sábado, 22 de agosto de 2015

Mini-férias - dia 1 (15-8-2015)

[Aviso: Estes posts sobre as mini-férias não sairão necessariamente uns atrás dos outros, porque também tenho posts sobre sonhos e outros posts sobre coisas ainda mais antigas para escrever.]

Síntese: Casa - Fátima (santuário) - Mosteiro da Batalha - Fátima (hotel e afins)

Saímos de casa a contar estar em Fátima a tempo da Missa das 11 horas. Durante a viagem rezámos o terço (Mistérios Gozosos). Conseguimos chegar mais do que a horas, entrámos na Basílica da Santíssima Trindade, sentámo-nos junto aos pais do Rogério (eles souberam que íamos a Fátima e combinaram ir também à mesma Missa). Comecei a estranhar haver tão poucas pessoas, especialmente quando já só faltava um minuto para o início. Às 11 horas, começamos a ouvir cânticos... fora da Basílica! O pai do Rogério saíu sem (nos) dizer nada.

Eu e o Rogério olhámos um para o outro: "De certeza que a Missa está a começar no recinto [ao ar livre]. Vamos!".

Dissemos à Avó Gata que nos tínhamos enganado e que a Missa não era na Basílica. Ela aguardou que o Avô Gato fosse ter com ela, mas nós os cinco fomos andando. Assim que saímos, confirmámos que a Missa tinha começado no espaço ao ar livre e avançámos até tão à frente quanto possível, sem ficarmos apertados. Ainda bem que tínhamos os chapéus na cabeça, porque o sol mostrou aquilo que era capaz... eu e o Rogério ficámos com escaldões nos braços e o Rogério também no pescoço. As crianças, talvez porque estavam um bocado na nossa sombra, não ficaram com escaldões (felizmente).

Percebemos que a Missa das 11 horas se realizou ao ar livre e não na Basílica da Santíssima Trindade, como é costume aos sábados, por ser um dia especial (Assunção de Nossa Senhora).

Depois da Missa, fizemos piquenique do mais simples que há: pão (comprado ao pé de casa antes de sairmos) com salsichas (lata aberta na hora), sumo (embalagem de um litro + copos com tampa) e fruta. Despedimo-nos dos avós Gatos, que decidiram ir à Capelinha das Aparições antes de voltarem para sua casa. Fomos também. Chegámos quando estava a começar o terço. Ficámos e rezámos também (Mistérios Gloriosos).

Enchemos os copos com água da fonte, metemo-nos no carro e seguimos para o Mosteiro da Batalha. As crianças, desde que saímos de casa, várias vezes nos disseram: "É agora que vamos para o hotel?". Nesta altura, do dia, nem se fala: "Queremos ir para o hotel. Estamos cansados!". Como nunca tinham estado num hotel, estavam excitadíssimos e só pensavam nisso!

No Mosteiro da Batalha fui tirando algumas fotografias, umas em que aparecíamos, outras sem ninguém pensava eu que tinha tirado algumas fotografias, mas não - nem com a máquina fotográfica, nem com o telemóvel. O Rogério tirou fotografias. Podia pedir-lhe que me transferisse algumas, mas não vale a pena, acho eu. Quem quiser conhecer o mosteiro, ou revê-lo, se já o conhecer, pode pesquisar na Internet - de certeza que fica bem servido.

Posso, no entanto, mostrar-vos os bilhetes:

Crianças até aos 12 anos (os nossos três): 0,00 €
Eu + Rogério: 6,00 €
Preços em:
http://www.mosteirobatalha.pt/pt/index.php?s=white&pid=206&identificador=bt24_pt

Ao pé do Mosteiro da Batalha havia uma feira e enquanto lá estávamos, ouvimos ensaios de uma qualquer banda que iria tocar. 

Varinha: Não gosto da música.
Rogério: É Jazz.
Varinha: Jasmine?!?

:-)

O Rogério ainda colocou a hipótese de irmos à dita feira, mas eu vetei a ideia. Estávamos todos cansados, a mim doía-me a cabeça e os meus pés estavam massacrados (estava com umas sandálias que tanto me permitem caminhar um dia inteiro confortavelmente, como me magoam inexplicavelmente); para além disso, ainda tínhamos de voltar para Fátima e ir para o hotel. Se o hotel fosse perto da feira, daria para lá irmos noutro dia... como não era, tivemos de "passar".

Regressámos a Fátima, fizemos o check-in, com os miúdos "em pulgas" por finalmente estarem num hotel, fomos ao quarto e voltámos a sair para irmos comer. Como tínhamos fruta e pão que nos sobraram do almoço, decidimos comê-los, para que não se estragassem, antes de comer o que quer que viéssemos a comer. Para não comermos no quarto do hotel, sentámo-nos num banco de rua a comer a banana, os pêssegos e o pão.

Varinha: Parecemos uns pobrezinhos...
[houve conversa à volta disto, só que já não me lembro do que foi dito, só recordo o "pontapé de saída"]

Depois andámos à procura de um sítio para comer uma sopa e algo mais (tipo sandes mista). Chegámos a entrar num sítio, de onde saímos por não haver lugar sentado para os cinco. O sítio onde realmente comemos deixou muito a desejar. É pena não ter fixado que sítio era, para ter certeza que lá não voltava (noutro ano, que este ano a memória estava fresca e não corremos esse risco)...

Quando entrámos, estava uma pessoa a acabar de ser atendida e mais ninguém. Entretanto chegou um outro senhor que foi atendido antes de nós (a funcionária simplesmente lhe perguntou o que queria, assumindo, talvez porque ele estava mais perto do balcão, que ele tinha chegado primeiro). O senhor acabou por nos pedir desculpa, porque sabia que tínhamos chegado mais cedo. Por aí não houve problema. 

