Talvez algum leitor mais atento repare num decréscimo de prendas da mais velha para o mais novo: da Vassoura, duas prendas; da Varinha, uma prenda, e do Feitiço, nenhuma. Não se preocupem, não é a minha qualidade enquanto mãe que está a piorar de filho para filho (espero!), refletindo-se no retorno em prendas! (Até porque, sendo verdade que gosto de miminhos, não meço o afeto pelas coisas que me dão, nem os filhos, nem ninguém!) Amanhã irei à sala do Feitiço participar numa atividade alusiva ao Dia da Mãe, antes das aulas, e sei que virei de lá com uma prendinha. Não irei às salas da Vassoura e da Varinha nas horas marcadas (noutros dias da semana) porque coincidem com as minhas horas letivas. É provável que depois dessas atividades receba mais qualquer coisa... No meu primeiro Dia da Mãe como mãe de criança (nascida), em 2007, recebi um "trabalho" da Vassoura orientado pelo Rogério, com a técnica "digissopa". Não sabem o que é digissopa? Pesquisem "digitinta" e a seguir a encontrarem o significado, substituam "tinta" por "sopa"...
Esta noite sonhei "em cascata" (expressão que me surgiu a meio da noite e que significa "sonhar dentro de um sonho"). No primeiro sonho estava grávida e felicíssima, assim como o Rogério, também encantado com esse facto. O segundo sonho serviu apenas para sonhar que o outro sonho era apenas um sonho - e ficar muito desanimada com isso. Quando acordei, não fiquei desiludida porque o segundo sonho se encarregou disso, mas continuo a recordar a alegria do primeiro sonho e a desejar secretamente que fosse verdade.
Esta noite sonhei "em cascata" (expressão que me surgiu a meio da noite e que significa "sonhar dentro de um sonho"). No primeiro sonho estava grávida e felicíssima, assim como o Rogério, também encantado com esse facto. O segundo sonho serviu apenas para sonhar que o outro sonho era apenas um sonho - e ficar muito desanimada com isso. Quando acordei, não fiquei desiludida porque o segundo sonho se encarregou disso, mas continuo a recordar a alegria do primeiro sonho e a desejar secretamente que fosse verdade.
Feitiço: Mamã, quando eu casar vou ter filhos? Eu: Não sei, filho. Eu nem sei se tu vais casar! Feitiço: Vou. Vou casar com uma mulher mas não vou ter filhos porque não quero.
Feitiço: Mamã, quando eu casar vou ter filhos? Eu: Não sei, filho. Eu nem sei se tu vais casar! Feitiço: Vou. Vou casar com uma mulher mas não vou ter filhos porque não quero.
Como há muito poucos desafios a correr por essa blogosfera fora, decidi inventar um! Sou uma bruxa criativa, o que é que hei de fazer? As etapas deste desafio são as seguintes: A. Responder às perguntas da lista. (Responder "Passo." se não se quiser responder a alguma pergunta.) B. Acrescentar uma pergunta à lista de perguntas. C. Nomear um blogue para responder ao desafio. D. Colocar o link do post num comentário ao post onde se foi desafiado(a). E. Se o blogue nomeado no ponto C não responder ao desafio no prazo de uma semana, repetir o número C, nomeando outro blogue. (Tentativa de manter o desafio a circular.) Ora então: A. Responder às perguntas da lista. Não se aplica, no meu caso. B. Acrescentar uma pergunta à lista de perguntas. 1.Se pudesses fazer uma pergunta a uma pessoa influente (qualquer que seja o campo de influência), que pergunta seria e a quem a farias? C. Nomear um blogue para responder ao desafio. Este desafio é tão pequeno (por enquanto), que a Escondida não se deve zangar por ser nomeada... espero!
D. Colocar o link do post num comentário ao post onde se foi desafiado(a). Não se aplica, no meu caso. Vamos a isto?
Como há muito poucos desafios a correr por essa blogosfera fora, decidi inventar um! Sou uma bruxa criativa, o que é que hei de fazer? As etapas deste desafio são as seguintes: A. Responder às perguntas da lista. (Responder "Passo." se não se quiser responder a alguma pergunta.) B. Acrescentar uma pergunta à lista de perguntas. C. Nomear um blogue para responder ao desafio. D. Colocar o link do post num comentário ao post onde se foi desafiado(a). E. Se o blogue nomeado no ponto C não responder ao desafio no prazo de uma semana, repetir o número C, nomeando outro blogue. (Tentativa de manter o desafio a circular.) Ora então: A. Responder às perguntas da lista. Não se aplica, no meu caso. B. Acrescentar uma pergunta à lista de perguntas. 1.Se pudesses fazer uma pergunta a uma pessoa influente (qualquer que seja o campo de influência), que pergunta seria e a quem a farias? C. Nomear um blogue para responder ao desafio. Este desafio é tão pequeno (por enquanto), que a Escondida não se deve zangar por ser nomeada... espero!
D. Colocar o link do post num comentário ao post onde se foi desafiado(a). Não se aplica, no meu caso. Vamos a isto?
Ora leiam lá o comentário e digam se não é surpreendente:
"Olá prima, vou ao teu blog de vez em quando e descobri que pertenço aos felinos. Que divertido! Como o mundo é pequeno. Fiquei com pena de não termos falado no Domingo. Sou neta do irmão mais velho da avó Gata. Sou a filha do meio da 2a filha deste. Vê no powerpoint que o gato Rogério fez e adivinha quem sou. Um grande beijinho"
Ainda não pude ver o PowerPoint, mas curiosidade não me falta, garanto! :-)
Ora leiam lá o comentário e digam se não é surpreendente:
"Olá prima, vou ao teu blog de vez em quando e descobri que pertenço aos felinos. Que divertido! Como o mundo é pequeno. Fiquei com pena de não termos falado no Domingo. Sou neta do irmão mais velho da avó Gata. Sou a filha do meio da 2a filha deste. Vê no powerpoint que o gato Rogério fez e adivinha quem sou. Um grande beijinho"
Ainda não pude ver o PowerPoint, mas curiosidade não me falta, garanto! :-)
(Tenho uma mensagem agendada para o terceiro aniversário do blogue, e três mensagens em rascunho que provavelmente nunca verão a luz do dia, mas nenhuma destas quatro conta para as publicadas, como é óbvio.)
