| Mãos da Varinha (previamente fotografadas). |
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
sábado, 17 de agosto de 2013
Xixi 12 - 8 Varinha
Em casa dos avós, a Varinha acordou com a cama seca, mas as cuecas e o pijama aromatizados. Tal como há dois dias, vou contabilizar mais um ponto para a Varinha, reconhecendo publicamente que é meio aldrabado.
Xixi 12 - 8 Varinha
Em casa dos avós, a Varinha acordou com a cama seca, mas as cuecas e o pijama aromatizados. Tal como há dois dias, vou contabilizar mais um ponto para a Varinha, reconhecendo publicamente que é meio aldrabado.
| Mãos da Varinha (previamente fotografadas). |
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Lá no fundo, no fundo...
A Vassoura e a Varinha estão a passar o fim de semana em casa dos avós maternos. Eram para ter ido ontem para lá, mas a minha mãe não estava a sentir-se com energia e adiou-se para hoje. Expliquei-lhes a razão. Em resposta, a Vassoura disse que, se a avó não estivesse bem para lhes dar a comida e o que fosse preciso, poderia ser o avô a fazê-lo! (Que atencioso da parte dela...) Retorqui que, não estando a avó bem, o avô estava ocupado a cuidar dela e que elas as duas só iriam hoje para casa deles - se a avó estivesse melhor.
Hoje tive a confirmação que dava para a Vassoura e a Varinha irem, mas só fomos depois da sesta do Feitiço, que acordou bastante tarde e, por isso, não lanchou (mas banho teve de tomar, devido ao insucesso da Missão).
Quando chegámos a casa dos meus pais, a Varinha e a Vassoura perguntaram logo se podiam ver o que estava a dar no Canal Panda. O Feitiço foi o único a abordar a minha mãe sobre o ter estado doente, para saber como é que ela estava. Enfim, mais ou menos, pois o objetivo dele ficou pouco claro - certo é que olhou para a avó e teve uma atenção para com ela que as irmãs não tiveram.
O meu pai chegou pouco depois com parte do jantar (delicioso frango assado e batatas fritas*). Quando deu por isso, o Feitiço disse:
- Obrigado por trazeres a comida!
Pois é, muitas penso que o Feitiço é um bocado selvagem e muito pouco civilizado, pela maneira como trata as irmãs e até a mim, pela forma como se exprime (quase sempre aos gritos), pelo modo como esperneia quando é contrariado e transportado para onde não quer,... mas depois tem estas saídas que mostram que, no fundo, é sensível e bem-formado (será?). Já as irmãs, apesar de não serem, nem parecerem, nenhumas santas, ficaram muito mal nesta "fotografia"...
*(Não sei se as batatas eram de compra ou não. Eram?)
Hoje tive a confirmação que dava para a Vassoura e a Varinha irem, mas só fomos depois da sesta do Feitiço, que acordou bastante tarde e, por isso, não lanchou (mas banho teve de tomar, devido ao insucesso da Missão).
Quando chegámos a casa dos meus pais, a Varinha e a Vassoura perguntaram logo se podiam ver o que estava a dar no Canal Panda. O Feitiço foi o único a abordar a minha mãe sobre o ter estado doente, para saber como é que ela estava. Enfim, mais ou menos, pois o objetivo dele ficou pouco claro - certo é que olhou para a avó e teve uma atenção para com ela que as irmãs não tiveram.
O meu pai chegou pouco depois com parte do jantar (delicioso frango assado e batatas fritas*). Quando deu por isso, o Feitiço disse:
- Obrigado por trazeres a comida!
Pois é, muitas penso que o Feitiço é um bocado selvagem e muito pouco civilizado, pela maneira como trata as irmãs e até a mim, pela forma como se exprime (quase sempre aos gritos), pelo modo como esperneia quando é contrariado e transportado para onde não quer,... mas depois tem estas saídas que mostram que, no fundo, é sensível e bem-formado (será?). Já as irmãs, apesar de não serem, nem parecerem, nenhumas santas, ficaram muito mal nesta "fotografia"...
*(Não sei se as batatas eram de compra ou não. Eram?)
Lá no fundo, no fundo...
A Vassoura e a Varinha estão a passar o fim de semana em casa dos avós maternos. Eram para ter ido ontem para lá, mas a minha mãe não estava a sentir-se com energia e adiou-se para hoje. Expliquei-lhes a razão. Em resposta, a Vassoura disse que, se a avó não estivesse bem para lhes dar a comida e o que fosse preciso, poderia ser o avô a fazê-lo! (Que atencioso da parte dela...) Retorqui que, não estando a avó bem, o avô estava ocupado a cuidar dela e que elas as duas só iriam hoje para casa deles - se a avó estivesse melhor.
Hoje tive a confirmação que dava para a Vassoura e a Varinha irem, mas só fomos depois da sesta do Feitiço, que acordou bastante tarde e, por isso, não lanchou (mas banho teve de tomar, devido ao insucesso da Missão).
Quando chegámos a casa dos meus pais, a Varinha e a Vassoura perguntaram logo se podiam ver o que estava a dar no Canal Panda. O Feitiço foi o único a abordar a minha mãe sobre o ter estado doente, para saber como é que ela estava. Enfim, mais ou menos, pois o objetivo dele ficou pouco claro - certo é que olhou para a avó e teve uma atenção para com ela que as irmãs não tiveram.
O meu pai chegou pouco depois com parte do jantar (delicioso frango assado e batatas fritas*). Quando deu por isso, o Feitiço disse:
- Obrigado por trazeres a comida!
Pois é, muitas penso que o Feitiço é um bocado selvagem e muito pouco civilizado, pela maneira como trata as irmãs e até a mim, pela forma como se exprime (quase sempre aos gritos), pelo modo como esperneia quando é contrariado e transportado para onde não quer,... mas depois tem estas saídas que mostram que, no fundo, é sensível e bem-formado (será?). Já as irmãs, apesar de não serem, nem parecerem, nenhumas santas, ficaram muito mal nesta "fotografia"...
*(Não sei se as batatas eram de compra ou não. Eram?)
Hoje tive a confirmação que dava para a Vassoura e a Varinha irem, mas só fomos depois da sesta do Feitiço, que acordou bastante tarde e, por isso, não lanchou (mas banho teve de tomar, devido ao insucesso da Missão).
Quando chegámos a casa dos meus pais, a Varinha e a Vassoura perguntaram logo se podiam ver o que estava a dar no Canal Panda. O Feitiço foi o único a abordar a minha mãe sobre o ter estado doente, para saber como é que ela estava. Enfim, mais ou menos, pois o objetivo dele ficou pouco claro - certo é que olhou para a avó e teve uma atenção para com ela que as irmãs não tiveram.
O meu pai chegou pouco depois com parte do jantar (delicioso frango assado e batatas fritas*). Quando deu por isso, o Feitiço disse:
- Obrigado por trazeres a comida!
Pois é, muitas penso que o Feitiço é um bocado selvagem e muito pouco civilizado, pela maneira como trata as irmãs e até a mim, pela forma como se exprime (quase sempre aos gritos), pelo modo como esperneia quando é contrariado e transportado para onde não quer,... mas depois tem estas saídas que mostram que, no fundo, é sensível e bem-formado (será?). Já as irmãs, apesar de não serem, nem parecerem, nenhumas santas, ficaram muito mal nesta "fotografia"...
*(Não sei se as batatas eram de compra ou não. Eram?)
Fizeste o quê?
Sem qualquer pré-aviso, o meu filho mais novo iniciou uma conversa interessante:
Feitiço: Mamã, eu mamei-te na televisão!
O meu cérebro* esteve à altura do desafio que este início de conversa prometia [a sério que esteve - já vão confirmar que sim].
Eu: Não.
Feitiço: Sim, sim, eu era bebé. Eu vi!
Eu: Não, tu não me mamaste. Tu mamaste nas minhas maminhas, quando eras bebé, e o papá filmou. Não dá na televisão, não é um programa de televisão, é um DVD que temos e que podemos ver.**
Feitiço: Posso ver outra vez?***
* O meu cérebro esteve à altura do desafio; o mesmo não posso dizer das minhas capacidades verbais e explicativas. Para o Feitiço, programas de televisão e DVD vão dar ao mesmo, porque aparecem no mesmo sítio - a televisão.
** O que achei incrível foi que já devem ter passado muitos, muitos meses, talvez mais de um ano, desde que o Feitiço viu pela última vez algum filme dele a mamar. Por que terá ido buscar isso para uma conversa?
*** Ou algo do género. Foi difícil reter o resto da conversa depois daquele começo sui generis.
Feitiço: Mamã, eu mamei-te na televisão!
O meu cérebro* esteve à altura do desafio que este início de conversa prometia [a sério que esteve - já vão confirmar que sim].
Eu: Não.
Feitiço: Sim, sim, eu era bebé. Eu vi!
Eu: Não, tu não me mamaste. Tu mamaste nas minhas maminhas, quando eras bebé, e o papá filmou. Não dá na televisão, não é um programa de televisão, é um DVD que temos e que podemos ver.**
Feitiço: Posso ver outra vez?***
* O meu cérebro esteve à altura do desafio; o mesmo não posso dizer das minhas capacidades verbais e explicativas. Para o Feitiço, programas de televisão e DVD vão dar ao mesmo, porque aparecem no mesmo sítio - a televisão.
** O que achei incrível foi que já devem ter passado muitos, muitos meses, talvez mais de um ano, desde que o Feitiço viu pela última vez algum filme dele a mamar. Por que terá ido buscar isso para uma conversa?
*** Ou algo do género. Foi difícil reter o resto da conversa depois daquele começo sui generis.
Fizeste o quê?
