terça-feira, 25 de abril de 2017

E esta, hein? Eu não estou vacinada!

Desde que me lembro que vou ao Centro de Saúde na altura prevista para levar as vacinas. Em pequena ia com a minha mãe, em adolescente já ia sozinha (mas era a minha mãe que me alertava que era altura de o fazer), em adulta continuei a ir quando era suposto. Tenho, portanto, a consciência tranquila relativamente à questão da vacinação. Era para tomar? Tomei. Era para voltar dali a dez anos? Voltei. TENHO, por isso, AS VACINAS EM DIA. Que o digam e confirmem os muitos enfermeiros que viram o meu registo de vacinações ao longo dos anos!


 


A propósito do atual surto do sarampo, o Rogério descobriu que a vacina começou a fazer parte do Plano Nacional de Vacinação (PNV) em 1974. Como ele nasceu em 1968, ficou na dúvida se estaria ou não vacinado contra o sarampo. Eu, ao ouvir a data, fiquei descansada, pois nasci em 1973 e no ano em que a vacina foi introduzida no PNV eu estava abrangida. Conferir aqui:



A vacinação contra o sarampo iniciou-se em Portugal com a VAS, em 1973, com uma campanha dirigida a crianças até aos 5 anos de idade. Em 1974 a vacina foi incluída no PNV, administrando-se uma só dose aos 12-15 meses. Em 1987 foi introduzido no PNV a vacinação contra a parotidite (papeira) e a rubéola, sendo estas duas vacinas administradas em combinação com a vacina do sarampo numa vacina trivalente, a VASPR. A VASPR era administrada numa dose única, aos 15 meses, e a vacina VAS passou a ser usada só em condições especiais em que é necessária imunização isolada contra o sarampo, como por exemplo em crianças com menos de 12 meses em caso de epidemia. Nestes casos mantém-se a recomendação habitual de administração da VASPR aos 15 meses.


O PNV de 1990 introduziu uma 2ª dose de VASPR, a ser administrada aos 11-13 anos (para uma discussão teórica, ver ref 21). Em 1999 a CTV reviu o PNV e diminuiu a idade da 2ª dose para 5-6 anos, com o objectivo de conseguir maior cobertura vacinal.


(informação retirada de http://webpages.fc.ul.pt/~mcgomes/vacinacao/VASPR/index.html)



O Rogério viu no seu boletim individual de saúde (ele ainda tem o original) que não havia sequer uma divisória para registo de vacina contra o sarampo, mas, na divisória "outras vacinações" está lá, com data de 1973, uma vacina idetificada com "S". Ora, "S" é a letra com que o sarampo é identificado nas vacinas (ver transcrição acima). Parece, portanto, e afinal, que o Rogério está (ou foi) vacinado contra o sarampo.


 


Eu também fui ver o meu boletim individual de saúde (não tenho o original, que perdi, mas no Centro de Saúde a que pertencia em criança e adolescente tinham o registo de todas as vacinas que eu tinha levado, e preencheram uma 2.ª via, com carimbos a dizer "transcrição"). E o que foi que eu descobri? Que, tendo recebido vacinas em 1973 e nos anos seguintes, não recebi a VAS, nem, mais tarde, a VASPR. Em 1987, recebi a VAR, que é a vacina contra a rubéola, mas contra o sarampo... nada.


 


Agora pergunto: Como foi que não recebi esta vacina, se:



  1. A minha mãe me levou "às vacinas" quando era pequena e a vacina já fazia parte do PNV;

  2. Os enfermeiros, ao longo dos anos, me trataram sempre como tendo todas as vacinas em dia;

  3. Nenhum médico me disse, me avisou, me alertou, para o facto de que faltava ser vacinada contra o sarampo?


Não percebo e não sei o que fazer, para além de manter a calma.


 


Entretanto, li mais um pouco sobre o assunto e percebi que é suposto os adultos com mais de 40 anos (o meu caso) terem tido sarampo em criança, pelo que estão "vacinados" com a própria experiência da doença (normalmente benigna). Mas quem é que pode garantir que eu, em particular, tive sarampo? Eu não me lembro e a minha mãe também não (nós somos sete irmãos e ela não faz ideia quem teve o quê - não tinha nenhum blogue para registar estas efemérides, nem tempo para as registar noutro local).


 


Parece que se pode fazer um teste seriológico para saber se se tem anticorpos. Eu até fazia, para tirar todas as dúvidas, mas estando grávida... não convém.

domingo, 23 de abril de 2017

Preparativos para o nascimento da Magia

Para além da preparação física recomendada pela médica (andar, andar...), há outros preparativos necessários para a vinda da Magia, claro. A maior parte já está tratada, mas eu não seria eu se não tivesse alguns ainda pendentes.


 


Ontem fomos às compras e a checklist que eu tinha (relativa a artigos em falta) ficou toda "arrumada".


 


Também ontem o Rogério montou no nosso quarto a cama de grades, onde a Magia vai dormir desde o início. É claro que a cama é enorme para uma bebé recém nascida, mas eu só utilizo uma ponta da cama, além de reduzir o espaço com barreiras laterais (toalhas turcas enroladas e postas por baixo do lençol de baixo - tudo em absoluta segurança). Nós temos uma alcofa sobre rodas que também vai ser utilizada, mas só durante o dia.


 


Quando nasceu a Vassoura, a alcofa era a única cama ao serviço da bebé, e cabia ao lado da cama de casal, mas sempre que a meio da noite tinha de a colocar ou tirar da alcofa, o facto de ela abanar por estar sobre rodas incomodava-me (ocorreu-me agora que nunca me ocorreu, na altura, travar as rodas quando colocava a alcofa ao lado da minha cama - mente brilhante, sem dúvida!). Não me lembro lá muito bem se a Varinha dormia na alcofa à noite, ao início, ou se também só a utilizava durante o dia. No caso do Feitiço, a noite era sempre na cama de grades e a alcofa tinha apenas utilização diurna. Como funcionou lindamente, em termos logísticos, é esta receita que vou seguir desta vez!


