A fotografia mostra o que resta de três ovos de chocolate que continham Smarties.
Sim, eram três. Sim, comi-os sozinha. Não, não comi os três no mesmo dia. Comi o primeiro anteontem e os outros dois ontem (praticamente de seguida). Não, não eram meus. Eram dos meus filhos. Não, não os comi por ser muito zelosa da saúde oral dos meus descendentes. Fi-lo por ser uma gulosa de primeira, por andar a "namorar" os ovos desde que foram oferecidos no Domingo de Páscoa (de cada vez que pegava num e o barulho dos Smarties se fazia ouvir, tornava-se um bocadinho mais difícil não investigar o assunto com mais profundidade), por pensar que comprava outros para substituir aqueles sem que ninguém desse conta disso... Errado! A gula e a preguiça andam de mãos dadas... sair de casa para comprar ovos de chocolate? Com este tempo antipático? Nããããão! "Pode ser que não reparem!", pensei (os ovos estão inacessíveis às crianças). Errado novamente. Porquê?
Porque ao jantar tomei a iniciativa de contar o que fizera. A Vassoura até me deu o desconto... a Varinha quis iniciar um choro sofrido (vulgo choro de birra), que me levou a dizer que qualquer intenção de comprar uns para substituir estava a desaparecer! O Feitiço já fora informado na véspera e não se mostrara nada incomodado (pela maneira como lhe disse, era como se tivesse utilizado um frasquinho de soro fisiológico, pois também sei ser maquiavelis verbalis). Se o Feitiço me tivesse dado uma "descasca" na véspera, provavelmente isso ter-me-ia travado ontem.
Nunca o saberemos, não é verdade?
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
quarta-feira, 10 de abril de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
"Jardins du Monde"
Eu sou uma pessoa que gosta de se lavar com as próprias mãos e uso um gel duche de marca vulgar, por norma. Mas, tendo recebido estes dois objetos pelos meus anos,
tenho-os usado e posso dizer que noto a minha pele mais macia...
Mesmo que o efeito referido seja mais psicológico do que palpável, deixo aqui o meu obrigada à minha querida A.C., que foi quem mos ofereceu! :-)
"Jardins du Monde"
Eu sou uma pessoa que gosta de se lavar com as próprias mãos e uso um gel duche de marca vulgar, por norma. Mas, tendo recebido estes dois objetos pelos meus anos,
tenho-os usado e posso dizer que noto a minha pele mais macia...
Mesmo que o efeito referido seja mais psicológico do que palpável, deixo aqui o meu obrigada à minha querida A.C., que foi quem mos ofereceu! :-)
O Dudu do Feitiço
Foi o Feitiço que fez este Dudu (do "Comboio dos Dinossauros" que dá na televisão), em JumpingClay. Teve ajuda, mas foi ele que fez - mesmo! Com três anos, não está nada mal!
O Dudu do Feitiço
Foi o Feitiço que fez este Dudu (do "Comboio dos Dinossauros" que dá na televisão), em JumpingClay. Teve ajuda, mas foi ele que fez - mesmo! Com três anos, não está nada mal!
Pedido de desculpa dos CTT
Há uns dias chegou pelo correio uma revista para o Gato Rogério. Não vinha dentro do plástico habitual, vinha noutro invólucro e acompanhada desta folha:
O corpo do texto é o seguinte (para o caso de não conseguirem ler na imagem):
"Informamos que durante o nosso processo de Tratamento / Processamento, a correspondência anexa foi inadvertidamente danificada.
Aproveitamos para apelar à sua compreensão para os possíveis transtornos que eventualmente tenhamos causado e apresentamos o nosso pedido de desculpa."
Percebe-se que o texto é "chapa 5", igual para todas as situações de "Correspondências Danificadas", mas compreende-se que assim seja, pois seria impensável escreverem um texto exclusivo para cada situação.
De qualquer maneira, ficámos bem impressionados com este procedimento dos CTT. Se houvesse respeito pelos utentes em todos os serviços, seria bom!
Pedido de desculpa dos CTT
Há uns dias chegou pelo correio uma revista para o Gato Rogério. Não vinha dentro do plástico habitual, vinha noutro invólucro e acompanhada desta folha:
O corpo do texto é o seguinte (para o caso de não conseguirem ler na imagem):
"Informamos que durante o nosso processo de Tratamento / Processamento, a correspondência anexa foi inadvertidamente danificada.
Aproveitamos para apelar à sua compreensão para os possíveis transtornos que eventualmente tenhamos causado e apresentamos o nosso pedido de desculpa."
Percebe-se que o texto é "chapa 5", igual para todas as situações de "Correspondências Danificadas", mas compreende-se que assim seja, pois seria impensável escreverem um texto exclusivo para cada situação.
De qualquer maneira, ficámos bem impressionados com este procedimento dos CTT. Se houvesse respeito pelos utentes em todos os serviços, seria bom!
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Ora, bolas! (desilusão de uma gulosa)
No domingo passado recebemos esta caixa e 5/6 do seu conteúdo:
A sexta parte, ausente, foi comida por quem nos ofereceu. Eu gosto assim, sem cerimónias! E ficava a conta perfeita, pois cá em casa somos cinco, para cinco "fradinhos". Assim que recebi (a caixa foi-me entregue a mim), comi logo a minha parte. Era bom!
O Rogério comeu a sua quota parte ontem ao jantar ou hoje de manhã - ou levou-a para o trabalho, não sei. Só sei que se serviu.
Ficaram, portanto, três fradinhos, para as crianças da casa.
À boa da Bruxa Mimi, que conseguiu abster-se de devorar o que não lhe pertencia, restou oferecer ao Feitiço um "fradinho" a acompanhar um iogurte, ao lanche, na esperança de que ele não gostasse e pedisse tostas ou bolachas em substituição. Nessa altura, faria o sacrifício de comer o "fradinho", para não se desperdiçar.
Esperança vã: o Feitiço comeu o iogurte, o "fradinho", uma tosta e uma fatia de queijo! Ora bolas!
Vou usar a mesma abordagem com as manas do Feitiço; pode ser que funcione com alguma delas! :-)
A sexta parte, ausente, foi comida por quem nos ofereceu. Eu gosto assim, sem cerimónias! E ficava a conta perfeita, pois cá em casa somos cinco, para cinco "fradinhos". Assim que recebi (a caixa foi-me entregue a mim), comi logo a minha parte. Era bom!
O Rogério comeu a sua quota parte ontem ao jantar ou hoje de manhã - ou levou-a para o trabalho, não sei. Só sei que se serviu.
Ficaram, portanto, três fradinhos, para as crianças da casa.
À boa da Bruxa Mimi, que conseguiu abster-se de devorar o que não lhe pertencia, restou oferecer ao Feitiço um "fradinho" a acompanhar um iogurte, ao lanche, na esperança de que ele não gostasse e pedisse tostas ou bolachas em substituição. Nessa altura, faria o sacrifício de comer o "fradinho", para não se desperdiçar.
Esperança vã: o Feitiço comeu o iogurte, o "fradinho", uma tosta e uma fatia de queijo! Ora bolas!
Vou usar a mesma abordagem com as manas do Feitiço; pode ser que funcione com alguma delas! :-)
Ora, bolas! (desilusão de uma gulosa)
No domingo passado recebemos esta caixa e 5/6 do seu conteúdo:
A sexta parte, ausente, foi comida por quem nos ofereceu. Eu gosto assim, sem cerimónias! E ficava a conta perfeita, pois cá em casa somos cinco, para cinco "fradinhos". Assim que recebi (a caixa foi-me entregue a mim), comi logo a minha parte. Era bom!
O Rogério comeu a sua quota parte ontem ao jantar ou hoje de manhã - ou levou-a para o trabalho, não sei. Só sei que se serviu.
Ficaram, portanto, três fradinhos, para as crianças da casa.
À boa da Bruxa Mimi, que conseguiu abster-se de devorar o que não lhe pertencia, restou oferecer ao Feitiço um "fradinho" a acompanhar um iogurte, ao lanche, na esperança de que ele não gostasse e pedisse tostas ou bolachas em substituição. Nessa altura, faria o sacrifício de comer o "fradinho", para não se desperdiçar.
Esperança vã: o Feitiço comeu o iogurte, o "fradinho", uma tosta e uma fatia de queijo! Ora bolas!
Vou usar a mesma abordagem com as manas do Feitiço; pode ser que funcione com alguma delas! :-)
A sexta parte, ausente, foi comida por quem nos ofereceu. Eu gosto assim, sem cerimónias! E ficava a conta perfeita, pois cá em casa somos cinco, para cinco "fradinhos". Assim que recebi (a caixa foi-me entregue a mim), comi logo a minha parte. Era bom!
O Rogério comeu a sua quota parte ontem ao jantar ou hoje de manhã - ou levou-a para o trabalho, não sei. Só sei que se serviu.
Ficaram, portanto, três fradinhos, para as crianças da casa.
À boa da Bruxa Mimi, que conseguiu abster-se de devorar o que não lhe pertencia, restou oferecer ao Feitiço um "fradinho" a acompanhar um iogurte, ao lanche, na esperança de que ele não gostasse e pedisse tostas ou bolachas em substituição. Nessa altura, faria o sacrifício de comer o "fradinho", para não se desperdiçar.
Esperança vã: o Feitiço comeu o iogurte, o "fradinho", uma tosta e uma fatia de queijo! Ora bolas!
Vou usar a mesma abordagem com as manas do Feitiço; pode ser que funcione com alguma delas! :-)
Quarto filho (um segredo bem escondido)
Para começar, o título é uma provocação! Não estou grávida, nem dei à luz uma criança às escondidas da minha família, ao nível da melhor telenovela sul-americana...
Este meu "quarto filho" tão-pouco é uma criança que eu trate como se fosse minha filha; aliás este meu rebento de criança tem pouco!
Trata-se de um "Filhote Pato", sendo eu a "Mãe Pata". Mas também não é um animalzinho de que cuido carinhosamente!...
É uma amiga de longa data, que me "adotou" como mãe apesar de não termos sequer meio ano de diferença de idades - tudo na brincadeira, claro!
Tínhamos, na altura, 18 e 17 anos (eu sou a mais velha), e nuns fantásticos dias que passámos no Algarve, na casa semi-habitável que os meus pais lá tinham (ainda têm a casa, mas depois de várias obras está 100% habitável!), por imaginação dela, criámos estas identidades que muito nos fizeram rir.
Estas personagens cresceram connosco, pois ainda assinamos "Mãe Pata" e "Filhote Pato" em muitas das mensagens que trocamos! Eu não sou "Mãe Pata" para mais ninguém, mas sei que esta minha amiga personifica o "Pato" noutros contextos. O que nunca esclareci é se anda a chamar "Mãe (Pata)" a outra! Não se diz que "Mãe há só uma"?
Este meu "quarto filho" tão-pouco é uma criança que eu trate como se fosse minha filha; aliás este meu rebento de criança tem pouco!
Trata-se de um "Filhote Pato", sendo eu a "Mãe Pata". Mas também não é um animalzinho de que cuido carinhosamente!...
É uma amiga de longa data, que me "adotou" como mãe apesar de não termos sequer meio ano de diferença de idades - tudo na brincadeira, claro!
Tínhamos, na altura, 18 e 17 anos (eu sou a mais velha), e nuns fantásticos dias que passámos no Algarve, na casa semi-habitável que os meus pais lá tinham (ainda têm a casa, mas depois de várias obras está 100% habitável!), por imaginação dela, criámos estas identidades que muito nos fizeram rir.
Estas personagens cresceram connosco, pois ainda assinamos "Mãe Pata" e "Filhote Pato" em muitas das mensagens que trocamos! Eu não sou "Mãe Pata" para mais ninguém, mas sei que esta minha amiga personifica o "Pato" noutros contextos. O que nunca esclareci é se anda a chamar "Mãe (Pata)" a outra! Não se diz que "Mãe há só uma"?
Quarto filho (um segredo bem escondido)
Para começar, o título é uma provocação! Não estou grávida, nem dei à luz uma criança às escondidas da minha família, ao nível da melhor telenovela sul-americana...
Este meu "quarto filho" tão-pouco é uma criança que eu trate como se fosse minha filha; aliás este meu rebento de criança tem pouco!
Trata-se de um "Filhote Pato", sendo eu a "Mãe Pata". Mas também não é um animalzinho de que cuido carinhosamente!...
É uma amiga de longa data, que me "adotou" como mãe apesar de não termos sequer meio ano de diferença de idades - tudo na brincadeira, claro!
Tínhamos, na altura, 18 e 17 anos (eu sou a mais velha), e nuns fantásticos dias que passámos no Algarve, na casa semi-habitável que os meus pais lá tinham (ainda têm a casa, mas depois de várias obras está 100% habitável!), por imaginação dela, criámos estas identidades que muito nos fizeram rir.
Estas personagens cresceram connosco, pois ainda assinamos "Mãe Pata" e "Filhote Pato" em muitas das mensagens que trocamos! Eu não sou "Mãe Pata" para mais ninguém, mas sei que esta minha amiga personifica o "Pato" noutros contextos. O que nunca esclareci é se anda a chamar "Mãe (Pata)" a outra! Não se diz que "Mãe há só uma"?
Este meu "quarto filho" tão-pouco é uma criança que eu trate como se fosse minha filha; aliás este meu rebento de criança tem pouco!
Trata-se de um "Filhote Pato", sendo eu a "Mãe Pata". Mas também não é um animalzinho de que cuido carinhosamente!...
É uma amiga de longa data, que me "adotou" como mãe apesar de não termos sequer meio ano de diferença de idades - tudo na brincadeira, claro!
Tínhamos, na altura, 18 e 17 anos (eu sou a mais velha), e nuns fantásticos dias que passámos no Algarve, na casa semi-habitável que os meus pais lá tinham (ainda têm a casa, mas depois de várias obras está 100% habitável!), por imaginação dela, criámos estas identidades que muito nos fizeram rir.
Estas personagens cresceram connosco, pois ainda assinamos "Mãe Pata" e "Filhote Pato" em muitas das mensagens que trocamos! Eu não sou "Mãe Pata" para mais ninguém, mas sei que esta minha amiga personifica o "Pato" noutros contextos. O que nunca esclareci é se anda a chamar "Mãe (Pata)" a outra! Não se diz que "Mãe há só uma"?
Mia #3
Ora aqui está a Mia no meio das flores, no bolo do 5º aniversário da Varinha.