(Tenho uma mensagem agendada para o terceiro aniversário do blogue, e três mensagens em rascunho que provavelmente nunca verão a luz do dia, mas nenhuma destas quatro conta para as publicadas, como é óbvio.)
que a vossa mãe é a melhor do mundo (fartei-me de ler textos de crianças que diziam isso e há por aí muitos adultos a declarar o mesmo, quando só sete, contando comigo, o podem dizer), não é verdade:
a minha mãe é que é a melhor do mundo, do infinito e mais além!
Eu sei que hoje não é o Dia da Mãe, mas declarações de amor fazem-se sem dias marcados!...
que a vossa mãe é a melhor do mundo (fartei-me de ler textos de crianças que diziam isso e há por aí muitos adultos a declarar o mesmo, quando só sete, contando comigo, o podem dizer), não é verdade:
a minha mãe é que é a melhor do mundo, do infinito e mais além!
Eu sei que hoje não é o Dia da Mãe, mas declarações de amor fazem-se sem dias marcados!...
para o almoço de família (referido aqui), o clima não estava famoso: muitas nuvens, e bastante escuras, daquelas a prometer chuva. De vez em quando, um pedaço de céu azul. Dei por mim a pensar que também a (minha) vida tem destas nuvens pesadas, que ameaçam desabar a qualquer momento (e às vezes desabam mesmo!), mas que convém reparar nas partes de céu limpo e agradecer a Quem permite as nuvens, a chuva e o sol...
Nós, Jesus, aguentamos todas as mudanças climáticas!
para o almoço de família (referido aqui), o clima não estava famoso: muitas nuvens, e bastante escuras, daquelas a prometer chuva. De vez em quando, um pedaço de céu azul. Dei por mim a pensar que também a (minha) vida tem destas nuvens pesadas, que ameaçam desabar a qualquer momento (e às vezes desabam mesmo!), mas que convém reparar nas partes de céu limpo e agradecer a Quem permite as nuvens, a chuva e o sol...
Nós, Jesus, aguentamos todas as mudanças climáticas!
... identificar os casacos e chapéus que as crianças levam para a escola?
Eu também sou mãe, também me esqueço às vezes, mas depois não vou "cobrar" o "desaparecimento" de uma peça de roupa ou acessório nestas condições. Porque, na verdade, quando um casaco ou o que for não está identificado, bem pode ser encontrado e pendurado à vista de todos, que a criança vai continuar a dizer em casa que não o encontrou (esquece-se é de dizer que não procurou em todos os cabides!).
Quando a etiqueta tem o nome e, de preferência, também indica a sala da criança, qualquer funcionária que encontre a peça perdida a faz chegar ao(à) proprietário(a).
Não resolve quando as intenções de quem encontra não são retas, mas facilita muito quando são!
... identificar os casacos e chapéus que as crianças levam para a escola?
Eu também sou mãe, também me esqueço às vezes, mas depois não vou "cobrar" o "desaparecimento" de uma peça de roupa ou acessório nestas condições. Porque, na verdade, quando um casaco ou o que for não está identificado, bem pode ser encontrado e pendurado à vista de todos, que a criança vai continuar a dizer em casa que não o encontrou (esquece-se é de dizer que não procurou em todos os cabides!).
Quando a etiqueta tem o nome e, de preferência, também indica a sala da criança, qualquer funcionária que encontre a peça perdida a faz chegar ao(à) proprietário(a).
Não resolve quando as intenções de quem encontra não são retas, mas facilita muito quando são!
"á dois dias á procura" vi eu escrito por um adulto bem exigente no que à educação dos descendentes diz respeito. "há dois dias à procura", da próxima vez, está bem? [Faz de conta que o adulto recebe a mensagem por este meio. No fundo o que eu quero é desabafar.]
"á dois dias á procura" vi eu escrito por um adulto bem exigente no que à educação dos descendentes diz respeito. "há dois dias à procura", da próxima vez, está bem? [Faz de conta que o adulto recebe a mensagem por este meio. No fundo o que eu quero é desabafar.]
A Avó Gata é a mais nova de dez irmãos (e a única viva, com quase 88 anos). Ter muitos irmãos levou a que tivesse muitos sobrinhos (o primeiro quando tinha cinco anos), primos do Rogério e do Tio Gato. O Rogério é o mais novo de 25 primos direitos. Muitos deles já são avós e talvez até bisavós (não tenho certeza). Hoje houve um encontro da família felina do lado materno, na terra onde cresceu a Avó Gata. Visitámos a casa dos avós do Rogério (que agora é de uns dos seus primos), participámos numa Eucaristia na capela da aldeia, por marcação!, e terminámos com um almoço num restaurante agradável. Éramos à roda de cem pessoas (não estava toda a gente!). Alguns primos eu já identificava bastante bem (por termos estado juntos noutras ocasiões), de outros recordava a cara por terem estado presentes no dia em que eu e o Rogério casámos, e outros eram-me totalmente estranhos, mas todos eram simpáticos. Depois de regressarmos a casa, o Rogério perguntou-me, ou melhor, disse-me que esperava que não tivesse sido uma grande seca para mim. Respondi-lhe que não havia razão para ter sido. (Depois pensei que a pergunta se calhar era derivada de para o Rogério ser uma seca quando está presente na confusão da família de bruxos, isto é, na confusão do meu lado da família...)
