com que costuma ficar. Não fui a tempo de tirar uma fotografia ao pão inteiro, mas tirei quando ainda só se tinha tirado uma parte e depois de a minha sobrinha ter terminado o pequeno-almoço (ela comeu o pão com atum por cima).





Os seis primos têm estado a brincar com Legos, às escondidas, às pinturas, jogos... É um fartote!

Curiosamente, não acho que os seis façam assim tanto barulho! :-)

Seis filhos por um dia

Como eu contei aqui, a Vassoura e a Varinha ficaram em casa dos avós bruxos com os tios e as primas. Ficaram lá de quinta para sexta-feira.

Ontem, sexta-feira, ao fim da tarde, a minha irmã e o marido vieram "devolver" as sobrinhas e deixaram as três filhas. Demos-lhe jantar, dormida, pequeno-almoço e daqui a pouco daremos almoço. Nada do outro mundo. Mas...

... a minha sobrinha mais velha (destas três) está desde janeiro com algumas (bastantes) restrições alimentares. Para o pequeno-almoço, por exemplo, tivemos de fazer um pão especial. Eu nunca tinha feito pão na vida!

A minha irmã deveria ter-me perguntado se eu tinha os ingredientes necessários, mas assumiu que, tirando as sementes de linhaça e o coco ralado - que enviou -, havia de tudo cá em casa...

Wrong! 

Não tínhamos uma chávena graduada (e eu não sou boa nas equivalências chávena/caneca e a minha sobrinha - que em casa prepara o pão sozinha - também não), não tínhamos fermento ("Mas eu sei que tu fazes bolos!" - disse a Margarida. "Eu uso farinha "self-raising"" - respondi.) e só por acaso tínhamos os quatro ovos necessários. O fermento foi comprado na mercearia que felizmente existe no prédio ao lado do nosso.

Durante a elaboração do pão fartei-me de ligar para a minha irmã. Até para saber que potência e quanto tempo colocar no micro-ondas. Mas no fim, segundo a minha sobrinha, o pão ficou com o aspeto com que costuma ficar. Não fui a tempo de tirar uma fotografia ao pão inteiro, mas tirei quando ainda só se tinha tirado uma parte e depois de a minha sobrinha ter terminado o pequeno-almoço (ela comeu o pão com atum por cima).





Os seis primos têm estado a brincar com Legos, às escondidas, às pinturas, jogos... É um fartote!

Curiosamente, não acho que os seis façam assim tanto barulho! :-)

sexta-feira, 1 de abril de 2016

quinta-feira, 31 de março de 2016

Chez Avós Bruxos

As manas V&V estão em casa dos avós bruxos, sem os avós bruxos. Como é óbvio, não estão lá sozinhas - estão com os tios Margarida&Margarido (nome a repensar!) e as primas.

O Feitiço, quando soube que elas não viriam jantar nem dormir, disse:

- É uma injustiça!

Chez Avós Bruxos

As manas V&V estão em casa dos avós bruxos, sem os avós bruxos. Como é óbvio, não estão lá sozinhas - estão com os tios Margarida&Margarido (nome a repensar!) e as primas.

O Feitiço, quando soube que elas não viriam jantar nem dormir, disse:

- É uma injustiça!

segunda-feira, 28 de março de 2016

A Matilde...

... acabou de me dizer: 

- Escreve mais posts sobre a minha pessoa e depois avisa-me!

Eu respondi:

- Não, não, TU é que tens de ir ao blogue ver se há lá algum post sobre ti!

Entretanto desligámos o Skype.

Vamos lá ver quanto tempo demora a Matilde a responder a este post...

A Matilde...

... acabou de me dizer: 

- Escreve mais posts sobre a minha pessoa e depois avisa-me!

Eu respondi:

- Não, não, TU é que tens de ir ao blogue ver se há lá algum post sobre ti!

Entretanto desligámos o Skype.

Vamos lá ver quanto tempo demora a Matilde a responder a este post...

A Matilde...

... não costuma ler o blogue. Mas agora estamos a falar no Skype - nós e a Avó Bruxa, que está ao pé dela - e está a fazer comentários. No entanto, até agora, (quase) só leu posts que de alguma maneira estão relacionados com ela. É uma leitora seletiva... e ligeiramente narcisista!

A Matilde...

... não costuma ler o blogue. Mas agora estamos a falar no Skype - nós e a Avó Bruxa, que está ao pé dela - e está a fazer comentários. No entanto, até agora, (quase) só leu posts que de alguma maneira estão relacionados com ela. É uma leitora seletiva... e ligeiramente narcisista!

