... e para comemorar fomos ao circo!
(Não teve nada a ver, mas faz de conta.)
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
... e para comemorar fomos ao circo!
(Não teve nada a ver, mas faz de conta.)
Pois foi, no dia 8 fez 12 anos que o Rogério e eu casámos.
Um bocadinho mais à frente na contagem, os Avós Gatos fizeram 52 anos de casados e os Avós Bruxos fizeram 55.
Em 52 anos, os Avós Gatos tiveram dois filhos e quatro netos (3 meninas e 1 menino, neste blogue muitas vezes mencionados).
Em 55 anos, os Avós Bruxos tiveram sete filhos e catorze netos, a caminho dos 15 (15.º previsto para inícios de janeiro). Dos 15, dez são meninas e cinco são meninos.
Parece que somos uma família com mais Girl Power (ou então só mais Girl Number)!
Eu pedi-vos ajuda para chegar à meia centena de subscritores quando me faltavam quatro. Dois dias depois (anteontem) já só faltavam dois.
Hoje quantos faltam, quantos?
Três.
Não se faz, bater com a porta nesta altura do ano.
No outro dia, no blogue "Entre Biberons e Batons", vi uma dica sobre cobertura para bolos que achei simples e genial: iogurte grego natural açucarado batido com uma colher e espalhado por cima do bolo (como qualquer cobertura, daah).
Experimentei. Por cima da cobertura coloquei Pintarolas. Foi um sucesso.

Se por acaso vos parecer que existe uma cratera no meio do bolo, fiquem a saber que me deu muito trabalho arranjá-la, já que o bolo saiu do forno assim:

Obrigada, Sofia!
Seja qual for a que me está a causar ranho, pingo no nariz, crises de espirros, e, desde hoje, dor de cabeça*, pode ir-se embora que não lhe sentirei a falta!
*Esta, na verdade, pode (e deve) ter tido origem nas noites mal dormidas dos últimos tempos.
Antes de me mudar para o SAPO blogs, tinha meia centena de "seguidores" no Alheia. Embora 50 seja um número modesto, quando comparado com as centenas e milhares de seguidores que alguns bloggers arranjam em poucos meses, para mim foi um número que me deu gosto atingir, por ser "redondinho" e por poder associá-lo a uma palavra "gorda" (a centena - repararam no destaque que lhe dei na primeira frase?).
Hoje reparei que o número de seguidores do blogue nesta plataforma está quase a atingir o outro: 46. Mais quatro e empatam. Assim, venho desafiar/pedir a quem me lê e ainda não é seguidor/subscritor, que passe a sê-lo. Se o número 50 for ultrapassado no prazo de uma semana, prometo que não oferecerei contrapartidas. Palavra de honra. O máximo que farei, por causa desse grande acontecimento, será escrever um post. Palavra de bruxa não volta atrás.
e nós vamos buscar o Presépio à arrecadação para o colocarmos em cima do piano, como nos anos anteriores (desde que a Vassoura anda à solta - durante dois anos colocámos o Presépio no parapeito da janela da sala).
Também temos árvore, mas não sei se vamos conseguir espaço para ela - pelo menos perto de uma tomada de eletricidade (por causa das luzes). É que o primeiro local onde costumávamos colocar a árvore foi ocupado há uns anos pelo nosso Canto de Oração, e o segundo está ocupado pelo "canto da Magia".
Eu gostava muito e vou tentar resolver a situação (uma hipótese é pôr a árvore sem luzes), pois gostava, este ano, de incluir na nossa árvore os símbolos da Árvore de Jessé, explorando as histórias bíblicas por trás de cada símbolo. Veremos!...
Estar hoje com familiares que não vejo tanto quanto gostaria. Alguns deles (primos) não via há anos (exceto uma vez, no funeral de um tio, em setembro de 2016). Basta dizer que a filha de uma das minhas primas (direita) fez anteontem dois anos e eu nunca lhe tinha posto a vista em cima, nem cheguei a ver a minha prima grávida!
Gostei mesmo muito de rever primos, como referi, mas a parte melhor, mesmo, foi estar à conversa com duas das minhas irmãs (as únicas que puderam estar presentes, a Mafalda e a Margarida).
I love my family!
Com a compra do segundo pacote de farinha e um bolo feito com a farinha do primeiro pacote (deu à justa).
Com um bolo por fazer por falta de comparência do segundo pacote de farinha.
Não faço o que devo e faço o que não devo! E o pior é que não posso voltar atrás...
... entre a imensa vontade de contar o resto do "How I met your father" e a imensa preguiça de o escrever!
... em que aproximas uma colher cheia de sopa da boca da tua bebé de seis meses e ela dá quatro valentes espirros!
Em algumas categorias, o voto foi difícil, porque sigo e gosto muito de vários blogues. Noutras categorias, o voto foi facílimo, porque foi quase ao calhas. Sim, ao calhas! Se é uma categoria em que não leio nenhum blogue, porque não me interessa o tema, não tive pachorra para espreitar os vários candidatos e fazer juízos de valor. Aos que receberam o meu voto inconsciente: De nada.
... para votar nos Sapos do ano.
Eureka! Já sei como votar!
Ninguém disse que o voto tinha de ser consciente... Acho que vou imitar os eleitores americanos que votaram no atual POTUS...
Os Hufflepuffs têm fama de serem um bocadinho fraquitos, como se fossem inferiores aos elementos das outras casas de Hogwarts. Aqui estão 7 razões que contrapõem essa ideia:
https://www.pottermore.com/features/7-ways-hufflepuff-are-way-better-than-you-realise
(Ao divulgar isto estou a ser um pouco vaidosa, já que sou uma Hufflepuff, mas se não o fizer, quem o fará - não é, Ana?)
Como eu disse há pouco, não foi possível inscrever a Vassoura no site Pottermore. Pensei que fosse possível em dezembro, quando tivesse terminado o mês em que completou 11 anos (já que é com 11 anos que se entra em Hogwarts...), mas não, não é. Para uma pessoa se registar no site (há muita coisa que se pode ver e ler sem estar registado) e, entre outras coisas, descobrir a que casa pertence e qual é o seu Patronus, é preciso ter 13 anos.

