quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Terminei - finalmente! - o primeiro livro do ano

Terminei, "agora" mesmo (há aproximadamente meia hora) o primeiro livro do ano (livros infantis excluídos). Não é cedo, bem sei, mas estava difícil...


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Nunca um livro da Jane Austen me levou tanto tempo a ler. O problema não estava na falta de tempo, estava no livro, mesmo! Hei de escrever e partilhar a minha opinião, tão brevemente quanto possível.


 

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Uma receção especial

Filhote Pato veio cá ontem (e hoje). 


 


Pus todos os meus dotes artísticos ao piano, para fazer uma boa receção:


 


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Acham que consegui? 


 


[Hoje a Nina voltou, depois de três semanas de ausência. Apesar de parecer que não, pela eloquente mensagem fotográfica, nós limpámos a casa algumas vezes, durante o tempo em que estivemos sem empregada!]

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Corny post

Enquanto dava de mamar à Magia, e ela estava sossegada a mamar (o que nem sempre acontece - às vezes é um pega-larga constante), dei por mim a olhar deleitada para ela e a pensar: "Consegues sentir o amor [a fluir com o leite]?". Mas não pensei a falar, pensei a cantar! A cantar assim: 


 


domingo, 18 de fevereiro de 2018

Sabem aqueles técnicos de informática

... muita bons? Eu tenho um desses em casa - e até está disponível para ajudar a curar PCs de amig@s e tudo!


 


Rogério, el especialista en ordinatores!


(nem sei se escrevi corretamente, mas é espanhol, e eu nunca tive aulas de espanhol, por isso, paciência!)

sábado, 17 de fevereiro de 2018

5 Coisas Boas Por Semana | 12-2 a 16-2-2018

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A Fátima muda a cor da imagem e eu vou atrás! ;-)


 


12 de fevereiro (2.ª feira)



  • O Rogério foi às compras quando chegou do trabalho. Por isso, comemos pizza ao jantar (é uma maravilha quando o jantar ou almoço é pizza, porque nenhum deles se faz esquisito e todos se despacham a comer).


 


13 de fevereiro (3.ª feira)



  • A minha irmã Margarida, o marido e as filhas vieram almoçar cá a casa e correu tudo muito bem!  


 


14 de fevereiro (4.ª feira)



  • Era Quarta-feira de Cinzas e conseguimos ir todos à Missa.


 


15 de fevereiro (5.ª feira)



  • A Varinha colocou o aparelho nos dentes. Na verdade, nem é bem um aparelho, é uma barra lingual (se não me falha a memória em relação ao que disse a dentista, não é um aparelho porque não exerce força, apenas mantém os molares do fundo no sítio, não deixando que se perca espaço - que é algo que não abunda na boca da Varinha, à semelhança do que acontece na boca da sua mãezinha, isto é, na minha boca).


 


16 de fevereiro (6.ª feira)



  • A Vassoura ajudou-me, dando a sopa e a fruta à Magia. Já o tinha feito noutros dias desta semana.  

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Desafio das 52 semanas - semana 7

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Semana 7: Eu sempre…


... lavo os dentes antes de ir para a cama (em miúda não, infelizmente);


... gostei e gosto de receber massagens (também gosto de fazer, mas têm de ser relativamente de curta duração);


... tive cabelos finos e escassos (exceto nas gravidezes);


... detestei o fumo e o cheiro do tabaco (não há exceções).


 


Nesta TAG proposta pela Happy, participam, além da própria e da minha pessoa, a 3ª face, a Ana, a Catarina, o Carlos, a Charneca em Flor, a Daniela, a Desarrumada, o David, a Fátima, a Gorduchita, a Isabel, a Mãe A, a Mariana, a Marquesa de Marvila, a Paula, o P.P, a Sweetener, a Sofia  e o Triptofano (isto por ordem alfabética para ninguém se sentir melindrad@). Espreitem o que cada um de nós vai respondendo ao longo do ano. Também podem espreitar pela tag  52 semanas.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Perguntas à moda do Trip (2.º conjunto)

1. Não. 


 


2. A "Minha Casinha", dos Xutos & Pontapés, no refrão. Foi preciso ter um blogue para saber como é que era, através de um comentário... Ou melhor, o comentário serviu para eu me lembrar que digo mal, mas nunca me lembro da maneira certa. Tive de procurar o post e o comentário para saber que é "modesto primeiro andar" e não, como sempre me "sai", "rés do primeiro andar"!  