Tenho orgulho neste resultado final, tanto da Mia, como do próprio bolo. É que, ao contrário de outras mamãs cujos blogues sigo, e que de vez em quando apresentam umas fotografias de iguarias feitas por elas e que considero dignas de livros de culinária, eu não sou experiente na cozinha (como aliás já tinha dado a entender aqui, embora subtilmente). Este é o único bolo que sei fazer, e só fiz o primeiro há alguns meses.
Um dia destes vou aventurar-me num bolo diferente. Quando estiver (ainda) mais segura dos meus dotes de pasteleira, vou fazer um bolo (quem diz bolo, diz bolinhos, bolachas, ou biscoitos) com as minhas filhotas. Não quero que se tornem umas totós na cozinha, como a mãezinha delas. Nada como começar, em criança, meio a sério, meio a brincar! Ah, é verdade, só digo filhotas e não filhotes, porque o Feitiço ainda é pequenino e provavelmente aproveitarei a sesta dele para esta experiência a três. Mais tarde passarei a inclui-lo nestas atividades... pelo menos se quiser usufruir (leia-se: comer) dos resultados!
Mia #3
Ora aqui está a Mia no meio das flores, no bolo do 5º aniversário da Varinha.
Tenho orgulho neste resultado final, tanto da Mia, como do próprio bolo. É que, ao contrário de outras mamãs cujos blogues sigo, e que de vez em quando apresentam umas fotografias de iguarias feitas por elas e que considero dignas de livros de culinária, eu não sou experiente na cozinha (como aliás já tinha dado a entender aqui, embora subtilmente). Este é o único bolo que sei fazer, e só fiz o primeiro há alguns meses.
Um dia destes vou aventurar-me num bolo diferente. Quando estiver (ainda) mais segura dos meus dotes de pasteleira, vou fazer um bolo (quem diz bolo, diz bolinhos, bolachas, ou biscoitos) com as minhas filhotas. Não quero que se tornem umas totós na cozinha, como a mãezinha delas. Nada como começar, em criança, meio a sério, meio a brincar! Ah, é verdade, só digo filhotas e não filhotes, porque o Feitiço ainda é pequenino e provavelmente aproveitarei a sesta dele para esta experiência a três. Mais tarde passarei a inclui-lo nestas atividades... pelo menos se quiser usufruir (leia-se: comer) dos resultados!
É dos carecas que ele fala mais #2
Como já vos tinha contado, o Feitiço anda numa maré de chamar careca a toda a gente. Agora, já não é só a toda a gente, é a tudo!
Esta colher, por exemplo,
é a "colher verde, amarela e careca".
Os gatos da minha irmã, que são bem peludinhos, como é normal nos gatos, também não escaparam ao adjetivo favorito do Feitiço. De nada valeu argumentar que eles têm pêlos em todo o corpo...
Um dos tios do Feitiço, que também (como o pai do Feitiço) não tem cabelos em abundância no topo da cabeça, tendo sido alvo da expressão "Olá, tio careca!", tentou que o Feitiço percebesse que daqui a uns anos ele próprio, Feitiço, partilhará provavelmente do mesmo destino capilar, mas isso não deu em nada. O Feitiço quer lá saber do futuro! Ele gosta da sonoridade da palavra "careca" e vai usá-la até se cansar e passar a outra!
De qualquer maneira, ao despedir-se do Feitiço, que o brindou com "Adeus, careca!", o tio deu-lhe uma resposta do mesmo nível: "Adeus, futuro careca!"
Tenho a impressão que o vocábulo "careca" ainda vai dar muito que falar...
É dos carecas que ele fala mais #2
Como já vos tinha contado, o Feitiço anda numa maré de chamar careca a toda a gente. Agora, já não é só a toda a gente, é a tudo!
Esta colher, por exemplo,
é a "colher verde, amarela e careca".
Os gatos da minha irmã, que são bem peludinhos, como é normal nos gatos, também não escaparam ao adjetivo favorito do Feitiço. De nada valeu argumentar que eles têm pêlos em todo o corpo...
Um dos tios do Feitiço, que também (como o pai do Feitiço) não tem cabelos em abundância no topo da cabeça, tendo sido alvo da expressão "Olá, tio careca!", tentou que o Feitiço percebesse que daqui a uns anos ele próprio, Feitiço, partilhará provavelmente do mesmo destino capilar, mas isso não deu em nada. O Feitiço quer lá saber do futuro! Ele gosta da sonoridade da palavra "careca" e vai usá-la até se cansar e passar a outra!
De qualquer maneira, ao despedir-se do Feitiço, que o brindou com "Adeus, careca!", o tio deu-lhe uma resposta do mesmo nível: "Adeus, futuro careca!"
Tenho a impressão que o vocábulo "careca" ainda vai dar muito que falar...
Publicações mentais
Durante este fim de semana fartei-me de publicar posts... mentalmente! Era a gracinha do Feitiço, o reencontro com amigas que não via há longos meses (anos, algumas), o convívio em família, a fotografia do bolo com a Mia no meio das flores, o bom serviço dos CTT, etc e tal.
Pois, posts mentais não alimentam blogues... Tenho de arranjar tempo (correção: não tenho de arranjar tempo, tenho de reorganizar o meu tempo) para escrever todos os posts que rascunhei mentalmente. Fica prometido que o farei!
Pois, posts mentais não alimentam blogues... Tenho de arranjar tempo (correção: não tenho de arranjar tempo, tenho de reorganizar o meu tempo) para escrever todos os posts que rascunhei mentalmente. Fica prometido que o farei!
Publicações mentais
Durante este fim de semana fartei-me de publicar posts... mentalmente! Era a gracinha do Feitiço, o reencontro com amigas que não via há longos meses (anos, algumas), o convívio em família, a fotografia do bolo com a Mia no meio das flores, o bom serviço dos CTT, etc e tal.
Pois, posts mentais não alimentam blogues... Tenho de arranjar tempo (correção: não tenho de arranjar tempo, tenho de reorganizar o meu tempo) para escrever todos os posts que rascunhei mentalmente. Fica prometido que o farei!
Pois, posts mentais não alimentam blogues... Tenho de arranjar tempo (correção: não tenho de arranjar tempo, tenho de reorganizar o meu tempo) para escrever todos os posts que rascunhei mentalmente. Fica prometido que o farei!
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Amor(es) possessivo(s)
Neste post contei um diálogo que se passou entre mim e o Feitiço, no fim da sesta, sobre quem é que gostava muito dele.
Mais tarde, depois do banho, não sei bem porquê (possivelmente porque queria uma resposta diferente, embora estivesse convencida que o Feitiço, "topando-me", diria exatamente a mesma coisa), voltei ao assunto, acrescentando um possessivo "meu".
Eu: Sabes quem é que gosta muito do meu Feitiço?
Feitiço: É a minha Mimi. [utilizando o meu nome verdadeiro]
Está muito certo: se ele é "meu", eu também sou "dele"! Mas achei curioso ele ter usado o meu nome em vez de "É a minha mamã.". Acho que o Feitiço quis dar-me uma resposta à altura e conseguiu!
Mais tarde, depois do banho, não sei bem porquê (possivelmente porque queria uma resposta diferente, embora estivesse convencida que o Feitiço, "topando-me", diria exatamente a mesma coisa), voltei ao assunto, acrescentando um possessivo "meu".
Eu: Sabes quem é que gosta muito do meu Feitiço?
Feitiço: É a minha Mimi. [utilizando o meu nome verdadeiro]
Está muito certo: se ele é "meu", eu também sou "dele"! Mas achei curioso ele ter usado o meu nome em vez de "É a minha mamã.". Acho que o Feitiço quis dar-me uma resposta à altura e conseguiu!
Amor(es) possessivo(s)
Neste post contei um diálogo que se passou entre mim e o Feitiço, no fim da sesta, sobre quem é que gostava muito dele.
Mais tarde, depois do banho, não sei bem porquê (possivelmente porque queria uma resposta diferente, embora estivesse convencida que o Feitiço, "topando-me", diria exatamente a mesma coisa), voltei ao assunto, acrescentando um possessivo "meu".
Eu: Sabes quem é que gosta muito do meu Feitiço?
Feitiço: É a minha Mimi. [utilizando o meu nome verdadeiro]
Está muito certo: se ele é "meu", eu também sou "dele"! Mas achei curioso ele ter usado o meu nome em vez de "É a minha mamã.". Acho que o Feitiço quis dar-me uma resposta à altura e conseguiu!
Mais tarde, depois do banho, não sei bem porquê (possivelmente porque queria uma resposta diferente, embora estivesse convencida que o Feitiço, "topando-me", diria exatamente a mesma coisa), voltei ao assunto, acrescentando um possessivo "meu".
Eu: Sabes quem é que gosta muito do meu Feitiço?
Feitiço: É a minha Mimi. [utilizando o meu nome verdadeiro]
Está muito certo: se ele é "meu", eu também sou "dele"! Mas achei curioso ele ter usado o meu nome em vez de "É a minha mamã.". Acho que o Feitiço quis dar-me uma resposta à altura e conseguiu!
Mia #2
Ontem terminei a Mia (falei dela aqui). Finalmente! Está um bocado escanzelada, coitada, e o cabelo sofreu um bocado ao juntar a cabeça ao corpo, mas, no geral, ficou gira, na minha opinião.
Deixo-vos duas imagens da Mia da televisão, a original, e uma da Mia que fiz em JumpingClay. Que tal?
Depois tirarei fotografia ao bolo com a Mia rodeada de flores (também feitas em JumpingClay) e postarei para verem. Nessa altura poderão dizer o que acham de todo o arranjo... :-)
Deixo-vos duas imagens da Mia da televisão, a original, e uma da Mia que fiz em JumpingClay. Que tal?
Depois tirarei fotografia ao bolo com a Mia rodeada de flores (também feitas em JumpingClay) e postarei para verem. Nessa altura poderão dizer o que acham de todo o arranjo... :-)
Mia #2
Ontem terminei a Mia (falei dela aqui). Finalmente! Está um bocado escanzelada, coitada, e o cabelo sofreu um bocado ao juntar a cabeça ao corpo, mas, no geral, ficou gira, na minha opinião.
Deixo-vos duas imagens da Mia da televisão, a original, e uma da Mia que fiz em JumpingClay. Que tal?
Depois tirarei fotografia ao bolo com a Mia rodeada de flores (também feitas em JumpingClay) e postarei para verem. Nessa altura poderão dizer o que acham de todo o arranjo... :-)
Deixo-vos duas imagens da Mia da televisão, a original, e uma da Mia que fiz em JumpingClay. Que tal?
Depois tirarei fotografia ao bolo com a Mia rodeada de flores (também feitas em JumpingClay) e postarei para verem. Nessa altura poderão dizer o que acham de todo o arranjo... :-)
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Palavras à moda deles
Todas as crianças passam por aquela fase em que dizem tudo, mas muitas coisas dizem mal, acho eu. As minhas não são exceção.
O Feitiço corta muitas palavras, numa perspetiva economicista, mas agora, que quero enumerar, só me lembro de uma:
"máqui" em vez de máquina.
Também recria palavras, em maior ou menor grau:
"macosa" é cor-de-rosa;
"fantamas" é fantasma (singular);
"contador" é computador.
A Varinha, mais crescida, ainda se atrapalha às vezes:
"quistório" é o escritório;
"comptador" é "computador.
A Vassoura, ainda mais crescida, de vez em quando diz:
"númaro" em vez de "número".
A lista seria maior se eu registasse tudo quando era dito, logo que era dito, mas é óbvio que não o consigo fazer, ... infelizmente!
O Feitiço corta muitas palavras, numa perspetiva economicista, mas agora, que quero enumerar, só me lembro de uma:
"máqui" em vez de máquina.
Também recria palavras, em maior ou menor grau:
"macosa" é cor-de-rosa;
"fantamas" é fantasma (singular);
"contador" é computador.
A Varinha, mais crescida, ainda se atrapalha às vezes:
"quistório" é o escritório;
"comptador" é "computador.
A Vassoura, ainda mais crescida, de vez em quando diz:
"númaro" em vez de "número".
A lista seria maior se eu registasse tudo quando era dito, logo que era dito, mas é óbvio que não o consigo fazer, ... infelizmente!
Palavras à moda deles
Todas as crianças passam por aquela fase em que dizem tudo, mas muitas coisas dizem mal, acho eu. As minhas não são exceção.
O Feitiço corta muitas palavras, numa perspetiva economicista, mas agora, que quero enumerar, só me lembro de uma:
"máqui" em vez de máquina.
Também recria palavras, em maior ou menor grau:
"macosa" é cor-de-rosa;
"fantamas" é fantasma (singular);
"contador" é computador.
A Varinha, mais crescida, ainda se atrapalha às vezes:
"quistório" é o escritório;
"comptador" é "computador.
A Vassoura, ainda mais crescida, de vez em quando diz:
"númaro" em vez de "número".
A lista seria maior se eu registasse tudo quando era dito, logo que era dito, mas é óbvio que não o consigo fazer, ... infelizmente!
O Feitiço corta muitas palavras, numa perspetiva economicista, mas agora, que quero enumerar, só me lembro de uma:
"máqui" em vez de máquina.
Também recria palavras, em maior ou menor grau:
"macosa" é cor-de-rosa;
"fantamas" é fantasma (singular);
"contador" é computador.
A Varinha, mais crescida, ainda se atrapalha às vezes:
"quistório" é o escritório;
"comptador" é "computador.
A Vassoura, ainda mais crescida, de vez em quando diz:
"númaro" em vez de "número".
A lista seria maior se eu registasse tudo quando era dito, logo que era dito, mas é óbvio que não o consigo fazer, ... infelizmente!
Amor-próprio
Quando estava a vestir o Feitiço, depois da sesta, em clima de cumplicidade a dois, fiz-lhe uma pergunta:
- Sabes quem é que gosta muito de ti?
Feitiço: Sei.
Eu: Quem?
Feitiço: Eu.
Ainda tentei que ele dissesse, a seguir, outra pessoa que também gostava dele (afinal de contas digo-o tantas vezes!), mas não fui bem sucedida.
Mas há aqui um ponto muito positivo: o Feitiço gosta muito de si e não se esquece disso! :-)
- Sabes quem é que gosta muito de ti?
Feitiço: Sei.
Eu: Quem?
Feitiço: Eu.
Ainda tentei que ele dissesse, a seguir, outra pessoa que também gostava dele (afinal de contas digo-o tantas vezes!), mas não fui bem sucedida.
Mas há aqui um ponto muito positivo: o Feitiço gosta muito de si e não se esquece disso! :-)
Amor-próprio
Quando estava a vestir o Feitiço, depois da sesta, em clima de cumplicidade a dois, fiz-lhe uma pergunta:
- Sabes quem é que gosta muito de ti?
