... ou pelo menos esta mãe que vos escreve sem sempre identifica! Este caricato mini-diálogo passou-se há algumas noites, entre mim e o Rogério, quando as crianças estavam nos quartos, já em silêncio (e muito provavelmente a dormir):
[choro/gemido/whatever!]
Eu: Era o Feitiço a chamar?
Rogério: Não, era uma ovelha* aqui no computador!
Ri-me da confusão que fiz, mas fiquei também a pensar que ando a perder capacidades!
*O Rogério não joga Farmville, mas joga outro jogo onde há ovelhas (e mil outras coisas!) e o som veio de lá.
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
sábado, 15 de novembro de 2014
Nem sempre as mães identificam os choros/vozes dos filhos!...
... ou pelo menos esta mãe que vos escreve sem sempre identifica! Este caricato mini-diálogo passou-se há algumas noites, entre mim e o Rogério, quando as crianças estavam nos quartos, já em silêncio (e muito provavelmente a dormir):
[choro/gemido/whatever!]
Eu: Era o Feitiço a chamar?
Rogério: Não, era uma ovelha* aqui no computador!
Ri-me da confusão que fiz, mas fiquei também a pensar que ando a perder capacidades!
*O Rogério não joga Farmville, mas joga outro jogo onde há ovelhas (e mil outras coisas!) e o som veio de lá.
[choro/gemido/whatever!]
Eu: Era o Feitiço a chamar?
Rogério: Não, era uma ovelha* aqui no computador!
Ri-me da confusão que fiz, mas fiquei também a pensar que ando a perder capacidades!
*O Rogério não joga Farmville, mas joga outro jogo onde há ovelhas (e mil outras coisas!) e o som veio de lá.
Hora de rezar
Há dias (no fim de semana passado, acho), de manhã, a Varinha virou-se para mim e disse:
- Mamã, não rezámos!
Eu: Eu e o papá rezámos.
Varinha: Mas devíamos rezar todos juntos...
É que em família, até ao dia de hoje, só rezamos nas tardes de fim de semana e nas noites todas. Falta-nos obviamente a oração da manhã - e a Varinha deu por isso!
- Mamã, não rezámos!
Eu: Eu e o papá rezámos.
Varinha: Mas devíamos rezar todos juntos...
É que em família, até ao dia de hoje, só rezamos nas tardes de fim de semana e nas noites todas. Falta-nos obviamente a oração da manhã - e a Varinha deu por isso!
Hora de rezar
Há dias (no fim de semana passado, acho), de manhã, a Varinha virou-se para mim e disse:
- Mamã, não rezámos!
Eu: Eu e o papá rezámos.
Varinha: Mas devíamos rezar todos juntos...
É que em família, até ao dia de hoje, só rezamos nas tardes de fim de semana e nas noites todas. Falta-nos obviamente a oração da manhã - e a Varinha deu por isso!
- Mamã, não rezámos!
Eu: Eu e o papá rezámos.
Varinha: Mas devíamos rezar todos juntos...
É que em família, até ao dia de hoje, só rezamos nas tardes de fim de semana e nas noites todas. Falta-nos obviamente a oração da manhã - e a Varinha deu por isso!
domingo, 9 de novembro de 2014
Um convidado especial... todos os dias!
É engraçado como uma ideia que ouvimos nos pode passar ao lado, até determinado momento em que faz todo o sentido.
Aconteceu-me hoje. Num comentário ao post "Uma família de Caná... Nós?!? #2", a Carla escreveu:
"ser família de Caná é ter como convidado diário Jesus. Jesus na refeição, Jesus nos momentos de alegria, nas palavras mais azedas com as crianças e marido, etc.. Jesus foi convidado por uma família em Caná e hoje nós também o convidamos para nossa casa. Como todos os convidados, há momentos em que conversamos mais e outros menos, mas todos os dias o fazemos."
Vou tentar recordar que tenho este Convidado ali, quando falo, quando ajo...
Aconteceu-me hoje. Num comentário ao post "Uma família de Caná... Nós?!? #2", a Carla escreveu:
"ser família de Caná é ter como convidado diário Jesus. Jesus na refeição, Jesus nos momentos de alegria, nas palavras mais azedas com as crianças e marido, etc.. Jesus foi convidado por uma família em Caná e hoje nós também o convidamos para nossa casa. Como todos os convidados, há momentos em que conversamos mais e outros menos, mas todos os dias o fazemos."
Vou tentar recordar que tenho este Convidado ali, quando falo, quando ajo...
Um convidado especial... todos os dias!
É engraçado como uma ideia que ouvimos nos pode passar ao lado, até determinado momento em que faz todo o sentido.
Aconteceu-me hoje. Num comentário ao post "Uma família de Caná... Nós?!? #2", a Carla escreveu:
"ser família de Caná é ter como convidado diário Jesus. Jesus na refeição, Jesus nos momentos de alegria, nas palavras mais azedas com as crianças e marido, etc.. Jesus foi convidado por uma família em Caná e hoje nós também o convidamos para nossa casa. Como todos os convidados, há momentos em que conversamos mais e outros menos, mas todos os dias o fazemos."