Agora encontro-me (quase) dividida, confesso. Por um lado, acho muito bem que haja restrições etárias em algumas partes do site, para bem das próprias crianças. Por outro lado, a Vassoura nunca utiliza um computador sem autorização* e desconfio seriamente que não perceberá sequer um décimo do que está publicado no Pottermore, já que está tudo em inglês, ou seja, só com a minha assistência (que já fiz 13 anos há algum tempo) é que ela poderá fazer o teste para saber em que casa ficará. Posto isto, eu poderia, em teoria, aldrabar o ano de nascimento da Vassoura. Aposto que muitos dos (poucos) que leem este post estão a pensar que não seria grave... "Não é para fazer mal a ninguém", "A Vassoura nunca estaria em perigo", "É só uma brincadeira", "Coitadinha da Vassoura, por ter de esperar quase dois anos!"...
Mas, para mim, por muito que me custe privar a Vassoura de uma coisa que ela quer muito, não quero proporcionar-lhe isso recorrendo a uma mentira. Acho que estaria a passar-lhe a mensagem que a mentira não faz mal, se for "inocente". E eu não acredito nisso. Nenhuma mentira é inocente. Além disso, esperar por uma coisa dá-lhe mais valor.
*em casa. Na escola não será bem assim... O que ajuda na decisão de esperar dois anos.
Adenda: A Vassoura tem uma amiga que já sabe a que casa de Hogwarts pertence (Ravenclaw). A amiga só tem 11 anos, o que não me facilita a vida. Era mais fácil para a Vassoura aceitar a espera se todas as amigas tivessem que esperar pelos 13 anos para se registarem. Mas, como eu já lhe disse inúmeras vezes: "Eu não sou mãe dos teus colegas e amigos"!
Como é que eu sei que sou uma Hufflepuff?
Fui ao site Pottermore, inscrevi-me, respondi a um teste e fui colocada em Hufflepuff.

