Ontem tive reunião com encarregados de educação às 9 horas. O que é que sonhei na noite anterior? Que eram 9:20h e uma das mães me telefonava, com voz muito calma, a dizer que já tinha chegado... e eu em casa, ainda por vestir!
Quando acordei, o meu pensamento foi: "Ufa! Ainda posso chegar a horas!"... e depois cheguei a horas, sim (mesmo às nove, mas cheguei!).
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
quinta-feira, 26 de junho de 2014
Sonhos #27
Ontem tive reunião com encarregados de educação às 9 horas. O que é que sonhei na noite anterior? Que eram 9:20h e uma das mães me telefonava, com voz muito calma, a dizer que já tinha chegado... e eu em casa, ainda por vestir!
Quando acordei, o meu pensamento foi: "Ufa! Ainda posso chegar a horas!"... e depois cheguei a horas, sim (mesmo às nove, mas cheguei!).
Quando acordei, o meu pensamento foi: "Ufa! Ainda posso chegar a horas!"... e depois cheguei a horas, sim (mesmo às nove, mas cheguei!).
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Construção de uma igreja - projeto concluído
Depois da igreja que a Varinha construiu, há tempos, com a minha ajuda, o Feitiço pediu-me ajuda para construir uma igreja (a bem da verdade, ele pediu-me foi para o ajudar a construir uma "Missa"). Anteontem, como vos disse, fizemos o chão. Ontem, fizemos o resto. O resultado foi este:
Dizer que fizemos é quase um exagero, pois quem esteve realmente empenhada fui eu; perto do fim, o Feitiço já queria começar a destruir a igreja. Tive de lhe dizer que não podia destruir nada sem eu ter terminado e fotografado. Quando lhe disse: "Tu é que pediste e agora que está quase a acabar, queres estragar? Tive uma trabalheira, não pode ser!", ele respondeu algo como: "Eu queria, mas agora já não quero!...". Olha, paciência, Feitiço!
P.S. - Qual dos meus leitores descobre uma mudança efetuada na igreja entre fotografias? É bastante visível, mas não se vê de todos os ângulos, isto é, não aparece em todas as fotografias. As fotografias não aparecem pela ordem em que foram tiradas, não sei porquê...
Dizer que fizemos é quase um exagero, pois quem esteve realmente empenhada fui eu; perto do fim, o Feitiço já queria começar a destruir a igreja. Tive de lhe dizer que não podia destruir nada sem eu ter terminado e fotografado. Quando lhe disse: "Tu é que pediste e agora que está quase a acabar, queres estragar? Tive uma trabalheira, não pode ser!", ele respondeu algo como: "Eu queria, mas agora já não quero!...". Olha, paciência, Feitiço!
P.S. - Qual dos meus leitores descobre uma mudança efetuada na igreja entre fotografias? É bastante visível, mas não se vê de todos os ângulos, isto é, não aparece em todas as fotografias. As fotografias não aparecem pela ordem em que foram tiradas, não sei porquê...
Construção de uma igreja - projeto concluído
Depois da igreja que a Varinha construiu, há tempos, com a minha ajuda, o Feitiço pediu-me ajuda para construir uma igreja (a bem da verdade, ele pediu-me foi para o ajudar a construir uma "Missa"). Anteontem, como vos disse, fizemos o chão. Ontem, fizemos o resto. O resultado foi este:
Dizer que fizemos é quase um exagero, pois quem esteve realmente empenhada fui eu; perto do fim, o Feitiço já queria começar a destruir a igreja. Tive de lhe dizer que não podia destruir nada sem eu ter terminado e fotografado. Quando lhe disse: "Tu é que pediste e agora que está quase a acabar, queres estragar? Tive uma trabalheira, não pode ser!", ele respondeu algo como: "Eu queria, mas agora já não quero!...". Olha, paciência, Feitiço!
P.S. - Qual dos meus leitores descobre uma mudança efetuada na igreja entre fotografias? É bastante visível, mas não se vê de todos os ângulos, isto é, não aparece em todas as fotografias. As fotografias não aparecem pela ordem em que foram tiradas, não sei porquê...
Dizer que fizemos é quase um exagero, pois quem esteve realmente empenhada fui eu; perto do fim, o Feitiço já queria começar a destruir a igreja. Tive de lhe dizer que não podia destruir nada sem eu ter terminado e fotografado. Quando lhe disse: "Tu é que pediste e agora que está quase a acabar, queres estragar? Tive uma trabalheira, não pode ser!", ele respondeu algo como: "Eu queria, mas agora já não quero!...". Olha, paciência, Feitiço!
P.S. - Qual dos meus leitores descobre uma mudança efetuada na igreja entre fotografias? É bastante visível, mas não se vê de todos os ângulos, isto é, não aparece em todas as fotografias. As fotografias não aparecem pela ordem em que foram tiradas, não sei porquê...
domingo, 22 de junho de 2014
A minha profissão é das melhores do mundo #2
...porque na véspera de ir de mini-férias (e indo faltar dois dias à escola), uma aluna disse-me: "Eu vou ter muitas saudades tuas!"
[Quem é que, antes de ter uns dias de folga, considera que vai ter saudades de quem @ põe a trabalhar?]
[Quem é que, antes de ter uns dias de folga, considera que vai ter saudades de quem @ põe a trabalhar?]
A minha profissão é das melhores do mundo #2
...porque na véspera de ir de mini-férias (e indo faltar dois dias à escola), uma aluna disse-me: "Eu vou ter muitas saudades tuas!"
[Quem é que, antes de ter uns dias de folga, considera que vai ter saudades de quem @ põe a trabalhar?]
[Quem é que, antes de ter uns dias de folga, considera que vai ter saudades de quem @ põe a trabalhar?]
sábado, 21 de junho de 2014
Construção de uma igreja
Escrevo este post precocemente. A dita igreja, a construir com peças de Lego, ainda só tem o chão.
Pretende ser uma versão ampliada da igreja construída e apresentada aqui.
Desta vez, a ideia partiu do Feitiço (da outra vez foi a Varinha que teve a ideia).
Pretende ser uma versão ampliada da igreja construída e apresentada aqui.
Desta vez, a ideia partiu do Feitiço (da outra vez foi a Varinha que teve a ideia).
Construção de uma igreja
Escrevo este post precocemente. A dita igreja, a construir com peças de Lego, ainda só tem o chão.
Pretende ser uma versão ampliada da igreja construída e apresentada aqui.
Desta vez, a ideia partiu do Feitiço (da outra vez foi a Varinha que teve a ideia).
Pretende ser uma versão ampliada da igreja construída e apresentada aqui.
Desta vez, a ideia partiu do Feitiço (da outra vez foi a Varinha que teve a ideia).
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Para a Varinha e não só
A Varinha ouviu um aluno crescido da sua escola a cantar esta canção e ficou fã. Agora só diz: "Gosto tanto desta canção, tanto, tanto..."
Acho que se ela soubesse que a canção tinha uma confissão de homicídio já não gostaria assim tanto... Por outro lado, eu percebo a letra da canção e continuo a gostar, por isso... Aqui está a ainda não identificada canção, em versões para quase todos os gostos! :-)
Primeira versão: os Queen, live at Wembley Stadium, 12/7/1986
Segunda versão, ligeiramente adulterada: os Marretas.
Terceira versão: Os Ten Tenors. Chamo a atenção para as frações de segundo (04:34) em que metem ao barulho outra conhecida canção (a ver se algum@ leitor@ tem paciência para ouvir e descobrir que canção é).
Quarta versão: Jake Shimabukuro, que toca num ukalele (e não canta).
Acho que se ela soubesse que a canção tinha uma confissão de homicídio já não gostaria assim tanto... Por outro lado, eu percebo a letra da canção e continuo a gostar, por isso... Aqui está a ainda não identificada canção, em versões para quase todos os gostos! :-)
Primeira versão: os Queen, live at Wembley Stadium, 12/7/1986
Segunda versão, ligeiramente adulterada: os Marretas.
Terceira versão: Os Ten Tenors. Chamo a atenção para as frações de segundo (04:34) em que metem ao barulho outra conhecida canção (a ver se algum@ leitor@ tem paciência para ouvir e descobrir que canção é).
Quarta versão: Jake Shimabukuro, que toca num ukalele (e não canta).
Quinta e última versão (last but not least), também ligeiramente adulterada: Star Wars Edition (dedico esta ao Rogério, que é fã da saga).
Se acaso ouviram todas ou um bocadinho de todas, qual a vossa preferida?
Para a Varinha e não só
A Varinha ouviu um aluno crescido da sua escola a cantar esta canção e ficou fã. Agora só diz: "Gosto tanto desta canção, tanto, tanto..."
Acho que se ela soubesse que a canção tinha uma confissão de homicídio já não gostaria assim tanto... Por outro lado, eu percebo a letra da canção e continuo a gostar, por isso... Aqui está a ainda não identificada canção, em versões para quase todos os gostos! :-)
Primeira versão: os Queen, live at Wembley Stadium, 12/7/1986
Segunda versão, ligeiramente adulterada: os Marretas.
Terceira versão: Os Ten Tenors. Chamo a atenção para as frações de segundo (04:34) em que metem ao barulho outra conhecida canção (a ver se algum@ leitor@ tem paciência para ouvir e descobrir que canção é).
Quarta versão: Jake Shimabukuro, que toca num ukalele (e não canta).
Acho que se ela soubesse que a canção tinha uma confissão de homicídio já não gostaria assim tanto... Por outro lado, eu percebo a letra da canção e continuo a gostar, por isso... Aqui está a ainda não identificada canção, em versões para quase todos os gostos! :-)
Primeira versão: os Queen, live at Wembley Stadium, 12/7/1986
Segunda versão, ligeiramente adulterada: os Marretas.
Terceira versão: Os Ten Tenors. Chamo a atenção para as frações de segundo (04:34) em que metem ao barulho outra conhecida canção (a ver se algum@ leitor@ tem paciência para ouvir e descobrir que canção é).
Quarta versão: Jake Shimabukuro, que toca num ukalele (e não canta).
Quinta e última versão (last but not least), também ligeiramente adulterada: Star Wars Edition (dedico esta ao Rogério, que é fã da saga).
Se acaso ouviram todas ou um bocadinho de todas, qual a vossa preferida?
González vs. Estivill (faz de conta que é sobre eles)
O blogue "Pais de Quatro" tem, de tempos a tempos, umas discussões interessantes lançadas pelo JMT, mas que aquecem mesmo é na caixa de comentários. Na maior parte das vezes, eu opto por não entrar na guerra. Hoje, quis comentar.
Primeiro, iniciei um comentário em resposta a uma sequência de comentários, mas como só queria referir um pormenor, e não entrar na totalidade da discussão daquela sequência em particular, mudei para um comentário ao post, "independente" de comentários anteriores. Depois, como percebi que me apetecia escrever muito, decidi vir aqui escrever (aliás, copiei o que já tinha escrito para me servir de base a este post, e não ter de escrever tudo outra vez). A seguir, vou ao PdQ e deixo o link num comentário. Quem quiser ler, sabe o que fazer. Se @ leitor@ que me lê neste momento fez isso, fez muito bem e seja bem-vindo!
Tenho três filhos. Nunca li nada (exceto as entrevistas - obrigada, JMT, pelos links, aqui e aqui) de nenhum dos dois pediatras espanhóis. Só li uns livros que me emprestaram (lembro-me de um que foi escrito por uma "baby whisperer", não me lembro é do nome do livro*), não necessariamente de ponta a ponta.
Concordo que os bebés choram por alguma razão, e não porque querem fazer os pais "penar". Não concordo é que se considere que ficar ao pé do bebé, fazendo-o sentir-se acompanhado, mesmo que depois a pessoa se ausente por momentos (não enquanto o bebé chora - pelo menos na entrevista o Dr. Estivill diz que não se abandona o bebé enquanto chora), seja "deixar os bebés chorar porque isso é para o bem deles".
E por que razão digo isto?
Porque se está assumir que, quando o bebé chora, automaticamente pararia de chorar se lhe pegássemos ao colo e que, se não o fizermos, estamos a "deixá-lo chorar". E isso não é verdade: umas vezes para de chorar, outras vezes não (e nós vemo-nos e desejamo-nos para perceber o porquê do choro). Por isso, se pegar ao colo nem sempre "resulta", por que é que estar ao lado do bebé, falando calmamente com ele, há de ser uma coisa má, se o bebé se acalmar? Por que é que se diz que, se o bebé deixa de chorar, não o faz porque o acompanhamento foi suficiente para não precisar de chorar, mas sim porque "aprende que não vale a pena chamar os pais" (não é uma citação propriamente, mas foi uma ideia que captei de um comentário a este post do PdQ)? Porquê? Não percebo.