Feitiço: Sei.
Eu: Quem?
Feitiço: Eu.
Ainda tentei que ele dissesse, a seguir, outra pessoa que também gostava dele (afinal de contas digo-o tantas vezes!), mas não fui bem sucedida.
Mas há aqui um ponto muito positivo: o Feitiço gosta muito de si e não se esquece disso! :-)
- Sabes quem é que gosta muito de ti?
Feitiço: Sei.
Eu: Quem?
Feitiço: Eu.
Ainda tentei que ele dissesse, a seguir, outra pessoa que também gostava dele (afinal de contas digo-o tantas vezes!), mas não fui bem sucedida.
Mas há aqui um ponto muito positivo: o Feitiço gosta muito de si e não se esquece disso! :-)
Um mês!
O blogue faz hoje um mês. Para já, vou continuar a escrever nele. Gosto.
E é este o resultado do balanço, em dia de pouca inspiração!
E é este o resultado do balanço, em dia de pouca inspiração!
Um mês!
O blogue faz hoje um mês. Para já, vou continuar a escrever nele. Gosto.
E é este o resultado do balanço, em dia de pouca inspiração!
E é este o resultado do balanço, em dia de pouca inspiração!
terça-feira, 2 de abril de 2013
Mia
"Mia" é um título um tanto vago...
Neste caso, "Mia" é o nome da personagem principal de uma série de desenhos animados/pessoas de carne e osso que dá na televisão. E por que é que a Mia tem direito a ser também o centro deste post?
Porque eu deveria estar a concluir uma Mia em JumpingClay (ver este vídeo sobre a JumpingClay se ainda não sabe nada sobre esta revolucionária plasticina) para decoração do bolo de anos da Varinha e... não estou!
Já não falta muito, mas como tenho outros afazeres igualmente urgentes, talvez seja boa ideia, depois de publicar este importantíssimo (!!!) post, largar a internet e o computador e pôr mãos à obra!
Quando a Mia estiver pronta (e há de estar a tempo), publicarei uma fotografia dela. Fica prometido. "E o prometido é devido", já canta o outro...
Neste caso, "Mia" é o nome da personagem principal de uma série de desenhos animados/pessoas de carne e osso que dá na televisão. E por que é que a Mia tem direito a ser também o centro deste post?
Porque eu deveria estar a concluir uma Mia em JumpingClay (ver este vídeo sobre a JumpingClay se ainda não sabe nada sobre esta revolucionária plasticina) para decoração do bolo de anos da Varinha e... não estou!
Já não falta muito, mas como tenho outros afazeres igualmente urgentes, talvez seja boa ideia, depois de publicar este importantíssimo (!!!) post, largar a internet e o computador e pôr mãos à obra!
Quando a Mia estiver pronta (e há de estar a tempo), publicarei uma fotografia dela. Fica prometido. "E o prometido é devido", já canta o outro...
Mia
"Mia" é um título um tanto vago...
Neste caso, "Mia" é o nome da personagem principal de uma série de desenhos animados/pessoas de carne e osso que dá na televisão. E por que é que a Mia tem direito a ser também o centro deste post?
Porque eu deveria estar a concluir uma Mia em JumpingClay (ver este vídeo sobre a JumpingClay se ainda não sabe nada sobre esta revolucionária plasticina) para decoração do bolo de anos da Varinha e... não estou!
Já não falta muito, mas como tenho outros afazeres igualmente urgentes, talvez seja boa ideia, depois de publicar este importantíssimo (!!!) post, largar a internet e o computador e pôr mãos à obra!
Quando a Mia estiver pronta (e há de estar a tempo), publicarei uma fotografia dela. Fica prometido. "E o prometido é devido", já canta o outro...
Neste caso, "Mia" é o nome da personagem principal de uma série de desenhos animados/pessoas de carne e osso que dá na televisão. E por que é que a Mia tem direito a ser também o centro deste post?
Porque eu deveria estar a concluir uma Mia em JumpingClay (ver este vídeo sobre a JumpingClay se ainda não sabe nada sobre esta revolucionária plasticina) para decoração do bolo de anos da Varinha e... não estou!
Já não falta muito, mas como tenho outros afazeres igualmente urgentes, talvez seja boa ideia, depois de publicar este importantíssimo (!!!) post, largar a internet e o computador e pôr mãos à obra!
Quando a Mia estiver pronta (e há de estar a tempo), publicarei uma fotografia dela. Fica prometido. "E o prometido é devido", já canta o outro...
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Bela peça
Depois de ouvir várias queixas "O Feitiço tirou-me as peças [de Lego] que eu precisava", "O Feitiço destruiu a minha construção" e de conseguir acalmar os ânimos dos meus três bruxinhos, acabei por ficar alguns momentos na companhia do Feitiço. Tentei ajudá-lo a juntar umas peças de difícil encaixe.
Feitiço: Não. É esta peça!
Eu: Tu é que és uma bela "peça"!...
Feitiço: Não! Sou uma criança!
E é mesmo. Uma bela criança!
Feitiço: Não. É esta peça!
Eu: Tu é que és uma bela "peça"!...
Feitiço: Não! Sou uma criança!
E é mesmo. Uma bela criança!
Bela peça
Depois de ouvir várias queixas "O Feitiço tirou-me as peças [de Lego] que eu precisava", "O Feitiço destruiu a minha construção" e de conseguir acalmar os ânimos dos meus três bruxinhos, acabei por ficar alguns momentos na companhia do Feitiço. Tentei ajudá-lo a juntar umas peças de difícil encaixe.
Feitiço: Não. É esta peça!
Eu: Tu é que és uma bela "peça"!...
Feitiço: Não! Sou uma criança!
E é mesmo. Uma bela criança!
Feitiço: Não. É esta peça!
Eu: Tu é que és uma bela "peça"!...
Feitiço: Não! Sou uma criança!
E é mesmo. Uma bela criança!
domingo, 31 de março de 2013
É dos carecas que ele fala mais
O Feitiço ultimamente tem mostrado muito interesse por carecas e termina muitas frases com "careca", independentemente da pessoa com quem está a falar e do que está a dizer. Por exemplo:
Eu: - Feitiço, diz "Até amanhã" às manas.
Feitiço: - Até amanhã, careca(s).
No outro dia, calhou estarmos todos na casa-de-banho quando o Feitiço, ao falar com uma das manas, terminou a frase com "careca". Nessa altura, o Rogério disse: "Só eu é que sou careca - olha [e mostrou o alto da cabeça, onde há realmente muito poucos cabelos]". O Feitiço percebeu a ideia, mas desde aí já repetiu "careca" sem "adequação capilar". E mesmo no caso do pai, eu já lhe disse várias vezes que "não é para chamar careca ao papá".
Hoje, a obsessão do Feitiço por carecas teve o seu momento mais glorioso, apesar de, felizmente, só eu (creio) ter dado por ele.
Estávamos na Igreja, na Eucaristia. Quando o Senhor Padre se aproximou do ambão, para a leitura do Evangelho, o Feitiço virou-se para mim e disse, num tom intrigado, mas discreto:
- Olha! Também é careca?!?
Eu respondi logo, baixinho, antes que ele aumentasse o volume e repetisse a pergunta:
- Sim, mas não é preciso dizeres.
Ele insistiu: - Perdeu muitos cabelos?!?
Eu: - Sim, mas ele já sabe disso, não é preciso dizeres.
E com esta consegui silenciar o Fã Nº1 de todos os carecas do mundo.
Eu: - Feitiço, diz "Até amanhã" às manas.
Feitiço: - Até amanhã, careca(s).
No outro dia, calhou estarmos todos na casa-de-banho quando o Feitiço, ao falar com uma das manas, terminou a frase com "careca". Nessa altura, o Rogério disse: "Só eu é que sou careca - olha [e mostrou o alto da cabeça, onde há realmente muito poucos cabelos]". O Feitiço percebeu a ideia, mas desde aí já repetiu "careca" sem "adequação capilar". E mesmo no caso do pai, eu já lhe disse várias vezes que "não é para chamar careca ao papá".
Hoje, a obsessão do Feitiço por carecas teve o seu momento mais glorioso, apesar de, felizmente, só eu (creio) ter dado por ele.
Estávamos na Igreja, na Eucaristia. Quando o Senhor Padre se aproximou do ambão, para a leitura do Evangelho, o Feitiço virou-se para mim e disse, num tom intrigado, mas discreto:
- Olha! Também é careca?!?
Eu respondi logo, baixinho, antes que ele aumentasse o volume e repetisse a pergunta:
- Sim, mas não é preciso dizeres.
Ele insistiu: - Perdeu muitos cabelos?!?
Eu: - Sim, mas ele já sabe disso, não é preciso dizeres.
E com esta consegui silenciar o Fã Nº1 de todos os carecas do mundo.
É dos carecas que ele fala mais
O Feitiço ultimamente tem mostrado muito interesse por carecas e termina muitas frases com "careca", independentemente da pessoa com quem está a falar e do que está a dizer. Por exemplo:
Eu: - Feitiço, diz "Até amanhã" às manas.
Feitiço: - Até amanhã, careca(s).
No outro dia, calhou estarmos todos na casa-de-banho quando o Feitiço, ao falar com uma das manas, terminou a frase com "careca". Nessa altura, o Rogério disse: "Só eu é que sou careca - olha [e mostrou o alto da cabeça, onde há realmente muito poucos cabelos]". O Feitiço percebeu a ideia, mas desde aí já repetiu "careca" sem "adequação capilar". E mesmo no caso do pai, eu já lhe disse várias vezes que "não é para chamar careca ao papá".
Hoje, a obsessão do Feitiço por carecas teve o seu momento mais glorioso, apesar de, felizmente, só eu (creio) ter dado por ele.
Estávamos na Igreja, na Eucaristia. Quando o Senhor Padre se aproximou do ambão, para a leitura do Evangelho, o Feitiço virou-se para mim e disse, num tom intrigado, mas discreto:
- Olha! Também é careca?!?
Eu respondi logo, baixinho, antes que ele aumentasse o volume e repetisse a pergunta:
- Sim, mas não é preciso dizeres.
Ele insistiu: - Perdeu muitos cabelos?!?
Eu: - Sim, mas ele já sabe disso, não é preciso dizeres.
E com esta consegui silenciar o Fã Nº1 de todos os carecas do mundo.
Eu: - Feitiço, diz "Até amanhã" às manas.
Feitiço: - Até amanhã, careca(s).
No outro dia, calhou estarmos todos na casa-de-banho quando o Feitiço, ao falar com uma das manas, terminou a frase com "careca". Nessa altura, o Rogério disse: "Só eu é que sou careca - olha [e mostrou o alto da cabeça, onde há realmente muito poucos cabelos]". O Feitiço percebeu a ideia, mas desde aí já repetiu "careca" sem "adequação capilar". E mesmo no caso do pai, eu já lhe disse várias vezes que "não é para chamar careca ao papá".
Hoje, a obsessão do Feitiço por carecas teve o seu momento mais glorioso, apesar de, felizmente, só eu (creio) ter dado por ele.
Estávamos na Igreja, na Eucaristia. Quando o Senhor Padre se aproximou do ambão, para a leitura do Evangelho, o Feitiço virou-se para mim e disse, num tom intrigado, mas discreto:
- Olha! Também é careca?!?
Eu respondi logo, baixinho, antes que ele aumentasse o volume e repetisse a pergunta:
- Sim, mas não é preciso dizeres.
Ele insistiu: - Perdeu muitos cabelos?!?
Eu: - Sim, mas ele já sabe disso, não é preciso dizeres.
E com esta consegui silenciar o Fã Nº1 de todos os carecas do mundo.
quinta-feira, 28 de março de 2013
Desabafo
Às vezes gostava de não ser o correspondente ao 112 no âmbito familiar.
Seja o que for que aconteceu, é a mim que os três recorrem: "Mamãããã!"
Hoje, por exemplo, estava eu na banheira, em pleno duche, apareceu-me a Varinha a dizer não sei o quê (não sei mesmo, pois o barulho da água não me deixou perceber). Dava para perceber que não era grave, pelo tom, e tinha todo o som de ser uma queixa muito sofrida de qualquer coisa que o Feitiço (mais provável) ou a Vassoura (menos provável) tinha(m) feito.
Sem parar o duche, repliquei: "Quero tomar banho sossegada. Se é grave, vai dizer ao papá; se não é grave, espera." A Varinha insistiu: "Mas, mamã, [...]". Mais uma vez sem perceber as suas palavras - e, honestamente, sem esperar que ela acabasse de falar -, repeti: "Se é grave, vai dizer ao papá; se não é grave, espera."
Escusado (ou talvez não) será dizer que a Varinha não foi ter com o Rogério, pois não era grave o que se tinha passado ou estava a passar. E quando me viu pronta, também não tinha nada para me contar. Ou seja, continuando a analogia, foi uma daquelas chamadas desnecessárias que o 112 está sempre a receber, por pessoas que não se coíbem de o fazer.
Ficou o desabafo.
...
Mas, como todas as moedas têm dois lados, eu adoro sentir e perceber que sou o "mais-que-tudo" dos meus filhotes e mais vale admiti-lo também. :-)
Seja o que for que aconteceu, é a mim que os três recorrem: "Mamãããã!"
Hoje, por exemplo, estava eu na banheira, em pleno duche, apareceu-me a Varinha a dizer não sei o quê (não sei mesmo, pois o barulho da água não me deixou perceber). Dava para perceber que não era grave, pelo tom, e tinha todo o som de ser uma queixa muito sofrida de qualquer coisa que o Feitiço (mais provável) ou a Vassoura (menos provável) tinha(m) feito.
Sem parar o duche, repliquei: "Quero tomar banho sossegada. Se é grave, vai dizer ao papá; se não é grave, espera." A Varinha insistiu: "Mas, mamã, [...]". Mais uma vez sem perceber as suas palavras - e, honestamente, sem esperar que ela acabasse de falar -, repeti: "Se é grave, vai dizer ao papá; se não é grave, espera."
Escusado (ou talvez não) será dizer que a Varinha não foi ter com o Rogério, pois não era grave o que se tinha passado ou estava a passar. E quando me viu pronta, também não tinha nada para me contar. Ou seja, continuando a analogia, foi uma daquelas chamadas desnecessárias que o 112 está sempre a receber, por pessoas que não se coíbem de o fazer.
Ficou o desabafo.
...
