quinta-feira, 1 de agosto de 2013

O facebook e eu, enquanto Bruxa Mimi

Quando entro no facebook da Bruxa Mimi, o que acontece raramente, sou sempre apanhada de surpresa pelo acolhimento: "Welcome to Facebook, Bruxa!"

Estas "intimidades" do facebook, se por um lado me "irritam" ("A sério, fb? Estás a chamar bruxa a quem?" ;-)), por outro conseguem sempre arrancar-me uma gargalhada (e ao Rogério também, se estiver por perto).

O facebook e eu, enquanto Bruxa Mimi

Quando entro no facebook da Bruxa Mimi, o que acontece raramente, sou sempre apanhada de surpresa pelo acolhimento: "Welcome to Facebook, Bruxa!"

Estas "intimidades" do facebook, se por um lado me "irritam" ("A sério, fb? Estás a chamar bruxa a quem?" ;-)), por outro conseguem sempre arrancar-me uma gargalhada (e ao Rogério também, se estiver por perto).

Um novo legume

Feitiço: Mamã, podes dar-me o gôfo, por favor?

Gôfo: uma couve de brincar...

Um novo legume

Feitiço: Mamã, podes dar-me o gôfo, por favor?

Gôfo: uma couve de brincar...

Sonhos #11

Esta noite sonhei que participava numa espécie de peddypaper que envolvia lojas Jumpingclay e uma amiga que não tem nada a ver com Jumpingclay.

Havia outras lojas à mistura (não me lembro de nenhuma conhecida), mas acho que os organizadores do peddypaper eram da Jumpingclay. As pistas supostamente eram todas relacionadas com a Jumpingclay, mas era muito difícil acertar.

Quando já tinha assumidamente desistido de tentar ganhar, há alguém (penso que a minha amiga A.C.) que me dá uma pista sobre uma coisa que havia na Jumpingclay de Benfica, mas que não tinha nada a ver com a plasticina. E lembro-me de ficar bastante irritada, pois as pistas deveriam ser universais em relação às lojas, não deveria ser nada específico de uma só loja! Não era justo! E no meio de tanta reclamação, acabei por acordar...

Sonhos #11

Esta noite sonhei que participava numa espécie de peddypaper que envolvia lojas Jumpingclay e uma amiga que não tem nada a ver com Jumpingclay.

Havia outras lojas à mistura (não me lembro de nenhuma conhecida), mas acho que os organizadores do peddypaper eram da Jumpingclay. As pistas supostamente eram todas relacionadas com a Jumpingclay, mas era muito difícil acertar.

Quando já tinha assumidamente desistido de tentar ganhar, há alguém (penso que a minha amiga A.C.) que me dá uma pista sobre uma coisa que havia na Jumpingclay de Benfica, mas que não tinha nada a ver com a plasticina. E lembro-me de ficar bastante irritada, pois as pistas deveriam ser universais em relação às lojas, não deveria ser nada específico de uma só loja! Não era justo! E no meio de tanta reclamação, acabei por acordar...

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Uma mini-canibal cá em casa?

Varinha: Mamã, és mesmo apetistosa! Tens uma barriguinha fofinha! Um dia destes vou comer a tua barriga!

[suponho que "apetistosa" seja resultado de uma fusão entre "apetitosa" e "petisco"...]

Uma mini-canibal cá em casa?

Varinha: Mamã, és mesmo apetistosa! Tens uma barriguinha fofinha! Um dia destes vou comer a tua barriga!

[suponho que "apetistosa" seja resultado de uma fusão entre "apetitosa" e "petisco"...]

Chez V&V

A Vassoura e a Varinha estiveram a brincar aos hóteis. A Vassoura fez uma lista de comidas, ou seja, o nénu (agora já diz menú!) para o restaurante do hotel. Ei-lo:



Ainda tem muito que aprender, a minha Vassoura! Mas, uma vez que escreveu por sua iniciativa, e não por imposição, mais de um mês depois de ter acabado as aulas (1º ano), não estou absolutamente nada incomodada (e sou professora do 1º Ciclo do Ensino Básico). Eu consegui perceber tudo o que ela quis escrever. Mais alguém quer arriscar?