 


As malas estão praticamente prontas. Na minha já só faltam as coisas que irei colocar "em cima do acontecimento" (como o carregador do telemóvel, pois só tenho um). Na verdade, ainda tenho de guardar na minha mala alguns dos artigos que ontem comprei e não sei se não vou trocar uma das camisas de noite por uma mais fresca... Na mala da Magia, uma vez que ela, de momento, tem tudo o que precisa in utero, não há razão para não estar já tudo colocado - de facto, só falta guardar o que ontem comprei e que antes não tinha.


 


Ainda não arranjei as prendas para a Magia oferecer aos irmãos por ocasião do seu nascimento. Tenho de ver isso com o Gato - já tive uma ideia útil, prática, agradável para os destinatários e nada volumosa...


 


Fisicamente, para além da questão de ter de andar, andar, andar, ..., sei que me convém preparar os mamilos para o suplício inicial da amamentação, com a óbvia intenção de o reduzir. Para isso, e seguindo o conselho de uma amiga que é doula (para além de mãe de quatro crianças), comprei óleo de amêndoas doces. A instrução é simples: coloco o óleo nos dedos e rolo os dedos nos mamilos. Ainda não experimentei, mas de hoje não passa!

sábado, 22 de abril de 2017

Gostei de ver...

... a reação alegre da Vassoura, da Varinha e do Feitiço quando lhes dissemos que a Magia já se tinha virado de cabeça para baixo. Já tinham (tínhamos todos, cá em casa) feito orações nesse sentido.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

A Magia já fez o pino

...isto é, já deu a volta e está virada com a cabeça para baixo. Mas como ainda está muito alta, e o colo do útero muito espesso, a médica mandou-me andar, andar... Nada que eu não estivesse à espera!

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Era uma vez... um post sobre vacinação

Há muitos anos, era normal ter muitos, muitos, filhos, dos quais alguns morriam logo na primeira infância. Todos sabemos (ou talvez nem todos, atendendo a algumas modas que correm por aí) que a mortalidade infantil era muito elevada. As causas da morte eram variadas, como hoje são. Mas algumas dessas causas eram doenças que facilmente se espalhavam, por serem muito contagiosas. Nem toda a gente que apanhava essas doenças morria, felizmente (também houve quem escapasse à morte após ter contraído a peste negra, no século XIV, apesar desta ter reduzido drasticamente o número de habitantes do nosso país), mas muita gente morria e não havia nada que se pudesse fazer. Os organismos não estavam preparados para reagir a estas doenças, sendo vencidos por elas.


 


Entretanto, foram desenvolvidas umas "coisinhas" chamadas vacinas. Basicamente, consistem em dar uma dose mínima, controlada, do agente causador da doença, em corpos saudáveis, que, saudáveis como são, reagem e "dão cabo" do tal agente. Mas não só. Os corpos ficam igualmente preparados para reagir e "dar cabo" do exército de agentes, se, mais tarde, estiverem em contacto com a doença.


 


Graças às vacinas, o sarampo, por exemplo, foi erradicado de alguns países, como, deixa cá ver... o nosso. 


 


Mas, incrivelmente, para algumas pessoas (eu li isto em comentários, em vários sítios), se agora há casos de sarampo, os culpados são as pessoas vacinadas, porque "transmitem a doença". Algumas dessas pessoas acham também que as vacinas são um negócio altamente lucrativo, que enriquecem a indústria farmacêutica, "à custa" dos "otários" que "engolem as histórias todas, sem pensar", e que vacinam os seus filhos. Nestes "otários" me incluo (com a salvaguarda que não me considero otária)!


 


Relativamente a esta hipótese de enriquecimento da indústria farmacêutica graças às vacinas com décadas de aplicação e resultados inquestionáveis, como as que fazem parte do Plano Nacional de Vacinação (PNV), o meu comentário é o seguinte:


 


- E se for verdade? Se realmente enriquecerem (enriqueceram) à custa do desenvolvimento destas vacinas, é (foi) merecido! Pois muitas vidas se salvaram (e salvam) graças a elas! 


 


Mas nem sequer acredito que sejam as vacinas do PNV (o nosso e o de outros países) a dar grandes lucros, porque são produzidas e distribuídas em larga escala, há muito tempo. Nesse aspeto será realmente como noutros negócios: o que é novidade, paga-se bem, o que é comum, fica mais em conta. Por isso é que as vacinas que estão fora do PNV se pagam, e bem.


 


Para terminar, partilho um pensamento que diz respeito à política, sim, à política! Eu, que de política percebo perto de nada... Sempre que muda o governo, uma das coisas que se nota (aqui estou a pensar mais no campo da educação, que é o que conheço melhor, mas desconfio que acontece em todos os ministérios) é que querem fazer mudanças, como se manter o que os anteriores ocupantes do lugar estabeleceram fosse "não fazer nada".


 


Alguém me pode dar um exemplo de uma equipa do Ministério da Saúde que tenha decidido retirar alguma vacina do PNV, para ser diferente? Que tenha decidido que vacinar era uma grande asneira? Que tenha recomendado que não se vacinem as crianças? Ou, pelo contrário, se há coisa que se tem mantido, e vindo a incluir novas vacinas, à medida que passam as várias fases de estudo/investigação, é o PNV? Por que será?


 


Porque, ideologias aparte, as equipas dos vários governos não vão brincar com o que é sério, e as vacinas que fazem parte do PNV já deram mais do que provas da sua utilidade, em termos de saúde individual e coletiva.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Magia, a ginasta

Amanhã entro nas 36 semanas e na sexta-feira tenho consulta. Perguntou-me hoje a Varinha:


 


- E é nessa altura que vais ficar a saber se a Magia já fez o pino?

Sarampo e preocupações

Eu sei que o futuro a Deus pertence. Eu sei que preocupar-me é pré-ocupar-me, ou seja, é ocupar-me de algo antes (pré) que aconteça.


 


Mas este surto de sarampo e o ter lido que a vacina é administrada aos 12 meses, com reforço aos cinco anos, se em relação à Vassoura, à Varinha e ao Feitiço me deixam descansada qb (pois foram obviamente vacinados), em relação à Magia deixam-me inquieta. Ela vai nascer brevemente. Como posso eu garantir (não posso!) que ela não entra em contacto com a doença, enquanto não tem defesas para ela?


 


Permita Deus que a amamentação seja tão eficaz a passar a minha proteção para a bebé quanto possível! E, para ajudar, permita Deus que a amamentação corra bem desde o início... 

terça-feira, 18 de abril de 2017

Estão quase aí a chegar...

