... querida Pózinhos!
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Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
... porque tenho estado a adiantar os posts do "Desafio das 52 semanas" (a exceção para o meu problema crónico de adiar tudo para o dia seguinte).
Como em setembro recomeço a trabalhar, não garanto que a partir dessa altura consiga escrever os posts a tempo e horas, pelo que vou tentar escrever os que faltam antes dessa data. Para já, não vou mal: já tenho os posts prontos até à semana 34.
Bem, mas dizia eu que ainda não almocei? Pois. Vou almoçar! Adeus!
A sério.
De há uns meses para cá, quem me "apanha", quem me "agarra", não me larga. Depois de, de alguma forma, me ter, ninguém me abandona.
Só muito, muito, muito a custo é que as pessoas me largam.
Quem diz pessoas, diz quilogramas. Se é que me faço entender.
Depois do Turbo (filme de animação) e do eventual Turbo 2 (não consegui perceber se existe ou não), eis que chega, a uma sala perto de si mim, a protagonista do Turbo 3 (ou 2, se ainda não houver).
A grande novidade - e é aqui que há spoiler - é que este filme não é de animação, embora seja animado (diria que até é animado demais, às vezes)! Não, de facto. É um filme com pessoas de carne e osso (antes que alguém comente que todas as pessoas têm carne e osso, remeto-vos para uma qualquer passerelle da alta costura, onde passam, por entre as gotas da ausente chuva, umas chamadas modelos, que só têm a parte dos ossos).
A protagonista não tem duplos; é ela que faz todas as cenas, perigosas ou não. Às vezes dá-se mal, mas quase nunca nas cenas de velocidade (muitas, ao longo do filme). Quem por aqui passa já a conhece: chama-se Magia. Já estavam à espera, não estavam?

E o que é que isso tem de especial?
Nada. Ou tudo...
Leiam. E digam de vossa justiça (ou simplesmente opinião).
Depois de um mês de abril fraquito, vamos lá passar ao balanço de maio (que já junho conta com três dias!)...

Fazer tudo, em cada dia, com um bocadinho MAIS de AMOR do que na véspera. Meio caminho andado para ser MAIS FELIZ! Um dia destes elimino esta parte, já que me ando a esquecer constantemente de a ter presente...
Neste quinto balanço considero que PASSEI, mas por pouco! ![]()

28 de maio (2.ª feira)
29 de maio (3.ª feira)
30 de maio (4.ª feira)
31 de maio (5.ª feira)
1 de junho (6.ª feira)

Há uma semana fui ao lançamento do primeiro romance de uma amiga e ex-colega. O lançamento foi bastante interessante e ainda deu para umas boas gargalhadas. Havia um lanche com salgados e bolinhos ao fundo da sala. Portei-me bem - não petisquei, sequer. Ajudou o facto de ter jantado (sopa e fruta) antes de ir ao lançamento (que começou às 19 horas).
Depois do lançamento, fotografias e autógrafos incluídos, acompanhei outras ex-colegas no jantar (mais uma vez não comi nada - digam lá que não fui linda). Enquanto foram buscar o jantar, eu tomei conta das malas e li as primeiras páginas do romance. Obriguei-me a parar quando chegaram com os tabuleiros. Éramos quatro; conversámos e rimos e eu adiantei, às que não a conheciam, a história do "How I met your father". É assim a vida: nem leitoras eram do blogue e já sabem o desfecho da blogossérie. Cunhas, senhores, cunhas... é nisto que dá!
Voltando ao "Prelúdio Azul". Depois das primeiras páginas, lidas naquela noite, não retomei a leitura por conta do relatório que - finalmente! - concluí e entreguei na segunda-feira. Na terça, estive a ver os episódios das séries que também esperaram que a porcaria do relatório estivesse prontao. Na quarta, recomecei o livro. Só parei quando teve de ser. Ontem, feriado, não tive oportunidade de pegar no livro. Hoje terminei a leitura.
Gostei bastante. Achei que a história cativa, deixando-nos por vezes suspensos no que vai acontecer. Há episódios ou momentos que podem dar para umas furtivas lágrimas (a mim deram) e outros para umas gargalhadas (não muitos, no meu caso). Há uma personagem ab-so-lu-ta-men-te o-di-o-sa (e é-o mais e mais à medida que a história avança), que acaba por ter o que merece, felizmente. Há personagens de quem inevitavelmente se gosta, a começar pela protagonista e pela sua família. E mais não digo, exceto:
Quem não ler o "Prelúdio Azul" é um ovo podre! ![]()
(regressei à infância/juventude ao ler o livro, que se passa nos anos 80...)