Quando fomos atendidos, perguntámos se tinham sopa. Tinham. Perguntámos de que era. "Ah, não sei, acho que é de legumes." - foi a resposta. Mandámos vir cinco sopas. Sentámo-nos. Esperámos, esperámos e esperámos mais um pouco. A seguir, voltámos a esperar. Quando já nos tinham praxado com a espera necessária a um bom atendimento, lá nos trouxeram a sopa. Tinha um aspeto duvidoso e um cheiro tão esquisito, que eu sinceramente achei que a sopa já devia ter visto melhores dias (uns bons dias antes). Para além disso, estava quentíssima. O Rogério foi o primeiro a provar e disse que a sopa estava boa, a Varinha e a Vassoura fizeram uma fita desgraçada e pouca sopa comeram (quase nada), eu comi a minha sopa toda (habituei-me ao sabor, muito estranho de início) e o Feitiço comeu a sopa dele toda. O resto das sopas das meninas foi comido por mim e pelo Gato. Depois pedimos duas sandes mistas, mas elas pouco quiseram do pão também.

Esta experiência com as sopas serviu-nos de emenda: nunca mais pedimos sopa para os cinco logo à partida...

Voltando ao hotel, apanhámos uma chuva miudinha. E assim se passou o primeiro dia.

Mini-férias - dia 1 (15-8-2015)

[Aviso: Estes posts sobre as mini-férias não sairão necessariamente uns atrás dos outros, porque também tenho posts sobre sonhos e outros posts sobre coisas ainda mais antigas para escrever.]

Síntese: Casa - Fátima (santuário) - Mosteiro da Batalha - Fátima (hotel e afins)

Saímos de casa a contar estar em Fátima a tempo da Missa das 11 horas. Durante a viagem rezámos o terço (Mistérios Gozosos). Conseguimos chegar mais do que a horas, entrámos na Basílica da Santíssima Trindade, sentámo-nos junto aos pais do Rogério (eles souberam que íamos a Fátima e combinaram ir também à mesma Missa). Comecei a estranhar haver tão poucas pessoas, especialmente quando já só faltava um minuto para o início. Às 11 horas, começamos a ouvir cânticos... fora da Basílica! O pai do Rogério saíu sem (nos) dizer nada.

Eu e o Rogério olhámos um para o outro: "De certeza que a Missa está a começar no recinto [ao ar livre]. Vamos!".

Dissemos à Avó Gata que nos tínhamos enganado e que a Missa não era na Basílica. Ela aguardou que o Avô Gato fosse ter com ela, mas nós os cinco fomos andando. Assim que saímos, confirmámos que a Missa tinha começado no espaço ao ar livre e avançámos até tão à frente quanto possível, sem ficarmos apertados. Ainda bem que tínhamos os chapéus na cabeça, porque o sol mostrou aquilo que era capaz... eu e o Rogério ficámos com escaldões nos braços e o Rogério também no pescoço. As crianças, talvez porque estavam um bocado na nossa sombra, não ficaram com escaldões (felizmente).

Percebemos que a Missa das 11 horas se realizou ao ar livre e não na Basílica da Santíssima Trindade, como é costume aos sábados, por ser um dia especial (Assunção de Nossa Senhora).

Depois da Missa, fizemos piquenique do mais simples que há: pão (comprado ao pé de casa antes de sairmos) com salsichas (lata aberta na hora), sumo (embalagem de um litro + copos com tampa) e fruta. Despedimo-nos dos avós Gatos, que decidiram ir à Capelinha das Aparições antes de voltarem para sua casa. Fomos também. Chegámos quando estava a começar o terço. Ficámos e rezámos também (Mistérios Gloriosos).

Enchemos os copos com água da fonte, metemo-nos no carro e seguimos para o Mosteiro da Batalha. As crianças, desde que saímos de casa, várias vezes nos disseram: "É agora que vamos para o hotel?". Nesta altura, do dia, nem se fala: "Queremos ir para o hotel. Estamos cansados!". Como nunca tinham estado num hotel, estavam excitadíssimos e só pensavam nisso!

No Mosteiro da Batalha fui tirando algumas fotografias, umas em que aparecíamos, outras sem ninguém pensava eu que tinha tirado algumas fotografias, mas não - nem com a máquina fotográfica, nem com o telemóvel. O Rogério tirou fotografias. Podia pedir-lhe que me transferisse algumas, mas não vale a pena, acho eu. Quem quiser conhecer o mosteiro, ou revê-lo, se já o conhecer, pode pesquisar na Internet - de certeza que fica bem servido.

Posso, no entanto, mostrar-vos os bilhetes:

Crianças até aos 12 anos (os nossos três): 0,00 €
Eu + Rogério: 6,00 €
Preços em:
http://www.mosteirobatalha.pt/pt/index.php?s=white&pid=206&identificador=bt24_pt

Ao pé do Mosteiro da Batalha havia uma feira e enquanto lá estávamos, ouvimos ensaios de uma qualquer banda que iria tocar. 

Varinha: Não gosto da música.
Rogério: É Jazz.
Varinha: Jasmine?!?

:-)

O Rogério ainda colocou a hipótese de irmos à dita feira, mas eu vetei a ideia. Estávamos todos cansados, a mim doía-me a cabeça e os meus pés estavam massacrados (estava com umas sandálias que tanto me permitem caminhar um dia inteiro confortavelmente, como me magoam inexplicavelmente); para além disso, ainda tínhamos de voltar para Fátima e ir para o hotel. Se o hotel fosse perto da feira, daria para lá irmos noutro dia... como não era, tivemos de "passar".

Regressámos a Fátima, fizemos o check-in, com os miúdos "em pulgas" por finalmente estarem num hotel, fomos ao quarto e voltámos a sair para irmos comer. Como tínhamos fruta e pão que nos sobraram do almoço, decidimos comê-los, para que não se estragassem, antes de comer o que quer que viéssemos a comer. Para não comermos no quarto do hotel, sentámo-nos num banco de rua a comer a banana, os pêssegos e o pão.

Varinha: Parecemos uns pobrezinhos...
[houve conversa à volta disto, só que já não me lembro do que foi dito, só recordo o "pontapé de saída"]

Depois andámos à procura de um sítio para comer uma sopa e algo mais (tipo sandes mista). Chegámos a entrar num sítio, de onde saímos por não haver lugar sentado para os cinco. O sítio onde realmente comemos deixou muito a desejar. É pena não ter fixado que sítio era, para ter certeza que lá não voltava (noutro ano, que este ano a memória estava fresca e não corremos esse risco)...