1. pizza
2. esparquete
3. anporquer
4. frango
5. paqualao
6. tonate
7. peixe
8. bolinhas
9. alfase
10. Sopas
11. Sopa de cenora
12. Sopa de ervilhas
13. frotas
14. norango
15. laranJa
16. alperce
17. ameixa
18. maçã
19. melão
20. sopermezas
21. norango [explicou-me que era "gelado de ..."]
22. comas

Incluí a lista toda, com e sem erros, para vos ajudar a perceber o contexto...

Chez V&V

A Vassoura e a Varinha estiveram a brincar aos hóteis. A Vassoura fez uma lista de comidas, ou seja, o nénu (agora já diz menú!) para o restaurante do hotel. Ei-lo:



Ainda tem muito que aprender, a minha Vassoura! Mas, uma vez que escreveu por sua iniciativa, e não por imposição, mais de um mês depois de ter acabado as aulas (1º ano), não estou absolutamente nada incomodada (e sou professora do 1º Ciclo do Ensino Básico). Eu consegui perceber tudo o que ela quis escrever. Mais alguém quer arriscar?

1. pizza
2. esparquete
3. anporquer
4. frango
5. paqualao
6. tonate
7. peixe
8. bolinhas
9. alfase
10. Sopas
11. Sopa de cenora
12. Sopa de ervilhas
13. frotas
14. norango
15. laranJa
16. alperce
17. ameixa
18. maçã
19. melão
20. sopermezas
21. norango [explicou-me que era "gelado de ..."]
22. comas

Incluí a lista toda, com e sem erros, para vos ajudar a perceber o contexto...

Indecisão...

...entre manter - ou não - o desenho (desenhos, na verdade) no cabeçalho do blogue. Porquê?

Por um lado, queria personalizar o cabeçalho, torná-lo único e, para isso, nada melhor do que uns desenhos alusivos às nossas "identidades" feitos pelas minhas princesas (o príncipe estava a dormir e dificilmente o que ele desenhasse seria identificável).

Por outro lado, não gosto que o cabeçalho seja tão grande que tape o início do post mais recente. Não gosto desse aspeto em blogues alheios - e no meu também não.

Idealmente, conseguiria colocar os desenhos em tamanho mais pequeno, e isso sei fazer, mas depois não consigo que o arranjo final fique a meu gosto.

To keep or not to keep the drawings... that is the question!

Opiniões aceitam-se. O cabeçalho sem desenhos já conhecem. Comparem com agora e digam de vossa justiça! Obrigada.

Indecisão...

...entre manter - ou não - o desenho (desenhos, na verdade) no cabeçalho do blogue. Porquê?

Por um lado, queria personalizar o cabeçalho, torná-lo único e, para isso, nada melhor do que uns desenhos alusivos às nossas "identidades" feitos pelas minhas princesas (o príncipe estava a dormir e dificilmente o que ele desenhasse seria identificável).

Por outro lado, não gosto que o cabeçalho seja tão grande que tape o início do post mais recente. Não gosto desse aspeto em blogues alheios - e no meu também não.

Idealmente, conseguiria colocar os desenhos em tamanho mais pequeno, e isso sei fazer, mas depois não consigo que o arranjo final fique a meu gosto.

To keep or not to keep the drawings... that is the question!

Opiniões aceitam-se. O cabeçalho sem desenhos já conhecem. Comparem com agora e digam de vossa justiça! Obrigada.

Duas versões da Bruxa Mimi&Companhia

Pedi à Vassoura e à Varinha para desenharem a Bruxa Mimi, o gato Rogério, a vassoura voadora, a varinha mágica e o livro de feitiços. A minha ideia era aproveitar os desenhos delas para criar um cabeçalho diferente aqui no blogue. Não sei se isso vai acontecer, mas os desenhos ficam desde já registados para a posteridade...

Obra da Varinha.
No desenho da Varinha, a varinha está na mão da Bruxa Mimi, o livro de feitiços está no ar (provavelmente devido a algum feitiço), o Rogério tem uma trela (coisa que não acontece em nenhuma história da Bruxa Mimi!) e há uma abóbora gigante, como na história "Que grande abóbora, Mimi!". Falta a vassoura.


