sábado, 13 de maio de 2017

Amamentação

Para mim, uma das coisas mais maravilhosas da maternidade:



  • a intimidade

  • o calor do(a) bebé

  • a mãozinha a descansar sobre o peito

  • a respiração dele(a)

  • o movimento ritmado da sucção

  • o saber que naquele momento, ele(a) tem tudo o que quer e somos nós que lho estamos a dar.


 


Para mim, uma das coisas mais difíceis da fase pós-parto:



  • a dificuldade em pôr a criança a mamar

  • os mamilos gordos e a boca pequenina não fazem um bom par

  • a má "pega" como consequência

  • os mamilos gretados, feridos

  • a subida de leite e o peito inchado, duro, hiper-sensível

  • o fracasso das tentativas de resolver o problema

  • o desespero do(a) bebé a querer comer e a não conseguir

  • o nosso desespero por toda a situação


 


Tudo passa, mas até passar, custa(-me)!

Mês de Maria - Dia 13

"UMA SENHORA MAIS BRILHANTE QUE O SOL"


 


No dia 13 de maio de 1917, que era um domingo, três pastorinhos da freguesia de Fátima, Lúcia, de 10 anos, e seus primos Francisco, de 9 e Jacinta, de 7, brincavam no alto de uma colina, chamada Cova da Iria. De repente, viram um relâmpago. Temendo que viesse trovoada, desceram pela encosta e contemplaram sobre uma azinheira «uma senhora vestida toda de branco, mais brilhante que o sol».


«Então - escreve Lúcia - Nossa Senhora disse-nos: - Não tenhais medo. Eu não vos faço mal.


- Donde é Vossemecê? - perguntei-lhe.


- Sou do Céu.


- E que é que Vossemecê me quer?


- Vim para vos pedir que venhais aqui seis meses seguidos, no dia 13, a esta mesma hora. Depois direi quem sou e o que quero.


- E eu também vou para o Céu?


- Sim, vais.


- E a Jacinta?


- Também.


- E o Francisco?


- Também irá, mas tem que rezar muitos terços. Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser enviar-vos em ato de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores?


- Sim, queremos.


- Ides, pois, ter muito que sofrer, mas a graça de Deus será o vosso conforto...


Por um impulso íntimo também comunicado, caímos de joelhos e repetimos intimamente: - Ó Santíssima Trindade, eu Vos adoro. Meu Deus, meu Deus, eu Vos amo no Santíssimo Sacramento.


Nossa Senhora acrescentou: - Rezem o terço todos os dias para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra.


Em seguida, começou a elevar-se serenamente, subindo em direção ao nascente».


Os pastorinhos responderam sim aos pedidos de Nossa Senhora, fazendo muitos sacrifícios e rezando o terço todos os dias. E tu, que respondes?

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Magia

A seu tempo vos contarei um bocadinho de como foi que a coisa se passou, mas, por agora, e é o mais cedo que consigo, atendendo a que chegámos a casa, vindas do hospital, depois das 18:30 horas, venho apenas informar os meus queridos leitores, o bairro dos blogues do Sapo e a blogosfera em geral que:


 


NASCEU A MAGIA!


Estamos felizes.

Mês de Maria - Dia 12

"CEGUINHA"


 


Nos últimos meses do ano de 1947 a imagem de Nossa Senhora de Fátima da Capelinha das Aparições andou em peregrinação pelo sul do Tejo. O Padre Frei Fidélis Barbosa conta:


«Foi em Martinlongo, freguesia de Alcoutim, na diocese do Algarve... Chega a suspirada imagem. No mesmo dia uma jovem cega, Maria Manuela de Brito Vargas, educada no Instituto dos Cegos do Porto, preparada pelo missionário, vai ao microfone e lê pelo método dos cegos uma oração que termina assim:


«E eu, em particular, Senhora, eu que também venero a tua imagem, eu que contudo não a vejo, porque os meus olhos estão apagados, quero implorar-te nesta súplica cheia de fé, com todo o meu coração: - Senhora, faz que eu veja! Tu que me compreendes e sabes o meu desgosto, a minha dor, protege-me, salva-me desta escuridão, dá luz a estes meus olhos... Mas se não me achares digna dessa suprema graça, Senhora, aumenta a minha fé e alumia a minha alma para que ela possa, um dia, ver-te e amar-te no Céu.»


Palavras não eram ditas, eis que se deu o milagre. A miraculada, após agradecer à Virgem, vai beijar as mãos do Senhor Bispo Dom Marcelino Maria Franco. Este não se contém e cai de joelhos... Ajoelham os sacerdotes... A multidão chora.»


Nossa Senhora, como Mãe de Deus, pode conceder-nos todas as graças. Como esta menina e, à imitação dos cegos do Evangelho (Lc 18, 41), diz-lhe:


- Senhora, fazei que eu veja! Que veja com os olhos do corpo! Mas, sobretudo, que eu veja com os olhos da alma! Dai-me luz para ver o caminho que me conduz ao Céu. Luz para ver o bem e segui-lo! Luz para ver o mal e evitá-lo!


Maria é a «estrela da manhã» para nos alumiar, é a «Senhora da estrada» para nos conduzir ao Céu.


Antes de qualquer ação pede a Nossa Senhora que te guie e te ampare.


A 8 de dezembro de 1939, dizia de si próprio, o Papa Pio XII:


«Recorremos sempre a esta dulcíssima mãe nos perigos e angústias em que tantas vezes nos encontrámos. Colocando nela toda a nossa esperança, jamais fomos abandonados, mas sempre alcancámos luz, auxílio e consolação».

quinta-feira, 11 de maio de 2017

How I met your father - Episode 3

Episode 2


Kids,


 


Retomando então a história do meu primeiro amor "a sério", ele foi um dos quatro elementos masculinos da minha turma de 11.º ano.


 


O lugar dele era na fila ao lado da minha. O que me cativou nele foram os grandes olhos azuis, o sorriso simpático e o facto de não ser "armado em bom", apesar de muito bom aluno. Não tinha um porte atlético (antes pelo contrário), mas eu não dava (nem dou) muita importância a isso.


 


Rapidamente fiquei "apanhada", mas mantive a minha natural timidez e não tentei nenhuma aproximação. Se ele me pedisse uma borracha emprestada, era um acontecimento! Qualquer razão para tocar na mão ou trocar umas brevíssimas palavras made my day! (Eu sei, eu era - passado? - mesmo totó.) 


 


Nesta história tive uma aliada de peso: a Filhote Pato, que só conheci neste ano letivo, mas que se tornou minha confidente a este respeito e que rapidamente se tornou parte da família de bruxos a que pertenço, de tal modo passava tempo em minha casa.


 


A Filhote Pato encorajava-me, animava-me e chegou a dizer-me que achava que faríamos um bom par. Coisas de amiga, não necessariamente certeiras!


 


Esta "paixão" durou dois anos e picos, com períodos de maior e de menor intensidade. No segundo ano letivo, nem éramos da mesma turma, mas continuei a gostar dele. Houve algumas vezes em que a Filhote Pato e eu fomos, no intervalo, até ao corredor onde a turma dele tinha aulas, só para eu o ver. Enfim!...


 


Durante este ano, eu tive explicações de História para ver se finalmente passaria no exame da disciplina. (No ano anterior fiz o exame sem ter estudado. Ainda fui à oral, mas a falta de conhecimento tornou-se evidente). Ele também teve explicações de História, por coincidência com a mesma professora, mas apenas para ter a nota mais alta possível no exame de acesso à Universidade! Motivações bem diferentes... Ele, um intelectual, eu, uma balda! Mais uma vez, se calhasse ter explicação imediatamente antes ou depois dele, tendo que me "cruzar" com ele, isso era um "acontecimento"!


 


Quando fiz 18 anos, fiz uma festa e convidei alguns amigos. Arranjei coragem (a Filhote Pato deve ter-me dado alguma) e convidei-o. Para minha surpresa, ele aceitou o convite e deu-me uma prenda que ainda hoje considero muito bem escolhida: o livro "História de Portugal em disparates", no qual escreveu uma dedicatória simpática (nada romântica, mas au point).


 


Ao fim do segundo ano, ele entrou para a Universidade e eu fiz o 12.º ano noutro curso (tinha feito o 3.º curso, com Filosofia, História e Inglês I e fiz o 4.º curso, com Literatura Portuguesa, Inglês II e Francês II). Tive de fazer o 4.º curso porque com o 3.º não podia entrar para a Escola Superior de Educação, para o curso que queria. É que eu, ao contrário de muitos colegas ajuizados, não fiz qualquer investigação sobre o que precisava para entrar para o curso. Como queria ser professora primária, simplesmente assumi que bastava ter o 12.º ano, de qualquer curso. E era assim, até um ou dois anos antes. Mas houve mudanças, e o curso (bacharelato) para professora primária (1.º ciclo do EB) passou a estar incorporado num curso (licenciatura) para professora do ciclo preparatório (2.º ciclo do EB), em várias variantes (Matemática/Ciências, Educação Musical, Português/Inglês e Português/Francês, entre outras). A parte das variantes levava a que o 3.º curso do 12.º ano, que eu completara, não servisse como base de acesso.


 


Há males que vêm por bem. Aos 18 anos eu não me imaginava a ir para a Universidade (quer dizer, eu imaginava-me a ir, mas sentia que ainda não estava preparada para ir). Um ano depois, estava "no ponto" de maturidade necessária. Entrei para o curso que queria (fui obrigada a escolher uma variante, embora quisesse apenas ser professora primária) e completei a licenciatura sem problemas de maior.


 


Acabei de me aperceber que nestes últimos parágrafos fugi ao tema, mas a consequência foi enriquecer a história. Quem viu a série "How I met your mother" há de concordar que o Ted também andou de trás para a frente com muitas histórias paralelas, certo?


 


Episode 4

Mês de Maria - Dia 11

"REMÉDIO SEGURO"


 


Certo rapaz, que, em pequeno, recebeu educação profundamente cristã, ao atingir a juventude, arrastado por más companhias, caiu no vício da impureza.


