sexta-feira, 7 de julho de 2017

A caminho do sucesso

A "missão sequinho 2017" está bem encaminhada.


 


Hoje foi o 15.º dia consecutivo em que o Feitiço acordou seco.


 


quinta-feira, 6 de julho de 2017

How I met your father - Episode 9

Episode 8


Kids,


 


 Lembram-se onde ficámos no último dia? Aquele rapaz da minha turma na universidade e uma colega (uma das minhas melhores amigas) começaram a namorar e eu fui apanhada de surpresa. I didn't see that coming! 


 


Como disse, fiquei admirada, mas rapidamente me refiz da surpresa, penso eu que por duas razões. Primeira, eu não estava perdida de amores por ele, apenas sentia algum interesse. Segunda, eu achei sinceramente que eles faziam um bom par. Não tinha dado conta antes, mas, confrontada com a situação, pensei mesmo que eles ficavam bem juntos!


 


Estando bem com a situação do namoro deles, eu tinha contudo um problema, que podia não o ser, mas que não quis arriscar que o fosse. Eu explico (ou pelo menos tento).


 


Pus-me a pensar que eu não dera conta de nada entre eles, antes de namorarem, mas que as "antenas" dos outros colegas tinham captado esse clima. Interrogava-me, então, se as "antenas" dos outros teriam captado também alguma coisa da minha parte, algum olhar, algum comentário, algum sorriso "revelador"... Quis evitar que alguma boca maledicente criasse, mesmo sem grande fundamento, mau ambiente entre mim e aqueles meus dois amigos! O que fazer? Coloquei quatro hipóteses:


 


1) Falar com ela - afinal de contas, era já uma grande amiga; 


2) Falar com ele - afinal de contas, era dele que tinha gostado ;


3) Falar com os dois;


4) Não falar com nenhum.


  


Que opção acham escolhi? E, se tivessem estado no meu lugar, o que acham que teriam feito?


 


Episode 10

Pânico!

Ok, nem tanto assim...


 


É que lembrei-me de repente que hoje é dia de "How I met your father" e o episódio ainda não está pronto (nem sequer comecei a escevê-lo)!

Guilty pleasure #2

Se comer gelado num prato, lamber o prato no fim. Não se desperdiça nada e poupa-se a água da lavagem.*


 


* Esta parte é brincadeira. O prato é lavado à mesma! 


 


Alguém partilha deste guilty pleasure?

quarta-feira, 5 de julho de 2017

O blogue tem página no Facebook!

Já várias vezes tinha tentado criar uma página de Facebook para o blogue, mas, nas opções, não encontrava "Personal blog" (eu tenho o FB em inglês - em português seria "Blogue pessoal") e por isso acabava sempre por desistir. Ontem usei a massa cinzenta que se encontra entre as minhas orelhas e pesquisei na ajuda do FB... e rapidamente encontrei a minha questão e a respetiva resposta. 


 


Não encontrava "Personal blog" porque ao início não aparece essa opção. Só depois de se criar a página (com uma das opções disponíveis) é que se pode editar e escolher a opção que realmente se quer. Na minha opinião, é muito um bocado estúpido, da parte do FB, não dar logo a hipótese de se escolher com precisão. 


 


https://www.facebook.com/BruxaMimi.alheia/


 


Se têm facebook (sei que alguns não têm), aguardo a vossa visita!

terça-feira, 4 de julho de 2017

A razão do preço da maçã reineta

Eu gosto muito de maçã reineta, mas por vezes estou meses sem comer nenhuma. Ultimamente tenho comprado duas ou três de cada vez. Nas primeiras vezes, confesso que não olhei para o preço, pois pensei: "É maçã, não há de ser muito cara"!


 


Enganei-me. Na mercearia ao pé da minha casa, pelo menos, as maçãs reinetas são substancialmente mais caras do que as outras maçãs.


 


Em conversa com a Vassoura sobre esta questão do preço, descobrimos a razão:


 


A maçã reineta é, do rei, neta, ou seja, é neta do rei.


Sendo da realeza, não é de admirar que seja cara! 


 


[P.S. - Eu tenho plena noção de que se trata de uma piada seca. Mas só podia, pois uma piada molhada poderia estragar-me o computador. Sim, acabei de escrever outra. Eu sou assim.]

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Guilty pleasure #1

Esta nova tag vai servir para contar aqueles pequenos gestos ou hábitos que só realizo se estiver sozinha ou, quanto muito, em casa (ou noutro local onde esteja muito à vontade, pela companhia). Uns destes guilty pleasures são mais aceitáveis do que outros, mas acho que a opinião acerca da gravidade de cada um varia muito de pessoa para pessoa.


 


O número um desta tag vai para:


 



  • ao almoço ou ao jantar, pegar no pão* com a mão (há quem use o garfo) e usá-lo para aproveitar o molho delicioso que ficou no prato (e que seria um desperdício deitar fora). 


*Em casa, uso tostas em substituição do pão, porque congelamos o pão quando o compramos.


 


Alguém partilha deste guilty pleasure?

domingo, 2 de julho de 2017

Experiência de babywearing - marsúpio, sling, pano

Quando a Vassoura nasceu, comprámos um marsúpio da Chicco para eu utilizar quando fosse com ela de transportes públicos (eu não conduzo). Utilizei-o sem dificuldade, mas... ficava sempre com dores nas costas. Só anos mais tarde percebi porquê (explico depois). 


Resultado de imagem para marsúpio chicco 


[Retirei esta imagem da net, em vez de fotografar


o meu marsúpio. Foi mais rápido assim.]


 


Quando a Varinha nasceu, voltei a utilizar o marsúpio para ir com ela às vacinas, por exemplo, se fosse sozinha de transportes. As dores nas costas continuavam, mas era mais fácil do que carregar o carrinho de bebé escadas acima e escadas abaixo no metro!


