P A R A B É N S ! ! !
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Parabéns, Magda!
Magda, para quem não se lembra, é o nome da minha irmã "do meio", que completa hoje quatro dezenas e meia de movimentos de translação terrestres (sem contar com a parte que viveu in utero).
Parabéns, Magda!
Magda, para quem não se lembra, é o nome da minha irmã "do meio", que completa hoje quatro dezenas e meia de movimentos de translação terrestres (sem contar com a parte que viveu in utero).
P A R A B É N S ! ! !
Um telefonema com uma boa notícia
Esta tarde telefonaram-me da Provedoria de Justiça. Segundo o contacto dos serviços dos concursos (ou afins), já foi escrito um ofício em que me é atribuída a vaga para a qual concorri, com efeitos a partir de 1 de setembro. Até ao fim da semana deverá chegar-me às mãos a "prova".
I'm still waiting... but with a broader smile on my face!
Um telefonema com uma boa notícia
Esta tarde telefonaram-me da Provedoria de Justiça. Segundo o contacto dos serviços dos concursos (ou afins), já foi escrito um ofício em que me é atribuída a vaga para a qual concorri, com efeitos a partir de 1 de setembro. Até ao fim da semana deverá chegar-me às mãos a "prova".
I'm still waiting... but with a broader smile on my face!
domingo, 1 de novembro de 2015
Aniversário de namoro
Há 11 anos, eu e o Rogério, ou o Rogério e eu, como preferirem, começámos a namorar.
(É agora que têm de imaginar muitos e lindos corações a enfeitar este post. Obrigada pela colaboração.)
(É agora que têm de imaginar muitos e lindos corações a enfeitar este post. Obrigada pela colaboração.)
Aniversário de namoro
Há 11 anos, eu e o Rogério, ou o Rogério e eu, como preferirem, começámos a namorar.
(É agora que têm de imaginar muitos e lindos corações a enfeitar este post. Obrigada pela colaboração.)
(É agora que têm de imaginar muitos e lindos corações a enfeitar este post. Obrigada pela colaboração.)
sábado, 31 de outubro de 2015
Efeito persuasor ou persuasivo?
A queixa que fiz deu origem a um processo na Provedoria de Justiça. Resta esperar que a pressão que semanalmente exercem sirva para acelerar um processo que tem tido duas velocidades: "devagar" e "parado"...
* A dúvida no título é fruto da preguiça em ver qual dos termos está correto/existe!
* A dúvida no título é fruto da preguiça em ver qual dos termos está correto/existe!
Efeito persuasor ou persuasivo?
A queixa que fiz deu origem a um processo na Provedoria de Justiça. Resta esperar que a pressão que semanalmente exercem sirva para acelerar um processo que tem tido duas velocidades: "devagar" e "parado"...
* A dúvida no título é fruto da preguiça em ver qual dos termos está correto/existe!
* A dúvida no título é fruto da preguiça em ver qual dos termos está correto/existe!
Professora, ...
... a professora é linda!
(Palavras de uma aluna de oito anos, ontem. Investiguei o assunto junto do Rogério. Confirma-se, assim, a veracidade desta afirmação.)
(Palavras de uma aluna de oito anos, ontem. Investiguei o assunto junto do Rogério. Confirma-se, assim, a veracidade desta afirmação.)
Professora, ...
... a professora é linda!
(Palavras de uma aluna de oito anos, ontem. Investiguei o assunto junto do Rogério. Confirma-se, assim, a veracidade desta afirmação.)
(Palavras de uma aluna de oito anos, ontem. Investiguei o assunto junto do Rogério. Confirma-se, assim, a veracidade desta afirmação.)
Fomos à sapataria e...
... estou a pensar tirar fotografias às botas das crianças... Se não o fizer hoje, nunca mais terei hipótese de as ver com bom aspeto (eu sei o que eles fazem ao calçado "em menos de um fósforo"!)...
Fomos à sapataria e...
... estou a pensar tirar fotografias às botas das crianças... Se não o fizer hoje, nunca mais terei hipótese de as ver com bom aspeto (eu sei o que eles fazem ao calçado "em menos de um fósforo"!)...
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Parabéns, Miguel!
Um dos irmãos da minha afilhada segunda mais velha faz hoje anos.
Quantos anos é que ele faz? Ora bem... 12, acho eu! É que eu não vos disse, mas esta afilhada e este seu irmão fazem parte desta família... Estando eu mais afastada (fisicamente) do que noutros tempos, já faço umas pequenas confusões entre as datas de nascimento dos mais novos. O Miguel ainda "escapa"... porque nasceu quando eu estava por perto! Depois do José é que a coisa é mais difícil - não, esperem, da Mónica ainda sei, por isso só depois dela é que faço uma tremenda confusão!
:-)
Reduzindo este post ao essencial:
Quantos anos é que ele faz? Ora bem... 12, acho eu! É que eu não vos disse, mas esta afilhada e este seu irmão fazem parte desta família... Estando eu mais afastada (fisicamente) do que noutros tempos, já faço umas pequenas confusões entre as datas de nascimento dos mais novos. O Miguel ainda "escapa"... porque nasceu quando eu estava por perto! Depois do José é que a coisa é mais difícil - não, esperem, da Mónica ainda sei, por isso só depois dela é que faço uma tremenda confusão!
:-)
Reduzindo este post ao essencial:
P A R A B É N S ! ! !
Parabéns, Miguel!
Um dos irmãos da minha afilhada segunda mais velha faz hoje anos.
Quantos anos é que ele faz? Ora bem... 12, acho eu! É que eu não vos disse, mas esta afilhada e este seu irmão fazem parte desta família... Estando eu mais afastada (fisicamente) do que noutros tempos, já faço umas pequenas confusões entre as datas de nascimento dos mais novos. O Miguel ainda "escapa"... porque nasceu quando eu estava por perto! Depois do José é que a coisa é mais difícil - não, esperem, da Mónica ainda sei, por isso só depois dela é que faço uma tremenda confusão!
:-)
Reduzindo este post ao essencial:
Quantos anos é que ele faz? Ora bem... 12, acho eu! É que eu não vos disse, mas esta afilhada e este seu irmão fazem parte desta família... Estando eu mais afastada (fisicamente) do que noutros tempos, já faço umas pequenas confusões entre as datas de nascimento dos mais novos. O Miguel ainda "escapa"... porque nasceu quando eu estava por perto! Depois do José é que a coisa é mais difícil - não, esperem, da Mónica ainda sei, por isso só depois dela é que faço uma tremenda confusão!
:-)
Reduzindo este post ao essencial:
P A R A B É N S ! ! !
As quartas-feiras, para mim, este ano...
... não são pera doce. Das 9h às 17:30h com a minha turma, nonstop (fora os abençoados tempos de intervalo). Quem não é professor (e principalmente do 1º ciclo do ensino básico) talvez não entenda a razão do desabafo. Quem é, certamente entende!
Nós, Jesus, ...
Nós, Jesus, ...
As quartas-feiras, para mim, este ano...
... não são pera doce. Das 9h às 17:30h com a minha turma, nonstop (fora os abençoados tempos de intervalo). Quem não é professor (e principalmente do 1º ciclo do ensino básico) talvez não entenda a razão do desabafo. Quem é, certamente entende!
Nós, Jesus, ...
Nós, Jesus, ...
terça-feira, 27 de outubro de 2015
Era isto (Rm 8, 18) que eu precisava ouvir!
Este ano letivo o meu horário permite-me ir à Missa à 3ª feira, antes do almoço. Já aproveitei algumas vezes e hoje, 3ª feira, tinha intenção de voltar a aproveitar. No entanto, enquanto fazia este trabalho pendente aqui, mais aquele pendente ali (tudo sem os alunos, que estavam a ter aula com outra professora), atrasei-me e percebi que já não chegaria a horas de participar plenamente na Missa. Ainda assim, decidi ir à igreja e rezar.
Bem... Deus não brinca em serviço!
Quando entrei na igreja, o senhor padre estava a meio da homilia. Enquanto avancei até a um banco e me sentei, estava a escutar o que ele dizia, mas ao mesmo tempo estava "preocupada" com não fazer barulho com o guarda-chuva, com o perturbar o menos possível as outras pessoas. Assim que a minha atenção se voltou exclusivamente para o que estava a ser dito, ouvi esta citação de S. Paulo:
"(...) os sofrimentos do tempo presente não têm comparação com a glória que há de revelar-se em nós." (Rm 8, 18)
Bem... Deus não brinca em serviço!
Quando entrei na igreja, o senhor padre estava a meio da homilia. Enquanto avancei até a um banco e me sentei, estava a escutar o que ele dizia, mas ao mesmo tempo estava "preocupada" com não fazer barulho com o guarda-chuva, com o perturbar o menos possível as outras pessoas. Assim que a minha atenção se voltou exclusivamente para o que estava a ser dito, ouvi esta citação de S. Paulo:
"(...) os sofrimentos do tempo presente não têm comparação com a glória que há de revelar-se em nós." (Rm 8, 18)
Percebi que Deus me tinha levado à igreja para ouvir aquela frase. Se tivesse chegado a horas, talvez aquela frase se tivesse perdido no meio das outras. Assim, teve tal impacto que as que vieram a seguir é que ficaram perdidas (para mim)!
Pensei em mim e nos meus problemas, e pensei nos problemas das pessoas próximas e nos problemas de pessoas menos próximas mas que estão no meu coração, e pelas quais tenho rezado. E pareceram-me todos (os problemas) mais insignificantes (humanamente falando, provavelmente só os meus são realmente insignificantes, mas, perante Deus e a "glória que há de revelar-se em nós", todos são).