Vou tentar recordar que tenho este Convidado ali, quando falo, quando ajo...
Aconteceu-me hoje. Num comentário ao post "Uma família de Caná... Nós?!? #2", a Carla escreveu:
"ser família de Caná é ter como convidado diário Jesus. Jesus na refeição, Jesus nos momentos de alegria, nas palavras mais azedas com as crianças e marido, etc.. Jesus foi convidado por uma família em Caná e hoje nós também o convidamos para nossa casa. Como todos os convidados, há momentos em que conversamos mais e outros menos, mas todos os dias o fazemos."
Vou tentar recordar que tenho este Convidado ali, quando falo, quando ajo...
sábado, 8 de novembro de 2014
Tempo
E na sequência da parte final do post anterior, aqui me confesso: estou tipo barata tonta a percorrer blogues a ver se encontro novos posts, para não me dedicar a trabalho que está pendente.
Mas entretanto reparei que o Rogério colocou o missal a jeito, no Canto de Oração, pelo que em breve ocuparei o meu tempo de outra maneira (melhor, acho eu)!
:-)
Mas entretanto reparei que o Rogério colocou o missal a jeito, no Canto de Oração, pelo que em breve ocuparei o meu tempo de outra maneira (melhor, acho eu)!
:-)
Tempo
E na sequência da parte final do post anterior, aqui me confesso: estou tipo barata tonta a percorrer blogues a ver se encontro novos posts, para não me dedicar a trabalho que está pendente.
Mas entretanto reparei que o Rogério colocou o missal a jeito, no Canto de Oração, pelo que em breve ocuparei o meu tempo de outra maneira (melhor, acho eu)!
:-)
Mas entretanto reparei que o Rogério colocou o missal a jeito, no Canto de Oração, pelo que em breve ocuparei o meu tempo de outra maneira (melhor, acho eu)!
:-)
"... quando não tiver muito trabalho..."
Disse-me um aluno esta semana:
Aluno: A professora pode fazer [já não sei o quê, relacionado com a escola e a turma, mas secundário] quando não tiver muito trabalho para fazer!
Desfiz-lhe a ilusão.
Eu: Mas eu tenho sempre muito trabalho para fazer!
Ele: Ah, tem?
Eu: Sim, sempre!
E é a mais pura das verdades. Dizer que utilizo sempre o meu tempo da melhor forma é que não posso dizer!
Aluno: A professora pode fazer [já não sei o quê, relacionado com a escola e a turma, mas secundário] quando não tiver muito trabalho para fazer!
Desfiz-lhe a ilusão.
Eu: Mas eu tenho sempre muito trabalho para fazer!
Ele: Ah, tem?
Eu: Sim, sempre!
E é a mais pura das verdades. Dizer que utilizo sempre o meu tempo da melhor forma é que não posso dizer!
"... quando não tiver muito trabalho..."
Disse-me um aluno esta semana:
Aluno: A professora pode fazer [já não sei o quê, relacionado com a escola e a turma, mas secundário] quando não tiver muito trabalho para fazer!
Desfiz-lhe a ilusão.
Eu: Mas eu tenho sempre muito trabalho para fazer!
Ele: Ah, tem?
Eu: Sim, sempre!
E é a mais pura das verdades. Dizer que utilizo sempre o meu tempo da melhor forma é que não posso dizer!
Aluno: A professora pode fazer [já não sei o quê, relacionado com a escola e a turma, mas secundário] quando não tiver muito trabalho para fazer!
Desfiz-lhe a ilusão.
Eu: Mas eu tenho sempre muito trabalho para fazer!
Ele: Ah, tem?
Eu: Sim, sempre!
E é a mais pura das verdades. Dizer que utilizo sempre o meu tempo da melhor forma é que não posso dizer!
"Não é engraçado...?"
Encontrei este post num blogue que visito de vez em quando. Não é da autoria da blogger, é de um padre que ela conhece, e foi escrito em maio de 2000*. Mas leiam e digam-me se não é (tantas vezes) atual...
http://littlepregnancy.blogspot.pt/2014/09/escrito-ha-14-anos-mas-tao-atual.html
*Ele deve ter referido escudos, pois duvido que usasse a moeda futura (o euro começou a ser a moeda principal em março de 2002, embora já circulasse um tempo antes) para passar a mensagem.
http://littlepregnancy.blogspot.pt/2014/09/escrito-ha-14-anos-mas-tao-atual.html
*Ele deve ter referido escudos, pois duvido que usasse a moeda futura (o euro começou a ser a moeda principal em março de 2002, embora já circulasse um tempo antes) para passar a mensagem.
"Não é engraçado...?"