 


Entretanto fui ouvindo falar de slings e panos, mas pareciam difíceis de utilizar.


 


Após o nascimento do Feitiço, quando iniciei as aulas de recuperação pós-parto, no mesmo sítio onde agora as faço, comecei a perceber o funcionamento dos slings e ponderei comprar um, sabendo que me ajudariam a usá-lo, ao início. Mas lembrei-me do marsúpio que já tinha e comentei aquilo das dores nas costas. Disseram-me que não era suposto ficar com dores e propuseram-me que levasse o marsúpio para ver qual seria o problema (se, por exemplo, era eu que não o estava a colocar da melhor maneira).


 


Levei o marsúpio e coloquei o Feitiço nele, tal como sabia. A instrutora identificou o problema: o marsúpio era para pessoas maiores do que eu, pois, mesmo na posição mais apertada, que era a que eu estava a usar, o rabinho do bebé ficava abaixo da linha do umbigo, provocando um esforço demasiado grande nas costas. Regra a não esquecer, para quem quer transportar o bebé à frente, ficando com as mãos livres: o rabo do bebé não deve ficar abaixo da linha do umbigo (mas pode ficar acima dessa linha, em especial quando o bebé ainda é muito pequeno).


 


Decidi então comprar um sling, tendo sido ajudada na escolha do que se adaptava ao meu tamanho. No entanto, não dei muito uso ao sling, pois o Feitiço não se mostrou muito fã. Acho que a minha falta de jeito ou confiança não ajudou.


 Resultado de imagem para sling bebe como fazer


[Também retirei da net. Esta elegante mãe não sou eu


e @ bebé não é tão linda como a Magia!]


 


Na gravidez da Magia, recordando-me que o marsúpio não era para o meu tamanho (e tendo também aprendido que ficar apoiado nos genitais, com as pernas completamente penduradas, não era a melhor opção para a postura do bebé) e que não me dera muito bem com o sling, comecei a namorar a ideia de arranjar um pano, sabendo que tinha quem soubesse ensinar-me a usá-lo.


 


Ora, não há coincidências... A madrinha da Varinha, que é a minha melhor amiga, como já aqui disse várias vezes, manda-me um dia uma mensagem a dizer "Estava a pensar oferecer-te um pano para transportares a Magia quando nascer. O que achas?". Escusado será dizer que a minha resposta foi um "Acho uma ótima ideia!" entusiasmado. 


 


Recebi o pano doze dias depois de a Magia ter nascido, numa segunda-feira.


 


Na terça-feira, uma amiga que é especialista em "babywearing" (como mãe e por formação) ensinou-me as voltas necessárias, e os truques para ver se a bebé estava bem colocada: para além de o rabinho da Magia (no meu caso) ter de ficar acima da linha do meu umbigo, as pernas dela têm de formar um M (sendo as extremidades superiores do M formadas pelos joelhos e o centro inferior do M formado pelo rabinho) e o topo da cabeça dela tem de estar à distância de um beijinho meu, sem me esforçar para o dar. Adoro o pormenor do beijinho. É tão bom dar beijinhos à Magia, que é uma dica muito fácil de lembrar!


 


Na quarta-feira, levei a Magia no pano ao hospital, para fazer o rastreio auditivo (para quem não sabe, é um exame muito simples que todos os bebés devem fazer e que, quando não é realizado antes da alta hospitalar, fica logo marcado). Nem precisei de tirar a Magia do pano para lhe fazerem o rastreio, o que foi ótimo, porque ela tinha adormecido instantes depois de a colocar no pano e ainda estava a dormir.


 


Quando cheguei a casa, sem problemas, constatei que já não conseguia dar o beijinho sem esforço. Não se assustem! A bebé não esteve em perigo de cair! Deu foi para perceber que devia apertar mais o pano, antes de colocar a bebé, uma vez que ele tem elasticidade. 


 


Na segunda vez que usei o pano, também para levar a Magia ao hospital (desta vez para fazer um ecocardiograma por causa da questão detetada durante a gravidez), a minha técnica já estava melhor e tem vindo a melhorar de cada vez - já há várias utilizações que o beijinho é sempre sem esforço! 


baby_no_pano.jpg


[Esta não retirei da net, por isso as caras estão tapadas...


Tinha acabado de chegar da ginástica de recuperação pós-parto.]


 

Lavar e esterilizar biberões...

... alguém quer? 


 


Não?!? Está bem...


 


Biberões (todos=12), aí vou eu!

sábado, 1 de julho de 2017

"Missão Sequinho 2017"

Já há algum tempo que não vos atualizo sobre o Feitiço e a missão deste ano. Tenho boas notícias:


 


Hoje foi o nono dia consecutivo em que o Feitiço acordou seco! 

quinta-feira, 29 de junho de 2017

How I met your father - Episode 8

Episode 7


Kids,


 


Quando entrei na universidade, a minha turma, para não variar, era constituída por raparigas, raparigas, raparigas, e... quatro rapazes. Ora o que foi que aconteceu, o que foi? 


 


Exatamente. Um desses rapazes teve algum impacto em mim. Posso dizer com franqueza que não senti com a mesma intensidade que senti a afeição por aquele a que chamei "primeiro amor" (eu sei que o português desta frase está com qualidade duvidosa, mas a pressa em escrever o episódio - bastante atrasado em relação à hora de ir "para o ar" - não me permite fazer melhor, agora).