Mas, como todas as moedas têm dois lados, eu adoro sentir e perceber que sou o "mais-que-tudo" dos meus filhotes e mais vale admiti-lo também. :-)
Desabafo
Às vezes gostava de não ser o correspondente ao 112 no âmbito familiar.
Seja o que for que aconteceu, é a mim que os três recorrem: "Mamãããã!"
Hoje, por exemplo, estava eu na banheira, em pleno duche, apareceu-me a Varinha a dizer não sei o quê (não sei mesmo, pois o barulho da água não me deixou perceber). Dava para perceber que não era grave, pelo tom, e tinha todo o som de ser uma queixa muito sofrida de qualquer coisa que o Feitiço (mais provável) ou a Vassoura (menos provável) tinha(m) feito.
Sem parar o duche, repliquei: "Quero tomar banho sossegada. Se é grave, vai dizer ao papá; se não é grave, espera." A Varinha insistiu: "Mas, mamã, [...]". Mais uma vez sem perceber as suas palavras - e, honestamente, sem esperar que ela acabasse de falar -, repeti: "Se é grave, vai dizer ao papá; se não é grave, espera."
Escusado (ou talvez não) será dizer que a Varinha não foi ter com o Rogério, pois não era grave o que se tinha passado ou estava a passar. E quando me viu pronta, também não tinha nada para me contar. Ou seja, continuando a analogia, foi uma daquelas chamadas desnecessárias que o 112 está sempre a receber, por pessoas que não se coíbem de o fazer.
Ficou o desabafo.
...
Mas, como todas as moedas têm dois lados, eu adoro sentir e perceber que sou o "mais-que-tudo" dos meus filhotes e mais vale admiti-lo também. :-)
Seja o que for que aconteceu, é a mim que os três recorrem: "Mamãããã!"
Hoje, por exemplo, estava eu na banheira, em pleno duche, apareceu-me a Varinha a dizer não sei o quê (não sei mesmo, pois o barulho da água não me deixou perceber). Dava para perceber que não era grave, pelo tom, e tinha todo o som de ser uma queixa muito sofrida de qualquer coisa que o Feitiço (mais provável) ou a Vassoura (menos provável) tinha(m) feito.
Sem parar o duche, repliquei: "Quero tomar banho sossegada. Se é grave, vai dizer ao papá; se não é grave, espera." A Varinha insistiu: "Mas, mamã, [...]". Mais uma vez sem perceber as suas palavras - e, honestamente, sem esperar que ela acabasse de falar -, repeti: "Se é grave, vai dizer ao papá; se não é grave, espera."
Escusado (ou talvez não) será dizer que a Varinha não foi ter com o Rogério, pois não era grave o que se tinha passado ou estava a passar. E quando me viu pronta, também não tinha nada para me contar. Ou seja, continuando a analogia, foi uma daquelas chamadas desnecessárias que o 112 está sempre a receber, por pessoas que não se coíbem de o fazer.
Ficou o desabafo.
...
Mas, como todas as moedas têm dois lados, eu adoro sentir e perceber que sou o "mais-que-tudo" dos meus filhotes e mais vale admiti-lo também. :-)
quarta-feira, 27 de março de 2013
Cubos de histórias
Desengane-se quem pensar que eu tenho mãos habilidosas, depois de ver este post. Sim, fui eu que desenhei em todas as faces destes cubos e fui eu que os envernizei, mas de resto...
O produto original, pronto a pagar e a usar, é o que se encontra neste link:
http://www.storycubes.com/products/rorys-story-cubes/
A maneira de os fazer encontra-se em
http://www.redtedart.com/2010/11/05/how-to-make-story-cubes-beautiful-memories/
e em
http://mymagicmom.com/story-blocks-or-story-dice/
Estes cubos estiveram um bocado parados cá por casa, mas já se revelaram muito úteis durante viagens em transportes públicos, na sala de espera do médico e nos tempos "mortos" à mesa de um restaurante.
Nos últimos dias redescobrimos os cubos de histórias que estavam esquecidos e passámos uns bons momentos entretidos com eles. Agora até o Feitiço joga connosco, com a particularidade que não liga nenhuma ao que nós dizemos e inventa uma história a partir do que vê no cubo ou cubos que tem na mão, e nós é que temos de nos adaptar ao que ele diz... um desafio maior e ainda mais divertido!
O produto original, pronto a pagar e a usar, é o que se encontra neste link:
http://www.storycubes.com/products/rorys-story-cubes/
A maneira de os fazer encontra-se em
http://www.redtedart.com/2010/11/05/how-to-make-story-cubes-beautiful-memories/
e em
http://mymagicmom.com/story-blocks-or-story-dice/
Estes cubos estiveram um bocado parados cá por casa, mas já se revelaram muito úteis durante viagens em transportes públicos, na sala de espera do médico e nos tempos "mortos" à mesa de um restaurante.
Nos últimos dias redescobrimos os cubos de histórias que estavam esquecidos e passámos uns bons momentos entretidos com eles. Agora até o Feitiço joga connosco, com a particularidade que não liga nenhuma ao que nós dizemos e inventa uma história a partir do que vê no cubo ou cubos que tem na mão, e nós é que temos de nos adaptar ao que ele diz... um desafio maior e ainda mais divertido!
Cubos de histórias
Desengane-se quem pensar que eu tenho mãos habilidosas, depois de ver este post. Sim, fui eu que desenhei em todas as faces destes cubos e fui eu que os envernizei, mas de resto...
O produto original, pronto a pagar e a usar, é o que se encontra neste link:
http://www.storycubes.com/products/rorys-story-cubes/
A maneira de os fazer encontra-se em
http://www.redtedart.com/2010/11/05/how-to-make-story-cubes-beautiful-memories/
e em
http://mymagicmom.com/story-blocks-or-story-dice/
Estes cubos estiveram um bocado parados cá por casa, mas já se revelaram muito úteis durante viagens em transportes públicos, na sala de espera do médico e nos tempos "mortos" à mesa de um restaurante.
Nos últimos dias redescobrimos os cubos de histórias que estavam esquecidos e passámos uns bons momentos entretidos com eles. Agora até o Feitiço joga connosco, com a particularidade que não liga nenhuma ao que nós dizemos e inventa uma história a partir do que vê no cubo ou cubos que tem na mão, e nós é que temos de nos adaptar ao que ele diz... um desafio maior e ainda mais divertido!
O produto original, pronto a pagar e a usar, é o que se encontra neste link:
http://www.storycubes.com/products/rorys-story-cubes/
A maneira de os fazer encontra-se em
http://www.redtedart.com/2010/11/05/how-to-make-story-cubes-beautiful-memories/
e em
http://mymagicmom.com/story-blocks-or-story-dice/
Estes cubos estiveram um bocado parados cá por casa, mas já se revelaram muito úteis durante viagens em transportes públicos, na sala de espera do médico e nos tempos "mortos" à mesa de um restaurante.
Nos últimos dias redescobrimos os cubos de histórias que estavam esquecidos e passámos uns bons momentos entretidos com eles. Agora até o Feitiço joga connosco, com a particularidade que não liga nenhuma ao que nós dizemos e inventa uma história a partir do que vê no cubo ou cubos que tem na mão, e nós é que temos de nos adaptar ao que ele diz... um desafio maior e ainda mais divertido!
Fibras há muitas
Este episódio passou-se quando a Vassoura tinha uns 4 anos.
Tocaram à campainha e a pessoa que tocou identificou-se como sendo de uma operadora de telecomunicações. Como tinha alguma disponibilidade, estive a ouvi-la falar das vantagens da fibra ótica, blá blá blá. A Vassoura andava por ali a cirandar.
Quando despachei a pessoa e fechei a porta, a Vassoura fez o seguinte comentário:
- Por falar em FIBRA, a fruta que eu quero hoje ao jantar é laranja...
Tocaram à campainha e a pessoa que tocou identificou-se como sendo de uma operadora de telecomunicações. Como tinha alguma disponibilidade, estive a ouvi-la falar das vantagens da fibra ótica, blá blá blá. A Vassoura andava por ali a cirandar.
Quando despachei a pessoa e fechei a porta, a Vassoura fez o seguinte comentário:
- Por falar em FIBRA, a fruta que eu quero hoje ao jantar é laranja...
Fibras há muitas
Este episódio passou-se quando a Vassoura tinha uns 4 anos.
Tocaram à campainha e a pessoa que tocou identificou-se como sendo de uma operadora de telecomunicações. Como tinha alguma disponibilidade, estive a ouvi-la falar das vantagens da fibra ótica, blá blá blá. A Vassoura andava por ali a cirandar.
Quando despachei a pessoa e fechei a porta, a Vassoura fez o seguinte comentário:
- Por falar em FIBRA, a fruta que eu quero hoje ao jantar é laranja...
Tocaram à campainha e a pessoa que tocou identificou-se como sendo de uma operadora de telecomunicações. Como tinha alguma disponibilidade, estive a ouvi-la falar das vantagens da fibra ótica, blá blá blá. A Vassoura andava por ali a cirandar.
Quando despachei a pessoa e fechei a porta, a Vassoura fez o seguinte comentário:
- Por falar em FIBRA, a fruta que eu quero hoje ao jantar é laranja...
terça-feira, 26 de março de 2013
Dançar
Adoro dançar. Durante anos dancei sozinha, no meu quarto, na sala, ... por vezes com público, mas maioritariamente sem ninguém a ver.
Tenho experiência limitada de dançar a dois, de uma maneira romântica (o meu Rogério é um pouquinho pé-de-chumbo), mas, nos últimos anos, especializei-me em danças a dois, a três e a quatro...
São as danças mais divertidas que me lembro de dançar. Os meus companheiros são, claro, - e duvido que alguém não tivesse adivinhado -, os meus filhotes: Vassoura, Varinha e Feitiço.
Hoje dançámos ao som de um dos discos desta coleção, o famoso "Fungagá da Bicharada". Dançámos e rimos, que é capaz de ser ainda melhor do que dançar. Venha o ... anjo e escolha! :-)
Tenho experiência limitada de dançar a dois, de uma maneira romântica (o meu Rogério é um pouquinho pé-de-chumbo), mas, nos últimos anos, especializei-me em danças a dois, a três e a quatro...
São as danças mais divertidas que me lembro de dançar. Os meus companheiros são, claro, - e duvido que alguém não tivesse adivinhado -, os meus filhotes: Vassoura, Varinha e Feitiço.
Hoje dançámos ao som de um dos discos desta coleção, o famoso "Fungagá da Bicharada". Dançámos e rimos, que é capaz de ser ainda melhor do que dançar. Venha o ... anjo e escolha! :-)
Este conjunto de 4 CD's ("Obra Infantil Completa de José Barata Moura") foi-nos oferecido no Natal de 2012 pelos padrinhos da Varinha. Noutra oportunidade falarei sobre eles, especialmente sobre a madrinha, que conheço há poucos (ah ah ah) anos.
Dançar
Adoro dançar. Durante anos dancei sozinha, no meu quarto, na sala, ... por vezes com público, mas maioritariamente sem ninguém a ver.
Tenho experiência limitada de dançar a dois, de uma maneira romântica (o meu Rogério é um pouquinho pé-de-chumbo), mas, nos últimos anos, especializei-me em danças a dois, a três e a quatro...
São as danças mais divertidas que me lembro de dançar. Os meus companheiros são, claro, - e duvido que alguém não tivesse adivinhado -, os meus filhotes: Vassoura, Varinha e Feitiço.
Hoje dançámos ao som de um dos discos desta coleção, o famoso "Fungagá da Bicharada". Dançámos e rimos, que é capaz de ser ainda melhor do que dançar. Venha o ... anjo e escolha! :-)
Tenho experiência limitada de dançar a dois, de uma maneira romântica (o meu Rogério é um pouquinho pé-de-chumbo), mas, nos últimos anos, especializei-me em danças a dois, a três e a quatro...
São as danças mais divertidas que me lembro de dançar. Os meus companheiros são, claro, - e duvido que alguém não tivesse adivinhado -, os meus filhotes: Vassoura, Varinha e Feitiço.
Hoje dançámos ao som de um dos discos desta coleção, o famoso "Fungagá da Bicharada". Dançámos e rimos, que é capaz de ser ainda melhor do que dançar. Venha o ... anjo e escolha! :-)
Este conjunto de 4 CD's ("Obra Infantil Completa de José Barata Moura") foi-nos oferecido no Natal de 2012 pelos padrinhos da Varinha. Noutra oportunidade falarei sobre eles, especialmente sobre a madrinha, que conheço há poucos (ah ah ah) anos.
segunda-feira, 25 de março de 2013
Christian, the lion
Emocionei-me a ver este vídeo.
É uma mensagem sobre a amizade tão bonita! Penso que hoje em dia não se poderia repetir, pois a venda de animais selvagens é proibida, certo? Mas não era, há 44 anos...
Mostrei o vídeo à Vassoura e à Varinha. Expliquei-lhes a história, uma vez que nenhuma lê em inglês, e elas gostaram muito. Comentário da Vassoura no fim: "Só não gostei da música..."
R.I.P., Whitney!
É uma mensagem sobre a amizade tão bonita! Penso que hoje em dia não se poderia repetir, pois a venda de animais selvagens é proibida, certo? Mas não era, há 44 anos...
Mostrei o vídeo à Vassoura e à Varinha. Expliquei-lhes a história, uma vez que nenhuma lê em inglês, e elas gostaram muito. Comentário da Vassoura no fim: "Só não gostei da música..."
R.I.P., Whitney!
Christian, the lion
Emocionei-me a ver este vídeo.
É uma mensagem sobre a amizade tão bonita! Penso que hoje em dia não se poderia repetir, pois a venda de animais selvagens é proibida, certo? Mas não era, há 44 anos...
Mostrei o vídeo à Vassoura e à Varinha. Expliquei-lhes a história, uma vez que nenhuma lê em inglês, e elas gostaram muito. Comentário da Vassoura no fim: "Só não gostei da música..."
R.I.P., Whitney!
É uma mensagem sobre a amizade tão bonita! Penso que hoje em dia não se poderia repetir, pois a venda de animais selvagens é proibida, certo? Mas não era, há 44 anos...
Mostrei o vídeo à Vassoura e à Varinha. Expliquei-lhes a história, uma vez que nenhuma lê em inglês, e elas gostaram muito. Comentário da Vassoura no fim: "Só não gostei da música..."
R.I.P., Whitney!
sábado, 23 de março de 2013
Feitiço solidário
01:45h: acordo com a voz da Vassoura a chamar-me baixinho. Percebo a primeira parte, "Mamã...", mas não percebo o resto. Ela repete o chamamento, novamente em tom discreto.