Quando entrámos, estava uma pessoa a acabar de ser atendida e mais ninguém. Entretanto chegou um outro senhor que foi atendido antes de nós (a funcionária simplesmente lhe perguntou o que queria, assumindo, talvez porque ele estava mais perto do balcão, que ele tinha chegado primeiro). O senhor acabou por nos pedir desculpa, porque sabia que tínhamos chegado mais cedo. Por aí não houve problema. 

Quando fomos atendidos, perguntámos se tinham sopa. Tinham. Perguntámos de que era. "Ah, não sei, acho que é de legumes." - foi a resposta. Mandámos vir cinco sopas. Sentámo-nos. Esperámos, esperámos e esperámos mais um pouco. A seguir, voltámos a esperar. Quando já nos tinham praxado com a espera necessária a um bom atendimento, lá nos trouxeram a sopa. Tinha um aspeto duvidoso e um cheiro tão esquisito, que eu sinceramente achei que a sopa já devia ter visto melhores dias (uns bons dias antes). Para além disso, estava quentíssima. O Rogério foi o primeiro a provar e disse que a sopa estava boa, a Varinha e a Vassoura fizeram uma fita desgraçada e pouca sopa comeram (quase nada), eu comi a minha sopa toda (habituei-me ao sabor, muito estranho de início) e o Feitiço comeu a sopa dele toda. O resto das sopas das meninas foi comido por mim e pelo Gato. Depois pedimos duas sandes mistas, mas elas pouco quiseram do pão também.

Esta experiência com as sopas serviu-nos de emenda: nunca mais pedimos sopa para os cinco logo à partida...

Voltando ao hotel, apanhámos uma chuva miudinha. E assim se passou o primeiro dia.

Coisas malvadas começadas por "P"

Bem... não são coisas malvadas, mas começam por "P" e já estão muito atrasadas: são os posts! :-(

Coisas malvadas começadas por "P"

Bem... não são coisas malvadas, mas começam por "P" e já estão muito atrasadas: são os posts! :-(

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Já chegámos!

Foi a primeira vez que dormimos os cinco num hotel... a excitação era muita, ao chegar lá! Mas conto "tudo" depois... agora vou para a MINHA (e do Rogério, claro!) caminha! Que bom! :-)

Já chegámos!

Foi a primeira vez que dormimos os cinco num hotel... a excitação era muita, ao chegar lá! Mas conto "tudo" depois... agora vou para a MINHA (e do Rogério, claro!) caminha! Que bom! :-)

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Ainda cá ando

Na sexta-feira passada encontrámo-nos em Sintra com a minha irmã Margarida, o marido e as filhas. Visitámos o Palácio Nacional. Caro, mas lindo!

-----------------------

Post (até "lindo!") escrito em dois dias, devido à sua extensão da minha preguiça... Não. Na verdade, vou nomear a verdadeira responsável pela minha quase total ausência da blogosfera: L. M. Montgomery*!

*A pobre não se pode defender, pois morreu em 1942. Eu explico: é a autora de "The Anne of Green Gables Novels". São 8 livros. Terminei hoje o sexto. Só não comecei  o sétimo porque amanhã vamos para Fátima e não o vou levar, para estar disponível para a família (com o livro por perto teria dificuldade).

"Ainda cá ando", mas depois deste post só volto daqui a uns dias! 

Ainda cá ando

Na sexta-feira passada encontrámo-nos em Sintra com a minha irmã Margarida, o marido e as filhas. Visitámos o Palácio Nacional. Caro, mas lindo!

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Post (até "lindo!") escrito em dois dias, devido à sua extensão da minha preguiça... Não. Na verdade, vou nomear a verdadeira responsável pela minha quase total ausência da blogosfera: L. M. Montgomery*!

*A pobre não se pode defender, pois morreu em 1942. Eu explico: é a autora de "The Anne of Green Gables Novels". São 8 livros. Terminei hoje o sexto. Só não comecei  o sétimo porque amanhã vamos para Fátima e não o vou levar, para estar disponível para a família (com o livro por perto teria dificuldade).

"Ainda cá ando", mas depois deste post só volto daqui a uns dias! 

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Palavras do Papa Francisco

"Não existe família perfeita. Não temos pais perfeitos, não somos perfeitos, não nos casamos com uma pessoa perfeita nem temos filhos perfeitos. Temos queixas uns dos outros. Decepcionamos uns aos outros. Por isso, não há casamento saudável nem família saudável sem o exercício do perdão. O perdão é vital para nossa saúde emocional e sobrevivência espiritual. Sem perdão a família se torna uma arena de conflitos e um reduto de mágoas.

Sem perdão a família adoece. O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente e a alforria do coração. Quem não perdoa não tem paz na alma nem comunhão com Deus. A mágoa é um veneno que intoxica e mata. Guardar mágoa no coração é um gesto autodestrutivo. É autofagia. Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente.

É por isso que a família precisa ser lugar de vida e não de morte; território de cura e não de adoecimento; palco de perdão e não de culpa. O perdão traz alegria onde a mágoa produziu tristeza; cura, onde a mágoa causou doença."

Papa Francisco

Palavras do Papa Francisco

"Não existe família perfeita. Não temos pais perfeitos, não somos perfeitos, não nos casamos com uma pessoa perfeita nem temos filhos perfeitos. Temos queixas uns dos outros. Decepcionamos uns aos outros. Por isso, não há casamento saudável nem família saudável sem o exercício do perdão. O perdão é vital para nossa saúde emocional e sobrevivência espiritual. Sem perdão a família se torna uma arena de conflitos e um reduto de mágoas.

Sem perdão a família adoece. O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente e a alforria do coração. Quem não perdoa não tem paz na alma nem comunhão com Deus. A mágoa é um veneno que intoxica e mata. Guardar mágoa no coração é um gesto autodestrutivo. É autofagia. Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente.

É por isso que a família precisa ser lugar de vida e não de morte; território de cura e não de adoecimento; palco de perdão e não de culpa. O perdão traz alegria onde a mágoa produziu tristeza; cura, onde a mágoa causou doença."

Papa Francisco

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

A Matilde foi-se embora

Quando a voltarmos a ver, já @ bebé estará cá fora!