De pecado em pecado entrou nele o aborrecimento, a tristeza, o desespero. A um sacerdote amigo declarou:


- Padre, estou perdido. Para mim já não há remédio. O meu lugar é o inferno.


- O teu lugar é o Céu. Mas a porta do Céu é a Virgem Maria. Vai à Igreja, ajoelha-te diante do seu altar e pede-lhe que te acuda.


O rapaz cumpriu este conselho. Ajoelhado aos pés de Nossa Senhora, sentiu-se verdadeiramente tocado pela graça. Trespassado de arrependimento confessou os seus pecados e começou vida sinceramente cristã, que levou até à morte.


Escreveu o Papa Pio XII: «Para conservar e fomentar a castidade perfeita existe um meio que a experiência dos séculos mostra repetidamente ter valor extraordinário: é a sólida e fervorosa devoção a Nossa Senhora».


Quantos ataques contra a pureza venceu a doentinha de Balasar, a serva de Deus Alexandrina Maria da Costa*! Certa vez, aos 18 anos, tendo ido fazer um recado, apresentou-se certo homem a querer abraçá-la e levá-la para o mal.


«Com os meus 18 anos - conta ela - vi-me num perigo muito grande, inesperadamente. Lembro-me que levava o meu tercinho na mão e que apertei uma medalha de Nossa Senhora das Graças e, de repente, livrei-me do perigo. Foi sem dúvida a Mãezinha do Céu que me valeu.


Isto aconteceu várias vezes, mas tive sempre, sempre, a Mãe a valer-me. Oh! Como lhe estou agradecida!»


Imita este exemplo. Nas tentações contra a pureza, recorre à Mãe Castíssima, à Rainha das Virgens. Quem assim fizer - garante Santo Afonso Maria de Ligório, Doutor da Igreja - não sucumbirá.


 


*Lembro que o livrinho de onde estou a copiar os textos do Mês de Maria foi publicado em 1979. Desde essa altura, Alexandrina foi declarada Venerável, em 1996, e beatificada, em 2004. Cf. a página oficial do Santuário Alexandrina de Balasar.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Mês de Maria - Dia 10

"RAINHA DA VITÓRIA"


 


O piedoso Padre Zucchi procurava, em Roma, trazer ao bom caminhoa um pobre rapaz de boa vontade, mas escravizado pelo pecado. Recebia-o com bondade, confessava-o, mas o jovem  não conseguia emendar-se. Certo dia, disse-lhe:


- Para a salvação da tua alma quero dar-te a Virgem Santíssima como Mãe. Peço-te só isto: Pela manhã, ao levantar, reza três Ave-Marias em honra da Virgindade de Nossa Senhora com a oração:


Ó Senhora minha, ó minha Mãe, eu me ofereço todo a Vós, e em prova da minha devoção para convosco, vos consagro neste dia os meus olhos, os meus ouvidos, a minha boca, o meu coração e inteiramente todo o meu ser. E porque assim sou vosso, ó incomparável Mãe, guardai-me e defendei-me como coisa e propriedade vossa».


À noite, ao deitar, faz exatamente o mesmo.


Se durante o dia o demónio te quiser levar para o mal, diz logo:


«Lembrai-vos que vos pertenço, terna Mãe, Senhora nossa. Ah! Guardai-me e defendei-me como coisa própria vossa!».


O rapaz prometeu tudo quanto o Padre lhe pedia. Logo nessa noite cumpriu a palavra dada.


Alguns dias depois, teve de sair de Roma. Antes de partir, veio despedir-se do confessor e renovar a promessa.


Voltou passados quatro anos. Foi confessar-se, de novo, ao Padre Zucchi, que contava:


- Parecia-me estar a ouvir a confissão de um santo. Admirado com mudança tão maravilhos, perguntei-lhe como se tinha dado aquele prodígio.


- Senhor Padre, - respondeu - devo a minha conversão à oração que me ensinou. Nunca deixei de rezar de manhã e à noite. Quando vinha uma tentação, chamava por Nossa Senhora, como me aconselhou. Assim nunca caí.


Queres guardar a tua pureza? Imita este rapaz. Pela manhã, ao acordar, e à noite, ao deitar, reza a oração: Ó Senhora minha, com três Ave-Marias.


Quando vier a tentação, volta-te para esta Mãe bondosa e repete-lhe: «Lembrai-vos que vos pertenço...», ou somente: «Minha Mãe do Céu, valei-me». Se assim o fizeres, podes estar certo que não cairás.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Amanhã será um grande dia


Pelo menos, conto que seja, em alegria!

Feitiço 5 - 2 xixi

Pelo terceiro dia consecutivo, o Feitiço acordou seco. 


 


Um feito! Merece algum comentário, caros leitores?


 


Provavelmente só os leitores antigos atingem o alcance deste feito "histórico"... 


 


E eu não sei onde andam os leitores antigos, mas se andam por aqui, andam "calados" demais para o meu gosto!

Mês de Maria - Dia 9

"DAR TODO O CORAÇÃO"


 


O sol, já a declinar para o ocaso, doirava com seus raios a cabecita loira de um anjo de criança, reclinada docemente no colo materno.


- Amanhã, minha filha, é o primeiro dia do mês de maio. Já pensaste na prenda que vais dar à nossa boa Mãe do Céu?


- Que é que lhe hei de oferecer? - pergunta a pequena. - Eu só tenho aquelas rosas que perfumam a janela do meu quarto.


- Que presente tão lindo! Mas, minha filha, Nossa Senhora quer coisa melhor.


- Então dou-lhe o meu canário. Ele canta tão bem na gaiola verde. Custa-me tanto ficar sem ele! Mas faço o sacrifício pela nossa querida Mãe do Céu.


- Para Mãe tão bela, tão boa, tão querida, é ainda pouco. Não te parece?


- Então dou-lhe o meu vestido novo. - Aqui a pequena deixou escapar um suspiro, sinal de quanto lhe custava aquela separação.


- Não, não, meu amor. Nossa Senhora não quer coisas dessas. Ela quer o teu coração, todo o teu coração para dá-lo a Jesus.


- O meu coração?... Mas então eu hei de morrer? Tenho de deixá-la sozinha, mãe? E a mãezinha também deu o seu coração a Nossa Senhora?


- Sim, menina. O meu coração é todo da nossa Mãe do Céu. Nunca mais lho quero tirar.


- E como pode a mãe viver sem coração?


- Não se trata de viver sem coração, mas de conservá-lo puro. Quando um coração é puro, pertence todo a Nossa Senhora - responde a piedosa mãe, apertando ao colo o seu anjo.


O coração puro é todo de Jesus e de Maria! Que bem descreveu o Santo Cura de Ars a felicidade dos corações puros! Oiçamo-lo:


«Não há nada tão belo como uma alma pura!... Se isto fosse compreendido, quem perderia a pureza?


As almas puras formarão uma roda em volta de Nosso Senhor. Quando mais puras na terra, mais perto de Jesus no Céu.


Meus filhos, não se pode compreender o poder que uma alma pura tem sobre Deus. D'Ele obtém tudo quanto quer».

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Feitiço 4 - 2 Xixi

Hoje o Feitiço voltou a acordar seco. Há claramente uma mudança positiva nesta "missão sequinho 2017", depois do fracasso da missão em 2016.


 


Os pontos começaram a ser contados no dia 3 de maio, primeiro dia em que o Feitiço acordou seco desde a véspera de Natal (não sei se vos cheguei a contar essa boa surpresa na altura). 


 


Hoje foi a primeira vez que acordou seco após ter acordado seco na véspera, ou seja, acordou seco em dois dias consecutivos. Quando conseguir sete dias seguidos, vai receber qualquer coisa, já prometida há anos! Até me custa admitir que lhe vamos dar uma prenda por conseguir o que a grande, enorme, maioria das crianças da sua idade consegue há muito tempo, mas a verdade é que o fizemos na altura da Vassoura (verão dos 5 anos) e na da Varinha (verão dos 5 anos também) e também com ele combinámos no verão dos 5 anos que "quando conseguisse...". O rapaz bem gostava de já ter conseguido, mas estava mesmo longe de atingir o objetivo. Agora, sim, o objetivo parece atingível!

Mês de Maria - Dia 8

"O LADRÃO DAS MAÇÃS"


 


Um missionário velhinho do Norte do Canadá mostrava-se, em pequeno, muito travesso. Em lugar de se dirigir para a escola, ia para os quintais dos vizinhos roubar maçãs. Seu pai, que era polícia, encontrou-o certa vez a cometer tão feia ação.


«Quando me avistou ao longe - conta ele - gritou com voz forte e terrível: - Alto!


Os meus companheiros deitaram a correr desaparecendo, como por encanto. Eu fiquei só, como pregado na terra, sem poder dar um passo.


O meu pai aproximou-se de mim, não me ralhou, nem me deu uma bofetada. A única coisa que fez foi pegar-me por um braço, e voltar comigo para a aldeia sem dizer uma única palavra.


Antes de entrar em casa, levou-me à Igreja e foi direito comigo ao altar de Nossa Senhora, onde se ajoelhou. Eu, quase sem dar conta do que fazia, ajoelhei-me também a seu lado.


Então o meu pai, com grande devoção e de olhos voltados para a Virgem Santíssima, falou assim:


- Ai, minha Mãe, Virgem Santa! Vós bem sabeis o que faço para educar este filho... Mas agora não sei mais que fazer... A Vós o entrego.


O meu pai tinha a Fé do Centurião, e a sua oração salvou-me. Aquela "minha Mãe,Virgem Santa" parece que desde então me tomou pela mão. E o que tinha sido um "demónio de rapaz" começou a mudar tão radicalmente, que agora sou um missionário de 70 anos, nestas regiões onde se encontram também muitos filhos de Deus».


Sentem os pais dificuldade na educação dos filhos? Os professores na dos seus alunos? As catequistas na das crianças? Consagrem-nas à Virgem Santíssima.