A Avó Gata é a mais nova de dez irmãos (e a única viva, com quase 88 anos). Ter muitos irmãos levou a que tivesse muitos sobrinhos (o primeiro quando tinha cinco anos), primos do Rogério e do Tio Gato. O Rogério é o mais novo de 25 primos direitos. Muitos deles já são avós e talvez até bisavós (não tenho certeza). Hoje houve um encontro da família felina do lado materno, na terra onde cresceu a Avó Gata. Visitámos a casa dos avós do Rogério (que agora é de uns dos seus primos), participámos numa Eucaristia na capela da aldeia, por marcação!, e terminámos com um almoço num restaurante agradável. Éramos à roda de cem pessoas (não estava toda a gente!). Alguns primos eu já identificava bastante bem (por termos estado juntos noutras ocasiões), de outros recordava a cara por terem estado presentes no dia em que eu e o Rogério casámos, e outros eram-me totalmente estranhos, mas todos eram simpáticos. Depois de regressarmos a casa, o Rogério perguntou-me, ou melhor, disse-me que esperava que não tivesse sido uma grande seca para mim. Respondi-lhe que não havia razão para ter sido. (Depois pensei que a pergunta se calhar era derivada de para o Rogério ser uma seca quando está presente na confusão da família de bruxos, isto é, na confusão do meu lado da família...)
No post do desafio, arrisquei que já teria uns 750 comentários. Afinal, já são mais de 3200! Obrigada a todos os que visitam e comentam no blogue. Não vos estava a dar o devido crédito (mesmo fazendo o desconto aos comentários que eu fiz, respondendo ao que escreveram, mais de 1500 comentários são de certeza vossos!)...
No post do desafio, arrisquei que já teria uns 750 comentários. Afinal, já são mais de 3200! Obrigada a todos os que visitam e comentam no blogue. Não vos estava a dar o devido crédito (mesmo fazendo o desconto aos comentários que eu fiz, respondendo ao que escreveram, mais de 1500 comentários são de certeza vossos!)...
Sim, eu sei, ando pouco criativa, mas fui novamente desafiada pela Olívia e desta vez não quero adiar e depois esquecer!... Este desafio é sobre o próprio blogue:
- Responder a todas as perguntas; - Nomear 5 blogues (apaguei o que vinha a seguir)
***---***
1. Há quanto tempo tens o blog? Há dois anos, um mês, vinte e dois dias e algumas horas (não sei quantas: falhei! ;-)).
2. Em que dia é que o teu blog foi criado? Façam as contas! Estou a brincar: 4-3-2013.
3. Sem ires ao painel, quantas visualizações tens, aproximadamente? Não sei. Costumo reparar nos números engraçados (até escrevo posts sobre isso), mas já há algum tempo que não dou a "devida" atenção. Se me conseguisse lembrar bem do último número referido em post, arriscava com menos medo de fazer figuras ridículas: 60 000?
4. Sem ires ao painel, quantos comentários tens, aproximadamente? Não sei. Onde é que isso se vê? Vou atirar um número ao calhas (e depois vou tentar descobrir se fiquei longe ou perto do número real): 750.
5. Quantas mensagens publicadas tens? Perto de mil.
6. Quantos seguidores tens? 46 (os mais queridos deste planeta e de Marte!)
7. Quem mais sabe da existência do teu blog? A minha família, bastantes amigos...
8. Já alguma vez pediste conselhos a outro blogger? Sim, mas não em relação ao blogue! Ah, esperem, pedi, sim, no início, pois não conseguia descobrir como tirar aquela coisa de ter de se provar que não se é um robô, nos comentários. Foi a Vespinha que me ajudou (se não me engano).
9. Lembras-te perfeitamente de todos os layouts que o teu blog teve? Sim. O primeiro era este, mas sem os desenhos feitos pelas minhas filhas. E o que estava escrito por baixo do título do blogue também era diferente.
10. Que opinião achas que as pessoas têm do teu blog? Algumas devem considerá-lo insignificante e nunca mais cá põem os "pés", outras passam de vez em quando para se rirem com alguns episódios (sobretudo os relacionados com o Feitiço, acho eu)... Sei também, porque me disseram, que algumas pessoas acham o meu blogue despretensioso e de leitura agradável. Por fim, há uma pessoa que gosta mesmo muito do meu blogue: eu. Delicio-me com alguns posts antigos.
Sim, eu sei, ando pouco criativa, mas fui novamente desafiada pela Olívia e desta vez não quero adiar e depois esquecer!... Este desafio é sobre o próprio blogue:
- Responder a todas as perguntas; - Nomear 5 blogues (apaguei o que vinha a seguir)
***---***
1. Há quanto tempo tens o blog? Há dois anos, um mês, vinte e dois dias e algumas horas (não sei quantas: falhei! ;-)).
2. Em que dia é que o teu blog foi criado? Façam as contas! Estou a brincar: 4-3-2013.
3. Sem ires ao painel, quantas visualizações tens, aproximadamente? Não sei. Costumo reparar nos números engraçados (até escrevo posts sobre isso), mas já há algum tempo que não dou a "devida" atenção. Se me conseguisse lembrar bem do último número referido em post, arriscava com menos medo de fazer figuras ridículas: 60 000?
4. Sem ires ao painel, quantos comentários tens, aproximadamente? Não sei. Onde é que isso se vê? Vou atirar um número ao calhas (e depois vou tentar descobrir se fiquei longe ou perto do número real): 750.