Obra da Vassoura.
No desenho da Vassoura, a varinha está no ar, a Mimi tem umas pulseiras que não caem não sei como, uma das mãos está a segurar ou o livro de feitiços, ou uma mala (ou outra coisa retangular qualquer), a vassoura vê-se muito bem e o Rogério está a descansar, de frente para nós.

Mantenho a ideia de usar estes desenhos para o cabeçalho, mas não sei se vou conseguir...

Duas versões da Bruxa Mimi&Companhia

Pedi à Vassoura e à Varinha para desenharem a Bruxa Mimi, o gato Rogério, a vassoura voadora, a varinha mágica e o livro de feitiços. A minha ideia era aproveitar os desenhos delas para criar um cabeçalho diferente aqui no blogue. Não sei se isso vai acontecer, mas os desenhos ficam desde já registados para a posteridade...

Obra da Varinha.
No desenho da Varinha, a varinha está na mão da Bruxa Mimi, o livro de feitiços está no ar (provavelmente devido a algum feitiço), o Rogério tem uma trela (coisa que não acontece em nenhuma história da Bruxa Mimi!) e há uma abóbora gigante, como na história "Que grande abóbora, Mimi!". Falta a vassoura.


Obra da Vassoura.
No desenho da Vassoura, a varinha está no ar, a Mimi tem umas pulseiras que não caem não sei como, uma das mãos está a segurar ou o livro de feitiços, ou uma mala (ou outra coisa retangular qualquer), a vassoura vê-se muito bem e o Rogério está a descansar, de frente para nós.

Mantenho a ideia de usar estes desenhos para o cabeçalho, mas não sei se vou conseguir...

Quem consegue identificar as personagens deste desenho?

Para mim, foi fácil acertar!

Obra da Vassoura (30-07-2013)

Quem consegue identificar as personagens deste desenho?

Para mim, foi fácil acertar!

Obra da Vassoura (30-07-2013)

terça-feira, 30 de julho de 2013

Palavras à moda deles #8

Estávamos os quatro (eu e as três crianças) na casa de banho. O Feitiço estava com as calças de pijama e sem a parte de cima.
Eu: O Feitiço parece uma sereia [não me perguntem porque disse isto - ou perguntem, se tiverem curiosidade!]... Uma sereia, não, um tritão!
Feitiço: Titão Ptenodonte?!?
Eu: Não é titão, é tritão.
Varinha: O que é um tritão?
Vassoura: É o pai da pequena sereia!

Pniquenique (Varinha dixit)

Mas nem só de trapalhadas ou confusões ditas pelos meus filhos vive este blogue...
Estas três saíram da minha boca, hoje:

"porta-unhas" em vez de corta-unhas;
"Levanta-te da boca" em vez de "Levanta-te da cadeira"
"corta-chaves" em vez de "corta-unhas" [tentando corrigir a que dissera primeiro]

Palavras à moda deles #8

Estávamos os quatro (eu e as três crianças) na casa de banho. O Feitiço estava com as calças de pijama e sem a parte de cima.
Eu: O Feitiço parece uma sereia [não me perguntem porque disse isto - ou perguntem, se tiverem curiosidade!]... Uma sereia, não, um tritão!
Feitiço: Titão Ptenodonte?!?
Eu: Não é titão, é tritão.
Varinha: O que é um tritão?
Vassoura: É o pai da pequena sereia!

Pniquenique (Varinha dixit)

Mas nem só de trapalhadas ou confusões ditas pelos meus filhos vive este blogue...
Estas três saíram da minha boca, hoje:

"porta-unhas" em vez de corta-unhas;
"Levanta-te da boca" em vez de "Levanta-te da cadeira"
"corta-chaves" em vez de "corta-unhas" [tentando corrigir a que dissera primeiro]

Cesta VS. sesta

Diz-se muito por aí que as letras mudas servem "para abrir as vogais", como em "actor", e que, por isso, não devem ser retiradas como inúteis, visto que, nesse caso, não o seriam.

Mas isso não é bem assim... Se fosse, "ato" (do verbo atar) não se leria "áto", por comparação com "acto", mas sim "ato", com "a" fechado.