Semana 22: No meu frigorífico tem de haver...
... iogurtes;
... sopa;
... manteiga;
... comidinha boa e pronta a aquecer para comer! ![]()
Na parte do congelador, eu gostava que houvesse sempre gelado, mas na verdade não é conveniente que haja...
Hoje ao entrar na minha área tive uma alegre surpresa, algo inédito neste blogue de modestas dimensões. A surpresa estava nas reações (a única reação, por acaso).

"Blogs Quentes" dizia-me qualquer coisa, mas como não sabia bem o quê, cliquei para perceber, claro!
Fiquei então a (re?)saber que "Blogs Quentes" é o sítio onde, de segunda a sexta, aparece a lista dos 10 posts (do SAPO) mais comentados no dia anterior. E...

O post sobre a cabeça acidentada da Magia ficou em 9.º (sim, em nono, já que o número de comentários é igual!).
Perante tal honra, que possivelmente não se repetirá, gostaria de tornar público o meu agradecimento a quem possibilitou esta minha catapulta para a fama:
Se me esqueci de alguém, por favor comentem neste post - pode ser que vá parar aos blogues quentes e, se for, darei depois o devido agradecimento!
*São os meus, pois claro!
A Magia hoje está acidentada. Por três vezes bateu com a cabeça. Eu estava pertíssimo dela das três vezes. Por favor não chamem a CPCJ.
Primeira:
Sentada no tapete de brincar, atirou-se para trás. O "trás" escolhido não foi o tapete nem a almofada que lá está, foi o chão. Chorou. Com uns beijinhos na cabeça passou o dói-dói e ficou pronta para outra. Não era preciso é que fosse pouco depois!
Segunda:
Em pé, agarrada às minhas pernas (eu sentada numa cadeira). Largou-se e caiu para trás (o mesmo "trás" da primeira vez, mas de uma altura maior). Chorou mais. Dei colo e pus "gelo" (entre aspas porque não era gelo, era um penso de gel que guardo no congelador), alguns minutos. Ficou pronta para outra. Não esperava é que fosse hoje!
Terceira:
Estava ao meu colo e quis ir para o chão. Coloquei-a no chão, da mesma maneira que habitualmente, mas não correu bem. Enquanto ainda a estava a agarrar, pousando-a, desequilibrou-se e bateu com a cabeça na perna da cadeira onde eu estava sentada.