Encontrei este post num blogue que visito de vez em quando. Não é da autoria da blogger, é de um padre que ela conhece, e foi escrito em maio de 2000*. Mas leiam e digam-me se não é (tantas vezes) atual...
http://littlepregnancy.blogspot.pt/2014/09/escrito-ha-14-anos-mas-tao-atual.html
*Ele deve ter referido escudos, pois duvido que usasse a moeda futura (o euro começou a ser a moeda principal em março de 2002, embora já circulasse um tempo antes) para passar a mensagem.
http://littlepregnancy.blogspot.pt/2014/09/escrito-ha-14-anos-mas-tao-atual.html
*Ele deve ter referido escudos, pois duvido que usasse a moeda futura (o euro começou a ser a moeda principal em março de 2002, embora já circulasse um tempo antes) para passar a mensagem.
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Uma Família de Caná - palavra de Gato
A propósito dos posts (primeiro e segundo) sobre sermos ou não uma Família de Caná, o Rogério deu o seu parecer, enriquecendo este blogue com um comentário (é a segunda vez, talvez terceira, que o faz, por isso há que dar o devido valor!):
Querida Mimi,
Eu até achei bem, e simpático, que a Teresa tenha posto lá o link para o teu blog. Acho que nós temos feito um esforço para pôr em prática o que aprendemos com as Famílias de Caná. É certo que ainda nos falta muito, mas parece-me que o título do post é um pouco injusto para a Teresa.
Beijinhos,
Gato Rogério
Há pouco disse-me também que o meu post número dois não estava totalmente correto. Aí apanhou-me de surpresa: eu escrevi tentando ser o mais verdadeira possível - onde fora que me enganara?
Pois não era que ele tinha razão? No único ponto onde eu disse que já cumpríamos (o 3), o Rogério lembrou que nós, em família, continuamos a rezar num dos quartos das crianças (quase sempre o delas) durante a semana, à noite. E realmente o ponto três diz que as Famílias de Caná têm um Canto de Oração e é nele que rezam todos os dias.
Todos juntos, só ao fim de semana rezamos junto ao Canto de Oração. O Rogério e eu é que rezamos o terço (quando rezamos, que tem sido quase todos os dias) sempre lá.
Querida Mimi,
Eu até achei bem, e simpático, que a Teresa tenha posto lá o link para o teu blog. Acho que nós temos feito um esforço para pôr em prática o que aprendemos com as Famílias de Caná. É certo que ainda nos falta muito, mas parece-me que o título do post é um pouco injusto para a Teresa.
Beijinhos,
Gato Rogério
Há pouco disse-me também que o meu post número dois não estava totalmente correto. Aí apanhou-me de surpresa: eu escrevi tentando ser o mais verdadeira possível - onde fora que me enganara?
Pois não era que ele tinha razão? No único ponto onde eu disse que já cumpríamos (o 3), o Rogério lembrou que nós, em família, continuamos a rezar num dos quartos das crianças (quase sempre o delas) durante a semana, à noite. E realmente o ponto três diz que as Famílias de Caná têm um Canto de Oração e é nele que rezam todos os dias.
Todos juntos, só ao fim de semana rezamos junto ao Canto de Oração. O Rogério e eu é que rezamos o terço (quando rezamos, que tem sido quase todos os dias) sempre lá.
Uma Família de Caná - palavra de Gato
A propósito dos posts (primeiro e segundo) sobre sermos ou não uma Família de Caná, o Rogério deu o seu parecer, enriquecendo este blogue com um comentário (é a segunda vez, talvez terceira, que o faz, por isso há que dar o devido valor!):
Querida Mimi,
Eu até achei bem, e simpático, que a Teresa tenha posto lá o link para o teu blog. Acho que nós temos feito um esforço para pôr em prática o que aprendemos com as Famílias de Caná. É certo que ainda nos falta muito, mas parece-me que o título do post é um pouco injusto para a Teresa.
Beijinhos,
Gato Rogério
Há pouco disse-me também que o meu post número dois não estava totalmente correto. Aí apanhou-me de surpresa: eu escrevi tentando ser o mais verdadeira possível - onde fora que me enganara?
Pois não era que ele tinha razão? No único ponto onde eu disse que já cumpríamos (o 3), o Rogério lembrou que nós, em família, continuamos a rezar num dos quartos das crianças (quase sempre o delas) durante a semana, à noite. E realmente o ponto três diz que as Famílias de Caná têm um Canto de Oração e é nele que rezam todos os dias.
Todos juntos, só ao fim de semana rezamos junto ao Canto de Oração. O Rogério e eu é que rezamos o terço (quando rezamos, que tem sido quase todos os dias) sempre lá.
Querida Mimi,
Eu até achei bem, e simpático, que a Teresa tenha posto lá o link para o teu blog. Acho que nós temos feito um esforço para pôr em prática o que aprendemos com as Famílias de Caná. É certo que ainda nos falta muito, mas parece-me que o título do post é um pouco injusto para a Teresa.