5. Quantas mensagens publicadas tens? Perto de mil.
6. Quantos seguidores tens? 46 (os mais queridos deste planeta e de Marte!)
7. Quem mais sabe da existência do teu blog? A minha família, bastantes amigos...
8. Já alguma vez pediste conselhos a outro blogger? Sim, mas não em relação ao blogue! Ah, esperem, pedi, sim, no início, pois não conseguia descobrir como tirar aquela coisa de ter de se provar que não se é um robô, nos comentários. Foi a Vespinha que me ajudou (se não me engano).
9. Lembras-te perfeitamente de todos os layouts que o teu blog teve? Sim. O primeiro era este, mas sem os desenhos feitos pelas minhas filhas. E o que estava escrito por baixo do título do blogue também era diferente.
10. Que opinião achas que as pessoas têm do teu blog? Algumas devem considerá-lo insignificante e nunca mais cá põem os "pés", outras passam de vez em quando para se rirem com alguns episódios (sobretudo os relacionados com o Feitiço, acho eu)... Sei também, porque me disseram, que algumas pessoas acham o meu blogue despretensioso e de leitura agradável. Por fim, há uma pessoa que gosta mesmo muito do meu blogue: eu. Delicio-me com alguns posts antigos.
Refiro-me a acreditar piamente nas versões acerca de um qualquer acontecimento passado na escola que as crianças levam para casa. Muitos pais nunca questionam a veracidade dos relatos dos filhos, que são, muitas vezes, aldrabados ou, pelo menos, omissos relativamente a partes menos favoráveis no que a eles dizem respeito.
Não quero com isto dizer que os pais não devem acreditar nos filhos, mas que é recomendável ouvir outras versões antes de passar ao "ataque", em defesa da "cria". [Bem, há situações e situações!]
Escrevi no início do post que fiz o mesmo, não como mãe, mas como professora: acreditei piamente no que uma criança me disse que os pais tinham feito. Falando com a mãe, fiquei com a ideia (mas não com a certeza, confesso) que as coisas não se passaram como o aluno contara.
Apercebendo-me do meu erro, percebi mais do que isso, percebi que é tão fácil julgar os outros... mas no lugar deles, eu faria (faço) melhor?
Refiro-me a acreditar piamente nas versões acerca de um qualquer acontecimento passado na escola que as crianças levam para casa. Muitos pais nunca questionam a veracidade dos relatos dos filhos, que são, muitas vezes, aldrabados ou, pelo menos, omissos relativamente a partes menos favoráveis no que a eles dizem respeito.
Não quero com isto dizer que os pais não devem acreditar nos filhos, mas que é recomendável ouvir outras versões antes de passar ao "ataque", em defesa da "cria". [Bem, há situações e situações!]
Escrevi no início do post que fiz o mesmo, não como mãe, mas como professora: acreditei piamente no que uma criança me disse que os pais tinham feito. Falando com a mãe, fiquei com a ideia (mas não com a certeza, confesso) que as coisas não se passaram como o aluno contara.
Apercebendo-me do meu erro, percebi mais do que isso, percebi que é tão fácil julgar os outros... mas no lugar deles, eu faria (faço) melhor?
Há algum tempo (não muito) deitámos fora estes sapatos/botas do Feitiço:
Desafio quem quiser a mostrar uns em pior estado! Isto é para aquelas mães e pais que dizem que os seus filhos é que estragam o calçado. Nem pensar: os nossos filhos é que são campeões!
Há algum tempo (não muito) deitámos fora estes sapatos/botas do Feitiço:
Desafio quem quiser a mostrar uns em pior estado! Isto é para aquelas mães e pais que dizem que os seus filhos é que estragam o calçado. Nem pensar: os nossos filhos é que são campeões!
contabilizam-se neste blogue mais três posts publicados do que na totalidade dos trezentos e sessenta e cinco dias de dois mil e catorze.
Nada mais havendo a tratar, deu-se por encerrada esta comunicação, da qual se lavrou a presente ata em forma de post e que será assinada por mim e pela diretora desta publicação.
contabilizam-se neste blogue mais três posts publicados do que na totalidade dos trezentos e sessenta e cinco dias de dois mil e catorze.
Nada mais havendo a tratar, deu-se por encerrada esta comunicação, da qual se lavrou a presente ata em forma de post e que será assinada por mim e pela diretora desta publicação.
Hoje a madrinha da Varinha veio cá a casa com os três filhos. O marido, que é o padrinho da Varinha, ficou em casa a trabalhar (quem fez o doutoramento - não é o meu caso - sabe que dá algum trabalho). Por eles terem vindo é que houve nova remessa de posts com a etiqueta "Mi blog es tu blog".
Antes de chegarem, incentivei a Vassoura e a Varinha a arrumarem o quarto. Tentei que funcionasse também com o Feitiço, mas ele, para se esquivar à arrumação, disse:
- Eu não quero que os madrinhos da Varinha vão ao meu quarto!
Hoje a madrinha da Varinha veio cá a casa com os três filhos. O marido, que é o padrinho da Varinha, ficou em casa a trabalhar (quem fez o doutoramento - não é o meu caso - sabe que dá algum trabalho). Por eles terem vindo é que houve nova remessa de posts com a etiqueta "Mi blog es tu blog".
Antes de chegarem, incentivei a Vassoura e a Varinha a arrumarem o quarto. Tentei que funcionasse também com o Feitiço, mas ele, para se esquivar à arrumação, disse: - Eu não quero que os madrinhos da Varinha vão ao meu quarto!
- C., o que foi o almoço na escola?
- Peixe e puré.
- Puré? Comeste puré na escola? Em casa a mãe nunca consegue que tu comas puré!
- Olha, mãe, na vida não podemos ter tudo o que queremos!