No meio disto tudo, cabe-me agradecer a quem me emprestou o tal livro da "baby whisperer", pois foi muito útil - e recomendaria, se me lembrasse do nome...* [Já devem ter percebido que já sei qual é o livro...]
No caso da Vassoura, da Varinha e do Feitiço, eles foram muitas vezes pegados ao colo, não exclusivamente quando choravam. Se um bebé só for pegado ao colo quando chora (exceção para as atividades de manutenção - passe a expressão), não admira que chore muito para ter colo e que todas as outras alternativas para o acalmar não funcionem!
Mas a Vassoura, a Varinha e o Feitiço também choraram e não receberam colo. Foram atendidos, mas nem sempre com colo. O colo é como uma carta valiosa num jogo de cartas. Se puder ganhar a jogada com uma carta mais baixa (falar calmamente com o bebé; fazer-lhe festinhas; pôr-lhe a chucha se ele a usar; etc.), não faz sentido usar a mais valiosa - essa será preciosa quando a fasquia estiver num patamar superior, nesse dia ou noutro. Porque se pego ao colo por um choro qualquer (o livro ajuda a distinguir os diferentes tipos de choro), tudo o que não for colo será sempre insuficiente!
Outra coisa: os terrores noturnos [não confundir com pesadelos]. Como mãe, tive essa experiência, com os três, mas mais com a Vassoura. E, pelo que li e pela minha experiência, não adianta dar colo, aliás, não adianta fazer nada, pois os terrores noturnos têm esse nome por serem um terror... para os pais! As crianças não vão ter qualquer memória do que aconteceu, vão acordar frescas que nem uma alface, porque, apesar da gritaria, não acordaram sequer! Eu cheguei a tentar "consolar" a Vassoura, e mais tarde, a Varinha, mas fui enxotada mecanicamente, por ambas, pois estava a perturbar-lhes o descanso... No caso do Feitiço, já estava mais esclarecida...
Como é que eu sei que os meus filhos não ficaram traumatizados pelas vezes que não lhes peguei ao colo, mas os atendi de outro modo?
Como é que eu sei que não pararam de chorar porque "aprenderam que não valia a pena chamar pelos pais"?
Porque os meus filhos são crianças confiantes e outras coisas do género? Também (embora tenha consciência que eles não são confiantes em todas as situações)... mas sobretudo...
... porque continuam a chamar-me durante a noite, se precisarem, e eu vou lá.
... porque, agora que são mais crescidas (o Feitiço ainda não chegou a esta fase silenciosa de chamar), a Vassoura e a Varinha aprenderam que me podem chamar a meio da noite, mas não precisam de gritar, para não acordarem toda a gente da casa. Chamam-me, e esperam um pouco, para me darem tempo de acordar e ir do meu quarto ao deles e, se eu não aparecer, repetem... até eu aparecer. [Às vezes estou mais cansada e demoro mais a acordar.]
Não creio que aprender a ter os outros em consideração seja uma coisa má.
*Não me lembrei entretanto, mas uma rápida pesquisa ajudou. O livro era este:
Primeiro, iniciei um comentário em resposta a uma sequência de comentários, mas como só queria referir um pormenor, e não entrar na totalidade da discussão daquela sequência em particular, mudei para um comentário ao post, "independente" de comentários anteriores. Depois, como percebi que me apetecia escrever muito, decidi vir aqui escrever (aliás, copiei o que já tinha escrito para me servir de base a este post, e não ter de escrever tudo outra vez). A seguir, vou ao PdQ e deixo o link num comentário. Quem quiser ler, sabe o que fazer. Se @ leitor@ que me lê neste momento fez isso, fez muito bem e seja bem-vindo!
Tenho três filhos. Nunca li nada (exceto as entrevistas - obrigada, JMT, pelos links, aqui e aqui) de nenhum dos dois pediatras espanhóis. Só li uns livros que me emprestaram (lembro-me de um que foi escrito por uma "baby whisperer", não me lembro é do nome do livro*), não necessariamente de ponta a ponta.
Concordo que os bebés choram por alguma razão, e não porque querem fazer os pais "penar". Não concordo é que se considere que ficar ao pé do bebé, fazendo-o sentir-se acompanhado, mesmo que depois a pessoa se ausente por momentos (não enquanto o bebé chora - pelo menos na entrevista o Dr. Estivill diz que não se abandona o bebé enquanto chora), seja "deixar os bebés chorar porque isso é para o bem deles".
E por que razão digo isto?
Porque se está assumir que, quando o bebé chora, automaticamente pararia de chorar se lhe pegássemos ao colo e que, se não o fizermos, estamos a "deixá-lo chorar". E isso não é verdade: umas vezes para de chorar, outras vezes não (e nós vemo-nos e desejamo-nos para perceber o porquê do choro). Por isso, se pegar ao colo nem sempre "resulta", por que é que estar ao lado do bebé, falando calmamente com ele, há de ser uma coisa má, se o bebé se acalmar? Por que é que se diz que, se o bebé deixa de chorar, não o faz porque o acompanhamento foi suficiente para não precisar de chorar, mas sim porque "aprende que não vale a pena chamar os pais" (não é uma citação propriamente, mas foi uma ideia que captei de um comentário a este post do PdQ)? Porquê? Não percebo.
No meio disto tudo, cabe-me agradecer a quem me emprestou o tal livro da "baby whisperer", pois foi muito útil - e recomendaria, se me lembrasse do nome...* [Já devem ter percebido que já sei qual é o livro...]
No caso da Vassoura, da Varinha e do Feitiço, eles foram muitas vezes pegados ao colo, não exclusivamente quando choravam. Se um bebé só for pegado ao colo quando chora (exceção para as atividades de manutenção - passe a expressão), não admira que chore muito para ter colo e que todas as outras alternativas para o acalmar não funcionem!
Mas a Vassoura, a Varinha e o Feitiço também choraram e não receberam colo. Foram atendidos, mas nem sempre com colo. O colo é como uma carta valiosa num jogo de cartas. Se puder ganhar a jogada com uma carta mais baixa (falar calmamente com o bebé; fazer-lhe festinhas; pôr-lhe a chucha se ele a usar; etc.), não faz sentido usar a mais valiosa - essa será preciosa quando a fasquia estiver num patamar superior, nesse dia ou noutro. Porque se pego ao colo por um choro qualquer (o livro ajuda a distinguir os diferentes tipos de choro), tudo o que não for colo será sempre insuficiente!
Outra coisa: os terrores noturnos [não confundir com pesadelos]. Como mãe, tive essa experiência, com os três, mas mais com a Vassoura. E, pelo que li e pela minha experiência, não adianta dar colo, aliás, não adianta fazer nada, pois os terrores noturnos têm esse nome por serem um terror... para os pais! As crianças não vão ter qualquer memória do que aconteceu, vão acordar frescas que nem uma alface, porque, apesar da gritaria, não acordaram sequer! Eu cheguei a tentar "consolar" a Vassoura, e mais tarde, a Varinha, mas fui enxotada mecanicamente, por ambas, pois estava a perturbar-lhes o descanso... No caso do Feitiço, já estava mais esclarecida...
Como é que eu sei que os meus filhos não ficaram traumatizados pelas vezes que não lhes peguei ao colo, mas os atendi de outro modo?
Como é que eu sei que não pararam de chorar porque "aprenderam que não valia a pena chamar pelos pais"?
Porque os meus filhos são crianças confiantes e outras coisas do género? Também (embora tenha consciência que eles não são confiantes em todas as situações)... mas sobretudo...
... porque continuam a chamar-me durante a noite, se precisarem, e eu vou lá.
... porque, agora que são mais crescidas (o Feitiço ainda não chegou a esta fase silenciosa de chamar), a Vassoura e a Varinha aprenderam que me podem chamar a meio da noite, mas não precisam de gritar, para não acordarem toda a gente da casa. Chamam-me, e esperam um pouco, para me darem tempo de acordar e ir do meu quarto ao deles e, se eu não aparecer, repetem... até eu aparecer. [Às vezes estou mais cansada e demoro mais a acordar.]
Não creio que aprender a ter os outros em consideração seja uma coisa má.
*Não me lembrei entretanto, mas uma rápida pesquisa ajudou. O livro era este:
González vs. Estivill (faz de conta que é sobre eles)
O blogue "Pais de Quatro" tem, de tempos a tempos, umas discussões interessantes lançadas pelo JMT, mas que aquecem mesmo é na caixa de comentários. Na maior parte das vezes, eu opto por não entrar na guerra. Hoje, quis comentar.
Primeiro, iniciei um comentário em resposta a uma sequência de comentários, mas como só queria referir um pormenor, e não entrar na totalidade da discussão daquela sequência em particular, mudei para um comentário ao post, "independente" de comentários anteriores. Depois, como percebi que me apetecia escrever muito, decidi vir aqui escrever (aliás, copiei o que já tinha escrito para me servir de base a este post, e não ter de escrever tudo outra vez). A seguir, vou ao PdQ e deixo o link num comentário. Quem quiser ler, sabe o que fazer. Se @ leitor@ que me lê neste momento fez isso, fez muito bem e seja bem-vindo!
Tenho três filhos. Nunca li nada (exceto as entrevistas - obrigada, JMT, pelos links, aqui e aqui) de nenhum dos dois pediatras espanhóis. Só li uns livros que me emprestaram (lembro-me de um que foi escrito por uma "baby whisperer", não me lembro é do nome do livro*), não necessariamente de ponta a ponta.
Concordo que os bebés choram por alguma razão, e não porque querem fazer os pais "penar". Não concordo é que se considere que ficar ao pé do bebé, fazendo-o sentir-se acompanhado, mesmo que depois a pessoa se ausente por momentos (não enquanto o bebé chora - pelo menos na entrevista o Dr. Estivill diz que não se abandona o bebé enquanto chora), seja "deixar os bebés chorar porque isso é para o bem deles".
E por que razão digo isto?
Porque se está assumir que, quando o bebé chora, automaticamente pararia de chorar se lhe pegássemos ao colo e que, se não o fizermos, estamos a "deixá-lo chorar". E isso não é verdade: umas vezes para de chorar, outras vezes não (e nós vemo-nos e desejamo-nos para perceber o porquê do choro). Por isso, se pegar ao colo nem sempre "resulta", por que é que estar ao lado do bebé, falando calmamente com ele, há de ser uma coisa má, se o bebé se acalmar? Por que é que se diz que, se o bebé deixa de chorar, não o faz porque o acompanhamento foi suficiente para não precisar de chorar, mas sim porque "aprende que não vale a pena chamar os pais" (não é uma citação propriamente, mas foi uma ideia que captei de um comentário a este post do PdQ)? Porquê? Não percebo.
No meio disto tudo, cabe-me agradecer a quem me emprestou o tal livro da "baby whisperer", pois foi muito útil - e recomendaria, se me lembrasse do nome...* [Já devem ter percebido que já sei qual é o livro...]
No caso da Vassoura, da Varinha e do Feitiço, eles foram muitas vezes pegados ao colo, não exclusivamente quando choravam. Se um bebé só for pegado ao colo quando chora (exceção para as atividades de manutenção - passe a expressão), não admira que chore muito para ter colo e que todas as outras alternativas para o acalmar não funcionem!
Mas a Vassoura, a Varinha e o Feitiço também choraram e não receberam colo. Foram atendidos, mas nem sempre com colo. O colo é como uma carta valiosa num jogo de cartas. Se puder ganhar a jogada com uma carta mais baixa (falar calmamente com o bebé; fazer-lhe festinhas; pôr-lhe a chucha se ele a usar; etc.), não faz sentido usar a mais valiosa - essa será preciosa quando a fasquia estiver num patamar superior, nesse dia ou noutro. Porque se pego ao colo por um choro qualquer (o livro ajuda a distinguir os diferentes tipos de choro), tudo o que não for colo será sempre insuficiente!
Outra coisa: os terrores noturnos [não confundir com pesadelos]. Como mãe, tive essa experiência, com os três, mas mais com a Vassoura. E, pelo que li e pela minha experiência, não adianta dar colo, aliás, não adianta fazer nada, pois os terrores noturnos têm esse nome por serem um terror... para os pais! As crianças não vão ter qualquer memória do que aconteceu, vão acordar frescas que nem uma alface, porque, apesar da gritaria, não acordaram sequer! Eu cheguei a tentar "consolar" a Vassoura, e mais tarde, a Varinha, mas fui enxotada mecanicamente, por ambas, pois estava a perturbar-lhes o descanso... No caso do Feitiço, já estava mais esclarecida...