Sem qualquer pré-aviso, o meu filho mais novo iniciou uma conversa interessante:
Feitiço: Mamã, eu mamei-te na televisão!
O meu cérebro* esteve à altura do desafio que este início de conversa prometia [a sério que esteve - já vão confirmar que sim].
Eu: Não.
Feitiço: Sim, sim, eu era bebé. Eu vi!
Eu: Não, tu não me mamaste. Tu mamaste nas minhas maminhas, quando eras bebé, e o papá filmou. Não dá na televisão, não é um programa de televisão, é um DVD que temos e que podemos ver.**
Feitiço: Posso ver outra vez?***
* O meu cérebro esteve à altura do desafio; o mesmo não posso dizer das minhas capacidades verbais e explicativas. Para o Feitiço, programas de televisão e DVD vão dar ao mesmo, porque aparecem no mesmo sítio - a televisão.
** O que achei incrível foi que já devem ter passado muitos, muitos meses, talvez mais de um ano, desde que o Feitiço viu pela última vez algum filme dele a mamar. Por que terá ido buscar isso para uma conversa?
*** Ou algo do género. Foi difícil reter o resto da conversa depois daquele começo sui generis.
Feitiço: Mamã, eu mamei-te na televisão!
O meu cérebro* esteve à altura do desafio que este início de conversa prometia [a sério que esteve - já vão confirmar que sim].
Eu: Não.
Feitiço: Sim, sim, eu era bebé. Eu vi!
Eu: Não, tu não me mamaste. Tu mamaste nas minhas maminhas, quando eras bebé, e o papá filmou. Não dá na televisão, não é um programa de televisão, é um DVD que temos e que podemos ver.**
Feitiço: Posso ver outra vez?***
* O meu cérebro esteve à altura do desafio; o mesmo não posso dizer das minhas capacidades verbais e explicativas. Para o Feitiço, programas de televisão e DVD vão dar ao mesmo, porque aparecem no mesmo sítio - a televisão.
** O que achei incrível foi que já devem ter passado muitos, muitos meses, talvez mais de um ano, desde que o Feitiço viu pela última vez algum filme dele a mamar. Por que terá ido buscar isso para uma conversa?
*** Ou algo do género. Foi difícil reter o resto da conversa depois daquele começo sui generis.
Às vezes...
... no meio das névoas dos meus pensamentos, surge um que brilha como o Sol, me põe um sorriso nos lábios e me tranquiliza o espírito. Obrigada a Quem de direito.
Às vezes...
... no meio das névoas dos meus pensamentos, surge um que brilha como o Sol, me põe um sorriso nos lábios e me tranquiliza o espírito. Obrigada a Quem de direito.
Sabes que estás sem empregada #2
... quando a tua casa começa a parecer o faroeste num filme de Hollywood, com tufos de vegetação seca (aka cotão) a andar de um lado para o outro!
P.S. - Só não está pior porque o Gato Rogério andou a aspirar... Obrigada, Rogério! :-)
P.S. - Só não está pior porque o Gato Rogério andou a aspirar... Obrigada, Rogério! :-)
Sabes que estás sem empregada #2
... quando a tua casa começa a parecer o faroeste num filme de Hollywood, com tufos de vegetação seca (aka cotão) a andar de um lado para o outro!
P.S. - Só não está pior porque o Gato Rogério andou a aspirar... Obrigada, Rogério! :-)
P.S. - Só não está pior porque o Gato Rogério andou a aspirar... Obrigada, Rogério! :-)
A coisa complicou-se!
Vassoura: Mamã, posso comer um rubuçado?
Eu: Não sei o que é um rubuçado...
Vassoura [corrigindo]: Eu disse rubeçado!
Eu: Rubeçado?
Vassoura [a começar a desesperar, que ela já é crescida para estas confusões]: Rubaçado!
Eu [na galhofa descarada]: Vê lá se a seguir vais dizer "rabo assado"!
Rimos ambas e a seguir lá lhe disse a palavra correta, que é, como toda a gente sabe, ri-buçado! ;-)
Eu: Não sei o que é um rubuçado...
Vassoura [corrigindo]: Eu disse rubeçado!
Eu: Rubeçado?
Vassoura [a começar a desesperar, que ela já é crescida para estas confusões]: Rubaçado!
Eu [na galhofa descarada]: Vê lá se a seguir vais dizer "rabo assado"!
Rimos ambas e a seguir lá lhe disse a palavra correta, que é, como toda a gente sabe, ri-buçado! ;-)
A coisa complicou-se!
Vassoura: Mamã, posso comer um rubuçado?
Eu: Não sei o que é um rubuçado...
Vassoura [corrigindo]: Eu disse rubeçado!
Eu: Rubeçado?
Vassoura [a começar a desesperar, que ela já é crescida para estas confusões]: Rubaçado!
Eu [na galhofa descarada]: Vê lá se a seguir vais dizer "rabo assado"!
Rimos ambas e a seguir lá lhe disse a palavra correta, que é, como toda a gente sabe, ri-buçado! ;-)
Eu: Não sei o que é um rubuçado...
Vassoura [corrigindo]: Eu disse rubeçado!
Eu: Rubeçado?
Vassoura [a começar a desesperar, que ela já é crescida para estas confusões]: Rubaçado!
Eu [na galhofa descarada]: Vê lá se a seguir vais dizer "rabo assado"!
Rimos ambas e a seguir lá lhe disse a palavra correta, que é, como toda a gente sabe, ri-buçado! ;-)
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Feitiço herói
O Feitiço estava a mexer em lápis de cor, que estavam em cima de uma mesa. Um lápis rolou e caiu para o chão. O Feitiço não fez nada. Quando outro lápis começou a rolar, o Feitiço impediu-o de cair, enquanto dizia:
- Eu vou-te salvar, lápis-princesa!
- Eu vou-te salvar, lápis-princesa!
Feitiço herói
O Feitiço estava a mexer em lápis de cor, que estavam em cima de uma mesa. Um lápis rolou e caiu para o chão. O Feitiço não fez nada. Quando outro lápis começou a rolar, o Feitiço impediu-o de cair, enquanto dizia:
- Eu vou-te salvar, lápis-princesa!
- Eu vou-te salvar, lápis-princesa!
Olha a bola de Berlim!
Não sou, nem nunca fui, grande fã de praia. De bolas de Berlim, sim, sou fã q.b.
Quando, na praia, oiço "Olha a bola de Berlim!", sinto uma certa nostalgia, não compro nada, e a coisa passa... até à vez seguinte.
Ontem a passagem da senhora que vende bolas de Berlim acabou por ficar para a história, apesar de ela ter passado como das outras vezes (e de eu mais uma vez não lhe ter comprado nada).
É que a senhora passou e, logo a seguir, muito perto de nós ouviu-se uma imitação quase perfeita: "Olha a bola de Berlim!".
Era o Feitiço. :-)
Quando, na praia, oiço "Olha a bola de Berlim!", sinto uma certa nostalgia, não compro nada, e a coisa passa... até à vez seguinte.
Ontem a passagem da senhora que vende bolas de Berlim acabou por ficar para a história, apesar de ela ter passado como das outras vezes (e de eu mais uma vez não lhe ter comprado nada).
É que a senhora passou e, logo a seguir, muito perto de nós ouviu-se uma imitação quase perfeita: "Olha a bola de Berlim!".
Era o Feitiço. :-)
Olha a bola de Berlim!
Não sou, nem nunca fui, grande fã de praia. De bolas de Berlim, sim, sou fã q.b.
Quando, na praia, oiço "Olha a bola de Berlim!", sinto uma certa nostalgia, não compro nada, e a coisa passa... até à vez seguinte.
Ontem a passagem da senhora que vende bolas de Berlim acabou por ficar para a história, apesar de ela ter passado como das outras vezes (e de eu mais uma vez não lhe ter comprado nada).
É que a senhora passou e, logo a seguir, muito perto de nós ouviu-se uma imitação quase perfeita: "Olha a bola de Berlim!".
Era o Feitiço. :-)
Quando, na praia, oiço "Olha a bola de Berlim!", sinto uma certa nostalgia, não compro nada, e a coisa passa... até à vez seguinte.
Ontem a passagem da senhora que vende bolas de Berlim acabou por ficar para a história, apesar de ela ter passado como das outras vezes (e de eu mais uma vez não lhe ter comprado nada).
É que a senhora passou e, logo a seguir, muito perto de nós ouviu-se uma imitação quase perfeita: "Olha a bola de Berlim!".
Era o Feitiço. :-)
Xixi 12 - 6 Varinha
Xixi 12 - 6 Varinha
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Sabes que estás sem empregada #1
... quando antes de lavar os fatos de banho no lavatório da casa de banho tens mesmo de lavar o lavatório.
[Para os mais ausentes, a Nina está de férias.]
[Para os mais ausentes, a Nina está de férias.]
Sabes que estás sem empregada #1
... quando antes de lavar os fatos de banho no lavatório da casa de banho tens mesmo de lavar o lavatório.
[Para os mais ausentes, a Nina está de férias.]
[Para os mais ausentes, a Nina está de férias.]
Xixi 12 - 5 Varinha
Xixi 12 - 5 Varinha
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Um Feitiço muito descarado
De vez em quando, o Feitiço dá-me umas palmadas no traseiro e, ao ouvir o barulho que as palmadas causam, põe-se a dizer que eu estou a dar puns! Isto admite-se? [Não, pois não? Mas eu até acho piada... Ups!]
Um Feitiço muito descarado
De vez em quando, o Feitiço dá-me umas palmadas no traseiro e, ao ouvir o barulho que as palmadas causam, põe-se a dizer que eu estou a dar puns! Isto admite-se? [Não, pois não? Mas eu até acho piada... Ups!]
