domingo, 17 de abril de 2016

Prima pequenina, ou mais ou menos

São 35 anos, mas será sempre pequenina para mim. Lembro-me da mãe barriguda a virar a esquina da casa onde morávamos, no meu 8º aniversário, e lembro-me da prenda que me deram os tios, seus pais, na ocasião: um conjunto saia+parte de cima xadrez, em cores claras. A parte de cima tinha uns botões (só em cima, não eram de cima a baixo) e a ponta das mangas (curtas) era branca. Eu adorei aquela roupa e tive muita pena quando deixou de me servir. E, tal como gostei muito da roupa, gostava muito dos tios (de quem tenho saudades) e gosto muito desta minha prima (só falo desta porque é dela o aniversário). Já disse que ela é pequenina?


P A R A B É N S ! ! !

Prima pequenina, ou mais ou menos

São 35 anos, mas será sempre pequenina para mim. Lembro-me da mãe barriguda a virar a esquina da casa onde morávamos, no meu 8º aniversário, e lembro-me da prenda que me deram os tios, seus pais, na ocasião: um conjunto saia+parte de cima xadrez, em cores claras. A parte de cima tinha uns botões (só em cima, não eram de cima a baixo) e a ponta das mangas (curtas) era branca. Eu adorei aquela roupa e tive muita pena quando deixou de me servir. E, tal como gostei muito da roupa, gostava muito dos tios (de quem tenho saudades) e gosto muito desta minha prima (só falo desta porque é dela o aniversário). Já disse que ela é pequenina?


P A R A B É N S ! ! !

terça-feira, 12 de abril de 2016

Balde de água fria

Há mais de um mês, penso eu, - garantidamente antes da interrupção letiva da Páscoa -, escrevi "à mão" umas perguntas sobre uns poemas de um livro que estou a explorar com os alunos. Escrevi essas perguntas no meu caderno A4, onde mais ou menos escrevo tudo o que é relacionado com a escola. Fi-lo com muita antecedência (relativamente à altura em que iria propor o trabalho à turma).

Não é verdade, infelizmente. Quando há bocado peguei no caderno para passar as perguntas a computador (com uma antecedência nitidamente reduzida) ... não as encontrei. Vá-se lá saber porquê, quando escrevi as perguntas utilizei uma folha solta que, claro, agora não encontro.

Sinceramente, não estou para repensar as perguntas sem primeiro as procurar no escritório (vulgo quarto do Feitiço, que lá está a dormir, como é natural a esta hora), e não sei mais onde...

Posso sempre pensar em perguntas para explorar outros poemas (o livro tem muitos!), mas agora o que eu vou é dormir.

Boa noite!

Balde de água fria

Há mais de um mês, penso eu, - garantidamente antes da interrupção letiva da Páscoa -, escrevi "à mão" umas perguntas sobre uns poemas de um livro que estou a explorar com os alunos. Escrevi essas perguntas no meu caderno A4, onde mais ou menos escrevo tudo o que é relacionado com a escola. Fi-lo com muita antecedência (relativamente à altura em que iria propor o trabalho à turma).

Não é verdade, infelizmente. Quando há bocado peguei no caderno para passar as perguntas a computador (com uma antecedência nitidamente reduzida) ... não as encontrei. Vá-se lá saber porquê, quando escrevi as perguntas utilizei uma folha solta que, claro, agora não encontro.

Sinceramente, não estou para repensar as perguntas sem primeiro as procurar no escritório (vulgo quarto do Feitiço, que lá está a dormir, como é natural a esta hora), e não sei mais onde...

Posso sempre pensar em perguntas para explorar outros poemas (o livro tem muitos!), mas agora o que eu vou é dormir.

Boa noite!

Um post a ler, para refletir

... este, da Família Raríssima, sobre o uso dos telemóveis (e demais tecnologias).

Gostaria de dizer que não estou demasiado tempo ao telemóvel, ou ao computador, mas... não seria verdade. E tal como reconheço em mim, identifico o problema no meu querido Gato. 

Devíamos ajudar-nos um ao outro a reduzir a dose. O problema é que o computador é o nosso principal meio de trabalho (em casa, no meu caso - que na escola raramente lhe toco, e, se o faço, é garantidamente para trabalhar, como esta manhã, em que os alunos de um grupo estiveram a escrever os nomes dos planetas para o seu projeto sobre o Sistema Solar).

Durante o horário de expediente, segundo consta - e, conhecendo o Rogério, acredito que seja verdade -, o Rogério não se distrai. Mas, uma vez em casa, o comportamento é outro. O dele e o meu.

Repito: devíamos ajudar-nos um ao outro a reduzir a dose.

Um post a ler, para refletir

... este, da Família Raríssima, sobre o uso dos telemóveis (e demais tecnologias).