 


Vou desviar o tema por breves instantes, para falar dos outros três rapazes. Um era quase dez anos mais velho do que a maioria dos elementos da turma. Já tinha andado noutra universidade, mas não tinha concluído o curso. Dava-se ares de grande maturidade e sabedoria, mas a sabedoria de vida que ele apregoava, eu dispensava. Não vou entrar em pormenores. Ele abandonou o curso perto do fim do segundo ano, para se dedicar às artes dramáticas. Desconheço o seu paradeiro.


 


Outro rapaz tinha dezoito anos e parecia estar ali para ver passar navios. Era um dos maiores baldas da turma, mas, embora não fosse do meu grupo mais próximo, eu simpatizava com ele. Éramos muito diferentes (uma das grandes diferenças era que ele fumava e eu manifestava-me constantemente contra o fumo do tabaco), mas eu sempre senti que ele me respeitava, e eu também o respeitava. Ele concluíu o curso e, ao que sei, é um ótimo professor, que de balda não tem nada (todos nós crescemos, não é?)!


 


O terceiro rapaz era bastante bem-disposto, não mais do que o anterior, e também me entendia bem com ele, embora não fôssemos muito próximos (eles eram do mesmo grupo, diferente do meu). Também era fumador e também é professor desde que acabou o curso, ao fim dos quatro anos.


 


Chegámos assim àquele que me despertou interesse. Começo por dizer que não era fumador, o que, à partida, permitiu uma aproximação maior do que qualquer dos outros (o primeiro também era fumador, mas, ao contrário dos outros dois fumadores, gozava com o facto de eu ser anti-tabaco). 


 


Convém explicar que eu não conhecia ninguém na universidade, pelo que as amizades foram surgindo naturalmente a partir dos grupos de trabalho que se formaram. Ele e eu ficámos no mesmo grupo alargado (que correspondia a dois ou três grupos nos trabalhos das várias disciplinas, conforme o limite de elementos ditado pelos professores). Desse grupo alargado faziam parte algumas grandes amigas atuais (que não vejo tanto quanto gostaria) e outras que são apenas ex-colegas com quem partilho lembranças e com quem gosto de almoçar nos "almoços de turma" que se vão organizando mais ou menos uma vez por ano.


 


Perto do fim do primeiro ano, uma das raparigas do grupo e o rapaz começaram a namorar. Ao contrário do resto da turma, que dizia "Até que enfim!", eu fui apanhada de surpresa. O que foi que eu fiz? Terão de esperar pelo próximo episódio para saber!


 


Episode 9

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Desporto? Bah! Mas...

Eu não sou fã de praticar desporto, correr nem pensar (mesmo para apanhar um transporte público, é preciso a necessidade ser muito grande)... Estão a ver o estilo lento/parado (parado dentro do possível, com quatro filhos!)? É o meu.


 


Mas abro com gosto uma exceção para a ginástica pós-parto. É que esta ginástica, no sítio onde a faço, faz-me bem ao corpo e à alma. No horário das aulas de recuperação, não há outras aulas, por isso as "utentes" são todas mamãs com bebés de meses. Os bebés podem ficar ao pé de nós, mas normalmente ficam ao cuidado da rececionista/secretária num espaço muito acolhedor (ao lado do "ginásio"), onde, quando necessário, podemos dar de mamar ou dar um biberão. O ambiente de todo o centro é hiper-positivo, não nos "põem fora" quando a aula acaba, se quisermos conversar temos quem converse connosco, fica-se com a sensação de se estar em casa e entre amigos muito rapidamente (não vou dizer que aconteceu no primeiro dia em que fui, após o nascimento da Vassoura, mas pouco depois)...


 


Na segunda-feira da semana passada iniciei a ginástica. A Magia, claro, foi comigo, e a Vassoura também teve de ir, pois não havia outra hipótese (gratuita) onde a deixar. Aparentemente, apesar do esforço realizado, não me ficou nada a doer... até estender roupa na terça-feira de manhã! Mas, aí, só os braços se queixaram. Quando fiz a aula nesse dia, as pernas também reclamaram e no resto do dia precisei de um bocadinho de coragem para me baixar ou sentar. 


 


Não sendo desportista por natureza, nem por hábito, sei, no entanto, que quando os músculos se queixam por terem trabalhado (não por lesão), a "solução" é pô-los a trabalhar mais, por isso fui à aula na quarta-feira. Tive uma sorte especial, pois fui a única mãe a aparecer para a aula, o que levou a que a instrutora, durante uma hora, fosse como que minha PT (personal trainer e não Portugal Telecomunicações!)... um luxo de que nunca pensei usufruir!


 


Não houve mais aulas nessa semana, pelo que os músculos puderam descansar até à segunda-feira desta semana. Não tive dores durante o fim de semana.


 


Nesta segunda-feira voltei a ter PT e a Magia voltou a ser a única bebé presente, mas crianças, no total, eram quatro... as minhas quatro! Vassoura, Varinha, Feitiço (estes dois também já de férias) e, claro, a referida Magia. A aula foi dada por outra pessoa e não pareceu muito dura - pelo menos transpirei menos do que nas outras vezes e não me pareceu que ficasse dorida. 


 


Ontem, terça-feira, afinal, doíam-me os braços. Depois da aula de ontem (com a instrutora habitual, que me fez transpirar muito, novamente) e até ao momento presente, doem-me os braços e as pernas. Hoje não vou à aula, seguindo os conselhos da instrutora, que me recomendou que fosse amanhã (ela diz que é preferível fazer três aulas por semana, do que quatro, e com intervalo).

sábado, 24 de junho de 2017

Pneumonia

Segundo a Varinha, a mais recente definição de pneumonia é:


 


Doença em que se engole um pneu.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

How I met your father - Episode 7

Episode 6


 Kids,


 


No último dia contei um episódio engraçado (para mim) que envolvia o rapaz da minha comunidade de que eu gostava e o meu irmão Manuel, e fiquei de vos contar outro episódio que o envolvia e também a minha irmã Matilde.