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Está a dar cabo de mim!
Que o Feitiço, a dormir, faça xixi na cama é uma coisa. Que ele diga que quer fazer xixi na cama e dois minutos depois de lá estar já tenha feito, ainda completamente acordado, apesar de antes ter feito no bacio, é outra... e não foi só hoje. Foi assim ontem e anteontem.
Pergunto: Terão os meus filhos que me "torturar" eternamente com isto dos xixis? Ora agora és tu, ora agora sou eu... Ora agora somos os dois?
Pergunto: Terão os meus filhos que me "torturar" eternamente com isto dos xixis? Ora agora és tu, ora agora sou eu... Ora agora somos os dois?
Está a dar cabo de mim!
Que o Feitiço, a dormir, faça xixi na cama é uma coisa. Que ele diga que quer fazer xixi na cama e dois minutos depois de lá estar já tenha feito, ainda completamente acordado, apesar de antes ter feito no bacio, é outra... e não foi só hoje. Foi assim ontem e anteontem.
Pergunto: Terão os meus filhos que me "torturar" eternamente com isto dos xixis? Ora agora és tu, ora agora sou eu... Ora agora somos os dois?
Pergunto: Terão os meus filhos que me "torturar" eternamente com isto dos xixis? Ora agora és tu, ora agora sou eu... Ora agora somos os dois?
Havia VS. Haviam
Por sugestão de uma querida leitora, neste post vou falar sobre a utilização de "havia" e "haviam". Não há muito a dizer. [Nota a posteriori: Não? Já viste bem o tamanho final do post?]
Basicamente, quando quiserem descrever o que havia em determinado contexto, cena, situação, whatever, não se preocupem se era singular (só um ou uma) ou plural (vário(a)s), porque a forma correta é sempre "havia".
Havia uma cegonha no telhado. / Havia várias cegonhas no ninho.
Havia um miúdo no escorrega. / Havia muitos miúdos nos baloiços.
Ah, mas e tal, "haviam" nem sequer existe? Se não existisse, de todo, como palavras com "e" e "i" depois de "ç", eu diria! Não é esse o caso.
O termo "haviam" utiliza-se apenas como verbo auxiliar, em vez de "tinham", mas o uso é pouco comum (pelo menos em Portugal), ou seja, na prática, atualmente (quase) não se utiliza.*
Exemplo: "haviam dito" = "tinham dito"
---------
*Explicação mais completa, retirada do "Guia Prático dos Verbos Portugueses", na sua 6ª edição (antes do AO):
"1. O verbo haver emprega-se em todas as pessoas [nota minha: "eu, tu, ele(a), nós, vós, eles(as)"]:
Esta construção é mais comum no Brasil. Em Portugal, prefere-se o auxiliar ter.
b) seja com o infinitivo antecedido da preposição de: Havemos de ir ao teatro. Não hão-de [nota minha: "hão de", segundo o novo AO] faltar lugares.
2. Emprega-se como impessoal:
**[A propósito desta parte, espreitem, se quiserem e ainda não o fizeram, este post e também este.]
Basicamente, quando quiserem descrever o que havia em determinado contexto, cena, situação, whatever, não se preocupem se era singular (só um ou uma) ou plural (vário(a)s), porque a forma correta é sempre "havia".
Havia uma cegonha no telhado. / Havia várias cegonhas no ninho.
Havia um miúdo no escorrega. / Havia muitos miúdos nos baloiços.
Ah, mas e tal, "haviam" nem sequer existe? Se não existisse, de todo, como palavras com "e" e "i" depois de "ç", eu diria! Não é esse o caso.
O termo "haviam" utiliza-se apenas como verbo auxiliar, em vez de "tinham", mas o uso é pouco comum (pelo menos em Portugal), ou seja, na prática, atualmente (quase) não se utiliza.*
Exemplo: "haviam dito" = "tinham dito"
---------
*Explicação mais completa, retirada do "Guia Prático dos Verbos Portugueses", na sua 6ª edição (antes do AO):
"1. O verbo haver emprega-se em todas as pessoas [nota minha: "eu, tu, ele(a), nós, vós, eles(as)"]:
- quando é auxiliar (equivalendo a ter) de um verbo pessoal:
Esta construção é mais comum no Brasil. Em Portugal, prefere-se o auxiliar ter.
b) seja com o infinitivo antecedido da preposição de: Havemos de ir ao teatro. Não hão-de [nota minha: "hão de", segundo o novo AO] faltar lugares.
- quando é verbo principal, com forma reflexiva, significando "ajustar contas", "entender-se": Zangado, o meu pai disse-me que me houvesse com a polícia.
- [expressão de uso pouco corrente, que não transcrevo]
- na expressão haver por bem, que significa "considerar conveniente", "resolver": O professor houve por bem mudar o teste. Todos nós havíamos por bem que se fizesse a experiência.
2. Emprega-se como impessoal:
- quando significa "existir". [Não vou transcrever a explicação desta parte.]
- quando indica tempo decorrido: Há muitos anos que não te via."**
**[A propósito desta parte, espreitem, se quiserem e ainda não o fizeram, este post e também este.]
Havia VS. Haviam
Por sugestão de uma querida leitora, neste post vou falar sobre a utilização de "havia" e "haviam". Não há muito a dizer. [Nota a posteriori: Não? Já viste bem o tamanho final do post?]
Basicamente, quando quiserem descrever o que havia em determinado contexto, cena, situação, whatever, não se preocupem se era singular (só um ou uma) ou plural (vário(a)s), porque a forma correta é sempre "havia".
Havia uma cegonha no telhado. / Havia várias cegonhas no ninho.
Havia um miúdo no escorrega. / Havia muitos miúdos nos baloiços.
Ah, mas e tal, "haviam" nem sequer existe? Se não existisse, de todo, como palavras com "e" e "i" depois de "ç", eu diria! Não é esse o caso.
O termo "haviam" utiliza-se apenas como verbo auxiliar, em vez de "tinham", mas o uso é pouco comum (pelo menos em Portugal), ou seja, na prática, atualmente (quase) não se utiliza.*
Exemplo: "haviam dito" = "tinham dito"
---------
*Explicação mais completa, retirada do "Guia Prático dos Verbos Portugueses", na sua 6ª edição (antes do AO):
"1. O verbo haver emprega-se em todas as pessoas [nota minha: "eu, tu, ele(a), nós, vós, eles(as)"]:
Esta construção é mais comum no Brasil. Em Portugal, prefere-se o auxiliar ter.
b) seja com o infinitivo antecedido da preposição de: Havemos de ir ao teatro. Não hão-de [nota minha: "hão de", segundo o novo AO] faltar lugares.
2. Emprega-se como impessoal:
**[A propósito desta parte, espreitem, se quiserem e ainda não o fizeram, este post e também este.]
Basicamente, quando quiserem descrever o que havia em determinado contexto, cena, situação, whatever, não se preocupem se era singular (só um ou uma) ou plural (vário(a)s), porque a forma correta é sempre "havia".
Havia uma cegonha no telhado. / Havia várias cegonhas no ninho.
Havia um miúdo no escorrega. / Havia muitos miúdos nos baloiços.
Ah, mas e tal, "haviam" nem sequer existe? Se não existisse, de todo, como palavras com "e" e "i" depois de "ç", eu diria! Não é esse o caso.
O termo "haviam" utiliza-se apenas como verbo auxiliar, em vez de "tinham", mas o uso é pouco comum (pelo menos em Portugal), ou seja, na prática, atualmente (quase) não se utiliza.*
Exemplo: "haviam dito" = "tinham dito"
---------
*Explicação mais completa, retirada do "Guia Prático dos Verbos Portugueses", na sua 6ª edição (antes do AO):
"1. O verbo haver emprega-se em todas as pessoas [nota minha: "eu, tu, ele(a), nós, vós, eles(as)"]:
- quando é auxiliar (equivalendo a ter) de um verbo pessoal:
Esta construção é mais comum no Brasil. Em Portugal, prefere-se o auxiliar ter.
b) seja com o infinitivo antecedido da preposição de: Havemos de ir ao teatro. Não hão-de [nota minha: "hão de", segundo o novo AO] faltar lugares.
- quando é verbo principal, com forma reflexiva, significando "ajustar contas", "entender-se": Zangado, o meu pai disse-me que me houvesse com a polícia.
- [expressão de uso pouco corrente, que não transcrevo]
- na expressão haver por bem, que significa "considerar conveniente", "resolver": O professor houve por bem mudar o teste. Todos nós havíamos por bem que se fizesse a experiência.
2. Emprega-se como impessoal:
- quando significa "existir". [Não vou transcrever a explicação desta parte.]
- quando indica tempo decorrido: Há muitos anos que não te via."**
**[A propósito desta parte, espreitem, se quiserem e ainda não o fizeram, este post e também este.]
domingo, 11 de agosto de 2013
Erros do passado #4
Quando era pequena, aprendi a dizer "Se faz favor", "Com licença" e "Obrigado". Só um bocadinho mais crescida (ainda criança) percebi que havia outra versão para "Obrigado" ("Obrigada", obviamente), mas não sabia quando devia aplicar uma e outra. Ouvia as duas com a mesma frequência!
Lembro-me de me interrogar: "Depende da pessoa a quem estou a agradecer? Ou depende de mim?". Pura e simplesmente não sabia!
Até que um dia, um lindo dia de verão, tinha eu 11, 12 ou 13 anos, numa colónia de férias (não me lembro do ano, mas lembro-me do sítio exato onde se passou a conversa!), uma professora que lá estava tirou-me as dúvidas:
"És tu que estás a agradecer, és tu que estás agradecida, por isso dizes sempre "Obrigada". Não depende da pessoa a quem agradeces."