Beijinhos,
Gato Rogério
Há pouco disse-me também que o meu post número dois não estava totalmente correto. Aí apanhou-me de surpresa: eu escrevi tentando ser o mais verdadeira possível - onde fora que me enganara?
Pois não era que ele tinha razão? No único ponto onde eu disse que já cumpríamos (o 3), o Rogério lembrou que nós, em família, continuamos a rezar num dos quartos das crianças (quase sempre o delas) durante a semana, à noite. E realmente o ponto três diz que as Famílias de Caná têm um Canto de Oração e é nele que rezam todos os dias.
Todos juntos, só ao fim de semana rezamos junto ao Canto de Oração. O Rogério e eu é que rezamos o terço (quando rezamos, que tem sido quase todos os dias) sempre lá.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Sim, sou uma mãe babada...
Sim, sou uma mãe babada...
Uma família de Caná?... Nós?!? #2
Eis a continuação deste post, ou, por outras palavras, a reflexão nele "prometida".
Para começar, há que contextualizar. Retirei o texto que se segue do post "Família de Caná", do blogue amigo e de referência (para mim e para muita gente): "Uma Família Católica".
REFLEXÃO...
Pensando nas Cinco Pedrinhas, vejo que:
1 - Na nossa família fazemos a consagração a Nossa Senhora (rezamos com outra oração) mas, em família, fazemo-lo apenas à noite, e não no arranque do dia. De manhã, só eu e o Rogério a rezamos.
2 - Nunca fizemos a adoração eucarística em família e, eu pelo menos, só a faço muito poucas vezes ao ano - longe, muito longe, de ser uma prática frequente. Confissão mensal? Nem por isso, embora a frequência tenha vindo - muito lentamente - a aumentar, ou seja, os intervalos entre confissões a diminuir (falo por mim). O Rogério sabe de si. Da Vassoura sei que se confessou duas vezes.
Isto tudo para dizer que não temos o hábito de nos organizarmos em família para irmos ao Sacramento da Reconciliação todos juntos. Acho que há aquela parte dos escrúpulos: "Então eu vou dizer a alguém que tem de se confessar? Vou marcar (impor) um dia para isso? Parece pouco ético, pouco cristão. Ao fazer isto não estou a julgar aquela pessoa - neste caso o(s) meu(s) familiar(es)?" Bem, para estas questões há uma resposta simples: "O justo peca sete vezes ao dia.", logo, todos pecamos... Marcar um dia é equivalente a mandar as crianças arrumar o quarto - se eu esperasse que elas se decidissem, mais valia esperar sentada!
3 - OK, esta já está! (Ver aqui.)
4 - Tentamos, eu e o Rogério, rezar o terço todos os dias (nem sempre o fazemos). Em família, só rezamos ao fim de semana.
5 - Não me parece que estejamos ao serviço, neste sentido. Ponto.
CONCLUSÃO...
Por estas razões, acho que a Teresa Power se precipitou, de facto. Nós (ainda) não somos uma Família de Caná. Mas somos talvez uma Família de Caná em construção...
Antes de eu publicar este post, a Teresa deixou comentários no post anterior, que decidi incluir neste:
Olha lá, Bruxa Mimi, quem arrasta pianos de 300kg por causa de um Canto de Oração, chama-se o quê?
e
pode-se ser Família de Caná e nem sequer o saber, como é o caso da Bruxa Mimi...
:-)
Mas ela também escreveu:
As Famílias de Caná (...) têm cinco pontos muito concretos de vida de fé, as Cinco Pedrinhas (...)
... e é por isso que mantenho a minha conclusão. (Apesar de ter escrito que me rendia, Teresa!)
Para terminar este post que já vai muuuuito longo, volto a citar o post da Teresa, que na sua parte final inclui um convite:
"Quem quiser experimentar esta forma de ser Igreja poderá contactar a Família Power, enviando um e-mail para ntpower@sapo.pt, dirigido a Teresa Power e tendo como Assunto “Famílias de Caná”."
Para começar, há que contextualizar. Retirei o texto que se segue do post "Família de Caná", do blogue amigo e de referência (para mim e para muita gente): "Uma Família Católica".
"FAMÍLIA DE CANÁ
As Bodas de Caná
“Ao terceiro dia, celebrava-se uma boda em Caná da Galileia e a Mãe de Jesus estava lá. Jesus e os seus discípulos também foram convidados para a boda” (Jo 2, 1-2)
Não sabemos os nomes dos noivos que celebraram esta boda inesquecível em Caná da Galileia, mas sabemos que eram amigos de Jesus e de Maria. Talvez tivessem brincado com Jesus quando eram crianças ou frequentado a mesma sinagoga; talvez tivessem sido vizinhos. Não sabemos os seus nomes, porque hoje eles podem ser cada um de nós: somos Família de Caná sempre que convidamos Jesus e sua Mãe para a nossa festa!
Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná
Nas Bodas de Caná, Maria antecipou a hora de Jesus; mas antecipou também a sua hora como Aquela que intercede por nós junto de Deus. A Mãe de Caná é assim, nos Evangelhos, a imagem mais perfeita da Senhora Auxiliadora dos cristãos.
