sexta-feira, 23 de março de 2018

Persuasion, de Jane Austen

Quando terminei de ler o livro (no dia 1 deste mês) fiquei de escrever sobre ele e depois esqueci-me de o fazer. Mas mais vale tarde do que nunca, não é o que se diz?


 


A protagonista chama-se Anne Elliot, tem 27 anos e é encantadora, gentil, prática, ativa, prestável. A irmã mais velha, Elizabeth, é mimada, fútil e bastante inútil. Anne sai à mãe, falecida quando ela tinha uns 14 anos (o livro diz a idade, eu é que já não sei qual era). Elizabeth sai ao pai, vivo e insuportavelmente fútil e centrado no seu umbigo.


 


Anne é desvalorizada pelo pai e pela irmã. Ignoram as suas necessidades e tratam-na como inferior, quando, na verdade, ela vale muito mais do que eles.


 


Há outra irmã, a mais nova das três, que casou com um ex-pretendente de Anne. Anne recusara o seu pedido de casamento por estar irremediavelmente apaixonada pelo seu primeiro pretendente, Frederick Wentworth, com quem rompera o noivado no dia seguinte a ter respondido afirmativamente, aos dezanove anos. A sua mudança de resposta deveu-se à influência negativa mas bem intencionada de uma amiga mais velha (a melhor amiga da falecida mãe), que o achou inadequado para Anne. 


 


Na "atualidade", por circunstâncias que não me apetece contar, Anne e Frederick vão estar novamente em contacto. E o reencontro não vai ser fácil, nem para um, nem para o outro...


 


Gostei imenso de reler esta história! 


CCF23032018_00000.jpg

Desafio das 52 semanas - semana 12

52.0.JPG


 


Semana 12: Coisas para se fazer no frio.


Dormir bem agasalhadinha; ver televisão sentada no sofá por baixo de uma manta e a comer pipocas semi-caseiras; jogar jogos de tabuleiro em família; estar com amigos em casa deles, ou na nossa, desde que bem quentinhos; tomar banho com água quentinha (muito quente, não, obrigada!); ...

quinta-feira, 22 de março de 2018

Preciso de ajuda

Não consigo encontrar o blogue da Graça que faz coisas lindas. Um ar da sua graça, ou algo assim.


Quem me pode escrever o link num comentário?


Muito obrigada!


 


*******


 


Lembrei-me que foi através de um Follow Friday da Joana que fiquei a conhecer o blogue da Graça. Pesquisei no Quiosque e encontrei o blogue, por isso já não preciso de ajuda, mas muito obrigada a quem se disponibilizou mentalmente para me ajudar!

How I met your father - Episode 18 - a Summer crush

Pilot (ep. 1)


Season 2, episode 5 (ep. 17)


Kids,


 


No verão dos meus 24 anos fui à Escócia (não foi só nesse verão que lá fui, mas isso agora não interessa nada). Não fui sozinha, nem com familiares, mas sim com colegas e amigas e com pessoas desconhecidas que se inscreveram no mesmo curso de verão do que eu.


 


Uma dessas pessoas era um rapaz mais ou menos da minha idade, arquiteto ou a caminho disso. Sem fazer por isso, cativou-me. Mantendo-me discreta (que é o meu registo habitual), sempre que podia, estava onde ele estava. Mas não tinha jeito para meter conversa de chacha e não tinha assunto para uma conversa que não fosse de chacha e que lhe pudesse interessar (pelo menos na minha opinião).


 


Numa saída após o jantar, numa noite que não era véspera de aulas, os professores (pouco mais velhos do que nós) levaram os alunos que tinham idade para consumir alcool a um pub. Eu fui apenas por causa do rapaz, já que bares e pubs aren't my thing. Mais valia não ter ido, já que de nada me serviu. Mas que estou eu a dizer?? Serviu de muito! Se não tivesse ido, não poderia, na eventualidade de um dia me perguntarem: "Have you ever been to a pub?", responder: "Been there, done that." ou, mais formalmente: "Yes, I've been to a pub - once."


 


Terminado o curso de verão e regressados à lusa pátria, nunca mais vi o rapaz. Certo?