Por isso, cara leitora, deverás sempre agradecer com "Obrigada" e tu, caro leitor, com "Obrigado"! E a todos responder: "De nada!" ;-)
P.S. - Quando um aluno agradece dizendo "Obrigada", penso sempre "O maior exemplo vem da mãe... De tanto ouvir a versão feminina, é a que lhe sai!" e depois vou ajudando a interiorizar que deve dizer "Obrigado"...
P.S.2 - Dedico este post à Teresa do "Quando for grande quero ser mãe", pois foi ao reler um dos seus comentários que me lembrei de o escrever.
Lembro-me de me interrogar: "Depende da pessoa a quem estou a agradecer? Ou depende de mim?". Pura e simplesmente não sabia!
Até que um dia, um lindo dia de verão, tinha eu 11, 12 ou 13 anos, numa colónia de férias (não me lembro do ano, mas lembro-me do sítio exato onde se passou a conversa!), uma professora que lá estava tirou-me as dúvidas:
"És tu que estás a agradecer, és tu que estás agradecida, por isso dizes sempre "Obrigada". Não depende da pessoa a quem agradeces."
Por isso, cara leitora, deverás sempre agradecer com "Obrigada" e tu, caro leitor, com "Obrigado"! E a todos responder: "De nada!" ;-)
P.S. - Quando um aluno agradece dizendo "Obrigada", penso sempre "O maior exemplo vem da mãe... De tanto ouvir a versão feminina, é a que lhe sai!" e depois vou ajudando a interiorizar que deve dizer "Obrigado"...
P.S.2 - Dedico este post à Teresa do "Quando for grande quero ser mãe", pois foi ao reler um dos seus comentários que me lembrei de o escrever.
Erros do passado #4
Quando era pequena, aprendi a dizer "Se faz favor", "Com licença" e "Obrigado". Só um bocadinho mais crescida (ainda criança) percebi que havia outra versão para "Obrigado" ("Obrigada", obviamente), mas não sabia quando devia aplicar uma e outra. Ouvia as duas com a mesma frequência!
Lembro-me de me interrogar: "Depende da pessoa a quem estou a agradecer? Ou depende de mim?". Pura e simplesmente não sabia!
Até que um dia, um lindo dia de verão, tinha eu 11, 12 ou 13 anos, numa colónia de férias (não me lembro do ano, mas lembro-me do sítio exato onde se passou a conversa!), uma professora que lá estava tirou-me as dúvidas:
"És tu que estás a agradecer, és tu que estás agradecida, por isso dizes sempre "Obrigada". Não depende da pessoa a quem agradeces."
Por isso, cara leitora, deverás sempre agradecer com "Obrigada" e tu, caro leitor, com "Obrigado"! E a todos responder: "De nada!" ;-)
P.S. - Quando um aluno agradece dizendo "Obrigada", penso sempre "O maior exemplo vem da mãe... De tanto ouvir a versão feminina, é a que lhe sai!" e depois vou ajudando a interiorizar que deve dizer "Obrigado"...
P.S.2 - Dedico este post à Teresa do "Quando for grande quero ser mãe", pois foi ao reler um dos seus comentários que me lembrei de o escrever.
Lembro-me de me interrogar: "Depende da pessoa a quem estou a agradecer? Ou depende de mim?". Pura e simplesmente não sabia!
Até que um dia, um lindo dia de verão, tinha eu 11, 12 ou 13 anos, numa colónia de férias (não me lembro do ano, mas lembro-me do sítio exato onde se passou a conversa!), uma professora que lá estava tirou-me as dúvidas:
"És tu que estás a agradecer, és tu que estás agradecida, por isso dizes sempre "Obrigada". Não depende da pessoa a quem agradeces."
Por isso, cara leitora, deverás sempre agradecer com "Obrigada" e tu, caro leitor, com "Obrigado"! E a todos responder: "De nada!" ;-)
P.S. - Quando um aluno agradece dizendo "Obrigada", penso sempre "O maior exemplo vem da mãe... De tanto ouvir a versão feminina, é a que lhe sai!" e depois vou ajudando a interiorizar que deve dizer "Obrigado"...
P.S.2 - Dedico este post à Teresa do "Quando for grande quero ser mãe", pois foi ao reler um dos seus comentários que me lembrei de o escrever.
Eu fui!
Ontem inscrevi-me como potencial dadora de medula óssea. Já andava a pensar nisso há muito tempo, mas só ontem concretizei, graças à Festa da Ana.
Imaginava que me iria sentir diferente, mas, afinal, estava na mesma. O futuro marcará a diferença (ou não).
Trouxe também uma garrafa de Kima de maracujá, que ainda não bebi e se calhar vou oferecer a alguém que a vai apreciar mais do que eu...
Imaginava que me iria sentir diferente, mas, afinal, estava na mesma. O futuro marcará a diferença (ou não).
| Bolacha da "Sweet and Joy" - um souvenir saboroso que já se foi! |
Trouxe também uma garrafa de Kima de maracujá, que ainda não bebi e se calhar vou oferecer a alguém que a vai apreciar mais do que eu...
Eu fui!
Ontem inscrevi-me como potencial dadora de medula óssea. Já andava a pensar nisso há muito tempo, mas só ontem concretizei, graças à Festa da Ana.
Imaginava que me iria sentir diferente, mas, afinal, estava na mesma. O futuro marcará a diferença (ou não).
Trouxe também uma garrafa de Kima de maracujá, que ainda não bebi e se calhar vou oferecer a alguém que a vai apreciar mais do que eu...
Imaginava que me iria sentir diferente, mas, afinal, estava na mesma. O futuro marcará a diferença (ou não).
| Bolacha da "Sweet and Joy" - um souvenir saboroso que já se foi! |
Trouxe também uma garrafa de Kima de maracujá, que ainda não bebi e se calhar vou oferecer a alguém que a vai apreciar mais do que eu...
sábado, 10 de agosto de 2013
Trocar os nomes das frutas
Os meus filhos costumam trocar os nomes às frutas, mesmo a Vassoura, que, como sabem, é a mais velha. Nisso, infelizmente, são como a mãe... Eu não sei como distinguir clementinas de tangerinas ou pêssegos de nectarinas. Às vezes acerto, às vezes não...
No entanto, baralhar uvas e cerejas ou melancia e melão não é coisa que eu faça... mas eles são crianças, e trocam estes nomes frequentemente.
Ao jantar, o Feitiço viu pêssegos e pensou que eram nectarinas (como eu compreendo o seu engano!).
Feitiço: Quero nectarinas! [não me lembro como é que ele disse nectarinas, mas era uma maneira aldrabada]
Rogério: Não são nectarinas, são pêssegos.
Feitiço: São nectarinas!
Rogério: São parecidos com as nectarinas, mas não são. São "primos".
Feitiço: Quero primos!
Trocar os nomes das frutas
Os meus filhos costumam trocar os nomes às frutas, mesmo a Vassoura, que, como sabem, é a mais velha. Nisso, infelizmente, são como a mãe... Eu não sei como distinguir clementinas de tangerinas ou pêssegos de nectarinas. Às vezes acerto, às vezes não...
No entanto, baralhar uvas e cerejas ou melancia e melão não é coisa que eu faça... mas eles são crianças, e trocam estes nomes frequentemente.
Ao jantar, o Feitiço viu pêssegos e pensou que eram nectarinas (como eu compreendo o seu engano!).
Feitiço: Quero nectarinas! [não me lembro como é que ele disse nectarinas, mas era uma maneira aldrabada]
Rogério: Não são nectarinas, são pêssegos.
Feitiço: São nectarinas!
Rogério: São parecidos com as nectarinas, mas não são. São "primos".
Feitiço: Quero primos!
Sonhos #16
Tenho algumas amigas grávidas, mas, embora pense nelas com muita frequência, não conversamos há meses.
Esta noite sonhei que a je estava grávida e que, ao ver uma dessas amigas, lhe contava a novidade muito entusiasmada. Só que depois o sonho tomou um rumo triste: percebi, pelo semblante da minha amiga, que algo se passava. Aí, perguntei-lhe:
- Tu não pareces bem... Perdeste o bebé?
Ela fez que sim com a cabeça. Dei-lhe um abraço muito forte e acrescentei:
- Desculpa, fui muito parva. Devia ter-te perguntado primeiro como estavas a passar a gravidez, se estava tudo bem... e não desatar a dar a novidade desta maneira!
Ela, que é uma querida, e no sonho também foi, respondeu:
- Não tem mal nenhum, não é pelo que me aconteceu que a tua novidade não é boa! Fico muito contente por ti!
Nota: não quis publicar este post (por muito que um sonho não passe de um sonho), sem antes falar ao telefone com a minha amiga e confirmar que está tudo bem com ela e com o(a) bebé. Pois tive a tristeza de saber que ela perdeu o bebé, tal como no meu sonho! Mas a vida continua e já tem "sinal verde" da médica para avançar. Será quando Deus quiser...
Esta noite sonhei que a je estava grávida e que, ao ver uma dessas amigas, lhe contava a novidade muito entusiasmada. Só que depois o sonho tomou um rumo triste: percebi, pelo semblante da minha amiga, que algo se passava. Aí, perguntei-lhe:
- Tu não pareces bem... Perdeste o bebé?
Ela fez que sim com a cabeça. Dei-lhe um abraço muito forte e acrescentei:
- Desculpa, fui muito parva. Devia ter-te perguntado primeiro como estavas a passar a gravidez, se estava tudo bem... e não desatar a dar a novidade desta maneira!