Ontem fomos a casa dos avós bruxos para a despedida. O Mário chegou ontem de França com a sua comitiva, a Magda apanhou um intervalo entre sessões de trabalho, o Manuel também esteve presente (foi, aliás, o motorista de serviço), a Margarida está de férias em casa dos avós Bruxos, nós pusemo-nos lá em menos de meia hora, por isso, dos sete filhos, só não estava a Mafalda, que viajou para (para mim) parte incerta na comemoração dos 29 anos de casada (e fez ela muito bem).

A Matilde foi-se embora

Quando a voltarmos a ver, já @ bebé estará cá fora!

Ontem fomos a casa dos avós bruxos para a despedida. O Mário chegou ontem de França com a sua comitiva, a Magda apanhou um intervalo entre sessões de trabalho, o Manuel também esteve presente (foi, aliás, o motorista de serviço), a Margarida está de férias em casa dos avós Bruxos, nós pusemo-nos lá em menos de meia hora, por isso, dos sete filhos, só não estava a Mafalda, que viajou para (para mim) parte incerta na comemoração dos 29 anos de casada (e fez ela muito bem).

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Feitiço 0 - 4 Xixi

Se calhar não é muito interessante escrever todos os dias, enquanto os pontos forem exclusivos do xixi...

Feitiço 0 - 4 Xixi

Se calhar não é muito interessante escrever todos os dias, enquanto os pontos forem exclusivos do xixi...

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Feitiço 0 - 3 Xixi

:-(

Feitiço 0 - 3 Xixi

:-(

Onde fomos?

No domingo, fomos os cinco, a Margarida, marido e filhas a um sítio em Lisboa.

Será que esta fotografia dá suficientes pistas? A qualidade fotográfica é tão má que vou transcrever as palavras (tal como as consigo perceber, sem atualizar o português), na legenda.

Assim fomos abrindo aquelles mares,
Que geração algua não abrio,
As novas ilhas vendo e os novos ares,
Que o generoso Henrique descobrio...
Mas se a primeira fotografia não foi suficiente, aqui ficam umas mais específicas, tiradas pela Vassoura e pela Varinha:



Só pode responder quem não sabia à partida, OK?

Onde fomos?

No domingo, fomos os cinco, a Margarida, marido e filhas a um sítio em Lisboa.

Será que esta fotografia dá suficientes pistas? A qualidade fotográfica é tão má que vou transcrever as palavras (tal como as consigo perceber, sem atualizar o português), na legenda.

Assim fomos abrindo aquelles mares,
Que geração algua não abrio,
As novas ilhas vendo e os novos ares,
Que o generoso Henrique descobrio...
Mas se a primeira fotografia não foi suficiente, aqui ficam umas mais específicas, tiradas pela Vassoura e pela Varinha:



Só pode responder quem não sabia à partida, OK?

Pequeno-almoço artístico

Há uns dias, ao pequeno-almoço, comi pão com marmelada. Numa inspiração do momento, transformei a fatia de marmelada num boneco. Que tal?

Pequeno-almoço artístico

Há uns dias, ao pequeno-almoço, comi pão com marmelada. Numa inspiração do momento, transformei a fatia de marmelada num boneco. Que tal?

Construções com Geomag

O tio Gato ofereceu aos sobrinhos (que por coincidência são todos meus filhos) várias caixas de "GEOMAG", tipo esta

Resultado de imagem para geomag
Imagem retirada da Internet (não me apetece
fotografar as que há cá em casa).

Ultimamente a Vassoura e o Feitiço têm andado a fazer construções que depois se desmancham (ao arrumar). O Feitiço fez isto:



Uns dias mais tarde, a Vassoura fez esta construção e veio fazer-se ao post...


Construções com Geomag

O tio Gato ofereceu aos sobrinhos (que por coincidência são todos meus filhos) várias caixas de "GEOMAG", tipo esta

Resultado de imagem para geomag
Imagem retirada da Internet (não me apetece
fotografar as que há cá em casa).

Ultimamente a Vassoura e o Feitiço têm andado a fazer construções que depois se desmancham (ao arrumar). O Feitiço fez isto:



Uns dias mais tarde, a Vassoura fez esta construção e veio fazer-se ao post...


Este blogue agora dá conselhos de moda e acessórios

Uma coroa de rei pode usar-se na cabeça,


mas a nova tendência aponta para outro uso:


Agora quando saírem com coroas na cabeça pensem duas vezes... Será mesmo a melhor opção? :-)

Este blogue agora dá conselhos de moda e acessórios

Uma coroa de rei pode usar-se na cabeça,


mas a nova tendência aponta para outro uso:


Agora quando saírem com coroas na cabeça pensem duas vezes... Será mesmo a melhor opção? :-)

Eu e o Feitiço fomos às compras

na quinta-feira passada. Fui buscá-lo à escola a pé e a pé fomos ao Continente. Objetivo principal: comprar t-shirts e pijamas de verão para ele. Objetivo secundário: comprar livros "Uma Aventura", a partir do 30, para continuar a coleção que a Vassoura anda a devorar. 

Apesar de saber que o objetivo era comprar t-shirts, o Feitiço não se inibiu de pedir brinquedos, no geral, e aqueles pelos quais passámos, em particular. Disse-lhe que não. Perguntou porquê. Respondi que não estávamos ali para comprar brinquedos, e muito menos lhe compraria naquela altura, quando todos os dias fazia pelo menos uma birra.

Feitiço [já a falar alto demais]: Eu não faço assim tantas birras!
Eu: Como a que estás a começar agora?
Feitiço: ...

Lá se deixou de pedinchices e comprámos a roupa, em equipa. O Feitiço escolheu algumas coisas. Quando eu propunha alguma t-shirt de que ele não gostava muito, o Feitiço dizia:

- Eu não gosto dessa. 
Eu: Mas é gira, Feitiço.
Feitiço: Humm, pode ser, eu gosto um bocadinho...

Depois fomos à secção dos livros. Encontrei numa prateleira alguns livros d'"Uma Aventura", mas não eram os que queria. Achei estranho serem tão poucos, quando há uns meses havia imensos exemplares da coleção. De repente, o Feitiço diz:

- Mamã, olha o que tu querias!

Olhei. Ele estava a apontar para uma "estante" daquelas de cartão forte, identificada por fora com "Uma Aventura" e que só tinha, precisamente, livros da coleção. 