 


Errado! Vi-o pelo menos mais uma vez, num jantar em Lisboa, organizado primordialmente pela grande impulsionadora da ida de portugueses àqueles cursos de verão, uma minha ex-professora.


 


Éramos aproximadamente vinte pessoas, nesse jantar. Não fiquei sentada perto dele, ou, se fiquei, não me lembro (o que quer dizer que, para todos os efeitos, não tive nenhuma conversa memorável, ou lembrar-me-ia).


 


Nota-se muito, pela forma como contei esta paixoneta de verão, que não foi muito importante? É que praticamente só me lembro da cara dele (que não era feia e normalmente apresentava um sorriso aberto) devido às fotografias desse verão que fazem parte do meu álbum "Escócia". Foi mesmo uma coisa passageira...


 


Season 2, episode 7 (ep. 19)

Sabem onde é que há um post novo?

No Pais de Quatro.


 


Mas, não sei porquê, desconfio que não é desta que vão limpar as teias de aranha e reativar o blogue... Gostava de estar enganada, porque sempre gostei de visitar o PdQ!

quarta-feira, 21 de março de 2018

Dos prazeres da maternidade #1


  • A bebé vomitar jorrar vómito (tipo fonte) por cima de si e de ti, que a tens ao colo. A fase seguinte é quase tão boa: limpar a porcaria (sim, porcaria - não tem outro nome).


 



  • A bebé fazer cocó na fralda e pelas costas acima. A fase seguinte é simplesmente maravilhosa.


 



  • A bebé vomitar durante a sesta (pelo menos é na cama, não é?) e ficar com vomitado no cabelo, além de conspurcar a cama e o que tem vestido. Dar-lhe banho e vesti-la com ela a chorar ininterruptamente (apesar de habitualmente adorar o banho). Pegar na bebé, lavadinha e prontinha e... ela vomitar novamente - desta vez para cima de ti também!

domingo, 18 de março de 2018

Ah! Se eu soubesse...

... que para ter mais reações ao que escrevo no blogue era preciso não ser eu a escrever, já tinha posto os miúdos a escrever há mais tempo! As provas:


2018-03-18.png


 Das últimas 7 reações (embora "novas" sejam 6)...


2018-03-18 (1).png


 ... 6 são referentes aos textos da Vassoura e do Feitiço!


 


Provem que estou errada! 

O Duarte quer muitos brinquedos -1.ª parte

Escrito pelo Feitiço:


 


Era uma vez um menino chamado Duarte. Ele vivia com a mãe e o irmão mais velho.


 


Ele dizia à mãe: «Mãe, compra mais brinquedos e já ! ! !»


 


A mãe respondia-lhe: «Não, filho, já tens muitos brinquedos».


 


Ele não gostava da resposta da mãe porque ele queria mais brinquedos, mas muitos mais! 


 


A mãe também não gostava do comportamento do filho, só por causa de não ter mais brinquedos!


 


O Duarte  queria arranjar uma maneira de conseguir mais brinquedos e à noite sonhava que tinha uma varinha mágica e fazia com que ficasse com mais brinquedos.


 


A mãe um dia foi ao supermercado e comprou um brinquedo para o Duarte e para o filho mais velho, três brinquedos. Quando chegou a casa, deu-lhes os brinquedos e o Duarte disse: «Por que é que ele tem mais brinquedos?» «Porque se porta melhor e não anda a embirrar por eles», disse a mãe.

A minha profissão quando crescer - Professora

Escrito pela Vassoura:


 


Já vos falei aqui e aqui de outras profissões que gostava de ter, mas para além dessas, gostava muito de ser, como o título indica, professora. Para ser mais específica, professora titular de 1º Ciclo de Ensino Básico. Eu já tenho alguma experiência, por exemplo, eu, a Varinha, o Feitiço (e, possivelmente, mais tarde, a Magia) brincávamos às escolas, e eu, a mais velha, era a professora (a Varinha também era professora, mas só do Feitiço) e eu adorava! Quando as minhas amigas têm dúvidas da matéria e eu lhes explico, elas geralmente entendem, e, às vezes, dizem que eu explico bem.


  Eu gostava de ser professora porque adoro explicar, adoro crianças, e gosto das disciplinas que terei de ensinar (português, matemática e estudo do meio).


