quinta-feira, 25 de abril de 2013

"Vitinho" à moda da Bruxa Mimi

Este vídeo mostra o Vitinho original. É esse que eu, não tão afinadamente, canto aos meus filhos quando os acompanho à cama, à noite.


Mas quando ponho o Feitiço na cama, para a sesta, altero algumas partes da letra. Fica assim:

Está na hora / da sestinha / vamos lá dormir / lá fora, o Sol brilha / sem [com] nuvens a encobrir / Mais logo, quando acordares / tu vais poder ver / acordas mais forte / e mais esperto / isso é crescer... / Boa sesta / Sonhos lindos / Adeus e até logo...

"Vitinho" à moda da Bruxa Mimi

Este vídeo mostra o Vitinho original. É esse que eu, não tão afinadamente, canto aos meus filhos quando os acompanho à cama, à noite.


Mas quando ponho o Feitiço na cama, para a sesta, altero algumas partes da letra. Fica assim:

Está na hora / da sestinha / vamos lá dormir / lá fora, o Sol brilha / sem [com] nuvens a encobrir / Mais logo, quando acordares / tu vais poder ver / acordas mais forte / e mais esperto / isso é crescer... / Boa sesta / Sonhos lindos / Adeus e até logo...

Recordações do 25 de abril de 1974

Nenhumas! Tinha um ano e poucos dias na altura, de que é que poderia lembrar-me?

Lembro-me, no entanto, do que me contaram os meus irmãos mais velhos: nessa altura, puderam andar nos transportes públicos sem pagar bilhete (não sei exatamente em que/quantos dias)... Mas o que faziam eles a andar de transportes públicos à toa (sozinhos? acompanhados?) com onze, nove e oito anos? Outros tempos, sem dúvida!...

Aos membros da família que perdem tempo a ler este blogue, e que têm memórias próprias do 25 de abril, peço que intervenham se o que escrevi não estiver certo.

Ah, e aproveito para dar os parabéns a três pessoas que fazem anos neste dia: A.P. (45 anos), M.J. (39) e B. (6). Como nenhum deles segue o blogue, é óbvio que terei de lhes dar os parabéns por outra via!


Recordações do 25 de abril de 1974

Nenhumas! Tinha um ano e poucos dias na altura, de que é que poderia lembrar-me?

Lembro-me, no entanto, do que me contaram os meus irmãos mais velhos: nessa altura, puderam andar nos transportes públicos sem pagar bilhete (não sei exatamente em que/quantos dias)... Mas o que faziam eles a andar de transportes públicos à toa (sozinhos? acompanhados?) com onze, nove e oito anos? Outros tempos, sem dúvida!...

Aos membros da família que perdem tempo a ler este blogue, e que têm memórias próprias do 25 de abril, peço que intervenham se o que escrevi não estiver certo.

Ah, e aproveito para dar os parabéns a três pessoas que fazem anos neste dia: A.P. (45 anos), M.J. (39) e B. (6). Como nenhum deles segue o blogue, é óbvio que terei de lhes dar os parabéns por outra via!


quarta-feira, 24 de abril de 2013

Uma anedota enfeitiçada

O Feitiço pediu para eu lhe contar a anedota "da senhora e do palhaço". Eu respondi que ele era muito novo para entender anedotas sobre políticos. Nãããão, não respondi isto (mas podia ter respondido)! O que eu respondi foi que não sabia a anedota que ele queria ouvir e pedi-lhe para ma contar. Eis a "anedota", recontada da maneira mais fiel possível:

"Um dia uma senhora entrou na loja e estava.... e encontrou um palhaço. O palhaço estava a puxar os pés." [Fim]

Eu fiquei como vocês ficaram. Depois lembrei-me que o Feitiço tem três anos e achei que ele se tinha desenvencilhado muito bem a contar a anedota. Além do mais, quem é que nunca contou uma anedota sem piada nenhuma?