Vem esta conversa a propósito das duas palavras que constam no título e que me vieram à cabeça ao acordar. Nenhuma delas sofreu alteração com o novo AO; em nenhuma delas existem vogais mudas; só são diferentes na primeira letra e, apesar de tudo isto, a vogal "e" não se pronuncia da mesma maneira: "ê" em "cesta" e "é" em "sesta". Também vão culpar o novo AO deste facto [com "c", uma vez que o digo]?

Eu calculo que possa parecer uma grande defensora do novo AO, por algumas coisas que já aqui escrevi e, sobretudo, pelo facto de procurar escrever respeitando as novas regras, mas a razão pela qual o faço é muito simples. Depois de uma reação inicial muito intensa contra o AO, que senti como uma ofensa à minha identidade, percebi que a principal causa para tanto me opor era o hábito. A forma como escrevia as palavras estava enraizada em mim e não é fácil mudar algo tão "nosso". No entanto, descobri que não é tão difícil como eu pensava...

A Vassoura acabou o 1º ano há um mês e meio. Aprendeu a ler com o novo AO, que, para ela, não é novo, é o que é. Esta grafia é a que se vai enraizar nela, será esta que fará parte da sua identidade. Ela gosta muito de ler. É claro que a enorme maioria dos livros que há cá em casa (e são muitos) estão escritos com a grafia antiga. A propósito de algumas das palavras com vogais mudas, a Vassoura atrapalhou-se uma ou duas vezes. Expliquei-lhe o AO. Ela percebeu, deu razão ao novo, por ser mais lógico, e agora, quando encontra palavras com o antigo, faz da ocasião uma descoberta, que me vem comunicar, toda contente. Os livros não têm de ir para o lixo - nunca tal hipótese foi sequer considerada, como é óbvio!!! - e ainda vão servir para a Varinha e o Feitiço os lerem também!

Cesta VS. sesta

Diz-se muito por aí que as letras mudas servem "para abrir as vogais", como em "actor", e que, por isso, não devem ser retiradas como inúteis, visto que, nesse caso, não o seriam.

Mas isso não é bem assim... Se fosse, "ato" (do verbo atar) não se leria "áto", por comparação com "acto", mas sim "ato", com "a" fechado.

Vem esta conversa a propósito das duas palavras que constam no título e que me vieram à cabeça ao acordar. Nenhuma delas sofreu alteração com o novo AO; em nenhuma delas existem vogais mudas; só são diferentes na primeira letra e, apesar de tudo isto, a vogal "e" não se pronuncia da mesma maneira: "ê" em "cesta" e "é" em "sesta". Também vão culpar o novo AO deste facto [com "c", uma vez que o digo]?

Eu calculo que possa parecer uma grande defensora do novo AO, por algumas coisas que já aqui escrevi e, sobretudo, pelo facto de procurar escrever respeitando as novas regras, mas a razão pela qual o faço é muito simples. Depois de uma reação inicial muito intensa contra o AO, que senti como uma ofensa à minha identidade, percebi que a principal causa para tanto me opor era o hábito. A forma como escrevia as palavras estava enraizada em mim e não é fácil mudar algo tão "nosso". No entanto, descobri que não é tão difícil como eu pensava...

A Vassoura acabou o 1º ano há um mês e meio. Aprendeu a ler com o novo AO, que, para ela, não é novo, é o que é. Esta grafia é a que se vai enraizar nela, será esta que fará parte da sua identidade. Ela gosta muito de ler. É claro que a enorme maioria dos livros que há cá em casa (e são muitos) estão escritos com a grafia antiga. A propósito de algumas das palavras com vogais mudas, a Vassoura atrapalhou-se uma ou duas vezes. Expliquei-lhe o AO. Ela percebeu, deu razão ao novo, por ser mais lógico, e agora, quando encontra palavras com o antigo, faz da ocasião uma descoberta, que me vem comunicar, toda contente. Os livros não têm de ir para o lixo - nunca tal hipótese foi sequer considerada, como é óbvio!!! - e ainda vão servir para a Varinha e o Feitiço os lerem também!