- C., o que foi o almoço na escola? - Peixe e puré. - Puré? Comeste puré na escola? Em casa a mãe nunca consegue que tu comas puré! - Olha, mãe, na vida não podemos ter tudo o que queremos!
Ao jantar, em casa:
- C., come a sopa.
- Não gosto desta sopa.
- Como é que sabes que não gostas, se não provaste?
- Provei, provei.
- Onde?
- Na escola.
Ao jantar, em casa: - C., come a sopa. - Não gosto desta sopa. - Como é que sabes que não gostas, se não provaste? - Provei, provei. - Onde? - Na escola.
Nós costumamos começar a almoçar algures entre as 12:30h e as 13h (se bem que éramos mais rigorosos quando havia sestas a seguir ao almoço).
Hoje às 14 horas ainda não tínhamos almoçado. Aproveitando um toque no telemóvel, que serve como lembrete para rezar o terço, resolvi fazer uma experiência:
Eu: Me-ni-nooos! Vamos rezar o terço!
Apareceram vindos do quarto, admirados.
Vassoura: Mas ainda nem comemos! Eu: Ninguém disse que tinha fome e agora já passou a hora do almoço! Os três: Mas eu tenho fome! Vassoura: Vocês é que nos costumam chamar! Eu: Mas vocês dizem às vezes que têm fome e desta vez não disseram nada. [...] Eu: Bem, como já é tarde, e não falta muito para o lanche, almoçamos só sopa e fruta, ou logo se vê a fome que têm.
A verdade é que a fome não apertou à hora habitual - a ninguém - porque a seguir à Festa do Pai Nosso na Missa houve lanche-convívio no salão da igreja! Daí a razão do título deste post...
Nós costumamos começar a almoçar algures entre as 12:30h e as 13h (se bem que éramos mais rigorosos quando havia sestas a seguir ao almoço).
Hoje às 14 horas ainda não tínhamos almoçado. Aproveitando um toque no telemóvel, que serve como lembrete para rezar o terço, resolvi fazer uma experiência:
Eu: Me-ni-nooos! Vamos rezar o terço!
Apareceram vindos do quarto, admirados.
Vassoura: Mas ainda nem comemos!
Eu: Ninguém disse que tinha fome e agora já passou a hora do almoço!
Os três: Mas eu tenho fome!
Vassoura: Vocês é que nos costumam chamar!
Eu: Mas vocês dizem às vezes que têm fome e desta vez não disseram nada.
[...]
Eu: Bem, como já é tarde, e não falta muito para o lanche, almoçamos só sopa e fruta, ou logo se vê a fome que têm.
A verdade é que a fome não apertou à hora habitual - a ninguém - porque a seguir à Festa do Pai Nosso na Missa houve lanche-convívio no salão da igreja! Daí a razão do título deste post...
foi a Festa do Pai Nosso das crianças do 1º ano da catequese, Varinha incluída. Foi bom.
O que não foi bom foi o comportamento do Feitiço durante a primeira parte da Missa. Fez uma barulheira a chorar. A razão do choro: querer mudar de lugar (para ao pé de mim). Por norma, ele fica ao pé de mim, mas eu saí mais tarde de casa e, quando cheguei, a disposição dos lugares no banco era, a contar da lateral:
espaço livre (para duas pessoas) - Vassoura - Rogério - Feitiço [a Varinha estava no banco da frente, com as outras crianças do 1º ano]
Confesso que, perante o berreiro do Feitiço, que incomodava as outras pessoas, estive tentada a fazê-lo ir para onde ele queria, mas como o Rogério é que estava ao lado dele e não o fez mudar e lhe ia dizendo para se calar, mantive-me direita, a olhar em frente (para não transparecer, pelo olhar, que me sentia tentada a ceder - o que daria alento ao Feitiço para berrar ainda com mais força).
A estratégia funcionou, mas custou(-me). E não foi pouco.
foi a Festa do Pai Nosso das crianças do 1º ano da catequese, Varinha incluída. Foi bom.
O que não foi bom foi o comportamento do Feitiço durante a primeira parte da Missa. Fez uma barulheira a chorar. A razão do choro: querer mudar de lugar (para ao pé de mim). Por norma, ele fica ao pé de mim, mas eu saí mais tarde de casa e, quando cheguei, a disposição dos lugares no banco era, a contar da lateral:
espaço livre (para duas pessoas) - Vassoura - Rogério - Feitiço [a Varinha estava no banco da frente, com as outras crianças do 1º ano]
Confesso que, perante o berreiro do Feitiço, que incomodava as outras pessoas, estive tentada a fazê-lo ir para onde ele queria, mas como o Rogério é que estava ao lado dele e não o fez mudar e lhe ia dizendo para se calar, mantive-me direita, a olhar em frente (para não transparecer, pelo olhar, que me sentia tentada a ceder - o que daria alento ao Feitiço para berrar ainda com mais força).
A estratégia funcionou, mas custou(-me). E não foi pouco.
Ao ver que já temos soro fisiológico na casa de banho, em grandes quantidades, como é habitual, o Feitiço manifestou-se. Infelizmente não me lembro bem das palavras que ele disse (apesar de ter sido há menos de uma hora). Acho que fiquei traumatizada.
Feitiço: Ah, agora já parece outra vez que é uma casa onde há bebés!
Eu: Dizes isso porque já temos soro fisiológico?
Feitiço: Sim, como antes, quando vocês não matavam bebés![What?!?]
Eu: Nós nunca matámos bebés, Feitiço. Não se matam bebés, nem ninguém!
Feitiço: Pois não.
Um pormenor nesta história (que não é de todo o insólito da coisa) é que estivemos sem soro durante uns míseros três ou quatro dias.
Ao ver que já temos soro fisiológico na casa de banho, em grandes quantidades, como é habitual, o Feitiço manifestou-se. Infelizmente não me lembro bem das palavras que ele disse (apesar de ter sido há menos de uma hora). Acho que fiquei traumatizada.