... as férias!


 


Como eu agora compreendo as mães de muitos filhos (quando escrevo muitos quero dizer com 6, 8, 12 filhos) que diziam (e dizem) que para elas as férias começavam quando os filhos começavam as aulas...


 


É claro que se eu estivesse a trabalhar, isto é, a dar aulas, não diria a mesma coisa!

segunda-feira, 17 de abril de 2017

FELIZ...

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 Créditos fotográficos: Vassoura.

Caça aos ovos

Cá em casa houve uma caça aos ovos preparada pela Varinha. Os ovos foram feitos por ela... em papel! Fez também uma cesta (na escola) para colocar os ovos.


 


Houve cinco rondas de caça aos ovos. Nas duas últimas fui eu que escondi os ovos (não participei nas anteriores). Da primeira vez escondi tão bem os ovos que o Feitiço já queria desistir de procurar... Para compensar, na última ronda os ovos estavam ridiculamente fáceis de encontrar e só se ouvia: "Encontrei! Encontrei!"...


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 Créditos fotográficos: Vassoura.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Música antiga e música moderna...

... segundo o Feitiço.


 


O Feitiço aproximou-se de mim, enquanto escrevia mais uns posts da surpresa que vos estou a preparar, e, escutando os cânticos, iniciou um diálogo que infelizmente não conseguirei transmitir fielmente, apesar de tentar.


 


Feitiço: És tu que estás a fazer a música?


 


Eu: Não, a música está a tocar.


 


Feitiço: Mas estás a escrever a canção?


 


Eu: Não, eu estou a escrever outra coisa enquanto oiço os cânticos.


 


Feitiço: Pesquisaste no computador?


 


Eu [mostrando-lhe a página com a Playlist]: Comecei a ouvir o número 1 e agora já vai no número 10, vês? Quando terminar, logo decido se oiço outra vez, ou não.


 


O Feitiço afastou-se um pouco, entrando na casa de banho para lavar os dentes. Entretanto, o último cântico terminou e a lista recomeçou a tocar, sem "ordem" minha. Nem pensei em parar, pois encarei o automatismo da lista como um convite a continuar a escutar (e a cantar uns bocadinhos). Após ouvir um bocado do primeiro cântico, o Feitiço saiu da casa de banho para me dizer:


 


Feitiço: Esta é horrível. Não gosto nada.


 


Eu: Eu gosto.


 


O Feitiço reentrou na casa de banho, saindo no segundo cântico:


 


Feitiço: Esta é mil vezes melhor!


 


Feitiço: Estas canções parecem [do tempo] dos reis!


 


Eu: São cânticos relacionados com Deus e Jesus.


 


Feitiço: Ah! Por isso é que são assim! Naquele tempo não havia as coisas modernas para fazer música!


 


E, contente com a sua "descoberta", que explicava o tipo de música, o Feitiço saiu do meu quarto!

Quinta-feira Santa

Hoje iremos à Celebração da Ceia do Senhor, na nossa paróquia.


 


A Vassoura e a Varinha, que estão em casa dos Avós Bruxos, regressarão a tempo da Celebração, com os tios Margarida e marido (ainda não arranjei nomes blogosféricos para os meus cunhados e cunhadas), e respetivas filhas, as muito adoradas primas (elas falam delas como se não tivessem outras primas!).


 


A Margarida e família, já que não estão ao pé da sua paróquia (que é bastante mais a sul), vêm também à celebração na nossa paróquia. A ver se vamos para a igreja com suficiente antecedência para termos lugares sentados. Eu, pelo menos, não dispenso um lugar sentado...


 


Enquanto escrevo este post, estou a escutar os cânticos para o Tríduo Pascal que o site Famílias de Caná colocou à nossa disposição. São muito simples e bonitos - escutem-nos também!

Lembro-me...

... de ter lido, há anos (tinha o blogue apenas alguns meses), num blogue de alguém que escreve bem, algo como:


 


"Encontrei um novo blogue [não era o meu] que me pareceu interessante, com alguma piada, até dar de caras com «À anos...»... Não, afinal não vai dar para seguir este blogue!"


 


Na altura pensei que era radical excluir o tal blogue por causa desse erro (que eu também detesto e para a erradicação do qual tentei contribuir aqui e aqui), pois, se gostava do conteúdo, talvez valesse a pena ler.


 


Hoje fui espreitar um blogue que me aparecia como sugestão de subscrição. Não consegui subscrever porque vi demasiados erros, em vários posts, e o conteúdo não me interessava o suficiente* para conseguir desligar a mente dos erros. Foi nessa altura que me lembrei do que tinha lido há anos... e compreendi melhor a opção da blogger.


 


* Há outros blogues em que o conteúdo justifica a leitura, apesar dos "erros de estimação" que lá se encontram.

Análises... e atendimento prioritário

Fiz esta manhã as últimas análises durante esta gravidez.


 


O laboratório abre às 8 horas. Cheguei 5 minutos antes das oito horas, vi que o laboratório já estava aberto e já lá estavam dois senhores, mas ninguém na receção. Pouco depois, vinda do interior, apareceu a senhora que faz a colheita de sangue (e outros fluidos) e que tinha sido quem abrira a porta.


 


Um dos senhores estava em pé junto ao balcão, o outro estava sentado à espera. Eu tirei uma senha, mas reparei que por baixo da frase "Por favor retire uma senha" estava escrito "Se tem atendimento prioritário informe ao balcão" (não memorizei as frases ao pormenor, mas a essência era esta). Sentei-me numa cadeira junto ao balcão.


 


Quando finalmente chegou uma das funcionárias que atende ao balcão (passavam cinco minutos das oito horas) e começou a trabalhar, disse:


 


- Quem é que chegou primeiro? Foi o senhor? [dirigindo-se ao senhor que estava em pé]


 


Eu interrompi: Eu tenho atendimento prioritário.


 


Senhor em pé: Já podia ter dito!


 


Eu: Mas a senhora não estava!


 


O senhor desviou-se.


 


Pus-me em pé, para conseguir dar as coisas à funcionária.


 


Senhor em pé, obviamente incomodado pelo facto de ter tido que me dar prioridade: Gravidez não é doença.


 


Senhora que faz as colheitas: Não, mas [o atendimento prioritário] é para não ter de ficar tanto tempo em jejum.