Uma anedota enfeitiçada

O Feitiço pediu para eu lhe contar a anedota "da senhora e do palhaço". Eu respondi que ele era muito novo para entender anedotas sobre políticos. Nãããão, não respondi isto (mas podia ter respondido)! O que eu respondi foi que não sabia a anedota que ele queria ouvir e pedi-lhe para ma contar. Eis a "anedota", recontada da maneira mais fiel possível:

"Um dia uma senhora entrou na loja e estava.... e encontrou um palhaço. O palhaço estava a puxar os pés." [Fim]

Eu fiquei como vocês ficaram. Depois lembrei-me que o Feitiço tem três anos e achei que ele se tinha desenvencilhado muito bem a contar a anedota. Além do mais, quem é que nunca contou uma anedota sem piada nenhuma?


Xô, Bruxa, sai de casa e leva o Feitiço!

De mim para mim:

- Sai, aproveita o tempo razoável que vem aí tempo mais frio (segundo o IPMA)!
- Ai, vem?
- O Feitiço precisa de apanhar ar... e tu também!
- Tens razão, Mimi!
- Pois claro que tenho, Bruxa!
- Obrigada pelo conselho. Vou segui-lo.

[Eu nunca disse que não era maluca]

Xô, Bruxa, sai de casa e leva o Feitiço!

De mim para mim:

- Sai, aproveita o tempo razoável que vem aí tempo mais frio (segundo o IPMA)!
- Ai, vem?
- O Feitiço precisa de apanhar ar... e tu também!
- Tens razão, Mimi!
- Pois claro que tenho, Bruxa!
- Obrigada pelo conselho. Vou segui-lo.

[Eu nunca disse que não era maluca]

terça-feira, 23 de abril de 2013

Amizade 1 - 0 "Castle"

Se podia escrever este post em duas (vá lá, quatro) linhas? Podia, mas não era a mesma coisa...

Desde pequena que o pequeno écran (que nos últimos anos começou a diminuir em espessura e a aumentar em área - eu acho que os termos corretos não são estes, mas não me importo) exerce sobre mim um estúpido fascínio.

Em adolescente e young adult, era capaz de chegar a casa e não ligar a televisão (por ter coisas mais importantes para fazer). Mas fazia a asneira de me pôr a trabalhar na sala. Ora, como a família era grande, rapidamente chegava outra pessoa, que pegava no comando e ligava a televisão para ver o que estava a dar (em tempos de 4 canais no máximo), nada lhe interessava e saía da sala, esquecendo-se de desligar a televisão... Pronto! Ficava tudo estragado e lá se iam os meus bons propósitos. Uma vez ligada a televisão, eu pura e simplesmente não conseguia desligá-la, nem desligar-me dela, por isso ficava a ver o que quer que estivesse a dar naquela altura, e a seguir...

Quando fui morar sozinha, não tinha televisão. Tinha televisor, mas havia um problema na antena do prédio e eu não "apanhava" nada. Não me importei e usava o televisor apenas para ver filmes em VHS e DVD. Foram mais de três anos de "desintoxicação televisiva" que me fizeram muito bem.

O Rogério não é nada viciado em televisão, o que é bom para mim, já que não me puxa para o vício. Por outro lado, agora tenho acesso a muitos canais em que abundam as séries (de investigação criminal, "medicina", comédia familiar) e, por ver acidentalmente um episódio, fica logo "um bichinho" a querer ver mais. Pior: se a televisão estiver ligada, sou capaz de ficar a ver um episódio que já tenha visto uma vez, ou duas, ou três. É triste, eu sei! Até parece que não tenho mais nada que fazer! [Tenho, a sério.]

Por isso, adotei um sistema de gravar as novas temporadas das séries que realmente me interessam e ver apenas essas gravações (com a vantagem de saltar os intervalos). Não é um sistema infalível, mas tem reduzido em muito o tempo que passo à frente da televisão (não contando o tempo em que vejo desenhos animados com os miúdos).

Retomemos então o post na sua origem. Ontem, estava a começar ver a gravação do último episódio do "Castle", aproveitando a sesta do Feitiço, quando chegou o meu Filhote Pato. Não foi uma visita surpresa, embora não soubesse exatamente a que horas chegaria, mas tive aquele segundo (idiota) de hesitação ("desligo a televisão ou convido-a a ver comigo a gravação?")...

Foi mesmo só um segundo. Conclusão: Amizade 1 - 0 "Castle".