Não, não tenho pena de não ter ficado em Gryffindor! Ok, teria sido cool ficar na mesma casa do que o Harry Potter, mas a verdade é que o meu perfil se adequa mais a uma Hufflepuff do que a uma Gryffindor. O chapéu nunca (ou raramente) se engana!

Se já sabem a que casa pertencem, ou se vão ficar a saber depois deste post, let me know in a comment, ok? Adoraria conhecer colegas de casa, ou pelo menos de escola!
P. S. - A Vassoura fez 11 anos e recebeu a carta de admissão em Hogwarts, mas no Pottermore ainda não a deixaram criar perfil. Espero que em dezembro já dê.
Deverei desistir do pouco que ando (ou andei) a fazer?
Sinceramente, eu já tive peso a mais e nunca fiz dietas. Consegui perder peso apenas fechando a boca aos excessos, e reduzindo um pouco as doses ao almoço e ao jantar. Nunca me privei de nada a 100%. Conheço-me e sei que a privação total nunca funcionaria comigo.
Por isso não percebo muito bem por que é que desta vez está a ser tão difícil. Sim, fiz asneiras, mas das outras vezes também, e ao fim de mais de um mês nunca, mas nunca, tinha mais peso do que ao começar!
Ocorrem-me duas razões principais:
- a idade - não tenho nada contra estar nos quarentas, mas a verdade é que 44 não são 37 (a idade que tinha da última vez que quis perder algum peso e perdi, sem grandes dramas)
- a vida sedentária - estar quase sempre em casa, maioritariamente sentada, não será (não é. ponto) a melhor maneira de gastar calorias.
Ocorreu-me outra coisa (já não é a primeira vez que escrevo isto: quando me ponho a escrever sobre algum assunto, amadureço as ideias e "descubro" sempre qualquer coisa - neste caso, não descubro, mas recordo)...
Há sete anos, troquei os iogurtes de aroma "normais" por iogurtes magros (como muitas vezes como vários de seguida, tem algum impacto). Há sete anos, não parei de fazer a ginástica pós-parto ao fim de um mês. O Feitiço nasceu em janeiro, eu comecei a ginástica em março e só parei quando o centro fechou, como sempre, em finais de julho. Como em setembro (de 2010) recomecei a trabalhar, não tive uma vida sedentária. Além de que tanto a Vassoura como a Varinha eram pequeninas (3 e 2 anos) e exigiam mais de mim, fisicamente.
Este ano, pedi ao Rogério (que é quem faz as compras no supermercado) que comprasse iogurtes magros, e ele comprou - uma vez. Quando esses iogurtes acabaram, não pedi mais e o Rogério não me perguntou se queria mais. Voltei aos normais. Este ano, tive muita vontade de começar a ginástica e comecei-a mais cedo relativamente à data do parto. Interrompi a ginástica quando o centro fechou, pensando voltar quando reabrisse, só que não o fiz. E não o fiz, em parte, por estar mais gorda e ter vergonha disso. Escrevo isto e vejo o quão ridículo é. Se tivesse recomeçado a ginástica assim que o centro reabriu, ou pelo menos quando os miúdos começaram as aulas, provavelmente não estaria agora no estado em que estou. Ainda por cima, sei que no centro não me iriam fazer sentir mal por ter aumentado de peso durante as férias.
Bolas, sou mesmo parva.
Filhote Pato voltou! Foi só um fim de semana, mas foi muito bom (apesar das circunstâncias, que não interessam para aqui)!
A autora do "Nervoso Miudinho" tem um bebé um pouco mais novo do que a Magia. É o seu primeiro filho. Escreve sobre ele e coisas relacionadas com ele (e com as pessoas à volta e os seus comportamentos e dizeres "abelhudos"), mas não só.
Para além de escrever bem, não tem "papas na língua", sem, no entanto, ofender. Uma coisa que não sei explicar é por que razão tem fotografias da Yammy no cabeçalho, mas, se ficaram curiosos, vão lá e perguntem-lhe!