 


Eu, ao mesmo tempo que a senhora: Não. [Em pensamento: E estupidez também não.]


 


O referido senhor nem devia estar em jejum, pois só estava lá para entregar coisas de outra pessoa, uma senhora.


 


Enquanto ainda estava a ser atendida na receção, chegou a outra funcionária, que começou a atender o senhor em pé.


 


Depois lá fui com a senhora das colheitas e em breve estava a regressar a casa. Mas fiquei incomodada com a postura daquele senhor, confesso.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Ando a preparar-vos...

... uma surpresa para o mês de maio. Sei Desconfio que não interessará a toda a gente, mas mesmo que só interesse a uma pessoa, já terá valido a pena o tempo que estou a gastar nos preparativos. Posso adiantar que a surpresa surgirá "às fatias", "servidas" diariamente, mas mais não digo. 

Sorrir a meio da noite

Esta noite, como habitualmente, acordei para ir à casa de banho. Quando me voltei a deitar, veio-me à cabeça uma tarefa que tenho de realizar hoje e que não me apetece nada de nada fazer. Nessa altura veio-me também à cabeça o título do post que a Olívia escreveu ontem: "Fazer coisas pequenas com grande amor". Sorri, contente com essa perspetiva, e voltei a adormecer.


 


Obrigada, Olívia! :-)

terça-feira, 11 de abril de 2017

Sonhos #66

Sonhei há uns dias que a Magia já tinha nascido e, quando lhe ia dar de mamar, via que ela já tinha dentes... e que dentes! Pareciam os do Lobo Mau da história da Capuchinho Vermelho...


 


Acordei antes de lhe dar de mamar (Pudera!), mas lembro-me de dizer: "Se eu já tive dificuldades nos primeiros tempos (15 dias, mais ou menos) com a amamentação dos outros, que eram desdentados, como é que vai ser agora?".

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Mega daah...

No último post que escrevi no Blogger, comuniquei aos leitores que tinha mudado de casa e escrevi o novo endereço. Mas sou tão daah que não incluí o link*... Ora, entre clicar e aceder logo a um novo endereço ou copiar, colar e ir para um novo endereço, há uma grande diferença. Desconfio que ninguém (das pessoas que por lá passaram) se deu ao trabalho da segunda hipótese!


 


*Estupidez Problema resolvido há cinco minutos.

domingo, 9 de abril de 2017

Desculpem a desarrumação

Isto de estar a tentar mudar a decoração da casa sem colocar o blogue em modo privado leva a que quem por acaso passe por aqui encontre isto tudo em "estado de sítio"...


 


Um blogue neste bairro não é tão intuitivo quanto isso! No Blogger já conhecia os cantos à casa... As mudanças têm destas coisas - é preciso adaptarmo-nos!

Padrinhos mágicos

Já há meses que o Rogério e eu tínhamos escolhido os padrinhos para a Magia, mas ainda não tínhamos tido oportunidade de falar pessoalmente com eles.


 


Hoje tivemos essa oportunidade. Fizemos-lhes uma pequena visita (levando o Feitiço*, que adorou brincar com os muitos cavaleiros da Playmobil que os filhos deles têm - com a particularidade que nenhum dos filhos estava presente), convidámo-los e eles aceitaram.


 


Ficámos contentes!


 


*A Vassoura e a Varinha não foram porque já as tínhamos deixado em casa dos Avós Bruxos, onde vão ficar uns dias.

Casa nova

Depois de quatro bons anos no Blogger - como utilizadora não tenho razões de queixa -, mudei para o bairro dos blogues do Sapo por alguns leitores terem manifestado dificuldade em deixar comentários no endereço anterior. É como se o carteiro deixasse de entregar cartas! Ora, como os que já me conhecem há algum tempo sabem, eu gosto muito de receber comentários ao que escrevo (mesmo que não seja particularmente merecedor)!


Sejam bem-vindos ao meu novo espaço, com o recheio da casa anterior, mas com a decoração ainda por definir. Tudo a seu tempo!

Mudança de casa

http://alheiaatudooutalveznao.blogs.sapo.pt/


Com o aumento da família, às vezes é preciso mudar de casa, não é? 

Bem, neste caso, a única casa que vai mudar é a casa do blogue! A pedido de muitas e boas famílias, o "Alheia a tudo... ou talvez não!" mudou para o bairro dos blogues do Sapo.

Então, a partir de hoje, encontrarão novos textos (e todos os antigos) em:


sexta-feira, 7 de abril de 2017

Ferida aberta

Eu sou uma pessoa sensível, de feitio. Mas ultimamente a minha sensibilidade parece uma ferida aberta e cada comportamento ou palavra dos que me rodeiam tem potencial para agravar a ferida. Quando esse comportamento ou palavra me desagrada, de potencialmente passa a efetivamente agravante.

Gostava de conseguir ultrapassar esta hipersensibilidade, mas parece-me que não vou conseguir nos próximos meses (no mínimo)!...


Ferida aberta

Eu sou uma pessoa sensível, de feitio. Mas ultimamente a minha sensibilidade parece uma ferida aberta e cada comportamento ou palavra dos que me rodeiam tem potencial para agravar a ferida. Quando esse comportamento ou palavra me desagrada, de potencialmente passa a efetivamente agravante.

Gostava de conseguir ultrapassar esta hipersensibilidade, mas parece-me que não vou conseguir nos próximos meses (no mínimo)!...


quarta-feira, 5 de abril de 2017

9 anos de Varinha

Hoje a Varinha faz nove anos. 

Gostaria de estar inspirada para escrever sobre a minha querida segunda filha (apenas cronologicamente falando), mas não estou.

Assim, só me resta escrever:


P A
🎂 🎂 🎂
 R A 
🎂 🎂 🎂
B É N S ! 
🎂 🎂 🎂

9 anos de Varinha

Hoje a Varinha faz nove anos. 

Gostaria de estar inspirada para escrever sobre a minha querida segunda filha (apenas cronologicamente falando), mas não estou.