 


Ele tocava guitarra (não sei porquê, habituei-me a chamar viola a esse instrumento, mas ao que consta o nome correto é guitarra). Um dia em que tínhamos tido uma reunião (como a do episódio que contei anteriormente) ou um convívio (estes eram aos domingos, de manhã até à hora do lanche, mais ou menos), não sei precisar, eu estava no passeio em frente ao prédio dos meus pais (quer dizer, o prédio não era nem é dos meus pais, mas era onde eles viviam com os filhos que ainda não tinham voado para fora do ninho e onde ainda vivem) e o rapaz também estava.


 


A certa altura, a Matilde aparece à janela da cozinha (ou da marquise) e dá-se uma conversa (entre os três?) que sou incapaz de reproduzir (ajuda-me, Matilde!), mas que tornou claro que nunca ninguém tinha feito uma serenata à Matilde. Quase imediatamente, o rapaz pega na viola (deixem-me ser incorreta, mas fiel à minha memória, já que era assim que eu identificava o instrumento musical em questão) e começa a tocar e a cantar "Menina, estás à janela!"


 


Durante alguns anos, esta serenata deu assunto para recordar/falar/rir entre mim e a Matilde, sempre com um: "Foi a minha [tua] primeira serenata!", ou com: "A mim já me fizeram uma serenata!". 


 


Episode 8

terça-feira, 20 de junho de 2017

Acabaram-se as fraldas

Literalmente. E não vão ser "repostas".


 


Obviamente que me estou a referir às fraldas do Feitiço.


 


A Magia tem direito a fralda por mais uns tempos... 

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Uma semana só com a Vassoura e a Magia (durante o dia)

A Vassoura terminou as aulas na passada sexta-feira, por isso está em casa comigo e com a Magia, enquanto os irmãos estão na escola e o pai no trabalho.


 


Ainda só passou o dia de hoje, mas até agora está a ser uma boa experiência. É a Vassoura que dá o biberão à Magia, depois de ela mamar. E tem muito jeitinho!

domingo, 18 de junho de 2017

Até uma mãe experiente pode cometer um deslize básico...

... como não preparar (tirar do pacote e abrir) a fralda limpa antes de abrir e tirar a suja!


 


Os segundos que essa operação demora podem transformar-se em largos minutos a limpar e a mudar a roupa a uma bebé toda suja de xixi...

Não, não estou alheia

... ao que se passa atualmente no nosso país. Mas que posso eu dizer, ou de que servirá o que quer que seja que eu diga, sobre o horrível incêndio (há vários incêndios, mas o que está a causar mortes em crescendo é o de Pedrógão Grande)?


sábado, 17 de junho de 2017

Royal Flush 4

Minha querida sobrinha e afilhada mais velha sábia e experiente,


 


Parabéns!


 


Acho que sabes que gosto muito, muito, de ti e que te desejo tudo de bom, hoje e sempre!


 


Muitos beijinhos meus de todos cá de casa,


Bruxa Mimi e companhia: Gato Rogério, Vassoura Voadora, Varinha Mágica, Livro dos Feitiços e Palavra Mágica


 


(Não sei o que foi que me deu para escrever os "nomes completos", mas, fosse o que fosse, vou deixar ficar assim.)

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Royal Flush 3

Dear Wendy*, my beloved sister,


 


Happy Birthday!


 


Many good wishes and plenty of kisses today!


 


Love,


Winnie


 


*In the original story, Winnie's three sisters are Wilma, Wanda and Wendy. I'm only guessing the youngest one is Wendy!

quinta-feira, 15 de junho de 2017

How I met your father - Episode 6

Episode 5


 Kids,


 


Depois da conversa com o meu ex-colega e ex-amor (see previous episode), durante esse ano não voltei a ter nenhum interesse amoroso em ambiente escolar. Tinha um interesse amoroso noutro ambiente! 


 


Sempre defendi a fidelidade numa relação, mesmo muito antes de ter um namorado. Para mim é o que sempre fez (e faz) sentido. Mas não posso dizer que, em matéria de gostar e não ser correspondida, tenha sido 100% "fiel"! Isto porque, ao mesmo tempo que gostava de um rapaz, havia por vezes outro que me despertava algum interesse... Passou-se isto com o outro interesse amoroso que referi.


 


Era um rapaz da comunidade neocatecumenal a que eu pertencia. Para quem não sabe, e explicando de uma forma muito superficial, uma comunidade neocatecumenal é um grupo de pessoas de diferentes idades (a partir dos 14 anos), estados civis, profissões, feitios, classes sociais,... Diferentes em tudo, mas caminhando em conjunto, em Igreja, dentro da Igreja Católica (nunca fora dela) na (re)descoberta do seu Batismo e da sua Fé. Eu caminhei naquela comunidade entre os dezasseis e os trinta e dois anos. 


 


O tal rapaz era dois anos mais novo do que eu, mas bastante maduro para a idade (pelo menos em alguns aspetos). Eu não olhava para ele como se fosse um miúdo e eu muito crescida, como poderia ter acontecido.


 


Bem, quando ficou esclarecido que o meu primeiro amor era para esquecer, aumentou o meu interesse por este rapaz. Não cheguei a ficar apaixonada como pelo outro, mas ele não me era nada indiferente. Lembro-me de dois fugazes episódios de certa maneira engraçados (para vocês talvez não) que se passaram com ele e com elementos da minha família.