Como é que eu sei que os meus filhos não ficaram traumatizados pelas vezes que não lhes peguei ao colo, mas os atendi de outro modo?
Como é que eu sei que não pararam de chorar porque "aprenderam que não valia a pena chamar pelos pais"?
Porque os meus filhos são crianças confiantes e outras coisas do género? Também (embora tenha consciência que eles não são confiantes em todas as situações)... mas sobretudo...
... porque continuam a chamar-me durante a noite, se precisarem, e eu vou lá.
... porque, agora que são mais crescidas (o Feitiço ainda não chegou a esta fase silenciosa de chamar), a Vassoura e a Varinha aprenderam que me podem chamar a meio da noite, mas não precisam de gritar, para não acordarem toda a gente da casa. Chamam-me, e esperam um pouco, para me darem tempo de acordar e ir do meu quarto ao deles e, se eu não aparecer, repetem... até eu aparecer. [Às vezes estou mais cansada e demoro mais a acordar.]
Não creio que aprender a ter os outros em consideração seja uma coisa má.
*Não me lembrei entretanto, mas uma rápida pesquisa ajudou. O livro era este:
Primeiro, iniciei um comentário em resposta a uma sequência de comentários, mas como só queria referir um pormenor, e não entrar na totalidade da discussão daquela sequência em particular, mudei para um comentário ao post, "independente" de comentários anteriores. Depois, como percebi que me apetecia escrever muito, decidi vir aqui escrever (aliás, copiei o que já tinha escrito para me servir de base a este post, e não ter de escrever tudo outra vez). A seguir, vou ao PdQ e deixo o link num comentário. Quem quiser ler, sabe o que fazer. Se @ leitor@ que me lê neste momento fez isso, fez muito bem e seja bem-vindo!
Tenho três filhos. Nunca li nada (exceto as entrevistas - obrigada, JMT, pelos links, aqui e aqui) de nenhum dos dois pediatras espanhóis. Só li uns livros que me emprestaram (lembro-me de um que foi escrito por uma "baby whisperer", não me lembro é do nome do livro*), não necessariamente de ponta a ponta.
Concordo que os bebés choram por alguma razão, e não porque querem fazer os pais "penar". Não concordo é que se considere que ficar ao pé do bebé, fazendo-o sentir-se acompanhado, mesmo que depois a pessoa se ausente por momentos (não enquanto o bebé chora - pelo menos na entrevista o Dr. Estivill diz que não se abandona o bebé enquanto chora), seja "deixar os bebés chorar porque isso é para o bem deles".
E por que razão digo isto?
Porque se está assumir que, quando o bebé chora, automaticamente pararia de chorar se lhe pegássemos ao colo e que, se não o fizermos, estamos a "deixá-lo chorar". E isso não é verdade: umas vezes para de chorar, outras vezes não (e nós vemo-nos e desejamo-nos para perceber o porquê do choro). Por isso, se pegar ao colo nem sempre "resulta", por que é que estar ao lado do bebé, falando calmamente com ele, há de ser uma coisa má, se o bebé se acalmar? Por que é que se diz que, se o bebé deixa de chorar, não o faz porque o acompanhamento foi suficiente para não precisar de chorar, mas sim porque "aprende que não vale a pena chamar os pais" (não é uma citação propriamente, mas foi uma ideia que captei de um comentário a este post do PdQ)? Porquê? Não percebo.
No meio disto tudo, cabe-me agradecer a quem me emprestou o tal livro da "baby whisperer", pois foi muito útil - e recomendaria, se me lembrasse do nome...* [Já devem ter percebido que já sei qual é o livro...]
No caso da Vassoura, da Varinha e do Feitiço, eles foram muitas vezes pegados ao colo, não exclusivamente quando choravam. Se um bebé só for pegado ao colo quando chora (exceção para as atividades de manutenção - passe a expressão), não admira que chore muito para ter colo e que todas as outras alternativas para o acalmar não funcionem!
Mas a Vassoura, a Varinha e o Feitiço também choraram e não receberam colo. Foram atendidos, mas nem sempre com colo. O colo é como uma carta valiosa num jogo de cartas. Se puder ganhar a jogada com uma carta mais baixa (falar calmamente com o bebé; fazer-lhe festinhas; pôr-lhe a chucha se ele a usar; etc.), não faz sentido usar a mais valiosa - essa será preciosa quando a fasquia estiver num patamar superior, nesse dia ou noutro. Porque se pego ao colo por um choro qualquer (o livro ajuda a distinguir os diferentes tipos de choro), tudo o que não for colo será sempre insuficiente!
Outra coisa: os terrores noturnos [não confundir com pesadelos]. Como mãe, tive essa experiência, com os três, mas mais com a Vassoura. E, pelo que li e pela minha experiência, não adianta dar colo, aliás, não adianta fazer nada, pois os terrores noturnos têm esse nome por serem um terror... para os pais! As crianças não vão ter qualquer memória do que aconteceu, vão acordar frescas que nem uma alface, porque, apesar da gritaria, não acordaram sequer! Eu cheguei a tentar "consolar" a Vassoura, e mais tarde, a Varinha, mas fui enxotada mecanicamente, por ambas, pois estava a perturbar-lhes o descanso... No caso do Feitiço, já estava mais esclarecida...
Como é que eu sei que os meus filhos não ficaram traumatizados pelas vezes que não lhes peguei ao colo, mas os atendi de outro modo?
Como é que eu sei que não pararam de chorar porque "aprenderam que não valia a pena chamar pelos pais"?
Porque os meus filhos são crianças confiantes e outras coisas do género? Também (embora tenha consciência que eles não são confiantes em todas as situações)... mas sobretudo...
... porque continuam a chamar-me durante a noite, se precisarem, e eu vou lá.
... porque, agora que são mais crescidas (o Feitiço ainda não chegou a esta fase silenciosa de chamar), a Vassoura e a Varinha aprenderam que me podem chamar a meio da noite, mas não precisam de gritar, para não acordarem toda a gente da casa. Chamam-me, e esperam um pouco, para me darem tempo de acordar e ir do meu quarto ao deles e, se eu não aparecer, repetem... até eu aparecer. [Às vezes estou mais cansada e demoro mais a acordar.]
Não creio que aprender a ter os outros em consideração seja uma coisa má.
*Não me lembrei entretanto, mas uma rápida pesquisa ajudou. O livro era este:
Adiós, piolhitos!
Para matar as lêndeas, pedi na farmácia o produto "Seta", que já tínhamos usado noutra altura e que foi recomendado pela Teresa Power, mas estava esgotado.
Aceitei a sugestão da farmacêutica e comprei "Licinin", uma loção que mata por sufocação, e "Tiox", um champô. Para a semana voltamos a aplicar.
À partida, o problema está resolvido. Espero que sim!
Aceitei a sugestão da farmacêutica e comprei "Licinin", uma loção que mata por sufocação, e "Tiox", um champô. Para a semana voltamos a aplicar.
À partida, o problema está resolvido. Espero que sim!
![]() |
| Licinin |
![]() |
| Tiox |
Adiós, piolhitos!
Para matar as lêndeas, pedi na farmácia o produto "Seta", que já tínhamos usado noutra altura e que foi recomendado pela Teresa Power, mas estava esgotado.
Aceitei a sugestão da farmacêutica e comprei "Licinin", uma loção que mata por sufocação, e "Tiox", um champô. Para a semana voltamos a aplicar.
À partida, o problema está resolvido. Espero que sim!
Aceitei a sugestão da farmacêutica e comprei "Licinin", uma loção que mata por sufocação, e "Tiox", um champô. Para a semana voltamos a aplicar.
À partida, o problema está resolvido. Espero que sim!
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| Licinin |
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| Tiox |
terça-feira, 17 de junho de 2014
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Alheia ao Mundial
Pois que até nem queria estar, mas estou.
Vá lá, vá lá, sei que Portugal joga hoje. Se não joga, fui bem enganada pelo Gato Rogério, que é mais alheio do que eu a estes acontecimentos desportivos, mas que sabe deles pelo que lê nas notícias, na Internet...
Vá lá, vá lá, sei que Portugal joga hoje. Se não joga, fui bem enganada pelo Gato Rogério, que é mais alheio do que eu a estes acontecimentos desportivos, mas que sabe deles pelo que lê nas notícias, na Internet...
Alheia ao Mundial
Pois que até nem queria estar, mas estou.
Vá lá, vá lá, sei que Portugal joga hoje. Se não joga, fui bem enganada pelo Gato Rogério, que é mais alheio do que eu a estes acontecimentos desportivos, mas que sabe deles pelo que lê nas notícias, na Internet...
Vá lá, vá lá, sei que Portugal joga hoje. Se não joga, fui bem enganada pelo Gato Rogério, que é mais alheio do que eu a estes acontecimentos desportivos, mas que sabe deles pelo que lê nas notícias, na Internet...
domingo, 15 de junho de 2014
Não há fumo sem fogo...
... nem lêndeas sem piolhos.
Estávamos na Missa e pareceu-me ver algo suspeito na cabeça do Feitiço.
Em casa, infelizmente, confirmei: o Feitiço tinha (tem) lêndeas. Piolhos não encontrei!
Vasculhei as cabeças todas, não encontrei mais lêndeas e não encontrei piolhos em cabeça nenhuma.
Claro que vamos aplicar Quitoso ou outro produto (gostava de aplicar aquele que mata por asfixia - alguém me pode dizer a marca?) nas cabeças todas cá de casa, mas não deixa de ser estranho uma pessoa encontrar, tirar e matar com as unhas para aí umas 30 lêndeas na mesma cabeça e não encontrar o pai de tantos filhos!
Estávamos na Missa e pareceu-me ver algo suspeito na cabeça do Feitiço.
Em casa, infelizmente, confirmei: o Feitiço tinha (tem) lêndeas. Piolhos não encontrei!
Vasculhei as cabeças todas, não encontrei mais lêndeas e não encontrei piolhos em cabeça nenhuma.
Claro que vamos aplicar Quitoso ou outro produto (gostava de aplicar aquele que mata por asfixia - alguém me pode dizer a marca?) nas cabeças todas cá de casa, mas não deixa de ser estranho uma pessoa encontrar, tirar e matar com as unhas para aí umas 30 lêndeas na mesma cabeça e não encontrar o pai de tantos filhos!
Não há fumo sem fogo...
... nem lêndeas sem piolhos.
Estávamos na Missa e pareceu-me ver algo suspeito na cabeça do Feitiço.
Em casa, infelizmente, confirmei: o Feitiço tinha (tem) lêndeas. Piolhos não encontrei!
Vasculhei as cabeças todas, não encontrei mais lêndeas e não encontrei piolhos em cabeça nenhuma.
Claro que vamos aplicar Quitoso ou outro produto (gostava de aplicar aquele que mata por asfixia - alguém me pode dizer a marca?) nas cabeças todas cá de casa, mas não deixa de ser estranho uma pessoa encontrar, tirar e matar com as unhas para aí umas 30 lêndeas na mesma cabeça e não encontrar o pai de tantos filhos!
Estávamos na Missa e pareceu-me ver algo suspeito na cabeça do Feitiço.
Em casa, infelizmente, confirmei: o Feitiço tinha (tem) lêndeas. Piolhos não encontrei!
Vasculhei as cabeças todas, não encontrei mais lêndeas e não encontrei piolhos em cabeça nenhuma.
Claro que vamos aplicar Quitoso ou outro produto (gostava de aplicar aquele que mata por asfixia - alguém me pode dizer a marca?) nas cabeças todas cá de casa, mas não deixa de ser estranho uma pessoa encontrar, tirar e matar com as unhas para aí umas 30 lêndeas na mesma cabeça e não encontrar o pai de tantos filhos!
sábado, 14 de junho de 2014
A Escola no Hospital
Graças a uma amiga e leitora deste blogue, fiquei a conhecer mais um blogue:
http://aescolanohospital.blogspot.pt/
Chama-se "A Escola no Hospital", mas não é sobre uma escola a funcionar num hospital, mas sim sobre várias (CMRA, HDE, HSM e IPO*). E os trabalhos que lá fazem são fantásticos! [E fazem-me sentir muito pequenina...]