Ela, que é uma querida, e no sonho também foi, respondeu:
- Não tem mal nenhum, não é pelo que me aconteceu que a tua novidade não é boa! Fico muito contente por ti!
Nota: não quis publicar este post (por muito que um sonho não passe de um sonho), sem antes falar ao telefone com a minha amiga e confirmar que está tudo bem com ela e com o(a) bebé. Pois tive a tristeza de saber que ela perdeu o bebé, tal como no meu sonho! Mas a vida continua e já tem "sinal verde" da médica para avançar. Será quando Deus quiser...
Sonhos #16
Tenho algumas amigas grávidas, mas, embora pense nelas com muita frequência, não conversamos há meses.
Esta noite sonhei que a je estava grávida e que, ao ver uma dessas amigas, lhe contava a novidade muito entusiasmada. Só que depois o sonho tomou um rumo triste: percebi, pelo semblante da minha amiga, que algo se passava. Aí, perguntei-lhe:
- Tu não pareces bem... Perdeste o bebé?
Ela fez que sim com a cabeça. Dei-lhe um abraço muito forte e acrescentei:
- Desculpa, fui muito parva. Devia ter-te perguntado primeiro como estavas a passar a gravidez, se estava tudo bem... e não desatar a dar a novidade desta maneira!
Ela, que é uma querida, e no sonho também foi, respondeu:
- Não tem mal nenhum, não é pelo que me aconteceu que a tua novidade não é boa! Fico muito contente por ti!
Nota: não quis publicar este post (por muito que um sonho não passe de um sonho), sem antes falar ao telefone com a minha amiga e confirmar que está tudo bem com ela e com o(a) bebé. Pois tive a tristeza de saber que ela perdeu o bebé, tal como no meu sonho! Mas a vida continua e já tem "sinal verde" da médica para avançar. Será quando Deus quiser...
Esta noite sonhei que a je estava grávida e que, ao ver uma dessas amigas, lhe contava a novidade muito entusiasmada. Só que depois o sonho tomou um rumo triste: percebi, pelo semblante da minha amiga, que algo se passava. Aí, perguntei-lhe:
- Tu não pareces bem... Perdeste o bebé?
Ela fez que sim com a cabeça. Dei-lhe um abraço muito forte e acrescentei:
- Desculpa, fui muito parva. Devia ter-te perguntado primeiro como estavas a passar a gravidez, se estava tudo bem... e não desatar a dar a novidade desta maneira!
Ela, que é uma querida, e no sonho também foi, respondeu:
- Não tem mal nenhum, não é pelo que me aconteceu que a tua novidade não é boa! Fico muito contente por ti!
Nota: não quis publicar este post (por muito que um sonho não passe de um sonho), sem antes falar ao telefone com a minha amiga e confirmar que está tudo bem com ela e com o(a) bebé. Pois tive a tristeza de saber que ela perdeu o bebé, tal como no meu sonho! Mas a vida continua e já tem "sinal verde" da médica para avançar. Será quando Deus quiser...
Inamação
Não é preciso ter muita inamação para descobrir que inamação quer dizer imaginação (à moda do Feitiço)! :-)
Inamação
Não é preciso ter muita inamação para descobrir que inamação quer dizer imaginação (à moda do Feitiço)! :-)
Sonhos #15
Há algumas noites, sonhei à grande e à Bruxa: que a minha irmã que mora no Norte da Europa me tinha oferecido a sua casa para passar férias (sem ela lá estar). E digo-vos: eu só vi fotografias da casa, mas a do meu sonho não era uma casa, era um casarão, com piscina e uns relvados espetaculares. Pusemo-nos lá num instante: num momento ela fez a oferta, no seguinte estávamos no avião e logo depois estávamos na casa. Lindas (a minha mana, a casa e as férias)!
Sonhos #15
Há algumas noites, sonhei à grande e à Bruxa: que a minha irmã que mora no Norte da Europa me tinha oferecido a sua casa para passar férias (sem ela lá estar). E digo-vos: eu só vi fotografias da casa, mas a do meu sonho não era uma casa, era um casarão, com piscina e uns relvados espetaculares. Pusemo-nos lá num instante: num momento ela fez a oferta, no seguinte estávamos no avião e logo depois estávamos na casa. Lindas (a minha mana, a casa e as férias)!
Xixi 12 - 1 Varinha
Xixi 12 - 1 Varinha
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Desafio "Berra-me baixo" de agosto - semana 1
Este post deveria ter sido publicado ontem... mas como estive com preguiça para refletir (isso acontece-me com mais frequência do que gostaria), não o escrevi.
Gostaria de dizer que berro menos, ou que berro baixo, sempre. Mas não seria verdade se o dissesse. Nesta semana, houve momentos em que pensei que mais valia não me ter inscrito no desafio... É que estava a fazer cá uma "figurinha": recorri a gritos vez sim, vez não (e às vezes, vez sim, vez sim)... que desespero!
Será que nunca me vou livrar deste volume no máximo? Onde é que fica o mínimo? Deve haver um botão no cérebro, eu é que ainda não o descobri!
Penso que já escrevi isto noutro dia, mas reafirmo: sem a participação das minhas crianças, eu não chego lá. Como esta segunda semana, a decorrer, é centrada na criação, ou fortalecimento, do vínculo entre pais e filhos, assim que publicar este balanço e o divulgar no site do Mum's the Boss, vou sair da frente do computador e vou tratar disso (não digo isto como quem vai despachar o assunto, mas como quem vai dar mais um passo no sentido certo)!
Para quem vem ao blogue há menos tempo, expliquei este desafio aqui. Mais sobre ele, relativamente à minha participação, na etiqueta "Berra-me baixo".
Gostaria de dizer que berro menos, ou que berro baixo, sempre. Mas não seria verdade se o dissesse. Nesta semana, houve momentos em que pensei que mais valia não me ter inscrito no desafio... É que estava a fazer cá uma "figurinha": recorri a gritos vez sim, vez não (e às vezes, vez sim, vez sim)... que desespero!
Será que nunca me vou livrar deste volume no máximo? Onde é que fica o mínimo? Deve haver um botão no cérebro, eu é que ainda não o descobri!
Penso que já escrevi isto noutro dia, mas reafirmo: sem a participação das minhas crianças, eu não chego lá. Como esta segunda semana, a decorrer, é centrada na criação, ou fortalecimento, do vínculo entre pais e filhos, assim que publicar este balanço e o divulgar no site do Mum's the Boss, vou sair da frente do computador e vou tratar disso (não digo isto como quem vai despachar o assunto, mas como quem vai dar mais um passo no sentido certo)!
Para quem vem ao blogue há menos tempo, expliquei este desafio aqui. Mais sobre ele, relativamente à minha participação, na etiqueta "Berra-me baixo".
Desafio "Berra-me baixo" de agosto - semana 1
Este post deveria ter sido publicado ontem... mas como estive com preguiça para refletir (isso acontece-me com mais frequência do que gostaria), não o escrevi.
Gostaria de dizer que berro menos, ou que berro baixo, sempre. Mas não seria verdade se o dissesse. Nesta semana, houve momentos em que pensei que mais valia não me ter inscrito no desafio... É que estava a fazer cá uma "figurinha": recorri a gritos vez sim, vez não (e às vezes, vez sim, vez sim)... que desespero!
Será que nunca me vou livrar deste volume no máximo? Onde é que fica o mínimo? Deve haver um botão no cérebro, eu é que ainda não o descobri!
Penso que já escrevi isto noutro dia, mas reafirmo: sem a participação das minhas crianças, eu não chego lá. Como esta segunda semana, a decorrer, é centrada na criação, ou fortalecimento, do vínculo entre pais e filhos, assim que publicar este balanço e o divulgar no site do Mum's the Boss, vou sair da frente do computador e vou tratar disso (não digo isto como quem vai despachar o assunto, mas como quem vai dar mais um passo no sentido certo)!
Para quem vem ao blogue há menos tempo, expliquei este desafio aqui. Mais sobre ele, relativamente à minha participação, na etiqueta "Berra-me baixo".
Gostaria de dizer que berro menos, ou que berro baixo, sempre. Mas não seria verdade se o dissesse. Nesta semana, houve momentos em que pensei que mais valia não me ter inscrito no desafio... É que estava a fazer cá uma "figurinha": recorri a gritos vez sim, vez não (e às vezes, vez sim, vez sim)... que desespero!
Será que nunca me vou livrar deste volume no máximo? Onde é que fica o mínimo? Deve haver um botão no cérebro, eu é que ainda não o descobri!
Penso que já escrevi isto noutro dia, mas reafirmo: sem a participação das minhas crianças, eu não chego lá. Como esta segunda semana, a decorrer, é centrada na criação, ou fortalecimento, do vínculo entre pais e filhos, assim que publicar este balanço e o divulgar no site do Mum's the Boss, vou sair da frente do computador e vou tratar disso (não digo isto como quem vai despachar o assunto, mas como quem vai dar mais um passo no sentido certo)!
Para quem vem ao blogue há menos tempo, expliquei este desafio aqui. Mais sobre ele, relativamente à minha participação, na etiqueta "Berra-me baixo".