Feitiço: Ah, agora já parece outra vez que é uma casa onde há bebés! Eu: Dizes isso porque já temos soro fisiológico? Feitiço: Sim, como antes, quando vocês não matavam bebés![What?!?] Eu: Nós nunca matámos bebés, Feitiço. Não se matam bebés, nem ninguém! Feitiço: Pois não.
Um pormenor nesta história (que não é de todo o insólito da coisa) é que estivemos sem soro durante uns míseros três ou quatro dias.
Depois de lhe dar um "toque", fui desafiada pela Rita para responder a um desafio. Só depois de ser desafiada é que me lembrei que já tinha sido desafiada pela Olívia (num desafio diferente, cujo link não consegui encontrar) e que tinha "passado", na altura (e, depois, esquecido).
Este desafio consiste em seis partes:
1. Escrever 11 factos sobre nós próprios; 2. Responder às perguntas que nos colocaram; 3. Nomear 11 blogues com menos de 200 seguidores; 4. Fazer 11 perguntas aos autores dos blogues nomeados; 5. Colocar a foto do Liebster Award no post e respetiva tag; 6. Enviar o link deste post a quem me nomeou.
1. Escrever 11 factos sobre nós próprios.
1. Sempre quis ser mãe.
2. Conheci a minha melhor amiga (que o é desde essa altura) aos 7 anos de idade.
3. Aos 8 anos já sabia que queria ser professora "primária" (agora "do 1º Ciclo").
4. Nunca andei no ballet, mas adorava ter andado quando era miúda. Nessa altura o meu livro preferido era "Anita no Ballet".
5. Não gosto de gomas.
6. Detesto o cheiro do tabaco e consigo detetá-lo a uma grande distância.
7. Vivi durante mais de dois meses num mosteiro.
8. O meu cabelo sempre foi fraquinho - só melhorou quando estive grávida.
9. Tenho pavor de conduzir.
10. Não tenho jeito nenhum para cuidar de plantas, nem para arranjos florais.
11. Fui à Escócia em quatro verões seguidos (de 1995 a 1998) e regressei em 2006, grávida da Vassoura.
2. Responder às perguntas que nos colocaram
1. Qual o teu dia preferido?
Sexta-feira (à noite), por ter o fim de semana todo pela frente.
2. Doce ao amargo?
Doce.
3. Viagem de sonho?
Irlanda (ou voltar à Escócia em família).
4. Música sobre ti?
Não há, ou, se há, não conheço, mas na juventude identificava-me com esta:
5. Livro da tua vida?
Sem ser a Bíblia (que é um conjunto de livros, na verdade), é difícil escolher, por isso, respondo: "qualquer livro da Bruxa Mimi". :-)
6. És mais de letras ou de números?
De letras, mas sempre gostei (e gosto) de matemática!
7. Frase da tua vida?
"Ama e faz o que quiseres."
8. Sol ou chuva?
Sol no verão e chuva no inverno (apenas porque é necessária).
9. Gostas de animais?
Sim, mas não de os "ter".
10. Qual a tua cor? Azul.
11. Filme da tua vida?
Comédias românticas em geral; "Nunca fui beijada", "Bridget Jones", "Notting Hill", e (...) em particular.
3. Nomear 11 blogues com menos de 200 seguidores
(Não nomeei alguns dos blogues que mais leio por achar que não estariam interessados na brincadeira; no entanto, se quiserem entrar, digam-me, que eu sou menina para pôr mais do que os 11!)
4. Fazer 11 perguntas aos autores dos blogues nomeados
1. Ser mãe a tempo inteiro é/seria uma boa opção para ti (pondo de parte a questão financeira)?
2. Praia ou piscina?
3. Cor de olhos preferida?
4. Prato de carne, de peixe ou vegetariano?
5. Areia, relva ou neve?
6. Cinema ou teatro?
7. Restaurante preferido e onde fica?
8. Melhor presente que te podem/poderiam oferecer?
9. Chocolate(s) ou gelado(s)?
10. O que é pior: tirar sangue para análises ou ir ao dentista?
11. Primeira palavra que te vem à cabeça e que rime com "Mimi"? (pode não ser a primeira, vá ;-))
5. Colocar a foto do Liebster Award no post e respetiva tag
6. Enviar o link deste post a quem me nomeou
(Já aí vou, Rita!)
***************
Já como extra, gostava de desafiar os meus leitores que não têm blogues, ou que, tendo, não têm paciência para fazer as seis partes deste desafio, a responderem num comentário às perguntas que fiz:
1. Ser mãe (pai) a tempo inteiro é/seria uma boa opção para ti (pondo de parte a questão financeira)?
2. Praia ou piscina?
3. Cor de olhos preferida?
4. Prato de carne, de peixe ou vegetariano?
5. Areia, relva ou neve?
6. Cinema ou teatro?
7. Restaurante preferido e onde fica?
8. Melhor presente que te podem/poderiam oferecer?
9. Chocolate(s) ou gelado(s)?
10. O que é pior: tirar sangue para análises ou ir ao dentista?
11. Primeira palavra que te vem à cabeça e que rime com "Mimi"? (pode não ser a primeira, vá ;-))
Gostava de vos ficar a conhecer um pouco melhor! :-)
Depois de lhe dar um "toque", fui desafiada pela Rita para responder a um desafio. Só depois de ser desafiada é que me lembrei que já tinha sido desafiada pela Olívia (num desafio diferente, cujo link não consegui encontrar) e que tinha "passado", na altura (e, depois, esquecido).