E percebi também que tinha de partilhar esta "descoberta" convosco!
Era isto (Rm 8, 18) que eu precisava ouvir!
Este ano letivo o meu horário permite-me ir à Missa à 3ª feira, antes do almoço. Já aproveitei algumas vezes e hoje, 3ª feira, tinha intenção de voltar a aproveitar. No entanto, enquanto fazia este trabalho pendente aqui, mais aquele pendente ali (tudo sem os alunos, que estavam a ter aula com outra professora), atrasei-me e percebi que já não chegaria a horas de participar plenamente na Missa. Ainda assim, decidi ir à igreja e rezar.
Bem... Deus não brinca em serviço!
Quando entrei na igreja, o senhor padre estava a meio da homilia. Enquanto avancei até a um banco e me sentei, estava a escutar o que ele dizia, mas ao mesmo tempo estava "preocupada" com não fazer barulho com o guarda-chuva, com o perturbar o menos possível as outras pessoas. Assim que a minha atenção se voltou exclusivamente para o que estava a ser dito, ouvi esta citação de S. Paulo:
"(...) os sofrimentos do tempo presente não têm comparação com a glória que há de revelar-se em nós." (Rm 8, 18)
Bem... Deus não brinca em serviço!
Quando entrei na igreja, o senhor padre estava a meio da homilia. Enquanto avancei até a um banco e me sentei, estava a escutar o que ele dizia, mas ao mesmo tempo estava "preocupada" com não fazer barulho com o guarda-chuva, com o perturbar o menos possível as outras pessoas. Assim que a minha atenção se voltou exclusivamente para o que estava a ser dito, ouvi esta citação de S. Paulo:
"(...) os sofrimentos do tempo presente não têm comparação com a glória que há de revelar-se em nós." (Rm 8, 18)
Percebi que Deus me tinha levado à igreja para ouvir aquela frase. Se tivesse chegado a horas, talvez aquela frase se tivesse perdido no meio das outras. Assim, teve tal impacto que as que vieram a seguir é que ficaram perdidas (para mim)!
Pensei em mim e nos meus problemas, e pensei nos problemas das pessoas próximas e nos problemas de pessoas menos próximas mas que estão no meu coração, e pelas quais tenho rezado. E pareceram-me todos (os problemas) mais insignificantes (humanamente falando, provavelmente só os meus são realmente insignificantes, mas, perante Deus e a "glória que há de revelar-se em nós", todos são).
E percebi também que tinha de partilhar esta "descoberta" convosco!
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
"Professora,...
... a professora já é avó?"
Foi a pergunta que uma aluna me fez hoje. E depois ainda há quem diga que nós, professores, não temos uma profissão de desgaste! Não há condições!...
;-)
Foi a pergunta que uma aluna me fez hoje. E depois ainda há quem diga que nós, professores, não temos uma profissão de desgaste! Não há condições!...
;-)
"Professora,...
... a professora já é avó?"
Foi a pergunta que uma aluna me fez hoje. E depois ainda há quem diga que nós, professores, não temos uma profissão de desgaste! Não há condições!...
;-)
Foi a pergunta que uma aluna me fez hoje. E depois ainda há quem diga que nós, professores, não temos uma profissão de desgaste! Não há condições!...
;-)
Feitiço pai e patrão
Feitiço, para mim: Quando eu for pai, vou ter uma empregada... que vais ser tu!
Perante o meu olhar pouco satisfeito (ou fosse qual fosse o olhar, nem sei que expressão fiz), continuou:
Feitiço: É só ao sábado e ao domingo!
Eu: Mas se eu for a tua casa vai ser como convidada, não vai ser para trabalhar!
Feitiço, um bocado desesperado, a elevar a voz: Mas tens de ser minha empregada! Se não, eu não vou conseguir ter nenhuma empregada!
Eu: Contratas alguém. Foi o que nós fizemos - contratámos a Nina! Quando tu fores grande, talvez a Nina conheça alguém que tu possas contratar.
Feitiço: Pois é!
E assim se resolveu o problema do patronato.
Perante o meu olhar pouco satisfeito (ou fosse qual fosse o olhar, nem sei que expressão fiz), continuou:
Feitiço: É só ao sábado e ao domingo!
Eu: Mas se eu for a tua casa vai ser como convidada, não vai ser para trabalhar!
Feitiço, um bocado desesperado, a elevar a voz: Mas tens de ser minha empregada! Se não, eu não vou conseguir ter nenhuma empregada!
Eu: Contratas alguém. Foi o que nós fizemos - contratámos a Nina! Quando tu fores grande, talvez a Nina conheça alguém que tu possas contratar.
Feitiço: Pois é!
E assim se resolveu o problema do patronato.
Feitiço pai e patrão
Feitiço, para mim: Quando eu for pai, vou ter uma empregada... que vais ser tu!
Perante o meu olhar pouco satisfeito (ou fosse qual fosse o olhar, nem sei que expressão fiz), continuou:
Feitiço: É só ao sábado e ao domingo!
Eu: Mas se eu for a tua casa vai ser como convidada, não vai ser para trabalhar!
Feitiço, um bocado desesperado, a elevar a voz: Mas tens de ser minha empregada! Se não, eu não vou conseguir ter nenhuma empregada!
Eu: Contratas alguém. Foi o que nós fizemos - contratámos a Nina! Quando tu fores grande, talvez a Nina conheça alguém que tu possas contratar.
Feitiço: Pois é!
E assim se resolveu o problema do patronato.
Perante o meu olhar pouco satisfeito (ou fosse qual fosse o olhar, nem sei que expressão fiz), continuou:
Feitiço: É só ao sábado e ao domingo!
Eu: Mas se eu for a tua casa vai ser como convidada, não vai ser para trabalhar!
Feitiço, um bocado desesperado, a elevar a voz: Mas tens de ser minha empregada! Se não, eu não vou conseguir ter nenhuma empregada!
Eu: Contratas alguém. Foi o que nós fizemos - contratámos a Nina! Quando tu fores grande, talvez a Nina conheça alguém que tu possas contratar.
Feitiço: Pois é!
E assim se resolveu o problema do patronato.
domingo, 25 de outubro de 2015
Parabéns, afilhada #2!
Hoje a minha afilhada segunda mais velha faz quinze anos.
Não a vejo desde o Natal passado... mas penso muitas vezes nela! Uma das coisas que penso é que, embora saiba quem é - e ela também saiba quem sou! -, atendendo à idade que tem... já não a conheço, não sei do que gosta e do que não gosta (tirando o que a mãe me vai dizendo, quando peço ajuda para escolher algo para oferecer). Não gosto que assim seja.
Gostei muito de saber (em tempos que já lá vão) que, no meio da sua família, ela dizia, se alguém a mim se referia: "Não é a tua Mimi, é a minha Mimi!".
Sim, querida afilhada, serei sempre, também, a tua Mimi!
Não a vejo desde o Natal passado... mas penso muitas vezes nela! Uma das coisas que penso é que, embora saiba quem é - e ela também saiba quem sou! -, atendendo à idade que tem... já não a conheço, não sei do que gosta e do que não gosta (tirando o que a mãe me vai dizendo, quando peço ajuda para escolher algo para oferecer). Não gosto que assim seja.
Gostei muito de saber (em tempos que já lá vão) que, no meio da sua família, ela dizia, se alguém a mim se referia: "Não é a tua Mimi, é a minha Mimi!".
Sim, querida afilhada, serei sempre, também, a tua Mimi!
P A R A B É N S ! ! !
Parabéns, afilhada #2!
Hoje a minha afilhada segunda mais velha faz quinze anos.
Não a vejo desde o Natal passado... mas penso muitas vezes nela! Uma das coisas que penso é que, embora saiba quem é - e ela também saiba quem sou! -, atendendo à idade que tem... já não a conheço, não sei do que gosta e do que não gosta (tirando o que a mãe me vai dizendo, quando peço ajuda para escolher algo para oferecer). Não gosto que assim seja.
Gostei muito de saber (em tempos que já lá vão) que, no meio da sua família, ela dizia, se alguém a mim se referia: "Não é a tua Mimi, é a minha Mimi!".
Sim, querida afilhada, serei sempre, também, a tua Mimi!
Não a vejo desde o Natal passado... mas penso muitas vezes nela! Uma das coisas que penso é que, embora saiba quem é - e ela também saiba quem sou! -, atendendo à idade que tem... já não a conheço, não sei do que gosta e do que não gosta (tirando o que a mãe me vai dizendo, quando peço ajuda para escolher algo para oferecer). Não gosto que assim seja.
Gostei muito de saber (em tempos que já lá vão) que, no meio da sua família, ela dizia, se alguém a mim se referia: "Não é a tua Mimi, é a minha Mimi!".
Sim, querida afilhada, serei sempre, também, a tua Mimi!
P A R A B É N S ! ! !
Digam lá...
... aproveitaram bem a hora extra?
Eu aproveitei, mas não direi como (e não é para adivinharem).
Eu aproveitei, mas não direi como (e não é para adivinharem).
Digam lá...
... aproveitaram bem a hora extra?
Eu aproveitei, mas não direi como (e não é para adivinharem).
Eu aproveitei, mas não direi como (e não é para adivinharem).
sábado, 24 de outubro de 2015
"Desabafos de uma professora"
Poderia ser uma nova categoria/rubrica/etiqueta aqui no blogue. Mas como seria uma exposição* bastante maior do que a que está associada à etiqueta "Lá na escola", não me parece que avance com a ideia.