As Famílias de Caná nasceram à sombra do Santuário de Nossa Senhora Auxiliadora, em Mogofores, e têm na Mãe de Caná a sua Rainha.
Famílias de Caná
Ser Família de Caná é um estilo de vida, uma forma particular de ser família na grande família da Igreja Católica.
A Família de Caná nasce das raízes hebraicas da fé cristã e cresce no jardim de Nossa Senhora. Como toda a árvore, conhece-se pelos frutos (cf. Mt 12, 33). O fruto distintivo da família cristã é o amor. Diziam os pagãos ao falarem dos primeiros cristãos, segundo Tertuliano: “Vede como eles se amam!” E assim deve continuar a ser hoje.
No Judaísmo, a fé vive-se e celebra-se primeiramente em família. “Eu e a minha família serviremos o Senhor” (Jos 24, 15) proclamou Josué ao chegar a Canaã. As Famílias de Caná querem ser Igrejas Domésticas, pequenos oásis de fé cristã verdadeiramente vivida e celebrada, onde educar seja desafiar para a santidade e crescer seja uma aventura rumo ao Céu.
As cinco pedrinhas de David
Como se faz isso? Propomos “cinco pedrinhas”, tantas quantas David recolheu no leito do rio para com elas vencer o gigante Golias (Cf 1Sam 17):
1 – Consagração a Nossa Senhora
A Família de Caná começa o dia com a sua consagração a Maria, nossa Mãe e Rainha.
Invocação
“Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná,
ensina-nos a fazer tudo o que Jesus nos disser!”
Consagração
“Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná,
Consagramos-te hoje e sempre a nossa família.
Confiamos na tua intercessão de mãe,
Para que o vinho da fé, da esperança e do amor
Nunca acabe em nossa casa.
Faz de nós servos do Senhor, como tu,
E ensina-nos a fazer
Tudo o que Jesus nos disser.
Ámen!”
2 – Vida sacramental
A Família de Caná procura encontrar-se com Jesus através dos sacramentos: o matrimónio, fundador da família; o baptismo dos filhos; a eucaristia dominical e a adoração eucarística frequente; a confissão mensal; a unção dos doentes sempre que necessária.
3 – O canto de oração
A Família de Caná constrói em casa um lugar para a oração e aí se reúne uma vez por dia, em clima de alegria, simplicidade e disponibilidade para fazer o que Jesus disser.
4 – O Rosário e a Bíblia
Como na casa de Nazaré, a Família de Caná conta as histórias da Bíblia e medita nos mistérios da vida de Jesus, na companhia de Maria, para com Ela aprender a fazer o que Jesus disser.
O “Shemá”, aperfeiçoado por Jesus, marca o início e o fim de cada dia:
Shemá
“Escuta Israel
O Senhor nosso Deus é o único Senhor.
Amarás o Senhor com todo o teu coração
Com toda a tua alma e com todas as tuas forças
E amarás o próximo como a ti mesmo.
Faz isto e serás feliz.
Ámen!” (Lc 10, 27-28)
5 – Visitação
Como Maria em casa de Isabel, em Nazaré, em Caná e em Jerusalém, a Família de Caná “visita” o seu próximo, servindo-o com amor e levando-lhe Jesus.
Compromisso
Ser Família de Caná é um compromisso familiar do cristão, sem qualquer acto público ou distintivo exterior. As Famílias de Caná devem procurar viver a sua fé nas paróquias onde vivem, estando disponíveis para fazer tudo o que Jesus disser.
Para as auxiliar nesta caminhada de santidade, ser-lhes-ão propostos retiros e encontros, e todos os primeiros sábados receberão via correio electrónico uma curta meditação."
REFLEXÃO...
Pensando nas Cinco Pedrinhas, vejo que:
1 - Na nossa família fazemos a consagração a Nossa Senhora (rezamos com outra oração) mas, em família, fazemo-lo apenas à noite, e não no arranque do dia. De manhã, só eu e o Rogério a rezamos.
2 - Nunca fizemos a adoração eucarística em família e, eu pelo menos, só a faço muito poucas vezes ao ano - longe, muito longe, de ser uma prática frequente. Confissão mensal? Nem por isso, embora a frequência tenha vindo - muito lentamente - a aumentar, ou seja, os intervalos entre confissões a diminuir (falo por mim). O Rogério sabe de si. Da Vassoura sei que se confessou duas vezes.
Isto tudo para dizer que não temos o hábito de nos organizarmos em família para irmos ao Sacramento da Reconciliação todos juntos. Acho que há aquela parte dos escrúpulos: "Então eu vou dizer a alguém que tem de se confessar? Vou marcar (impor) um dia para isso? Parece pouco ético, pouco cristão. Ao fazer isto não estou a julgar aquela pessoa - neste caso o(s) meu(s) familiar(es)?" Bem, para estas questões há uma resposta simples: "O justo peca sete vezes ao dia.", logo, todos pecamos... Marcar um dia é equivalente a mandar as crianças arrumar o quarto - se eu esperasse que elas se decidissem, mais valia esperar sentada!