P.S. - Vi o episódio esta manhã. Muuuuuito giro!

Amizade 1 - 0 "Castle"

Se podia escrever este post em duas (vá lá, quatro) linhas? Podia, mas não era a mesma coisa...

Desde pequena que o pequeno écran (que nos últimos anos começou a diminuir em espessura e a aumentar em área - eu acho que os termos corretos não são estes, mas não me importo) exerce sobre mim um estúpido fascínio.

Em adolescente e young adult, era capaz de chegar a casa e não ligar a televisão (por ter coisas mais importantes para fazer). Mas fazia a asneira de me pôr a trabalhar na sala. Ora, como a família era grande, rapidamente chegava outra pessoa, que pegava no comando e ligava a televisão para ver o que estava a dar (em tempos de 4 canais no máximo), nada lhe interessava e saía da sala, esquecendo-se de desligar a televisão... Pronto! Ficava tudo estragado e lá se iam os meus bons propósitos. Uma vez ligada a televisão, eu pura e simplesmente não conseguia desligá-la, nem desligar-me dela, por isso ficava a ver o que quer que estivesse a dar naquela altura, e a seguir...

Quando fui morar sozinha, não tinha televisão. Tinha televisor, mas havia um problema na antena do prédio e eu não "apanhava" nada. Não me importei e usava o televisor apenas para ver filmes em VHS e DVD. Foram mais de três anos de "desintoxicação televisiva" que me fizeram muito bem.

O Rogério não é nada viciado em televisão, o que é bom para mim, já que não me puxa para o vício. Por outro lado, agora tenho acesso a muitos canais em que abundam as séries (de investigação criminal, "medicina", comédia familiar) e, por ver acidentalmente um episódio, fica logo "um bichinho" a querer ver mais. Pior: se a televisão estiver ligada, sou capaz de ficar a ver um episódio que já tenha visto uma vez, ou duas, ou três. É triste, eu sei! Até parece que não tenho mais nada que fazer! [Tenho, a sério.]

Por isso, adotei um sistema de gravar as novas temporadas das séries que realmente me interessam e ver apenas essas gravações (com a vantagem de saltar os intervalos). Não é um sistema infalível, mas tem reduzido em muito o tempo que passo à frente da televisão (não contando o tempo em que vejo desenhos animados com os miúdos).

Retomemos então o post na sua origem. Ontem, estava a começar ver a gravação do último episódio do "Castle", aproveitando a sesta do Feitiço, quando chegou o meu Filhote Pato. Não foi uma visita surpresa, embora não soubesse exatamente a que horas chegaria, mas tive aquele segundo (idiota) de hesitação ("desligo a televisão ou convido-a a ver comigo a gravação?")...

Foi mesmo só um segundo. Conclusão: Amizade 1 - 0 "Castle".

P.S. - Vi o episódio esta manhã. Muuuuuito giro!

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Indo eu, indo eu

... a caminho da sala da Varinha, com o Feitiço, para ajudar os meninos a fazerem um ovo em JumpingClay (os que ainda não fizeram, pois já lá estive na 2ª feira da semana passada). Depois mostro como ficaram (se não me esquecer de os fotografar!).

Até logo e boa semana!
-------
(Horas mais tarde)

Ainda nem todas as crianças da sala da Varinha fizeram os ovos (por estarem a faltar), por isso ainda lá irei outra vez. Só depois dessa última ida é que mostrarei as fotografias do conjunto dos ovos.

Indo eu, indo eu

... a caminho da sala da Varinha, com o Feitiço, para ajudar os meninos a fazerem um ovo em JumpingClay (os que ainda não fizeram, pois já lá estive na 2ª feira da semana passada). Depois mostro como ficaram (se não me esquecer de os fotografar!).

Até logo e boa semana!
-------
(Horas mais tarde)

Ainda nem todas as crianças da sala da Varinha fizeram os ovos (por estarem a faltar), por isso ainda lá irei outra vez. Só depois dessa última ida é que mostrarei as fotografias do conjunto dos ovos.

domingo, 21 de abril de 2013

Gato-Palhaço

Graças ao filme "À procura de Nemo", toda a gente conhece o peixe-palhaço (eu, pelo menos, só o fiquei a conhecer depois de ver o filme).