*Não no sentido de revelar mais a minha identidade, mas sim no sentido de expor o desespero e outras emoções que tantas vezes sinto e que são demasiado íntimas para ter coragem de publicar.
*Não no sentido de revelar mais a minha identidade, mas sim no sentido de expor o desespero e outras emoções que tantas vezes sinto e que são demasiado íntimas para ter coragem de publicar.
"Desabafos de uma professora"
Poderia ser uma nova categoria/rubrica/etiqueta aqui no blogue. Mas como seria uma exposição* bastante maior do que a que está associada à etiqueta "Lá na escola", não me parece que avance com a ideia.
*Não no sentido de revelar mais a minha identidade, mas sim no sentido de expor o desespero e outras emoções que tantas vezes sinto e que são demasiado íntimas para ter coragem de publicar.
*Não no sentido de revelar mais a minha identidade, mas sim no sentido de expor o desespero e outras emoções que tantas vezes sinto e que são demasiado íntimas para ter coragem de publicar.
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Só mais 19 mensagens...
...e ultrapassamos as publicadas em 2013 (já ultrapassámos há muito o número de mensagens de 2014)!
...
Escrevi a primeira frase e pensei: "Por que razão escrevi no plural, se sou a única pessoa que aqui publica?". Ia emendar, mas depois decidi deixar ficar assim. Eu publico (e leio), vocês leem... é um trabalho de equipa! :-)
...
Escrevi a primeira frase e pensei: "Por que razão escrevi no plural, se sou a única pessoa que aqui publica?". Ia emendar, mas depois decidi deixar ficar assim. Eu publico (e leio), vocês leem... é um trabalho de equipa! :-)
Só mais 19 mensagens...
...e ultrapassamos as publicadas em 2013 (já ultrapassámos há muito o número de mensagens de 2014)!
...
Escrevi a primeira frase e pensei: "Por que razão escrevi no plural, se sou a única pessoa que aqui publica?". Ia emendar, mas depois decidi deixar ficar assim. Eu publico (e leio), vocês leem... é um trabalho de equipa! :-)
...
Escrevi a primeira frase e pensei: "Por que razão escrevi no plural, se sou a única pessoa que aqui publica?". Ia emendar, mas depois decidi deixar ficar assim. Eu publico (e leio), vocês leem... é um trabalho de equipa! :-)
Às vezes não há paciência!
Aluno(a) 1: Professora, ... [expõe uma dúvida legítima, que pode ser apenas sobre o significado de uma palavra]?
Eu: [respondo à questão em voz alta, para todos ouvirem]
Aluno(a) 2: Professora, ... [expõe uma dúvida que seria legítima se não fosse a repetição exata da dúvida exposta pelo(a) colega]?
Eu: O(A) [nome] perguntou isso e eu acabei de responder. Não ouviste?
Aluno(a) 2, descontraidamente, como se não fosse nada com ele(a): Não.
Provavelmente o problema está em mim...
Eu: [respondo à questão em voz alta, para todos ouvirem]
Aluno(a) 2: Professora, ... [expõe uma dúvida que seria legítima se não fosse a repetição exata da dúvida exposta pelo(a) colega]?
Eu: O(A) [nome] perguntou isso e eu acabei de responder. Não ouviste?
Aluno(a) 2, descontraidamente, como se não fosse nada com ele(a): Não.
Provavelmente o problema está em mim...
Às vezes não há paciência!
Aluno(a) 1: Professora, ... [expõe uma dúvida legítima, que pode ser apenas sobre o significado de uma palavra]?
Eu: [respondo à questão em voz alta, para todos ouvirem]
Aluno(a) 2: Professora, ... [expõe uma dúvida que seria legítima se não fosse a repetição exata da dúvida exposta pelo(a) colega]?
Eu: O(A) [nome] perguntou isso e eu acabei de responder. Não ouviste?
Aluno(a) 2, descontraidamente, como se não fosse nada com ele(a): Não.
Provavelmente o problema está em mim...
Eu: [respondo à questão em voz alta, para todos ouvirem]
Aluno(a) 2: Professora, ... [expõe uma dúvida que seria legítima se não fosse a repetição exata da dúvida exposta pelo(a) colega]?
Eu: O(A) [nome] perguntou isso e eu acabei de responder. Não ouviste?
Aluno(a) 2, descontraidamente, como se não fosse nada com ele(a): Não.
Provavelmente o problema está em mim...
Estou cá mais do que pensam
... só que apenas mentalmente.
Pois, eu sei, a minha presença mental não vos entretém, nem faz rir ou pensar. Sorry! Para compensar, têm mais tempo para dedicar a outras leituras ou a outras atividades! :-)
Pois, eu sei, a minha presença mental não vos entretém, nem faz rir ou pensar. Sorry! Para compensar, têm mais tempo para dedicar a outras leituras ou a outras atividades! :-)
Estou cá mais do que pensam
... só que apenas mentalmente.
Pois, eu sei, a minha presença mental não vos entretém, nem faz rir ou pensar. Sorry! Para compensar, têm mais tempo para dedicar a outras leituras ou a outras atividades! :-)
Pois, eu sei, a minha presença mental não vos entretém, nem faz rir ou pensar. Sorry! Para compensar, têm mais tempo para dedicar a outras leituras ou a outras atividades! :-)
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
O pior terço
Desde que li, no blogue "Família em Movimento", qualquer coisa como "O pior terço é o terço não rezado" (citação de alguém que não recordo), tenho rezado o terço um bocadinho mais animada. É que tantas e tantas vezes estou a rezar apenas semi-acordada, que é bom saber que, se não rezasse por causa do sono (que muitas vezes se vai misteriosamente embora quando o terço acaba), a opção seria pior!
O pior terço
Desde que li, no blogue "Família em Movimento", qualquer coisa como "O pior terço é o terço não rezado" (citação de alguém que não recordo), tenho rezado o terço um bocadinho mais animada. É que tantas e tantas vezes estou a rezar apenas semi-acordada, que é bom saber que, se não rezasse por causa do sono (que muitas vezes se vai misteriosamente embora quando o terço acaba), a opção seria pior!
terça-feira, 20 de outubro de 2015
Sou queixinhas!
Acabei de apresentar queixa ao Provedor de Justiça sobre as consequências da bomba (afinal, mesmo depois de me darem razão, ainda não puseram em prática o que dizia a conclusão do recurso hierárquico, daí a queixa agora).
O que lamento? Não me ter lembrado disto antes!
Sou queixinhas!
Acabei de apresentar queixa ao Provedor de Justiça sobre as consequências da bomba (afinal, mesmo depois de me darem razão, ainda não puseram em prática o que dizia a conclusão do recurso hierárquico, daí a queixa agora).
O que lamento? Não me ter lembrado disto antes!
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Estrambólica
Vassoura: [Qualquer coisa de que não me lembro] é mesmo estrambólica!
(Eu dou uma gargalhada)
Vassoura: E eu nem sei o que é que estrambólica quer dizer!
:-)
(Eu dou uma gargalhada)
Vassoura: E eu nem sei o que é que estrambólica quer dizer!
:-)
Estrambólica
Vassoura: [Qualquer coisa de que não me lembro] é mesmo estrambólica!
(Eu dou uma gargalhada)
Vassoura: E eu nem sei o que é que estrambólica quer dizer!
:-)
(Eu dou uma gargalhada)
Vassoura: E eu nem sei o que é que estrambólica quer dizer!
:-)
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
Estou K.O.!
Vou desligar este bicho (leia-se: computador) e vou dormir. (O que eu dormitei enquanto rezava o terço com o Rogério não conta.)
Estou K.O.!
Vou desligar este bicho (leia-se: computador) e vou dormir. (O que eu dormitei enquanto rezava o terço com o Rogério não conta.)
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Hoje tive dos melhores almoços dos últimos tempos
Não teve a ver com o sítio, nem com a comida (comemos em minha casa), teve a ver com a companhia.
Almocei com a minha melhor amiga. Foi tão bom! Obrigada (mais uma vez)!
Almocei com a minha melhor amiga. Foi tão bom! Obrigada (mais uma vez)!
Hoje tive dos melhores almoços dos últimos tempos
Não teve a ver com o sítio, nem com a comida (comemos em minha casa), teve a ver com a companhia.
Almocei com a minha melhor amiga. Foi tão bom! Obrigada (mais uma vez)!
Almocei com a minha melhor amiga. Foi tão bom! Obrigada (mais uma vez)!
terça-feira, 13 de outubro de 2015
Sonhos #55 (categoria pesadelo)
Ao ser chamada para ver um [nos sonhos pode haver elementos esquisitos ou imaginários, já se sabe, e é um desses que vem a seguir] "tellorium binório" que passava a voar, a Vassoura vai a correr. Ao chegar à varanda, vai com tanto balanço que passa por cima da coisa cujo nome não me lembro, e cai numa espécie de toldo. "Ufa!", penso eu. Põe-se em pé para subir novamente para a varanda, mas desequilibra-se e cai do toldo para o chão. De onde estou não tenho visibilidade. Grito para o Rogério: "A Vassoura caiu da varanda!" e corro pelo outro lado, para onde há escadas, mas, ao chegar lá, vejo toldos. Qual personagem de ação, salto para o primeiro toldo, depois salto para outro mais baixo e desse salto para o chão. A Vassoura parece estar enterrada, pois só se veem os pés e as pernas até aos joelhos. Começo a tirar a terra à volta, que afinal não é assim tanta, e rapidamente surge a cara da Vassoura, que abre um olho. Sinto alívio por ela abrir um olho, alívio que dura um milésimo de segundo, pois ela tenta levantar-se. Ponho uma mão para impedir o movimento e digo-lhe para ficar quieta e imediatamente a seguir, acordo.