Eu: Era isso mesmo. Obrigada, Feitiço! Nem sei como é que não vi.

Na estante, encontrei os livros a partir do 30. Comprei até ao 40.

Enquanto nos dirigíamos para a caixa, passámos pelas coisas da praia. 

Feitiço: Podes comprar isto [coisa qualquer, volumosa e desnecessária]?
Eu: O que é que achas?
Feitiço: Ah-Ah-Ah, estava só a brincar. Já sabia a resposta.

Eu e o Feitiço fomos às compras

na quinta-feira passada. Fui buscá-lo à escola a pé e a pé fomos ao Continente. Objetivo principal: comprar t-shirts e pijamas de verão para ele. Objetivo secundário: comprar livros "Uma Aventura", a partir do 30, para continuar a coleção que a Vassoura anda a devorar. 

Apesar de saber que o objetivo era comprar t-shirts, o Feitiço não se inibiu de pedir brinquedos, no geral, e aqueles pelos quais passámos, em particular. Disse-lhe que não. Perguntou porquê. Respondi que não estávamos ali para comprar brinquedos, e muito menos lhe compraria naquela altura, quando todos os dias fazia pelo menos uma birra.

Feitiço [já a falar alto demais]: Eu não faço assim tantas birras!
Eu: Como a que estás a começar agora?
Feitiço: ...

Lá se deixou de pedinchices e comprámos a roupa, em equipa. O Feitiço escolheu algumas coisas. Quando eu propunha alguma t-shirt de que ele não gostava muito, o Feitiço dizia:

- Eu não gosto dessa. 
Eu: Mas é gira, Feitiço.
Feitiço: Humm, pode ser, eu gosto um bocadinho...

Depois fomos à secção dos livros. Encontrei numa prateleira alguns livros d'"Uma Aventura", mas não eram os que queria. Achei estranho serem tão poucos, quando há uns meses havia imensos exemplares da coleção. De repente, o Feitiço diz:

- Mamã, olha o que tu querias!

Olhei. Ele estava a apontar para uma "estante" daquelas de cartão forte, identificada por fora com "Uma Aventura" e que só tinha, precisamente, livros da coleção. 

Eu: Era isso mesmo. Obrigada, Feitiço! Nem sei como é que não vi.

Na estante, encontrei os livros a partir do 30. Comprei até ao 40.

Enquanto nos dirigíamos para a caixa, passámos pelas coisas da praia. 

Feitiço: Podes comprar isto [coisa qualquer, volumosa e desnecessária]?
Eu: O que é que achas?
Feitiço: Ah-Ah-Ah, estava só a brincar. Já sabia a resposta.

Para os que continuam céticos

relativamente à comida vegetariana, porque mantêm a ideia de que passada meia hora terão fome outra vez e que comida vegetariana é "só verduras"...

... informo que no sábado fomos festejar o aniversário do avô Gato a um restaurante vegetariano (nosso conhecido de longa data). Começámos a almoçar cedo (combinámos às 12:30h), o almoço não se arrastou pela tarde fora e, mesmo assim, não lanchei (eu sou pessoa que lancha bem!) e, ao jantar, pouca fome tinha.

"Não é o cavalo que puxa a carroça, é a aveia." (não sei quem disse)

Adenda (7-8-2015): O restaurante funciona com buffet do qual nos podemos servir as vezes que quisermos (um pormenor que também faz a sua diferença!).

Para os que continuam céticos

relativamente à comida vegetariana, porque mantêm a ideia de que passada meia hora terão fome outra vez e que comida vegetariana é "só verduras"...

... informo que no sábado fomos festejar o aniversário do avô Gato a um restaurante vegetariano (nosso conhecido de longa data). Começámos a almoçar cedo (combinámos às 12:30h), o almoço não se arrastou pela tarde fora e, mesmo assim, não lanchei (eu sou pessoa que lancha bem!) e, ao jantar, pouca fome tinha.

"Não é o cavalo que puxa a carroça, é a aveia." (não sei quem disse)

Adenda (7-8-2015): O restaurante funciona com buffet do qual nos podemos servir as vezes que quisermos (um pormenor que também faz a sua diferença!).

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Depois da ida ao dentista,

muito contente com o bom comportamento do Feitiço (delas também, mas estavam chez avós gatos na altura), comprei-lhe dois pacotinhos (dos mais pequenos, de 10g) de Jumpingclay.

Fotografia tirada após terem sido abertos.
Ao chegar a casa, ele quis logo utilizar a plasticina para fazer um dinossauro. Escolheu este,


fê-lo com o Rogério


e ficou assim:


Não está parecido?

Depois da ida ao dentista,

muito contente com o bom comportamento do Feitiço (delas também, mas estavam chez avós gatos na altura), comprei-lhe dois pacotinhos (dos mais pequenos, de 10g) de Jumpingclay.

Fotografia tirada após terem sido abertos.
Ao chegar a casa, ele quis logo utilizar a plasticina para fazer um dinossauro. Escolheu este,


fê-lo com o Rogério


e ficou assim:


Não está parecido?

Dizer "olá"

O Feitiço foi à escola até à quinta-feira passada. Fui com o Rogério levá-lo (não costumo ir, mas como ia entregar o relatório à escola sede do agrupamento a que pertenço e essa escola fica ao lado da escola dos nossos filhos, aproveitei a boleia) e fui eu que o acompanhei ao recreio do J.I., tendo o Rogério ido embora.

Ao percorrer os corredores até à saída da escola, passei - reparando - pela Capela. Entrei e estive um bocadinho a conversar com Jesus. Foi uma "visita de médico", mas foi boa.

Dizer "olá"

O Feitiço foi à escola até à quinta-feira passada. Fui com o Rogério levá-lo (não costumo ir, mas como ia entregar o relatório à escola sede do agrupamento a que pertenço e essa escola fica ao lado da escola dos nossos filhos, aproveitei a boleia) e fui eu que o acompanhei ao recreio do J.I., tendo o Rogério ido embora.

Ao percorrer os corredores até à saída da escola, passei - reparando - pela Capela. Entrei e estive um bocadinho a conversar com Jesus. Foi uma "visita de médico", mas foi boa.

A avó Bruxa é o máximo!