3 - OK, esta já está! (Ver aqui.)
4 - Tentamos, eu e o Rogério, rezar o terço todos os dias (nem sempre o fazemos). Em família, só rezamos ao fim de semana.
5 - Não me parece que estejamos ao serviço, neste sentido. Ponto.
CONCLUSÃO...
Por estas razões, acho que a Teresa Power se precipitou, de facto. Nós (ainda) não somos uma Família de Caná. Mas somos talvez uma Família de Caná em construção...
Antes de eu publicar este post, a Teresa deixou comentários no post anterior, que decidi incluir neste:
Olha lá, Bruxa Mimi, quem arrasta pianos de 300kg por causa de um Canto de Oração, chama-se o quê?
e
pode-se ser Família de Caná e nem sequer o saber, como é o caso da Bruxa Mimi...
:-)
Mas ela também escreveu:
As Famílias de Caná (...) têm cinco pontos muito concretos de vida de fé, as Cinco Pedrinhas (...)
... e é por isso que mantenho a minha conclusão. (Apesar de ter escrito que me rendia, Teresa!)
Para terminar este post que já vai muuuuito longo, volto a citar o post da Teresa, que na sua parte final inclui um convite:
"Quem quiser experimentar esta forma de ser Igreja poderá contactar a Família Power, enviando um e-mail para ntpower@sapo.pt, dirigido a Teresa Power e tendo como Assunto “Famílias de Caná”."
Uma família de Caná?... Nós?!? #2
Eis a continuação deste post, ou, por outras palavras, a reflexão nele "prometida".
Para começar, há que contextualizar. Retirei o texto que se segue do post "Família de Caná", do blogue amigo e de referência (para mim e para muita gente): "Uma Família Católica".
REFLEXÃO...
Pensando nas Cinco Pedrinhas, vejo que:
1 - Na nossa família fazemos a consagração a Nossa Senhora (rezamos com outra oração) mas, em família, fazemo-lo apenas à noite, e não no arranque do dia. De manhã, só eu e o Rogério a rezamos.
2 - Nunca fizemos a adoração eucarística em família e, eu pelo menos, só a faço muito poucas vezes ao ano - longe, muito longe, de ser uma prática frequente. Confissão mensal? Nem por isso, embora a frequência tenha vindo - muito lentamente - a aumentar, ou seja, os intervalos entre confissões a diminuir (falo por mim). O Rogério sabe de si. Da Vassoura sei que se confessou duas vezes.
Isto tudo para dizer que não temos o hábito de nos organizarmos em família para irmos ao Sacramento da Reconciliação todos juntos. Acho que há aquela parte dos escrúpulos: "Então eu vou dizer a alguém que tem de se confessar? Vou marcar (impor) um dia para isso? Parece pouco ético, pouco cristão. Ao fazer isto não estou a julgar aquela pessoa - neste caso o(s) meu(s) familiar(es)?" Bem, para estas questões há uma resposta simples: "O justo peca sete vezes ao dia.", logo, todos pecamos... Marcar um dia é equivalente a mandar as crianças arrumar o quarto - se eu esperasse que elas se decidissem, mais valia esperar sentada!
3 - OK, esta já está! (Ver aqui.)
4 - Tentamos, eu e o Rogério, rezar o terço todos os dias (nem sempre o fazemos). Em família, só rezamos ao fim de semana.
5 - Não me parece que estejamos ao serviço, neste sentido. Ponto.
CONCLUSÃO...
Por estas razões, acho que a Teresa Power se precipitou, de facto. Nós (ainda) não somos uma Família de Caná. Mas somos talvez uma Família de Caná em construção...
Antes de eu publicar este post, a Teresa deixou comentários no post anterior, que decidi incluir neste:
Olha lá, Bruxa Mimi, quem arrasta pianos de 300kg por causa de um Canto de Oração, chama-se o quê?
e
pode-se ser Família de Caná e nem sequer o saber, como é o caso da Bruxa Mimi...
:-)
Mas ela também escreveu:
As Famílias de Caná (...) têm cinco pontos muito concretos de vida de fé, as Cinco Pedrinhas (...)
... e é por isso que mantenho a minha conclusão. (Apesar de ter escrito que me rendia, Teresa!)
Para terminar este post que já vai muuuuito longo, volto a citar o post da Teresa, que na sua parte final inclui um convite:
"Quem quiser experimentar esta forma de ser Igreja poderá contactar a Família Power, enviando um e-mail para ntpower@sapo.pt, dirigido a Teresa Power e tendo como Assunto “Famílias de Caná”."
Para começar, há que contextualizar. Retirei o texto que se segue do post "Família de Caná", do blogue amigo e de referência (para mim e para muita gente): "Uma Família Católica".