Assim, só me resta escrever:


P A
🎂 🎂 🎂
 R A 
🎂 🎂 🎂
B É N S ! 
🎂 🎂 🎂

terça-feira, 4 de abril de 2017

Desabafo

Os meus filhos muitas vezes enervam-me:

  • quando começam a picar-se uns aos outros e permanecem nessa atividade até serem travados com veemência (uma simples advertência não costuma ser suficiente);
  • quando desobedecem porque sim;
  • quando batem o pé (isto é mais a D. Varinha que faz);
  • quando gritam, do nada, só porque pagam o mesmo do que se falarem e têm mais volume;
  • quando não ouvem o que lhes dizemos;
  • ...
Eu sei que não estou no auge da minha paciência, mas... às vezes exageram!


A Magia, por enquanto, não me enerva! 💗

Desabafo

Os meus filhos muitas vezes enervam-me:

  • quando começam a picar-se uns aos outros e permanecem nessa atividade até serem travados com veemência (uma simples advertência não costuma ser suficiente);
  • quando desobedecem porque sim;
  • quando batem o pé (isto é mais a D. Varinha que faz);
  • quando gritam, do nada, só porque pagam o mesmo do que se falarem e têm mais volume;
  • quando não ouvem o que lhes dizemos;
  • ...
Eu sei que não estou no auge da minha paciência, mas... às vezes exageram!


A Magia, por enquanto, não me enerva! 💗

segunda-feira, 3 de abril de 2017

O meu "retiro"

Acabei de ler o post da Olívia sobre o retiro da Quaresma que houve em Fátima. Citando uma parte do seu texto:
Valeu o esforço, o tempo que dedicámos ao retiro, a viagem, a roupa por passar, a cozinha por arrumar, o chão por aspirar, os orçamentos por fazer, o escritório por organizar... valeu cada segundo em que escutei o ensinamento, em que partilhámos uma refeição, em que percorremos a Via Sacra passo a passo, com carrinho, sem carrinho, a dar de comer, a mudar fraldas, em busca de água... cada segundo!
Eu, que não fui ao retiro, mas gostaria de ter ido, revi-me nas palavras da Olívia. Como? Simples: como não pude estar lá, tentei que o tempo por aqui rendesse, que não terminasse o dia com a sensação de nada ter feito que valesse a pena.

Bem, como nós estamos a fazer a devoção dos cinco primeiros sábados em família, nunca seria um dia perdido, mas, para além disso, tentei aproveitar o resto do tempo para fazer coisas de casa que são muitas vezes adiadas (nem vou entrar em pormenores para não vos assustar com a nossa minha pouca "fadice do lar") e outras que dizem respeito a preparativos para a chegada da Magia.

Cada um joga o melhor que consegue com os valores que lhe saem nos dados! :-) 

O meu "retiro"

Acabei de ler o post da Olívia sobre o retiro da Quaresma que houve em Fátima. Citando uma parte do seu texto:
Valeu o esforço, o tempo que dedicámos ao retiro, a viagem, a roupa por passar, a cozinha por arrumar, o chão por aspirar, os orçamentos por fazer, o escritório por organizar... valeu cada segundo em que escutei o ensinamento, em que partilhámos uma refeição, em que percorremos a Via Sacra passo a passo, com carrinho, sem carrinho, a dar de comer, a mudar fraldas, em busca de água... cada segundo!
Eu, que não fui ao retiro, mas gostaria de ter ido, revi-me nas palavras da Olívia. Como? Simples: como não pude estar lá, tentei que o tempo por aqui rendesse, que não terminasse o dia com a sensação de nada ter feito que valesse a pena.

Bem, como nós estamos a fazer a devoção dos cinco primeiros sábados em família, nunca seria um dia perdido, mas, para além disso, tentei aproveitar o resto do tempo para fazer coisas de casa que são muitas vezes adiadas (nem vou entrar em pormenores para não vos assustar com a nossa minha pouca "fadice do lar") e outras que dizem respeito a preparativos para a chegada da Magia.

Cada um joga o melhor que consegue com os valores que lhe saem nos dados! :-) 

domingo, 2 de abril de 2017

Magia ganhou!

No dia 31 de março acabou a sondagem para o nome blogosférico da bebé. "Magia" ganhou, pelo que, a partir de agora, haverá mais Magia neste blogue!
😉

Magia ganhou!

No dia 31 de março acabou a sondagem para o nome blogosférico da bebé. "Magia" ganhou, pelo que, a partir de agora, haverá mais Magia neste blogue!
😉

sexta-feira, 31 de março de 2017

Último dia... últimas horas!...

... para votarem no vosso nome blogosférico preferido (para a bebé, claro). Depois não digam que não avisei... :-)


V O T E M !

Último dia... últimas horas!...

... para votarem no vosso nome blogosférico preferido (para a bebé, claro). Depois não digam que não avisei... :-)


V O T E M !

quinta-feira, 30 de março de 2017

Hoje...

... tive um dia de aniversário tranquilo e feliz.

  • almocei com os meus pais e os irmãos/cunhados possíveis;
  • recebi muitos parabéns por telefonema ou mensagem (e ao vivo, claro!);
  • recebi uns postais e algumas prendas de que gostei;
  • senti-me fisicamente bem (sem azia, até ao momento);
  • senti-me amada e bem-querida por muita gente...
O facto de não ter recebido parabéns por aqui revelou-se de muito pouca importância. O que não significa que os caros leitores e amigos já não vão a tempo de me dar os parabéns. Estão sempre a tempo de fazer isso, até uma ou duas semanas depois - a sério! Depende de quando lerem este post, parece-me...
 😉

Hoje...

... tive um dia de aniversário tranquilo e feliz.

  • almocei com os meus pais e os irmãos/cunhados possíveis;
  • recebi muitos parabéns por telefonema ou mensagem (e ao vivo, claro!);
  • recebi uns postais e algumas prendas de que gostei;
  • senti-me fisicamente bem (sem azia, até ao momento);
  • senti-me amada e bem-querida por muita gente...
O facto de não ter recebido parabéns por aqui revelou-se de muito pouca importância. O que não significa que os caros leitores e amigos já não vão a tempo de me dar os parabéns. Estão sempre a tempo de fazer isso, até uma ou duas semanas depois - a sério! Depende de quando lerem este post, parece-me...
 😉

Parabéns a mim!

Alguém quer 🎂?

Parabéns a mim!

Alguém quer 🎂?

Termina amanhã

... a sondagem. 

V O T E M ! ! ! 
🗹

Termina amanhã

... a sondagem. 