 


3. Não há nada. Mas lembro-me de ter ficado magoada quando, na 4.ª classe, uma colega, que copiou o desenho que eu tinha feito e estava a pintar com tanto cuidado que acabei depois de ela terminar o dela, teve Muito Bom no desenho e eu, a "artista" original, tive Bom +. Palavra de honra que senti aquilo como injusto. Mas mantive-me caladinha, que os tempos eram outros...


 


4. Não. Ou tenho, ou não tenho. É o que é.


 


5. Por nada, parece-me.


 


6. Ainda namoro.


 


7. Propriamente dita, não.


 


8. Não tenho qualquer interesse em tatuagens.


 


9. Não. Nem num segundo, terceiro, quarto... e não sei até que número de encontros antes de casar.


 


10. Não tenho memória específica de um alimento. Lembro-me das papas ao pequeno-almoço - a minha mãe era uma "máquina" a preparar pratos de Nestum, da sopa dos almoços, da fruta... Alimento isolado, o primeiro que me lembro foi um gelado Fizz, quando tinha anginas. Tinha que ser um gelado, claro!!! 

How I met your father - Episode 14 - The almost stalker

Season 2, episode 1 ( ep.13)


Kids,


 


Na semana passada falei-vos de um rapaz que eu achava que gostava de mim de uma maneira "especial". E contei-vos que uma rapariga me disse, à frente de outras pessoas, que os sentimentos do rapaz por mim "saltavam à vista". 


 


A partir daquela altura, todas as aproximações do rapaz, apesar de exatamente nos mesmos moldes que anteriormente, passaram a deixar-me desconfortável. Comecei a sentir-me "perseguida". Claro que tudo se passava na minha cabeça, não tenho memória de o rapaz ter agido incorretamente. Mas parecia que ele "forçava" a aproximação, de cada vez que havia o Abraço da Paz - nem que estivesse na outra ponta da igreja e já toda a gente se estivesse a sentar. À sexta-feira eu esperava ansiosamente que não nos cruzássemos e era um alívio quando o meu desejo se concretizava.


 


Não sei dizer quanto tempo é que esta situação se arrastou, mas sei de que forma terminou. Numa Eucaristia, as leituras falavam de dizer a verdade. Foi um sinal. No fim dessa Eucaristia, disse ao rapaz que precisava de falar com ele. Os olhos dele traduziam expectativa e esperança...  Eu referi as leituras e de como percebera que tinha de falar com ele, dizer-lhe a verdade. Expliquei-lhe a sensação de perseguida e como isso me incomodava. Não sei que palavras usei, mas recordo que a reação ao que eu disse não foi a melhor.


 


Daquele dia em diante, se, no Abraço da Paz, o rapaz calhasse passar por mim, eu cumprimentava-o. Ou tê-lo-ia cumprimentado, se ele não se desviasse para não me cumprimentar...


 


But better ignored than stalked.


 


Season 2, episode 3 (ep. 15)

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Hoje é Quarta-feira de Cinzas...

começou hoje a Quaresma ... e a isso não estou alheia. 

Alheia ao Dia dos Namorados

Varinha: Mamã, o que é que deste ao papá por ser Dia dos Namorados?


Eu: Nada.


Varinha [olhar surpreendido]: ...


 


Fui ter com o Gato e contei-lhe a mini-conversa com a Varinha. E acrescentei:


- Espero que também não tenhas nada para mim!


Rogério: Realmente não tenho...


 


Ufa!


 


 *


 


*Toma lá estas flores, Rogério!

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Dica para poupar água

Já há uns anos que, depois de ver uma partilha a esse respeito, me custava o desperdício de água cá em casa, enquanto a aquecíamos para o banho. Passei metade desse tempo a pensar onde é que conseguiria arranjar uma coisa destas:


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(não necessariamente antiga como esta)


 


e a outra metade a constatar que nem me lembrara de procurar, quando tinha ido às compras.


 


Acontece que havia uma alternativa simples e bastante acessível, que não me ocorreu, mas ocorreu ao Rogério, há algumas semanas:


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 Garrafão de 7 litros. Depois de vazio, corta-se a parte superior.


 


E é nestas coisas que eu mais admiro o Rogério. Quando ele me surpreende com uma solução prática para uma questão "pendente". Não houve qualquer influência minha, pois, que me lembre, nem cheguei a falar com ele sobre este assunto!


 


A água é depois utilizada na sanita, ou na limpeza da banheira.

Feitiço, o consolador...

Numa aula de estudo, o A., colega do Feitiço, estava a conversar tanto que a professora o mandou sentar-se numa mesa ao fundo da sala. Ao sentar-se, o A. deu um grande suspiro. 


 


Feitiço: Ó A., não te preocupes, dás um pum e logo ficas feliz!