Espreitem...
*Para quem não conheça estas iniciais:
CMRA - Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão**
HDE - Hospital de D. Estefânia
HSM - Hospital de Santa Maria
IPO (IPOLFG) - Instituto Português de Oncologia de Lisboa, Francisco Gentil
**Embora tenha uma amiga a trabalhar em Alcoitão há muitos anos, desconhecia estas iniciais até há coisa de meia hora...
http://aescolanohospital.blogspot.pt/
Chama-se "A Escola no Hospital", mas não é sobre uma escola a funcionar num hospital, mas sim sobre várias (CMRA, HDE, HSM e IPO*). E os trabalhos que lá fazem são fantásticos! [E fazem-me sentir muito pequenina...]
Espreitem...
*Para quem não conheça estas iniciais:
CMRA - Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão**
HDE - Hospital de D. Estefânia
HSM - Hospital de Santa Maria
IPO (IPOLFG) - Instituto Português de Oncologia de Lisboa, Francisco Gentil
**Embora tenha uma amiga a trabalhar em Alcoitão há muitos anos, desconhecia estas iniciais até há coisa de meia hora...
A Escola no Hospital
Graças a uma amiga e leitora deste blogue, fiquei a conhecer mais um blogue:
http://aescolanohospital.blogspot.pt/
Chama-se "A Escola no Hospital", mas não é sobre uma escola a funcionar num hospital, mas sim sobre várias (CMRA, HDE, HSM e IPO*). E os trabalhos que lá fazem são fantásticos! [E fazem-me sentir muito pequenina...]
Espreitem...
*Para quem não conheça estas iniciais:
CMRA - Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão**
HDE - Hospital de D. Estefânia
HSM - Hospital de Santa Maria
IPO (IPOLFG) - Instituto Português de Oncologia de Lisboa, Francisco Gentil
**Embora tenha uma amiga a trabalhar em Alcoitão há muitos anos, desconhecia estas iniciais até há coisa de meia hora...
http://aescolanohospital.blogspot.pt/
Chama-se "A Escola no Hospital", mas não é sobre uma escola a funcionar num hospital, mas sim sobre várias (CMRA, HDE, HSM e IPO*). E os trabalhos que lá fazem são fantásticos! [E fazem-me sentir muito pequenina...]
Espreitem...
*Para quem não conheça estas iniciais:
CMRA - Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão**
HDE - Hospital de D. Estefânia
HSM - Hospital de Santa Maria
IPO (IPOLFG) - Instituto Português de Oncologia de Lisboa, Francisco Gentil
**Embora tenha uma amiga a trabalhar em Alcoitão há muitos anos, desconhecia estas iniciais até há coisa de meia hora...
Sonhos #26
Desde a última vez que vos contei um sonho, tive vários sonhos...
Esta noite tive dois. Num deles, tinha tido gémeos, um rapaz e uma rapariga. Estava contente e assustada ao mesmo tempo...
Esta noite tive dois. Num deles, tinha tido gémeos, um rapaz e uma rapariga. Estava contente e assustada ao mesmo tempo...
Sonhos #26
Desde a última vez que vos contei um sonho, tive vários sonhos...
Esta noite tive dois. Num deles, tinha tido gémeos, um rapaz e uma rapariga. Estava contente e assustada ao mesmo tempo...
Esta noite tive dois. Num deles, tinha tido gémeos, um rapaz e uma rapariga. Estava contente e assustada ao mesmo tempo...
Adivinha #1
- Que nome se dá a um transporte não cozinhado?
- Eléti-cru!*
*Feitiço dixit, obviamente.
[Eu não disse que a adivinha era uma adivinha normal. Só a inventei para "aproveitar" o elétrico do Feitiço.]
- Eléti-cru!*
*Feitiço dixit, obviamente.
[Eu não disse que a adivinha era uma adivinha normal. Só a inventei para "aproveitar" o elétrico do Feitiço.]
Adivinha #1
- Que nome se dá a um transporte não cozinhado?
- Eléti-cru!*
*Feitiço dixit, obviamente.
[Eu não disse que a adivinha era uma adivinha normal. Só a inventei para "aproveitar" o elétrico do Feitiço.]
- Eléti-cru!*
*Feitiço dixit, obviamente.
[Eu não disse que a adivinha era uma adivinha normal. Só a inventei para "aproveitar" o elétrico do Feitiço.]
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Parte de uma oração do Feitiço #4
- Ajuda-me a ficar bom da "compistação"...
[Ele está muito constipado.]
[Ele está muito constipado.]
Parte de uma oração do Feitiço #4
- Ajuda-me a ficar bom da "compistação"...
[Ele está muito constipado.]
[Ele está muito constipado.]
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Uma Família Católica
Há alguns meses espreitei o blogue de que vos vou falar, a partir de um outro (o Pais de Quatro), e gostei, mas, não sei porquê, não voltei lá durante uns tempos. Pode ter sido simplesmente porque não o adicionei logo aos favoritos e "longe da vista, longe do coração"...
No entanto, o nome da autora do blogue, Teresa Power, ficou registado na minha memória e tenho gostado dos seus comentários no PdQ. Por isso, ontem - ou foi hoje muito cedo? - voltei a visitar o seu cantinho e fiquei rendida.
O blogue chama-se "Uma Família Católica" e - imagine-se! - é escrito por uma mãe de uma família católica! :-)
Acredito que não interesse a todos (a alguns dos meus leitores, sei que interessará!), mas vale a pena visitar. Para terem uma ideia, o blogue tem este texto no cabeçalho:
Somos uma família católica, abençoada com seis filhos na Terra e um no Céu. Procuramos viver a fé com simplicidade e generosidade. Queremos partilhar com outras famílias a alegria de sermos Igreja Doméstica na grande família da Igreja Católica.
Basta ler um pouco (eu já li mais do que um pouco) para perceber que é mesmo verdade a parte da simplicidade, assim como a da generosidade e a da alegria. Vão conhecê-los! Não me parece que se arrependam...
No entanto, o nome da autora do blogue, Teresa Power, ficou registado na minha memória e tenho gostado dos seus comentários no PdQ. Por isso, ontem - ou foi hoje muito cedo? - voltei a visitar o seu cantinho e fiquei rendida.
O blogue chama-se "Uma Família Católica" e - imagine-se! - é escrito por uma mãe de uma família católica! :-)
Acredito que não interesse a todos (a alguns dos meus leitores, sei que interessará!), mas vale a pena visitar. Para terem uma ideia, o blogue tem este texto no cabeçalho:
Somos uma família católica, abençoada com seis filhos na Terra e um no Céu. Procuramos viver a fé com simplicidade e generosidade. Queremos partilhar com outras famílias a alegria de sermos Igreja Doméstica na grande família da Igreja Católica.
Basta ler um pouco (eu já li mais do que um pouco) para perceber que é mesmo verdade a parte da simplicidade, assim como a da generosidade e a da alegria. Vão conhecê-los! Não me parece que se arrependam...
Uma Família Católica
Há alguns meses espreitei o blogue de que vos vou falar, a partir de um outro (o Pais de Quatro), e gostei, mas, não sei porquê, não voltei lá durante uns tempos. Pode ter sido simplesmente porque não o adicionei logo aos favoritos e "longe da vista, longe do coração"...
No entanto, o nome da autora do blogue, Teresa Power, ficou registado na minha memória e tenho gostado dos seus comentários no PdQ. Por isso, ontem - ou foi hoje muito cedo? - voltei a visitar o seu cantinho e fiquei rendida.
O blogue chama-se "Uma Família Católica" e - imagine-se! - é escrito por uma mãe de uma família católica! :-)
Acredito que não interesse a todos (a alguns dos meus leitores, sei que interessará!), mas vale a pena visitar. Para terem uma ideia, o blogue tem este texto no cabeçalho:
Somos uma família católica, abençoada com seis filhos na Terra e um no Céu. Procuramos viver a fé com simplicidade e generosidade. Queremos partilhar com outras famílias a alegria de sermos Igreja Doméstica na grande família da Igreja Católica.
Basta ler um pouco (eu já li mais do que um pouco) para perceber que é mesmo verdade a parte da simplicidade, assim como a da generosidade e a da alegria. Vão conhecê-los! Não me parece que se arrependam...
No entanto, o nome da autora do blogue, Teresa Power, ficou registado na minha memória e tenho gostado dos seus comentários no PdQ. Por isso, ontem - ou foi hoje muito cedo? - voltei a visitar o seu cantinho e fiquei rendida.
O blogue chama-se "Uma Família Católica" e - imagine-se! - é escrito por uma mãe de uma família católica! :-)
Acredito que não interesse a todos (a alguns dos meus leitores, sei que interessará!), mas vale a pena visitar. Para terem uma ideia, o blogue tem este texto no cabeçalho:
Somos uma família católica, abençoada com seis filhos na Terra e um no Céu. Procuramos viver a fé com simplicidade e generosidade. Queremos partilhar com outras famílias a alegria de sermos Igreja Doméstica na grande família da Igreja Católica.
Basta ler um pouco (eu já li mais do que um pouco) para perceber que é mesmo verdade a parte da simplicidade, assim como a da generosidade e a da alegria. Vão conhecê-los! Não me parece que se arrependam...
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Desvantagens de uma boa memória
Na minha descrição, aqui no blogue, digo que tenho "uma excelente memória (seletiva)". Digo-o, porque é verdade (especialmente a parte em que assumo que é seletiva).
A GRANDE desvantagem desta boa memória (sobretudo em relação a datas de aniversários de nascimento, casamento, batizados) é que, quando deixo passar uma data sem me recordar, sinto um peso brutal na consciência ou então, pior (ou talvez não), lembro-me do acontecimento no dia (quase nunca precisando do lembrete* do telemóvel), de manhã à noite, falo sobre ele (por exemplo, "Hoje Fulano e Sicrana fazem x anos de casados."), faço uma oração pelos protagonistas e suas famílias, e quando chega o dia seguinte, o meu primeiro pensamento é:
"Não disse nada! Vão pensar que me esqueci!..." :-(
Os meus estimados leitores já perceberam certamente o porquê deste post.
Certo.
Ontem foi um desses dias:
- Aniversário de casamento de irmã e cunhado - 12 anos**.
Não disse nada***.
- Aniversário de batismo de afilhado número 3 - 12 anos**.
Não disse nada (quer dizer, mandei uma mensagem manhosa esta manhã, logo a seguir a ligar o telemóvel).
:-(
*[lembrete no telemóvel, sim!, que algumas datas "colam-se" menos à memória...]
**[Na tarde do dia 1 de junho de 2002 estive muito ocupada! (a razão para a coincidência dava outro post) :-)]
***[Acham que este post conta?]
A GRANDE desvantagem desta boa memória (sobretudo em relação a datas de aniversários de nascimento, casamento, batizados) é que, quando deixo passar uma data sem me recordar, sinto um peso brutal na consciência ou então, pior (ou talvez não), lembro-me do acontecimento no dia (quase nunca precisando do lembrete* do telemóvel), de manhã à noite, falo sobre ele (por exemplo, "Hoje Fulano e Sicrana fazem x anos de casados."), faço uma oração pelos protagonistas e suas famílias, e quando chega o dia seguinte, o meu primeiro pensamento é:
"Não disse nada! Vão pensar que me esqueci!..." :-(
Os meus estimados leitores já perceberam certamente o porquê deste post.
Certo.
Ontem foi um desses dias:
- Aniversário de casamento de irmã e cunhado - 12 anos**.
Não disse nada***.
- Aniversário de batismo de afilhado número 3 - 12 anos**.
Não disse nada (quer dizer, mandei uma mensagem manhosa esta manhã, logo a seguir a ligar o telemóvel).
:-(
*[lembrete no telemóvel, sim!, que algumas datas "colam-se" menos à memória...]
**[Na tarde do dia 1 de junho de 2002 estive muito ocupada! (a razão para a coincidência dava outro post) :-)]
***[Acham que este post conta?]
Desvantagens de uma boa memória
Na minha descrição, aqui no blogue, digo que tenho "uma excelente memória (seletiva)". Digo-o, porque é verdade (especialmente a parte em que assumo que é seletiva).