Quadras fresquinhas

Hoje e amanhã


Passei o dia na escola
Sem alunos, a arrumar.
Apesar do meu empenho,
Amanhã terei de voltar. 

A Vassoura e a Varinha
Irão para casa dos avós.
O Feitiço irá para a escola
- Não deixará os amigos sós!

O Rogério está ao serviço
- Férias só tem no verão!
Hoje, por exemplo,
Às dez teve reunião.

Amanhã a meio da tarde
Terei uma grande alegria:
Filhote Pato virá
e far-me-á companhia!

Dormirá em nossa casa
Como fez mais de uma vez;
Passará a quarta comigo...
E eu farei quarenta e três*!

                  Bruxa Mimi


*Pois é, caros leitores, está a aproximar-se aquela data novamente... por isso na quarta-feira, dia 30, cheguem-se à frente com os parabéns! Cá vos espero! ;-)

Quadras fresquinhas

Hoje e amanhã


Passei o dia na escola
Sem alunos, a arrumar.
Apesar do meu empenho,
Amanhã terei de voltar. 

A Vassoura e a Varinha
Irão para casa dos avós.
O Feitiço irá para a escola
- Não deixará os amigos sós!

O Rogério está ao serviço
- Férias só tem no verão!
Hoje, por exemplo,
Às dez teve reunião.

Amanhã a meio da tarde
Terei uma grande alegria:
Filhote Pato virá
e far-me-á companhia!

Dormirá em nossa casa
Como fez mais de uma vez;
Passará a quarta comigo...
E eu farei quarenta e três*!

                  Bruxa Mimi


*Pois é, caros leitores, está a aproximar-se aquela data novamente... por isso na quarta-feira, dia 30, cheguem-se à frente com os parabéns! Cá vos espero! ;-)

Visita pascal

Ontem, Domingo da Ressurreição, tivemos - à semelhança do ano passado, que foi quando nos "estreámos" -, a visita do nosso pároco.

Foi uma visita curta, mas muito agradável. As crianças estavam entusiasmadíssimas e eu acho que não estava menos!

O padre R. leu uma leitura adequada ao momento, aspergiu-nos com água benta, depois orámos em conjunto...

Senti uma alegria e uma paz grandes. Foi simples. Foi bom. 

A repetir, se Deus permitir!

Visita pascal

Ontem, Domingo da Ressurreição, tivemos - à semelhança do ano passado, que foi quando nos "estreámos" -, a visita do nosso pároco.

Foi uma visita curta, mas muito agradável. As crianças estavam entusiasmadíssimas e eu acho que não estava menos!

O padre R. leu uma leitura adequada ao momento, aspergiu-nos com água benta, depois orámos em conjunto...

Senti uma alegria e uma paz grandes. Foi simples. Foi bom. 

A repetir, se Deus permitir!

Post alheio, sempre atual

"Calhou" ir a um blogue onde já não ia há tempos... e dar com este post. Não importa quanto tempo tem, pois a temática da segurança é sempre atual. O vídeo ilustrativo da mensagem da segurança é este:

Post alheio, sempre atual

"Calhou" ir a um blogue onde já não ia há tempos... e dar com este post. Não importa quanto tempo tem, pois a temática da segurança é sempre atual. O vídeo ilustrativo da mensagem da segurança é este:

sexta-feira, 25 de março de 2016

"Visita de médico"

Pode caracterizar-se assim* a companhia que fiz ao Senhor, esta manhã. A igreja paroquial esteve aberta das 10h às 12:30h. Eu tinha intenção de estar pelo menos uma hora em adoração do Santíssimo Corpo do Senhor, mas atendendo a que cheguei à igreja quando já passava das 12:15h...

Ainda por cima, foi uma visita interesseira: em vez de acompanhar o Senhor, pensando n'Ele, aproveitei foi para pensar e colocar nas Suas mãos as minhas preocupações e ocupações...

Ainda assim, se voltasse atrás e tivesse de escolher entre ir (por menos de 15 minutos, como foi o caso) e não ir, escolheria ir. Se pudesse mesmo voltar atrás, faria um esforço maior por ir mais cedo e ficar mais tempo!

*que não me levem a mal os médicos, se houver algum que leia isto. Esta expressão é fruto da minha vivência de infância: eu cresci a ouvir isto, e significava apenas uma visita curta, não significava que @ médic@ não fizesse tudo o que tinha a fazer quando ia lá a casa...