"FAMÍLIA DE CANÁ
As Bodas de Caná
“Ao terceiro dia, celebrava-se uma boda em Caná da Galileia e a Mãe de Jesus estava lá. Jesus e os seus discípulos também foram convidados para a boda” (Jo 2, 1-2)
Não sabemos os nomes dos noivos que celebraram esta boda inesquecível em Caná da Galileia, mas sabemos que eram amigos de Jesus e de Maria. Talvez tivessem brincado com Jesus quando eram crianças ou frequentado a mesma sinagoga; talvez tivessem sido vizinhos. Não sabemos os seus nomes, porque hoje eles podem ser cada um de nós: somos Família de Caná sempre que convidamos Jesus e sua Mãe para a nossa festa!
Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná
Nas Bodas de Caná, Maria antecipou a hora de Jesus; mas antecipou também a sua hora como Aquela que intercede por nós junto de Deus. A Mãe de Caná é assim, nos Evangelhos, a imagem mais perfeita da Senhora Auxiliadora dos cristãos.
As Famílias de Caná nasceram à sombra do Santuário de Nossa Senhora Auxiliadora, em Mogofores, e têm na Mãe de Caná a sua Rainha.
Famílias de Caná
Ser Família de Caná é um estilo de vida, uma forma particular de ser família na grande família da Igreja Católica.
A Família de Caná nasce das raízes hebraicas da fé cristã e cresce no jardim de Nossa Senhora. Como toda a árvore, conhece-se pelos frutos (cf. Mt 12, 33). O fruto distintivo da família cristã é o amor. Diziam os pagãos ao falarem dos primeiros cristãos, segundo Tertuliano: “Vede como eles se amam!” E assim deve continuar a ser hoje.
No Judaísmo, a fé vive-se e celebra-se primeiramente em família. “Eu e a minha família serviremos o Senhor” (Jos 24, 15) proclamou Josué ao chegar a Canaã. As Famílias de Caná querem ser Igrejas Domésticas, pequenos oásis de fé cristã verdadeiramente vivida e celebrada, onde educar seja desafiar para a santidade e crescer seja uma aventura rumo ao Céu.
As cinco pedrinhas de David
Como se faz isso? Propomos “cinco pedrinhas”, tantas quantas David recolheu no leito do rio para com elas vencer o gigante Golias (Cf 1Sam 17):
1 – Consagração a Nossa Senhora
A Família de Caná começa o dia com a sua consagração a Maria, nossa Mãe e Rainha.
Invocação
“Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná,
ensina-nos a fazer tudo o que Jesus nos disser!”
Consagração
“Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná,
Consagramos-te hoje e sempre a nossa família.
Confiamos na tua intercessão de mãe,
Para que o vinho da fé, da esperança e do amor
Nunca acabe em nossa casa.
Faz de nós servos do Senhor, como tu,
E ensina-nos a fazer
Tudo o que Jesus nos disser.
Ámen!”
2 – Vida sacramental
A Família de Caná procura encontrar-se com Jesus através dos sacramentos: o matrimónio, fundador da família; o baptismo dos filhos; a eucaristia dominical e a adoração eucarística frequente; a confissão mensal; a unção dos doentes sempre que necessária.
3 – O canto de oração
A Família de Caná constrói em casa um lugar para a oração e aí se reúne uma vez por dia, em clima de alegria, simplicidade e disponibilidade para fazer o que Jesus disser.
4 – O Rosário e a Bíblia
Como na casa de Nazaré, a Família de Caná conta as histórias da Bíblia e medita nos mistérios da vida de Jesus, na companhia de Maria, para com Ela aprender a fazer o que Jesus disser.
O “Shemá”, aperfeiçoado por Jesus, marca o início e o fim de cada dia:
Shemá
“Escuta Israel
O Senhor nosso Deus é o único Senhor.
Amarás o Senhor com todo o teu coração
Com toda a tua alma e com todas as tuas forças
E amarás o próximo como a ti mesmo.
Faz isto e serás feliz.
Ámen!” (Lc 10, 27-28)
5 – Visitação
Como Maria em casa de Isabel, em Nazaré, em Caná e em Jerusalém, a Família de Caná “visita” o seu próximo, servindo-o com amor e levando-lhe Jesus.
Compromisso
Ser Família de Caná é um compromisso familiar do cristão, sem qualquer acto público ou distintivo exterior. As Famílias de Caná devem procurar viver a sua fé nas paróquias onde vivem, estando disponíveis para fazer tudo o que Jesus disser.
Para as auxiliar nesta caminhada de santidade, ser-lhes-ão propostos retiros e encontros, e todos os primeiros sábados receberão via correio electrónico uma curta meditação."
REFLEXÃO...
Pensando nas Cinco Pedrinhas, vejo que:
1 - Na nossa família fazemos a consagração a Nossa Senhora (rezamos com outra oração) mas, em família, fazemo-lo apenas à noite, e não no arranque do dia. De manhã, só eu e o Rogério a rezamos.