Um rapaz de vinte anos, mais coisa, menos coisa, não sabia se eu era a mãe ou a avó da Magia. Contei aqui.
Ontem, uma menina de seis ou sete anos perguntou-me se a Magia era minha neta. ![]()
Não me incomoda nada que se questionem ou que pensem que sou avó da Magia. Eu tenho noção que aos 45 anos - se tivesse sido mãe bastante mais cedo do que fui (tinha 33 quando a Vassoura nasceu) - podia ter netos da idade da Magia e até mais velhos.
O que não me agrada é que verbalizem esses pensamentos ou dúvidas!
Please keep them to yourselves! ![]()
Gostaram do título? Ficaram curiosos acerca do seu significado?
Pois... compete-me informar que o título não deve ser interpretado literalmente! (Como é óbvio!)
Mas não deixa de ter a sua lógica, que passo a tentar explicar, depois de vos mandar viajar no tempo até 1980...
Eu andava na 2.ª classe (2.º ano de escolaridade) e passei as férias de Natal em Ponta Delgada, S. Miguel, Açores. Tínhamos um apartamento em Ponta Delgada porque o meu pai estava a trabalhar a partir de lá (era piloto).
A minha querida professora, a D. Helena, tinha mandado fazer, nas férias, a numeração romana, com a correspondente árabe, de 1 em 1 até 200 (de I em I até CC).
Aqui a je fez o trabalho? Claro que sim!
...
Durante a viagem de regresso ao Continente, no avião, na véspera do regresso às aulas! ![]()
Regressemos agora a 2018, sabendo que hoje era o prazo de entrega do relatório que mencionei na parte da sexta-feira, deste post...
Aqui a je entregou o relatório? Claro que sim!
...
Uns quinze minutos antes dos serviços administrativos fecharem (pelo menos oficialmente)! ![]()
Há uma pequena mercearia no prédio ao lado do nosso, onde vamos com frequência. O dono da mercearia e uma funcionária que entretanto se reformou viram-me grávida da Magia, mas o novo funcionário, um rapaz novo (não sei a idade, mas dou-lhe uns vinte anos), não.
Na sexta-feira, fui à dita mercearia. Levava a Magia no carrinho. Normalmente "estaciono" o carrinho na zona mais ampla da loja, mas estavam a colocar fruta no expositor e, por isso, coloquei o carrinho noutra zona, com um pilar a impedir que a Magia me visse (exceto se passasse por ela para colocar sacos com fruta na bancada) - mas ouvia-me perfeitamente, a loja é muito pequena e não havia mais clientes.
Quando o fornecedor de cerejas (pelo menos) se foi embora, eu podia ter mudado a Magia de sítio, mas não o fiz. Pouco depois a Magia fez umas discretas reclamações e o funcionário (o tal novo, novo) disse que eu podia chegar o carrinho mais para a frente, para ela me ver. Eu respondi que não o fizera para não atrapalhar a passagem (a quem quer que surgisse e precisasse de passar), mas ele, simpaticamente, chegou o carrinho um bocadinho à frente e disse, dirigindo-se à Magia e apontando para mim:
- Olha, vês? Está ali a mãe! Ou é avó?
Eu: Isso não se pergunta! Sou a mãe.
Ele (atrapalhado): Pois não, desculpe!
Nunca me tinha acontecido, mas imagino que, para ele, eu pareça tão velha que já deva ter terminado os meus "childbearing years"...

Esta não sou eu, Ok?
Não tenho tanto cabelo... nem tanto bigode!

21 de maio (2.ª feira)
22 de maio (3.ª feira)
23 de maio (4.ª feira)
24 de maio (5.ª feira)
25 de maio (6.ª feira)


Semana 21: Os meus piores defeitos.
Sou preguiçosa. Muito. Em consequência, sou desarrumada, desorganizada, e outras des-coisas! ![]()
O blogue de que hoje falo é sobejamente conhecido (as centenas de comentários aos vários posts são disso evidência), mas pode dar-se o caso de alguém ter chegado há pouco tempo e ainda não se ter deliciado com os posts da Chic'Ana. Assim, cumprindo a função de mensageira de boas gargalhadas, convido-vos a passarem por lá.
Se conseguirem ler mais do que um post sem se rirem, cuidado! Estão mortos e ninguém vos disse... ![]()