 


Na comunidade, eram formados grupos para preparar temas bíblicos (simplificando). Os grupos eram sorteados e iam variando. Para preparar os temas ou para alguma celebração especial, reuníamo-nos em casa de algum elemento do grupo. Numa das vezes que o rapaz era do meu grupo, reunimos em minha casa, no único espaço que não perturbaria o resto da minha família: o meu quarto. Quando terminou a reunião, eu acompanhei o jovem até às escadas do meu prédio, fazendo-lhe companhia até a sua boleia (os pais, que também eram da comunidade e tinham estado noutra reunião semelhante) chegar. Sentámo-nos e conversámos.


 


Mais tarde, já eu estava em casa, o meu irmão Manuel (que chegara entretanto e não sabia o que acontecera anteriormente) quis provocar-me ou deixar-me atrapalhada, fazendo referência, em público, ao facto de eu ter estado com um rapaz à entrada do prédio (era sabido por toda a família que eu não era propriamente muito popular entre os rapazes, e que não tinha namorado). Reação de outros familiares: "E então? Ele esteve cá em casa!". Eu sorri, reparando no ar "não-estava-à-espera-dessa" do Manuel.


 


O outro episódio, que eu nem sei se não se terá passado nessa mesma noite, envolveu a Matilde. Mas esse contarei noutra oportunidade.


 


Episode 7

Royal Flush 2

 Parabéns, querida Alfazema


 


Desejo-te, querida sobrinha e afilhada, muitas felicidades, não só neste dia, como em toda a tua vida.


Beijinhos da tia,


Bruxa Mimi 


 

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Royal Flush 1

Parabéns, querida Avó Gata!


 


 


(A Avó Gata não lê o blogue, mas a neta mais velha, sim, e é bom que saiba que a mãe Bruxa Mimi se lembra dos aniversários todos.)

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Acabei de ir à marquise

Ainda bem que não preciso de ir à rua agora!

Semana de aniversários

Sem contar com não familiares, que também conheço uns tantos que fazem anos durante esta semana, há uma sequência Royal Flush (perdoem-me a utilização abusiva desta expressão, que eu nem sei o que significa, mas sei que é uma boa coisa para se ter (? fazer?) nalguns jogos de cartas (ou então só num, é para verem como percebo do assunto)).


 


Dia 14 - A Avó Gata atinge a bonita idade de nove décadas (90 anos);


Dia 15 - A filha mais velha da Margarida (a Alfazema) completa 14 anos;


Dia 16 - A Matilde faz anos. Não digo quantos, deixo à vossa imaginação. A Matilde que diga, se quiser.


Dia 17 - A filha mais velha do Mário chega ao quarto de século (25 anos).


 


Five playing cards – the ace, king, queen, jack and ten of hearts – spread out in a fan.


Uma rápida pesquisa ofereceu-me esta imagem de um royal flush. 


 


OK, falta-me um aniversário a 13 ou a 18 para ter um Royal Flush de aniversários. Bolas!

Garantia aos leitores

O episódio de "How I met your father" desta semana (recordo o horário: quinta-feira, 20:30h) está escrito e agendado.


Vou tentar não falhar o da próxima semana!

sábado, 10 de junho de 2017

Como o tempo passa!*

Hoje a Magia faz um mês!


 


*É um cliché, eu sei, mas não deixa de ser verdadeiro (no que a filhos diz respeito, pelo menos)! 

Perda de tempo evitável - chamada de atenção à equipa dos blogues do Sapo

Já ando com esta dúvida há uns tempos...


 


Por que razão é que os bonequinhos (emoji, não é? ) que podemos utilizar nos posts e comentários aqui nos blogues do Sapo não estão sempre no mesmo lugar, de um blogue para o outro? 


 


Neste blogue, por exemplo, este piscar de olhos  está sempre na primeira coluna a contar da esquerda, na quarta linha a contar de cima, mas no blogue da C.S., por exemplo, está sempre na sétima coluna, na terceira linha. Podem confirmar!


 


Ora, de cada vez que quero utilizar um bonequinho em comentários nos vários blogues que visito, mesmo um que utilizo muitas vezes, perco imenso tempo à procura dele, o que não aconteceria se tivesse "lugar cativo". 


 


Desconfio que sou a única a queixar-me disto!

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Ufa! Modo paparazzo OFF!

Ontem, muito à noite (tanto que, em rigor, já era "hoje") finalmente concluí a tarefa relacionada com as fotografias.


Custou, mas foi!

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Hoje é dia de HIMYF...

... e o episódio não vai sair à hora (20:30h - se é que chega a sair), pois ainda não está escrito, e, nesta hora que falta, vou dar de mamar, jantar e ainda tenho as fotografias (ver post anterior) para continuar a encontrar, separar e enviar.


 


Por esta razão, as nossas minhas desculpas aos meus estimados leitores/seguidores da série "How I met your father".

Em modo paparazzo ao retardador

Fui professora de uma turma durante três anos (do 1.º ao 3.º anos de escolaridade). Pediram-me que enviasse fotografias desses três anos para uma montagem qualquer que estão a fazer, agora que essa turma é finalista.


 


Até é engraçado ver as carinhas dos miúdos e perceber como cresceram, etc. e tal, mas em termos de tempo gasto, é uma seca!


 


Primeiro tenho de encontrar as fotografias no meio das imagens que tenho no computador (porque ter as fotografias impecavelmente organizadas em pastas é para algumas pessoas, mas não para mim, apesar de várias tentativas nesse sentido). Depois, há que deitar fora algumas fotografias que não interessam a ninguém (nem a mim, que as tirei!). A seguir, coloco as que não vão fora numa pasta que criei de propósito no ambiente de trabalho. Por fim, escrevo um email, anexo algumas fotografias e envio, sendo que elas demoram anos a carregar! Acabou? Não! Repito o processo uma e outra vez, porque me fartei de tirar fotografias ao longo dos anos (daí o título do post)!