 


Todos os alunos se riram. A professora avisou o Feitiço para não fazer outra "gracinha". Ele, felizmente, não fez, por isso só semanas mais tarde soube do sucedido, pelo próprio Feitiço.

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Sobre o parto e os primeiros dias da Magia

[Nota prévia e importante: este texto estava nos rascunhos desde que a Magia fez uma semana. Reconheço a força das hormonas de quando o escrevi. Reconheço o sofrimento por que passei. Gostava de ter escrito outras coisas. Gostava de ter tido outras coisas para escrever. Passou-me pela cabeça apagá-lo, atendendo a que a Magia fez ontem nove meses e isto "cheira" a passado, e a um passado não muito feliz. Mas decidi publicá-lo sem fazer alterações, nem acrescentos, excluindo esta nota prévia.]


 


Há uma semana por esta hora (e várias horas antes desta e muitas horas depois!) eu estava no hospital. Eu e o Rogério tínhamos pensado que ao fim da manhã ela [a Magia] já deveria ter nascido... Como nos enganámos! A  Magia nasceu depois das dez e meia da noite.


 


O parto da Magia fez-me lembrar o da Vassoura, pois passei por momentos de dor e frustração que não consegui aguentar. A certa altura, só conseguia murmurar (praticamente sem som - o Rogério não me ouvia) várias frases curtas, do género: "Faça-se a tua vontade e não a minha.", "Tu queres, Jesus? Então eu também quero.", "Nós, Jesus,...". Podem parecer patetices a alguns leitores mais extraterrestres (vocês sabem quem são), mas murmurar estas frases em modo non-stop ajudou-me. Não me tirou dores, mas ajudou-me a dar-lhes um sentido. Bem, na altura não lhes dei nenhum sentido especial, limitei-me a juntar a minha dor à de Jesus.


 


Ao longo desta semana tenho vindo a apaixonar-me cada vez mais pela Magia.


 


O que ainda não é nada mágico é a amamentação. A Magia já consegue fazer uma boa pega, apesar das dificuldades específicas que os meus mamilos causam, mas há uma enorme diferença entre conseguir e fazer sempre. Todos os dias faz várias pegas mal feitas e quem paga são os meus mamilos. Não há maneira de cicatrizarem. Para quem não é mãe e me lê, sim, se não se for abençoada com um processo fácil (caso, entre outros, da minha irmã Margarida, que por três vezes passou pela experiência de dar de mamar como se de nada se tratasse), pode-se sofrer bastante com o processo de amamentação e ter feridas nos mamilos é apenas um dos problemas.


 


Apesar destas dificuldades, às quais se acrescenta uma perda de peso da Magia para além do desejável, eu quero e vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para que o leite materno seja o alimento exclusivo da Magia durante os primeiros seis meses, tal como recomenda a OMS, e tal como eu sempre quis (e não consegui com nenhum dos mais velhos).


 


Acho que a maior parte das pessoas é obcecada com o peso dos bebés, se eles não aumentarem muito de semana para semana. Parece que ter um percentil baixo é crime! Essas pessoas (maioritariamente médicos, mas não só) são as mesmas que falam contra a obesidade infantil. Do oito para o oitenta.


 


Eu não quero que nenhum filho meu passe fome, nem em bebé, nem em altura nenhuma. Mas irrita-me profundamente que, depois de avaliar o bebé e dizer que está a desenvolver-se muito bem, está muito desperto, faz tudo o que é suposto fazer para a idade, se esqueça tudo isso e se tome o número da balança como o único indicador se as coisas estão a correr bem ou mal - sendo que mal é não estar a aumentar de peso como eles querem.


 


Uma amiga que tem dois filhos crescidos, adultos, ainda se lembra muito bem dos primeiros tempos. Também os filhos dela estavam sempre no nível baixo do percentil. Não tiveram suplemento e sempre foram saudáveis e desportistas.

Devia ter jogado no Euromilhões... (Somos campeões europeus de futsal)

Em primeiro lugar, devo dizer que eu não fazia ideia que ontem se disputava a final do Campeonato Europeu de Futsal. Mas ontem à tarde fomos a casa dos meus pais, e a certa altura o meu pai ligou a televisão, dizendo que "a pátria estava em perigo". Porque conheço o meu pai e as suas expressões, automaticamente pensei que a seleção portuguesa de futebol (ou outro desporto, mas é um facto que o meu pai vê mais futebol do que outra modalidade desportiva) iria jogar algum jogo importante.