Aguarelas V&V
Há uns dias, enquanto o Feitiço dormia a sua sesta, houve sessão de pintura. Mostro-vos a sessão em três momentos (em quatro fotografias).
| Primeiras pinceladas: Vassoura à esquerda, Varinha à direita. No canto inferior direito está uma pintura parcial que fiz para dar algumas dicas sobre como pintar com aguarelas. |
| Os ramos da árvore da Varinha fui eu que fiz, supostamente para ajudar, mas a Varinha não gostou da minha interferência. |
| Pintura final da Vassoura. A menina sofreu um acidente e, em vez de boca, passou a ter um lenço (que segurava com as mãos) à frente da cara... |
Aguarelas V&V
Há uns dias, enquanto o Feitiço dormia a sua sesta, houve sessão de pintura. Mostro-vos a sessão em três momentos (em quatro fotografias).
| Primeiras pinceladas: Vassoura à esquerda, Varinha à direita. No canto inferior direito está uma pintura parcial que fiz para dar algumas dicas sobre como pintar com aguarelas. |
| Os ramos da árvore da Varinha fui eu que fiz, supostamente para ajudar, mas a Varinha não gostou da minha interferência. |
| Pintura final da Vassoura. A menina sofreu um acidente e, em vez de boca, passou a ter um lenço (que segurava com as mãos) à frente da cara... |
Smurfina
Smurfina
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
H, volta que estás perdoado...
... há imenso tempo!
Embora tivesse um bocadinho de vontade de transcrever fielmente as expressões que desde que escrevi este post fui lamentavelmente encontrando, não o vou fazer. Vou alterar algumas palavras, mantendo a estrutura de cada expressão. Não quero melindrar ninguém, só quero, mais uma vez, insurgir-me contra estes "h" exilados das respetivas "pátrias".
"à uns mesitos" deveria ser "há uns mesitos"
"à cerca de dois meses" deveria ser "há cerca de dois meses"
Comecei a escrever este post há muito tempo. Não o publiquei logo por pensar fazer uma listagem mais comprida do que via por aí. Entretanto, como não acrescentei mais nada, apesar de deparar com o erro repetidas vezes, mudei de ideias. Publico com apenas dois exemplos e mais uma tentativa de passar a mensagem.
Quando é que se usa "à"? Nas mesmas em que se usaria "ao", se a seguir viesse uma palavra do género masculino.
ao = a + o
à = a + a
Eu exemplifico com alguns verbos:
ir a (+ local "masculino", como o cinema / teatro / rio / mar / supermercado / parque, etc.):
= ir ao
ir a (+ local "feminino", como a praia / piscina / loja / igreja / varanda / sala, etc.):
= ir à
dizer a (+ destinatário "masculino", como o pai / o diretor / o funcionário / o vizinho, etc.):
= dizer ao
dizer a (+ destinatário "feminino", como a mãe / prima / amiga / médica / aluna, etc.):
= dizer à
adicionar a (+ substância "masculina", como o leite / mel / sumo, etc.):
= adicionar ao
adicionar a (+ substância "feminina", como a farinha / água / mistura, etc.):
= adicionar à
A lista poderia continuar, mas acho que já chega...
Voltando ao há... Se há tempo envolvido, se houve tempo a passar, esse tempo é uma realidade, invisível, é certo, mas tão real como o ar (igualmente invisível). E o que é real, há (=existe), nãoà!
Embora tivesse um bocadinho de vontade de transcrever fielmente as expressões que desde que escrevi este post fui lamentavelmente encontrando, não o vou fazer. Vou alterar algumas palavras, mantendo a estrutura de cada expressão. Não quero melindrar ninguém, só quero, mais uma vez, insurgir-me contra estes "h" exilados das respetivas "pátrias".
"
"
Comecei a escrever este post há muito tempo. Não o publiquei logo por pensar fazer uma listagem mais comprida do que via por aí. Entretanto, como não acrescentei mais nada, apesar de deparar com o erro repetidas vezes, mudei de ideias. Publico com apenas dois exemplos e mais uma tentativa de passar a mensagem.
Nas expressões temporais, não se usa à. Usa-se há.
Quando é que se usa "à"? Nas mesmas em que se usaria "ao", se a seguir viesse uma palavra do género masculino.
ao = a + o
à = a + a
Eu exemplifico com alguns verbos:
ir a (+ local "masculino", como o cinema / teatro / rio / mar / supermercado / parque, etc.):
= ir ao
ir a (+ local "feminino", como a praia / piscina / loja / igreja / varanda / sala, etc.):
= ir à
dizer a (+ destinatário "masculino", como o pai / o diretor / o funcionário / o vizinho, etc.):
= dizer ao
dizer a (+ destinatário "feminino", como a mãe / prima / amiga / médica / aluna, etc.):
= dizer à
adicionar a (+ substância "masculina", como o leite / mel / sumo, etc.):
= adicionar ao
adicionar a (+ substância "feminina", como a farinha / água / mistura, etc.):
= adicionar à
A lista poderia continuar, mas acho que já chega...
Voltando ao há... Se há tempo envolvido, se houve tempo a passar, esse tempo é uma realidade, invisível, é certo, mas tão real como o ar (igualmente invisível). E o que é real, há (=existe), não
H, volta que estás perdoado...
... há imenso tempo!
Embora tivesse um bocadinho de vontade de transcrever fielmente as expressões que desde que escrevi este post fui lamentavelmente encontrando, não o vou fazer. Vou alterar algumas palavras, mantendo a estrutura de cada expressão. Não quero melindrar ninguém, só quero, mais uma vez, insurgir-me contra estes "h" exilados das respetivas "pátrias".
"à uns mesitos" deveria ser "há uns mesitos"
"à cerca de dois meses" deveria ser "há cerca de dois meses"
Comecei a escrever este post há muito tempo. Não o publiquei logo por pensar fazer uma listagem mais comprida do que via por aí. Entretanto, como não acrescentei mais nada, apesar de deparar com o erro repetidas vezes, mudei de ideias. Publico com apenas dois exemplos e mais uma tentativa de passar a mensagem.
Quando é que se usa "à"? Nas mesmas em que se usaria "ao", se a seguir viesse uma palavra do género masculino.
ao = a + o
à = a + a
Eu exemplifico com alguns verbos:
ir a (+ local "masculino", como o cinema / teatro / rio / mar / supermercado / parque, etc.):
= ir ao
ir a (+ local "feminino", como a praia / piscina / loja / igreja / varanda / sala, etc.):
= ir à
dizer a (+ destinatário "masculino", como o pai / o diretor / o funcionário / o vizinho, etc.):
= dizer ao
dizer a (+ destinatário "feminino", como a mãe / prima / amiga / médica / aluna, etc.):
= dizer à
adicionar a (+ substância "masculina", como o leite / mel / sumo, etc.):
= adicionar ao
adicionar a (+ substância "feminina", como a farinha / água / mistura, etc.):
= adicionar à
A lista poderia continuar, mas acho que já chega...
Voltando ao há... Se há tempo envolvido, se houve tempo a passar, esse tempo é uma realidade, invisível, é certo, mas tão real como o ar (igualmente invisível). E o que é real, há (=existe), nãoà!
Embora tivesse um bocadinho de vontade de transcrever fielmente as expressões que desde que escrevi este post fui lamentavelmente encontrando, não o vou fazer. Vou alterar algumas palavras, mantendo a estrutura de cada expressão. Não quero melindrar ninguém, só quero, mais uma vez, insurgir-me contra estes "h" exilados das respetivas "pátrias".
"
"
Comecei a escrever este post há muito tempo. Não o publiquei logo por pensar fazer uma listagem mais comprida do que via por aí. Entretanto, como não acrescentei mais nada, apesar de deparar com o erro repetidas vezes, mudei de ideias. Publico com apenas dois exemplos e mais uma tentativa de passar a mensagem.
Nas expressões temporais, não se usa à. Usa-se há.
Quando é que se usa "à"? Nas mesmas em que se usaria "ao", se a seguir viesse uma palavra do género masculino.
ao = a + o
à = a + a
Eu exemplifico com alguns verbos:
ir a (+ local "masculino", como o cinema / teatro / rio / mar / supermercado / parque, etc.):
= ir ao
ir a (+ local "feminino", como a praia / piscina / loja / igreja / varanda / sala, etc.):
= ir à
dizer a (+ destinatário "masculino", como o pai / o diretor / o funcionário / o vizinho, etc.):
= dizer ao
dizer a (+ destinatário "feminino", como a mãe / prima / amiga / médica / aluna, etc.):
= dizer à
adicionar a (+ substância "masculina", como o leite / mel / sumo, etc.):
= adicionar ao
adicionar a (+ substância "feminina", como a farinha / água / mistura, etc.):
= adicionar à
A lista poderia continuar, mas acho que já chega...
Voltando ao há... Se há tempo envolvido, se houve tempo a passar, esse tempo é uma realidade, invisível, é certo, mas tão real como o ar (igualmente invisível). E o que é real, há (=existe), não
Artesanato vassoural
Artesanato vassoural
Sonhos #14
Acho que desde que comecei a registar os sonhos no blogue com alguma regularidade, o meu cérebro habituou-se a lembrar-se deles também com mais frequência!
Esta noite sonhei com a Jumpingclay de Torres Vedras, mas era totalmente diferente da real (que eu aliás só conheço por fotografia):
No sonho, eu estava dentro da loja a fazer não sei o quê - possivelmente só a conhecer o espaço, que tenho muita pena de ainda não conhecer. A gerente da loja já conheço: é a Sofia e é muito querida, para além de ter umas mãos habilidosas como poucas!
Adiante. A loja estava cheia de crianças, mas a parte que me deixou curiosa foi que elas chegavam e traziam colchões, como se fossem dormir lá. Pensei: "Esta Sofia é mesmo dinâmica! Que iniciativa genial! Para os miúdos deve ser o máximo dormir aqui... Mas será que é mesmo isto que eu estou a pensar? Tenho de perguntar à Sofia..."
Mas a Sofia estava tão, tão ocupada que não lhe consegui perguntar nada. Achando que estava a atrapalhar, resolvi vir-me embora. Vi um livro numa mesa e pensei: "Parece giro! Vou levar emprestado e depois trago. A Sofia não se deve importar".