Acabei de entrar no SAPO blogs e até me custou a acreditar quando vi que havia um post meu destacado!

Muito obrigada a quem fez o destaque!
11 anos.
Tão grande.
Tão linda. Tão querida.
Resumindo: Tão maravilhosa!
Parabéns!
(Hoje não é dia de referir outro tipo de características.)
Mais oito comentários (que não são fáceis de arranjar, por aqui) no post "A Magia é mesmo querida!", e ele irá diretamente para o primeiro lugar no pódium das poções mais experimentadas... aqui do lado esquerdo no blogue (mais para baixo), estão a ver? Os posts (ou as poções) que lá estão são muito antigooooooos!
Vamos lá destronar a poção "A Bruxa Mimi faz anos..." - afinal, em 364 dias por ano não faço!
Ontem, como habitualmente, estive sozinha com a bebé até os irmãos chegarem da escola, por volta das 18:30h.
A Magia esteve o dia todo em "modo anjo" , o que me permitiu estar ao telefone com uma amiga desde o meio-dia e tal e até depois de já não estarmos só nós em casa.
Sim, foi muito tempo ao telefone, mas os amigos são para as ocasiões e nesta ocasião o que era preciso era falar ao telefone. Houve várias alturas em que precisei de estar em alta-voz (quando preparei e dei o almoço à Magia, quando lhe mudei a fralda, ...), e tanto usámos o telemóvel como o telefone fixo, mas, de facto, se a Magia não tivesse estado completamente angelical, eu não teria conseguido prestar a máxima atenção ao que me era contado, nem poderia ter dado a minha opinião quando me era pedida.
Por isso, da minha parte, e da parte da minha amiga, obrigada, querida Magia!
A sério, senti-me especial, quase famosa (!), quando entrei na minha página e vi que tinha quatro novos subscritores. Nunca tal coisa me tinha acontecido, quatro no mesmo dia, nem no Blogger, onde estava antes, nem desde que estou no SAPO blogs. Até me passou pela cabeça a hipótese de ter tido algum post destacado (não tive)!

Obrigada aos novos subscritores, que me deram esta alegria, e a todos os que já o eram, por continuarem a ser. Gosto muito das vossas visitas!
Foi no blogue das Três Princesas Portuguesas (Alfazema, Poppy e Mel) que descobri este site, hoje mesmo. Ainda só vi dois vídeos, mas gostei muito!
Desafio-vos a passarem por lá!
*Dúvida: um canal no Youtube pode chamar-se site?
Não me importo de ir a passo de caracol, mas gostava muito, muito, de não voltar a aumentar!
O título do post pretende ser provocatório, mas tem também uma pontinha de verdade por trás, pelo menos no que diz respeito ao comportamento das pessoas nos transportes públicos.
No outro dia, andei de metro e reparei num cartaz que decidi fotografar:

Já há muitos anos que frequento transportes públicos. Quando eu era miúda, aprendi as regras de entrada e saída e sempre as apliquei (e ainda aplico). As outras pessoas, antigamente, também pareciam conhecer e aplicar as regras.
Hoje em dia, é necessário gastar dinheiro em cartazes (como o da imagem) a dizer o óbvio. É que não é só uma questão de boa educação! As entradas e saídas (no caso do metro e do comboio) processam-se realmente mais depressa se quem vai entrar numa carruagem se colocar de lado, relativamente às portas, e deixar primeiro sair toda a gente que o deseja fazer. Hoje em dia, a maior parte dos passageiros, se não se põe a entrar assim que as portas se abrem, fica de plantão à frente das portas, dificultando a passagem de quem está a sair.
... mas não é certo que o peso se mantenha neste sentido! Again, we'll see...
As cuecas que comprei para a Vassoura eram sete e vinham num pacote fechado. Tamanho 11/12. Quando as estendi, pareceu-me que havia variação no tamanho, mas não investiguei "por aí além" (expressão interessante). Ao apanhá-las, a variação tornou-se inequívoca. Reparem na diferença entre duas das cuecas:

Lembro que estavam dentro de um pacote, aninhadas no mesmo conjunto. Não faz sentido!
Gostava que sim, que só aparecessem valores inferiores. We'll see...
Anteontem fui às compras, aproveitando um desconto de 25% (em cartão). O desconto era apenas válido em roupa de criança e bebé, excluindo pijamas e interiores.
A maior parte da roupa que comprei foi para a Vassoura, que por ser a mais velha tem o privilégio de usar quase sempre roupa nova (a roupa de primas mais velhas, quando "passa", fica noutra casa), mas também comprei bastante para o Feitiço (é o rapaz mais velho e, conversas de género à parte, não me parece que fique bem com a enorme maioria da roupa das irmãs mais velhas, além de que já pesa mais do que a Varinha). Para a Varinha comprei apenas umas calças e para a Magia um conjuntinho prático e giro (ela não precisava de roupa, mas não resisti).
Os senhores das promoções e descontos são muito espertos, deixem-me dizer-vos. Apesar de saber que pijamas e interiores estavam fora da promoção, no meio das compras (por acaso até foi mais para o início das compras) vi uns pijamas muito giros, para o Feitiço e para a Vassoura (estão ambos a precisar) e toca de escolher uns tantos, contente por encontrar tanta variedade! De repente, lá me lembrei que não estavam incluídos e voltei a colocá-los nos cabides respetivos, exceto um para a Vassoura, que estava mesmo a precisar (como insistentemente me tinha dito vários dias antes). Foi consciente da não-promoção que comprei também meias para a Magia e cuecas para a Vassoura.
Quase tudo o que comprei tinha alarme. Como fui a uma "caixa para cestos", a senhora que está a "vigiar" (está entre aspas mas é uma das coisas que ela faz!) é que tirou os alarmes, depois de eu pagar, claro.
Em casa, tirei as etiquetas e coloquei a roupa do avesso, para a lavar. Ontem lavei uma parte. Hoje lavei a restante e, quando retirei a roupa da máquina, vejam o que encontrei:

Exatamente: um alarme!
Eu estou de consciência tranquila, pois paguei todas as compras, mas pergunto-me como foi que a senhora não deu pelo alarme (não é propriamente pequeno), quando andou a tirá-los, por que foi que o alarme não apitou, quando saí da zona de pagamento, e, sobretudo, como foi que eu não dei por ele quando andei a mexer na roupa, virando-a do avesso!