 


Fiquei então a saber que se tratava da final entre Portugal e Espanha. Na minha enorme ignorância, comentei: 


 


- É "sempre" Portugal ou Espanha que ganha o campeonato, não é?


 


Avô Bruxo: Nós nunca ganhámos, a Espanha é o país que já ganhou mais vezes.


 


Eu, pondo memória e neurónios a funcionar: Ah! No hóquei é que somos nós ou a Espanha, não é?


 


Avô Bruxo: Sim, no hóquei, sim, é quase sempre Portugal ou Espanha que ganha.


 


Durante o jogo, fomos (eu, o Rogério, a minha irmã Margarida, o marido dela,...) ficando a saber algumas regras, que o meu pai nos foi explicando. Não ficámos "vidrados" ao écran, mas fomos espreitando e comentando o que ia acontecendo.


 


Análises de jogo à parte, quando o jogo foi para prolongamento com empate a duas bolas, já era mais do que altura de nós os seis (Mimi, Rogério e catraios) regressarmos a casa, mas entre o vamos-não-vamos, quando realmente saímos de casa dos meus pais já só faltavam uns três minutos para o jogo acabar. O Ricardinho, capitão da equipa e várias vezes eleito o melhor jogador de futsal do mundo, tinha entretanto ficado lesionado e teve de sair de campo. Lembrando-me da final do Campeonato Europeu de Futebol, em 2016, disse:


 


- Olha, é como na final entre Portugal e França, quando o Ronaldo, que era o capitão, ficou lesionado! 


 


Avô Bruxo: Pois é, já não me lembrava! Foi graças a isso que ganhámos o jogo! 


 


Eu: Não sejas mauzinho! 


 


Não esperámos os ditos três minutos porque podiam corresponder a muito mais tempo: por um lado, de cada vez que a bola sai de campo ou algo do género [não se esqueçam que quem vos escreve não percebe nada do assunto], interrompe-se a contagem decrescente do tempo de jogo; por outro, se não houvesse nenhum golo, teria de decidir-se o resultado em pénalties ou livres diretos, ou como-é-que-se-chama


 


Aproveitámos a viagem de carro para fazer as orações de fim de dia em família. Desta maneira, quando chegámos a casa, os filhos grandes puderam despachar-se e ir para a cama assim que estivessem prontos. O Rogério foi logo espreitar o resultado do jogo e veio dizer-me que éramos campeões, mas não sabia como. Mais tarde, viu o fim do jogo e contou-me que houve uma falta dos espanhóis e foi marcado um livre direto que resultou em golo. A seguir os espanhóis jogaram os cinco (guarda-redes incluído) ao ataque (a equipa portuguesa tinha usado a mesma estratégia quando estava a perder por 2-1 e fora assim que empatara), mas nos cinquenta e cinco segundos de jogo restantes não conseguiram anular a diferença. 


 


Depois de pôr a Magia na cama (após mamar e beber o biberão), liguei a televisão e a box e vi com os meus próprios olhos a concretização da minha previsão... É que a razão pela qual escrevi que devia ter jogado no Euromilhões foi que eu disse, antes de sair de casa, que "era justo"* que os espanhóis cometessem mais uma falta, que desse direito ao livre direto e que fosse golo... - exatamente o que aconteceu!


 


*porque, segundo o meu pai, a equipa espanhola é perita em colocar os adversários em maus lençóis relativamente às faltas... [apesar de desconfiar de uma certa parcialidade do Avô Bruxo, aderi à ideia por ser adepta da equipa lusa]


 


Viva Portugal!

sábado, 10 de fevereiro de 2018

5 Coisas Boas Por Semana | 5-2 a 9-2-2018

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5 de fevereiro (2.ª feira)



  •  Ao almoço, é habitual a Magia comer a sopa toda, mas só uma vez comeu a fruta toda (pera, nesse dia). Desta vez, voltou a comer tudo, sendo banana a fruta. 


 


6 de fevereiro (3.ª feira)



 


7 de fevereiro (4.ª feira)



  • De manhã o Rogério foi comprar pão e eu pude comer umas fatias de pão fresco com manteiga, ao pequeno-almoço. 

  • Consegui que o cesto da roupa ficasse vazio, pelo segundo dia consecutivo (é mais fácil fazer isto quando não me baldo a fazer máquinas durante vários dias seguidos).