Mas conhecer um Gato-Palhaço não é para todos, não senhor! E cá em casa há um... Eu explico:

Temos um nariz de palhaço, bem vermelho, desde sexta-feira passada. Gato já tínhamos, aka meu marido, aka papá para a Vassoura, a Varinha e o Feitiço. Juntando o nariz de palhaço ao gato, ficámos com um Gato-Palhaço!

A surpresa foi descobrir no meu querido Gato Rogério uma capacidade gigantesca para fazer rir as crianças e a mim. O nariz ajuda, mas vale pouco quando comparado com os olhos a dar voltas ou a piscar muito depressa, a língua de um lado para o outro, as mãos em movimento acelerado, em posições variadas, tudo acompanhado de uns sons engraçados feitos com a boca. Só visto!... e eu adorava mostrar-vos o pequeno vídeo que fiz, mas por causa das questões de privacidade, não posso.

É como eu escrevi há bocado: conhecer um Gato-Palhaço é só para alguns... sortudos!

Gato-Palhaço

Graças ao filme "À procura de Nemo", toda a gente conhece o peixe-palhaço (eu, pelo menos, só o fiquei a conhecer depois de ver o filme).

Mas conhecer um Gato-Palhaço não é para todos, não senhor! E cá em casa há um... Eu explico:

Temos um nariz de palhaço, bem vermelho, desde sexta-feira passada. Gato já tínhamos, aka meu marido, aka papá para a Vassoura, a Varinha e o Feitiço. Juntando o nariz de palhaço ao gato, ficámos com um Gato-Palhaço!

A surpresa foi descobrir no meu querido Gato Rogério uma capacidade gigantesca para fazer rir as crianças e a mim. O nariz ajuda, mas vale pouco quando comparado com os olhos a dar voltas ou a piscar muito depressa, a língua de um lado para o outro, as mãos em movimento acelerado, em posições variadas, tudo acompanhado de uns sons engraçados feitos com a boca. Só visto!... e eu adorava mostrar-vos o pequeno vídeo que fiz, mas por causa das questões de privacidade, não posso.

É como eu escrevi há bocado: conhecer um Gato-Palhaço é só para alguns... sortudos!

sábado, 20 de abril de 2013

"Não me faças zangar"

Acabei de dizer isto à Varinha. E logo a seguir apercebi-me que ela não me faz zangar, zangar-me é uma escolha minha.

Tenho de repensar as minhas escolhas.

"Não me faças zangar"

Acabei de dizer isto à Varinha. E logo a seguir apercebi-me que ela não me faz zangar, zangar-me é uma escolha minha.

Tenho de repensar as minhas escolhas.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Quase em 2013

...  no número de visitas! Obrigada!

Quase em 2013

...  no número de visitas! Obrigada!

A festa em 12 fotografias

(A anfitriã a receber um convidado)
(O anfitrião serve bebidas)


(Duas convidadas na conversa)
(Uma convidada na casa-de-banho)


(A cozinha)
(O quarto dos pais)


(As crianças na cama. Ao centro está o mudador;
as fraldas estão à esquerda)
(Vista geral do piso inferior)


(Vista de frente dos dois pisos)
(Vista de cima para o móvel da sala e a gaiola do hamster)


(Vista do exterior)
(Vista de cima, geral)

Obrigada, Lego, por existires.

P.S. - As minhas crianças fazem construções giríssimas (que eu deveria registar), mas esta foi obra minha...

A festa em 12 fotografias

(A anfitriã a receber um convidado)
(O anfitrião serve bebidas)


(Duas convidadas na conversa)
(Uma convidada na casa-de-banho)


(A cozinha)
(O quarto dos pais)


(As crianças na cama. Ao centro está o mudador;
as fraldas estão à esquerda)
(Vista geral do piso inferior)


(Vista de frente dos dois pisos)
(Vista de cima para o móvel da sala e a gaiola do hamster)


(Vista do exterior)
(Vista de cima, geral)

Obrigada, Lego, por existires.

P.S. - As minhas crianças fazem construções giríssimas (que eu deveria registar), mas esta foi obra minha...