Sensação de alívio por ter sido só um sonho, sensação angustiante por a imagem da Vassoura caída não me sair da cabeça (ou melhor, sair até sai, mas persiste em voltar).
Sensação de alívio por ter sido só um sonho, sensação angustiante por a imagem da Vassoura caída não me sair da cabeça (ou melhor, sair até sai, mas persiste em voltar).
Sonhos #55 (categoria pesadelo)
Ao ser chamada para ver um [nos sonhos pode haver elementos esquisitos ou imaginários, já se sabe, e é um desses que vem a seguir] "tellorium binório" que passava a voar, a Vassoura vai a correr. Ao chegar à varanda, vai com tanto balanço que passa por cima da coisa cujo nome não me lembro, e cai numa espécie de toldo. "Ufa!", penso eu. Põe-se em pé para subir novamente para a varanda, mas desequilibra-se e cai do toldo para o chão. De onde estou não tenho visibilidade. Grito para o Rogério: "A Vassoura caiu da varanda!" e corro pelo outro lado, para onde há escadas, mas, ao chegar lá, vejo toldos. Qual personagem de ação, salto para o primeiro toldo, depois salto para outro mais baixo e desse salto para o chão. A Vassoura parece estar enterrada, pois só se veem os pés e as pernas até aos joelhos. Começo a tirar a terra à volta, que afinal não é assim tanta, e rapidamente surge a cara da Vassoura, que abre um olho. Sinto alívio por ela abrir um olho, alívio que dura um milésimo de segundo, pois ela tenta levantar-se. Ponho uma mão para impedir o movimento e digo-lhe para ficar quieta e imediatamente a seguir, acordo.
Sensação de alívio por ter sido só um sonho, sensação angustiante por a imagem da Vassoura caída não me sair da cabeça (ou melhor, sair até sai, mas persiste em voltar).
Sensação de alívio por ter sido só um sonho, sensação angustiante por a imagem da Vassoura caída não me sair da cabeça (ou melhor, sair até sai, mas persiste em voltar).
sábado, 10 de outubro de 2015
Saudosismo... (do Feitiço)
Nem interessa o assunto, o que quero partilhar é que, há bocado, querendo convencer-me a fazer uma coisa (perfeitamente trivial), o Feitiço usou este argumento:
- É para ser como nos velhos tempos!
:-)
- É para ser como nos velhos tempos!
:-)
Saudosismo... (do Feitiço)
Nem interessa o assunto, o que quero partilhar é que, há bocado, querendo convencer-me a fazer uma coisa (perfeitamente trivial), o Feitiço usou este argumento:
- É para ser como nos velhos tempos!
:-)
- É para ser como nos velhos tempos!
:-)
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
Esqueci-me de vos contar
... que o papel esquisso (com 2 s, mas há blocos que têm a palavra com ç) desejado pelas professoras era simplesmente papel vegetal.
Uau! Era difícil escrever vegetal...
Uau! Era difícil escrever vegetal...
Esqueci-me de vos contar
... que o papel esquisso (com 2 s, mas há blocos que têm a palavra com ç) desejado pelas professoras era simplesmente papel vegetal.
Uau! Era difícil escrever vegetal...
Uau! Era difícil escrever vegetal...
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Nomes comuns / nomes próprios
(Na sala de aula)
Aproveitei alguns nomes de pessoas conhecidos e que são também nomes de entidades comuns conhecidas das crianças para exemplificar a regra de que todos os nomes próprios começam por letra maiúscula.
rosa versus Rosa
pereira versus Pereira
carvalho versus Carvalho
videira versus Videira
oliveira versus Oliveira
Ia perguntando o que era cada uma das entidades com letra minúscula. Sabiam tudo (os que sabiam, há sempre umas crianças que não se manifestam e nos deixam na dúvida)!
Quando chegámos à oliveira, houve um pouco mais de variedade...
Eu: O que é uma oliveira?
"Todos": É uma árvore.
Eu: Que dá o quê?
Uma aluna: Olívias!
Outra aluna, ao mesmo tempo do que a primeira: Oliv... Não, não, azeitonas!
Eu: É isso, azeitonas!
Um aluno: Ó professora, as azeitonas dão azeite?
Eu: Sim.
O aluno: Eu pensava que era ao contrário! [que do azeite vinham as azeitonas]
Aproveitei alguns nomes de pessoas conhecidos e que são também nomes de entidades comuns conhecidas das crianças para exemplificar a regra de que todos os nomes próprios começam por letra maiúscula.
rosa versus Rosa
pereira versus Pereira
carvalho versus Carvalho
videira versus Videira
oliveira versus Oliveira
Ia perguntando o que era cada uma das entidades com letra minúscula. Sabiam tudo (os que sabiam, há sempre umas crianças que não se manifestam e nos deixam na dúvida)!
Quando chegámos à oliveira, houve um pouco mais de variedade...
Eu: O que é uma oliveira?
"Todos": É uma árvore.
Eu: Que dá o quê?
Uma aluna: Olívias!
Outra aluna, ao mesmo tempo do que a primeira: Oliv... Não, não, azeitonas!
Eu: É isso, azeitonas!
Um aluno: Ó professora, as azeitonas dão azeite?
Eu: Sim.
O aluno: Eu pensava que era ao contrário! [que do azeite vinham as azeitonas]
Nomes comuns / nomes próprios
(Na sala de aula)
Aproveitei alguns nomes de pessoas conhecidos e que são também nomes de entidades comuns conhecidas das crianças para exemplificar a regra de que todos os nomes próprios começam por letra maiúscula.
rosa versus Rosa
pereira versus Pereira
carvalho versus Carvalho
videira versus Videira
oliveira versus Oliveira
Ia perguntando o que era cada uma das entidades com letra minúscula. Sabiam tudo (os que sabiam, há sempre umas crianças que não se manifestam e nos deixam na dúvida)!
Quando chegámos à oliveira, houve um pouco mais de variedade...
Eu: O que é uma oliveira?
"Todos": É uma árvore.
Eu: Que dá o quê?
Uma aluna: Olívias!
Outra aluna, ao mesmo tempo do que a primeira: Oliv... Não, não, azeitonas!
Eu: É isso, azeitonas!
Um aluno: Ó professora, as azeitonas dão azeite?
Eu: Sim.
O aluno: Eu pensava que era ao contrário! [que do azeite vinham as azeitonas]
Aproveitei alguns nomes de pessoas conhecidos e que são também nomes de entidades comuns conhecidas das crianças para exemplificar a regra de que todos os nomes próprios começam por letra maiúscula.
rosa versus Rosa
pereira versus Pereira
carvalho versus Carvalho
videira versus Videira
oliveira versus Oliveira
Ia perguntando o que era cada uma das entidades com letra minúscula. Sabiam tudo (os que sabiam, há sempre umas crianças que não se manifestam e nos deixam na dúvida)!
Quando chegámos à oliveira, houve um pouco mais de variedade...
Eu: O que é uma oliveira?
"Todos": É uma árvore.
Eu: Que dá o quê?
Uma aluna: Olívias!
Outra aluna, ao mesmo tempo do que a primeira: Oliv... Não, não, azeitonas!
Eu: É isso, azeitonas!
Um aluno: Ó professora, as azeitonas dão azeite?
Eu: Sim.
O aluno: Eu pensava que era ao contrário! [que do azeite vinham as azeitonas]
- Ó professora, ...
... eu percebo que as pessoas que trabalham recebem o dinheiro, mas onde é que [os patrões] vão buscar o dinheiro?
Resposta convicta de outra criança de 8 anos:
- À Casa da Moeda!
Resposta convicta de outra criança de 8 anos:
- À Casa da Moeda!
- Ó professora, ...
... eu percebo que as pessoas que trabalham recebem o dinheiro, mas onde é que [os patrões] vão buscar o dinheiro?
Resposta convicta de outra criança de 8 anos:
- À Casa da Moeda!
Resposta convicta de outra criança de 8 anos:
- À Casa da Moeda!
Curtas
- Ao fim de 20 dias de aulas, as coisas malvadas começadas por "S" estão em dia.
- A situação pós recurso hierárquico continua pendente.
- Os meus alunos continuam engraçados e cansativos.
- A situação pós recurso hierárquico continua pendente.
- Os meus alunos continuam engraçados e cansativos.
Curtas
- Ao fim de 20 dias de aulas, as coisas malvadas começadas por "S" estão em dia.
- A situação pós recurso hierárquico continua pendente.
- Os meus alunos continuam engraçados e cansativos.
- A situação pós recurso hierárquico continua pendente.
- Os meus alunos continuam engraçados e cansativos.
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Pensamentos diabólicos
[Escrevo-os para os espantar.]
Até me assustei com o que me veio à cabeça, assim de repente: se me atirasse da janela, certamente se acabariam os meus problemas...
Problemas? Mas que problemas tens tu, Mimi, que justifiquem tal ato de loucura? Ninguém diria que tens problemas (de tal gravidade)!
Reconheço que não tenho. E, no entanto, isso não tem importância. A ideia continua (apesar de a estar a escrever para a espantar, ainda não consegui) a parecer-me razoavelmente atraente.
O que é que me está a impedir?