(Repararam na citação por baixo do título do blogue?
Não é espetacular?)
Tenho um relatório para fazer. Estou de licença, o prazo não deveria ser alargado? Talvez, mas mais vale cumprir o prazo e deixar de ter o relatório a moer-me o juízo a consciência.
Tendo presente o que acabei de vos dizer, este post deveria ser um adeus até ter o relatório pronto. Deveria, mas não vai ser. Vou falar de televisão.
Ontem o facto de ser o último episódio da temporada (espero!) da Anatomia de Grey apanhou-me desprevenida. Quando comecei a ver e reparei nas palavrinhas "último episódio", em cima, à esquerda, pensei: "Que desgraça terá a Shonda Rhimes pensado para este fim de temporada?" Ela é especialista em deixar tudo num caos, e aos espetadores num ataque de nervos, dignos de irem parar às urgências do Grey Sloan Memorial Hospital.
Passei o episódio com o coração nas mãos (ainda bem que a Teddy Altman regressou, uma boa cardiocirurgiã dá sempre jeito - como se viu), sempre à espera da catástrofe. Quando o Alex e a Jo foram para o barracão, pensei que um deles se ia magoar a sério, pelo menos. Quando iam no ferry, pensei que iam chocar ou ter um acidente de algum tipo.
No fim do episódio, pensei que a Shonda se tinha portado bem. Ninguém morreu e houve dois casamentos (sem contar com o dos desconhecidos). Mas, mesmo sem que as desgraças anunciadas tenham sido cumpridas (e ainda bem), a temporada termina com promessas de muitas novidades na 15.ª temporada. Ora, então,:
É esperar para ver! Entretanto, vou continuar a acompanhar a evolução da história e das personagens, de segunda a sexta. Já vai na quarta temporada...
No dia 11 levei a Magia à USF (Unidade de Saúde Familiar) para receber as vacinas dos 12 meses.
Não sou nada mariquinhas nisto das vacinas, mas confesso que fiquei um bocadinho chocada quando a enfermeira me disse que ela iria levar três injeções no braço. Quando os mais velhos fizeram um ano, não levaram três. A enfermeira explicou-me que uma das vacinas antes não fazia parte do PNV (Programa Nacional de Vacinação) e por isso é que agora eram três. Eles levaram essa terceira, só que desfasada das "obrigatórias" - o que, sinceramente, me parecia boa ideia.
A enfermeira perguntou-me se a Magia tinha alergia ao ovo. Eu disse que a reação à gema não tinha sido pacífica e que iria, no dia seguinte, na consulta com a pediatra, abordar o assunto. A enfermeira disse, então, que era melhor aguardar a opinião da pediatra, antes de dar a vacina do sarampo (conhecida assim, mas que na verdade é contra várias doenças e por isso se chama VASPR, as iniciais dessas doenças), já que um dos constituintes da vacina (um excipiente, parece que é assim que se chama) é algo que pertence ao ovo.
O que se passou depois, quanto ao ovo, já vos contei.
Na segunda e na terça esqueci-me de marcar a vacina. Podia levar a Magia sem fazer marcação, mas iria ficar muito mais tempo à espera, por isso não a levei.
Hoje, às oito e pouco, telefonei a marcar e sabem para quando é que consegui? Para hoje, ao meio-dia (fui eu que escolhi esta hora, mas podia ter sido mais cedo)!
Desta vez, a enfermeira era a nossa enfermeira de família (no outro dia estava de férias), que eu ainda não conhecia. Ela disse-me que a questão do ovo já não era relevante, na versão atual da vacina, mas não deixou de ver a "autorização" da médica para levar a vacina "no centro de saúde".
A Magia, como habitual, chorou durante a injeção e parou pouco depois. Passado um bocado, já estava como se não fosse nada. ![]()
As possíveis reações a esta vacina é que são bastante piores do que as possíveis reações às outras duas que ela levou no dia 11 (e às quais não teve qualquer reação). Veremos como correm as coisas...

14 de maio (2.ª feira)
15 de maio (3.ª feira)
16 de maio (4.ª feira)
17 de maio (5.ª feira)
18 de maio (6.ª feira)