Quando São João Bosco entrou para o Seminário, disse-lhe sua mãe: «Quando nasceste, consagrei-te a Nossa Senhora; quando começaste os estudos, recomendei-te, mais que qualquer outra coisa, a devoção à Santíssima Virgem; pois agora recomendo-te que sejas todo d'Ela».


Com tão boa proteção aquele menino veio a ser um dos grandes santos da Igreja. «A consagração a Nossa Senhora é uma entrega total de si mesmo para a vida e para a eternidade» (Pio XII).

domingo, 7 de maio de 2017

Prenda do Dia da Mãe

O Feitiço acordou seco. Iupiii! 

Desde que mudei para o bairro dos blogues do Sapo

descobri novos blogues


perdi alguns dos visitantes anteriores


ganhei alguns (embora poucos) visitantes novos


há coisas no blogue que não consigo fazer (e antes eram fáceis)


 


Não tenciono voltar atrás, mas isto não está a correr tão bem quanto desejaria!


 

Mês de Maria - Dia 7

"SEMINARISTA LADRÃO"


 


Dom José Masera, bispo de Biella, em Itália, foi visitar o seminário de Javeno e contou o seguinte:


 «Certo dia faltou neste Seminário um bocado de chocolate. Foi acusado determinado seminarista, a quem o Reitor, Senhor Cónego Aniceto, chamou a contas.


- Estou inocente - afirmou e tornou a afirmar o pequeno - mas não o acreditaram.


O Reitor declarou-lhe:


- Vais expulso do Seminário, porque, além de ladrão, és mentiroso.


O pequenito, desfeito em lágrimas, continuava a declarar a sua inocência, mas de nada lhe valeu. Na sua aflição corre para a capela, ajoelha-se diante do altar de Nossa Senhora e suplica-lhe com todo o fervor do seu coração:


- Ó minha boa Mãe, vós bem sabeis que estou inocente. Não permitais que me mandem embora. Se um dia chegar a ser sacerdote, hei de pregar a todos o vosso amor.


O Reitor, tendo conhecimento desta devoção do rapazito, decidiu deixá-lo à prova mais algum tempo. Dentro em pouco descobriu-se a inocência do tal seminarista. Pôde continuar os estudos, foi ordenado sacerdote e agora é bispo. Sou eu que vos estou a falar. E aqui me encontro para vos recomendar o amor a Nossa Senhora».


Que mostra este lindo caso? Que Nossa Senhora é tão boa Mãe que nunca se recorre a Ela em vão.


No tempo das Aparições, veio a Fátima um soldado que chorava como uma criança. «Tinha recebido ordem - conta Lúcia - de partir para a guerra e deixava a sua mulher na cama doente e três filhinhos. Ele pedia a cura da mulher ou a revogação da ordem. A Jacinta convidou-o a rezar com ela o terço. Depois disse-lhe: - Não chore! Nossa Senhora é tão boa que com certeza faz-lhe a graça que lhe pede.


E não esqueceu mais o seu soldado. No fim do terço rezava sempre uma Ave-Maria pelo soldado».


Nossa Senhora é realmente tão boa que concedeu as duas graças: o soldado não foi para a guerra e a sua esposa curou-se.


Pede com toda a confiança as graças a Nossa Senhora porque nunca se ouviu dizer que alguém tenha recorrido a Ela em vão.

sábado, 6 de maio de 2017

Mês de Maria - Dia 6

"VOU DIZER À TUA MÃE"


 


Um pequenino enfermo, chamado João, chegou ao Santuário de Nossa Senhora de Lurdes. Está nas últimas. A morte aproxima-se. Recebe os sacramentos, antes de ser conduzido à esplanada.


 Começa a procissão do Santíssimo Sacramento. Um Cardeal, trazendo nas mãos a Sagrada Custódia, vai dando a bênção a cada um dos doentes. Chegada a sua vez, Joãozinho murmura muito docemente:


 - Jesus, Filho de Maria, curai-me!


 Jesus passa e o milagre esperado não se realiza. O pequeno, fazendo um último esforço, levanta-se a custo na maca e grita:


 - Jesus, Filho de Maria, não me curaste! Vou dizê-lo à tua Mãe!


 O Cardeal, que ouviu estas palavras, volta, comovido, para trás e dá-lhe de novo a bênção.


 Passa-se naquele momento qualquer coisa de extraordinário. João sente-se repentinamente curado. Com um gesto rápido levanta-se cheio de vida. Com alegria exclama voltado para a Sagrada Custódia:


 - Jesus, Filho de Maria, curaste-me. Muito obrigado! Vou dizer à tua Mãe que me ajude a agradecer-Te.


 O Cardeal e os peregrinos, que presenciaram o milagre, não conseguem conter as lágrimas. O pai de João, que era incrédulo, sacudido por tão grande maravilha, cai de joelhos e começa a chorar. Estava convertido e a sua alma curada.


 O doentinho alcançou a sua cura porque a pediu, cheio de fé, a Jesus por meio de sua Mãe Maria Santíssima.


 Assim aconteceu também em Caná de Galileia (João 2, 1-11). Nosso Senhor fez o milagre de mudar a água em vinho porque a Virgem Maria lho pediu.


 Peçamos as graças por meio de Nossa Senhora; intrometamos a sua intercessão. Jesus é tão bom que nada há de negar de quanto a sua Mãe lhe pedir.


 Escreveu o Papa Pio XI: «A vontade de Deus é esta, para usar as palavras de São Bernardo: que tudo recebamos por meio de Maria» (Enc. Ingravescentibus malis). E a pequenina Jacinta recomendava ao despedir-se de Lúcia: «Diz a toda a gente que Deus nos concede as graças por meio do Coração Imaculado de Maria, que lhas peçam a Ela...».

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Poder de observação... ou não!

Ontem passei por uma das escolas onde dei aulas de inglês este ano e que foi a escola onde dei aulas como professora de uma turma durante três anos.


 


Uma das minhas ex-alunas, que me viu ao longo do ano até eu ficar de baixa, e algumas vezes depois, quando eu fui fazer uma visita (e que sempre me vinha cumprimentar e abraçar), e que já tem dez anos, perguntou-me:


 


- A professora está grávida?


 


Eu não queria acreditar que ela me estava a perguntar aquilo. 


 


- Olha, se me perguntares daqui a uns dias já não estou!


 


Ela, sorridente: Então, parabéns!


 


Eu: Obrigada!

Há luz ao fundo do túnel

O Feitiço hoje acordou novamente seco, depois de há dois dias termos lançado foguetes por essa mesma razão. 

Mês de Maria - Dia 5


"SEDE A MINHA MÃE"



 


Era o mês de novembro. Secas e amarelas caíam as folhas das árvores, como caem secas e murchas as ilusões da vida. Numa casa nobre de Ávila, em Espanha, está em agonia uma distinta senhora chamada D. Beatriz. De repente, a moribunda abre os olhos, que dirige para um lado e outro, e com voz sumida e apagada suspira: 


- Teresa! Tragam-me Teresa!


E a menina, de extraordinária formosura, aproximou-se da cabeceira da mãe moribunda. Olhou para ela a enferma e, como se nesse instante o Senhor lhe tivesse revelado o futuro daquela pequena, exclamou: 


- Bendita! Bendita! 


E expirou. Levantou-se a menina desfeita em pranto e beijou aquelas mãos frias pela morte. Correu para o altar de Nossa Senhora da Caridade na capela de São Lázaro. Ali deixou correr livremente o rio das suas lágrimas. Levantou os olhos. Com sentida ternura e imensa confiança, pronunciou com toda a verdade da sua alma estas palavras: 


- Senhora, já que não tenho mãe, sede vós daqui para diante a minha mãe! 


Levantou-se e foi para casa com a certeza de ter sido ouvida. Esta menina veio a ser a grande Santa Teresa de Jesus. Tantas graças lhe vieram por ter escolhido, desde os primeiros dias da sua vida, a Virgem Santíssima para sua Mãe! 


Imita-a também tu. Diante da imagem de Nossa Senhora diz-lhe com todo o amor do teu coração: 


- Senhora, sede a minha mãe! Sou vosso filho; abençoai-me, protegei-me, defendei-me dos perigos e, depois da minha morte, levai-me para junto de Vós, no Céu. 


No Calvário está Jesus pregado na cruz, ensaguentado, entre o céu e a terra. Maria está ali de pé com São João e as piedosas mulheres. «Vendo Jesus sua mãe e, ao pé dela, o discípulo amado, disse-lhe: Senhora, eis aí o teu filho. Em seguida disse ao discípulo: Eis aí a tua mãe» (Jo 19, 26-27). 


Quem é João? Não é João sozinho, mas ele e cada um de nós porque nos representa a todos. Foi na cruz que Cristo nos deu Maria como mãe. Aceita este precioso legado e ama a tua Mãe celeste, com o santo Apóstolo, do qual diz o Evangelho: «E a partir daquele momento, o discípulo recebeu-a em sua casa» (Jo 19, 27).

quinta-feira, 4 de maio de 2017

How I met your father - Episode 2

Episode 1


Kids,


 


Disse-vos que antes do primeiro amor tive uma experiência sui generis


 


A minha melhor amiga apresentou-me um rapaz, seu vizinho às vezes (os pais dele estavam separados e só a mãe, ou só o pai, já não sei, morava no prédio ao lado do dela). Ele andava num colégio só para rapazes, eu (ainda, por alguns meses) num colégio só para raparigas... e isso era basicamente o nosso elo "comum". 


 


Simpatizei com ele. Não fiquei apaixonada, mas talvez tenha tido um fraquinho por ele. A oferta de rapazes de que dispunha era pouca! Trocámos moradas e estabelecemos correspondência durante alguns meses. Era giro receber cartas de um rapaz! Ao meu jeito muito sincero e frontal (e ingénuo!), numa carta disse-lhe que nunca tinha tido um namorado, e que nunca tinha sequer beijado um rapaz. Na resposta que recebi, vinha uma proposta: ele não se importaria de me beijar, só para eu ver como era, para ter a experiência... 