Como vos disse, a Vassoura e a Varinha estiveram em casa dos meus pais. Quando falei com a minha mãe na véspera de as irmos buscar, disse-me que estava tudo lavado (como de costume), mas desta vez esmerou-se, pois ...

... tirou apontamentos sobre as "saídas" da Varinha para eu escrever no blogue!!!

Infelizmente, acho que os apontamentos não vieram na mala...

A avó Bruxa é o máximo!

Como vos disse, a Vassoura e a Varinha estiveram em casa dos meus pais. Quando falei com a minha mãe na véspera de as irmos buscar, disse-me que estava tudo lavado (como de costume), mas desta vez esmerou-se, pois ...

... tirou apontamentos sobre as "saídas" da Varinha para eu escrever no blogue!!!

Infelizmente, acho que os apontamentos não vieram na mala...

Visão a 100%

... a do Feitiço na última consulta de oftalmologista (há uma semana, se não me engano). Os olhos estão quase bons. Voltou a ter de usar o tapa-olho só uma hora por dia. A próxima consulta será daqui a uns dois meses, mais dia, menos dia.

Visão a 100%

... a do Feitiço na última consulta de oftalmologista (há uma semana, se não me engano). Os olhos estão quase bons. Voltou a ter de usar o tapa-olho só uma hora por dia. A próxima consulta será daqui a uns dois meses, mais dia, menos dia.

Feitiço 0 - 2 Xixi

O título diz o resultado, mas não diz tudo, desta vez.

O Feitiço esta manhã já dizia que nunca ia conseguir aguentar e não fazer xixi durante a noite...

Eu disse-lhe que a Vassoura e a Varinha também molharam muitas vezes a cama antes de conseguirem e depois começaram a conseguir acordar secas. Ele não se convenceu e manteve o negativismo.

Desiste depressa, este filho. 

E o pior é que eu também tenho vontade de desistir e adiar mais um ano, mas como o Feitiço tem cinco anos e esta é a idade dita "normal" para que todas as crianças* não façam xixi na cama durante a noite (salvo acidentes, que podem acontecer a qualquer um, em circunstâncias especiais), não vou desistir.

Vendo o lado positivo da situação: o Feitiço não se opõe ao banho, já que estar encharcado em xixi não é coisa que o atraia.

*Muitas crianças deixam de fazer antes desta idade (felizmente para os pais delas - sortudos!), mas até aos cinco anos é normal - chato, mas normal, não é preocupante.

Feitiço 0 - 2 Xixi

O título diz o resultado, mas não diz tudo, desta vez.

O Feitiço esta manhã já dizia que nunca ia conseguir aguentar e não fazer xixi durante a noite...

Eu disse-lhe que a Vassoura e a Varinha também molharam muitas vezes a cama antes de conseguirem e depois começaram a conseguir acordar secas. Ele não se convenceu e manteve o negativismo.

Desiste depressa, este filho. 

E o pior é que eu também tenho vontade de desistir e adiar mais um ano, mas como o Feitiço tem cinco anos e esta é a idade dita "normal" para que todas as crianças* não façam xixi na cama durante a noite (salvo acidentes, que podem acontecer a qualquer um, em circunstâncias especiais), não vou desistir.

Vendo o lado positivo da situação: o Feitiço não se opõe ao banho, já que estar encharcado em xixi não é coisa que o atraia.

*Muitas crianças deixam de fazer antes desta idade (felizmente para os pais delas - sortudos!), mas até aos cinco anos é normal - chato, mas normal, não é preocupante.

domingo, 2 de agosto de 2015

Feitiço 0 - 1 Xixi

Está tudo dito... :-(

Feitiço 0 - 1 Xixi

Está tudo dito... :-(

"Cordeiro de Deus, que tiras o pecado do mundo, tem piedade de nós."

Gostei imenso deste vídeo que encontrei no blogue da Marisa:


Não faço ideia de qual é a explicação química (porque a há) para a experiência apresentada, mas a mensagem é muito clara... boa ideia a de quem se serviu dos seus conhecimentos de Química para evangelizar! :-)

P.S. - Acordei com barulho, fui à casa de banho, espreitei o Feitiço (se estivesse seco iria tentar pô-lo a fazer xixi para começar bem a "Missão sequinho") e decidi vir para aqui em vez de voltar para a cama (se calhar daqui a bocado volto, logo vejo). É por isso que este post aparece tão cedo.

"Cordeiro de Deus, que tiras o pecado do mundo, tem piedade de nós."

Gostei imenso deste vídeo que encontrei no blogue da Marisa:


Não faço ideia de qual é a explicação química (porque a há) para a experiência apresentada, mas a mensagem é muito clara... boa ideia a de quem se serviu dos seus conhecimentos de Química para evangelizar! :-)

P.S. - Acordei com barulho, fui à casa de banho, espreitei o Feitiço (se estivesse seco iria tentar pô-lo a fazer xixi para começar bem a "Missão sequinho") e decidi vir para aqui em vez de voltar para a cama (se calhar daqui a bocado volto, logo vejo). É por isso que este post aparece tão cedo.

sábado, 1 de agosto de 2015

Feitiço: nova "missão sequinho"

Hoje o Feitiço foi para a cama sem fralda (sem ser por esquecimento). É a nova "missão sequinho", sequela da Missão: "Feitiço sequinho".

Quem ficará a ganhar, após o primeiro combate Feitiço - Xixi?

Aceitam-se apostas... (mas não há prémio para ninguém!)

Eu, pessimista q.b. neste campo, não aposto.

Feitiço: nova "missão sequinho"

Hoje o Feitiço foi para a cama sem fralda (sem ser por esquecimento). É a nova "missão sequinho", sequela da Missão: "Feitiço sequinho".

Quem ficará a ganhar, após o primeiro combate Feitiço - Xixi?

Aceitam-se apostas... (mas não há prémio para ninguém!)

Eu, pessimista q.b. neste campo, não aposto.

Recurso hierárquico - a resposta

Recebi hoje a notificação de resposta ao meu recurso hierárquico. Foi deferido, anulando a bomba...

E, afinal, nem 24 horas do início do mês de agosto passaram... (Felizmente para mim.)