Este desafio consiste em seis partes:
1. Escrever 11 factos sobre nós próprios; 2. Responder às perguntas que nos colocaram; 3. Nomear 11 blogues com menos de 200 seguidores; 4. Fazer 11 perguntas aos autores dos blogues nomeados; 5. Colocar a foto do Liebster Award no post e respetiva tag; 6. Enviar o link deste post a quem me nomeou.
1. Escrever 11 factos sobre nós próprios. 1. Sempre quis ser mãe. 2. Conheci a minha melhor amiga (que o é desde essa altura) aos 7 anos de idade. 3. Aos 8 anos já sabia que queria ser professora "primária" (agora "do 1º Ciclo"). 4. Nunca andei no ballet, mas adorava ter andado quando era miúda. Nessa altura o meu livro preferido era "Anita no Ballet". 5. Não gosto de gomas. 6. Detesto o cheiro do tabaco e consigo detetá-lo a uma grande distância. 7. Vivi durante mais de dois meses num mosteiro. 8. O meu cabelo sempre foi fraquinho - só melhorou quando estive grávida. 9. Tenho pavor de conduzir. 10. Não tenho jeito nenhum para cuidar de plantas, nem para arranjos florais. 11. Fui à Escócia em quatro verões seguidos (de 1995 a 1998) e regressei em 2006, grávida da Vassoura.
2. Responder às perguntas que nos colocaram 1. Qual o teu dia preferido? Sexta-feira (à noite), por ter o fim de semana todo pela frente. 2. Doce ao amargo? Doce. 3. Viagem de sonho? Irlanda (ou voltar à Escócia em família). 4. Música sobre ti? Não há, ou, se há, não conheço, mas na juventude identificava-me com esta:
5. Livro da tua vida?
Sem ser a Bíblia (que é um conjunto de livros, na verdade), é difícil escolher, por isso, respondo: "qualquer livro da Bruxa Mimi". :-) 6. És mais de letras ou de números? De letras, mas sempre gostei (e gosto) de matemática! 7. Frase da tua vida? "Ama e faz o que quiseres." 8. Sol ou chuva? Sol no verão e chuva no inverno (apenas porque é necessária). 9. Gostas de animais? Sim, mas não de os "ter". 10. Qual a tua cor? Azul. 11. Filme da tua vida? Comédias românticas em geral; "Nunca fui beijada", "Bridget Jones", "Notting Hill", e (...) em particular.
3. Nomear 11 blogues com menos de 200 seguidores
(Não nomeei alguns dos blogues que mais leio por achar que não estariam interessados na brincadeira; no entanto, se quiserem entrar, digam-me, que eu sou menina para pôr mais do que os 11!)
4. Fazer 11 perguntas aos autores dos blogues nomeados 1. Ser mãe a tempo inteiro é/seria uma boa opção para ti (pondo de parte a questão financeira)? 2. Praia ou piscina? 3. Cor de olhos preferida? 4. Prato de carne, de peixe ou vegetariano? 5. Areia, relva ou neve? 6. Cinema ou teatro? 7. Restaurante preferido e onde fica? 8. Melhor presente que te podem/poderiam oferecer? 9. Chocolate(s) ou gelado(s)? 10. O que é pior: tirar sangue para análises ou ir ao dentista? 11. Primeira palavra que te vem à cabeça e que rime com "Mimi"? (pode não ser a primeira, vá ;-))
5. Colocar a foto do Liebster Award no post e respetiva tag
6. Enviar o link deste post a quem me nomeou (Já aí vou, Rita!)
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Já como extra, gostava de desafiar os meus leitores que não têm blogues, ou que, tendo, não têm paciência para fazer as seis partes deste desafio, a responderem num comentário às perguntas que fiz:
1. Ser mãe (pai) a tempo inteiro é/seria uma boa opção para ti (pondo de parte a questão financeira)? 2. Praia ou piscina? 3. Cor de olhos preferida? 4. Prato de carne, de peixe ou vegetariano? 5. Areia, relva ou neve? 6. Cinema ou teatro? 7. Restaurante preferido e onde fica? 8. Melhor presente que te podem/poderiam oferecer? 9. Chocolate(s) ou gelado(s)? 10. O que é pior: tirar sangue para análises ou ir ao dentista? 11. Primeira palavra que te vem à cabeça e que rime com "Mimi"? (pode não ser a primeira, vá ;-))
Gostava de vos ficar a conhecer um pouco melhor! :-)
Atendendo à reação do Rogério quando lhe contei a história de uma encomenda (a partir do episódio 8) resolvi escrever um post a esclarecer que estou satisfeita com o desfecho da história, pois não tenho razões para não estar. O que me levou a escrever o referido post foi o insólito de como tudo se passou!
Atendendo à reação do Rogério quando lhe contei a história de uma encomenda (a partir do episódio 8) resolvi escrever um post a esclarecer que estou satisfeita com o desfecho da história, pois não tenho razões para não estar. O que me levou a escrever o referido post foi o insólito de como tudo se passou!
1 - Gostei de um produto da Empresa A e fiz a encomenda na página online da mesma.
2 - Fiz o pagamento através de uma referência multibanco.
3 - (4ª feira passada) Recebi confirmação do pagamento.
4 - (5ª feira passada) Recebi email a informar que a encomenda tinha sido enviada através da Empresa B e que poderia saber onde ela andava através do código de monitorização xxxxxxx, no site da Empresa B.
5 - Fui ao site da Empresa B, coloquei no sítio adequado o código xxxxxxx. Resposta: "Sem resultados".
6 - Comentei o que se tinha passado com o Rogério, que se disponibilizou a corrigir o que eu eventualmente tivesse feito mal no "episódio" 5.
7 - Rogério obteve igualmente "Sem resultados".