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Pensei que era um post da Mafalda!

Na página das "leituras", ao ver uma tira de BD da Mafalda, pensei que era mais uma do blogue da minha irmã mais velha, a Mafalda. Por isso, fiquei confusa durante umas frações de segundo quando, por baixo da tira, li: "Sim, é verdade. Há sete anos que sou professora." A Mafalda NÃO é professora!


 


Quem é professora e decidiu há pouco assumir publicamente a sua profissão é a C.S.


 


2017-06-07.png


 

Não sou como...

... aquelas celebridades que têm (e mostram) a barriga lisa e os músculos abdominais bem definidos uma semana depois de darem à luz, mas...


 


... quatro semanas depois do parto (isto é, hoje) consegui vestir e apertar umas calças de ganga que usava antes da gravidez. Já me dou por contente!

Sou um oitavo da "cabra-leiteira" que já fui...

[Para começar, um esclarecimento: optei por não utilizar a expressão "vaca-leiteira" para me distanciar das (por mim invejadas) mães que, sem quaisquer dificuldades, amamentam os seus bebés em exclusivo até aos seis meses, conforme recomendação da OMS.]


 


Tendo como ideal amamentar em exclusivo durante seis meses, eis os tempos em que consegui manter a exclusividade:


Vassoura - três meses;


Varinha - um mês e dez dias;


Feitiço - dezanove dias;


Magia - dez dias!


 


Já agora, para ficar o registo completo, no que aos três primeiros diz respeito, indicarei também até quando mamaram:


Vassoura - oito meses (deixou de querer mamar quando engravidei da Varinha);


Varinha - oito meses (já só mamava uma vez ao dia e ficou em casa dos padrinhos para nós irmos a um retiro de fim de semana, deixando assim de mamar totalmente);


Feitiço - quase dezassete meses (deixou de querer mamar de um dia para o outro).

terça-feira, 6 de junho de 2017

Fiquei chocada!

Dizia eu no post sobre o batizado da Magia que fiquei chocada ao ver uma das leitoras no filme que o Tio Gato gravou, na câmara do Gato Rogério. 


 


Não estou a exagerar, fiquei chocada. Ainda estou chocada!


 


Começo por identificar as leitoras: eu li a primeira leitura e o salmo responsorial, e a Vassoura leu a segunda leitura (e, já agora, fica registado que o Rogério leu as orações dos fiéis).


 


Qual das leitoras me chocou, pela forma como leu? Eu, senhores. 


 


Durante anos fui leitora em determinado contexto, que incluía ler na Missa. Nunca me fizeram correções à forma como lia (demasiado depressa ou devagar, etc.), mas a avaliação que eu fazia da minha própria capacidade não dependia disso. Eu sei ler respeitando a pontuação, se há palavras mais difíceis (e na Bíblia há várias) eu não costumo atrapalhar-me, a velocidade tem-me parecido adequada (exceto no domingo anterior ao do Pentecostes, em que, segundo o Rogério, eu li tão depressa que parecia que queria era despachar a leitura), enfim... até acho que leio bastante bem! Além disso, para me assegurar que faço uma leitura em condições (quer na Missa, quer a ler uma história aos alunos), preparo-a com antecedência.


 


Então, por que razão fiquei chocada? 


 


Não foi pela dicção, pela velocidade ou pelo volume da voz. As palavras soavam-me bem. O problema estava na minha expressão facial enquanto lia. Parecia que estava a fazer teatro*! Menos, Mimi, muito menos!


 


*Eu tenho uma veia artística que puxa para o teatro, mas nunca foi minha intenção pô-la a funcionar enquanto leitora na Missa.

(Ainda) estou de coração cheio!

Como anunciei no sábado, a Magia foi batizada no domingo. E foi tudo tão, tão bom!


 


Conseguimos chegar à hora combinada (uns minutos antes do início da Missa, para a parte das perguntas iniciais), o que desde logo acabou com um dos meus receios: que as mamadas ou fraldas impróprias para consumo atrasassem a saída de casa. Aproveito para ressalvar que a Vassoura, a Varinha e o Feitiço estavam prontíssimos com muita antecedência, quartos incluídos (o do Feitiço teria beneficiado da minha intervenção na arrumação da véspera, mas não tive oportunidade - no entanto, a cama foi impecavelmente feita de lavado, nessa manhã... por mim).


 


A cerimónia decorreu lindamente. A Magia teve um comportamento 15  (não é engano, foi mesmo quinze estrelas), mágico, poderia dizer: dormiu na maior parte do tempo e não chorou no momento em que lhe caiu água na cabeça (nem em nenhum outro).Os cânticos, que foram escolhidos por mim e pelas jovens responsáveis do coro da Missa das 10 horas, foram bem cantados e ajudaram a viver o Pentecostes e toda a celebração. As leituras ouviram-se bem (sobre uma das leitoras falarei noutro post, pois fiquei em choque quando vi o vídeo da celebração). As crianças mais próximas (as nossas, as filhas da Margarida e quatro dos doze filhos dos padrinhos da Magia) portaram-se bem q.b. (tenho que admitir que houve um bocadinho de conversa e que tive de lhes chamar a atenção). O nosso pároco mostrou-se bem-disposto, como é habitual nele, e acrescentou um pormenor no fim do rito do Batismo (esclarecendo que não fazia parte): um beijinho no cimo da cabeça da Magia. 