Saí da loja com o livro, mas depois de dar uns passos, apercebi-me que não podia fazer aquilo, até porque o livro podia nem ser da Sofia, e dei meia volta. Aí é que fiquei admirada, pois a parede exterior da loja parecia a de um prédio abandonado e não consegui encontrar a porta! Andei mais um bocadinho e vi uma janela aberta. Tinha imensas coisas (de Jumpingclay) junto à janela. Pousei lá o livro... e acordei!
Esta noite sonhei com a Jumpingclay de Torres Vedras, mas era totalmente diferente da real (que eu aliás só conheço por fotografia):
![]() |
| A verdadeira. |
No sonho, eu estava dentro da loja a fazer não sei o quê - possivelmente só a conhecer o espaço, que tenho muita pena de ainda não conhecer. A gerente da loja já conheço: é a Sofia e é muito querida, para além de ter umas mãos habilidosas como poucas!
Adiante. A loja estava cheia de crianças, mas a parte que me deixou curiosa foi que elas chegavam e traziam colchões, como se fossem dormir lá. Pensei: "Esta Sofia é mesmo dinâmica! Que iniciativa genial! Para os miúdos deve ser o máximo dormir aqui... Mas será que é mesmo isto que eu estou a pensar? Tenho de perguntar à Sofia..."
Mas a Sofia estava tão, tão ocupada que não lhe consegui perguntar nada. Achando que estava a atrapalhar, resolvi vir-me embora. Vi um livro numa mesa e pensei: "Parece giro! Vou levar emprestado e depois trago. A Sofia não se deve importar".
Saí da loja com o livro, mas depois de dar uns passos, apercebi-me que não podia fazer aquilo, até porque o livro podia nem ser da Sofia, e dei meia volta. Aí é que fiquei admirada, pois a parede exterior da loja parecia a de um prédio abandonado e não consegui encontrar a porta! Andei mais um bocadinho e vi uma janela aberta. Tinha imensas coisas (de Jumpingclay) junto à janela. Pousei lá o livro... e acordei!
Sonhos #14
Acho que desde que comecei a registar os sonhos no blogue com alguma regularidade, o meu cérebro habituou-se a lembrar-se deles também com mais frequência!
Esta noite sonhei com a Jumpingclay de Torres Vedras, mas era totalmente diferente da real (que eu aliás só conheço por fotografia):
No sonho, eu estava dentro da loja a fazer não sei o quê - possivelmente só a conhecer o espaço, que tenho muita pena de ainda não conhecer. A gerente da loja já conheço: é a Sofia e é muito querida, para além de ter umas mãos habilidosas como poucas!
Adiante. A loja estava cheia de crianças, mas a parte que me deixou curiosa foi que elas chegavam e traziam colchões, como se fossem dormir lá. Pensei: "Esta Sofia é mesmo dinâmica! Que iniciativa genial! Para os miúdos deve ser o máximo dormir aqui... Mas será que é mesmo isto que eu estou a pensar? Tenho de perguntar à Sofia..."
Mas a Sofia estava tão, tão ocupada que não lhe consegui perguntar nada. Achando que estava a atrapalhar, resolvi vir-me embora. Vi um livro numa mesa e pensei: "Parece giro! Vou levar emprestado e depois trago. A Sofia não se deve importar".
Saí da loja com o livro, mas depois de dar uns passos, apercebi-me que não podia fazer aquilo, até porque o livro podia nem ser da Sofia, e dei meia volta. Aí é que fiquei admirada, pois a parede exterior da loja parecia a de um prédio abandonado e não consegui encontrar a porta! Andei mais um bocadinho e vi uma janela aberta. Tinha imensas coisas (de Jumpingclay) junto à janela. Pousei lá o livro... e acordei!
Esta noite sonhei com a Jumpingclay de Torres Vedras, mas era totalmente diferente da real (que eu aliás só conheço por fotografia):
![]() |
| A verdadeira. |
No sonho, eu estava dentro da loja a fazer não sei o quê - possivelmente só a conhecer o espaço, que tenho muita pena de ainda não conhecer. A gerente da loja já conheço: é a Sofia e é muito querida, para além de ter umas mãos habilidosas como poucas!
Adiante. A loja estava cheia de crianças, mas a parte que me deixou curiosa foi que elas chegavam e traziam colchões, como se fossem dormir lá. Pensei: "Esta Sofia é mesmo dinâmica! Que iniciativa genial! Para os miúdos deve ser o máximo dormir aqui... Mas será que é mesmo isto que eu estou a pensar? Tenho de perguntar à Sofia..."
Mas a Sofia estava tão, tão ocupada que não lhe consegui perguntar nada. Achando que estava a atrapalhar, resolvi vir-me embora. Vi um livro numa mesa e pensei: "Parece giro! Vou levar emprestado e depois trago. A Sofia não se deve importar".
Saí da loja com o livro, mas depois de dar uns passos, apercebi-me que não podia fazer aquilo, até porque o livro podia nem ser da Sofia, e dei meia volta. Aí é que fiquei admirada, pois a parede exterior da loja parecia a de um prédio abandonado e não consegui encontrar a porta! Andei mais um bocadinho e vi uma janela aberta. Tinha imensas coisas (de Jumpingclay) junto à janela. Pousei lá o livro... e acordei!
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Missão: "Vassoura sequinha" ERROR # 004967: Mission NOT FOUND
Esta manhã, quando pus para lavar os lençóis da Varinha - coisa que tenho feito todas as manhãs desde que começou a Missão: "Varinha sequinha", pus também os da Vassoura.
Quando a Vassoura se apercebeu que a cama estava sem lençóis, perguntou-me:
Vassoura: Mamã, por que é que a minha cama está sem lençóis?
Eu: Porque os pus para lavar.
Vassoura: Mas eu não fiz xixi na cama!
Eu: Eu sei, mas os lençóis de quem não faz xixi na cama também têm que ser mudados, sabes?!?
Vassoura: Ah, está bem!...
Penso que a Vassoura ainda se lembra muito bem de quando era ela a guerreira nestas difíceis* missões, pois só passou um ano.
*difíceis neste lar, outros lares conheço em que, em relação às fraldas, o lema é: "tirar, ver e vencer"!
Quando a Vassoura se apercebeu que a cama estava sem lençóis, perguntou-me:
Vassoura: Mamã, por que é que a minha cama está sem lençóis?
Eu: Porque os pus para lavar.
Vassoura: Mas eu não fiz xixi na cama!
Eu: Eu sei, mas os lençóis de quem não faz xixi na cama também têm que ser mudados, sabes?!?
Vassoura: Ah, está bem!...
Penso que a Vassoura ainda se lembra muito bem de quando era ela a guerreira nestas difíceis* missões, pois só passou um ano.
*difíceis neste lar, outros lares conheço em que, em relação às fraldas, o lema é: "tirar, ver e vencer"!
Missão: "Vassoura sequinha" ERROR # 004967: Mission NOT FOUND
Esta manhã, quando pus para lavar os lençóis da Varinha - coisa que tenho feito todas as manhãs desde que começou a Missão: "Varinha sequinha", pus também os da Vassoura.
Quando a Vassoura se apercebeu que a cama estava sem lençóis, perguntou-me:
Vassoura: Mamã, por que é que a minha cama está sem lençóis?
Eu: Porque os pus para lavar.
Vassoura: Mas eu não fiz xixi na cama!
Eu: Eu sei, mas os lençóis de quem não faz xixi na cama também têm que ser mudados, sabes?!?
Vassoura: Ah, está bem!...
Penso que a Vassoura ainda se lembra muito bem de quando era ela a guerreira nestas difíceis* missões, pois só passou um ano.
*difíceis neste lar, outros lares conheço em que, em relação às fraldas, o lema é: "tirar, ver e vencer"!
Quando a Vassoura se apercebeu que a cama estava sem lençóis, perguntou-me:
Vassoura: Mamã, por que é que a minha cama está sem lençóis?
Eu: Porque os pus para lavar.
Vassoura: Mas eu não fiz xixi na cama!
Eu: Eu sei, mas os lençóis de quem não faz xixi na cama também têm que ser mudados, sabes?!?
Vassoura: Ah, está bem!...
Penso que a Vassoura ainda se lembra muito bem de quando era ela a guerreira nestas difíceis* missões, pois só passou um ano.
*difíceis neste lar, outros lares conheço em que, em relação às fraldas, o lema é: "tirar, ver e vencer"!
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Aniversários
Hoje é dia de aniversários:
- 27 anos de casamento da M. (minha irmã) e do L.;
- 44 anos da L. W., uma escocesa que conheci na lovely Scotland, reencontrei algumas vezes, inclusive em Portugal, e que provavelmente nunca esquecerei!
- 27 anos de casamento da M. (minha irmã) e do L.;
- 44 anos da L. W., uma escocesa que conheci na lovely Scotland, reencontrei algumas vezes, inclusive em Portugal, e que provavelmente nunca esquecerei!
Parabéns! Happy Birthday!
Aniversários
Hoje é dia de aniversários:
- 27 anos de casamento da M. (minha irmã) e do L.;
- 44 anos da L. W., uma escocesa que conheci na lovely Scotland, reencontrei algumas vezes, inclusive em Portugal, e que provavelmente nunca esquecerei!
- 27 anos de casamento da M. (minha irmã) e do L.;
- 44 anos da L. W., uma escocesa que conheci na lovely Scotland, reencontrei algumas vezes, inclusive em Portugal, e que provavelmente nunca esquecerei!
Parabéns! Happy Birthday!