8 - (6ª feira passada) No Facebook, enviei uma mensagem à Empresa B a explicar a dificuldade. Responderam-me prontamente, pedindo que escrevesse um email para o serviço de atendimento ao cliente. Escrevi o email pedido já fora do horário habitual de expediente (depois das 22 horas).
9 - (sábado e domingo) Não se passou nada.
10 - (hoje) Vim almoçar a casa e aproveitei para ver os emails. Tinha dois, interessantíssimos (fiz copy&paste apenas do corpo das mensagens):
a) da Empresa B: "Por favor, note que no momento não temos qualquer localizado transporte documentado em nosso sistema para o seu nome ou o número que você fornece. Entre em contato com o remetente da mercadoria para confirmar que a transferência realmente deixou por nossa rede."
b) da Empresa A: "Pode por favor indicar-nos um contacto para ajudar na entrega da sua encomenda?"
11 - Telefonei para o número de telefone da Empresa A que aparecia no fim do email. Atendeu-me uma pessoa de outra empresa que partilha o espaço com a Empresa A. Dei-lhe o recado, deixando o meu número de telefone de casa para a pessoa me ligar quando chegasse.
12 - Poucos minutos depois, ligou-me a pessoa da Empresa A. Explicou-me que precisava de um contacto telefónico para dar à Empresa B porque por duas vezes a entrega fora tentada e ninguém atendera em minha casa. Atendendo a que a Nina esteve em minha casa na sexta-feira, de manhã e de tarde, estranhei o sucedido, mas a senhora disse que não sabia quando é que as entregas tinham sido tentadas e perguntou-me se não tinha visto uma notificação no correio. Respondi que não. O telefone serviria, então, para combinar a entrega a uma hora propícia. Desta vez dei o meu telemóvel (porque poderiam ligar-me quando estivesse fora de casa). A senhora acrescentou que já não seria possível agendar a entrega para hoje, porque a transportadora (da Empresa B) já tinha saído sem levar a minha encomenda. Explicou-me ainda que o email que eu recebera com o número xxxxxxx tinha sido enviado automaticamente, mas que não funcionava porque estava a haver remodelação no sistema de entregas da minha zona, e pediu-me desculpa pela confusão. Fiquei tranquila, aguardando o telefonema da Empresa B para combinar a entrega.
13 - Dois minutos antes de sair de casa (isto é, quinze minutos depois do telefonema acabar), tocaram à campainha.Era a encomenda...
P.S. - O senhor que fez a entrega disse que era a primeira vez que cá vinha, pois na sexta-feira não tivera tempo...
1 - Gostei de um produto da Empresa A e fiz a encomenda na página online da mesma.
2 - Fiz o pagamento através de uma referência multibanco.
3 - (4ª feira passada) Recebi confirmação do pagamento.
4 - (5ª feira passada) Recebi email a informar que a encomenda tinha sido enviada através da Empresa B e que poderia saber onde ela andava através do código de monitorização xxxxxxx, no site da Empresa B.
5 - Fui ao site da Empresa B, coloquei no sítio adequado o código xxxxxxx. Resposta: "Sem resultados".
6 - Comentei o que se tinha passado com o Rogério, que se disponibilizou a corrigir o que eu eventualmente tivesse feito mal no "episódio" 5.
7 - Rogério obteve igualmente "Sem resultados".
8 - (6ª feira passada) No Facebook, enviei uma mensagem à Empresa B a explicar a dificuldade. Responderam-me prontamente, pedindo que escrevesse um email para o serviço de atendimento ao cliente. Escrevi o email pedido já fora do horário habitual de expediente (depois das 22 horas).
9 - (sábado e domingo) Não se passou nada.
10 - (hoje) Vim almoçar a casa e aproveitei para ver os emails. Tinha dois, interessantíssimos (fiz copy&paste apenas do corpo das mensagens):
a) da Empresa B: "Por favor, note que no momento não temos qualquer localizado transporte documentado em nosso sistema para o seu nome ou o número que você fornece. Entre em contato com o remetente da mercadoria para confirmar que a transferência realmente deixou por nossa rede."
b) da Empresa A: "Pode por favor indicar-nos um contacto para ajudar na entrega da sua encomenda?"
11 - Telefonei para o número de telefone da Empresa A que aparecia no fim do email. Atendeu-me uma pessoa de outra empresa que partilha o espaço com a Empresa A. Dei-lhe o recado, deixando o meu número de telefone de casa para a pessoa me ligar quando chegasse.
12 - Poucos minutos depois, ligou-me a pessoa da Empresa A. Explicou-me que precisava de um contacto telefónico para dar à Empresa B porque por duas vezes a entrega fora tentada e ninguém atendera em minha casa. Atendendo a que a Nina esteve em minha casa na sexta-feira, de manhã e de tarde, estranhei o sucedido, mas a senhora disse que não sabia quando é que as entregas tinham sido tentadas e perguntou-me se não tinha visto uma notificação no correio. Respondi que não. O telefone serviria, então, para combinar a entrega a uma hora propícia. Desta vez dei o meu telemóvel (porque poderiam ligar-me quando estivesse fora de casa). A senhora acrescentou que já não seria possível agendar a entrega para hoje, porque a transportadora (da Empresa B) já tinha saído sem levar a minha encomenda. Explicou-me ainda que o email que eu recebera com o número xxxxxxx tinha sido enviado automaticamente, mas que não funcionava porque estava a haver remodelação no sistema de entregas da minha zona, e pediu-me desculpa pela confusão. Fiquei tranquila, aguardando o telefonema da Empresa B para combinar a entrega.
13 - Dois minutos antes de sair de casa (isto é, quinze minutos depois do telefonema acabar), tocaram à campainha.Era a encomenda...
P.S. - O senhor que fez a entrega disse que era a primeira vez que cá vinha, pois na sexta-feira não tivera tempo...