A GRANDE desvantagem desta boa memória (sobretudo em relação a datas de aniversários de nascimento, casamento, batizados) é que, quando deixo passar uma data sem me recordar, sinto um peso brutal na consciência ou então, pior (ou talvez não), lembro-me do acontecimento no dia (quase nunca precisando do lembrete* do telemóvel), de manhã à noite, falo sobre ele (por exemplo, "Hoje Fulano e Sicrana fazem x anos de casados."), faço uma oração pelos protagonistas e suas famílias, e quando chega o dia seguinte, o meu primeiro pensamento é:
"Não disse nada! Vão pensar que me esqueci!..." :-(
Os meus estimados leitores já perceberam certamente o porquê deste post.
Certo.
Ontem foi um desses dias:
- Aniversário de casamento de irmã e cunhado - 12 anos**.
Não disse nada***.
- Aniversário de batismo de afilhado número 3 - 12 anos**.
Não disse nada (quer dizer, mandei uma mensagem manhosa esta manhã, logo a seguir a ligar o telemóvel).
:-(
*[lembrete no telemóvel, sim!, que algumas datas "colam-se" menos à memória...]
**[Na tarde do dia 1 de junho de 2002 estive muito ocupada! (a razão para a coincidência dava outro post) :-)]
***[Acham que este post conta?]
A GRANDE desvantagem desta boa memória (sobretudo em relação a datas de aniversários de nascimento, casamento, batizados) é que, quando deixo passar uma data sem me recordar, sinto um peso brutal na consciência ou então, pior (ou talvez não), lembro-me do acontecimento no dia (quase nunca precisando do lembrete* do telemóvel), de manhã à noite, falo sobre ele (por exemplo, "Hoje Fulano e Sicrana fazem x anos de casados."), faço uma oração pelos protagonistas e suas famílias, e quando chega o dia seguinte, o meu primeiro pensamento é:
"Não disse nada! Vão pensar que me esqueci!..." :-(
Os meus estimados leitores já perceberam certamente o porquê deste post.
Certo.
Ontem foi um desses dias:
- Aniversário de casamento de irmã e cunhado - 12 anos**.
Não disse nada***.
- Aniversário de batismo de afilhado número 3 - 12 anos**.
Não disse nada (quer dizer, mandei uma mensagem manhosa esta manhã, logo a seguir a ligar o telemóvel).
:-(
*[lembrete no telemóvel, sim!, que algumas datas "colam-se" menos à memória...]
**[Na tarde do dia 1 de junho de 2002 estive muito ocupada! (a razão para a coincidência dava outro post) :-)]
***[Acham que este post conta?]
domingo, 1 de junho de 2014
A Primeira Comunhão e o Crisma da Vassoura
Foi no domingo passado. A Vassoura leu a 2ª leitura, muito bem, diga-se de passagem, e portou-se como gostaria que se portasse sempre...
O Feitiço e a Varinha, pelo contrário, apesar de não nos (me) terem feito passar nenhuma vergonha (como o Feitiço fez na semana antes dessa - não vos contei por falta de tempo), não estiveram propriamente exemplares...
O Feitiço e a Varinha, pelo contrário, apesar de não nos (me) terem feito passar nenhuma vergonha (como o Feitiço fez na semana antes dessa - não vos contei por falta de tempo), não estiveram propriamente exemplares...
A Primeira Comunhão e o Crisma da Vassoura
Foi no domingo passado. A Vassoura leu a 2ª leitura, muito bem, diga-se de passagem, e portou-se como gostaria que se portasse sempre...
O Feitiço e a Varinha, pelo contrário, apesar de não nos (me) terem feito passar nenhuma vergonha (como o Feitiço fez na semana antes dessa - não vos contei por falta de tempo), não estiveram propriamente exemplares...
O Feitiço e a Varinha, pelo contrário, apesar de não nos (me) terem feito passar nenhuma vergonha (como o Feitiço fez na semana antes dessa - não vos contei por falta de tempo), não estiveram propriamente exemplares...
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Parte de uma oração do Feitiço #3
"Ajuda-me a ser bom para a Varinha, e a não dizer que ela é malfeitora*. Ajuda a Varinha a não gritar, porque quando ela grita dói a cabeça à mamã..."
*[Nunca o ouvi a dizer tal coisa, mas ele lá sabe...]
*[Nunca o ouvi a dizer tal coisa, mas ele lá sabe...]
Parte de uma oração do Feitiço #3
"Ajuda-me a ser bom para a Varinha, e a não dizer que ela é malfeitora*. Ajuda a Varinha a não gritar, porque quando ela grita dói a cabeça à mamã..."
*[Nunca o ouvi a dizer tal coisa, mas ele lá sabe...]
*[Nunca o ouvi a dizer tal coisa, mas ele lá sabe...]
Ao meu novo visitante (e velho amigo)
Quando quiseres deixar um comentário, antes de começares a escrever seleciona, onde diz "Comentar como", a opção "Anónimo". Depois escreves. No fim, clicas em publicar. É simples! :-)
Adenda: Depois de me escreveres a dizer que não conseguiste (pela segunda vez) deixar um comentário, pergunto-te que browser estavas a utilizar. Pode residir aí o problema...
Adenda: Depois de me escreveres a dizer que não conseguiste (pela segunda vez) deixar um comentário, pergunto-te que browser estavas a utilizar. Pode residir aí o problema...
Ao meu novo visitante (e velho amigo)
Quando quiseres deixar um comentário, antes de começares a escrever seleciona, onde diz "Comentar como", a opção "Anónimo". Depois escreves. No fim, clicas em publicar. É simples! :-)
Adenda: Depois de me escreveres a dizer que não conseguiste (pela segunda vez) deixar um comentário, pergunto-te que browser estavas a utilizar. Pode residir aí o problema...
Adenda: Depois de me escreveres a dizer que não conseguiste (pela segunda vez) deixar um comentário, pergunto-te que browser estavas a utilizar. Pode residir aí o problema...
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Parte de uma oração do Feitiço #2
Feitiço: "Ajuda a mamã a não ter borbulhas, porque quando tem borbulhas ela fica ["triste" - pensei eu] feia..."
Parte de uma oração do Feitiço #2
Feitiço: "Ajuda a mamã a não ter borbulhas, porque quando tem borbulhas ela fica ["triste" - pensei eu] feia..."
sexta-feira, 16 de maio de 2014
De passagem
Ao ir para casa, passei por uma senhora sentada a falar ao telemóvel. Não parei nem abrandei, mas a senhora falava tão alto que comecei a ouvi-la antes de estar mesmo a passar por ela, tendo por isso ouvido esta parte da conversa:
"Sabes o que é que ela me fez? Chamou-me bruxa, velha do c- [rima com baralho]! Odeio-te! Espero que morras!"
Ufa! A coisa não era para brincadeiras. Pus-me a imaginar se teria sido a filha da senhora a dizer tal coisa, ou uma vizinha, ou..., mas o meu palpite é que tenha sido a filha. Esclareço que não faço a mínima ideia de quem é a senhora, se tem filhos sequer, ou não, mas, pronto, sem qualquer fundamento imagino que tenha sido a filha!
"Sabes o que é que ela me fez? Chamou-me bruxa, velha do c- [rima com baralho]! Odeio-te! Espero que morras!"
Ufa! A coisa não era para brincadeiras. Pus-me a imaginar se teria sido a filha da senhora a dizer tal coisa, ou uma vizinha, ou..., mas o meu palpite é que tenha sido a filha. Esclareço que não faço a mínima ideia de quem é a senhora, se tem filhos sequer, ou não, mas, pronto, sem qualquer fundamento imagino que tenha sido a filha!
De passagem
Ao ir para casa, passei por uma senhora sentada a falar ao telemóvel. Não parei nem abrandei, mas a senhora falava tão alto que comecei a ouvi-la antes de estar mesmo a passar por ela, tendo por isso ouvido esta parte da conversa:
"Sabes o que é que ela me fez? Chamou-me bruxa, velha do c- [rima com baralho]! Odeio-te! Espero que morras!"
Ufa! A coisa não era para brincadeiras. Pus-me a imaginar se teria sido a filha da senhora a dizer tal coisa, ou uma vizinha, ou..., mas o meu palpite é que tenha sido a filha. Esclareço que não faço a mínima ideia de quem é a senhora, se tem filhos sequer, ou não, mas, pronto, sem qualquer fundamento imagino que tenha sido a filha!
"Sabes o que é que ela me fez? Chamou-me bruxa, velha do c- [rima com baralho]! Odeio-te! Espero que morras!"
Ufa! A coisa não era para brincadeiras. Pus-me a imaginar se teria sido a filha da senhora a dizer tal coisa, ou uma vizinha, ou..., mas o meu palpite é que tenha sido a filha. Esclareço que não faço a mínima ideia de quem é a senhora, se tem filhos sequer, ou não, mas, pronto, sem qualquer fundamento imagino que tenha sido a filha!
Bruxa dos dentes
Acabei de fazer uma coisa que nunca esteve nos meus planos enquanto mãe: fiz o papel de fada dos dentes...
Nunca tomei a iniciativa de falar dela, mas já todos os colegas da Vassoura tiveram dentes a cair, e ela quer tanto que a fada "exista"*, que eu resolvi que a fada podia existir, pelo menos hoje, que lhe caíu o primeiro dente...
*[Acho que a Vassoura não acredita na fada dos dentes, mas deve ter pensado que, se mostrasse que não acreditava, iria ficar a perder... e não pensou mal!]
Nunca tomei a iniciativa de falar dela, mas já todos os colegas da Vassoura tiveram dentes a cair, e ela quer tanto que a fada "exista"*, que eu resolvi que a fada podia existir, pelo menos hoje, que lhe caíu o primeiro dente...
*[Acho que a Vassoura não acredita na fada dos dentes, mas deve ter pensado que, se mostrasse que não acreditava, iria ficar a perder... e não pensou mal!]
Bruxa dos dentes
Acabei de fazer uma coisa que nunca esteve nos meus planos enquanto mãe: fiz o papel de fada dos dentes...
Nunca tomei a iniciativa de falar dela, mas já todos os colegas da Vassoura tiveram dentes a cair, e ela quer tanto que a fada "exista"*, que eu resolvi que a fada podia existir, pelo menos hoje, que lhe caíu o primeiro dente...
*[Acho que a Vassoura não acredita na fada dos dentes, mas deve ter pensado que, se mostrasse que não acreditava, iria ficar a perder... e não pensou mal!]
Nunca tomei a iniciativa de falar dela, mas já todos os colegas da Vassoura tiveram dentes a cair, e ela quer tanto que a fada "exista"*, que eu resolvi que a fada podia existir, pelo menos hoje, que lhe caíu o primeiro dente...
*[Acho que a Vassoura não acredita na fada dos dentes, mas deve ter pensado que, se mostrasse que não acreditava, iria ficar a perder... e não pensou mal!]
domingo, 11 de maio de 2014
Olho por olho...
Feitiço: Ó Vassoura, se um pombo fizer cocó no nosso peito, eu vou fazer cocó no ninho dele, que é pa ele aprender!
Olho por olho...
Feitiço: Ó Vassoura, se um pombo fizer cocó no nosso peito, eu vou fazer cocó no ninho dele, que é pa ele aprender!
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Heróis
Enquanto tomava o pequeno-almoço, a minha cabeça andava às voltas no baú dos filmes com heróis "anónimos" (na medida em que não são os mais conhecidos), mais concretamente: "Os Incríveis" e "Super Escola de Heróis". Fiquei cá com uma vontadinha de os rever, que vocês nem imaginam!
Viram estes filmes? Qual é a vossa opinião?
Eu sei que não são filmes pensados para adultos, mas eu sou uma criança / jovem por dentro...
Viram estes filmes? Qual é a vossa opinião?
Eu sei que não são filmes pensados para adultos, mas eu sou uma criança / jovem por dentro...
Heróis
Enquanto tomava o pequeno-almoço, a minha cabeça andava às voltas no baú dos filmes com heróis "anónimos" (na medida em que não são os mais conhecidos), mais concretamente: "Os Incríveis" e "Super Escola de Heróis". Fiquei cá com uma vontadinha de os rever, que vocês nem imaginam!
Viram estes filmes? Qual é a vossa opinião?
Eu sei que não são filmes pensados para adultos, mas eu sou uma criança / jovem por dentro...
Viram estes filmes? Qual é a vossa opinião?
Eu sei que não são filmes pensados para adultos, mas eu sou uma criança / jovem por dentro...
terça-feira, 6 de maio de 2014
Parte de uma oração do Feitiço
Feitiço: "Jesus, ajuda-me a não cuspir aos amigos, porque os amigos não gostam que eu cuspa aos amigos, e vão dizer às professoras, e elas perguntam se eu quero pimenta na boca, e eu digo que não..."