 


A festa continuou em nossa casa. Se não me falha a memória, éramos 36 pessoas, num T3 sem quintal... Assim que entrei em casa e vi a mesa que a Nina organizou, desapareceu outro receio: que não houvesse comida suficiente para tanta gente. Na verdade, havia de facto mais comida do que a prevista, pois, para além do que tínhamos combinado, apareceram umas deliciosas empadas de carne (levadas pelos meus padrinhos, apesar de eu ter dito que não era necessário levarem nada), um pudim de coco* (feito pela minha irmã Margarida, por sugestão da minha mãe) e uns bolinhos de amêndoa (levados pela minha mãe porque sabia que eu gostava muito - como gosto, aliás das outras duas variedades de bolinhos de amêndoa que já havia! ).


 


Pouco depois de chegarmos a casa, retirei-me para o quarto com a Magia, para lhe dar de mamar num sítio sossegado. Obviamente que não era suposto os convidados ficarem à minha espera para começarem a comer. Para mamar do meu leite e beber o biberão, a Magia levou o seu tempo. Resultado: quando finalmente fui para a sala, descobri que a salada de frutas tinha acabado. Foi a única coisa que acabou antes de eu aparecer e ainda agora tenho pena, porque não como salada de frutas há mais tempo do que o que gostaria - é que eu adoro salada de frutas! 


 


O convívio com família e amigos foi top. O ambiente só teve os seus momentos menos pacíficos na zona de guerra: os quartos dos miúdos. Não é costume o Feitiço ter rapazes para brincar cá em casa, e tinha dois. As irmãs, pelo contrário, têm as primas (mais) adoradas algumas vezes ao ano, mas desta vez, além delas, tinham as três filhas mais novas dos padrinhos da Magia e uma prima delas, que é irmã dos dois rapazes. A vantagem numérica estava toda no lado feminino, mas o ímpeto guerreiro abundava no líder masculino (o anfitrião Feitiço, apesar de mais novo do que os seus parceiros). Enquanto dava de mamar no meu quarto ouvi os ataques e gritos de guerra, assim como as vozes apaziguadoras de alguns adultos (sobretudo mães). Quando saí do quarto, pus fim a uma batalha e consegui alcançar alguma paz duradoira graças a ter autorizado, sob condição que a paz se mantivesse, a continuação do piquenique em cima da cama do Feitiço. 


 


Ao longo das horas, a Magia andou de colo em colo e não refilou; foi um encanto para todos. A certa altura veio para o meu colo e adormeceu, e eu deixei-a lá ficar (ao contrário do que costumo fazer), enquanto conversava.


 


*Sem adjetivo porque ainda não provei - acabou por ser uma das pièces de résistance, não sucumbindo às investidas dos presentes.


 


 

segunda-feira, 5 de junho de 2017

E isto também saberás, Mafalda?

Quem comeu as amêndoas da parte de cima de muitos bolinhos, ontem? 


 


A Vassoura "não é de intrigas" , mas contou-me que ouviu o Avô Bruxo a dizer qualquer coisa como: "Deixa ver se a Mafalda não comeu estas amêndoas"... 

A Mafalda é que sabe!

Se ela o diz, quem sou eu para discordar? 

sábado, 3 de junho de 2017

Amanhã será um dia especial

A Magia vai ser batizada. 


 


(Hoje é a parte que dói: arrumar a casa - cá em casa há sempre coisas para arrumar! - e preparar muita coisa.)

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Alegria blogosférica

A minha amiga* Escondida é um ás a jogar às escondidas. Esteve seis meses ausente do blogue! Mas agora voltou e eu estou muito contente. É que, ao voltar ao seu blogue, também aparece mais por aqui, sendo uma das leitoras que mais comenta. E eu, como já assumi múltiplas vezes, gosto que comentem! 


 


Bem-vinda de volta à blogosfera, Escondida!


 


*Não nos conhecemos pessoalmente, mas já há muito tempo que fazemos companhia virtual uma à outra, e isso criou uma amizade virtual, mas real. Eu tive mesmo saudades!

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Se tiverem grandes problemas...

... arranjem grandes soluços e vão encontrar solução!

How I met your father - Episode 5

Episode 4


 Kids,


 


Ainda se lembram onde íamos?


 


Eu estava com a minha melhor amiga na casa de uma "tia emprestada" dela e, de lá, telefonei, corajosamente, para o rapaz de quem (ainda) gostava, perguntando-lhe se poderia passar em casa dele naquele que era o último dia do ano (ou penúltimo, esse pormenor já não sei). Ele disse que sim.


 


Os pais da minha amiga deixaram-me à frente da casa do rapaz. Toquei à campainha. Não sei quem me abriu a porta de casa dele (bem, primeiro tiveram que abrir o portão, já que a casa era uma vivenda com quintal), mas rapidamente ele apareceu e indicou-me o caminho para o seu quarto, onde pudemos conversar à vontade.


 


Resumindo a conversa (que não foi de certeza muito curta, porque eu devo ter contado tudo com muitos pormenores, à boa maneira da Mimi), eu contei ao rapaz que tinha começado a gostar dele pouco depois de o conhecer e durante os dois anos em que frequentámos a mesma escola, que ainda pensava muito nele, e que, estando um ano novo prestes a começar, queria saber se valia a pena continuar a investir emocionalmente no sentimento que nutria por ele ou se era preferível esquecê-lo. Ele foi muito correto na forma como reagiu: disse que admirava a minha coragem ao expôr-me daquela maneira, mas que, da sua parte, só havia amizade por mim, nada mais. Eu agradeci a sua sinceridade. Ele acompanhou-me à porta. Despedimo-nos e eu saí.


 


Para mim, não se tratou de coragem. Eu precisava daquela resposta para seguir em frente! E posso dizer-vos que preferi mil vezes estar na pele de quem gosta e não é retribuído, do que na pele de quem é objeto de amor que não retribui. Mas sobre isso falarei mais tarde...