V O T E M ! ! ! 
🗹

quarta-feira, 29 de março de 2017

44 anos e 33 semanas

... amanhã.

44 anos e 33 semanas

... amanhã.

Já só faltam 2 dias

... para terminar a sondagem. "Magia" continua à frente!

V O T E M
enquanto podem!

Já só faltam 2 dias

... para terminar a sondagem. "Magia" continua à frente!

V O T E M
enquanto podem!

Bodas de ouro

Hoje são as Bodas de Ouro de um casal muito especial. Sete filhos, mais de 30 (sim, trinta) netos... uma maravilha!

Depois de vários anos de convívio quase diário, desde que casei e mudei de paróquia (quase) só os vejo uma vez por ano, no Natal. 

Hoje estarei lá, na Eucaristia celebrativa do seu 50.º aniversário de matrimónio. Só se fosse mesmo impossível (ou muito, muito difícil, pela logística) é que faltaria!

 💒 Parabéns, ZP  C! 💒

Bodas de ouro

Hoje são as Bodas de Ouro de um casal muito especial. Sete filhos, mais de 30 (sim, trinta) netos... uma maravilha!

Depois de vários anos de convívio quase diário, desde que casei e mudei de paróquia (quase) só os vejo uma vez por ano, no Natal. 

Hoje estarei lá, na Eucaristia celebrativa do seu 50.º aniversário de matrimónio. Só se fosse mesmo impossível (ou muito, muito difícil, pela logística) é que faltaria!

 💒 Parabéns, ZP  C! 💒

domingo, 26 de março de 2017

Já só faltam 5 dias

para acabar a sondagem sobre o nome blogosférico da bebé.

É "Magia" que vai à frente. Irá mesmo ganhar?

Já só faltam 5 dias

para acabar a sondagem sobre o nome blogosférico da bebé.

É "Magia" que vai à frente. Irá mesmo ganhar?

Primavera, volta!

A primavera andou a dar uns ares da sua graça em fevereiro e no início deste mês e agora, que é a estação oficial, desapareceu!

Não acho bem. Voltei a estar constipada como em pleno inverno. 😢

Primavera, volta!

A primavera andou a dar uns ares da sua graça em fevereiro e no início deste mês e agora, que é a estação oficial, desapareceu!

Não acho bem. Voltei a estar constipada como em pleno inverno. 😢

sábado, 25 de março de 2017

Sonhos #65

Não sou capaz de contar o sonho todo, porque, como é normal em sonhos, tem saltos espaciais e temporais difíceis de descrever. Vamos ver o que consigo contar.

Estava na praia com a madrinha da Varinha. A certa altura passa uma menina com dois anos, mais ou menos, a correr atrás de uma bola que rolava pela areia. A minha preocupação era perceber se havia algum adulto relacionado com a menina a tomar conta da ocorrência. Havia, embora ao início me parecesse que estavam muito descontraídos relativamente ao afastamento da criança. Um dos senhores diz:

- Nós delimitámos um perímetro [não me perguntem como], por isso ela não pode sair da praia nem por um lado, nem pelo outro.

Ainda na praia, a certa altura eu e a madrinha da Varinha apercebemo-nos que a Marta, sua filha, com 14 anos, não estava à vista. Procurámos um bocado sem a encontrar.

Mais tarde, a minha comadre liga-me a dizer que a Marta já aparecera. Tinha ido (com amigas) ao "Parque do Sétimo*".

Eu: Sem te pedir autorização... [estava surpreendida porque a Marta é ajuizada!]

Comadre: Sem pedir autorização e sem dizer nada!

O sonho acabou, pois a seguir acordei. Mas, já acordada, pensei que realmente não custava nada avisar a mãe dos seus planos - no mínimo, já que o correto seria pedir autorização!

*O nome do parque era mesmo assim, no sonho.

Sonhos #65

Não sou capaz de contar o sonho todo, porque, como é normal em sonhos, tem saltos espaciais e temporais difíceis de descrever. Vamos ver o que consigo contar.

Estava na praia com a madrinha da Varinha. A certa altura passa uma menina com dois anos, mais ou menos, a correr atrás de uma bola que rolava pela areia. A minha preocupação era perceber se havia algum adulto relacionado com a menina a tomar conta da ocorrência. Havia, embora ao início me parecesse que estavam muito descontraídos relativamente ao afastamento da criança. Um dos senhores diz:

- Nós delimitámos um perímetro [não me perguntem como], por isso ela não pode sair da praia nem por um lado, nem pelo outro.

Ainda na praia, a certa altura eu e a madrinha da Varinha apercebemo-nos que a Marta, sua filha, com 14 anos, não estava à vista. Procurámos um bocado sem a encontrar.

Mais tarde, a minha comadre liga-me a dizer que a Marta já aparecera. Tinha ido (com amigas) ao "Parque do Sétimo*".

Eu: Sem te pedir autorização... [estava surpreendida porque a Marta é ajuizada!]

Comadre: Sem pedir autorização e sem dizer nada!

O sonho acabou, pois a seguir acordei. Mas, já acordada, pensei que realmente não custava nada avisar a mãe dos seus planos - no mínimo, já que o correto seria pedir autorização!

*O nome do parque era mesmo assim, no sonho.

E pensas ter mais filhos?

Já me têm perguntado.

E eu respondo:

- Os que Deus quiser.

Algumas pessoas não dizem mais nada. Outras dizem:

- Mas sabes que quanto mais velha és, maiores são as probabilidades de teres um filho com problemas?

Eu: Sei que as estatísticas dizem isso, mas a estatística que conta é a real [obrigada, Teresa Power, pelas tuas palavras há alguns meses]; se houver problemas, a estatística será 100%, total, muito maior do que a estatística apresentada e divulgada. Se não houver problemas, que relevância tem a estatística? 

- Fizeste amniocentese?

Eu: Não.

- Ah...

E, aos meus ouvidos, aquele "Ah..." soa como um rótulo "És maluca, inconsciente, e outras coisas do género...".

Mas que interesse tinha para mim fazer um exame invasivo, que acarreta riscos, se o resultado desse exame não me iria levar a tomar nenhuma decisão*? Saber antes de uma eventual situação complicada iria ajudar? Ajudar a quê? A passar uma gravidez angustiada? Alguém beneficiaria com isso? Não me parece. 