- A Vassoura, a Varinha e o Feitiço.
- De certeza que ia doer.
- A misericórdia de Deus. Garantidamente. Se calhar preciso de passar por isto para, quem sabe, compreender melhor quem passa pelo mesmo... e talvez, um dia, poder ajudar alguém.
**********
Ou então estes pensamentos são apenas a evidência que confirma o que pensava para mim mesma esta manhã: há alguns dias do mês em que devia simplesmente poder hibernar...
Até me assustei com o que me veio à cabeça, assim de repente: se me atirasse da janela, certamente se acabariam os meus problemas...
Problemas? Mas que problemas tens tu, Mimi, que justifiquem tal ato de loucura? Ninguém diria que tens problemas (de tal gravidade)!
Reconheço que não tenho. E, no entanto, isso não tem importância. A ideia continua (apesar de a estar a escrever para a espantar, ainda não consegui) a parecer-me razoavelmente atraente.
O que é que me está a impedir?
- A Vassoura, a Varinha e o Feitiço.
- De certeza que ia doer.
- A misericórdia de Deus. Garantidamente. Se calhar preciso de passar por isto para, quem sabe, compreender melhor quem passa pelo mesmo... e talvez, um dia, poder ajudar alguém.
**********
Ou então estes pensamentos são apenas a evidência que confirma o que pensava para mim mesma esta manhã: há alguns dias do mês em que devia simplesmente poder hibernar...
Pensamentos diabólicos
[Escrevo-os para os espantar.]
Até me assustei com o que me veio à cabeça, assim de repente: se me atirasse da janela, certamente se acabariam os meus problemas...
Problemas? Mas que problemas tens tu, Mimi, que justifiquem tal ato de loucura? Ninguém diria que tens problemas (de tal gravidade)!
Reconheço que não tenho. E, no entanto, isso não tem importância. A ideia continua (apesar de a estar a escrever para a espantar, ainda não consegui) a parecer-me razoavelmente atraente.
O que é que me está a impedir?
- A Vassoura, a Varinha e o Feitiço.
- De certeza que ia doer.
- A misericórdia de Deus. Garantidamente. Se calhar preciso de passar por isto para, quem sabe, compreender melhor quem passa pelo mesmo... e talvez, um dia, poder ajudar alguém.
**********
Ou então estes pensamentos são apenas a evidência que confirma o que pensava para mim mesma esta manhã: há alguns dias do mês em que devia simplesmente poder hibernar...
Até me assustei com o que me veio à cabeça, assim de repente: se me atirasse da janela, certamente se acabariam os meus problemas...
Problemas? Mas que problemas tens tu, Mimi, que justifiquem tal ato de loucura? Ninguém diria que tens problemas (de tal gravidade)!
Reconheço que não tenho. E, no entanto, isso não tem importância. A ideia continua (apesar de a estar a escrever para a espantar, ainda não consegui) a parecer-me razoavelmente atraente.
O que é que me está a impedir?
- A Vassoura, a Varinha e o Feitiço.
- De certeza que ia doer.
- A misericórdia de Deus. Garantidamente. Se calhar preciso de passar por isto para, quem sabe, compreender melhor quem passa pelo mesmo... e talvez, um dia, poder ajudar alguém.
**********
Ou então estes pensamentos são apenas a evidência que confirma o que pensava para mim mesma esta manhã: há alguns dias do mês em que devia simplesmente poder hibernar...
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Olá!
É só para dizer que ainda não voei para outras paragens, como as andorinhas... A disponibilidade e a inspiração para escrever é que têm sido mais reduzidas!
Apesar da inspiração andar reduzida, assuntos para tema não faltam. Até já tenho ideias para títulos:
- How I met your father (história em vários capítulos, a ser publicada - talvez - lá para o verão de 2016)
- Sonhos (vários que tive e que ainda não contei)
- ... (afinal não são assim tantos temas, o primeiro é que dará uma trabalheira e vale por muitos!)
Apesar da inspiração andar reduzida, assuntos para tema não faltam. Até já tenho ideias para títulos:
- How I met your father (história em vários capítulos, a ser publicada - talvez - lá para o verão de 2016)
- Sonhos (vários que tive e que ainda não contei)
- ... (afinal não são assim tantos temas, o primeiro é que dará uma trabalheira e vale por muitos!)
Olá!
É só para dizer que ainda não voei para outras paragens, como as andorinhas... A disponibilidade e a inspiração para escrever é que têm sido mais reduzidas!
Apesar da inspiração andar reduzida, assuntos para tema não faltam. Até já tenho ideias para títulos:
- How I met your father (história em vários capítulos, a ser publicada - talvez - lá para o verão de 2016)
- Sonhos (vários que tive e que ainda não contei)
- ... (afinal não são assim tantos temas, o primeiro é que dará uma trabalheira e vale por muitos!)
Apesar da inspiração andar reduzida, assuntos para tema não faltam. Até já tenho ideias para títulos:
- How I met your father (história em vários capítulos, a ser publicada - talvez - lá para o verão de 2016)
- Sonhos (vários que tive e que ainda não contei)
- ... (afinal não são assim tantos temas, o primeiro é que dará uma trabalheira e vale por muitos!)
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
sábado, 19 de setembro de 2015
Curiosidade
Há bocado (um bom bocado) olhei para o relógio do telemóvel e vi que eram
nove e dezanove de dezanove do nove,
isto é,
9:19h do dia 19/9
Curiosidade
Há bocado (um bom bocado) olhei para o relógio do telemóvel e vi que eram
nove e dezanove de dezanove do nove,
isto é,
9:19h do dia 19/9
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
A rainha Ester e a reunião de pais
Anteontem, assim do nada, lembrei-me da história da rainha Ester, ou melhor, lembrei-me de uma parte específica: de quando ela vai à presença do marido, o rei Assuero (garanto que não sei como é que me lembro do nome dele - entretanto terei de o confirmar, claro, que não quero estar a dar informações erradas podendo evitá-las), sem ele a ter chamado. A rainha arriscava a vida ao fazer isso, e por isso preparou-se exterior e interiormente. Ela não ia por um capricho (como se deve calcular), ia à presença do rei para interceder pelo seu povo (o povo judeu), que ele, enganado por um conselheiro mentiroso (e sem saber que a rainha pertencia a esse povo), condenara à morte.
Quando escrevi "assim do nada", é verdade que me veio a história à cabeça sem a ter lido há pouco tempo, mas a razão inconsciente não é assim tão "do nada". É que se aproximava a data da reunião com os pais e encarregados de educação e eu fico sempre (mas sempre mesmo!) tão nervosa que me sentia pequenina, pequenina, e a - passe o exagero - arriscar a vida (fisicamente, nunca me senti em perigo, mas moralmente já "morri" algumas vezes)...
A reunião foi hoje. Tal como a rainha Ester, sobrevivi. Resta saber se o meu povo (a minha turma) vai sobreviver como o povo de Ester (neste caso, a mais um ano comigo)!
Podem ler a história completa da rainha Ester no "Livro de Ester". O episódio de que vos falei, ou seja, a parte em que Ester vai à presença de Assuero sem ser chamada, temendo pela vida, encontra-se em Est 4, 7 - 5, 3 ou em Est 15 (capítulo inteiro).
Quando escrevi "assim do nada", é verdade que me veio a história à cabeça sem a ter lido há pouco tempo, mas a razão inconsciente não é assim tão "do nada". É que se aproximava a data da reunião com os pais e encarregados de educação e eu fico sempre (mas sempre mesmo!) tão nervosa que me sentia pequenina, pequenina, e a - passe o exagero - arriscar a vida (fisicamente, nunca me senti em perigo, mas moralmente já "morri" algumas vezes)...
A reunião foi hoje. Tal como a rainha Ester, sobrevivi. Resta saber se o meu povo (a minha turma) vai sobreviver como o povo de Ester (neste caso, a mais um ano comigo)!
Podem ler a história completa da rainha Ester no "Livro de Ester". O episódio de que vos falei, ou seja, a parte em que Ester vai à presença de Assuero sem ser chamada, temendo pela vida, encontra-se em Est 4, 7 - 5, 3 ou em Est 15 (capítulo inteiro).
A rainha Ester e a reunião de pais
Anteontem, assim do nada, lembrei-me da história da rainha Ester, ou melhor, lembrei-me de uma parte específica: de quando ela vai à presença do marido, o rei Assuero (garanto que não sei como é que me lembro do nome dele - entretanto terei de o confirmar, claro, que não quero estar a dar informações erradas podendo evitá-las), sem ele a ter chamado. A rainha arriscava a vida ao fazer isso, e por isso preparou-se exterior e interiormente. Ela não ia por um capricho (como se deve calcular), ia à presença do rei para interceder pelo seu povo (o povo judeu), que ele, enganado por um conselheiro mentiroso (e sem saber que a rainha pertencia a esse povo), condenara à morte.
Quando escrevi "assim do nada", é verdade que me veio a história à cabeça sem a ter lido há pouco tempo, mas a razão inconsciente não é assim tão "do nada". É que se aproximava a data da reunião com os pais e encarregados de educação e eu fico sempre (mas sempre mesmo!) tão nervosa que me sentia pequenina, pequenina, e a - passe o exagero - arriscar a vida (fisicamente, nunca me senti em perigo, mas moralmente já "morri" algumas vezes)...
A reunião foi hoje. Tal como a rainha Ester, sobrevivi. Resta saber se o meu povo (a minha turma) vai sobreviver como o povo de Ester (neste caso, a mais um ano comigo)!