(o outro lado da peça)
Saudades das minhas colegas, das conversas nos intervalos, dos desabafos, dos almoços juntas, ...
Não tenho saudades do stress do dia-a-dia na escola.
Eu disse logo ao início que seria honesta quanto ao que a balança dissesse, como incentivo para mim própria (não quereria - e não quero - apresentar valores mais altos quando o objetivo é que diminuam). Houve um comentário no sentido de me pesar apenas semanalmente e eu disse que iria esquecer-me de o fazer se não criasse o hábito de me pesar, em jejum, diariamente.
Entretanto, o Rogério reforçou aquela ideia e eu acedi. Passei a registar o peso uma vez por semana (embora, na verdade, tenha visitado a balança noutros dias).
Pelo que se vê, talvez não devesse ter concordado, afinal. Ou então, não sei, talvez, sei lá..., devesse ter continuado a fechar a boca mais vezes!
Neste caso, a notícia (bebé de 10 meses que pesa 28 kg) faz-me pensar que sou felizarda por a Magia, relativamente ao peso, ser levezinha. Mesmo que tenha de ouvir comentários que ela é magrinha (não é, está ótima)!
Lamento a situação daquele bebé e não gostava nada de estar na situação dos pais. E antes que se ponham a julgar os pais, pensando que eles são os culpados porque alimentam mal a criança, informo que o bebé tem um irmão dois anos mais velho e com um físico normalíssimo (nem "gordinho" é). E que o bebé nem sequer está sempre a pedir comida, e que é alimentado a leite materno, leite para bebé reduzido em gordura, papas de legumes e de fruta.
Já imaginaram ter de pegar num bebé que pesa 28 kg? Sem falar da preocupação com a sua saúde e sobrevivência, uma vez que ele tem órgãos a "nadar" em gordura.
Publicado inicialmente em 12-5-2013. Para ver os utensílios e ingredientes, consultar este post.
RECEITA
- Lavar o citrino.
- Raspar um bocado da casca do citrino (pode ser ridiculamente pouca raspa que o bolo fica bom à mesma), com o ralador, e colocar a raspa no prato de sobremesa.
- Encher a caneca 1 com açúcar.
- Pegar num ovo e separar a gema da clara, utilizando o separador de gemas colocado em cima da caneca 2. Se correr bem, a gema fica no separador e a clara escorre para a caneca.*
- Deitar a gema para o prato de sopa e a clara para a taça da batedeira.
- Proceder da mesma forma para os restantes ovos.
- Juntar o sal às claras e ligar a batedeira (que fica ligada até indicação para desligar).
- Deitar um bocado de açúcar para cima das claras, esperar um pouco, deitar mais um bocado, esperar. Repetir até ter deitado todo o açúcar.
- A seguir:
a) Encher a caneca 1 com farinha e
b) deitar as 6 colheres de óleo no prato que tem as gemas e misturar com a colher.
- Deitar a mistura das gemas/óleo para cima das claras.
- Deitar a raspa (para o mesmo sítio).
- Deitar a farinha (para o mesmo sítio).
- Assim que não se notar a farinha no meio da mistura, desligar a batedeira.
- Ligar o forno a 175ºC.
- Untar a forma com óleo (a base e as paredes).
- Polvilhar com farinha a forma untada. Não recear pôr demasiada farinha.
- Sacudir a forma (sobre o lava-loiças, de preferência) de modo a que algum eventual excesso de farinha caia.
- Deitar a mistura (que está na taça da batedeira) na forma.
- Colocar a forma no forno (numa prateleira a meio) = Minuto 0.
- Durante 15 minutos, não abrir o forno, nem sequer para espreitar.
- Minuto 15: pode abrir-se um pouco a porta do forno para espreitar e ver a cor (mas não é obrigatório).
- Minuto 25: abrir totalmente a porta do forno;
- puxar o tabuleiro do forno;
- espetar um palito no meio do bolo;
- fazer mover a parte de baixo do palito, dentro do bolo, para um lado e para o outro.
Se o palito sair com creme agarrado (é o mais provável, mas pode não acontecer),
- pôr o papel vegetal por cima,
- empurrar o tabuleiro e fechar a porta do forno.
- Minuto 35: repetir procedimento do minuto 25.
O palito deverá sair seco. (Se não sair, fechar o forno, aguardar 5 minutos e repetir procedimento com palito.)
- Desligar o forno.
- Retirar a forma, usando as pegas, e colocá-la em cima de um prato raso.
- Com uma pega a amparar a forma, usar a outra para abrir a parede da forma. Se o bolo ficar agarrado à parede (será falta de farinha polvilhada), soltar devagarinho com a ajuda da espátula.
- Depois de soltar a totalidade do bolo das paredes da forma,
- retirar as paredes (não a base) e
- deixar arrefecer.
- Quando estiver frio (suficiente para conseguir mexer sem soltar 'ais' e 'ui, está quente!'),
- colocar outro prato por cima,
- agarrar nos dois pratos e virar (para a base do bolo ficar para cima). Tirar o prato de cima.
- Se a base da forma estiver agarrada ao bolo, soltar com cuidado, com a ajuda da espátula.
- Colocar o prato novamente (ou outro, se estiver sujo) em cima do bolo.
- Voltar a virar para a posição inicial.
Está pronto! E muito bom, de certeza!
*Se correr mal e a gema também cair para a caneca, o mais fácil é não usar esse ovo (guardá-lo no frigorífico e usar mais tarde para outra coisa qualquer) e substitui-lo por outro (para isso é preciso ter mais do que 6 ovos em casa - eu tenho, sempre que faço o bolo, porque não sou lá muito jeitosa no processo de separar gemas de claras).
Esta fotografia é do segundo bolo que fiz na vida, com 39 anos! |