Enquanto o meu cérebro tenta decifrar o conteúdo da mensagem, oiço a voz do Feitiço, não tão baixa assim:
"Vassoura, vou-te ajudar."
E a seguir, oiço a ajuda: "MAMÃÃÃ!!!"
Enquanto o meu cérebro tenta decifrar o conteúdo da mensagem, oiço a voz do Feitiço, não tão baixa assim:
"Vassoura, vou-te ajudar."
E a seguir, oiço a ajuda: "MAMÃÃÃ!!!"
Feitiço solidário
01:45h: acordo com a voz da Vassoura a chamar-me baixinho. Percebo a primeira parte, "Mamã...", mas não percebo o resto. Ela repete o chamamento, novamente em tom discreto.
Enquanto o meu cérebro tenta decifrar o conteúdo da mensagem, oiço a voz do Feitiço, não tão baixa assim:
"Vassoura, vou-te ajudar."
E a seguir, oiço a ajuda: "MAMÃÃÃ!!!"
Enquanto o meu cérebro tenta decifrar o conteúdo da mensagem, oiço a voz do Feitiço, não tão baixa assim:
"Vassoura, vou-te ajudar."
E a seguir, oiço a ajuda: "MAMÃÃÃ!!!"
quinta-feira, 21 de março de 2013
O (segundo) melhor remédio
Toda a gente sabe que "rir é o melhor remédio", não é?
O pior é quando não conseguimos tomar esse remédio... Aí, tomamos um alternativo, que precisamos que alguém nos dê. Qual? Um abraço, um abraço apertado e cheio de amor. É quase tão eficaz como o outro remédio e arrisco dizer que em algumas situações, é mesmo mais eficaz.
Deu-me vontade de contar uma anedota, mas as que me ocorrem agora fazem rir os meus filhos, por isso talvez não sejam muito elaboradas para pôr aqui...
O pior é quando não conseguimos tomar esse remédio... Aí, tomamos um alternativo, que precisamos que alguém nos dê. Qual? Um abraço, um abraço apertado e cheio de amor. É quase tão eficaz como o outro remédio e arrisco dizer que em algumas situações, é mesmo mais eficaz.
Deu-me vontade de contar uma anedota, mas as que me ocorrem agora fazem rir os meus filhos, por isso talvez não sejam muito elaboradas para pôr aqui...
O (segundo) melhor remédio
Toda a gente sabe que "rir é o melhor remédio", não é?
O pior é quando não conseguimos tomar esse remédio... Aí, tomamos um alternativo, que precisamos que alguém nos dê. Qual? Um abraço, um abraço apertado e cheio de amor. É quase tão eficaz como o outro remédio e arrisco dizer que em algumas situações, é mesmo mais eficaz.
Deu-me vontade de contar uma anedota, mas as que me ocorrem agora fazem rir os meus filhos, por isso talvez não sejam muito elaboradas para pôr aqui...
O pior é quando não conseguimos tomar esse remédio... Aí, tomamos um alternativo, que precisamos que alguém nos dê. Qual? Um abraço, um abraço apertado e cheio de amor. É quase tão eficaz como o outro remédio e arrisco dizer que em algumas situações, é mesmo mais eficaz.
Deu-me vontade de contar uma anedota, mas as que me ocorrem agora fazem rir os meus filhos, por isso talvez não sejam muito elaboradas para pôr aqui...
quarta-feira, 20 de março de 2013
4º lugar!
Fiquei em quarto lugar no passatempo que referi aqui. Como prometido, aqui fica o texto com que participei:
"Eu é que sou a mãe mais horrível do mundo!
Eis as evidências:
… sou capaz de comer primeiro o pequeno-almoço e só depois tirar o mais novo (de três anos) da cama, mesmo sabendo que ele está acordado;
… quando a mais velha (de seis anos) acaba de jantar e quer companhia até à casa‑de‑banho, por causa “do escuro”, eu digo-lhe para acender todas as luzes do caminho e ir sozinha;
… e quando o pai a acompanha nessa altura, eu penso: “Assim nunca mais cresce!”
… insisto que os legos (que são muitos) estejam organizados nas diferentes caixas, porque, quando não estão, dão(-me) muito mais trabalho a encontrar peças específicas para uma construção;
… quando não gostam da comida, não lhes ofereço manjar alternativo;
… às vezes leio as histórias a uma velocidade olímpica, antes de irem para a cama, para que vão o mais depressa possível;
… faço questão de torturar os meus filhos com idas ao teatro;
… e, para cúmulo, quando digo aos meus filhos que lhes vou dar um beijinho, induzo‑os em falsas conceções numéricas, pois dou‑lhes sempre mais do que um!"
"Eu é que sou a mãe mais horrível do mundo!
Eis as evidências:
… sou capaz de comer primeiro o pequeno-almoço e só depois tirar o mais novo (de três anos) da cama, mesmo sabendo que ele está acordado;
… quando a mais velha (de seis anos) acaba de jantar e quer companhia até à casa‑de‑banho, por causa “do escuro”, eu digo-lhe para acender todas as luzes do caminho e ir sozinha;
… e quando o pai a acompanha nessa altura, eu penso: “Assim nunca mais cresce!”
… insisto que os legos (que são muitos) estejam organizados nas diferentes caixas, porque, quando não estão, dão(-me) muito mais trabalho a encontrar peças específicas para uma construção;
… quando não gostam da comida, não lhes ofereço manjar alternativo;
… às vezes leio as histórias a uma velocidade olímpica, antes de irem para a cama, para que vão o mais depressa possível;
… faço questão de torturar os meus filhos com idas ao teatro;
… e, para cúmulo, quando digo aos meus filhos que lhes vou dar um beijinho, induzo‑os em falsas conceções numéricas, pois dou‑lhes sempre mais do que um!"
4º lugar!
Fiquei em quarto lugar no passatempo que referi aqui. Como prometido, aqui fica o texto com que participei:
"Eu é que sou a mãe mais horrível do mundo!
Eis as evidências:
… sou capaz de comer primeiro o pequeno-almoço e só depois tirar o mais novo (de três anos) da cama, mesmo sabendo que ele está acordado;
… quando a mais velha (de seis anos) acaba de jantar e quer companhia até à casa‑de‑banho, por causa “do escuro”, eu digo-lhe para acender todas as luzes do caminho e ir sozinha;
… e quando o pai a acompanha nessa altura, eu penso: “Assim nunca mais cresce!”
… insisto que os legos (que são muitos) estejam organizados nas diferentes caixas, porque, quando não estão, dão(-me) muito mais trabalho a encontrar peças específicas para uma construção;
… quando não gostam da comida, não lhes ofereço manjar alternativo;
… às vezes leio as histórias a uma velocidade olímpica, antes de irem para a cama, para que vão o mais depressa possível;
… faço questão de torturar os meus filhos com idas ao teatro;
… e, para cúmulo, quando digo aos meus filhos que lhes vou dar um beijinho, induzo‑os em falsas conceções numéricas, pois dou‑lhes sempre mais do que um!"
"Eu é que sou a mãe mais horrível do mundo!
Eis as evidências:
… sou capaz de comer primeiro o pequeno-almoço e só depois tirar o mais novo (de três anos) da cama, mesmo sabendo que ele está acordado;
… quando a mais velha (de seis anos) acaba de jantar e quer companhia até à casa‑de‑banho, por causa “do escuro”, eu digo-lhe para acender todas as luzes do caminho e ir sozinha;
… e quando o pai a acompanha nessa altura, eu penso: “Assim nunca mais cresce!”
… insisto que os legos (que são muitos) estejam organizados nas diferentes caixas, porque, quando não estão, dão(-me) muito mais trabalho a encontrar peças específicas para uma construção;
… quando não gostam da comida, não lhes ofereço manjar alternativo;
… às vezes leio as histórias a uma velocidade olímpica, antes de irem para a cama, para que vão o mais depressa possível;
… faço questão de torturar os meus filhos com idas ao teatro;
… e, para cúmulo, quando digo aos meus filhos que lhes vou dar um beijinho, induzo‑os em falsas conceções numéricas, pois dou‑lhes sempre mais do que um!"
terça-feira, 19 de março de 2013
Dia do Pai
Já li no "Entre biberons e batons" que hoje só se vai falar do Dia do Pai. A autora do blogue acha muito bem, e eu concordo. Só escrevi o artigo anterior pelo mediatismo do mesmo. ;-)
Por aqui, o Dia do Pai começou com a Vassoura Voadora e a Varinha Mágica a dedicarem uma canção ao Gato Rogério. Depois do pequeno-almoço, elas e o Livro de Feitiços entregaram os cartões que tinham feito com a minha ajuda.
Os cartões começaram a ser feitos numa das vezes em que o Rogério foi ao supermercado, e foram acabados ontem à tarde. Aqui fica o registo da conclusão dos trabalhos, com muito empenho de todos (até do Feitiço).
As capas ficaram assim
Por aqui, o Dia do Pai começou com a Vassoura Voadora e a Varinha Mágica a dedicarem uma canção ao Gato Rogério. Depois do pequeno-almoço, elas e o Livro de Feitiços entregaram os cartões que tinham feito com a minha ajuda.
Os cartões começaram a ser feitos numa das vezes em que o Rogério foi ao supermercado, e foram acabados ontem à tarde. Aqui fica o registo da conclusão dos trabalhos, com muito empenho de todos (até do Feitiço).
As capas ficaram assim
autores: Vassoura, Varinha, Feitiço
muito lindas. O Pai gostou muito e isso é o principal!
Ao meu querido Pai, agradeço tudo quanto me ensinou e divulgo o primeiro ensinamento de que me lembro: quando pintamos qualquer coisa, não devemos passar por cima dos contornos do desenho, mesmo que de um lado e do outro da linha usemos a mesma cor. O ensinamento, na altura, aplicava-se a um cavalo, que eu estava a pintar de castanho, sem passar para fora, mas pintando sobre a linha preta que formava a parte de cima da pata do cavalo. Obrigada, Papá! Nunca mais me esqueci, nem repeti a asneira...
Muito a sério, obrigada por tudo! Gosto muito de ti (era verdade quando o escrevia em pequena, e é verdade agora - só mudou o tipo de registo, não o sentimento)!
Dia do Pai
Já li no "Entre biberons e batons" que hoje só se vai falar do Dia do Pai. A autora do blogue acha muito bem, e eu concordo. Só escrevi o artigo anterior pelo mediatismo do mesmo. ;-)
Por aqui, o Dia do Pai começou com a Vassoura Voadora e a Varinha Mágica a dedicarem uma canção ao Gato Rogério. Depois do pequeno-almoço, elas e o Livro de Feitiços entregaram os cartões que tinham feito com a minha ajuda.
Os cartões começaram a ser feitos numa das vezes em que o Rogério foi ao supermercado, e foram acabados ontem à tarde. Aqui fica o registo da conclusão dos trabalhos, com muito empenho de todos (até do Feitiço).
As capas ficaram assim
Por aqui, o Dia do Pai começou com a Vassoura Voadora e a Varinha Mágica a dedicarem uma canção ao Gato Rogério. Depois do pequeno-almoço, elas e o Livro de Feitiços entregaram os cartões que tinham feito com a minha ajuda.
Os cartões começaram a ser feitos numa das vezes em que o Rogério foi ao supermercado, e foram acabados ontem à tarde. Aqui fica o registo da conclusão dos trabalhos, com muito empenho de todos (até do Feitiço).
As capas ficaram assim
autores: Vassoura, Varinha, Feitiço
muito lindas. O Pai gostou muito e isso é o principal!
Ao meu querido Pai, agradeço tudo quanto me ensinou e divulgo o primeiro ensinamento de que me lembro: quando pintamos qualquer coisa, não devemos passar por cima dos contornos do desenho, mesmo que de um lado e do outro da linha usemos a mesma cor. O ensinamento, na altura, aplicava-se a um cavalo, que eu estava a pintar de castanho, sem passar para fora, mas pintando sobre a linha preta que formava a parte de cima da pata do cavalo. Obrigada, Papá! Nunca mais me esqueci, nem repeti a asneira...
Muito a sério, obrigada por tudo! Gosto muito de ti (era verdade quando o escrevia em pequena, e é verdade agora - só mudou o tipo de registo, não o sentimento)!
O Coelho caiu!
As minhas crianças têm uns bonecos que, quando estão molhados, aderem à banheira ou à parede. São treze animais, compostos por corpo e cabeça. Eles gostam de os alinhar, como se pode ver.
Ao fim de algum tempo, os bonecos ficam secos e acabam por cair. É normal e esperado. O que não é costume é que só um caia. Nesta noite, só um caiu. Qual? O Coelho (vai com maiúscula e tudo)...
Será premonitório?
Ao fim de algum tempo, os bonecos ficam secos e acabam por cair. É normal e esperado. O que não é costume é que só um caia. Nesta noite, só um caiu. Qual? O Coelho (vai com maiúscula e tudo)...
Será premonitório?
O Coelho caiu!
As minhas crianças têm uns bonecos que, quando estão molhados, aderem à banheira ou à parede. São treze animais, compostos por corpo e cabeça. Eles gostam de os alinhar, como se pode ver.
Ao fim de algum tempo, os bonecos ficam secos e acabam por cair. É normal e esperado. O que não é costume é que só um caia. Nesta noite, só um caiu. Qual? O Coelho (vai com maiúscula e tudo)...
Será premonitório?
Ao fim de algum tempo, os bonecos ficam secos e acabam por cair. É normal e esperado. O que não é costume é que só um caia. Nesta noite, só um caiu. Qual? O Coelho (vai com maiúscula e tudo)...
Será premonitório?
segunda-feira, 18 de março de 2013
Skype e companhia
Acho o Skype (ou o hangout no G+, ou outras coisas que vão dar ao mesmo) uma coisa fantástica. Não sou uma utilizadora compulsiva, mas quando há distância entre nós e aqueles que amamos, poder vê-los enquanto falamos aumenta em muito a sensação de encontro, de estar perto.
Mas o skype serve para algo mais. Através do skype já dei umas lições à minha mãe sobre como ir ao Memrise (já falei do Memrise aqui), sobre como aceder ao mail, ou escrever enquanto estamos a falar... Só a minha mãe, aliás, para me fazer sentir que sei imenso sobre computadores, quando sou tão ignorante. E como ela consegue sempre fazer o que lhe vou ensinando (pelo menos na altura, nem sempre consegue mais tarde), fico com a minha auto-estima, enquanto professora, bastante elevada, o que, nestes tempos difíceis e tendo em conta o meu regresso ao trabalho em setembro, só traz vantagens.