 


 


Imagem relacionada


 

A minha escritora preferida - O momento por que todos esperavam!

Escrito pela Vassoura:  


 


A minha escritora preferida é (tam, tam, tam, taam, tam, tam, tam, taam) a J. K. Rowling!!


Parabéns aos que acertaram, e aos que erraram espero que, da próxima vez, acertem!

5 Coisas Boas Por Semana | 12-3 a 16-3-2018

hoje.JPG


12 de março (2.ª feira)



  • Desde que ficou doente (soubemos no sábado à noite que estava com princípio de otite nos dois ouvidos), a Magia ficou sem apetite e chochinha - o sinal mais evidente de que algo está mal, num bebé. Mas com o antibiótico, a Magia arrebitou  - e o efeito só se começou a notar neste dia, quando voltou a comer a sopa toda ao almoço e deu umas gargalhadinhas. Já tinha saudades de a ouvir rir!


 


13 de março (3.ª feira)



  • Fui à escola buscar a declaração para o I.R.S.. Conversei com algumas colegas. Voltei para casa na companhia de uma delas, que mora perto de mim, e ficámos a conversar mais um pouco.


 


14 de março (4.ª feira)



  • Vieram entregar a máquina de lavar loiça nova.

  • Experimentei uma nova receita.


 


15 de março (5.ª feira)



  • Por causa do antibiótico que a Magia tem de tomar às sete horas, levantei-me um pouco antes disso. Dei-lhe o antibiótico, de mamar e a seguir o biberão. Voltei a pô-la na cama e ela rapidamente voltou a adormecer. Tomei o pequeno-almoço e pensei em várias coisas que deveria fazer, mas estava com tanto sono que decidi aproveitar para dormir mais. Acordei perto do meio-dia e vi que a Magia estava sentada na cama dela (ao fundo da minha), muito sossegada, deixando-me dormir.


 


16 de março (6.ª feira)


sábado, 17 de março de 2018

"Eu também quero fazer um blogue!"

- disse o Feitiço quando se apercebeu que a Vassoura escrevia textos no blogue. Escrever textos ou fazer um blogue vai tudo dar ao mesmo (para ele)!


 


Pois bem, a partir de amanhã haverá (pelo menos) um texto do Feitiço aqui no blogue. A primeira parte da história "O Duarte quer muitos brinquedos" está agendada para as 15 horas (hora escolhida pelo Feitiço).


 


Ao contrário da Vassoura, o Feitiço foi por mim obrigado a escrever primeiro numa folha de rascunho. Depois, fiz com ele a revisão do texto. A seguir, ele copiou o texto para o blogue. Precisou de ajuda para fazer as maiúsculas e os caracteres "de cima" (`, ! e »), ao início, mas acho que foi uma aprendizagem que "pegou". Só por isso já valeu a pena esta experiência!

Mas é normal levarem? Eu diria que não...

Não ligo muito ao futebol e pouco percebo do assunto. Menos ainda sobre o que é assistir ao vivo a jogos da minha equipa, no nosso campo. Mas, na minha ignorância, parece-me que apoiar o meu clube não passa por levar adereços ("cachecóis, camisolas, chapéus e outros") da equipa adversária...


 


https://24.sapo.pt/desporto/artigos/feirense-com-casa-esgotada-para-receber-o-benfica-pede-que-nao-se-levem-aderecos-encarnados


 

sexta-feira, 16 de março de 2018

Follow Friday #7 - A 3ª Face

De manhã, ao ver que era dia de Follow Friday, não demorei muito a decidir que blogue iria indicar. Comecei logo a escrever, mas, para me inspirar sobre o que havia de dizer sobre o blogue em questão, fui espreitá-lo. Havia bastantes posts que eu não tinha lido (ainda lá estão alguns) e acabei por me deter por lá, lendo, fazendo comentários...


 


Entretanto, as atividades relacionadas com a casa e a maternidade não me permitiram terminar o post em poucos minutos. (Para além do tempo que estive a ler posts em vários blogues...)


 


De quem é que eu estou a falar? 


 


Não é da primeira, não é da segunda... É d'a 3ª face! 