Agora que a situação vai ser corrigida, falta saber se fico onde tentei ficar... porque a vaga (disponível até ao momento) pode ser ocupada por quem está à minha frente (e eventualmente tenha tido uma bomba como a minha, daí não ter ficado logo colocado).

Recurso hierárquico - a resposta

Recebi hoje a notificação de resposta ao meu recurso hierárquico. Foi deferido, anulando a bomba...

E, afinal, nem 24 horas do início do mês de agosto passaram... (Felizmente para mim.)

Agora que a situação vai ser corrigida, falta saber se fico onde tentei ficar... porque a vaga (disponível até ao momento) pode ser ocupada por quem está à minha frente (e eventualmente tenha tido uma bomba como a minha, daí não ter ficado logo colocado).

Depois da nota

sonhada, a nota real.

Ontem liguei o computador de manhã, dei a volta "do costume", hibernei-o e só voltei a ligá-lo antes de ir para a cama, para espreitar as novidades, se as houvesse. Um dos emails que tinha para ler era da formadora a dizer-me a nota do meu trabalho: 9,5 (em 10). Como ela sabia que o relatório tinha sido "um parto difícil", escreveu: "Valeu a pena o esforço... deu um bom resultado!".

E eu fiquei muito contente por não ter desistido e mais uma vez senti-me grata pelas vossas palavras, pensamentos e orações. Alegrem-se comigo!

Depois da nota

sonhada, a nota real.

Ontem liguei o computador de manhã, dei a volta "do costume", hibernei-o e só voltei a ligá-lo antes de ir para a cama, para espreitar as novidades, se as houvesse. Um dos emails que tinha para ler era da formadora a dizer-me a nota do meu trabalho: 9,5 (em 10). Como ela sabia que o relatório tinha sido "um parto difícil", escreveu: "Valeu a pena o esforço... deu um bom resultado!".

E eu fiquei muito contente por não ter desistido e mais uma vez senti-me grata pelas vossas palavras, pensamentos e orações. Alegrem-se comigo!

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Uma dor, um sorriso e uma boa noite

Ontem ao deitar-me começou a doer-me a perna esquerda. Fiz um pouco de massagem, mas não adiantou. Resolvi pôr em prática aquilo que tantas vezes leio em blogues e que tantas vezes me esqueço de viver (já me vou lembrando muito de vez em quando):

Sem posição confortável, sorri e disse interiormente: "Tu queres, Jesus? Então eu também quero!". Abracei a dor com um sorriso... e pouco depois estava a dormir.

Claro que poderia pensar que foi uma noite como as outras, em que adormeci depressa, pois adormecer logo é um dom que tenho, mas não, não foi uma noite como as outras, porque nas outras noites não costumo ter dores e porque de facto aceitei a dor. 

Reparem, não estou a dizer que aguento muito bem as dores, ou que a partir de agora aguento tudo com um sorriso. Não é nada disso. Estou apenas a contar o que se passou ontem. Gostei de adormecer depressa, mas gostei igualmente, ou mais ainda, de aceitar aquela dor que me estava a incomodar.

Uma dor, um sorriso e uma boa noite

Ontem ao deitar-me começou a doer-me a perna esquerda. Fiz um pouco de massagem, mas não adiantou. Resolvi pôr em prática aquilo que tantas vezes leio em blogues e que tantas vezes me esqueço de viver (já me vou lembrando muito de vez em quando):

Sem posição confortável, sorri e disse interiormente: "Tu queres, Jesus? Então eu também quero!". Abracei a dor com um sorriso... e pouco depois estava a dormir.

Claro que poderia pensar que foi uma noite como as outras, em que adormeci depressa, pois adormecer logo é um dom que tenho, mas não, não foi uma noite como as outras, porque nas outras noites não costumo ter dores e porque de facto aceitei a dor. 

Reparem, não estou a dizer que aguento muito bem as dores, ou que a partir de agora aguento tudo com um sorriso. Não é nada disso. Estou apenas a contar o que se passou ontem. Gostei de adormecer depressa, mas gostei igualmente, ou mais ainda, de aceitar aquela dor que me estava a incomodar.

Sonhos #49

Na noite anterior à noite passada, sonhei que presenciava a reunião dos avaliadores do meu trabalho final da formação. Não eram meigos, não, e avaliavam o trabalho em 4,4. Lembro-me de, no sonho, pensar que era uma nota positiva muito baixa (estava à espera de mais)...

Assim que acordei, lembrei-me do sonho e tive duas reações opostas: 

Reação negativa: 4,4 não é uma positiva baixa, é negativa!

Reação positiva: Foi só um sonho, ufa!

Já tive um choque relativamente à nota - penso que o que for há de ser melhor!

Sonhos #49

Na noite anterior à noite passada, sonhei que presenciava a reunião dos avaliadores do meu trabalho final da formação. Não eram meigos, não, e avaliavam o trabalho em 4,4. Lembro-me de, no sonho, pensar que era uma nota positiva muito baixa (estava à espera de mais)...

Assim que acordei, lembrei-me do sonho e tive duas reações opostas: 

Reação negativa: 4,4 não é uma positiva baixa, é negativa!

Reação positiva: Foi só um sonho, ufa!

Já tive um choque relativamente à nota - penso que o que for há de ser melhor!

Isto começa a parecer o Facebook...

... daquelas pessoas que contam tudo, tudinho, da sua vida. Porquê? Porque venho dizer-vos que já marquei dentista para mim... :-)

Isto começa a parecer o Facebook...

... daquelas pessoas que contam tudo, tudinho, da sua vida. Porquê? Porque venho dizer-vos que já marquei dentista para mim... :-)

De férias...

... sem relatórios pendentes, sem coisas malvadas começadas por S em atraso...

... Eu no post anterior disse que me sentia de férias, mas a verdade é que hoje é mesmo o meu primeiro dia de férias!

Só que estar oficialmente de férias não quer dizer nada, no meu caso e com o meu feitio não-faças-agora-que-corres-o-risco-de-ter-pronto-a-horas-e-ai-que-chatice-se-isso-acontecer!...

Por outro lado, não sabendo o que vai acontecer relativamente ao recurso, deixei algumas coisas na minha sala de aula em standby. Se ficar, ficam; se não ficar, dou-as, empresto-as ou trago-as para casa. Isto significa que, quando souber o resultado, terei de ir à escola (ou não, talvez deixe as mudanças para o início de setembro, mesmo sabendo o resultado - e se ele for favorável - em agosto).