Viva o Skype e viva a minha mãe!
P.S. - Tenho usado mais o Skype do que o Hangout do G+, mas na verdade este último tem a vantagem de poder estar em simultâneo com várias pessoas na mesma conversa, sem custo acrescido (no skype paga-se para ter acesso a esta variante, por isso não a utilizo).
Viva o G+! (Sei de quem vá gostar desta parte!)
Mas o skype serve para algo mais. Através do skype já dei umas lições à minha mãe sobre como ir ao Memrise (já falei do Memrise aqui), sobre como aceder ao mail, ou escrever enquanto estamos a falar... Só a minha mãe, aliás, para me fazer sentir que sei imenso sobre computadores, quando sou tão ignorante. E como ela consegue sempre fazer o que lhe vou ensinando (pelo menos na altura, nem sempre consegue mais tarde), fico com a minha auto-estima, enquanto professora, bastante elevada, o que, nestes tempos difíceis e tendo em conta o meu regresso ao trabalho em setembro, só traz vantagens.
Viva o Skype e viva a minha mãe!
P.S. - Tenho usado mais o Skype do que o Hangout do G+, mas na verdade este último tem a vantagem de poder estar em simultâneo com várias pessoas na mesma conversa, sem custo acrescido (no skype paga-se para ter acesso a esta variante, por isso não a utilizo).
Viva o G+! (Sei de quem vá gostar desta parte!)
Skype e companhia
Acho o Skype (ou o hangout no G+, ou outras coisas que vão dar ao mesmo) uma coisa fantástica. Não sou uma utilizadora compulsiva, mas quando há distância entre nós e aqueles que amamos, poder vê-los enquanto falamos aumenta em muito a sensação de encontro, de estar perto.
Mas o skype serve para algo mais. Através do skype já dei umas lições à minha mãe sobre como ir ao Memrise (já falei do Memrise aqui), sobre como aceder ao mail, ou escrever enquanto estamos a falar... Só a minha mãe, aliás, para me fazer sentir que sei imenso sobre computadores, quando sou tão ignorante. E como ela consegue sempre fazer o que lhe vou ensinando (pelo menos na altura, nem sempre consegue mais tarde), fico com a minha auto-estima, enquanto professora, bastante elevada, o que, nestes tempos difíceis e tendo em conta o meu regresso ao trabalho em setembro, só traz vantagens.
Viva o Skype e viva a minha mãe!
P.S. - Tenho usado mais o Skype do que o Hangout do G+, mas na verdade este último tem a vantagem de poder estar em simultâneo com várias pessoas na mesma conversa, sem custo acrescido (no skype paga-se para ter acesso a esta variante, por isso não a utilizo).
Viva o G+! (Sei de quem vá gostar desta parte!)
Mas o skype serve para algo mais. Através do skype já dei umas lições à minha mãe sobre como ir ao Memrise (já falei do Memrise aqui), sobre como aceder ao mail, ou escrever enquanto estamos a falar... Só a minha mãe, aliás, para me fazer sentir que sei imenso sobre computadores, quando sou tão ignorante. E como ela consegue sempre fazer o que lhe vou ensinando (pelo menos na altura, nem sempre consegue mais tarde), fico com a minha auto-estima, enquanto professora, bastante elevada, o que, nestes tempos difíceis e tendo em conta o meu regresso ao trabalho em setembro, só traz vantagens.
Viva o Skype e viva a minha mãe!
P.S. - Tenho usado mais o Skype do que o Hangout do G+, mas na verdade este último tem a vantagem de poder estar em simultâneo com várias pessoas na mesma conversa, sem custo acrescido (no skype paga-se para ter acesso a esta variante, por isso não a utilizo).
Viva o G+! (Sei de quem vá gostar desta parte!)
sábado, 16 de março de 2013
Bailarinos de trazer por casa
A Vassoura quis ter aulas de ballet e este já é o segundo ano que as tem, mas para o ano já não vai ter, a seu pedido.
A Varinha para o ano vai começar a ter aulas de ballet, a seu pedido, e está entusiasmadíssima por ficar com o "equipamento" (deve existir uma palavra mais adequada, mas está a escapar-me) da irmã. Ainda bem que está animada com essa perspetiva, porque mesmo que não estivesse, não deixaria de ser o que ela iria usar, está visto!
A parte mais interessante nisto do ballet é que o Feitiço hoje se pôs a fazer ballet na cama (ele ainda dorme numa cama de grades), várias posições, e inclusive colocou as mãos acima da cabeça e deu uma voltinha... Eu e as irmãs fomos apanhadas de surpresa e rimo-nos imenso. Tentei que ele repetisse, para registar fotograficamente, mas não consegui apanhar nada de jeito.
Será que tenho cá em casa um futuro "Billy Elliot"?
A Varinha para o ano vai começar a ter aulas de ballet, a seu pedido, e está entusiasmadíssima por ficar com o "equipamento" (deve existir uma palavra mais adequada, mas está a escapar-me) da irmã. Ainda bem que está animada com essa perspetiva, porque mesmo que não estivesse, não deixaria de ser o que ela iria usar, está visto!
A parte mais interessante nisto do ballet é que o Feitiço hoje se pôs a fazer ballet na cama (ele ainda dorme numa cama de grades), várias posições, e inclusive colocou as mãos acima da cabeça e deu uma voltinha... Eu e as irmãs fomos apanhadas de surpresa e rimo-nos imenso. Tentei que ele repetisse, para registar fotograficamente, mas não consegui apanhar nada de jeito.
Será que tenho cá em casa um futuro "Billy Elliot"?
P.S. - Para quem não se orienta ainda com os nomes, aqui vai a explicação.
P.S.2 - Inicialmente não tinha colocado a fotografia do Feitiço, mas como afinal não está assim tão má, resolvi acrescentá-la.
P.S.3 - Ele dorme de pijama, mas nesse dia vesti-o antes de o tirar da cama, por isso está com a roupa de "andar por casa". :-)
Bailarinos de trazer por casa
A Vassoura quis ter aulas de ballet e este já é o segundo ano que as tem, mas para o ano já não vai ter, a seu pedido.
A Varinha para o ano vai começar a ter aulas de ballet, a seu pedido, e está entusiasmadíssima por ficar com o "equipamento" (deve existir uma palavra mais adequada, mas está a escapar-me) da irmã. Ainda bem que está animada com essa perspetiva, porque mesmo que não estivesse, não deixaria de ser o que ela iria usar, está visto!
A parte mais interessante nisto do ballet é que o Feitiço hoje se pôs a fazer ballet na cama (ele ainda dorme numa cama de grades), várias posições, e inclusive colocou as mãos acima da cabeça e deu uma voltinha... Eu e as irmãs fomos apanhadas de surpresa e rimo-nos imenso. Tentei que ele repetisse, para registar fotograficamente, mas não consegui apanhar nada de jeito.
Será que tenho cá em casa um futuro "Billy Elliot"?
A Varinha para o ano vai começar a ter aulas de ballet, a seu pedido, e está entusiasmadíssima por ficar com o "equipamento" (deve existir uma palavra mais adequada, mas está a escapar-me) da irmã. Ainda bem que está animada com essa perspetiva, porque mesmo que não estivesse, não deixaria de ser o que ela iria usar, está visto!
A parte mais interessante nisto do ballet é que o Feitiço hoje se pôs a fazer ballet na cama (ele ainda dorme numa cama de grades), várias posições, e inclusive colocou as mãos acima da cabeça e deu uma voltinha... Eu e as irmãs fomos apanhadas de surpresa e rimo-nos imenso. Tentei que ele repetisse, para registar fotograficamente, mas não consegui apanhar nada de jeito.
Será que tenho cá em casa um futuro "Billy Elliot"?
P.S. - Para quem não se orienta ainda com os nomes, aqui vai a explicação.
P.S.2 - Inicialmente não tinha colocado a fotografia do Feitiço, mas como afinal não está assim tão má, resolvi acrescentá-la.
P.S.3 - Ele dorme de pijama, mas nesse dia vesti-o antes de o tirar da cama, por isso está com a roupa de "andar por casa". :-)
sexta-feira, 15 de março de 2013
Passatempo
Resolvi participar no passatempo do blogue "Pais de Quatro" e provar que "Eu é que sou a mãe mais horrível do mundo", para ver se recebo um exemplar do livro "O Pai Mais Horrível do Mundo", da autoria de João Miguel Tavares, o Pai dos Quatro.
Quer ganhe, quer não, depois colocarei aqui o texto com que participei. :-)
Quer ganhe, quer não, depois colocarei aqui o texto com que participei. :-)
Passatempo
Resolvi participar no passatempo do blogue "Pais de Quatro" e provar que "Eu é que sou a mãe mais horrível do mundo", para ver se recebo um exemplar do livro "O Pai Mais Horrível do Mundo", da autoria de João Miguel Tavares, o Pai dos Quatro.
Quer ganhe, quer não, depois colocarei aqui o texto com que participei. :-)
Quer ganhe, quer não, depois colocarei aqui o texto com que participei. :-)
quinta-feira, 14 de março de 2013
Habemus Papam
Não podia deixar de assinalar no meu blogue a alegria que sinto pelo novo Santo Padre, Papa Francisco. Só o vi ontem pela primeira vez e gostei muito dele, do nome que escolheu, das palavras que disse, da oração que fez... tudo!
Que Deus abençoe o Papa Francisco e que ele conduza a Igreja Católica pelo caminho certo!
Que Deus abençoe o Papa Francisco e que ele conduza a Igreja Católica pelo caminho certo!
Habemus Papam
Não podia deixar de assinalar no meu blogue a alegria que sinto pelo novo Santo Padre, Papa Francisco. Só o vi ontem pela primeira vez e gostei muito dele, do nome que escolheu, das palavras que disse, da oração que fez... tudo!
Que Deus abençoe o Papa Francisco e que ele conduza a Igreja Católica pelo caminho certo!
Que Deus abençoe o Papa Francisco e que ele conduza a Igreja Católica pelo caminho certo!
quarta-feira, 13 de março de 2013
Anúncio extraordinário
Acho incrível a coincidência de tantas "famosas" diferentes terem perdido exatamente 12 Kg em 30 dias... Entre algumas caras que não conheço (por isso coloquei aspas na palavra "famosas"), já vi duas ou três que conheço - mas todas têm à direita o texto (não copiei+colei, por isso pode ser um pouco diferente disto): "Eu perdi 12 kg em 30 dias!" Veja como esta famosa o fez! Sem dietas nem ginásios"
Eu até ia ao tal site, mas como não quero perder 12 kg, é melhor não ir! ;-)
Eu até ia ao tal site, mas como não quero perder 12 kg, é melhor não ir! ;-)
Anúncio extraordinário
Acho incrível a coincidência de tantas "famosas" diferentes terem perdido exatamente 12 Kg em 30 dias... Entre algumas caras que não conheço (por isso coloquei aspas na palavra "famosas"), já vi duas ou três que conheço - mas todas têm à direita o texto (não copiei+colei, por isso pode ser um pouco diferente disto): "Eu perdi 12 kg em 30 dias!" Veja como esta famosa o fez! Sem dietas nem ginásios"
Eu até ia ao tal site, mas como não quero perder 12 kg, é melhor não ir! ;-)
Eu até ia ao tal site, mas como não quero perder 12 kg, é melhor não ir! ;-)
terça-feira, 12 de março de 2013
Arte Jumpingclay na sala da Vassoura
Hoje fui à sala da Vassoura fazer uma atividade com a turma.
O material utilizado foi a fantástica Plasticina Jumpingclay (se tem curiosidade sobre a Jumpingclay, veja este vídeo). Misturámos duas cores (branco + a cor que cada um escolheu) para a base do ovo e a seguir cada um enfeitou como conseguiu ou achou melhor.
O resultado foi o seguinte:
Não ficaram lindos?
Arte Jumpingclay na sala da Vassoura
Hoje fui à sala da Vassoura fazer uma atividade com a turma.
O material utilizado foi a fantástica Plasticina Jumpingclay (se tem curiosidade sobre a Jumpingclay, veja este vídeo). Misturámos duas cores (branco + a cor que cada um escolheu) para a base do ovo e a seguir cada um enfeitou como conseguiu ou achou melhor.
O resultado foi o seguinte:
Não ficaram lindos?
Assaltos noturnos
Sou frequentemente "assaltada" durante a noite - o meu Gato Rogério é muito friorento e puxa o edredão e os cobertores para o seu lado, deixando-me quase destapada (fico com a ponta ali mesmo ao lado, já ao nível do colchão). Do lado do Rogério, as pontas quase chegam ao chão...
Como eu sei que o Gato Rogério não faz por mal, não me zango. Às vezes, dou um puxão no edredão, para o meu lado; outras vezes, chego-me mais para o centro da cama - que é grande, aproximando-me do volume que é o meu "felino" (não dele propriamente, já que está bem enroscadinho nas duas toneladas que tem em cima de si, entre edredão e cobertores extra)...
Como eu sei que o Gato Rogério não faz por mal, não me zango. Às vezes, dou um puxão no edredão, para o meu lado; outras vezes, chego-me mais para o centro da cama - que é grande, aproximando-me do volume que é o meu "felino" (não dele propriamente, já que está bem enroscadinho nas duas toneladas que tem em cima de si, entre edredão e cobertores extra)...
Assaltos noturnos
Sou frequentemente "assaltada" durante a noite - o meu Gato Rogério é muito friorento e puxa o edredão e os cobertores para o seu lado, deixando-me quase destapada (fico com a ponta ali mesmo ao lado, já ao nível do colchão). Do lado do Rogério, as pontas quase chegam ao chão...
Como eu sei que o Gato Rogério não faz por mal, não me zango. Às vezes, dou um puxão no edredão, para o meu lado; outras vezes, chego-me mais para o centro da cama - que é grande, aproximando-me do volume que é o meu "felino" (não dele propriamente, já que está bem enroscadinho nas duas toneladas que tem em cima de si, entre edredão e cobertores extra)...
Como eu sei que o Gato Rogério não faz por mal, não me zango. Às vezes, dou um puxão no edredão, para o meu lado; outras vezes, chego-me mais para o centro da cama - que é grande, aproximando-me do volume que é o meu "felino" (não dele propriamente, já que está bem enroscadinho nas duas toneladas que tem em cima de si, entre edredão e cobertores extra)...
segunda-feira, 11 de março de 2013
Uma semana
O meu blogue faz hoje uma semana... Viva!