Parte de uma oração do Feitiço
Feitiço: "Jesus, ajuda-me a não cuspir aos amigos, porque os amigos não gostam que eu cuspa aos amigos, e vão dizer às professoras, e elas perguntam se eu quero pimenta na boca, e eu digo que não..."
sábado, 3 de maio de 2014
Sou mesmo lamechas #3
Obrigada, Estouvadita, por esta partilha, que não posso deixar de partilhar também. Ainda tenho os olhos molhados...
P.S. - Eu desconfiei daquilo que não posso contar, para não estragar o efeito surpresa. Vejam até ao fim...
P.S. - Eu desconfiei daquilo que não posso contar, para não estragar o efeito surpresa. Vejam até ao fim...
Sou mesmo lamechas #3
Obrigada, Estouvadita, por esta partilha, que não posso deixar de partilhar também. Ainda tenho os olhos molhados...
P.S. - Eu desconfiei daquilo que não posso contar, para não estragar o efeito surpresa. Vejam até ao fim...
P.S. - Eu desconfiei daquilo que não posso contar, para não estragar o efeito surpresa. Vejam até ao fim...
Há 33 anos
fiz a Primeira Comunhão. Lembro-me? Sim. Gostei? Sim. Estava nervosa? Sim (tinha medo de não abrir suficientemente bem a boca!). Repeti? A Primeira Comunhão não se repete, mas a Comunhão, sim, muitas vezes.
Este post deve interessar a mim e a mim alone, mas, cá está, esta é uma das vantagens de ter um blogue: no fundo, no fundo, o que escrevo não tem de interessar a mais ninguém!
Este post deve interessar a mim e a mim alone, mas, cá está, esta é uma das vantagens de ter um blogue: no fundo, no fundo, o que escrevo não tem de interessar a mais ninguém!
Há 33 anos
fiz a Primeira Comunhão. Lembro-me? Sim. Gostei? Sim. Estava nervosa? Sim (tinha medo de não abrir suficientemente bem a boca!). Repeti? A Primeira Comunhão não se repete, mas a Comunhão, sim, muitas vezes.
Este post deve interessar a mim e a mim alone, mas, cá está, esta é uma das vantagens de ter um blogue: no fundo, no fundo, o que escrevo não tem de interessar a mais ninguém!
Este post deve interessar a mim e a mim alone, mas, cá está, esta é uma das vantagens de ter um blogue: no fundo, no fundo, o que escrevo não tem de interessar a mais ninguém!
quinta-feira, 1 de maio de 2014
Dia do Trabalhador ou Dia do Trabalho*?
Eu ia escrever que, para mim, nenhum dos nomes era adequado, que deveria chamar-se "Dia do Descanso do Trabalhador"... Mas enquanto escrevia as primeiras palavras apercebi-me que seria arriscado dar tal nome a este feriado. Vinha logo uma alminha inspirada [daquelas alminhas que fazem leis e coisas do género] dizer: "Ora, "Dia do Descanso"... isso varia consoante o trabalho da pessoa, o horário fixo ou rotativo... Como o Dia do Descanso não é sempre o mesmo - aliás, é para isso que há folgas e fins de semana -, acabemos logo com este feriado que não tem sentido!"
*Dia do Trabalho é como se chama, no Brasil, ao Dia do Trabalhador, segundo me constou [mas confesso que não investiguei o assunto, por isso, se algum dos meus leitores puder confirmar ou desmentir esta informação, agradeço].
*Dia do Trabalho é como se chama, no Brasil, ao Dia do Trabalhador, segundo me constou [mas confesso que não investiguei o assunto, por isso, se algum dos meus leitores puder confirmar ou desmentir esta informação, agradeço].
Dia do Trabalhador ou Dia do Trabalho*?
Eu ia escrever que, para mim, nenhum dos nomes era adequado, que deveria chamar-se "Dia do Descanso do Trabalhador"... Mas enquanto escrevia as primeiras palavras apercebi-me que seria arriscado dar tal nome a este feriado. Vinha logo uma alminha inspirada [daquelas alminhas que fazem leis e coisas do género] dizer: "Ora, "Dia do Descanso"... isso varia consoante o trabalho da pessoa, o horário fixo ou rotativo... Como o Dia do Descanso não é sempre o mesmo - aliás, é para isso que há folgas e fins de semana -, acabemos logo com este feriado que não tem sentido!"
*Dia do Trabalho é como se chama, no Brasil, ao Dia do Trabalhador, segundo me constou [mas confesso que não investiguei o assunto, por isso, se algum dos meus leitores puder confirmar ou desmentir esta informação, agradeço].
*Dia do Trabalho é como se chama, no Brasil, ao Dia do Trabalhador, segundo me constou [mas confesso que não investiguei o assunto, por isso, se algum dos meus leitores puder confirmar ou desmentir esta informação, agradeço].
terça-feira, 29 de abril de 2014
Coisas que dá gosto* ouvir
Feitiço [para mim]: Vou ficar contigo para sempre!
*Dá gosto ouvir, pelo mimo que é, mas, na verdade, desejo que os meus filhos não fiquem comigo para sempre! Eu explico: desejo que sejam muito meus amigos pela vida fora, que estejam presentes (fisicamente) em muitas situações e presentes (emocionalmente) nessas situações e nas restantes, mas... que tenham a sua vida independente e, já agora, estável e feliz!...
Quem deseja o mesmo que eu?
*Dá gosto ouvir, pelo mimo que é, mas, na verdade, desejo que os meus filhos não fiquem comigo para sempre! Eu explico: desejo que sejam muito meus amigos pela vida fora, que estejam presentes (fisicamente) em muitas situações e presentes (emocionalmente) nessas situações e nas restantes, mas... que tenham a sua vida independente e, já agora, estável e feliz!...
Quem deseja o mesmo que eu?
Coisas que dá gosto* ouvir
Feitiço [para mim]: Vou ficar contigo para sempre!
*Dá gosto ouvir, pelo mimo que é, mas, na verdade, desejo que os meus filhos não fiquem comigo para sempre! Eu explico: desejo que sejam muito meus amigos pela vida fora, que estejam presentes (fisicamente) em muitas situações e presentes (emocionalmente) nessas situações e nas restantes, mas... que tenham a sua vida independente e, já agora, estável e feliz!...
Quem deseja o mesmo que eu?
*Dá gosto ouvir, pelo mimo que é, mas, na verdade, desejo que os meus filhos não fiquem comigo para sempre! Eu explico: desejo que sejam muito meus amigos pela vida fora, que estejam presentes (fisicamente) em muitas situações e presentes (emocionalmente) nessas situações e nas restantes, mas... que tenham a sua vida independente e, já agora, estável e feliz!...
Quem deseja o mesmo que eu?
Filhos únicos
- Conheço vários que são excelentes pessoas (uma das minhas melhores amigas "cai" nesta categoria).
- À partida, não queria ter só um filho (como tenho três, "problema" resolvido).
- Gosto de famílias grandes.
No entanto...
- espero sinceramente que algumas pessoas não tenham mais do que um filho...
- À partida, não queria ter só um filho (como tenho três, "problema" resolvido).
- Gosto de famílias grandes.
No entanto...
- espero sinceramente que algumas pessoas não tenham mais do que um filho...
Filhos únicos
- Conheço vários que são excelentes pessoas (uma das minhas melhores amigas "cai" nesta categoria).
- À partida, não queria ter só um filho (como tenho três, "problema" resolvido).
- Gosto de famílias grandes.
No entanto...
- espero sinceramente que algumas pessoas não tenham mais do que um filho...
- À partida, não queria ter só um filho (como tenho três, "problema" resolvido).
- Gosto de famílias grandes.
No entanto...
- espero sinceramente que algumas pessoas não tenham mais do que um filho...
domingo, 27 de abril de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Obrigadinha, amor!
Cheguei a casa à hora de jantar.
Rogério: Então, como é que correu a reunião*?
Eu: Correu bem.
Rogério: Enganaste-os bem, foi?
*Tive reunião com os pais dos alunos da minha turma.
P.S. - Depois da reunião, estive quase uma hora na conversa com algumas mães. Se calhar mereci o comentário do Rogério, por não ter vindo logo para casa...
Rogério: Então, como é que correu a reunião*?
Eu: Correu bem.
Rogério: Enganaste-os bem, foi?
*Tive reunião com os pais dos alunos da minha turma.
P.S. - Depois da reunião, estive quase uma hora na conversa com algumas mães. Se calhar mereci o comentário do Rogério, por não ter vindo logo para casa...
Obrigadinha, amor!
Cheguei a casa à hora de jantar.
Rogério: Então, como é que correu a reunião*?
Eu: Correu bem.
Rogério: Enganaste-os bem, foi?
*Tive reunião com os pais dos alunos da minha turma.
P.S. - Depois da reunião, estive quase uma hora na conversa com algumas mães. Se calhar mereci o comentário do Rogério, por não ter vindo logo para casa...
Rogério: Então, como é que correu a reunião*?
Eu: Correu bem.
Rogério: Enganaste-os bem, foi?
*Tive reunião com os pais dos alunos da minha turma.
P.S. - Depois da reunião, estive quase uma hora na conversa com algumas mães. Se calhar mereci o comentário do Rogério, por não ter vindo logo para casa...
domingo, 20 de abril de 2014
Campeões
Eu não sou fanática de futebol nem nada que se pareça, mas quando o Benfica ganha e tenho conhecimento disso (muitas vezes não tenho conhecimento precisamente porque não sou fanática), fico um bocadinho mais contente do que antes.
Por isso, agora estou um bocadinho mais contente do que há algumas horas. E como é Domingo de Páscoa e já estava muito contente, estou contente no grau superlativo absoluto sintético! :-)
Por isso, agora estou um bocadinho mais contente do que há algumas horas. E como é Domingo de Páscoa e já estava muito contente, estou contente no grau superlativo absoluto sintético! :-)
Campeões
Eu não sou fanática de futebol nem nada que se pareça, mas quando o Benfica ganha e tenho conhecimento disso (muitas vezes não tenho conhecimento precisamente porque não sou fanática), fico um bocadinho mais contente do que antes.
Por isso, agora estou um bocadinho mais contente do que há algumas horas. E como é Domingo de Páscoa e já estava muito contente, estou contente no grau superlativo absoluto sintético! :-)
Por isso, agora estou um bocadinho mais contente do que há algumas horas. E como é Domingo de Páscoa e já estava muito contente, estou contente no grau superlativo absoluto sintético! :-)
sábado, 19 de abril de 2014
Maiassauros e outras espécies
Não sei se são especialistas sobre dinossauros, mas começo por informar que houve uma espécie de dinossauros a que deram o nome de Maiassauro, que significa "lagarto boa mãe", por terem encontrado elementos adultos junto a elementos jovens (dando a ideia de que o adulto cuidava da cria nos primeiros tempos). Podem obter mais informações (aliás, informações mais fidedignas) na wikipedia.
Feitiço, para mim: Tu és a Mãeassaura. E eu sou o Filhossauro!
Feitiço, para mim: Tu és a Mãeassaura. E eu sou o Filhossauro!
Maiassauros e outras espécies
Não sei se são especialistas sobre dinossauros, mas começo por informar que houve uma espécie de dinossauros a que deram o nome de Maiassauro, que significa "lagarto boa mãe", por terem encontrado elementos adultos junto a elementos jovens (dando a ideia de que o adulto cuidava da cria nos primeiros tempos). Podem obter mais informações (aliás, informações mais fidedignas) na wikipedia.
Feitiço, para mim: Tu és a Mãeassaura. E eu sou o Filhossauro!
Feitiço, para mim: Tu és a Mãeassaura. E eu sou o Filhossauro!
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Desejos
Desejo-vos uma
Santa e Feliz Páscoa!
Santa e Feliz Páscoa!
Se por acaso não celebram a Páscoa, desejo-vos um
bom fim de semana!
Desejos
Desejo-vos uma
Santa e Feliz Páscoa!
Santa e Feliz Páscoa!
Se por acaso não celebram a Páscoa, desejo-vos um
bom fim de semana!
Alfredos e Alfredas #2
Ontem a Varinha voltou a chamar Alfredo ao Feitiço. Depois, virou-se para mim e perguntou-me:
- Mamã, eu sou mesmo Alfreda?
[Eu pensava que me tinha limitado a entrar na brincadeira dela, mas afinal criei uma crise de identidade na pobre criança...]
- Mamã, eu sou mesmo Alfreda?