Podem ler a história completa da rainha Ester no "Livro de Ester". O episódio de que vos falei, ou seja, a parte em que Ester vai à presença de Assuero sem ser chamada, temendo pela vida, encontra-se em Est 4, 7 - 5, 3 ou em Est 15 (capítulo inteiro).
Quando escrevi "assim do nada", é verdade que me veio a história à cabeça sem a ter lido há pouco tempo, mas a razão inconsciente não é assim tão "do nada". É que se aproximava a data da reunião com os pais e encarregados de educação e eu fico sempre (mas sempre mesmo!) tão nervosa que me sentia pequenina, pequenina, e a - passe o exagero - arriscar a vida (fisicamente, nunca me senti em perigo, mas moralmente já "morri" algumas vezes)...
A reunião foi hoje. Tal como a rainha Ester, sobrevivi. Resta saber se o meu povo (a minha turma) vai sobreviver como o povo de Ester (neste caso, a mais um ano comigo)!
Podem ler a história completa da rainha Ester no "Livro de Ester". O episódio de que vos falei, ou seja, a parte em que Ester vai à presença de Assuero sem ser chamada, temendo pela vida, encontra-se em Est 4, 7 - 5, 3 ou em Est 15 (capítulo inteiro).
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Conselho da Varinha
Hoje almocei com a minha melhor amiga. Ao jantar, em casa, comentei esse facto e disse onde fomos e o que comemos. A minha comadre (sou madrinha do seu primogénito e ela é madrinha da Varinha) pediu uma pizza sem queijo e eu uma pizza sem orégãos.
Uma das meninas perguntou o que eram orégãos. O Rogério disse que era um vegetal. Foi então que surgiu o conselho da Varinha.
- Não se deve despejar um vegetal, porque faz bem à saúde.
Eu: Disseste "despejar"?
Varinha: Sim.
Eu: Acho que querias dizer "desprezar"...
Varinha [um bocado com um ar de "tanto faz"]: Sim.
Despejar ou desprezar... dispenso orégãos na minha comida!
Uma das meninas perguntou o que eram orégãos. O Rogério disse que era um vegetal. Foi então que surgiu o conselho da Varinha.
- Não se deve despejar um vegetal, porque faz bem à saúde.
Eu: Disseste "despejar"?
Varinha: Sim.
Eu: Acho que querias dizer "desprezar"...
Varinha [um bocado com um ar de "tanto faz"]: Sim.
Despejar ou desprezar... dispenso orégãos na minha comida!
Conselho da Varinha
Hoje almocei com a minha melhor amiga. Ao jantar, em casa, comentei esse facto e disse onde fomos e o que comemos. A minha comadre (sou madrinha do seu primogénito e ela é madrinha da Varinha) pediu uma pizza sem queijo e eu uma pizza sem orégãos.
Uma das meninas perguntou o que eram orégãos. O Rogério disse que era um vegetal. Foi então que surgiu o conselho da Varinha.
- Não se deve despejar um vegetal, porque faz bem à saúde.
Eu: Disseste "despejar"?
Varinha: Sim.
Eu: Acho que querias dizer "desprezar"...
Varinha [um bocado com um ar de "tanto faz"]: Sim.
Despejar ou desprezar... dispenso orégãos na minha comida!
Uma das meninas perguntou o que eram orégãos. O Rogério disse que era um vegetal. Foi então que surgiu o conselho da Varinha.
- Não se deve despejar um vegetal, porque faz bem à saúde.
Eu: Disseste "despejar"?
Varinha: Sim.
Eu: Acho que querias dizer "desprezar"...
Varinha [um bocado com um ar de "tanto faz"]: Sim.
Despejar ou desprezar... dispenso orégãos na minha comida!
terça-feira, 15 de setembro de 2015
"As famílias com três ou mais filhos são mais felizes" - uma constatação ou uma provocação?
"Yes, four children is a handful. It is also highly inconvenient and expensive. You can’t squash four children across the back seat of a car -- an ugly seven-seater is required; you can never, never find the correct PE kit; the bill after the simplest lunch at Nando’s or a burger chain makes me weep; and trying to physically coral this number of offspring out of the house on any given morning requires the skill of an air traffic controller.
But my wife and I are not a mustard pot short of the full cruet set. We are, in fact, pretty happy. Very happy? We probably are."
"My only serious theory as to why large families may be happier is because instances of selfishness should be lower. Me, me, me can not flourish in such a crowded environment. Sharing is a daily activity you just have to get used to."
Estes são dois excertos de um texto escrito por um pai de quatro. Encontrei o link (que podem encontrar em baixo) a partir do blogue Família em Movimento (que visitei hoje pela primeira vez e gostei bastante).
http://www.telegraph.co.uk/men/relationships/fatherhood/11645894/Why-families-with-three-or-more-children-are-the-happiest.html
But my wife and I are not a mustard pot short of the full cruet set. We are, in fact, pretty happy. Very happy? We probably are."
"My only serious theory as to why large families may be happier is because instances of selfishness should be lower. Me, me, me can not flourish in such a crowded environment. Sharing is a daily activity you just have to get used to."
Estes são dois excertos de um texto escrito por um pai de quatro. Encontrei o link (que podem encontrar em baixo) a partir do blogue Família em Movimento (que visitei hoje pela primeira vez e gostei bastante).
http://www.telegraph.co.uk/men/relationships/fatherhood/11645894/Why-families-with-three-or-more-children-are-the-happiest.html
"As famílias com três ou mais filhos são mais felizes" - uma constatação ou uma provocação?
"Yes, four children is a handful. It is also highly inconvenient and expensive. You can’t squash four children across the back seat of a car -- an ugly seven-seater is required; you can never, never find the correct PE kit; the bill after the simplest lunch at Nando’s or a burger chain makes me weep; and trying to physically coral this number of offspring out of the house on any given morning requires the skill of an air traffic controller.
But my wife and I are not a mustard pot short of the full cruet set. We are, in fact, pretty happy. Very happy? We probably are."
"My only serious theory as to why large families may be happier is because instances of selfishness should be lower. Me, me, me can not flourish in such a crowded environment. Sharing is a daily activity you just have to get used to."
Estes são dois excertos de um texto escrito por um pai de quatro. Encontrei o link (que podem encontrar em baixo) a partir do blogue Família em Movimento (que visitei hoje pela primeira vez e gostei bastante).
http://www.telegraph.co.uk/men/relationships/fatherhood/11645894/Why-families-with-three-or-more-children-are-the-happiest.html
But my wife and I are not a mustard pot short of the full cruet set. We are, in fact, pretty happy. Very happy? We probably are."
"My only serious theory as to why large families may be happier is because instances of selfishness should be lower. Me, me, me can not flourish in such a crowded environment. Sharing is a daily activity you just have to get used to."
Estes são dois excertos de um texto escrito por um pai de quatro. Encontrei o link (que podem encontrar em baixo) a partir do blogue Família em Movimento (que visitei hoje pela primeira vez e gostei bastante).
http://www.telegraph.co.uk/men/relationships/fatherhood/11645894/Why-families-with-three-or-more-children-are-the-happiest.html
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Nós, Jesus,...
... vamos para a escola preparar a sala de aula.
É a realidade com que tenho de lidar neste momento. Talvez não devesse ser, mas, se é esta a realidade, não há de ser em vão...
A última vez em que o Ministério da Educação meteu os pés pelas mãos em matéria de colocações, afetando o meu início de ano letivo (porque eles metem os pés pelas mãos todos os anos, mas vão variando as pessoas afetadas)... surgiu a oportunidade de conhecer o Rogério. Da forma como foi, a oportunidade não teria surgido sem a confusão e demora causada pela incompetência do ME. Quando se diz que Deus do mal pode tirar o bem e que não há coincidências... é verdade! :-)
É a realidade com que tenho de lidar neste momento. Talvez não devesse ser, mas, se é esta a realidade, não há de ser em vão...
A última vez em que o Ministério da Educação meteu os pés pelas mãos em matéria de colocações, afetando o meu início de ano letivo (porque eles metem os pés pelas mãos todos os anos, mas vão variando as pessoas afetadas)... surgiu a oportunidade de conhecer o Rogério. Da forma como foi, a oportunidade não teria surgido sem a confusão e demora causada pela incompetência do ME. Quando se diz que Deus do mal pode tirar o bem e que não há coincidências... é verdade! :-)
Nós, Jesus,...
... vamos para a escola preparar a sala de aula.
É a realidade com que tenho de lidar neste momento. Talvez não devesse ser, mas, se é esta a realidade, não há de ser em vão...
A última vez em que o Ministério da Educação meteu os pés pelas mãos em matéria de colocações, afetando o meu início de ano letivo (porque eles metem os pés pelas mãos todos os anos, mas vão variando as pessoas afetadas)... surgiu a oportunidade de conhecer o Rogério. Da forma como foi, a oportunidade não teria surgido sem a confusão e demora causada pela incompetência do ME. Quando se diz que Deus do mal pode tirar o bem e que não há coincidências... é verdade! :-)
É a realidade com que tenho de lidar neste momento. Talvez não devesse ser, mas, se é esta a realidade, não há de ser em vão...
A última vez em que o Ministério da Educação meteu os pés pelas mãos em matéria de colocações, afetando o meu início de ano letivo (porque eles metem os pés pelas mãos todos os anos, mas vão variando as pessoas afetadas)... surgiu a oportunidade de conhecer o Rogério. Da forma como foi, a oportunidade não teria surgido sem a confusão e demora causada pela incompetência do ME. Quando se diz que Deus do mal pode tirar o bem e que não há coincidências... é verdade! :-)
Devia mudar a descrição
É isto que se pode ler na minha breve descrição, do lado direito do blogue:
"Mãe, professora, com uma excelente memória (seletiva) e um elevado, porém subtil, sentido de humor (nos dias bons!)..."