 


Fiquei ofendidíssima, e respondi, indignada, que não estava desesperada a ponto de beijar um rapaz só por beijar! Ele respondeu-me a pedir desculpa, mas, se não me engano, a nossa correspondência ficou por ali, pois não voltei a escrever-lhe. Tenho ideia de ele ainda me ter escrito mais uma vez, mas isto, admito, pode ser a minha memória a afagar o meu ego.


 


Nunca o beijei e nunca mais o vi.


 


Episode 3

Mês de Maria - Dia 4


"O SACRIFÍCIO DO FOGO"



 


Entre muitas outras meninas, encontra-se no Asilo de Vilar, no Porto, Lúcia, a Pastorinha de Fátima. É o dia do grande arraial do São João no Palácio de Cristal, ali ao pé. 


Vai começar o fogo de artifício. As alunas subiram, contentíssimas, para a varanda alta do Asilo, donde poderão apreciar a festa. Lúcia sabe que na vizinhança está a morrer um farmacêutico, que não se quer confessar. O seu delicado coração tem pena daquele infeliz, à beira do inferno, onde será um desgraçado para sempre. Vai oferecer a Nossa Senhora o sacrifício de não ver o fogo pela conversão do pobre pecador. Não contente com isto, dirige-se às companheiras: 


- Ó meninas, se nós fizéssemos o sacrifício de não ver o fogo para que aquele pecador se converta? Achais bem? 


- Sim, sim, está muito bem! 


- Então quem é que quer fazer o sacrifício? 


- Eu... eu, também eu! - respondem as pequenas. 


Umas atrás das outras, vão descendo as escadas da varanda. Não ficou lá ninguém para assistir ao espectáculo. 


Nossa Senhora aceitou tão lindo sacrifício. O pecador confessou-se, recebeu os sacramentos e morreu na paz de Deus. 


Lúcia cumpria assim o que Nossa Senhora e o Anjo lhe tinham pedido a ela e aos outros dois videntes: que oferecessem muitos sacrifícios «em actos de reparação pelos pecados com que Deus é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores». Os pequeninos responderam com generosidade heróica a estes apelos. Não comiam a merenda, que era a sua refeição do meio-dia, para a distribuírem, primeiro pelas ovelhas, e depois pelos pobrezinhos. Deixavam os figos e as uvas apetitosas. «Tínhamos por costume, de vez em quando, oferecer a Deus o sacrifício de passar uma novena ou mês sem  beber. Fizemos este sacrifício no mês de agosto, em que o calor era sufocante». Traziam atada à cinta uma corda e batiam com urtigas nas pernas. Deixaram os divertimentos mundanos, tais como os bailes. Passavam horas seguidas com a cabeça no chão repetindo as orações do Anjo. 


Foi o sacrifício de Jesus que nos salvou; agora são os nossos sacrifícios unidos ao Seu, que salvam as almas. 


E tu que sacrifícios vais fazer para que Nosso Senhor perdoe os teus pecados e converta os pecadores?

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Hospital e cinema

Hoje fui ao hospital, tal como tinha dito ontem que iria.


 


 


O CTG mostrou que a Magia estava muito reativa, o que é bom, e durante a meia hora que durou o exame tive apenas uma contração. Depois a minha médica andou a  "investigar" e disse que o colo do útero já está mais fino (efeito das caminhadas), mas que a bebé ainda anda a passear muito "para cima". Segundo a opinião da médica, isto ainda "aguenta" mais uma semana, pelo que, se a Magia não decidir nascer até lá, voltarei ao hospital para novo CTG e nova "investigação" daqui a uma semana.


 


Quando saí do hospital eram horas de almoço, pelo que alimentei duas pessoas pelo preço de uma num restaurante ali perto. Paguei 6,50€ por uma "refeição completa" (coloquei as aspas porque ou comia sopa, ou sobremesa, pelo que, na minha opinião, a refeição era incompleta). Portei-me bem e escolhi sopa. A verdade é que não fiquei com fome e achei que tudo estava muito saboroso. Menos o café (que estava incluído e que só bebi porque me sentia um bocado a precisar de "arrebitar"), que, na minha opinião muito pouco experiente, não era grande coisa.


 


Durante o regresso a casa, decidi ir ao cinema. Ficava em caminho, pelo que saí do transporte em que ia na penúltima paragem, tendo tomado a decisão de, depois do filme, fazer a pé o percurso que faltava.


 


Dos filmes em exibição, selecionei dois e decidi que iria ver o que começasse primeiro. Como um deles só seria exibido à noite e o outro começava às 15:20h, a escolha foi facílima. "Ganhou" o filme "Jacinta". Lá arranjei maneira de passar o tempo (ainda eram 14:40h, mais ou menos) e, dez minutos antes da hora marcada, entrei na sala.


 


Durante alguns minutos pensei que iria ser a única pessoa a ver o filme. Isto, se decidissem projetar alguma coisa (o écran estava em branco). Já me estava a imaginar a receber o dinheiro de volta e tudo! Mas não. Às 15:18h (ou 15:19h, ou 15:20!) apareceram as primeiras pessoas e o senhor responsável pela projeção ligou o écran para que pudéssemos apreciar uns bons quinze minutos de publicidade pura e promoção de outros filmes. 


 


Eu gostei bastante do filme, mas vou resumir a minha experiência (sem fazer crítica ao filme) com uma fórmula:


 


Tendência natural para a lágrima fácil + hormonas da gravidez = choro quase ininterrupto durante todo o filme


 


Comecei a chorar no genérico de abertura e praticamente só parei nos créditos finais. Ah, também fiz uma breve paragem durante o intervalo, por pura vergonha. Senti um bocadinho menos de vergonha quando, no fim do filme, uma senhora perguntou a outra: "Houve lágrimas por aqui, ou fui só eu?". Eu não disse nada, claro, que a pergunta não me era dirigida, mas tive vontade de dizer que, se só tinha tido lágrimas nos olhos, isso não tinha sido nada, comparado com a torneira que eu tinha sido (e nem sempre silenciosa).


 


Recomendo o filme, mas não sei se o que escrevi o recomenda...

Lancem os foguetes!

Não estava nos meus planos escrever no blogue esta manhã (o post das 7 horas foi agendado, como sabem), mas estou aqui por uma boa razão.


 


Lancem os foguetes!


 


Porquê?


 


Porque o rei faz anos?


 


Não. Mas aconteceu algo quase tão raro como o rei fazer anos.


 


O Feitiço acordou seco!


 


 

Mês de Maria - Dia 3


"REZAI MUITO E FAZEI SACRIFÍCIOS"



 


A branca Senhora mais brilhante que o sol, quando apareceu em Fátima, mostrou o inferno aos Pastorinhos. Era um mar de fogo, onde estavam mergulhados os demónios e as almas como se fossem brasas transparentes, soltando gritos e gemidos de dor e desespero que horrorizavam e faziam estremecer de pavor. 


E Nossa Senhora, com o rosto magoado de tristeza, disse: 


- Rezai, rezai muito e fazei sacrifícios pelos pecadores, que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas. 


A Jacinta, muito impressionada com esta pavorosa visão e com as impressionantes palavras da Virgem Santíssima, exclamava com amargura: 


- O inferno! O inferno! Que pena eu tenho das almas que vão para o inferno! E as pessoas lá vivas a arder como lenha no fogo! É preciso rezar muito para livrar as almas do inferno. Vão para lá tantas! 


E, meia trémula, ajoelhava, de mãos postas, a rezar a oração ensinada pela celeste Aparição: - Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o céu, principalmente as que mais precisarem. 


E permanecia assim por grandes espaços de tempo, de joelhos, repetindo a mesma oração. 


Se rezarmos e fizermos sacrifícios, os pecadores convertem-se. Foi o que prometeu Nossa Senhora e o que mostra este caso contado por Lúcia. 


«Havia no nosso lugar, uma mulher que nos insultava sempre que nos encontrava. Encontrámo-la um dia quando saía da taberna, e a pobre, como não estava em si, não se contentou desta vez só com insultar-nos. Quando acabou o seu trabalho (de bater), a Jacinta diz-me: - Temos que pedir a Nosso Senhor e oferecer-Lhe sacrifícios pela conversão desta mulher». 


Os Pastorinhos rezam e sacrificam-se e pouco depois a pobre pecadora converteu-se inteiramente. «Não só não nos insultava, mas pedia-nos continuamente para pedirmos por ela a Nossa Senhora que lhe perdoasse os seus pecados». 


Não queres também durante este mês de maio alcançar com tuas orações e sacrifícios a conversão de algum pecador?

terça-feira, 2 de maio de 2017

Amanhã

... vou ao hospital fazer o CTG da praxe. Depois a minha médica há de ver-me.


 


Espero que se confirme que a Magia não desfez o pino, isto é, espero que ela continue de cabeça para baixo, e de preferência que esteja mais para baixo. Eu tenho andado, como a médica me mandou (pronto, não tem sido todos os dias, mas quase)!

Ave agoirenta

Já por várias vezes me queixei aqui de estar com azia. Não gosto mesmo nada da experiência!


 


Ontem falei com a Matilde pelo Skype, umas três horas depois de ter jantado. Coloquei a mão à frente da boca algumas vezes, o que, penso eu, levou a Matilde a perguntar-me:


 


- Estás com azia?


Eu: Não, já não tenho há uns dias.


Matilde: Então estás a arrotar?


Eu: Sim, apesar de ter terminado de jantar há três horas.


 


A conversa continuou por outros caminhos.


 


Esta manhã acordei com... azia. Pois. 


Matilde, a ave de mau agoiro.

Mês de Maria - Dia 2


"CAUTELA AO SÁBADO!"



 


No dia 14 de agosto de 1863 foi um rapaz confessar-se ao Santuário de Nossa Senhora de Vals, em França. Depois de ter dito as ligeiras faltas cometidas desde a última confissão, acrescentou também os grandes pecados da vida passada, declarando: 


- Senhor Padre, converti-me há três meses e nunca mais tornei a cair nestes pecados, mas quis confessá-los de novo para Nosso Senhor mos tornar a perdoar.