[Eu pensava que me tinha limitado a entrar na brincadeira dela, mas afinal criei uma crise de identidade na pobre criança...]
Alfredos e Alfredas #2
Ontem a Varinha voltou a chamar Alfredo ao Feitiço. Depois, virou-se para mim e perguntou-me:
- Mamã, eu sou mesmo Alfreda?
[Eu pensava que me tinha limitado a entrar na brincadeira dela, mas afinal criei uma crise de identidade na pobre criança...]
- Mamã, eu sou mesmo Alfreda?
[Eu pensava que me tinha limitado a entrar na brincadeira dela, mas afinal criei uma crise de identidade na pobre criança...]
quinta-feira, 17 de abril de 2014
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Alfredos e Alfredas
A Varinha resolveu provocar o Feitiço, chamando-lhe Alfredo.
Varinha: Alfredo!
Feitiço: Não! Eu sou o Feitiço [nome real, obviamente].
Varinha: Alfredo!
Feitiço: Não! Eu sou o Feitiço.
Como a Varinha continuava, o Feitiço queixou-se:
Feitiço: Mamã, a Varinha está a dizer que eu sou Alfredo [bem dito], mas não sou, sou Feitiço!
Eu: Não ligues. Mesmo que ela diga mil vezes, ou quinhentas mil vezes, que tu és Alfredo, tu continuas a ser Feitiço.
Varinha: Alfredo!
Feitiço: Para de dizer que eu sou Alpedro!
Varinha [para mim]: Alfreda!
Eu: Como é que adivinhaste que Alfreda é um dos meus nomes? Eu nunca disse a ninguém...
Varinha: [sorriso]
Eu: E tu também és Alfreda - Varinha Alfreda [+ Apelidos]. Cá em casa, só tu e eu é que somos Alfredas. O papá não é Alfredo, eu sou, a Vassoura não é, tu és e o Feitiço não é.
Varinha [abraçando-me]: Viva! Só nós as duas é que somos Alfredas!
Que alegria a da Varinha por ter uma coisa em comum comigo, em modo de exclusividade, mesmo sendo uma mentira parva! ;-)
Varinha: Alfredo!
Feitiço: Não! Eu sou o Feitiço [nome real, obviamente].
Varinha: Alfredo!
Feitiço: Não! Eu sou o Feitiço.
Como a Varinha continuava, o Feitiço queixou-se:
Feitiço: Mamã, a Varinha está a dizer que eu sou Alfredo [bem dito], mas não sou, sou Feitiço!
Eu: Não ligues. Mesmo que ela diga mil vezes, ou quinhentas mil vezes, que tu és Alfredo, tu continuas a ser Feitiço.
Varinha: Alfredo!
Feitiço: Para de dizer que eu sou Alpedro!
Varinha [para mim]: Alfreda!
Eu: Como é que adivinhaste que Alfreda é um dos meus nomes? Eu nunca disse a ninguém...
Varinha: [sorriso]
Eu: E tu também és Alfreda - Varinha Alfreda [+ Apelidos]. Cá em casa, só tu e eu é que somos Alfredas. O papá não é Alfredo, eu sou, a Vassoura não é, tu és e o Feitiço não é.
Varinha [abraçando-me]: Viva! Só nós as duas é que somos Alfredas!
Que alegria a da Varinha por ter uma coisa em comum comigo, em modo de exclusividade, mesmo sendo uma mentira parva! ;-)
Alfredos e Alfredas
A Varinha resolveu provocar o Feitiço, chamando-lhe Alfredo.
Varinha: Alfredo!
Feitiço: Não! Eu sou o Feitiço [nome real, obviamente].
Varinha: Alfredo!
Feitiço: Não! Eu sou o Feitiço.
Como a Varinha continuava, o Feitiço queixou-se:
Feitiço: Mamã, a Varinha está a dizer que eu sou Alfredo [bem dito], mas não sou, sou Feitiço!
Eu: Não ligues. Mesmo que ela diga mil vezes, ou quinhentas mil vezes, que tu és Alfredo, tu continuas a ser Feitiço.
Varinha: Alfredo!
Feitiço: Para de dizer que eu sou Alpedro!
Varinha [para mim]: Alfreda!
Eu: Como é que adivinhaste que Alfreda é um dos meus nomes? Eu nunca disse a ninguém...
Varinha: [sorriso]
Eu: E tu também és Alfreda - Varinha Alfreda [+ Apelidos]. Cá em casa, só tu e eu é que somos Alfredas. O papá não é Alfredo, eu sou, a Vassoura não é, tu és e o Feitiço não é.
Varinha [abraçando-me]: Viva! Só nós as duas é que somos Alfredas!
Que alegria a da Varinha por ter uma coisa em comum comigo, em modo de exclusividade, mesmo sendo uma mentira parva! ;-)
Varinha: Alfredo!
Feitiço: Não! Eu sou o Feitiço [nome real, obviamente].
Varinha: Alfredo!
Feitiço: Não! Eu sou o Feitiço.
Como a Varinha continuava, o Feitiço queixou-se:
Feitiço: Mamã, a Varinha está a dizer que eu sou Alfredo [bem dito], mas não sou, sou Feitiço!
Eu: Não ligues. Mesmo que ela diga mil vezes, ou quinhentas mil vezes, que tu és Alfredo, tu continuas a ser Feitiço.
Varinha: Alfredo!
Feitiço: Para de dizer que eu sou Alpedro!
Varinha [para mim]: Alfreda!
Eu: Como é que adivinhaste que Alfreda é um dos meus nomes? Eu nunca disse a ninguém...
Varinha: [sorriso]
Eu: E tu também és Alfreda - Varinha Alfreda [+ Apelidos]. Cá em casa, só tu e eu é que somos Alfredas. O papá não é Alfredo, eu sou, a Vassoura não é, tu és e o Feitiço não é.
Varinha [abraçando-me]: Viva! Só nós as duas é que somos Alfredas!
Que alegria a da Varinha por ter uma coisa em comum comigo, em modo de exclusividade, mesmo sendo uma mentira parva! ;-)
Palavras by Feitiço
Os bichinhos microscópicos, ditos pelo Feitiço, são:
miquicópio, miquipóquio ou simplesmente micópio.
É o simplex verbal do Feitiço.
miquicópio, miquipóquio ou simplesmente micópio.
É o simplex verbal do Feitiço.
Palavras by Feitiço
Os bichinhos microscópicos, ditos pelo Feitiço, são:
miquicópio, miquipóquio ou simplesmente micópio.
É o simplex verbal do Feitiço.
miquicópio, miquipóquio ou simplesmente micópio.
É o simplex verbal do Feitiço.
Desculpa, João Miguel Tavares
Não era minha intenção "sujar a tua honra"!
Quando fiz o comentário à letra da pulseira (o T que parece um I (i maiúsculo)), tinha plena consciência que aquele poderia ser um dos exemplos de letras que não se percebem, como há tantos, no Word.
Uma leitora satisfez o pedido do JMT e apresentou um alfabeto em ponto-cruz com um "T" igualzinho ao da pulseira.
Eu não consegui fazer isso, mas resolvi escrever as duas letras em vários tipos de letra, indicando-o à frente. Para começar, letras "normais" - Comic Sans MS. Depois, outras, ou parecidas com as da pulseira, ou deveras esquisitas...
No tipo de letra Vivaldi, o T faz-me lembrar um C. No Vladimir Script, o I é dos mais horríveis que já vi: parece um 9 (mal feito, diga-se de passagem)... Enfim, letras!
Pobre JMT... ;-)
Quando fiz o comentário à letra da pulseira (o T que parece um I (i maiúsculo)), tinha plena consciência que aquele poderia ser um dos exemplos de letras que não se percebem, como há tantos, no Word.
Uma leitora satisfez o pedido do JMT e apresentou um alfabeto em ponto-cruz com um "T" igualzinho ao da pulseira.
Eu não consegui fazer isso, mas resolvi escrever as duas letras em vários tipos de letra, indicando-o à frente. Para começar, letras "normais" - Comic Sans MS. Depois, outras, ou parecidas com as da pulseira, ou deveras esquisitas...
No tipo de letra Vivaldi, o T faz-me lembrar um C. No Vladimir Script, o I é dos mais horríveis que já vi: parece um 9 (mal feito, diga-se de passagem)... Enfim, letras!
Pobre JMT... ;-)
Desculpa, João Miguel Tavares
Não era minha intenção "sujar a tua honra"!
Quando fiz o comentário à letra da pulseira (o T que parece um I (i maiúsculo)), tinha plena consciência que aquele poderia ser um dos exemplos de letras que não se percebem, como há tantos, no Word.
Uma leitora satisfez o pedido do JMT e apresentou um alfabeto em ponto-cruz com um "T" igualzinho ao da pulseira.
Eu não consegui fazer isso, mas resolvi escrever as duas letras em vários tipos de letra, indicando-o à frente. Para começar, letras "normais" - Comic Sans MS. Depois, outras, ou parecidas com as da pulseira, ou deveras esquisitas...
No tipo de letra Vivaldi, o T faz-me lembrar um C. No Vladimir Script, o I é dos mais horríveis que já vi: parece um 9 (mal feito, diga-se de passagem)... Enfim, letras!
Pobre JMT... ;-)
Quando fiz o comentário à letra da pulseira (o T que parece um I (i maiúsculo)), tinha plena consciência que aquele poderia ser um dos exemplos de letras que não se percebem, como há tantos, no Word.
Uma leitora satisfez o pedido do JMT e apresentou um alfabeto em ponto-cruz com um "T" igualzinho ao da pulseira.
Eu não consegui fazer isso, mas resolvi escrever as duas letras em vários tipos de letra, indicando-o à frente. Para começar, letras "normais" - Comic Sans MS. Depois, outras, ou parecidas com as da pulseira, ou deveras esquisitas...
No tipo de letra Vivaldi, o T faz-me lembrar um C. No Vladimir Script, o I é dos mais horríveis que já vi: parece um 9 (mal feito, diga-se de passagem)... Enfim, letras!
Pobre JMT... ;-)
Em arrumações
Não era o que tinha planeado para este dia, mas comecei e quero levar até ao fim!
Primeira frente de ataque: os jogos, livros, bonecos e acessórios deles. Há espaço para tudo, mas parece não haver espaço para nada, tal é o caos. (Apesar de haver espaço para tudo, já preparei algumas coisas - as que são para crianças mais pequenas - para irem para a arrecadação, o que me vai facilitar a vida);
Segunda e (muito mais difícil) frente de ataque: as minhas coisas, mais concretamente montanhas de papelada e afins!
No fim sei que me sentirei feliz e até com mais vontade de tratar de outras coisas importantes...
Primeira frente de ataque: os jogos, livros, bonecos e acessórios deles. Há espaço para tudo, mas parece não haver espaço para nada, tal é o caos. (Apesar de haver espaço para tudo, já preparei algumas coisas - as que são para crianças mais pequenas - para irem para a arrecadação, o que me vai facilitar a vida);
Segunda e (muito mais difícil) frente de ataque: as minhas coisas, mais concretamente montanhas de papelada e afins!
No fim sei que me sentirei feliz e até com mais vontade de tratar de outras coisas importantes...
Em arrumações
Não era o que tinha planeado para este dia, mas comecei e quero levar até ao fim!
Primeira frente de ataque: os jogos, livros, bonecos e acessórios deles. Há espaço para tudo, mas parece não haver espaço para nada, tal é o caos. (Apesar de haver espaço para tudo, já preparei algumas coisas - as que são para crianças mais pequenas - para irem para a arrecadação, o que me vai facilitar a vida);
Segunda e (muito mais difícil) frente de ataque: as minhas coisas, mais concretamente montanhas de papelada e afins!
No fim sei que me sentirei feliz e até com mais vontade de tratar de outras coisas importantes...
Primeira frente de ataque: os jogos, livros, bonecos e acessórios deles. Há espaço para tudo, mas parece não haver espaço para nada, tal é o caos. (Apesar de haver espaço para tudo, já preparei algumas coisas - as que são para crianças mais pequenas - para irem para a arrecadação, o que me vai facilitar a vida);
Segunda e (muito mais difícil) frente de ataque: as minhas coisas, mais concretamente montanhas de papelada e afins!
No fim sei que me sentirei feliz e até com mais vontade de tratar de outras coisas importantes...