Semana 20: Fico de mau humor quando…
... durmo pouco e/ou mal;
... estou nos dias antes e naqueles dias do mês;
...
O melhor é pedir ao Rogério que escreva este post por mim, pois ele provavelmente apercebe-se melhor do meu mau humor do que eu própria!
(Escrevo este post com o aval da Matilde.)
Quando éramos miúdas, eu e a Matilde brincávamos com as crianças da vizinhança que, diga-se de passagem, eram poucas!
Havia duas irmãs (M1&M2) que nem sempre víamos, porque só eram nossas vizinhas quando estavam em casa da avó, do outro lado da rua.
Havia (durante algum tempo) duas irmãs (uma delas uma conhecida atriz da atualidade) que tinham uma irmã mais velha que não nos ligava peva (1.ª vez que escrevo «peva»!). (MJ&P)
Havia uma irmã e um irmão, que depois tiveram outro irmão. (M3&A)
Do grupo, eu era a mais velha e o A era o mais novo. A ordem etária era, penso: Mimi, MJ, M1, Matilde, P, M2, M3, A.
Bem, houve uma vez em que a Matilde fez uma troca de brinquedos com (se não me engano), a M3 e o A. Chegou a casa muito contente com a nova aquisição (não faço a mínima ideia do que se tratava). Quando indaguei sobre o que tinha dado em troca, fiquei a saber (ou então já tinha descoberto, esses pormenores não recordo) que o que ela tinha levado era um telefone com rodas, que se puxava por um fio e que era muito engraçado. Era algo deste género (mas, segundo a minha memória, mais giro):

O telefone tinha ainda outra particularidade: era meu!
Fiquei mesmo zangada com a Matilde. Tenho ideia de ter tentado desfazer a troca, mas não correu bem, já não sei porquê.
A Matilde diz, hoje, que o que fez lhe pesa um bocado na consciência. Mas não foi com essa intenção que eu ofereci ao Matildezinho, no Natal passado, um telefone-carro, OK? ![]()
A filha mais nova da minha irmã Margarida faz hoje nove anos. Está mesmo a ficar crescida!
P A R A B É N S,
M E L ! ! ! ! ! ! ! ! !
Nos primeiros tempos do nosso namoro, muitas vezes, o Rogério e eu, estando distantes, ao ouvirmos uma música especial na RFM, enviámos mensagem um ao outro, dedicando-a. Não era só uma música, era qualquer música que nos parecesse adequada para o efeito. ![]()
Com o casamento e consequente partilha de casa, essas dedicatórias foram drasticamente reduzidas. Quase ficaram reduzidas a memórias apagadas.
Quase...
Na segunda-feira, o Rogério chamou-me para ouvir (e ver o vídeo) de uma canção e dedicou-ma. Era esta:
Estes pequenos gestos valem ouro!
... roupa, mamã, eu adormeci no parque! [disse a Magia, quer dizer, não disse, mas podia ter dito!]

Antes de adormecer, tirou uma meia do pé...
Há uns anos, foi um aluno.
No sábado, sem qualquer influência da primeira «invenção», foi o Feitiço.
Ainda havia bolo de anos da Magia e eu decidi comer uma fatia no fim do almoço. A Varinha e o Feitiço disseram que não devia, e o Feitiço deu uma razão:
- Como tu queres desaumentar de peso, é melhor não comeres!
...
[Comi. Duas fatias: uma normal e uma pequena.]
Há um ano, o dia 13 de maio foi GRANDE! É bom recordar...
[Tirando a referência a este ano, este post foi escrito há mais de 360 dias, ou seja, com alguma antecedência...]
... mas, antes de me deitar, como tinha de desligar o computador, que estava hibernado, resolvi descobrir quem tinha vencido. Parabéns à canção de Israel!
Descobri também que a canção portuguesa ficou em último lugar. E não consigo deixar de pensar que mereceu esse lugar (apesar de não ter visto as outras e ser possível que alguma fosse ainda pior que "O Jardim"). Quando a ouvi, achei que a interpretação era fraca e, sobretudo, que soava a falsa...
Sabem quando temos razão e preferíamos não ter? É um desses casos. ![]()
*Mas tenciono ver, acelerando nas partes mais chatas (músicas que não goste, blá-blá que não me interessa, anúncios,...).