- Como é que tu foste capaz de te corrigir? - perguntou-lhe o sacerdote. 


- Num dia do mês de maio senti grande pesar da minha vida desgraçada e fui-me confessar. Daí para diante nunca mais tornei a ofender gravemente a Deus. 


- Como é que mudaste de vida? Tinhas devoção a Nossa Senhora? 


- Tive em tempos, mas desde que me meti naquela triste vida, nunca mais rezei nada. Só tinha muito cuidado de não cometer nenhum pecado ao sábado por ser dia consagrado à Virgem Santíssima. Fiz esta promessa em pequeno e guardei-a até hoje. 


- Foi essa delicadeza para com a Mãe de Deus que te obteve a conversão - declarou o sacerdote. 


Começou o mês de maio. Por ser o mês de Maria, hás de fazer um grande esforço por passá-lo sem cometer nenhum pecado que desgoste a Virgem Imaculada e o seu Divino Filho Jesus.


Pensa bem no defeito que te propões corrigir, na falta ou pecado que vais evitar. Pede à Senhora, Medianeira de todas as graças, te alcance força e graça para cumprir até ao fim do mês tão santa resolução, que será para ti fonte de abundantes bençãos celestes. 


Nossa Senhora, com o rosto muito triste, disse na última aparição de Fátima: 


- Não ofendam mais a Deus Nosso Senhor que já está muito ofendido. 


Isto mesmo te pede a ti. Procura, com a ajuda da graça, passar todo o mês de maio sem cometer nenhum pecado que ofenda Jesus, ou o Coração Imaculado da tua Mãe do Céu.


 


 


*[Confesso que isto não me parece muito correto, pois pecado perdoado por Deus é pecado que Ele esqueceu, segundo aprendi!]

segunda-feira, 1 de maio de 2017

De maio não passa!

Chegados a maio, chegámos ao mês de Maria, tal como chegámos ao mês da Magia, aqui no blogue. Até ontem, a Magia poderia querer nascer em abril - a partir de hoje, não tem outra hipótese senão nascer em maio.


 


Os partos dos três irmãos foram induzidos num dia em que a minha médica estava de serviço. O parto da Magia também já tem data para ser induzido, se a rapariga não for mais decidida do que os irmãos e não quiser nascer antes desse dia. Desculpem, mas não vou partilhar convosco (pelo menos, não agora) a data prevista para a indução. Mas quando a Magia nascer, não demorarei muito (espero) a contar a novidade.


 


Uma nota a concluir este pequeno post: não ando a dormir nada bem. Sinto-me quase sempre cansada e até tenho "medo" do pós-parto, que é sempre cansativo, quando já levo um avanço tão grande em termos de cansaço.


 


 

Mês de Maria - Dia 1


"O HOMEM QUE SE MATOU"



 


Uma senhora francesa sentia-se muito preocupada. O seu marido, que tinha levado vida pecaminosa, acabou de uma maneira tristíssima. Num acto de desespero, atirou-se de uma ponte abaixo e morreu afogado no rio. 


A pobre viúva pensava: - O meu marido está certamente no inferno, pois morreu no pecado e sem receber os sacramentos. 


Dirigiu-se à freguesia de Ars, no Sul de França, onde vivia um sacerdote santo que consolava todos os infelizes. 


Como a igreja paroquial estava cheia, a senhora e muitos peregrinos ficaram fora, no adro. O santo Pároco, chamado Padre João Baptista Vianey, passa. De repente os seus olhos fixam-se na senhora vestida de luto, que cai de joelhos, como todos os outros. O Santo recolhe-se uns momentos, parecendo escutar a voz de Deus. Depois inclina-se para a aflita peregrina e diz-lhe em voz baixa: - Salvou-se! 


A viúva, sobressaltada, parece não acreditar. O Santo repete: Salvou-se! 


Com um gesto de incredulidade a senhora pergunta: - Mas quem? 


O Santo, repisando bem bem cada uma das palavras, insiste: - Afirmo-lhe que o seu marido salvou-se: Está no Purgatório e é preciso rezar por ele. 


- Mas como, Senhor Padre? 


- Entre o parapeito da ponte e a água do rio, em que se afogou, fez um Acto de Contrição. Não se lembra do mês de Maria feito em sua casa? Não é verdade que o seu marido trazia todos os dias dos campos um ramo de flores para a senhora colocar no altar da Mãe de Deus? Foi este obséquio que lhe alcançou de Deus a graça do arrependimento, no último instante.


 


Este homem por trazer todos os dias do mês de maio um ramo de flores para o altar de Nossa Senhora obteve a salvação. Também nós esperamos receber essa graça, que é a maior de todas, se cada dia deste abençoado mês colocarmos no altar da Mãe de Deus as três flores que Ela mais aprecia: 1.º - o terço; 2.º - ao menos um sacrifício ou acto de vencimento próprio; 3.º - a participação na devoção do Mês de Maria na igreja ou em casa. Pensa bem nestas três resoluções e procura cumpri-las fielmente.

domingo, 30 de abril de 2017

Mês de Maria

O Rogério tem, há muito tempo, um livrinho intitulado "Mês de Maria". Todos os meses de maio nós lemos diariamente um dos 31 textos deste livro (se falharmos um dia, lemos dois textos no dia seguinte). O livro (na sua 3.ª edição) foi publicado em 1979, em Braga. É possível que exista uma versão (ou muitas!) mais atualizada, que facilmente se consiga encontrar. Não sei. O que eu sei é que este livro é para mim de uma grande riqueza e que me proponho partilhá-lo convosco, um texto por dia. Não tenho qualquer intenção de piratear o livro, que, de qualquer maneira, tal como está, já não deve existir à venda! Hão de reparar no estilo de linguagem e concordar comigo! :-)



Hoje, véspera de começar o mês de maio, mês de Maria, transcrevo o conteúdo da parte de dentro da capa.


 



MÊS DE MARIA




NO PRINCÍPIO




Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. 




Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam. [Convém começar pela reza do Terço]. 




Ó Maria, ao vosso Coração de Mãe, venho buscar força, luz, pureza, amor e paz! Entrego-me ao vosso poder, confio na vossa sabedoria, abandono-me à vossa misericórdia. Mãe de Deus, podeis socorrer-me. Vós sabeis quanto preciso de vós. Descanso na bondade do vosso Doloroso e Imaculado Coração. Ajudai-me a assistir com devoção ao Mês de Maria para tirar fruto para a minha alma. Santa Maria, Virgem Mãe de Deus, intercedei por mim. Amém.



 



NO FIM




Ó Senhora minha, ó minha Mãe, eu me ofereço todo a Vós e, em prova da minha devoção para convosco, vos consagro os meus olhos, os meus ouvidos, a minha boca, o meu coração e inteiramente todo o meu ser. E, porque assim sou vosso, ó incomparável Mãe, guardai-me e defendei-me como coisa e propriedade vossa. 




Lembrai-vos que vos pertenço, terna Mãe, Senhora nossa. Ah, guardai-me e defendei-me como coisa própria vossa! 




Ave-Maria... Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós. 




Ave-Maria... Imaculada Rainha da Paz, rogai por nós.Ave-Maria... Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós. 




Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo, para sempre louvado e Sua Mãe Maria Santíssima.



 


Nota: Ao longo do livro, há muito vocabulário que certamente (como a mim) vos parecerá estranho, por não ser comum escutá-lo nos dias de hoje. Eu não vou alterar esse vocabulário. Estou a pensar apenas alterar a grafia de algumas palavras, se me parecer que ajudará na leitura e compreensão.


 


Nota: Estes posts sobre o Mês de Maria foram escritos com antecedência (bem, os primeiros foram de certeza, porque já estão prontos, sobre os outros não me posso ainda pronunciar) e agendados para os dias a que "pertencem", sempre às 07:00 horas.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Promessas, promessas...

Filhote Pato,


Matilde,


Olívia,


 


... onde estão os prometidos comentários?


 


 


(Não é muito justo pôr a Olívia no mesmo saco que a Filhote Pato e a Matilde, uma vez que ainda hoje li que está numa fase em que o tempo escasseia e vai espaçar a escrita no seu blogue.


Desculpa, Olívia! Só não retiro o teu nome porque me lembro do que escreveste a propósito da minha mudança para o bairro dos blogues do Sapo.)

quinta-feira, 27 de abril de 2017

How I met your father - Episode 1

Kids,


 


No, I'm not going to tell this story in English! I just felt like beginning it in English. Posto isto, vamos lá!


 


A história começa muito antes de eu conhecer o vosso pai (aka Gato Rogério).


 


Desde pequena que soube que queria casar e ter filhos. Também queria ser professora primária (como se chamava na altura às professoras do atual 1.º Ciclo do Ensino Básico) e/ou bailarina, mas esposa e mãe... era uma certeza.


 


Eu fui crescendo e mantendo a minha timidez (na verdade, ainda sou tímida, em determinadas circunstâncias), especialmente junto a rapazes. Ter andado numa escola só para raparigas, do 5.º ao 10.º ano, não ajudou (ou ajudou, depende do ponto de vista)! 


 


Os poucos rapazes com que contactei durante o tempo em que só tinha colegas (e amigas) raparigas eram amigos dos meus irmãos, mas eu mais fugia deles quando muito ocasionalmente iam lá a casa do que tentava conhecê-los. Nem cheguei a ter "um fraquinho" por nenhum deles!


 


Aos dezasseis anos mudei de escola e fui para o liceu (escola secundária) ao pé de casa. Tive colegas rapazes, mas numa proporção pouco intimidante: havia apenas quatro rapazes, numa turma de aproximadamente trinta alunos. Um destes alunos pareceu-me familiar, pelo nome e pelo aspeto: vim a confirmar que tinha sido meu colega na escola primária, mas não fiquei mais próxima dele por causa disso.