Às vezes ponho-me a pensar quanto tempo durará, se vai sobreviver ao meu regresso ao trabalho em setembro...
Tudo a seu tempo!
Próximo balanço: quando o blogue fizer um mês (digo eu agora, pode ser antes ou não haver!)
Às vezes ponho-me a pensar quanto tempo durará, se vai sobreviver ao meu regresso ao trabalho em setembro...
Tudo a seu tempo!
Próximo balanço: quando o blogue fizer um mês (digo eu agora, pode ser antes ou não haver!)
Uma semana
O meu blogue faz hoje uma semana... Viva!
Às vezes ponho-me a pensar quanto tempo durará, se vai sobreviver ao meu regresso ao trabalho em setembro...
Tudo a seu tempo!
Próximo balanço: quando o blogue fizer um mês (digo eu agora, pode ser antes ou não haver!)
Às vezes ponho-me a pensar quanto tempo durará, se vai sobreviver ao meu regresso ao trabalho em setembro...
Tudo a seu tempo!
Próximo balanço: quando o blogue fizer um mês (digo eu agora, pode ser antes ou não haver!)
domingo, 10 de março de 2013
À dúzia é mais barato
Fui buscar o título deste post ao filme com o mesmo nome.
Eu só tenho três filhos e já ouvi de muita gente que sou corajosa, ou algo do género (também ouvi que era maluca).
Mas eu conheço várias famílias que merecem muito mais o epíteto de numerosas (em Portugal basta ter três filhos para se ser considerada família numerosa). A maior delas é de um casal que tem 12 filhos, tendo a filha mais velha 19 anos e a mais nova alguns meses.
Eu adoro esta família, mesmo não estando muito com eles (muito, muito menos do que gostaria) e acho que, para mim, é um exemplo de Família Feliz. Atenção, não acho que sejam uma família feliz porque têm doze filhos, acho que a mesma razão que os leva a não ter medo de ter doze filhos é a que os faz ser felizes, em cada dia.
Não digo que cada um daqueles filhos não tenha crises existenciais, ou não faça birras, nas idades próprias para cada um dos comportamentos. São crianças/jovens normais! Mas têm como pano de fundo muito Amor, uns pais maravilhosos (não disse perfeitos) e, uma delas, uma madrinha espetacular, apesar de ser uma Bruxa!
Um grande smile para quem adivinhar quem é a tal madrinha-bruxa! :-)
Eu só tenho três filhos e já ouvi de muita gente que sou corajosa, ou algo do género (também ouvi que era maluca).
Mas eu conheço várias famílias que merecem muito mais o epíteto de numerosas (em Portugal basta ter três filhos para se ser considerada família numerosa). A maior delas é de um casal que tem 12 filhos, tendo a filha mais velha 19 anos e a mais nova alguns meses.
Eu adoro esta família, mesmo não estando muito com eles (muito, muito menos do que gostaria) e acho que, para mim, é um exemplo de Família Feliz. Atenção, não acho que sejam uma família feliz porque têm doze filhos, acho que a mesma razão que os leva a não ter medo de ter doze filhos é a que os faz ser felizes, em cada dia.
Não digo que cada um daqueles filhos não tenha crises existenciais, ou não faça birras, nas idades próprias para cada um dos comportamentos. São crianças/jovens normais! Mas têm como pano de fundo muito Amor, uns pais maravilhosos (não disse perfeitos) e, uma delas, uma madrinha espetacular, apesar de ser uma Bruxa!
Um grande smile para quem adivinhar quem é a tal madrinha-bruxa! :-)
À dúzia é mais barato
Fui buscar o título deste post ao filme com o mesmo nome.
Eu só tenho três filhos e já ouvi de muita gente que sou corajosa, ou algo do género (também ouvi que era maluca).
Mas eu conheço várias famílias que merecem muito mais o epíteto de numerosas (em Portugal basta ter três filhos para se ser considerada família numerosa). A maior delas é de um casal que tem 12 filhos, tendo a filha mais velha 19 anos e a mais nova alguns meses.
Eu adoro esta família, mesmo não estando muito com eles (muito, muito menos do que gostaria) e acho que, para mim, é um exemplo de Família Feliz. Atenção, não acho que sejam uma família feliz porque têm doze filhos, acho que a mesma razão que os leva a não ter medo de ter doze filhos é a que os faz ser felizes, em cada dia.
Não digo que cada um daqueles filhos não tenha crises existenciais, ou não faça birras, nas idades próprias para cada um dos comportamentos. São crianças/jovens normais! Mas têm como pano de fundo muito Amor, uns pais maravilhosos (não disse perfeitos) e, uma delas, uma madrinha espetacular, apesar de ser uma Bruxa!
Um grande smile para quem adivinhar quem é a tal madrinha-bruxa! :-)
Eu só tenho três filhos e já ouvi de muita gente que sou corajosa, ou algo do género (também ouvi que era maluca).
Mas eu conheço várias famílias que merecem muito mais o epíteto de numerosas (em Portugal basta ter três filhos para se ser considerada família numerosa). A maior delas é de um casal que tem 12 filhos, tendo a filha mais velha 19 anos e a mais nova alguns meses.
Eu adoro esta família, mesmo não estando muito com eles (muito, muito menos do que gostaria) e acho que, para mim, é um exemplo de Família Feliz. Atenção, não acho que sejam uma família feliz porque têm doze filhos, acho que a mesma razão que os leva a não ter medo de ter doze filhos é a que os faz ser felizes, em cada dia.
Não digo que cada um daqueles filhos não tenha crises existenciais, ou não faça birras, nas idades próprias para cada um dos comportamentos. São crianças/jovens normais! Mas têm como pano de fundo muito Amor, uns pais maravilhosos (não disse perfeitos) e, uma delas, uma madrinha espetacular, apesar de ser uma Bruxa!
Um grande smile para quem adivinhar quem é a tal madrinha-bruxa! :-)
sábado, 9 de março de 2013
Dose diária
Passei o dia inteiro com os meus filhos, como é habitual, sendo sábado.
Mas enquanto se preparava para ir para a cama, com a minha ajuda, a Varinha (saber quem é aqui) disse-me que hoje ainda não tinha tido mimo suficiente. É claro que lhe dei festas, abraços e beijos até ela sentir que já tinha tomado a sua dose diária, e fi-lo com muito prazer. Mas fiquei a pensar sobre a questão...
Tal como precisam de comer, dormir e brincar, e não precisam de ver televisão (embora haja programas adequados para a sua idade, são totalmente dispensáveis), as crianças precisam de mimo. Não foi hoje que descobri isto (pobres dos meus filhos se tivesse sido!), mas reconheço que por vezes, estou presente fisicamente, mas estou entretida com outras coisas - muitas vezes pouco mais do que inúteis.
Gostei que a Varinha tivesse verbalizado a sua necessidade. Lembro-me de quando a Vassoura se queixava de dores só para ter atenção e mimo - e eu sempre a dizer-lhe: "Se queres colo, mimo, atenção, diz, não inventes dores, porque depois podes ter dores a sério e nós não sabemos se são verdadeiras..."
É muito positivo quando se percebe o que se passa, o que se precisa, e se sabe manifestá-lo. E muito bom quando se recebe o que se precisa... Seja criança ou adulto!
Mas enquanto se preparava para ir para a cama, com a minha ajuda, a Varinha (saber quem é aqui) disse-me que hoje ainda não tinha tido mimo suficiente. É claro que lhe dei festas, abraços e beijos até ela sentir que já tinha tomado a sua dose diária, e fi-lo com muito prazer. Mas fiquei a pensar sobre a questão...
Tal como precisam de comer, dormir e brincar, e não precisam de ver televisão (embora haja programas adequados para a sua idade, são totalmente dispensáveis), as crianças precisam de mimo. Não foi hoje que descobri isto (pobres dos meus filhos se tivesse sido!), mas reconheço que por vezes, estou presente fisicamente, mas estou entretida com outras coisas - muitas vezes pouco mais do que inúteis.
Gostei que a Varinha tivesse verbalizado a sua necessidade. Lembro-me de quando a Vassoura se queixava de dores só para ter atenção e mimo - e eu sempre a dizer-lhe: "Se queres colo, mimo, atenção, diz, não inventes dores, porque depois podes ter dores a sério e nós não sabemos se são verdadeiras..."
É muito positivo quando se percebe o que se passa, o que se precisa, e se sabe manifestá-lo. E muito bom quando se recebe o que se precisa... Seja criança ou adulto!
Dose diária
Passei o dia inteiro com os meus filhos, como é habitual, sendo sábado.
Mas enquanto se preparava para ir para a cama, com a minha ajuda, a Varinha (saber quem é aqui) disse-me que hoje ainda não tinha tido mimo suficiente. É claro que lhe dei festas, abraços e beijos até ela sentir que já tinha tomado a sua dose diária, e fi-lo com muito prazer. Mas fiquei a pensar sobre a questão...
Tal como precisam de comer, dormir e brincar, e não precisam de ver televisão (embora haja programas adequados para a sua idade, são totalmente dispensáveis), as crianças precisam de mimo. Não foi hoje que descobri isto (pobres dos meus filhos se tivesse sido!), mas reconheço que por vezes, estou presente fisicamente, mas estou entretida com outras coisas - muitas vezes pouco mais do que inúteis.
Gostei que a Varinha tivesse verbalizado a sua necessidade. Lembro-me de quando a Vassoura se queixava de dores só para ter atenção e mimo - e eu sempre a dizer-lhe: "Se queres colo, mimo, atenção, diz, não inventes dores, porque depois podes ter dores a sério e nós não sabemos se são verdadeiras..."
É muito positivo quando se percebe o que se passa, o que se precisa, e se sabe manifestá-lo. E muito bom quando se recebe o que se precisa... Seja criança ou adulto!
Mas enquanto se preparava para ir para a cama, com a minha ajuda, a Varinha (saber quem é aqui) disse-me que hoje ainda não tinha tido mimo suficiente. É claro que lhe dei festas, abraços e beijos até ela sentir que já tinha tomado a sua dose diária, e fi-lo com muito prazer. Mas fiquei a pensar sobre a questão...
Tal como precisam de comer, dormir e brincar, e não precisam de ver televisão (embora haja programas adequados para a sua idade, são totalmente dispensáveis), as crianças precisam de mimo. Não foi hoje que descobri isto (pobres dos meus filhos se tivesse sido!), mas reconheço que por vezes, estou presente fisicamente, mas estou entretida com outras coisas - muitas vezes pouco mais do que inúteis.
Gostei que a Varinha tivesse verbalizado a sua necessidade. Lembro-me de quando a Vassoura se queixava de dores só para ter atenção e mimo - e eu sempre a dizer-lhe: "Se queres colo, mimo, atenção, diz, não inventes dores, porque depois podes ter dores a sério e nós não sabemos se são verdadeiras..."
É muito positivo quando se percebe o que se passa, o que se precisa, e se sabe manifestá-lo. E muito bom quando se recebe o que se precisa... Seja criança ou adulto!
Um bombom para o ego
No dia do meu casamento, há uns anos, houve várias pessoas a dizer-me que estava muito bonita (acho que todas as noivas ouvem isto!).
Contudo, só um elogio permanece inesquecível e acho que para sempre perdurará na minha memória, como um bombom para o meu ego (a utilizar em caso de necessidade):
Um priminho, que tinha quase três anos, quando a mãe lhe perguntou, já para o fim do dia: "Olha a noiva, não está bonita?", respondeu: "Não é uma noiva, é uma princesa!"
Todos rimos, mas desconfio que só eu nunca me esqueci destas palavras...
Contudo, só um elogio permanece inesquecível e acho que para sempre perdurará na minha memória, como um bombom para o meu ego (a utilizar em caso de necessidade):
Um priminho, que tinha quase três anos, quando a mãe lhe perguntou, já para o fim do dia: "Olha a noiva, não está bonita?", respondeu: "Não é uma noiva, é uma princesa!"
Todos rimos, mas desconfio que só eu nunca me esqueci destas palavras...
Um bombom para o ego
No dia do meu casamento, há uns anos, houve várias pessoas a dizer-me que estava muito bonita (acho que todas as noivas ouvem isto!).
Contudo, só um elogio permanece inesquecível e acho que para sempre perdurará na minha memória, como um bombom para o meu ego (a utilizar em caso de necessidade):
Um priminho, que tinha quase três anos, quando a mãe lhe perguntou, já para o fim do dia: "Olha a noiva, não está bonita?", respondeu: "Não é uma noiva, é uma princesa!"
Todos rimos, mas desconfio que só eu nunca me esqueci destas palavras...
Contudo, só um elogio permanece inesquecível e acho que para sempre perdurará na minha memória, como um bombom para o meu ego (a utilizar em caso de necessidade):
Um priminho, que tinha quase três anos, quando a mãe lhe perguntou, já para o fim do dia: "Olha a noiva, não está bonita?", respondeu: "Não é uma noiva, é uma princesa!"
Todos rimos, mas desconfio que só eu nunca me esqueci destas palavras...
sexta-feira, 8 de março de 2013
Sabes o que é um continente?
Este episódio passou-se num dos meus primeiros anos como professora. Era um grupo de primeiro ano de escolaridade, ainda muito no início do ano letivo.
Estávamos a escolher, de entre uma longa lista de palavras sugeridas por eles e começadas pela letra "A", algumas para serem ilustradas. Eu ia dizendo as palavras pela ordem em que estavam escritas no quadro, e para cada uma, os alunos diziam se dava ou não para desenhar e decidia-se quem é que o iria fazer, quando dava.
Eu: Avião. Dá para desenhar?
Alunos: Siiiimmm!
Eu: Quem quer fazer este desenho? [um aluno oferece-se]
Eu: Ásia. Dá para desenhar?
Alunos, menos um (Rui M.): Nãããão!
Rui M.: Mas a Ásia dá para desenhar. Faz-se assim um país...
Eu: É verdade que a Ásia dá para desenhar, mas é muito complicado... Além disso, a Ásia não é um país, é um continente!... Sabes o que é um continente?
Rui M. [muito rápido na resposta]: Sei! É uma loja!
Estávamos a escolher, de entre uma longa lista de palavras sugeridas por eles e começadas pela letra "A", algumas para serem ilustradas. Eu ia dizendo as palavras pela ordem em que estavam escritas no quadro, e para cada uma, os alunos diziam se dava ou não para desenhar e decidia-se quem é que o iria fazer, quando dava.
Eu: Avião. Dá para desenhar?
Alunos: Siiiimmm!
Eu: Quem quer fazer este desenho? [um aluno oferece-se]
Eu: Ásia. Dá para desenhar?