 


Episode 6

Ambições do Feitiço para o Dia da Criança

Há uns dias, o Feitiço virou-se para mim e perguntou:


 


- O que é que vocês nos vão dar no Dia da Criança?


Eu: Nada! [Tal como nos outros anos.]


O Feitiço não disse mais nada, nesta altura.


 


Anteontem, virou-se para mim e tentou mais uma vez que o Dia da Criança tivesse algo de diferente:


- No Dia da Criança podemos não tomar banho?

Espetacular!

Achei esta miúda simplesmente genial, para além de adorável! Vejam e digam lá se não concordam!


 



 

Bruxos, Gatos & C.ª

Cá em casa somos cinco seis. Num dos primeiros posts expliquei porque não iria utilizar os nossos nomes verdadeiros.

Para não estar sempre a remeter para o referido post, resolvi apresentar-nos num separador à parte, simplificando a vida (salvo seja, quem me dera ter esse poder) a quem nos visite pela primeira vez ou simplesmente tenha mais que fazer do que recordar quem é a Varinha, ou qualquer dos outros intervenientes.

Os nossos alter-egos saíram dos livros da Bruxa Mimi.


Capa do primeiro livro da coleção

 

Várias vezes, após ouvirem uma das histórias da Bruxa Mimi, as minhas filhas estabeleceram uma analogia entre nós e os elementos (personagens e objetos) do livro. Assim, apresento-vos a nossa família:

 

Mãe: Bruxa Mimi, ou só Mimi, 47 anos (ano de nascimento: 1973);

Pai: Gato Rogério, ou só Rogério, 52 anos (ano de nascimento: 1968);

Vassoura Voadora, ou só Vassoura, 13 anos (ano de nascimento: 2006);

Varinha Mágica, ou só Varinha, 12 anos (ano de nascimento: 2008);

Livro dos Feitiços, ou só Feitiço, 10 anos (ano de nascimento: 2010);

Palavra Mágica, ou só Magia, 3 anos (ano de nascimento: 2017).

 

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Este texto foi escrito nos primeiros tempos do blogue, numa altura em que o cabeçalho não incluía os nomes e idades das crianças. No blogspot, primeira localização do "Alheia...", era uma das páginas secundárias. Agora não é propriamente necessário, mas achei por bem incluí-lo no menu. Fica sempre bem apresentarmo-nos a quem chega de novo! 

 

Aproveito e apresento os familiares mais próximos, tal como são referidos ao longo do blogue.

 

Os meus pais são os Avós Bruxos; os pais do Rogério são os Avós Gatos.

 

O Rogério só tem um irmão, que é o Tio Gato. Como eu tenho quatro irmãs e dois irmãos, tive de puxar mais pela cabeça para lhes arranjar nomes. Três das irmãs têm os nomes das irmãs da Bruxa Mimi dos livros (Mafalda, Magda e Matilde). Para a outra irmã e para os irmãos escolhi nomes que também começam por "M". Eis o "quem é quem", por ordem de nascimento:

 

Mafalda (inspirei-me na Mafalda, a contestatária, do Quino) - podem encontrá-la aqui;
Margarida (inspirei-me na flor simples e despretensiosa);
Mário (inspirei-me no jogo do Super Mário, que nunca está quieto);
Magda (inspirei-me na elegante Mag(d)a P., inimiga do tio Patinhas);
Manuel (inspirei-me no facto de ser um nome pacífico);
Mimi (esta sou eu);
Matilde (inspirei-me na Matilde dos livros infantis, já que é a mais nova dos sete).

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Mês de Maria - Dia 31

"SINAL DE SALVAÇÃO"


 


 A verdadeira e sincera devoção a Nossa Senhora é garantia de salvação: afirmam-no os santos. Ouçamo-los:


«É impossível que um servo de Maria se condene» (S. Afonso Maria de Ligório).


«Se amar Nossa Senhora, tenho segura a minha salvação» (S. João Berchmans).


«Um filho de Maria nunca se condenará» (S. Bernardo).


Estas afirmações encontram-se confirmadas pelos factos.


Foi uma pessoa verdadeiramente endemoninhada apresentada ao Santo Cura d'Ars para que a livrasse da possessão diabólica. O demónio bradou então por entre frémitos de cólera: - «Quantas vezes vim para tomar conta de ti e para te fazer cair! Mas aquela (e apontava com desespero para uma estátua de Nossa Senhora), aquela ali, sempre te defende! Se não fosse ela socorrer-te, já estarias comigo».


O grande, o único problema importante (Lc 10, 41) é a nossa eterna salvação, «pois - disse Jesus - que aproveita a um homem ganhar todo o mundo se vier a perder a sua alma?» (Mt 16, 26). A verdadeira e sólida devoção a Nossa Senhora é meio seguro de encontrar a solução de tal problema.


Seja pois a conclusão final deste saudoso Mês de Maria: ter firme e sólida devoção à Imaculada Mãe de Deus, isto é:


Honrar Maria como Mãe de Deus, sempre Virgem, Imaculada na sua Conceição e elevada ao céi em corpo e alma. Para Ela, o primeiro lugar, logo depois de Deus.


Conhecê-La, lendo e meditando o Evangelho e a história das suas principais aparições.


Confiar na sua proteção, pois «nunca se ouviu dizer que algum daqueles que têm recorrido à sua proteção fosse por Ela desamparado».


Imitar as suas virtudes, sobretudo a sua pureza e o seu ardente amor a Jesus.


As principais práticas da devoção a Nossa Senhora são: 1) O terço. A Virgem Maria disse ao Beato Alano de la Rocha: «Todos aqueles que se me recomendarem por meio do meu terço não se condenarão». 2) Três Ave-Marias, cada dia. 3) O escapulário do Carmo trazido sempre devotamente.