2 - Nunca fizemos a adoração eucarística em família e, eu pelo menos, só a faço muito poucas vezes ao ano - longe, muito longe, de ser uma prática frequente. Confissão mensal? Nem por isso, embora a frequência tenha vindo - muito lentamente - a aumentar, ou seja, os intervalos entre confissões a diminuir (falo por mim). O Rogério sabe de si. Da Vassoura sei que se confessou duas vezes.
Isto tudo para dizer que não temos o hábito de nos organizarmos em família para irmos ao Sacramento da Reconciliação todos juntos. Acho que há aquela parte dos escrúpulos: "Então eu vou dizer a alguém que tem de se confessar? Vou marcar (impor) um dia para isso? Parece pouco ético, pouco cristão. Ao fazer isto não estou a julgar aquela pessoa - neste caso o(s) meu(s) familiar(es)?" Bem, para estas questões há uma resposta simples: "O justo peca sete vezes ao dia.", logo, todos pecamos... Marcar um dia é equivalente a mandar as crianças arrumar o quarto - se eu esperasse que elas se decidissem, mais valia esperar sentada!
3 - OK, esta já está! (Ver aqui.)
4 - Tentamos, eu e o Rogério, rezar o terço todos os dias (nem sempre o fazemos). Em família, só rezamos ao fim de semana.
5 - Não me parece que estejamos ao serviço, neste sentido. Ponto.
CONCLUSÃO...
Por estas razões, acho que a Teresa Power se precipitou, de facto. Nós (ainda) não somos uma Família de Caná. Mas somos talvez uma Família de Caná em construção...
Antes de eu publicar este post, a Teresa deixou comentários no post anterior, que decidi incluir neste:
Olha lá, Bruxa Mimi, quem arrasta pianos de 300kg por causa de um Canto de Oração, chama-se o quê?
e
pode-se ser Família de Caná e nem sequer o saber, como é o caso da Bruxa Mimi...
:-)
Mas ela também escreveu:
As Famílias de Caná (...) têm cinco pontos muito concretos de vida de fé, as Cinco Pedrinhas (...)
... e é por isso que mantenho a minha conclusão. (Apesar de ter escrito que me rendia, Teresa!)
Para terminar este post que já vai muuuuito longo, volto a citar o post da Teresa, que na sua parte final inclui um convite:
"Quem quiser experimentar esta forma de ser Igreja poderá contactar a Família Power, enviando um e-mail para ntpower@sapo.pt, dirigido a Teresa Power e tendo como Assunto “Famílias de Caná”."
domingo, 2 de novembro de 2014
Uma família de Caná... Nós?!?
Rogério: Só hoje descobri que a Teresa Power, lá no blogue, do lado direito, ...
Adivinhei o que viria a seguir:
Rogério: ... onde tem os blogues de outras Famílias de Caná, pôs o "Alheia"!
Eu: Ai, pôs? Não tinha reparado!
Rogério: Não tinhas visto?
Eu: Não! [e não tinha mesmo!]
Fiquei a pensar nisto... Poderemos nós considerar-nos uma Família de Caná? Não se terá a Teresa precipitado?
Noutro post refletirei mais sobre esta questão (resta saber quando conseguirei escrever o post).
Adivinhei o que viria a seguir:
Rogério: ... onde tem os blogues de outras Famílias de Caná, pôs o "Alheia"!
Eu: Ai, pôs? Não tinha reparado!
Rogério: Não tinhas visto?
Eu: Não! [e não tinha mesmo!]
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| Esta imagem é só para quem não foi lá ver... |
Fiquei a pensar nisto... Poderemos nós considerar-nos uma Família de Caná? Não se terá a Teresa precipitado?
Noutro post refletirei mais sobre esta questão (resta saber quando conseguirei escrever o post).
Uma família de Caná... Nós?!?
Rogério: Só hoje descobri que a Teresa Power, lá no blogue, do lado direito, ...
Adivinhei o que viria a seguir:
Rogério: ... onde tem os blogues de outras Famílias de Caná, pôs o "Alheia"!
Eu: Ai, pôs? Não tinha reparado!
Rogério: Não tinhas visto?
Eu: Não! [e não tinha mesmo!]
Fiquei a pensar nisto... Poderemos nós considerar-nos uma Família de Caná? Não se terá a Teresa precipitado?
Noutro post refletirei mais sobre esta questão (resta saber quando conseguirei escrever o post).
Adivinhei o que viria a seguir:
Rogério: ... onde tem os blogues de outras Famílias de Caná, pôs o "Alheia"!
Eu: Ai, pôs? Não tinha reparado!
Rogério: Não tinhas visto?
Eu: Não! [e não tinha mesmo!]
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Fiquei a pensar nisto... Poderemos nós considerar-nos uma Família de Caná? Não se terá a Teresa precipitado?
Noutro post refletirei mais sobre esta questão (resta saber quando conseguirei escrever o post).
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