 


8 de fevereiro (5.ª feira)



  • A Nina regressou do seu país natal, onde foi tratar de burocracias. Não veio a nossa casa nos dias 30 de janeiro e 6 de fevereiro. Como também não virá na terça-feira de Carnaval, dia 13, veio hoje, para não ficarmos 3 semanas seguidas sem empregada. Pensava que esta seria a coisa boa deste dia, por isso a escrevi com antecedência, mas afinal a Nina não veio. Uma das casas onde ela trabalha e onde não era suposto ir hoje, para vir à nossa, é de uns tios. O meu tio não está capaz de ficar sozinho e a minha tia precisava de sair e perguntou-me se podia dispensar a Nina. Eu disse que sim, que nos adaptávamos. E adaptámos, portanto, a coisa boa não é a Nina ter vindo, é não ter vindo e nós darmos conta do recado - roupa, comida, limpeza - tudo! (Se eu estivesse a dar aulas seria mais complicado!...)


 


9 de fevereiro (6.ª feira)



  • O Feitiço fez xixi na cama. O quê, não é uma coisa boa? Pois não, mas ter saído da cama antes de o pai o acordar/chamar e ter ido tomar banho por iniciativa própria, sem haver zangas à mistura, foi bom - aliás, foi muito bom! Só eu sei o que já passei em situações semelhantes, há não muito tempo...

  • Apesar do acontecimento acima mencionado, o cesto da roupa ficou vazio!

9 meses de Magia!

E tem sido mesmo mágico! Magia forever!

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Desafio das 52 semanas - semana 6

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Semana 6: Os super poderes que eu gostaria de ter se fosse um super herói seriam…


... capacidade de organização de qualquer coisa, em poucos minutos;


... capacidade de pôr as outras pessoas bem-dispostas;


... capacidade de pôr as outras pessoas a fazer o que eu queria (esta capacidade vinha com discernimento incorporado, isto é, nunca funcionaria se o que eu quisesse fosse errado ou inconveniente);


... capacidade de voar;


... auto-controle total.


 


Nesta TAG proposta pela Happy, participam, além da própria e da minha pessoa, a 3ª face, a Ana, a Catarina, o Carlos, a Charneca em Flor, a Daniela, a Desarrumada, o David, a Fátima, a Gorduchita, a Isabel, a Mãe A, a Mariana, a Marquesa de Marvila, a Paula, o P.P, a Sweetener, a Sofia  e o Triptofano (isto por ordem alfabética para ninguém se sentir melindrad@). Espreitem o que cada um de nós vai respondendo ao longo do ano. Também podem espreitar pela tag  52 semanas.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

How I met your father - Episode 13 - The he-likes-me guy

Season 1 (12 episodes) 


Kids,


 


Antes de vos contar sobre os meus amores primários, onde é que eu ia? A ver se me lembro sem ter de espreitar o episódio 11...


 


Ah, já sei! Contei-vos da X e do Y, e de como continuo amiga de ambos. Ora então, continuando a viajar pelas minhas memórias, vou contar-vos um dos episódios mais difíceis e desagradáveis deste meu percurso...


 


Havia, numa das Comunidades Neocatecumenais da Paróquia a que eu pertencia, um "rapaz" mais velho do que eu (atendendo a que eu já era uma jovem adulta, ele já não era propriamente um rapaz, mas é mais simples identificá-lo como tal) que eu conhecia de nome e de vista. Ao contrário dos outros rapazes que mencionei anteriormente, este não tinha nenhum traço que me atraísse (nem olhos, nem sorriso, nem voz, nem nada). Era-me indiferente, no sentido que não despertava nenhum sentimento, nem mau, nem bom.


 


Como a Eucaristia aos sábados à noite juntava todas as Comunidades da Paróquia, era nessas ocasiões que eu o encontrava. Se me cruzasse com ele na altura do Abraço da Paz (circulávamos livremente pela igreja, e não cumprimentávamos apenas quem estava sentado mais perto de nós), eu cumprimentava-o normalmente, como a qualquer outra pessoa presente.


 


Havia outra altura da semana em que eu por vezes me cruzava com o rapaz. À sexta-feira à tarde, quando eu estava a chegar à paróquia onde era catequista, estava ele a sair do autocarro, numa paragem que ficava perto da igreja. Sempre o cumprimentei cordialmente, nessas ocasiões.


 


Lembro-me que por vezes me passava pela cabeça que talvez o rapaz gostasse de mim de uma maneira "especial". Mas como era uma coisa apenas da minha cabeça, não me incomodava nem tirava o sono. O problema começou quando uma rapariga, no meio de uma conversa em que estavam presentes várias pessoas, disse que era óbvio que o tal rapaz gostava de mim, que "saltava à vista". Não sei como é que a conversa foi ali parar, mas não gostei!


 


O que foi que aconteceu depois? Isso é assunto para outro episódio...


 


Season 2, Episode 2 (Ep. 14)