 


A 3ª face, ao destacar um blogue, hoje, salientou que o autor respondia sempre aos comentários que por lá fazem. Essa é uma das características que me agradam na 3ª face, pois também ela responde sempre. 


 


A 3ª face tem ainda outra característica, em regime de exclusividade: foi a única comentadora, aqui, a ameaçar boicotar o meu blogue (se eu me atrevesse a corrigir ou alterar alguma coisa nos textos da Vassoura). Uma ousadia dessas merece castigo?  Não, merece destaque! 


 


2018-03-16.png

Desafio das 52 semanas - semana 11

52.0.JPG


 


Semana 11: Os meus brinquedos favoritos na infância eram...


... as bonecas, que tanto eram minhas filhas, como minhas alunas;


... os jogos de tabuleiro (exceto o Monopólio, de que nunca gostei);


... um elástico para saltar (e, modéstia à parte, eu era muito boa a saltar ao elástico);


... os puzzles (está-me a dar a saudade!).


 


Apercebi-me que os meus brinquedos favoritos na infância são essencialmente os mesmos de agora, com as seguintes ressalvas:



  • Gosto mais dos meus filhos do que gostava das bonecas (penso que seja normal!!!) 

  • Raramente consigo jogar com os meus companheiros de jogos na infância (os meus irmãos), mas o Rogério, a Vassoura, a Varinha e o Feitiço são ótimos substitutos parceiros! 

  • Não tenho elástico para saltar, mas se calhar está na hora de o arranjar e "iniciar" os meus filhos mais velhos no jogo do "Um, Dois, Três" e no dos dias da semana "Segunda, Terça,...". Infelizmente tenho certeza que não tenho a agilidade que tinha para jogar com o elástico à altura do ombro ou do pescoço! 

  • Tenho puzzles na arrecadação, mas e espaço para os montar? Não tenho! 

quinta-feira, 15 de março de 2018

How I met your father - Episode 17 - the wrong time to ask

Pilot (ep.1)


Season 2, episode 4 (ep. 16)


Kids,


 


Depois de contar ao B a história verdadeira da M e do F, e de ele ter concordado em continuarmos a encontrarmo-nos, assim fizemos.


 


Saímos não sei quantas vezes mais, sobretudo para irmos ao cinema. Da minha parte não houve evolução de sentimentos, ao longo desse tempo. Sentia-me bem na companhia do B, mas as conversas que tínhamos não eram particularmente interessantes ou profundas, devo admitir.


 


Numa noite em que combinámos ir ao cinema ver "Pleasantville", com o Tobey Maguire e a Reese Witherspoon (escrevi de memória mas tenho tive de confirmar - precisei de corrigir o apelido dele.), eu estava com uma dor de cabeça fortíssima. Se fosse esperta, tinha cancelado a saída, mas não o fiz.


 


Assim que entrei no carro e o cumprimentei, avisei que me doía muito a cabeça, e expliquei que qualquer som ou movimento da cabeça mais repentino me causava um aumento grande na intensidade da dor, pelo que lhe pedia que não conversássemos [A sério, Mimi de 26 anos? Não era evidente para ti que devias ter cancelado a ida ao cinema???]. Ele compreendeu e cumpriu. A viagem foi feita em silêncio (o rádio estava desligado pelos mesmos motivos).


 


Gostei do filme, mas lembro-me que o volume do som me incomodou [Mega duh para a Mimi de 26 anos, essa pateta que eu não conheço de lado nenhum.] Durante o intervalo, não me mexi, nem quis conversar [nem conseguia, sem que a cabeça, que latejava muitíssimo, piorasse].


 


Quando o filme acabou, fizemos em silêncio a viagem de regresso até à minha rua. O B saiu do carro quando eu saí (acho que saía sempre) e acompanhou-me até à porta do prédio. Antes de dizer adeus, perguntou-me:


 


- Já pensaste naquilo que te perguntei?


 


Eu [com enxaqueca, da qual ele estava sobejamente informado - não sei exatamente o que terei dito]: Bem, não houve alterações em relação aos meus sentimentos...


 


Não me lembro como foi que o B reagiu, mas não foi bem, certamente, já que a seguir eu entrei no prédio e não nos voltámos a encontrar.