Diz-se muitas vezes: "O que importa é que venha com saúde." É uma frase bonita, e quando se diz (eu também a digo, às vezes), normalmente quer-se dizer que não importa se é menino ou menina, se a casa é grande ou pequena, no fundo, "que tudo se cria" (outra frase muito utilizada).

Mas, pensando nisto, acho que melhor do que dizer "O que importa é que venha com saúde", é dizer: "O que importa é que seja recebido com amor". Sem dúvida.

*Muitos casais decidem interromper a gravidez em consequência dos resultados da amniocentese. Nós não pomos essa hipótese em cima da mesa.

E pensas ter mais filhos?

Já me têm perguntado.

E eu respondo:

- Os que Deus quiser.

Algumas pessoas não dizem mais nada. Outras dizem:

- Mas sabes que quanto mais velha és, maiores são as probabilidades de teres um filho com problemas?

Eu: Sei que as estatísticas dizem isso, mas a estatística que conta é a real [obrigada, Teresa Power, pelas tuas palavras há alguns meses]; se houver problemas, a estatística será 100%, total, muito maior do que a estatística apresentada e divulgada. Se não houver problemas, que relevância tem a estatística? 

- Fizeste amniocentese?

Eu: Não.

- Ah...

E, aos meus ouvidos, aquele "Ah..." soa como um rótulo "És maluca, inconsciente, e outras coisas do género...".

Mas que interesse tinha para mim fazer um exame invasivo, que acarreta riscos, se o resultado desse exame não me iria levar a tomar nenhuma decisão*? Saber antes de uma eventual situação complicada iria ajudar? Ajudar a quê? A passar uma gravidez angustiada? Alguém beneficiaria com isso? Não me parece. 

Diz-se muitas vezes: "O que importa é que venha com saúde." É uma frase bonita, e quando se diz (eu também a digo, às vezes), normalmente quer-se dizer que não importa se é menino ou menina, se a casa é grande ou pequena, no fundo, "que tudo se cria" (outra frase muito utilizada).

Mas, pensando nisto, acho que melhor do que dizer "O que importa é que venha com saúde", é dizer: "O que importa é que seja recebido com amor". Sem dúvida.

*Muitos casais decidem interromper a gravidez em consequência dos resultados da amniocentese. Nós não pomos essa hipótese em cima da mesa.

Já toda a gente sabe...

... quer dizer, toda a gente que por aqui passa com alguma regularidade e já há algum tempo...

... que o Feitiço não acorda seco e que, no ano passado, quando recomeçou o frio e ele começou a ficar constipado por causa da cama molhada, voltou a dormir com fralda.

Não é situação que me agrade, mas também já há bastante tempo que decidi que não me deixarei atormentar por ela. É o que é, e não há de durar para sempre.

No entanto,

... que durante o dia, acordadíssimo, o Feitiço faça xixi nas cuecas (o que nos últimos dias tem acontecido com uma frequência terrível), não é uma situação que eu encare de ânimo leve.

80% dos caros leitores devem ter associado esta alteração no comportamento à vinda da irmã. Eu também pensei nisso, confesso. A nível inconsciente, sabe-se lá o que vai no cérebro do Feitiço...

Mas, conscientemente, não há de ser assim tão difícil ir à casa de banho durante os intervalos das aulas! Acho que este problema se deve sobretudo a imaturidade (tanto no xixi durante a noite, como neste "descarado" durante o dia). E a maturidade não se impõe, há de chegar a seu tempo... 

Já toda a gente sabe...

... quer dizer, toda a gente que por aqui passa com alguma regularidade e já há algum tempo...

... que o Feitiço não acorda seco e que, no ano passado, quando recomeçou o frio e ele começou a ficar constipado por causa da cama molhada, voltou a dormir com fralda.

Não é situação que me agrade, mas também já há bastante tempo que decidi que não me deixarei atormentar por ela. É o que é, e não há de durar para sempre.

No entanto,

... que durante o dia, acordadíssimo, o Feitiço faça xixi nas cuecas (o que nos últimos dias tem acontecido com uma frequência terrível), não é uma situação que eu encare de ânimo leve.

80% dos caros leitores devem ter associado esta alteração no comportamento à vinda da irmã. Eu também pensei nisso, confesso. A nível inconsciente, sabe-se lá o que vai no cérebro do Feitiço...

Mas, conscientemente, não há de ser assim tão difícil ir à casa de banho durante os intervalos das aulas! Acho que este problema se deve sobretudo a imaturidade (tanto no xixi durante a noite, como neste "descarado" durante o dia). E a maturidade não se impõe, há de chegar a seu tempo... 

3%

Disse-me ontem a minha médica obstetra que 97% dos bebés dão a volta e colocam-se de cabeça para baixo até às 32 semanas - e depois já não mudam de posição.

A bebé (cujo nome blogosférico está mais ou menos nas vossas mãos) encontra-se nos 3%. Sua  excelência está sentada, possivelmente a tocar guitarra nas pernas que se encontram à frente da cara...

Às 36 semanas, na próxima consulta, se a bebé ainda estiver sentada, a médica logo combina um procedimento no hospital para, por fora, levar a bebé a dar a volta.

Claro que eu prefiro que seja a bebé a tomar a iniciativa de se virar! Já lhe pedi e tudo! 🙂

3%

Disse-me ontem a minha médica obstetra que 97% dos bebés dão a volta e colocam-se de cabeça para baixo até às 32 semanas - e depois já não mudam de posição.

A bebé (cujo nome blogosférico está mais ou menos nas vossas mãos) encontra-se nos 3%. Sua  excelência está sentada, possivelmente a tocar guitarra nas pernas que se encontram à frente da cara...

Às 36 semanas, na próxima consulta, se a bebé ainda estiver sentada, a médica logo combina um procedimento no hospital para, por fora, levar a bebé a dar a volta.

Claro que eu prefiro que seja a bebé a tomar a iniciativa de se virar! Já lhe pedi e tudo! 🙂

quinta-feira, 23 de março de 2017

Segundo o médico...

... que hoje me fez a ecografia (32 semanas), tenho um colo do útero fantástico! 
⭐⭐⭐⭐⭐

Segundo o médico...