De férias...

... sem relatórios pendentes, sem coisas malvadas começadas por S em atraso...

... Eu no post anterior disse que me sentia de férias, mas a verdade é que hoje é mesmo o meu primeiro dia de férias!

Só que estar oficialmente de férias não quer dizer nada, no meu caso e com o meu feitio não-faças-agora-que-corres-o-risco-de-ter-pronto-a-horas-e-ai-que-chatice-se-isso-acontecer!...

Por outro lado, não sabendo o que vai acontecer relativamente ao recurso, deixei algumas coisas na minha sala de aula em standby. Se ficar, ficam; se não ficar, dou-as, empresto-as ou trago-as para casa. Isto significa que, quando souber o resultado, terei de ir à escola (ou não, talvez deixe as mudanças para o início de setembro, mesmo sabendo o resultado - e se ele for favorável - em agosto).

Já está #2

... revisto, impresso e entregue. Sinto-me de férias! :-)

Já está #2

... revisto, impresso e entregue. Sinto-me de férias! :-)

Quem tem um(a) amigo(a) / leitor(a) atento(a) ...

... tem tudo (ou quase, vá)! ;-)

Começando pelo fim, a informação encontrada:

«Fiar fino» – significa fazer um trabalho bem feito. «Fiar muito (mais) fino», segundo o Dicionário de Expressões Populares Portuguesas, de Guilherme Augusto Simões (ed. Perspecticvas & Realidades, Lisboa): «Diz-se do que exige cuidados especiais ou se reveste de especial atenção; mudar de figura; ser mais exigente (Cândido de Figueiredo).» 
Já o dicionário da Academia das Ciências de Lisboa regista assim «fiar (mais) fino»: 
«Apresentar dificuldades, obstáculos; exigir esforço, cautela e minúcia. "Não basta um homem bater no peito e pertencer à irmandade do Santíssimo para o anjo da guarda lhe guardar as costas. Fia mais fino. Se a troco de duas cruzes na testa, duas rezas, um cristão estivesse a coberto de percalços, escorregar e não partir uma perna, meterem-lhe as mãos nos bolsos e não lhe palmarem a carteira, ter uma mulher de estalo e não lha abarbatar o amigo, quem quer era cristão." [Aquilino Ribeiro Machado, "Malhadinhas"].» 
Quanto a «Piar (mais) fino», não se encontrando registada em nenhum dicionário consultado, é expressão usada correntemente, numa clara "adaptação" da anterior, significando «falar sem levantar a voz, ou seja, não cantar de galo». Em certas circunstâncias, «piar fino» pode corresponder a «baixar a bola».

in https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/fiar-mais-fino-dif-de-piar-mais-fino/12794

Vem esta explicação, abusivamente classificada com a etiqueta "As lições da Mimi" (porque a explicação não é minha, como se vê), a propósito da expressão "pia mais fino" que utilizei ontem no post "Falta-me coragem". Filhote Pato, como leitor atento que é, disse-me que lhe parecia que a expressão correta era "fia mais fino". Conversa puxa conversa, e fiquei de investigar o assunto. Foi o que fiz (de forma pouco exaustiva, diga-se de passagem) e o resultado é este post. Pelos vistos, a expressão que utilizei (e utilizo de vez em quando) é usada correntemente, mas é uma adaptação da outra, ou por outras palavras, é uma prova que a língua é viva e está em permanente evolução...

Quem tem um(a) amigo(a) / leitor(a) atento(a) ...

... tem tudo (ou quase, vá)! ;-)

Começando pelo fim, a informação encontrada:

«Fiar fino» – significa fazer um trabalho bem feito. «Fiar muito (mais) fino», segundo o Dicionário de Expressões Populares Portuguesas, de Guilherme Augusto Simões (ed. Perspecticvas & Realidades, Lisboa): «Diz-se do que exige cuidados especiais ou se reveste de especial atenção; mudar de figura; ser mais exigente (Cândido de Figueiredo).» 
Já o dicionário da Academia das Ciências de Lisboa regista assim «fiar (mais) fino»: 
«Apresentar dificuldades, obstáculos; exigir esforço, cautela e minúcia. "Não basta um homem bater no peito e pertencer à irmandade do Santíssimo para o anjo da guarda lhe guardar as costas. Fia mais fino. Se a troco de duas cruzes na testa, duas rezas, um cristão estivesse a coberto de percalços, escorregar e não partir uma perna, meterem-lhe as mãos nos bolsos e não lhe palmarem a carteira, ter uma mulher de estalo e não lha abarbatar o amigo, quem quer era cristão." [Aquilino Ribeiro Machado, "Malhadinhas"].» 
Quanto a «Piar (mais) fino», não se encontrando registada em nenhum dicionário consultado, é expressão usada correntemente, numa clara "adaptação" da anterior, significando «falar sem levantar a voz, ou seja, não cantar de galo». Em certas circunstâncias, «piar fino» pode corresponder a «baixar a bola».


Vem esta explicação, abusivamente classificada com a etiqueta "As lições da Mimi" (porque a explicação não é minha, como se vê), a propósito da expressão "pia mais fino" que utilizei ontem no post "Falta-me coragem". Filhote Pato, como leitor atento que é, disse-me que lhe parecia que a expressão correta era "fia mais fino". Conversa puxa conversa, e fiquei de investigar o assunto. Foi o que fiz (de forma pouco exaustiva, diga-se de passagem) e o resultado é este post. Pelos vistos, a expressão que utilizei (e utilizo de vez em quando) é usada correntemente, mas é uma adaptação da outra, ou por outras palavras, é uma prova que a língua é viva e está em permanente evolução...

Parabéns, M _ _ _ _ _ _ _!!!

Hoje faz anos a mãe da dúzia. Saudades, saudades e mais saudades... (a ver se telefono!)

Muitos P A R A B É N S ! ! !

Parabéns, M _ _ _ _ _ _ _!!!

Hoje faz anos a mãe da dúzia. Saudades, saudades e mais saudades... (a ver se telefono!)

Muitos P A R A B É N S ! ! !