Caminho de Ferro LEGO
| Panorâmica geral do Caminho de Ferro Lego. |
| Uma estação. Pelo tamanho, é central. Atente-se aos coelhos, muito populares como animais de estimação. Repare-se tam- bém na Princesa Cinderela, de vestido de baile, à esquerda... |
| Um apeadeiro com a famosa Branca de Neve à espera e um comboio fora dos carris, mas com passageiros! |
| Apeadeiro? Estação? Who knows... |
| Carruagem VIP: Princesa Ariel e Kitty. |
| Quem conduz o comboio é um palhaço... Será isto uma analogia ao nosso país? |
Caminho de Ferro LEGO
Não está linda esta construção que os meus três filhos fizeram? Para quem não percebe, é um troço de Caminho de Ferro Lego. Não vai dar a lado nenhum, mas tem imensas estações e apeadeiros. Vejam com os vossos próprios olhos:
| Panorâmica geral do Caminho de Ferro Lego. |
| Uma estação. Pelo tamanho, é central. Atente-se aos coelhos, muito populares como animais de estimação. Repare-se tam- bém na Princesa Cinderela, de vestido de baile, à esquerda... |
| Um apeadeiro com a famosa Branca de Neve à espera e um comboio fora dos carris, mas com passageiros! |
| Apeadeiro? Estação? Who knows... |
| Carruagem VIP: Princesa Ariel e Kitty. |
| Quem conduz o comboio é um palhaço... Será isto uma analogia ao nosso país? |
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
A Bimby e a minha nova ajudante
A minha querida Nina está de férias. Logo, entrou ao serviço a Bimby. Mas, desta vez, tive outra ajudante: a Varinha.
Confissão: sempre culpei a minha mãe pela minha aversão à cozinha (culinária), por me ter enxotado da cozinha quando, em pequena, lá queria estar, para ajudar e aprender. Agora que sou mãe, e apesar de passar pouco tempo a cozinhar (como expliquei aqui), já me senti muito tentada a fazer o mesmo - mas controlei-me!
Resultado: a Varinha demorou muito a descascar as (duas) batatas, mas ficou tão contente, que valeu a pena a espera!
À segunda batata, a Varinha fez um movimento mais trapalhão e cortou-se (mais arranhão que corte, pois não chegou a sangrar). Disse-lhe para ir lavar as mãos e pensei que, depois, não quereria continuar a ajudar-me (porque ela é bastante chorona e fiteira), mas enganei-me: voltou e, com a minha ajuda, cortou as batatas em bocadinhos. Ficou muito orgulhosa de ter ajudado a fazer a sopa!
Confissão: sempre culpei a minha mãe pela minha aversão à cozinha (culinária), por me ter enxotado da cozinha quando, em pequena, lá queria estar, para ajudar e aprender. Agora que sou mãe, e apesar de passar pouco tempo a cozinhar (como expliquei aqui), já me senti muito tentada a fazer o mesmo - mas controlei-me!
Resultado: a Varinha demorou muito a descascar as (duas) batatas, mas ficou tão contente, que valeu a pena a espera!
| Uma das partes que mais lhe agradou foi pôr o avental... |
À segunda batata, a Varinha fez um movimento mais trapalhão e cortou-se (mais arranhão que corte, pois não chegou a sangrar). Disse-lhe para ir lavar as mãos e pensei que, depois, não quereria continuar a ajudar-me (porque ela é bastante chorona e fiteira), mas enganei-me: voltou e, com a minha ajuda, cortou as batatas em bocadinhos. Ficou muito orgulhosa de ter ajudado a fazer a sopa!
A Bimby e a minha nova ajudante
A minha querida Nina está de férias. Logo, entrou ao serviço a Bimby. Mas, desta vez, tive outra ajudante: a Varinha.
Confissão: sempre culpei a minha mãe pela minha aversão à cozinha (culinária), por me ter enxotado da cozinha quando, em pequena, lá queria estar, para ajudar e aprender. Agora que sou mãe, e apesar de passar pouco tempo a cozinhar (como expliquei aqui), já me senti muito tentada a fazer o mesmo - mas controlei-me!
Resultado: a Varinha demorou muito a descascar as (duas) batatas, mas ficou tão contente, que valeu a pena a espera!
À segunda batata, a Varinha fez um movimento mais trapalhão e cortou-se (mais arranhão que corte, pois não chegou a sangrar). Disse-lhe para ir lavar as mãos e pensei que, depois, não quereria continuar a ajudar-me (porque ela é bastante chorona e fiteira), mas enganei-me: voltou e, com a minha ajuda, cortou as batatas em bocadinhos. Ficou muito orgulhosa de ter ajudado a fazer a sopa!
Confissão: sempre culpei a minha mãe pela minha aversão à cozinha (culinária), por me ter enxotado da cozinha quando, em pequena, lá queria estar, para ajudar e aprender. Agora que sou mãe, e apesar de passar pouco tempo a cozinhar (como expliquei aqui), já me senti muito tentada a fazer o mesmo - mas controlei-me!
Resultado: a Varinha demorou muito a descascar as (duas) batatas, mas ficou tão contente, que valeu a pena a espera!
| Uma das partes que mais lhe agradou foi pôr o avental... |
À segunda batata, a Varinha fez um movimento mais trapalhão e cortou-se (mais arranhão que corte, pois não chegou a sangrar). Disse-lhe para ir lavar as mãos e pensei que, depois, não quereria continuar a ajudar-me (porque ela é bastante chorona e fiteira), mas enganei-me: voltou e, com a minha ajuda, cortou as batatas em bocadinhos. Ficou muito orgulhosa de ter ajudado a fazer a sopa!
Lição de boas maneiras
O Feitiço estava a calçar as sandálias. A Vassoura ofereceu-se para ajudar.
Vassoura: Queres ajuda, Feitiço?
Feitiço: Não!
Eu: Não é assim que se responde, Feitiço. É "Não, obrigada!"... "Obrigado", que tu és menino.
Feitiço: Não, obrigado. Eu sou menino.
Vassoura: Queres ajuda, Feitiço?
Feitiço: Não!
Eu: Não é assim que se responde, Feitiço. É "Não, obrigada!"... "Obrigado", que tu és menino.
Feitiço: Não, obrigado. Eu sou menino.
Lição de boas maneiras
O Feitiço estava a calçar as sandálias. A Vassoura ofereceu-se para ajudar.
Vassoura: Queres ajuda, Feitiço?
Feitiço: Não!
Eu: Não é assim que se responde, Feitiço. É "Não, obrigada!"... "Obrigado", que tu és menino.
Feitiço: Não, obrigado. Eu sou menino.
Vassoura: Queres ajuda, Feitiço?
Feitiço: Não!
Eu: Não é assim que se responde, Feitiço. É "Não, obrigada!"... "Obrigado", que tu és menino.
Feitiço: Não, obrigado. Eu sou menino.
domingo, 4 de agosto de 2013
5 meses
5 meses
sábado, 3 de agosto de 2013
Xixi n - 7 Feitiço
Mais uma vitória numa batalha... A guerra é que está difícil de ganhar!
P.S. - Estou a publicar este post pela segunda vez... desapareceu e foi dado como rascunho (incompleto), apesar de eu ter visto o título na lista de blogues de uma seguidora! Bugs!... Eles "andam" aí...
P.S. - Estou a publicar este post pela segunda vez... desapareceu e foi dado como rascunho (incompleto), apesar de eu ter visto o título na lista de blogues de uma seguidora! Bugs!... Eles "andam" aí...
Xixi n - 7 Feitiço
Mais uma vitória numa batalha... A guerra é que está difícil de ganhar!
P.S. - Estou a publicar este post pela segunda vez... desapareceu e foi dado como rascunho (incompleto), apesar de eu ter visto o título na lista de blogues de uma seguidora! Bugs!... Eles "andam" aí...
P.S. - Estou a publicar este post pela segunda vez... desapareceu e foi dado como rascunho (incompleto), apesar de eu ter visto o título na lista de blogues de uma seguidora! Bugs!... Eles "andam" aí...
Sonhos #13
Hoje, que me lembre, tive um mini-sonho e era relacionado com o blogue. Quando ligava o mail, via que um dos meus leitores mais antigo e sem dúvida o mais longíquo, Alienus, me tinha presenteado com um comentário, o que me deixava muito contente e na perspetiva de mais comentários da sua autoria (pois a experiência já me fez perceber que, quando comenta, nunca é só a um post).
Para além de ser evidente que eu gosto de comentários aos meus posts (e muito, reconheço!), este sonho traduz as saudades que eu tenho de algumas pessoas que estão tão ausentes que parecem mesmo ter-se mudado para outro planeta! :-(
Para além de ser evidente que eu gosto de comentários aos meus posts (e muito, reconheço!), este sonho traduz as saudades que eu tenho de algumas pessoas que estão tão ausentes que parecem mesmo ter-se mudado para outro planeta! :-(
Sonhos #13
Hoje, que me lembre, tive um mini-sonho e era relacionado com o blogue. Quando ligava o mail, via que um dos meus leitores mais antigo e sem dúvida o mais longíquo, Alienus, me tinha presenteado com um comentário, o que me deixava muito contente e na perspetiva de mais comentários da sua autoria (pois a experiência já me fez perceber que, quando comenta, nunca é só a um post).
Para além de ser evidente que eu gosto de comentários aos meus posts (e muito, reconheço!), este sonho traduz as saudades que eu tenho de algumas pessoas que estão tão ausentes que parecem mesmo ter-se mudado para outro planeta! :-(
Para além de ser evidente que eu gosto de comentários aos meus posts (e muito, reconheço!), este sonho traduz as saudades que eu tenho de algumas pessoas que estão tão ausentes que parecem mesmo ter-se mudado para outro planeta! :-(
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