 


O meu primeiro amor "a sério", de gostar mesmo muito e de sonhar acordada com um futuro a dois, surgiu nesta altura. Mas antes, tive uma experiência sui generis, que convém contar... noutro episódio.


 


Episode 2

terça-feira, 25 de abril de 2017

Sobre o 25 de abril de 1974

... só sei uma coisa: que não estava a levar a vacina contra o sarampo.


 


Quer dizer, sei mais coisas, mas a nível pessoal (eu tinha um ano e quase um mês) é a única coisa que sei.

E esta, hein? Eu não estou vacinada!

Desde que me lembro que vou ao Centro de Saúde na altura prevista para levar as vacinas. Em pequena ia com a minha mãe, em adolescente já ia sozinha (mas era a minha mãe que me alertava que era altura de o fazer), em adulta continuei a ir quando era suposto. Tenho, portanto, a consciência tranquila relativamente à questão da vacinação. Era para tomar? Tomei. Era para voltar dali a dez anos? Voltei. TENHO, por isso, AS VACINAS EM DIA. Que o digam e confirmem os muitos enfermeiros que viram o meu registo de vacinações ao longo dos anos!


 


A propósito do atual surto do sarampo, o Rogério descobriu que a vacina começou a fazer parte do Plano Nacional de Vacinação (PNV) em 1974. Como ele nasceu em 1968, ficou na dúvida se estaria ou não vacinado contra o sarampo. Eu, ao ouvir a data, fiquei descansada, pois nasci em 1973 e no ano em que a vacina foi introduzida no PNV eu estava abrangida. Conferir aqui:



A vacinação contra o sarampo iniciou-se em Portugal com a VAS, em 1973, com uma campanha dirigida a crianças até aos 5 anos de idade. Em 1974 a vacina foi incluída no PNV, administrando-se uma só dose aos 12-15 meses. Em 1987 foi introduzido no PNV a vacinação contra a parotidite (papeira) e a rubéola, sendo estas duas vacinas administradas em combinação com a vacina do sarampo numa vacina trivalente, a VASPR. A VASPR era administrada numa dose única, aos 15 meses, e a vacina VAS passou a ser usada só em condições especiais em que é necessária imunização isolada contra o sarampo, como por exemplo em crianças com menos de 12 meses em caso de epidemia. Nestes casos mantém-se a recomendação habitual de administração da VASPR aos 15 meses.


O PNV de 1990 introduziu uma 2ª dose de VASPR, a ser administrada aos 11-13 anos (para uma discussão teórica, ver ref 21). Em 1999 a CTV reviu o PNV e diminuiu a idade da 2ª dose para 5-6 anos, com o objectivo de conseguir maior cobertura vacinal.


(informação retirada de http://webpages.fc.ul.pt/~mcgomes/vacinacao/VASPR/index.html)



O Rogério viu no seu boletim individual de saúde (ele ainda tem o original) que não havia sequer uma divisória para registo de vacina contra o sarampo, mas, na divisória "outras vacinações" está lá, com data de 1973, uma vacina idetificada com "S". Ora, "S" é a letra com que o sarampo é identificado nas vacinas (ver transcrição acima). Parece, portanto, e afinal, que o Rogério está (ou foi) vacinado contra o sarampo.


 


Eu também fui ver o meu boletim individual de saúde (não tenho o original, que perdi, mas no Centro de Saúde a que pertencia em criança e adolescente tinham o registo de todas as vacinas que eu tinha levado, e preencheram uma 2.ª via, com carimbos a dizer "transcrição"). E o que foi que eu descobri? Que, tendo recebido vacinas em 1973 e nos anos seguintes, não recebi a VAS, nem, mais tarde, a VASPR. Em 1987, recebi a VAR, que é a vacina contra a rubéola, mas contra o sarampo... nada.


 


Agora pergunto: Como foi que não recebi esta vacina, se:



  1. A minha mãe me levou "às vacinas" quando era pequena e a vacina já fazia parte do PNV;

  2. Os enfermeiros, ao longo dos anos, me trataram sempre como tendo todas as vacinas em dia;

  3. Nenhum médico me disse, me avisou, me alertou, para o facto de que faltava ser vacinada contra o sarampo?


Não percebo e não sei o que fazer, para além de manter a calma.


 


Entretanto, li mais um pouco sobre o assunto e percebi que é suposto os adultos com mais de 40 anos (o meu caso) terem tido sarampo em criança, pelo que estão "vacinados" com a própria experiência da doença (normalmente benigna). Mas quem é que pode garantir que eu, em particular, tive sarampo? Eu não me lembro e a minha mãe também não (nós somos sete irmãos e ela não faz ideia quem teve o quê - não tinha nenhum blogue para registar estas efemérides, nem tempo para as registar noutro local).


 


Parece que se pode fazer um teste seriológico para saber se se tem anticorpos. Eu até fazia, para tirar todas as dúvidas, mas estando grávida... não convém.

domingo, 23 de abril de 2017

Preparativos para o nascimento da Magia

Para além da preparação física recomendada pela médica (andar, andar...), há outros preparativos necessários para a vinda da Magia, claro. A maior parte já está tratada, mas eu não seria eu se não tivesse alguns ainda pendentes.


 


Ontem fomos às compras e a checklist que eu tinha (relativa a artigos em falta) ficou toda "arrumada".


 


Também ontem o Rogério montou no nosso quarto a cama de grades, onde a Magia vai dormir desde o início. É claro que a cama é enorme para uma bebé recém nascida, mas eu só utilizo uma ponta da cama, além de reduzir o espaço com barreiras laterais (toalhas turcas enroladas e postas por baixo do lençol de baixo - tudo em absoluta segurança). Nós temos uma alcofa sobre rodas que também vai ser utilizada, mas só durante o dia.


 


Quando nasceu a Vassoura, a alcofa era a única cama ao serviço da bebé, e cabia ao lado da cama de casal, mas sempre que a meio da noite tinha de a colocar ou tirar da alcofa, o facto de ela abanar por estar sobre rodas incomodava-me (ocorreu-me agora que nunca me ocorreu, na altura, travar as rodas quando colocava a alcofa ao lado da minha cama - mente brilhante, sem dúvida!). Não me lembro lá muito bem se a Varinha dormia na alcofa à noite, ao início, ou se também só a utilizava durante o dia. No caso do Feitiço, a noite era sempre na cama de grades e a alcofa tinha apenas utilização diurna. Como funcionou lindamente, em termos logísticos, é esta receita que vou seguir desta vez!


 


As malas estão praticamente prontas. Na minha já só faltam as coisas que irei colocar "em cima do acontecimento" (como o carregador do telemóvel, pois só tenho um). Na verdade, ainda tenho de guardar na minha mala alguns dos artigos que ontem comprei e não sei se não vou trocar uma das camisas de noite por uma mais fresca... Na mala da Magia, uma vez que ela, de momento, tem tudo o que precisa in utero, não há razão para não estar já tudo colocado - de facto, só falta guardar o que ontem comprei e que antes não tinha.


 


Ainda não arranjei as prendas para a Magia oferecer aos irmãos por ocasião do seu nascimento. Tenho de ver isso com o Gato - já tive uma ideia útil, prática, agradável para os destinatários e nada volumosa...


 


Fisicamente, para além da questão de ter de andar, andar, andar, ..., sei que me convém preparar os mamilos para o suplício inicial da amamentação, com a óbvia intenção de o reduzir. Para isso, e seguindo o conselho de uma amiga que é doula (para além de mãe de quatro crianças), comprei óleo de amêndoas doces. A instrução é simples: coloco o óleo nos dedos e rolo os dedos nos mamilos. Ainda não experimentei, mas de hoje não passa!

sábado, 22 de abril de 2017

Gostei de ver...

... a reação alegre da Vassoura, da Varinha e do Feitiço quando lhes dissemos que a Magia já se tinha virado de cabeça para baixo. Já tinham (tínhamos todos, cá em casa) feito orações nesse sentido.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

A Magia já fez o pino

...isto é, já deu a volta e está virada com a cabeça para baixo. Mas como ainda está muito alta, e o colo do útero muito espesso, a médica mandou-me andar, andar... Nada que eu não estivesse à espera!

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Era uma vez... um post sobre vacinação

Há muitos anos, era normal ter muitos, muitos, filhos, dos quais alguns morriam logo na primeira infância. Todos sabemos (ou talvez nem todos, atendendo a algumas modas que correm por aí) que a mortalidade infantil era muito elevada. As causas da morte eram variadas, como hoje são. Mas algumas dessas causas eram doenças que facilmente se espalhavam, por serem muito contagiosas. Nem toda a gente que apanhava essas doenças morria, felizmente (também houve quem escapasse à morte após ter contraído a peste negra, no século XIV, apesar desta ter reduzido drasticamente o número de habitantes do nosso país), mas muita gente morria e não havia nada que se pudesse fazer. Os organismos não estavam preparados para reagir a estas doenças, sendo vencidos por elas.


 


Entretanto, foram desenvolvidas umas "coisinhas" chamadas vacinas. Basicamente, consistem em dar uma dose mínima, controlada, do agente causador da doença, em corpos saudáveis, que, saudáveis como são, reagem e "dão cabo" do tal agente. Mas não só. Os corpos ficam igualmente preparados para reagir e "dar cabo" do exército de agentes, se, mais tarde, estiverem em contacto com a doença.


 


Graças às vacinas, o sarampo, por exemplo, foi erradicado de alguns países, como, deixa cá ver... o nosso. 


 


Mas, incrivelmente, para algumas pessoas (eu li isto em comentários, em vários sítios), se agora há casos de sarampo, os culpados são as pessoas vacinadas, porque "transmitem a doença". Algumas dessas pessoas acham também que as vacinas são um negócio altamente lucrativo, que enriquecem a indústria farmacêutica, "à custa" dos "otários" que "engolem as histórias todas, sem pensar", e que vacinam os seus filhos. Nestes "otários" me incluo (com a salvaguarda que não me considero otária)!