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Sonhos #25
Há poucos dias, sonhei que a Vassoura tinha sido raptada ou algo do género. Não me lembro muito bem, recordo apenas que era algo mau e que a vítima era a Vassoura. Acho também que, no fim, o sonho terminava em bem (mas não tenho certeza). Enfim, mais um para a sub-categoria "pesadelo"...
Sonhos #25
Há poucos dias, sonhei que a Vassoura tinha sido raptada ou algo do género. Não me lembro muito bem, recordo apenas que era algo mau e que a vítima era a Vassoura. Acho também que, no fim, o sonho terminava em bem (mas não tenho certeza). Enfim, mais um para a sub-categoria "pesadelo"...
Sonhos #24
Com o tipo de sonhos que ando a ter, mais valia criar uma etiqueta com o nome "pesadelos"...
Há uma semana ou duas, sonhei que estava numa espécie de série televisiva de crimes (só que, no sonho, era como se não fosse série e sim realidade) e a vítima era o membro mais novo deste blogue (sinceramente, a imagem dele sem vida impede-me de escrever o nome, mesmo o blogosférico - era horrível).
Quando contei ao Rogério, ele disse simplesmente: "Andas a ver televisão a mais."
E não foi propriamente uma observação desprovida de verdade...
Há uma semana ou duas, sonhei que estava numa espécie de série televisiva de crimes (só que, no sonho, era como se não fosse série e sim realidade) e a vítima era o membro mais novo deste blogue (sinceramente, a imagem dele sem vida impede-me de escrever o nome, mesmo o blogosférico - era horrível).
Quando contei ao Rogério, ele disse simplesmente: "Andas a ver televisão a mais."
E não foi propriamente uma observação desprovida de verdade...
Sonhos #24
Com o tipo de sonhos que ando a ter, mais valia criar uma etiqueta com o nome "pesadelos"...
Há uma semana ou duas, sonhei que estava numa espécie de série televisiva de crimes (só que, no sonho, era como se não fosse série e sim realidade) e a vítima era o membro mais novo deste blogue (sinceramente, a imagem dele sem vida impede-me de escrever o nome, mesmo o blogosférico - era horrível).
Quando contei ao Rogério, ele disse simplesmente: "Andas a ver televisão a mais."
E não foi propriamente uma observação desprovida de verdade...
Há uma semana ou duas, sonhei que estava numa espécie de série televisiva de crimes (só que, no sonho, era como se não fosse série e sim realidade) e a vítima era o membro mais novo deste blogue (sinceramente, a imagem dele sem vida impede-me de escrever o nome, mesmo o blogosférico - era horrível).
Quando contei ao Rogério, ele disse simplesmente: "Andas a ver televisão a mais."
E não foi propriamente uma observação desprovida de verdade...
sábado, 12 de abril de 2014
sexta-feira, 11 de abril de 2014
A "boa educação" dos meus filhos
Andei a ler sobre educação num blogue (muito giro, por sinal) que só recentemente descobri, Pés no sofá.
A propósito deste tema, vou partilhar dois exemplos de boa educação dos meus filhos que até me fizeram corar, na qualidade de mãe...
1 - Ao entrar no consultório da pediatra, que costuma dar balões no fim da consulta a quem se porta bem durante a mesma, - repito, ao entrar, mal pôs os pés dentro do consultório, antes de eu ter tempo de fechar a porta e dizer o que quer que fosse, o Feitiço chegou ao pé da médica e disse-lhe:
- Quero um balão! [ao menos não gritou...]
2 - Na festa dos seu aniversário, quando chega uma amiga, já um bocadinho atrasada, a Varinha cumprimenta-a com:
- Onde é que está a minha prenda? [para quem a quis ouvir...]
Conclusão: é ÓBVIO que os pais destas crianças não lhes dão educação. :-(
A propósito deste tema, vou partilhar dois exemplos de boa educação dos meus filhos que até me fizeram corar, na qualidade de mãe...
1 - Ao entrar no consultório da pediatra, que costuma dar balões no fim da consulta a quem se porta bem durante a mesma, - repito, ao entrar, mal pôs os pés dentro do consultório, antes de eu ter tempo de fechar a porta e dizer o que quer que fosse, o Feitiço chegou ao pé da médica e disse-lhe:
- Quero um balão! [ao menos não gritou...]
2 - Na festa dos seu aniversário, quando chega uma amiga, já um bocadinho atrasada, a Varinha cumprimenta-a com:
- Onde é que está a minha prenda? [para quem a quis ouvir...]
Conclusão: é ÓBVIO que os pais destas crianças não lhes dão educação. :-(
A "boa educação" dos meus filhos
Andei a ler sobre educação num blogue (muito giro, por sinal) que só recentemente descobri, Pés no sofá.
A propósito deste tema, vou partilhar dois exemplos de boa educação dos meus filhos que até me fizeram corar, na qualidade de mãe...
1 - Ao entrar no consultório da pediatra, que costuma dar balões no fim da consulta a quem se porta bem durante a mesma, - repito, ao entrar, mal pôs os pés dentro do consultório, antes de eu ter tempo de fechar a porta e dizer o que quer que fosse, o Feitiço chegou ao pé da médica e disse-lhe:
- Quero um balão! [ao menos não gritou...]
2 - Na festa dos seu aniversário, quando chega uma amiga, já um bocadinho atrasada, a Varinha cumprimenta-a com:
- Onde é que está a minha prenda? [para quem a quis ouvir...]
Conclusão: é ÓBVIO que os pais destas crianças não lhes dão educação. :-(
A propósito deste tema, vou partilhar dois exemplos de boa educação dos meus filhos que até me fizeram corar, na qualidade de mãe...
1 - Ao entrar no consultório da pediatra, que costuma dar balões no fim da consulta a quem se porta bem durante a mesma, - repito, ao entrar, mal pôs os pés dentro do consultório, antes de eu ter tempo de fechar a porta e dizer o que quer que fosse, o Feitiço chegou ao pé da médica e disse-lhe:
- Quero um balão! [ao menos não gritou...]
2 - Na festa dos seu aniversário, quando chega uma amiga, já um bocadinho atrasada, a Varinha cumprimenta-a com:
- Onde é que está a minha prenda? [para quem a quis ouvir...]
Conclusão: é ÓBVIO que os pais destas crianças não lhes dão educação. :-(
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Mensagem da Vassoura via Skype
"Olá mamã. Eu ía ligar-te mas reparei que não estavas onlaine.Beijinhos da [nome]"
Agora já estou onlaine!
:-)
Agora já estou onlaine!
:-)
Mensagem da Vassoura via Skype
"Olá mamã. Eu ía ligar-te mas reparei que não estavas onlaine.Beijinhos da [nome]"
Agora já estou onlaine!
:-)
Agora já estou onlaine!
:-)
Aaaah! O glamour, o glamour... (sonhos #23)
... de sonhar que acordo infestada de carraças [que, depois de acordada, identifiquei como pulgas - as coisas que eu sei...]!
Foi só um sonho, mas agora estou sempre a coçar-me (e a pensar que devo ter algum bicho a passear em mim, da cabeça aos pés)!
Foi só um sonho, mas agora estou sempre a coçar-me (e a pensar que devo ter algum bicho a passear em mim, da cabeça aos pés)!
Aaaah! O glamour, o glamour... (sonhos #23)
... de sonhar que acordo infestada de carraças [que, depois de acordada, identifiquei como pulgas - as coisas que eu sei...]!
Foi só um sonho, mas agora estou sempre a coçar-me (e a pensar que devo ter algum bicho a passear em mim, da cabeça aos pés)!
Foi só um sonho, mas agora estou sempre a coçar-me (e a pensar que devo ter algum bicho a passear em mim, da cabeça aos pés)!
domingo, 6 de abril de 2014
Estatísticas
A Escondida, do blogue Eu tou escondida, tem andado a "investigar" quem é que lê o seu blogue. Eu de vez em quando faço o mesmo, mas já não fazia há algum tempo. Agora fui ver, e fiquei parva com o que vi.
Então quem é que está a ser um grande sucesso na comunidade chinesa (comparativamente com a portuguesa), esteja ela (a comunidade chinesa) onde estiver, quem é, quem é? Este vosso espaço na blogosfera! Hoje, por exemplo, as visitas "chinesas" foram mais do quádruplo das portuguesas! Estamos a falar de números modestos (que eu não sou nenhuma Pipoca, Ursa ou outra mega-star blogosférica [se a Ursa visse isto, ficava muito ofendida - pelo menos não gostou nada (aparentemente) quando eu disse que o Quadripolaridades era um blogue "in"]), falamos de números modestos, dizia eu, mas que quase 2000 visualizações sejam da "China", e que, dessas, quase 1500 tenham ocorrido no último mês, deixa-me curiosa... Ainda pensei que talvez fossem chineses a tentar aprender português com as lições da Mimi, mas não são esses posts que têm sido mais lidos, por isso não sei que pensar. Esclareça-me quem puder!
Então quem é que está a ser um grande sucesso na comunidade chinesa (comparativamente com a portuguesa), esteja ela (a comunidade chinesa) onde estiver, quem é, quem é? Este vosso espaço na blogosfera! Hoje, por exemplo, as visitas "chinesas" foram mais do quádruplo das portuguesas! Estamos a falar de números modestos (que eu não sou nenhuma Pipoca, Ursa ou outra mega-star blogosférica [se a Ursa visse isto, ficava muito ofendida - pelo menos não gostou nada (aparentemente) quando eu disse que o Quadripolaridades era um blogue "in"]), falamos de números modestos, dizia eu, mas que quase 2000 visualizações sejam da "China", e que, dessas, quase 1500 tenham ocorrido no último mês, deixa-me curiosa... Ainda pensei que talvez fossem chineses a tentar aprender português com as lições da Mimi, mas não são esses posts que têm sido mais lidos, por isso não sei que pensar. Esclareça-me quem puder!
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A Escondida, do blogue Eu tou escondida, tem andado a "investigar" quem é que lê o seu blogue. Eu de vez em quando faço o mesmo, mas já não fazia há algum tempo. Agora fui ver, e fiquei parva com o que vi.
Então quem é que está a ser um grande sucesso na comunidade chinesa (comparativamente com a portuguesa), esteja ela (a comunidade chinesa) onde estiver, quem é, quem é? Este vosso espaço na blogosfera! Hoje, por exemplo, as visitas "chinesas" foram mais do quádruplo das portuguesas! Estamos a falar de números modestos (que eu não sou nenhuma Pipoca, Ursa ou outra mega-star blogosférica [se a Ursa visse isto, ficava muito ofendida - pelo menos não gostou nada (aparentemente) quando eu disse que o Quadripolaridades era um blogue "in"]), falamos de números modestos, dizia eu, mas que quase 2000 visualizações sejam da "China", e que, dessas, quase 1500 tenham ocorrido no último mês, deixa-me curiosa... Ainda pensei que talvez fossem chineses a tentar aprender português com as lições da Mimi, mas não são esses posts que têm sido mais lidos, por isso não sei que pensar. Esclareça-me quem puder!
Então quem é que está a ser um grande sucesso na comunidade chinesa (comparativamente com a portuguesa), esteja ela (a comunidade chinesa) onde estiver, quem é, quem é? Este vosso espaço na blogosfera! Hoje, por exemplo, as visitas "chinesas" foram mais do quádruplo das portuguesas! Estamos a falar de números modestos (que eu não sou nenhuma Pipoca, Ursa ou outra mega-star blogosférica [se a Ursa visse isto, ficava muito ofendida - pelo menos não gostou nada (aparentemente) quando eu disse que o Quadripolaridades era um blogue "in"]), falamos de números modestos, dizia eu, mas que quase 2000 visualizações sejam da "China", e que, dessas, quase 1500 tenham ocorrido no último mês, deixa-me curiosa... Ainda pensei que talvez fossem chineses a tentar aprender português com as lições da Mimi, mas não são esses posts que têm sido mais lidos, por isso não sei que pensar. Esclareça-me quem puder!
Seres vivos
Na escola, há pouco tempo, estivemos a falar de seres vivos, dizendo que "nascem, crescem, reproduzem-se e morrem".
Ontem a Varinha fez seis anos. Ontem morreu um bom amigo do Rogério. Seres vivos.
Ontem a Varinha fez seis anos. Ontem morreu um bom amigo do Rogério. Seres vivos.
Seres vivos
Na escola, há pouco tempo, estivemos a falar de seres vivos, dizendo que "nascem, crescem, reproduzem-se e morrem".
Ontem a Varinha fez seis anos. Ontem morreu um bom amigo do Rogério. Seres vivos.
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