"Visita de médico"

Pode caracterizar-se assim* a companhia que fiz ao Senhor, esta manhã. A igreja paroquial esteve aberta das 10h às 12:30h. Eu tinha intenção de estar pelo menos uma hora em adoração do Santíssimo Corpo do Senhor, mas atendendo a que cheguei à igreja quando já passava das 12:15h...

Ainda por cima, foi uma visita interesseira: em vez de acompanhar o Senhor, pensando n'Ele, aproveitei foi para pensar e colocar nas Suas mãos as minhas preocupações e ocupações...

Ainda assim, se voltasse atrás e tivesse de escolher entre ir (por menos de 15 minutos, como foi o caso) e não ir, escolheria ir. Se pudesse mesmo voltar atrás, faria um esforço maior por ir mais cedo e ficar mais tempo!

*que não me levem a mal os médicos, se houver algum que leia isto. Esta expressão é fruto da minha vivência de infância: eu cresci a ouvir isto, e significava apenas uma visita curta, não significava que @ médic@ não fizesse tudo o que tinha a fazer quando ia lá a casa...

quarta-feira, 23 de março de 2016

Nós em quadras - parte 3

Quando o Feitiço frequentava a creche, deram-nos uma folha com uma árvore desenhada, que representava a nossa família, e pediram que a preenchêssemos. Acho que estavam a pensar na tradicional árvore genealógica, mas como davam liberdade total, eu preenchi a árvore com quadras (a especialidade da casa). Aproveitei seis quadras das que apresentei aquiassumindo esse facto na primeira estrofe, e atualizei a história... que aqui fica, com as necessárias alterações por causa dos nomes. 

Vou avisando que a história é longa (16 quadras), embora se leia bem (eu não sou nada suspeita ao escrever isto)!

Que nem tudo aqui é novo
começo por avisar:
seis quadras de há três anos
decidi aproveitar!

Num país nada distante,
pois nele estamos neste instante,
nasceu há alguns anos
o segundo de dois manos.

Numa família mais numerosa,
animada e ruidosa,
anos depois nascia também
quem nesta "árvore" será mãe.

Ele tornou-se engenheiro
e também é professor.
Ela sempre quis dar aulas
e está na profissão por amor.

Quando se conheceram,
não foi amor à primeira vista,
mas o tempo, ao passar,
fez de vez essa conquista.

Casaram num lindo dia,
muito embora estivesse frio.
Ela de cinco era tia,
ele começou a ser tio!

Quando nasceu a Vassoura,
estrearam-se como pais
- ela não era loura -;
eles fizeram por ter mais.


Um ano e meio depois,
já cá estava a Varinha;
era uma bebé calma
e p'ra Vassoura, a maninha.

Ainda éramos quatro
fez a Varinha um ano;
quando a Vassoura fez três,
"a caminho" vinha o mano!

A Vassoura é muito linda,
e histórias adora ouvir;
como a qualquer criança
dá gosto ouvi-la rir!

A Vassoura é mandona
do "alto" dos seus quatro anos;
os principais "alvos" são:
os colegas e os manos.

Ser "a do meio" é difícil
(assim pode ser a vida)
e por isso é que a Varinha
ora é meiga, ora "torcida"!

Se lhe perguntam o nome,
ela às vezes diz: "Princesa";
a Varinha explica logo
que se sente "realeza".

O benjamim da família
chegou depois do Natal;
o seu nome é Feitiço
(por favor não o digam mal)!

O Feitiço é bem-disposto,
se de saúde estiver bem;
e, às vezes, quando amua,
só quer o colo da mãe.

Uma história contei,
"fruto a fruto", por aqui;
será que depois de a ler
alguém vai marcar: "Sorri"?

Parte 1, Parte 2

segunda-feira, 21 de março de 2016

Há alguém que não se quer ir embora...

... apesar de já estar a mais. Tem de esperar nove meses até ser a sua vez de "reinar".

Chama-se inverno.


*************************


Noutro contexto, há alguém que não quer trabalhar...

... apesar de já estar atrasada nas tarefas de final de período.

Chama-se Mimi.

...

Nós, Jesus, ...

Há alguém que não se quer ir embora...

... apesar de já estar a mais. Tem de esperar nove meses até ser a sua vez de "reinar".

Chama-se inverno.


*************************


Noutro contexto, há alguém que não quer trabalhar...

... apesar de já estar atrasada nas tarefas de final de período.

Chama-se Mimi.

...

Nós, Jesus, ...

Nós em quadras - parte 2

Mais tarde, da creche voltaram a "atacar" com um pedido... e eu voltei a responder a rimar!

Mais uma vez tive de fazer adaptações...

A Família da Mimi
vai dizer-vos como é:
um pai e uma mãe,
duas manas e um bebé.