 


Relativamente a esta hipótese de enriquecimento da indústria farmacêutica graças às vacinas com décadas de aplicação e resultados inquestionáveis, como as que fazem parte do Plano Nacional de Vacinação (PNV), o meu comentário é o seguinte:


 


- E se for verdade? Se realmente enriquecerem (enriqueceram) à custa do desenvolvimento destas vacinas, é (foi) merecido! Pois muitas vidas se salvaram (e salvam) graças a elas! 


 


Mas nem sequer acredito que sejam as vacinas do PNV (o nosso e o de outros países) a dar grandes lucros, porque são produzidas e distribuídas em larga escala, há muito tempo. Nesse aspeto será realmente como noutros negócios: o que é novidade, paga-se bem, o que é comum, fica mais em conta. Por isso é que as vacinas que estão fora do PNV se pagam, e bem.


 


Para terminar, partilho um pensamento que diz respeito à política, sim, à política! Eu, que de política percebo perto de nada... Sempre que muda o governo, uma das coisas que se nota (aqui estou a pensar mais no campo da educação, que é o que conheço melhor, mas desconfio que acontece em todos os ministérios) é que querem fazer mudanças, como se manter o que os anteriores ocupantes do lugar estabeleceram fosse "não fazer nada".


 


Alguém me pode dar um exemplo de uma equipa do Ministério da Saúde que tenha decidido retirar alguma vacina do PNV, para ser diferente? Que tenha decidido que vacinar era uma grande asneira? Que tenha recomendado que não se vacinem as crianças? Ou, pelo contrário, se há coisa que se tem mantido, e vindo a incluir novas vacinas, à medida que passam as várias fases de estudo/investigação, é o PNV? Por que será?


 


Porque, ideologias aparte, as equipas dos vários governos não vão brincar com o que é sério, e as vacinas que fazem parte do PNV já deram mais do que provas da sua utilidade, em termos de saúde individual e coletiva.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Magia, a ginasta

Amanhã entro nas 36 semanas e na sexta-feira tenho consulta. Perguntou-me hoje a Varinha:


 


- E é nessa altura que vais ficar a saber se a Magia já fez o pino?

Sarampo e preocupações

Eu sei que o futuro a Deus pertence. Eu sei que preocupar-me é pré-ocupar-me, ou seja, é ocupar-me de algo antes (pré) que aconteça.


 


Mas este surto de sarampo e o ter lido que a vacina é administrada aos 12 meses, com reforço aos cinco anos, se em relação à Vassoura, à Varinha e ao Feitiço me deixam descansada qb (pois foram obviamente vacinados), em relação à Magia deixam-me inquieta. Ela vai nascer brevemente. Como posso eu garantir (não posso!) que ela não entra em contacto com a doença, enquanto não tem defesas para ela?


 


Permita Deus que a amamentação seja tão eficaz a passar a minha proteção para a bebé quanto possível! E, para ajudar, permita Deus que a amamentação corra bem desde o início... 

terça-feira, 18 de abril de 2017

Estão quase aí a chegar...

... as férias!


 


Como eu agora compreendo as mães de muitos filhos (quando escrevo muitos quero dizer com 6, 8, 12 filhos) que diziam (e dizem) que para elas as férias começavam quando os filhos começavam as aulas...


 


É claro que se eu estivesse a trabalhar, isto é, a dar aulas, não diria a mesma coisa!

segunda-feira, 17 de abril de 2017

FELIZ...

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 Créditos fotográficos: Vassoura.

Caça aos ovos

Cá em casa houve uma caça aos ovos preparada pela Varinha. Os ovos foram feitos por ela... em papel! Fez também uma cesta (na escola) para colocar os ovos.


 


Houve cinco rondas de caça aos ovos. Nas duas últimas fui eu que escondi os ovos (não participei nas anteriores). Da primeira vez escondi tão bem os ovos que o Feitiço já queria desistir de procurar... Para compensar, na última ronda os ovos estavam ridiculamente fáceis de encontrar e só se ouvia: "Encontrei! Encontrei!"...


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 Créditos fotográficos: Vassoura.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Música antiga e música moderna...

... segundo o Feitiço.


 


O Feitiço aproximou-se de mim, enquanto escrevia mais uns posts da surpresa que vos estou a preparar, e, escutando os cânticos, iniciou um diálogo que infelizmente não conseguirei transmitir fielmente, apesar de tentar.


 


Feitiço: És tu que estás a fazer a música?


 


Eu: Não, a música está a tocar.


 


Feitiço: Mas estás a escrever a canção?


 


Eu: Não, eu estou a escrever outra coisa enquanto oiço os cânticos.


 


Feitiço: Pesquisaste no computador?


 


Eu [mostrando-lhe a página com a Playlist]: Comecei a ouvir o número 1 e agora já vai no número 10, vês? Quando terminar, logo decido se oiço outra vez, ou não.


 


O Feitiço afastou-se um pouco, entrando na casa de banho para lavar os dentes. Entretanto, o último cântico terminou e a lista recomeçou a tocar, sem "ordem" minha. Nem pensei em parar, pois encarei o automatismo da lista como um convite a continuar a escutar (e a cantar uns bocadinhos). Após ouvir um bocado do primeiro cântico, o Feitiço saiu da casa de banho para me dizer:


 


Feitiço: Esta é horrível. Não gosto nada.


 


Eu: Eu gosto.


 


O Feitiço reentrou na casa de banho, saindo no segundo cântico:


 


Feitiço: Esta é mil vezes melhor!


 


Feitiço: Estas canções parecem [do tempo] dos reis!


 


Eu: São cânticos relacionados com Deus e Jesus.


 


Feitiço: Ah! Por isso é que são assim! Naquele tempo não havia as coisas modernas para fazer música!


 


E, contente com a sua "descoberta", que explicava o tipo de música, o Feitiço saiu do meu quarto!

Quinta-feira Santa

Hoje iremos à Celebração da Ceia do Senhor, na nossa paróquia.


 


A Vassoura e a Varinha, que estão em casa dos Avós Bruxos, regressarão a tempo da Celebração, com os tios Margarida e marido (ainda não arranjei nomes blogosféricos para os meus cunhados e cunhadas), e respetivas filhas, as muito adoradas primas (elas falam delas como se não tivessem outras primas!).


 


A Margarida e família, já que não estão ao pé da sua paróquia (que é bastante mais a sul), vêm também à celebração na nossa paróquia. A ver se vamos para a igreja com suficiente antecedência para termos lugares sentados. Eu, pelo menos, não dispenso um lugar sentado...


 


Enquanto escrevo este post, estou a escutar os cânticos para o Tríduo Pascal que o site Famílias de Caná colocou à nossa disposição. São muito simples e bonitos - escutem-nos também!

Lembro-me...

... de ter lido, há anos (tinha o blogue apenas alguns meses), num blogue de alguém que escreve bem, algo como:


 


"Encontrei um novo blogue [não era o meu] que me pareceu interessante, com alguma piada, até dar de caras com «À anos...»... Não, afinal não vai dar para seguir este blogue!"


 


Na altura pensei que era radical excluir o tal blogue por causa desse erro (que eu também detesto e para a erradicação do qual tentei contribuir aqui e aqui), pois, se gostava do conteúdo, talvez valesse a pena ler.


 


Hoje fui espreitar um blogue que me aparecia como sugestão de subscrição. Não consegui subscrever porque vi demasiados erros, em vários posts, e o conteúdo não me interessava o suficiente* para conseguir desligar a mente dos erros. Foi nessa altura que me lembrei do que tinha lido há anos... e compreendi melhor a opção da blogger.


 


* Há outros blogues em que o conteúdo justifica a leitura, apesar dos "erros de estimação" que lá se encontram.

Análises... e atendimento prioritário

Fiz esta manhã as últimas análises durante esta gravidez.


 


O laboratório abre às 8 horas. Cheguei 5 minutos antes das oito horas, vi que o laboratório já estava aberto e já lá estavam dois senhores, mas ninguém na receção. Pouco depois, vinda do interior, apareceu a senhora que faz a colheita de sangue (e outros fluidos) e que tinha sido quem abrira a porta.


 


Um dos senhores estava em pé junto ao balcão, o outro estava sentado à espera. Eu tirei uma senha, mas reparei que por baixo da frase "Por favor retire uma senha" estava escrito "Se tem atendimento prioritário informe ao balcão" (não memorizei as frases ao pormenor, mas a essência era esta). Sentei-me numa cadeira junto ao balcão.


 


Quando finalmente chegou uma das funcionárias que atende ao balcão (passavam cinco minutos das oito horas) e começou a trabalhar, disse:


 


- Quem é que chegou primeiro? Foi o senhor? [dirigindo-se ao senhor que estava em pé]


 


Eu interrompi: Eu tenho atendimento prioritário.


 


Senhor em pé: Já podia ter dito!


 


Eu: Mas a senhora não estava!


 


O senhor desviou-se.


 


Pus-me em pé, para conseguir dar as coisas à funcionária.


 


Senhor em pé, obviamente incomodado pelo facto de ter tido que me dar prioridade: Gravidez não é doença.


 


Senhora que faz as colheitas: Não, mas [o atendimento prioritário] é para não ter de ficar tanto tempo em jejum.


 


Eu, ao mesmo tempo que a senhora: Não. [Em pensamento: E estupidez também não.]


 


O referido senhor nem devia estar em jejum, pois só estava lá para entregar coisas de outra pessoa, uma senhora.


 


Enquanto ainda estava a ser atendida na receção, chegou a outra funcionária, que começou a atender o senhor em pé.


 


Depois lá fui com a senhora das colheitas e em breve estava a regressar a casa. Mas fiquei incomodada com a postura daquele senhor, confesso.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Ando a preparar-vos...

... uma surpresa para o mês de maio. Sei Desconfio que não interessará a toda a gente, mas mesmo que só interesse a uma pessoa, já terá valido a pena o tempo que estou a gastar nos preparativos. Posso adiantar que a surpresa surgirá "às fatias", "servidas" diariamente, mas mais não digo. 