 


Sempre que recordo esta parte da minha história, penso que foi realmente difícil ser «eu» (não quer dizer que me pareça que ser «ele» tenha sido mais fácil). Para mim era tão mais fácil gostar sem ser correspondida!


 


Season 2, episode 6 (ep. 18)

Comprar português é bom?

À partida, a resposta é afirmativa. Comprar produtos portugueses ajuda a economia, etc. e tal. Acho que nunca ninguém me ouviu dizer algo contra os benefícios de comprar produtos portugueses. E também não é agora que vão ler algo nesse sentido.


 


Mas, certamente, ao escrever "À partida, a resposta é afirmativa.", devo ter criado expectativas nos caros leitores. Que iria eu dizer contra este "à partida"?


 


A resposta é: nada. Mas...


 


Ao pesquisar sobre máquinas de lavar loiça, o Rogério encontrou um fabricante português. Nem ele nem eu conhecíamos a marca em questão, mas acabámos por decidir encomendar uma máquina. Entre encomendar/pagar (online/multibanco) e receber a máquina em casa, passou menos de uma semana. Excelente serviço neste campo. O tio Gato, irmão do Rogério, substituíu a sua máquina de lavar loiça há uns meses e o processo de entrega/instalação foi tão ineficiente que passou mais de um mês, depois de pagar a máquina (comprou-a na Worten), a lavar a loiça à mão (a máquina dele, igual à nossa antiga, deixou de funcionar, não se limitava a lavar mal).


 


A máquina é gira e fica bem na nossa cozinha, tal como esperávamos, quando a escolhemos. Pode ser uma preocupação fútil, não é o aspeto que mais importa numa máquina de lavar, como é óbvio, mas não nos era indiferente se ficava bem ou mal. Tudo bem também neste campo.


 


«Ah, Mimi, passa logo ao campo que não está bem!» Espertalhões, já passo. É que é (mesmo) já a seguir.


 


O tabuleiro de baixo da máquina não desliza bem, mas arranjámos (e por «arranjámos», quero dizer que o Rogério arranjou) um truque para conseguir resolver o problema enquanto não temos feedback/solução da parte do serviço pós-venda. 


 


«Só isso, Mimi? Estive a ler isto tudo para saber que o tabuleiro não desliza bem?» Não, não!  Não.


 


Esta máquina tem um tabuleiro só para os talheres, uma das coisas que mais me atraía: os talheres ficarem deitados, separados uns dos outros por umas divisórias pequeninas. Uma maravilha, como na máquina (de marca estrangeira e de certeza absoluta muito mais cara do que a que comprámos) da minha irmã Mafalda. No entanto, após a primeira lavagem, fiquei desiludida e fotografei alguns talheres:


WP_20180315_08_19_53_Pro.jpg


Não sei até que ponto se percebe, na fotografia, quão mal lavados ficaram estes talheres. Parecia que estava a tirar talheres da máquina anterior... 


 


Pode ter havido alguma incompetência da nossa parte na distribuição dos talheres... Espero que tenha sido isso. Mas que senti um balde de água fria relativamente à escolha que fizemos, senti.


 


Quando, há uns anos, substituímos a máquina de lavar roupa, não encontrámos nenhuma máquina de fabrico português. Comprámos uma AEG. Hoje só me apetece dizer: «Ainda bem...»


 

Receita nova de março - Bacalhau qualquer-coisa

Ontem experimentei uma nova receita. Não deixei para o penúltimo dia do mês (como fiz em janeiro e em fevereiro, embora não fosse essa a minha intenção, na altura) - até porque o penúltimo dia deste mês é simultaneamente o meu aniversário e Sexta-feira Santa, não é dia para grandes experiências culinárias.


 


Em janeiro experimentei uma receita da Bimby - Tagliatelle com Salmão.


 


Em fevereiro experimentei uma receita que me deu a minha irmã Margarida - Frango no Forno.