Gostaria de dizer que não estou demasiado tempo ao telemóvel, ou ao computador, mas... não seria verdade. E tal como reconheço em mim, identifico o problema no meu querido Gato. 

Devíamos ajudar-nos um ao outro a reduzir a dose. O problema é que o computador é o nosso principal meio de trabalho (em casa, no meu caso - que na escola raramente lhe toco, e, se o faço, é garantidamente para trabalhar, como esta manhã, em que os alunos de um grupo estiveram a escrever os nomes dos planetas para o seu projeto sobre o Sistema Solar).

Durante o horário de expediente, segundo consta - e, conhecendo o Rogério, acredito que seja verdade -, o Rogério não se distrai. Mas, uma vez em casa, o comportamento é outro. O dele e o meu.

Repito: devíamos ajudar-nos um ao outro a reduzir a dose.

domingo, 10 de abril de 2016

- Então, já "fecharam a loja"?

... foi o que nos perguntou ontem uma conhecida (minha), que encontrámos por acaso no sítio onde a Varinha fez a festa de anos com algumas amigas da escola.

A minha resposta foi pronta:

- Nós não temos uma loja, nós somos professores!

Ela riu-se, percebeu onde eu queria chegar e disse:

- Boa resposta!

Também achei e por isso partilho. Como sei que há quem tenha um espaço comercial, deixo uma resposta semelhante, mas adaptada:

- Não, ainda tenho a loja aberta. O negócio vai bem/mais ou menos/... (etc.)

Se tiveram uma loja, mas ela entretanto fechou, podem responder:

- Sim, a loja fechou mas [trabalho não me falta/ando à procura de alternativas/... etc.]



Nunca gostei da pergunta, porque acho que é uma comparação infeliz - ter filhos não é um negócio! Isto para além de ninguém ter nada a ver com o facto de termos ou não mais descendência.

- Então, já "fecharam a loja"?

... foi o que nos perguntou ontem uma conhecida (minha), que encontrámos por acaso no sítio onde a Varinha fez a festa de anos com algumas amigas da escola.

A minha resposta foi pronta:

- Nós não temos uma loja, nós somos professores!

Ela riu-se, percebeu onde eu queria chegar e disse:

- Boa resposta!

Também achei e por isso partilho. Como sei que há quem tenha um espaço comercial, deixo uma resposta semelhante, mas adaptada:

- Não, ainda tenho a loja aberta. O negócio vai bem/mais ou menos/... (etc.)

Se tiveram uma loja, mas ela entretanto fechou, podem responder:

- Sim, a loja fechou mas [trabalho não me falta/ando à procura de alternativas/... etc.]



Nunca gostei da pergunta, porque acho que é uma comparação infeliz - ter filhos não é um negócio! Isto para além de ninguém ter nada a ver com o facto de termos ou não mais descendência.

Ser substituída

Perante a possibilidade de eu não ser a professora da turma da sua criança no 4º ano, uma mãe disse-me:

- Estou um bocado apreensiva com essa mudança... A ser substituída, preferia que tivesse sido logo no 1º ano! [ultra-mini pausa] A professora sabe [que nunca nos entendemos bem].

Esta mãe adora-me! ;-)

Ser substituída

Perante a possibilidade de eu não ser a professora da turma da sua criança no 4º ano, uma mãe disse-me:

- Estou um bocado apreensiva com essa mudança... A ser substituída, preferia que tivesse sido logo no 1º ano! [ultra-mini pausa] A professora sabe [que nunca nos entendemos bem].

Esta mãe adora-me! ;-)

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Sinto-me leve...

Esta manhã sentia-me pesada. Ia ter reunião de pais (outra vez?!?)* e não me sentia preparada para falar e ainda menos para "ouvir".

O Senhor foi muito misericordioso para comigo. Tirou-me literalmente peso dos ombros! 

(Só não me tirou peso daquele que se verifica na balança, se é que me faço entender. ;-))

*Tem de ser... Será que foi a última?

Sinto-me leve...

Esta manhã sentia-me pesada. Ia ter reunião de pais (outra vez?!?)* e não me sentia preparada para falar e ainda menos para "ouvir".

O Senhor foi muito misericordioso para comigo. Tirou-me literalmente peso dos ombros! 

(Só não me tirou peso daquele que se verifica na balança, se é que me faço entender. ;-))

*Tem de ser... Será que foi a última?

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Qual a principal semelhança entre um elefante...

... e a Mimi?

- Ambos temos trombas. 

(Quer dizer, ele tem tromba, eu estou de trombas. A ver se me passa.)

Qual a principal semelhança entre um elefante...

... e a Mimi?

- Ambos temos trombas. 

(Quer dizer, ele tem tromba, eu estou de trombas. A ver se me passa.)