Sorrir a meio da noite

Esta noite, como habitualmente, acordei para ir à casa de banho. Quando me voltei a deitar, veio-me à cabeça uma tarefa que tenho de realizar hoje e que não me apetece nada de nada fazer. Nessa altura veio-me também à cabeça o título do post que a Olívia escreveu ontem: "Fazer coisas pequenas com grande amor". Sorri, contente com essa perspetiva, e voltei a adormecer.


 


Obrigada, Olívia! :-)

terça-feira, 11 de abril de 2017

Sonhos #66

Sonhei há uns dias que a Magia já tinha nascido e, quando lhe ia dar de mamar, via que ela já tinha dentes... e que dentes! Pareciam os do Lobo Mau da história da Capuchinho Vermelho...


 


Acordei antes de lhe dar de mamar (Pudera!), mas lembro-me de dizer: "Se eu já tive dificuldades nos primeiros tempos (15 dias, mais ou menos) com a amamentação dos outros, que eram desdentados, como é que vai ser agora?".

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Mega daah...

No último post que escrevi no Blogger, comuniquei aos leitores que tinha mudado de casa e escrevi o novo endereço. Mas sou tão daah que não incluí o link*... Ora, entre clicar e aceder logo a um novo endereço ou copiar, colar e ir para um novo endereço, há uma grande diferença. Desconfio que ninguém (das pessoas que por lá passaram) se deu ao trabalho da segunda hipótese!


 


*Estupidez Problema resolvido há cinco minutos.

domingo, 9 de abril de 2017

Desculpem a desarrumação

Isto de estar a tentar mudar a decoração da casa sem colocar o blogue em modo privado leva a que quem por acaso passe por aqui encontre isto tudo em "estado de sítio"...


 


Um blogue neste bairro não é tão intuitivo quanto isso! No Blogger já conhecia os cantos à casa... As mudanças têm destas coisas - é preciso adaptarmo-nos!

Padrinhos mágicos

Já há meses que o Rogério e eu tínhamos escolhido os padrinhos para a Magia, mas ainda não tínhamos tido oportunidade de falar pessoalmente com eles.


 


Hoje tivemos essa oportunidade. Fizemos-lhes uma pequena visita (levando o Feitiço*, que adorou brincar com os muitos cavaleiros da Playmobil que os filhos deles têm - com a particularidade que nenhum dos filhos estava presente), convidámo-los e eles aceitaram.


 


Ficámos contentes!


 


*A Vassoura e a Varinha não foram porque já as tínhamos deixado em casa dos Avós Bruxos, onde vão ficar uns dias.

Casa nova

Depois de quatro bons anos no Blogger - como utilizadora não tenho razões de queixa -, mudei para o bairro dos blogues do Sapo por alguns leitores terem manifestado dificuldade em deixar comentários no endereço anterior. É como se o carteiro deixasse de entregar cartas! Ora, como os que já me conhecem há algum tempo sabem, eu gosto muito de receber comentários ao que escrevo (mesmo que não seja particularmente merecedor)!


Sejam bem-vindos ao meu novo espaço, com o recheio da casa anterior, mas com a decoração ainda por definir. Tudo a seu tempo!

Mudança de casa

http://alheiaatudooutalveznao.blogs.sapo.pt/


Com o aumento da família, às vezes é preciso mudar de casa, não é? 

Bem, neste caso, a única casa que vai mudar é a casa do blogue! A pedido de muitas e boas famílias, o "Alheia a tudo... ou talvez não!" mudou para o bairro dos blogues do Sapo.

Então, a partir de hoje, encontrarão novos textos (e todos os antigos) em:


sexta-feira, 7 de abril de 2017

Ferida aberta

Eu sou uma pessoa sensível, de feitio. Mas ultimamente a minha sensibilidade parece uma ferida aberta e cada comportamento ou palavra dos que me rodeiam tem potencial para agravar a ferida. Quando esse comportamento ou palavra me desagrada, de potencialmente passa a efetivamente agravante.

Gostava de conseguir ultrapassar esta hipersensibilidade, mas parece-me que não vou conseguir nos próximos meses (no mínimo)!...


Ferida aberta

Eu sou uma pessoa sensível, de feitio. Mas ultimamente a minha sensibilidade parece uma ferida aberta e cada comportamento ou palavra dos que me rodeiam tem potencial para agravar a ferida. Quando esse comportamento ou palavra me desagrada, de potencialmente passa a efetivamente agravante.

Gostava de conseguir ultrapassar esta hipersensibilidade, mas parece-me que não vou conseguir nos próximos meses (no mínimo)!...


quarta-feira, 5 de abril de 2017

9 anos de Varinha

Hoje a Varinha faz nove anos. 

Gostaria de estar inspirada para escrever sobre a minha querida segunda filha (apenas cronologicamente falando), mas não estou.

Assim, só me resta escrever:


P A
🎂 🎂 🎂
 R A 
🎂 🎂 🎂
B É N S ! 
🎂 🎂 🎂

9 anos de Varinha

Hoje a Varinha faz nove anos. 

Gostaria de estar inspirada para escrever sobre a minha querida segunda filha (apenas cronologicamente falando), mas não estou.

Assim, só me resta escrever:


P A
🎂 🎂 🎂
 R A 
🎂 🎂 🎂
B É N S ! 
🎂 🎂 🎂

terça-feira, 4 de abril de 2017

Desabafo

Os meus filhos muitas vezes enervam-me:

  • quando começam a picar-se uns aos outros e permanecem nessa atividade até serem travados com veemência (uma simples advertência não costuma ser suficiente);
  • quando desobedecem porque sim;
  • quando batem o pé (isto é mais a D. Varinha que faz);
  • quando gritam, do nada, só porque pagam o mesmo do que se falarem e têm mais volume;
  • quando não ouvem o que lhes dizemos;
  • ...
Eu sei que não estou no auge da minha paciência, mas... às vezes exageram!


A Magia, por enquanto, não me enerva! 💗

Desabafo

Os meus filhos muitas vezes enervam-me:

  • quando começam a picar-se uns aos outros e permanecem nessa atividade até serem travados com veemência (uma simples advertência não costuma ser suficiente);
  • quando desobedecem porque sim;
  • quando batem o pé (isto é mais a D. Varinha que faz);
  • quando gritam, do nada, só porque pagam o mesmo do que se falarem e têm mais volume;
  • quando não ouvem o que lhes dizemos;
  • ...
Eu sei que não estou no auge da minha paciência, mas... às vezes exageram!


A Magia, por enquanto, não me enerva! 💗

segunda-feira, 3 de abril de 2017

O meu "retiro"

Acabei de ler o post da Olívia sobre o retiro da Quaresma que houve em Fátima. Citando uma parte do seu texto:
Valeu o esforço, o tempo que dedicámos ao retiro, a viagem, a roupa por passar, a cozinha por arrumar, o chão por aspirar, os orçamentos por fazer, o escritório por organizar... valeu cada segundo em que escutei o ensinamento, em que partilhámos uma refeição, em que percorremos a Via Sacra passo a passo, com carrinho, sem carrinho, a dar de comer, a mudar fraldas, em busca de água... cada segundo!
Eu, que não fui ao retiro, mas gostaria de ter ido, revi-me nas palavras da Olívia. Como? Simples: como não pude estar lá, tentei que o tempo por aqui rendesse, que não terminasse o dia com a sensação de nada ter feito que valesse a pena.

Bem, como nós estamos a fazer a devoção dos cinco primeiros sábados em família, nunca seria um dia perdido, mas, para além disso, tentei aproveitar o resto do tempo para fazer coisas de casa que são muitas vezes adiadas (nem vou entrar em pormenores para não vos assustar com a nossa minha pouca "fadice do lar") e outras que dizem respeito a preparativos para a chegada da Magia.

Cada um joga o melhor que consegue com os valores que lhe saem nos dados! :-) 

O meu "retiro"

Acabei de ler o post da Olívia sobre o retiro da Quaresma que houve em Fátima. Citando uma parte do seu texto:
Valeu o esforço, o tempo que dedicámos ao retiro, a viagem, a roupa por passar, a cozinha por arrumar, o chão por aspirar, os orçamentos por fazer, o escritório por organizar... valeu cada segundo em que escutei o ensinamento, em que partilhámos uma refeição, em que percorremos a Via Sacra passo a passo, com carrinho, sem carrinho, a dar de comer, a mudar fraldas, em busca de água... cada segundo!
Eu, que não fui ao retiro, mas gostaria de ter ido, revi-me nas palavras da Olívia. Como? Simples: como não pude estar lá, tentei que o tempo por aqui rendesse, que não terminasse o dia com a sensação de nada ter feito que valesse a pena.

Bem, como nós estamos a fazer a devoção dos cinco primeiros sábados em família, nunca seria um dia perdido, mas, para além disso, tentei aproveitar o resto do tempo para fazer coisas de casa que são muitas vezes adiadas (nem vou entrar em pormenores para não vos assustar com a nossa minha pouca "fadice do lar") e outras que dizem respeito a preparativos para a chegada da Magia.

Cada um joga o melhor que consegue com os valores que lhe saem nos dados! :-) 

domingo, 2 de abril de 2017

Magia ganhou!

No dia 31 de março acabou a sondagem para o nome blogosférico da bebé. "Magia" ganhou, pelo que, a partir de agora, haverá mais Magia neste blogue!
😉

Magia ganhou!

No dia 31 de março acabou a sondagem para o nome blogosférico da bebé. "Magia" ganhou, pelo que, a partir de agora, haverá mais Magia neste blogue!
😉

sexta-feira, 31 de março de 2017

Último dia... últimas horas!...

... para votarem no vosso nome blogosférico preferido (para a bebé, claro). Depois não digam que não avisei... :-)


V O T E M !

Último dia... últimas horas!...

... para votarem no vosso nome blogosférico preferido (para a bebé, claro). Depois não digam que não avisei... :-)


V O T E M !