"Mãe, professora, com uma excelente memória (seletiva) e um elevado, porém subtil, sentido de humor (nos dias bons!)..."
A minha memória já não é apenas seletiva, é também tudo menos excelente!
Ao falar com uma amiga comentei que nunca fomos colegas de turma no secundário. Porque, dizia eu, convicta, no 10º ano eu estava noutra escola e, no 11º, quando fui para a escola dela, não fomos colegas porque ela tinha chumbado no 10º! Tinha sido uma ex-colega dela e minha colega no 11º (aqui conhecida por Filhote Pato) a apresentar-nos. "Ficámos amigas mas colegas propriamente nunca fomos", dizia eu. A esta teoria a minha amiga respondeu: "Já não bebes mais, Mimi!" [salvaguardo que era só uma expressão!]. "Eu não chumbei.", acrescentou.
Ainda me custa a acreditar a partida que o meu cérebro me pregou, mas tenho de prescindir desta falsa memória. Não só a minha amiga SABE melhor do que eu se chumbou ou não, como @ Filhote Pato confirma a sua versão.
Não há dúvidas. Excelente memória, o tanas! (Perdoem-me a deselegância.)
Devia mudar a descrição
É isto que se pode ler na minha breve descrição, do lado direito do blogue:
"Mãe, professora, com uma excelente memória (seletiva) e um elevado, porém subtil, sentido de humor (nos dias bons!)..."
"Mãe, professora, com uma excelente memória (seletiva) e um elevado, porém subtil, sentido de humor (nos dias bons!)..."
A minha memória já não é apenas seletiva, é também tudo menos excelente!
Ao falar com uma amiga comentei que nunca fomos colegas de turma no secundário. Porque, dizia eu, convicta, no 10º ano eu estava noutra escola e, no 11º, quando fui para a escola dela, não fomos colegas porque ela tinha chumbado no 10º! Tinha sido uma ex-colega dela e minha colega no 11º (aqui conhecida por Filhote Pato) a apresentar-nos. "Ficámos amigas mas colegas propriamente nunca fomos", dizia eu. A esta teoria a minha amiga respondeu: "Já não bebes mais, Mimi!" [salvaguardo que era só uma expressão!]. "Eu não chumbei.", acrescentou.
Ainda me custa a acreditar a partida que o meu cérebro me pregou, mas tenho de prescindir desta falsa memória. Não só a minha amiga SABE melhor do que eu se chumbou ou não, como @ Filhote Pato confirma a sua versão.
Não há dúvidas. Excelente memória, o tanas! (Perdoem-me a deselegância.)
Sonhos #54
Tive este sonho há algumas noites, mas acho que ele traduz alguma coisa mal resolvida, porque já o tinha tido (ou um muito, muito, parecido) há meses (talvez anos).
Antes de contar o sonho, informo, para contextualizar, que eu andei num colégio interno.
No sonho, eu e a minha irmã Matilde, que também andou no tal colégio, éramos adultas há pouco tempo. Fomos para o colégio e ficámos lá a dormir, mas não estávamos na mesma camarata. No "dia seguinte", no corredor das aulas, eu não sabia a que turma pertencia e andava à procura. Depois tenho uma aula qualquer. Sinto-me permanentemente desajustada. Vejo pouco ou nada a minha irmã.
Passam umas semanas e vamos a casa (interrupção letiva). Na altura de regressar ao colégio, a Matilde diz-me que já não vai voltar. Eu pergunto:
- Então e as tuas coisas (roupas, livros...)?
Matilde: Ah, eu trouxe tudo para casa porque já tinha decidido que não ia voltar!
Eu: Podias ter-me avisado, não achas?
Matilde: ...
Eu: As tuas colegas de turma vão sentir a tua falta...
Matilde: Não, eu não cheguei a fazer parte de nenhuma turma!
Eu: E agora o que é que eu faço? Eu também não quero voltar ao colégio, mas não trouxe nada... Bem, como também não paguei mensalidade nenhuma, "fica ela por ela", era uma grande lata ir lá buscar as coisas!
Sonhos #54
Tive este sonho há algumas noites, mas acho que ele traduz alguma coisa mal resolvida, porque já o tinha tido (ou um muito, muito, parecido) há meses (talvez anos).
Antes de contar o sonho, informo, para contextualizar, que eu andei num colégio interno.
No sonho, eu e a minha irmã Matilde, que também andou no tal colégio, éramos adultas há pouco tempo. Fomos para o colégio e ficámos lá a dormir, mas não estávamos na mesma camarata. No "dia seguinte", no corredor das aulas, eu não sabia a que turma pertencia e andava à procura. Depois tenho uma aula qualquer. Sinto-me permanentemente desajustada. Vejo pouco ou nada a minha irmã.
Passam umas semanas e vamos a casa (interrupção letiva). Na altura de regressar ao colégio, a Matilde diz-me que já não vai voltar. Eu pergunto:
- Então e as tuas coisas (roupas, livros...)?
Matilde: Ah, eu trouxe tudo para casa porque já tinha decidido que não ia voltar!
Eu: Podias ter-me avisado, não achas?
Matilde: ...
Eu: As tuas colegas de turma vão sentir a tua falta...
Matilde: Não, eu não cheguei a fazer parte de nenhuma turma!
Eu: E agora o que é que eu faço? Eu também não quero voltar ao colégio, mas não trouxe nada... Bem, como também não paguei mensalidade nenhuma, "fica ela por ela", era uma grande lata ir lá buscar as coisas!
domingo, 13 de setembro de 2015
A primeira bilha e a minha estúpida amnésia seletiva
Para os mais distraídos, a bilha tem a ver com o ser Família de Caná. A primeira bilha, na explicação da Teresa, diz o seguinte:
"1 – Comunhão – Nós, Jesus
A Família de Caná procura viver a alegria das “Bodas do Cordeiro” no concreto das suas vidas, construindo a comunhão entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos entre si, a família e a Igreja, cada um de nós e Jesus. Várias vezes por dia, para aprofundar este mistério de comunhão, a Família de Caná reza esta curta oração: “Nós, Jesus!”."
"1 – Comunhão – Nós, Jesus
A Família de Caná procura viver a alegria das “Bodas do Cordeiro” no concreto das suas vidas, construindo a comunhão entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos entre si, a família e a Igreja, cada um de nós e Jesus. Várias vezes por dia, para aprofundar este mistério de comunhão, a Família de Caná reza esta curta oração: “Nós, Jesus!”."
A amnésia seletiva tem a ver com o facto de eu há imenso tempo não me lembrar desta curta oração nenhuma vez ao dia (lembrei-me quando acordei durante esta noite). E daquela frase que já várias vezes aqui referi "Tu queres, Jesus? Então eu também quero!" também não me tenho lembrado (lembrei-me momentaneamente quando escrevi o post sobre a T., apenas).
A adjetivação "estúpida" tem a ver com o facto de andar numa fase turbulenta, sobretudo (mas não só) interiormente, muito por causa da questão da colocação profissional que já deveria ter ocorrido após o deferimento do recurso hierárquico e, ao não me lembrar daquelas curtas orações, estar a vivê-la muito mais negativamente do que seria possível.
É como ter sede, ter o copo de água acessível... e não beber a água. Estúpido, certo?
A primeira bilha e a minha estúpida amnésia seletiva
Para os mais distraídos, a bilha tem a ver com o ser Família de Caná. A primeira bilha, na explicação da Teresa, diz o seguinte:
"1 – Comunhão – Nós, Jesus
A Família de Caná procura viver a alegria das “Bodas do Cordeiro” no concreto das suas vidas, construindo a comunhão entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos entre si, a família e a Igreja, cada um de nós e Jesus. Várias vezes por dia, para aprofundar este mistério de comunhão, a Família de Caná reza esta curta oração: “Nós, Jesus!”."
"1 – Comunhão – Nós, Jesus
A Família de Caná procura viver a alegria das “Bodas do Cordeiro” no concreto das suas vidas, construindo a comunhão entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos entre si, a família e a Igreja, cada um de nós e Jesus. Várias vezes por dia, para aprofundar este mistério de comunhão, a Família de Caná reza esta curta oração: “Nós, Jesus!”."
A amnésia seletiva tem a ver com o facto de eu há imenso tempo não me lembrar desta curta oração nenhuma vez ao dia (lembrei-me quando acordei durante esta noite). E daquela frase que já várias vezes aqui referi "Tu queres, Jesus? Então eu também quero!" também não me tenho lembrado (lembrei-me momentaneamente quando escrevi o post sobre a T., apenas).
A adjetivação "estúpida" tem a ver com o facto de andar numa fase turbulenta, sobretudo (mas não só) interiormente, muito por causa da questão da colocação profissional que já deveria ter ocorrido após o deferimento do recurso hierárquico e, ao não me lembrar daquelas curtas orações, estar a vivê-la muito mais negativamente do que seria possível.
É como ter sede, ter o copo de água acessível... e não beber a água. Estúpido, certo?
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
Sabem o que é...
...papel esquiço* esquisso?