7 de maio (2.ª feira)
8 de maio (3.ª feira)
9 de maio (4.ª feira)
10 de maio (5.ª feira)
11 de maio (6.ª feira)
Na quarta-feira fui às compras, levando a Magia no carrinho. No regresso a casa, vi numa paragem de autocarro um rapaz que identifiquei como meu antigo aluno, com o nome e tudo: Francisco V.
O rapaz ia a passar por mim e eu, que tinha hesitado em dizer alguma coisa, imediatamente me saí com:
- Francisco V.!
Ele olhou para mim, surpreendido por eu saber o seu nome.
Eu: Não sabes quem eu sou?
Ele: Não.
Eu [um bocadinho desiludida, confesso]: Fui tua professora no primeiro e no segundo ano.
Ele, sorrindo: Professora Mimi?
Eu [mais contentinha]: Sim!
Eu: Tu estás igual. Mais crescido, mas com a mesma cara. Eu mudei muito?
Ele: Um bocado.
Eu, meio a rir: Desde que seja para melhor...
Ele riu-se.
Eu: Os teus pais estão bons?
Ele: Sim.
Depois, sem se despedir, o Francisco acelerou o passo e afastou-se, deixando-me com as minhas memórias dos anos em que fui sua professora.
Não foi um aluno fácil. O que num dia funcionava com ele, parecia completamente inadequado e ineficaz no dia seguinte. E fez com cada asneira, ui!... Mas era um miúdo bastante engraçado, por outro lado, e sempre imaginei que devia ser um vizinho encantador e prestável. A grande dificuldade dele era fazer coisas porque tinha de ser...

Semana 19: As minhas séries preferidas.
Atuais/Recentes: Anatomia de Grey, This Is Us, A Teoria do Big Bang, Bull, Notorious, Castle, Rizzoli&Isles, Rosewood, ...
Da memória: Quem Sai aos Seus..., McGyver, O Justiceiro, Duarte e Companhia, Uma Casa na Pradaria, ...
Muito possivelmente, cometi injustiça a algumas séries que me fizeram passar bons momentos em frente da televisão, sobretudo as da memória... Mas as que escolhi mereceram-no, garantidamente!
Kids,
Apesar de não terem feito nenhum comentário, de certeza que acertaram na adivinha com que terminou o último episódio. Lembram-se dela? [Eu sei que não se lembram. Já passou demasiado tempo.]
O rapaz de quem já aqui falei tinha um irmão mais velho e um primo mais novo que não me foram indiferentes. O irmão mais velho gostava de me provocar um bocadinho, mas não era nada que não fizesse a qualquer outra pessoa. Era o seu feitio. Embora não me tenha sido indiferente, o que senti por ele foi bastante superficial. Acho que não cheguei a conhecê-lo o suficiente para os sentimentos se aprofundassem (ou então o facto de ter gostado do irmão foi inibidor disso).
Já o primo mais novo foi outra história...
Este rapaz, de seu nome Rogério (e esta, hein?), era (é) de baixa estatura e, quando o conheci, tinha cabelo compridíssimo (mais comprido, mais forte e mais bonito do que o meu alguma vez foi). É engraçado que eu prefira os elementos do sexo oposto de cabelo curto, mas que sempre tenha achado que ele ficava muito bem com o cabelo comprido - no entanto, quando anos mais tarde o cortou, achei que ficava (ainda) melhor. Outra coisa que eu gostava neste rapaz era a voz, em especial quando cantava.
Numa peregrinação de jovens em que participei [aqui o conceito de jovem é bastante alargado] e ele também (e muitos outros jovens das comunidades neocatecumenais a que ambos pertencíamos, embora, na altura, fôssemos de comunidades diferentes), o rapaz foi um dos grandes animadores da viagem de autocarro, ao longo dos dias, através de canções. Esse tipo de animação, que não é o meu estilo, agrada-me, porque ajuda a criar bom ambiente entre pessoas que não se conhecem assim muito bem (ou não se conhecem de todo). Verdade seja dita que os principais animadores eram o irmão mais velho do Rogério e um outro rapaz de quem nunca gostei sem ser por amizade, ambos muito extrovertidos e bem-dispostos. Mas quando o que se fazia era cantar, o Rogério tinha quase sempre um papel de destaque.
Este Rogério foi o último rapaz de que gostei antes de conhecer o Gato Rogério, e ainda terei mais para vos contar sobre ele, mas antes tenho de vos falar de uma questão muito importante no meu percurso (e que até agora tem estado de parte): o meu discernimento vocacional.
Mas isso, claro, é assunto para um episódio exclusivo (ou mais do que um)...
Há uns dias tirei esta fotografia à Magia, enquanto brincava:

Os «brinquedos» escolhidos são duas embalagens vazias: uma de cartão (de soro fisiológico) e uma de plástico (das toalhitas). Depois de a deixar brincar um bocadinho, coloquei as embalagens no lixo (respetivo, para reciclar), mas outras coisas entretêm a Magia tanto ou mais do que um brinquedo «oficial»: a tampa de uma caixa de cotonetes, as caixas dos cremes que preciso de lhe pôr diariamente, rolos de papel higiénico ou de cozinha, ...
Outras coisas em que ela adora mexer são telemóveis e comandos. Tendo isto em conta, comprei para lhe oferecer pelos anos um comando de brincar. Era minha intenção oferecer um telemóvel, mas o que havia não tinha tantos botões como o comando. Ainda não lho dei, hoje, que é o seu aniversário, mas sei que gosta dele porque estava comigo quando o comprei (assim, pude dar-lho para a mão e avaliar a reação)!

Hoje a Magia faz um ano. ![]()
Há um ano penei.
Todos os meus partos foram induzidos.
Duas bebés tinham o cordão umbilical à volta do pescoço: a Vassoura (a minha estreia como parturiente) e, precisamente, a Magia.
Estes dois partos foram os mais difíceis, mas, dos dois, o da Magia foi o pior e o mais demorado. Atenção, não foi o pior por ser mais demorado, foi o pior porque foi o único em que durante horas as dores aumentavam e o colo do útero pura e simplesmente não dilatava.
Mas já me estou a sentir mal por estar a escrever sobre a parte do sofrimento, quando o que quero, com este post, é agradecer por ter uma bebé como a Magia na minha vida.
É uma bebé amorosa, querida, deliciosa, mesmo! Também já demonstrou que é teimosa (ou, se quisermos ver o outro lado da moeda, persistente, sabe o que quer e faz por isso).
Tem umas gargalhadas irresistíveis. Adoro ouvi-la e adoro provocar essas gargalhadas, com cócegas ou com palhaçadas (sim, não me incomoda fazer de palhaço de trazer por casa).
Adora os irmãos. Os olhos iluminam-se quando os vê e fica em alerta quando, depois do toque da campainha, sabe que eles estão a chegar a casa.
Bate «palminhas» quase sempre que lhe pedimos, às vezes «dá cá mais cinco», diz mais ou menos bem «mamã», «olá», «papa/papá» e repete outras coisas à sua maneira («anana» é «banana», «pôpa» é «sopa»), acena para dizer adeus e para cumprimentar, adora atirar coisas para o chão, ...
Amo-a tanto, tanto!*
Muitos parabéns, Magia!
*Vassoura, Varinha e Feitiço, também vos amo com a mesma intensidade. Podem ter a certeza e nunca se esqueçam disso!
[Post editado para acrescentar o parágrafo das «gracinhas» da Magia, à data.]
Não é por arrogância, por snobismo ou qualquer outro sentimento de superioridade!
Simplesmente não me lembrei de ver, e, se escrevo este post sobre o assunto (parecendo que não estou alheia, afinal), isso deve-se a ter lido posts alheios, destacados pelo Sapo.
Agora que sei que hoje é a segunda parte, se calhar até ponho a gravar para ver quando der jeito! Ver em direto é que é pouco provável (tenho outras coisas já pensadas para este serão - uma delas dormir!).