Alunos, menos um (Rui M.): Nãããão!
Rui M.: Mas a Ásia dá para desenhar. Faz-se assim um país...
Eu: É verdade que a Ásia dá para desenhar, mas é muito complicado... Além disso, a Ásia não é um país, é um continente!... Sabes o que é um continente?
Rui M. [muito rápido na resposta]: Sei! É uma loja!
Sabes o que é um continente?
Este episódio passou-se num dos meus primeiros anos como professora. Era um grupo de primeiro ano de escolaridade, ainda muito no início do ano letivo.
Estávamos a escolher, de entre uma longa lista de palavras sugeridas por eles e começadas pela letra "A", algumas para serem ilustradas. Eu ia dizendo as palavras pela ordem em que estavam escritas no quadro, e para cada uma, os alunos diziam se dava ou não para desenhar e decidia-se quem é que o iria fazer, quando dava.
Eu: Avião. Dá para desenhar?
Alunos: Siiiimmm!
Eu: Quem quer fazer este desenho? [um aluno oferece-se]
Eu: Ásia. Dá para desenhar?
Alunos, menos um (Rui M.): Nãããão!
Rui M.: Mas a Ásia dá para desenhar. Faz-se assim um país...
Eu: É verdade que a Ásia dá para desenhar, mas é muito complicado... Além disso, a Ásia não é um país, é um continente!... Sabes o que é um continente?
Rui M. [muito rápido na resposta]: Sei! É uma loja!
Estávamos a escolher, de entre uma longa lista de palavras sugeridas por eles e começadas pela letra "A", algumas para serem ilustradas. Eu ia dizendo as palavras pela ordem em que estavam escritas no quadro, e para cada uma, os alunos diziam se dava ou não para desenhar e decidia-se quem é que o iria fazer, quando dava.
Eu: Avião. Dá para desenhar?
Alunos: Siiiimmm!
Eu: Quem quer fazer este desenho? [um aluno oferece-se]
Eu: Ásia. Dá para desenhar?
Alunos, menos um (Rui M.): Nãããão!
Rui M.: Mas a Ásia dá para desenhar. Faz-se assim um país...
Eu: É verdade que a Ásia dá para desenhar, mas é muito complicado... Além disso, a Ásia não é um país, é um continente!... Sabes o que é um continente?
Rui M. [muito rápido na resposta]: Sei! É uma loja!
Slow down, mummy
Eu: Vá, Feitiço (explicação do nome aqui), despacha-te! Anda comer!
Feitiço: "Cáma", mamã, "cáma"!
Eu: [sem resposta]
Slow down, mummy
Eu: Vá, Feitiço (explicação do nome aqui), despacha-te! Anda comer!
Feitiço: "Cáma", mamã, "cáma"!
Eu: [sem resposta]
Às aranhas...
... é como me sinto aqui no blogue. A parte de escrever e publicar é fácil, mas as opções quanto ao visual da página, separadores, cores... ainda estão muito para além dos meus conhecimentos. Vou explorando aos poucos, mas não consigo ser tão eficiente quanto gostaria.
:-(
:-(
Às aranhas...
... é como me sinto aqui no blogue. A parte de escrever e publicar é fácil, mas as opções quanto ao visual da página, separadores, cores... ainda estão muito para além dos meus conhecimentos. Vou explorando aos poucos, mas não consigo ser tão eficiente quanto gostaria.
:-(
:-(
Dia da Mulher... Dia da Mãe
Partilho convosco uma sabedoria adquirida há muito, muito, pouco tempo: na Roménia, hoje, é DIA DA MÃE e não há nenhum Dia da Mulher.
Mas se nós dizemos que hoje é Dia Internacional da Mulher, isso não faz que na Roménia também seja, embora não lhe liguem?
Se calhar os Dias Internacionais disto ou daquilo não fazem muito sentido...
Mas se nós dizemos que hoje é Dia Internacional da Mulher, isso não faz que na Roménia também seja, embora não lhe liguem?
Se calhar os Dias Internacionais disto ou daquilo não fazem muito sentido...
Dia da Mulher... Dia da Mãe
Partilho convosco uma sabedoria adquirida há muito, muito, pouco tempo: na Roménia, hoje, é DIA DA MÃE e não há nenhum Dia da Mulher.
Mas se nós dizemos que hoje é Dia Internacional da Mulher, isso não faz que na Roménia também seja, embora não lhe liguem?
Se calhar os Dias Internacionais disto ou daquilo não fazem muito sentido...
Mas se nós dizemos que hoje é Dia Internacional da Mulher, isso não faz que na Roménia também seja, embora não lhe liguem?
Se calhar os Dias Internacionais disto ou daquilo não fazem muito sentido...
quinta-feira, 7 de março de 2013
Memrise
Gosto de aprender línguas, sempre gostei.
Há um ano (mais dia, menos dia), descobri o Memrise. Em poucas palavras e provavelmente não fazendo justiça ao Memrise, direi que é um site para se aprender o que se quiser. Até agora utilizei o Memrise para aprender ou rever línguas (espanhol, norueguês, francês, italiano... ainda não comecei a rever alemão, mas atendendo à atualidade, deveria despachar-me!), mas há muito mais para aprender do que línguas.
Também utilizei o site para criar alguns cursos a ensinar português a estrangeiros (que percebam inglês) - porque nós também podemos criar os nossos próprios cursos, só para ensinar a outros, ou para nós próprios aprendermos também. Se quisermos, podemos fazer um curso e mantê-lo privado (pode dar jeito enquanto não estamos muito seguros do que queremos pôr no curso), restrito ou totalmente público.
Os últimos cursos que criei tiveram um objetivo muito claro: proporcionar mais uma ferramenta de leitura e escrita para a minha filha Vassoura, a frequentar o 1º ano. Ela só lá vai quando quer, mas quando vê os pontos a aumentarem (há uma componente de jogo no site) fica toda contente.
Recomendo.
Há um ano (mais dia, menos dia), descobri o Memrise. Em poucas palavras e provavelmente não fazendo justiça ao Memrise, direi que é um site para se aprender o que se quiser. Até agora utilizei o Memrise para aprender ou rever línguas (espanhol, norueguês, francês, italiano... ainda não comecei a rever alemão, mas atendendo à atualidade, deveria despachar-me!), mas há muito mais para aprender do que línguas.
Também utilizei o site para criar alguns cursos a ensinar português a estrangeiros (que percebam inglês) - porque nós também podemos criar os nossos próprios cursos, só para ensinar a outros, ou para nós próprios aprendermos também. Se quisermos, podemos fazer um curso e mantê-lo privado (pode dar jeito enquanto não estamos muito seguros do que queremos pôr no curso), restrito ou totalmente público.
Os últimos cursos que criei tiveram um objetivo muito claro: proporcionar mais uma ferramenta de leitura e escrita para a minha filha Vassoura, a frequentar o 1º ano. Ela só lá vai quando quer, mas quando vê os pontos a aumentarem (há uma componente de jogo no site) fica toda contente.
Recomendo.
Memrise
Gosto de aprender línguas, sempre gostei.
Há um ano (mais dia, menos dia), descobri o Memrise. Em poucas palavras e provavelmente não fazendo justiça ao Memrise, direi que é um site para se aprender o que se quiser. Até agora utilizei o Memrise para aprender ou rever línguas (espanhol, norueguês, francês, italiano... ainda não comecei a rever alemão, mas atendendo à atualidade, deveria despachar-me!), mas há muito mais para aprender do que línguas.
Também utilizei o site para criar alguns cursos a ensinar português a estrangeiros (que percebam inglês) - porque nós também podemos criar os nossos próprios cursos, só para ensinar a outros, ou para nós próprios aprendermos também. Se quisermos, podemos fazer um curso e mantê-lo privado (pode dar jeito enquanto não estamos muito seguros do que queremos pôr no curso), restrito ou totalmente público.
Os últimos cursos que criei tiveram um objetivo muito claro: proporcionar mais uma ferramenta de leitura e escrita para a minha filha Vassoura, a frequentar o 1º ano. Ela só lá vai quando quer, mas quando vê os pontos a aumentarem (há uma componente de jogo no site) fica toda contente.
Recomendo.
Há um ano (mais dia, menos dia), descobri o Memrise. Em poucas palavras e provavelmente não fazendo justiça ao Memrise, direi que é um site para se aprender o que se quiser. Até agora utilizei o Memrise para aprender ou rever línguas (espanhol, norueguês, francês, italiano... ainda não comecei a rever alemão, mas atendendo à atualidade, deveria despachar-me!), mas há muito mais para aprender do que línguas.
Também utilizei o site para criar alguns cursos a ensinar português a estrangeiros (que percebam inglês) - porque nós também podemos criar os nossos próprios cursos, só para ensinar a outros, ou para nós próprios aprendermos também. Se quisermos, podemos fazer um curso e mantê-lo privado (pode dar jeito enquanto não estamos muito seguros do que queremos pôr no curso), restrito ou totalmente público.
Os últimos cursos que criei tiveram um objetivo muito claro: proporcionar mais uma ferramenta de leitura e escrita para a minha filha Vassoura, a frequentar o 1º ano. Ela só lá vai quando quer, mas quando vê os pontos a aumentarem (há uma componente de jogo no site) fica toda contente.
Recomendo.
Superpoder
Ainda estou a habituar-me a ele, mas tenho de certeza um superpoder: o de detetar no Feitiço vontade de fazer xixi, sem que ele o diga.
Por vezes, há sinais evidentes, que consistem em movimentos com as pernas aos quais chamo "dança do xixi". Nesses casos, é bastante fácil perceber a tal vontade. Até a Vassoura e a Varinha já dizem: "O Feitiço está a fazer a dança do xixi. É melhor ele ir para o bacio."
O superpoder, que só eu tenho, consiste em detetar a necessidade (mais isto do que vontade, já que vontade ele nunca tem) a partir de pistas camufladas de carinho, em especial se, estando nós em divisões diferentes, o Feitiço vem ao pé de mim e não diz nada, mas não me larga. Se se aproximar e falar de um assunto qualquer, não é a necessidade que o move (embora possa ter conteúdo para encher o bacio).
Distinguir estas diferentes abordagens à minha pessoa nem sempre corre bem, por isso é que digo que é um superpoder ao qual estou a habituar-me. No entanto, preferiria que fosse um superpoder totalmente desnecessário, inexistente até, como há de ser um dia, quando o Feitiço controlar a 100% a sua bexiga. Mais ou menos como o Super-Homem preferiria que não houvesse "maus", por muitos superpoderes que tenha para os meter na ordem.
P.S. - Pode escrever-se "xixi" ou "chichi", para o caso de estarem a pensar sobre o assunto.
Por vezes, há sinais evidentes, que consistem em movimentos com as pernas aos quais chamo "dança do xixi". Nesses casos, é bastante fácil perceber a tal vontade. Até a Vassoura e a Varinha já dizem: "O Feitiço está a fazer a dança do xixi. É melhor ele ir para o bacio."
O superpoder, que só eu tenho, consiste em detetar a necessidade (mais isto do que vontade, já que vontade ele nunca tem) a partir de pistas camufladas de carinho, em especial se, estando nós em divisões diferentes, o Feitiço vem ao pé de mim e não diz nada, mas não me larga. Se se aproximar e falar de um assunto qualquer, não é a necessidade que o move (embora possa ter conteúdo para encher o bacio).
Distinguir estas diferentes abordagens à minha pessoa nem sempre corre bem, por isso é que digo que é um superpoder ao qual estou a habituar-me. No entanto, preferiria que fosse um superpoder totalmente desnecessário, inexistente até, como há de ser um dia, quando o Feitiço controlar a 100% a sua bexiga. Mais ou menos como o Super-Homem preferiria que não houvesse "maus", por muitos superpoderes que tenha para os meter na ordem.
P.S. - Pode escrever-se "xixi" ou "chichi", para o caso de estarem a pensar sobre o assunto.
Superpoder
Ainda estou a habituar-me a ele, mas tenho de certeza um superpoder: o de detetar no Feitiço vontade de fazer xixi, sem que ele o diga.
Por vezes, há sinais evidentes, que consistem em movimentos com as pernas aos quais chamo "dança do xixi". Nesses casos, é bastante fácil perceber a tal vontade. Até a Vassoura e a Varinha já dizem: "O Feitiço está a fazer a dança do xixi. É melhor ele ir para o bacio."
O superpoder, que só eu tenho, consiste em detetar a necessidade (mais isto do que vontade, já que vontade ele nunca tem) a partir de pistas camufladas de carinho, em especial se, estando nós em divisões diferentes, o Feitiço vem ao pé de mim e não diz nada, mas não me larga. Se se aproximar e falar de um assunto qualquer, não é a necessidade que o move (embora possa ter conteúdo para encher o bacio).
Distinguir estas diferentes abordagens à minha pessoa nem sempre corre bem, por isso é que digo que é um superpoder ao qual estou a habituar-me. No entanto, preferiria que fosse um superpoder totalmente desnecessário, inexistente até, como há de ser um dia, quando o Feitiço controlar a 100% a sua bexiga. Mais ou menos como o Super-Homem preferiria que não houvesse "maus", por muitos superpoderes que tenha para os meter na ordem.
P.S. - Pode escrever-se "xixi" ou "chichi", para o caso de estarem a pensar sobre o assunto.
Por vezes, há sinais evidentes, que consistem em movimentos com as pernas aos quais chamo "dança do xixi". Nesses casos, é bastante fácil perceber a tal vontade. Até a Vassoura e a Varinha já dizem: "O Feitiço está a fazer a dança do xixi. É melhor ele ir para o bacio."
O superpoder, que só eu tenho, consiste em detetar a necessidade (mais isto do que vontade, já que vontade ele nunca tem) a partir de pistas camufladas de carinho, em especial se, estando nós em divisões diferentes, o Feitiço vem ao pé de mim e não diz nada, mas não me larga. Se se aproximar e falar de um assunto qualquer, não é a necessidade que o move (embora possa ter conteúdo para encher o bacio).
Distinguir estas diferentes abordagens à minha pessoa nem sempre corre bem, por isso é que digo que é um superpoder ao qual estou a habituar-me. No entanto, preferiria que fosse um superpoder totalmente desnecessário, inexistente até, como há de ser um dia, quando o Feitiço controlar a 100% a sua bexiga. Mais ou menos como o Super-Homem preferiria que não houvesse "maus", por muitos superpoderes que tenha para os meter na ordem.
P.S. - Pode escrever-se "xixi" ou "chichi", para o caso de estarem a pensar sobre o assunto.
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