O Papá é o mais alto,
de certeza, e decidido;
dá banho às meninas
e lê histórias a pedido.

A Mamã é mais gordinha
e gosta de ficar
sentada no tapete
com os filhos, a brincar.

A Vassoura fala bem
e canta ‘inda melhor.
Sabe agradecer
e pedir “por favor”.

A Varinha, magrinha,
é a número dois.
Tem lindos olhos claros
e cabelo aos caracóis.

O Feitiço é um bebé
bem-disposto e bonito;
mas quando está com fome
ele chora um bocadito.

Parte 1

domingo, 20 de março de 2016

Ninguém me "nomeou"...

... mas eu achei piada, por isso resolvi copiar e completar as frases sobre mim.

1- Sou muito... pormenorizada (vulgo chata) a contar histórias.

2- Não suporto... o cheiro dos cigarros e tabaco em geral.

3- Eu nunca... fumei nada, nem uma "passa".

4- Eu já briguei... e arrependi-me de ter deitado achas para a fogueira.

5- Quando era criança... queria ser professora. Ou bailarina. Sem dúvida, queria ser mãe.

6- Neste momento exato... estou sentada numa cadeira da minha sala.

7- Eu morro de medo de... ser assaltada ou atacada. Não sou nada corajosa à noite muito por causa deste medo.

8- Eu sempre gostei... de dançar. E conversar (com quem me sinta à vontade para conversar).

9- Fico feliz... quando os meus filhos são queridos uns para os outros. Quando o Rogério se ri, particularmente bem-disposto. Quando os meus alunos estão a trabalhar concentrados e em silêncio. Quando me confesso.

10- Se eu pudesse... mudava alguns alunos de escola.

11- Se pudesse voltar atrás... não teria trabalhado no colégio onde trabalhei dois anos (apesar da boa companhia).

12- Adoro... estar em paz e sossego. Estar no meio da confusão barulhenta, mas em que todos estão felizes (entre amigos, na família,...)

13- Eu quero muito... mudar para um T4 (honestamente, prefiro um T5 - se é para dizer o que quero...)

14- Eu preciso... de Deus. De me apoiar mais n'Ele. De O reconhecer (de reconhecer a Sua presença) em todas as situações da minha vida.

15- Não gosto de ver... lixo nas ruas ou sinais de vandalismo nas propriedades públicas ou privadas (especialmente públicas). Pessoas a conversar na Igreja, durante as celebrações (não me refiro a quem está com crianças e tem de (deve) lhes dirigir a palavra).

Não nomeio ninguém. Sintam-se à vontade para responder.

Ninguém me "nomeou"...

... mas eu achei piada, por isso resolvi copiar e completar as frases sobre mim.

1- Sou muito... pormenorizada (vulgo chata) a contar histórias.

2- Não suporto... o cheiro dos cigarros e tabaco em geral.

3- Eu nunca... fumei nada, nem uma "passa".

4- Eu já briguei... e arrependi-me de ter deitado achas para a fogueira.

5- Quando era criança... queria ser professora. Ou bailarina. Sem dúvida, queria ser mãe.

6- Neste momento exato... estou sentada numa cadeira da minha sala.

7- Eu morro de medo de... ser assaltada ou atacada. Não sou nada corajosa à noite muito por causa deste medo.

8- Eu sempre gostei... de dançar. E conversar (com quem me sinta à vontade para conversar).

9- Fico feliz... quando os meus filhos são queridos uns para os outros. Quando o Rogério se ri, particularmente bem-disposto. Quando os meus alunos estão a trabalhar concentrados e em silêncio. Quando me confesso.

10- Se eu pudesse... mudava alguns alunos de escola.

11- Se pudesse voltar atrás... não teria trabalhado no colégio onde trabalhei dois anos (apesar da boa companhia).

12- Adoro... estar em paz e sossego. Estar no meio da confusão barulhenta, mas em que todos estão felizes (entre amigos, na família,...)

13- Eu quero muito... mudar para um T4 (honestamente, prefiro um T5 - se é para dizer o que quero...)

14- Eu preciso... de Deus. De me apoiar mais n'Ele. De O reconhecer (de reconhecer a Sua presença) em todas as situações da minha vida.

15- Não gosto de ver... lixo nas ruas ou sinais de vandalismo nas propriedades públicas ou privadas (especialmente públicas). Pessoas a conversar na Igreja, durante as celebrações (não me refiro a quem está com crianças e tem de (deve) lhes dirigir a palavra).

Não nomeio ninguém. Sintam-se à vontade para responder.