Eu confesso que desconhecia e que não foi fácil encontrar um bloco com esse nome, para a Vassoura e para a Varinha. Quando encontrámos foi uma vitória! :-)
Vitória de curta duração. Quando as professoras que pediram o papel esquisso viram os blocos de papel esquisso, disseram que não era aquilo e devolveram-no.
Eu sou professora e não gosto de falar mal dos meus colegas de profissão. Já bem basta o que outros dizem por aí. Mas... também não gosto que façam de mim parva. Se querem um papel esquisso específico de determinada marca ou gramagem, ou whatever, tudo bem, não tenho nada contra, porque elas lá sabem que material é melhor para aquilo que os alunos vão fazer. No entanto, se querem algo específico, devem ser explícitos na lista de material. Não utilizem uma denominação genérica para a seguir dizerem que "não é aquilo" e "levas para casa e ficas com um bloco para fazeres o que quiseres" e continuarem sem dizer realmente o que é que querem!
Outros exemplos (que podem fazer a diferença):
Adenda
*"esquiço": como vinha escrito na lista de material - não me passou pela cabeça que estivesse mal. Entretanto já confirmei a grafia (é com 2 s). "Esquiço" existe, pelo menos no dicionário da Porto Editora, sendo o mesmo que "esquiça" (espécie de pau para tapar não sei o quê. Podem procurar no dicionário se estiverem interessados.)
Eu confesso que desconhecia e que não foi fácil encontrar um bloco com esse nome, para a Vassoura e para a Varinha. Quando encontrámos foi uma vitória! :-)
Vitória de curta duração. Quando as professoras que pediram o papel esquisso viram os blocos de papel esquisso, disseram que não era aquilo e devolveram-no.
Eu sou professora e não gosto de falar mal dos meus colegas de profissão. Já bem basta o que outros dizem por aí. Mas... também não gosto que façam de mim parva. Se querem um papel esquisso específico de determinada marca ou gramagem, ou whatever, tudo bem, não tenho nada contra, porque elas lá sabem que material é melhor para aquilo que os alunos vão fazer. No entanto, se querem algo específico, devem ser explícitos na lista de material. Não utilizem uma denominação genérica para a seguir dizerem que "não é aquilo" e "levas para casa e ficas com um bloco para fazeres o que quiseres" e continuarem sem dizer realmente o que é que querem!
Outros exemplos (que podem fazer a diferença):
- "1 tubo de cola stic" não é o mesmo que "1 tubo de cola stic UHU de 40g"
- "1 conjunto de plasticina" não é o mesmo que "1 pacote de plasticina JumpingClay de 18g das cores: azul, amarela, vermelha, verde, branca, laranja e preta"
Adenda
*"esquiço": como vinha escrito na lista de material - não me passou pela cabeça que estivesse mal. Entretanto já confirmei a grafia (é com 2 s). "Esquiço" existe, pelo menos no dicionário da Porto Editora, sendo o mesmo que "esquiça" (espécie de pau para tapar não sei o quê. Podem procurar no dicionário se estiverem interessados.)
Sabem o que é...
...papel esquiço* esquisso?
Eu confesso que desconhecia e que não foi fácil encontrar um bloco com esse nome, para a Vassoura e para a Varinha. Quando encontrámos foi uma vitória! :-)
Vitória de curta duração. Quando as professoras que pediram o papel esquisso viram os blocos de papel esquisso, disseram que não era aquilo e devolveram-no.
Eu sou professora e não gosto de falar mal dos meus colegas de profissão. Já bem basta o que outros dizem por aí. Mas... também não gosto que façam de mim parva. Se querem um papel esquisso específico de determinada marca ou gramagem, ou whatever, tudo bem, não tenho nada contra, porque elas lá sabem que material é melhor para aquilo que os alunos vão fazer. No entanto, se querem algo específico, devem ser explícitos na lista de material. Não utilizem uma denominação genérica para a seguir dizerem que "não é aquilo" e "levas para casa e ficas com um bloco para fazeres o que quiseres" e continuarem sem dizer realmente o que é que querem!
Outros exemplos (que podem fazer a diferença):
Adenda
*"esquiço": como vinha escrito na lista de material - não me passou pela cabeça que estivesse mal. Entretanto já confirmei a grafia (é com 2 s). "Esquiço" existe, pelo menos no dicionário da Porto Editora, sendo o mesmo que "esquiça" (espécie de pau para tapar não sei o quê. Podem procurar no dicionário se estiverem interessados.)
Eu confesso que desconhecia e que não foi fácil encontrar um bloco com esse nome, para a Vassoura e para a Varinha. Quando encontrámos foi uma vitória! :-)
Vitória de curta duração. Quando as professoras que pediram o papel esquisso viram os blocos de papel esquisso, disseram que não era aquilo e devolveram-no.
Eu sou professora e não gosto de falar mal dos meus colegas de profissão. Já bem basta o que outros dizem por aí. Mas... também não gosto que façam de mim parva. Se querem um papel esquisso específico de determinada marca ou gramagem, ou whatever, tudo bem, não tenho nada contra, porque elas lá sabem que material é melhor para aquilo que os alunos vão fazer. No entanto, se querem algo específico, devem ser explícitos na lista de material. Não utilizem uma denominação genérica para a seguir dizerem que "não é aquilo" e "levas para casa e ficas com um bloco para fazeres o que quiseres" e continuarem sem dizer realmente o que é que querem!
Outros exemplos (que podem fazer a diferença):
- "1 tubo de cola stic" não é o mesmo que "1 tubo de cola stic UHU de 40g"
- "1 conjunto de plasticina" não é o mesmo que "1 pacote de plasticina JumpingClay de 18g das cores: azul, amarela, vermelha, verde, branca, laranja e preta"
Adenda
*"esquiço": como vinha escrito na lista de material - não me passou pela cabeça que estivesse mal. Entretanto já confirmei a grafia (é com 2 s). "Esquiço" existe, pelo menos no dicionário da Porto Editora, sendo o mesmo que "esquiça" (espécie de pau para tapar não sei o quê. Podem procurar no dicionário se estiverem interessados.)
Calções encontrados
O mistério dos calções desaparecidos foi solucionado. Não estavam para lavar, nem para engomar, nem arrumados... porque estavam no estendal, a secar! É caso para dizer: "Duh!"
Calções encontrados
O mistério dos calções desaparecidos foi solucionado. Não estavam para lavar, nem para engomar, nem arrumados... porque estavam no estendal, a secar! É caso para dizer: "Duh!"
O mistério dos calções desaparecidos
A Vassoura passou quase todo o verão a usar calções (principalmente os de ganga). Iam sendo lavados, não engomados e ficavam prontos a usar. Pois agora... não sabemos deles!
Não estão* no armário, nem no monte de roupa para (a Nina, que já voltou de férias) engomar, nem para lavar.
Sugestões de como resolver este mistério... alguém tem?
*leia-se: "Não os encontro" (não dou muito pela minha cabeça atual)
Não estão* no armário, nem no monte de roupa para (a Nina, que já voltou de férias) engomar, nem para lavar.
Sugestões de como resolver este mistério... alguém tem?
*leia-se: "Não os encontro" (não dou muito pela minha cabeça atual)
O mistério dos calções desaparecidos
A Vassoura passou quase todo o verão a usar calções (principalmente os de ganga). Iam sendo lavados, não engomados e ficavam prontos a usar. Pois agora... não sabemos deles!
Não estão* no armário, nem no monte de roupa para (a Nina, que já voltou de férias) engomar, nem para lavar.
Sugestões de como resolver este mistério... alguém tem?
*leia-se: "Não os encontro" (não dou muito pela minha cabeça atual)
Não estão* no armário, nem no monte de roupa para (a Nina, que já voltou de férias) engomar, nem para lavar.
Sugestões de como resolver este mistério... alguém tem?
*leia-se: "Não os encontro" (não dou muito pela minha cabeça atual)
Vassoura, a patinadora
O Rogério ainda tem os patins de rodas que usava em miúdo/jovem, daqueles que se calçam com sapatos e se ajustam ao tamanho do pé.
A Vassoura (só a ela servem os patins, no tamanho mais apertado) fez as suas primeiras experiências neste verão.
Ainda não é uma patinadora exímia (longe disso!), e ainda só patinou na cozinha, mas já ganhou algum equilíbrio.
Apesar das limitações, já ultrapassou largamente a capacidade de patinagem desta bruxa que vos escreve!
A Vassoura (só a ela servem os patins, no tamanho mais apertado) fez as suas primeiras experiências neste verão.
Ainda não é uma patinadora exímia (longe disso!), e ainda só patinou na cozinha, mas já ganhou algum equilíbrio.
Apesar das limitações, já ultrapassou largamente a capacidade de patinagem desta bruxa que vos escreve!
Vassoura, a patinadora
O Rogério ainda tem os patins de rodas que usava em miúdo/jovem, daqueles que se calçam com sapatos e se ajustam ao tamanho do pé.
A Vassoura (só a ela servem os patins, no tamanho mais apertado) fez as suas primeiras experiências neste verão.
Ainda não é uma patinadora exímia (longe disso!), e ainda só patinou na cozinha, mas já ganhou algum equilíbrio.
Apesar das limitações, já ultrapassou largamente a capacidade de patinagem desta bruxa que vos escreve!
A Vassoura (só a ela servem os patins, no tamanho mais apertado) fez as suas primeiras experiências neste verão.
Ainda não é uma patinadora exímia (longe disso!), e ainda só patinou na cozinha, mas já ganhou algum equilíbrio.
Apesar das limitações, já ultrapassou largamente a capacidade de patinagem desta bruxa que vos escreve!
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