 


Ontem experimentei uma receita misturada: metade da Bimby, metade da Nina (minha empregada, e excelente cozinheira). Digo desde já que não correu bem, embora seja perfeitamente comestível e todos tenham comido a sua parte ontem ao jantar. Pedi classificações, de 1 a 10 (sendo 10 a melhor). Rogério: 7 ou 8; Vassoura e Varinha: 3 ou 4; Feitiço: 10 (até repetiu!); eu: 5 ou 6... 6, vá, que 5 era "passar à rasquinha".


 


Como quase sempre, esqueci-me de fotografar a comida antes de nos servirmos. Mas tirei uma fotografia, e ainda dá para ver. Até dá para ver melhor o aspeto, já que se vê o exterior e o interior.


receita_marco.jpg


Alguém arrisca adivinhar o que é que era suposto ser esta comida? É que era suposto ser uma comida "conhecida" - uma das 1001 maneiras de cozinhar bacalhau... #sóquenãoparecenada.

terça-feira, 13 de março de 2018

A minha profissão quando crescer - Escritora

Escrito pela Vassoura:


 


Já vos falei aqui de outra profissão que gostava de ter, mas, se não tiver essa, quero ser escritora. Eu gosto muito, muito, muito de escrever textos e já escrevi imensos: em testes, em aulas, por diversão, como passatempo, com a Vassourete*, com a Vassorinha*... 


Apesar de escrever muito, deixo muitos dos textos incompletos. Não é de propósito, mas, ou me esqueço de continuar, ou acho que o texto está horrível e deito-o fora, ou quando estou para o escrever, tenho uma nova ideia para um texto e esse fica esquecido.


Gosto especialmente de escrever textos de ficção e de aventura. Gosto também de contar histórias a pessoas mais novas do que eu.   


 


Resultado de imagem para livros


Sabem quem é o(a) escritor(a) da minha preferência? Vou dar-vos hipóteses:



  1. Luísa Ducla Soares

  2. J. K. Rowling

  3. Bill Watterson

  4. Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

  5. Enid Blyton

  6. António Torrado

  7. Sophia de Mello Breyner Andresen

  8. Julie Campbell

  9. Mia couto

  10. Alice Vieira

  11. R. Goscinny

  12. Luis Sepúlveda


Por favor: Não justificar a opção, para não influenciar a dos outros.


*Amigas minhas

A fantástica lavagem da loiça, numa máquina perto de si

Há mais de um mês tirei esta fotografia a um prato de sobremesa: 


WP_20180205_16_33_01_Pro.jpg


 Vocês veem o prato e pensam: «É um prato sujo. O que é que tem de mais?»


 


«Nada.», digo eu. «O único problema é que não é um prato sujo. Ou melhor, é um prato sujo, mas não deveria ser, porque [quando o fotografei] tinha acabado de sair da máquina de lavar loiça, após um programa completo de lavagem.»


 


Observem agora o fundo desta caixa de plástico, após lavagem na máquina. Não é fácil para o olho destreinado detetar o brilho especial ...


WP_20180303_23_37_06_Pro.jpg


... da gordura, que não saiu com a lavagem.


 


Acabei por lavar a caixa à mão (algo não raro, nos últimos largos meses). Ficou a pingar ...


WP_20180303_23_55_53_Pro.jpg


... apenas água, comme il faut!


 


Estes são dois singelos exemplos do belo serviço que a nossa máquina da loiça nos tem prestado, nos últimos tempos. Na verdade, o belo serviço começou há anos e tem vindo a deteriorar-se. O Rogério (abençoado Rogério!) tem tratado da máquina ao longo dos anos, ora pessoalmente, ora recorrendo aos serviços de quem percebe [mais] do assunto. Mas chegámos a um ponto em que percebemos que a máquina está moribunda e a precisar de ser substituída. 


 


Antes do último suspiro, já a nova máquina está encomendada. Porque, na verdade, esta máquina já morreu. Só que, tal como o professor de História da Magia em Hogwarts, Professor Binns (um professor fantasma), não sabe que morreu, porque nunca ninguém lhe disse, e continua a fazer os programas (ele continua a dar aulas) como sempre... só que mal feitos (e as aulas dele são uma seca - bem, não sei como eram as aulas de História da Magia quando o professor estava vivo - talvez tenham sido sempre uma seca!*)


 


*[Ou não tivesse História sido a disciplina com que mais embirrei durante o meu percurso escolar... ]