... que hoje me fez a ecografia (32 semanas), tenho um colo do útero fantástico! 
⭐⭐⭐⭐⭐

terça-feira, 21 de março de 2017

No domingo...

... fomos almoçar ao Terra, com os Avós e Tio Gatos. Almoço excelente, como sempre. Desvantagem de o restaurante estar muito cheio: a fila para o buffet demorava um bocadinho mais do que gostaria (mas nada do outro mundo!).

A seguir ao almoço, fomos ao Jardim do Príncipe Real, para as crianças brincarem no parque infantil. Não ficámos muito tempo, mas elas aproveitaram-no bem.


Novamente em casa, o Feitiço pediu-me para pintar com aguarelas (as irmãs pintaram na véspera e era suposto ele ter pintado de manhã, enquanto elas estavam na Catequese, mas por culpa minha não pintou). Lá preparámos tudo. A pintura, que foi antecedida por desenho com lápis de cor preto, ficou assim:


(Desculpem a má qualidade da fotografia...)

No domingo...

... fomos almoçar ao Terra, com os Avós e Tio Gatos. Almoço excelente, como sempre. Desvantagem de o restaurante estar muito cheio: a fila para o buffet demorava um bocadinho mais do que gostaria (mas nada do outro mundo!).

A seguir ao almoço, fomos ao Jardim do Príncipe Real, para as crianças brincarem no parque infantil. Não ficámos muito tempo, mas elas aproveitaram-no bem.


Novamente em casa, o Feitiço pediu-me para pintar com aguarelas (as irmãs pintaram na véspera e era suposto ele ter pintado de manhã, enquanto elas estavam na Catequese, mas por culpa minha não pintou). Lá preparámos tudo. A pintura, que foi antecedida por desenho com lápis de cor preto, ficou assim:


(Desculpem a má qualidade da fotografia...)

domingo, 19 de março de 2017

Sondagem renhida, mas...

... parece que há um nome com mais hipóteses de ganhar do que outro (já nem digo nada da outra opção, coitadinha!): "Magia".



Quem votou em "Poção", ainda pode arranjar quem vote na sua preferida, para ver se recupera... Como se pode ver, ainda faltam 12 dias para terminar a sondagem!


V O T E M ! ! !

Sondagem renhida, mas...

... parece que há um nome com mais hipóteses de ganhar do que outro (já nem digo nada da outra opção, coitadinha!): "Magia".



Quem votou em "Poção", ainda pode arranjar quem vote na sua preferida, para ver se recupera... Como se pode ver, ainda faltam 12 dias para terminar a sondagem!


V O T E M ! ! !

Desafio "a la Feitiço"

Há pouco resolvi ir aos rascunhos ver se havia algum texto que desse para terminar e publicar. De um total de sete, um texto surpreendeu-me que estivesse nos rascunhos, porque parecia completamente pronto. Publiquei-o e só depois reparei que até já tinha dois comentários, feitos no dia 6/9/2016, pelo que concluí que estava nos rascunhos acidentalmente.

Dos restantes seis, escolhi um para publicar, fazendo-lhe alterações. É que era supostamente um desafio, com direito a prémio e tudo, mas o problema é que nem eu sei qual é a resposta! Assim, o que era um desafio/concurso passa a ser apenas mais um exemplo da linguagem original do Feitiço.

Por ocasião da primeira vitória do Feitiço (e desde essa, em todas as outras), ele pôde escolher o que aos meus ouvidos (e aos da minha mãe) pareceu "Tazan com manteia".

Alguém tem ideias?

(Não se esqueçam que eu também não sei* a resposta, pelo que estejam à vontade com os vossos palpites!)

*(mas desconfio...)

P.S. - Devia ter reparado na data do rascunho. Agora já só aparece a data de hoje, pelo que não sei exatamente quando se passou. Por outro lado, o link dá uma boa pista!

Desafio "a la Feitiço"

Há pouco resolvi ir aos rascunhos ver se havia algum texto que desse para terminar e publicar. De um total de sete, um texto surpreendeu-me que estivesse nos rascunhos, porque parecia completamente pronto. Publiquei-o e só depois reparei que até já tinha dois comentários, feitos no dia 6/9/2016, pelo que concluí que estava nos rascunhos acidentalmente.

Dos restantes seis, escolhi um para publicar, fazendo-lhe alterações. É que era supostamente um desafio, com direito a prémio e tudo, mas o problema é que nem eu sei qual é a resposta! Assim, o que era um desafio/concurso passa a ser apenas mais um exemplo da linguagem original do Feitiço.

Por ocasião da primeira vitória do Feitiço (e desde essa, em todas as outras), ele pôde escolher o que aos meus ouvidos (e aos da minha mãe) pareceu "Tazan com manteia".

Alguém tem ideias?

(Não se esqueçam que eu também não sei* a resposta, pelo que estejam à vontade com os vossos palpites!)

*(mas desconfio...)

P.S. - Devia ter reparado na data do rascunho. Agora já só aparece a data de hoje, pelo que não sei exatamente quando se passou. Por outro lado, o link dá uma boa pista!

Sim, ...

... foi desta. Finalmente!

Sim, ...

... foi desta. Finalmente!

sábado, 18 de março de 2017

Ovo de "cara lavada"

Antes de nascer a Vassoura, comprámos um conjunto carrinho/ovo/alcofa. Por altura do nascimento da Varinha, comprámos um carrinho duplo, com dois lugares "normais", um à frente do outro, mas com possibilidade de colocar um ovo (que fazia parte) no lugar mais próximo de quem empurra o carrinho. Este carrinho duplo foi muito útil, tanto na fase Vassoura+Varinha, como na fase Varinha+Feitiço. Ainda temos tudo (a Matilde ficou admirada com este facto, há uns dias, não percebo porquê - nós nunca excluímos a possibilidade de termos mais filhos).

Bem, indo de encontro ao título do post, é ao primeiro ovo que me refiro. Mandei fazer, na "Maria Café", um forro em algodão (ao contrário do material original, que é sintético, o que me levou sempre a colocar uma fralda de pano por baixo da ou do bebé), com cobertura tipo edredão (amovível) para os dias ou momentos do dia mais frios e uma capota. A renovação inclui as três almofadinhas do cinto de segurança (duas dos ombros e uma entre as pernas, junto ao fecho).

O que a renovação não inclui, obviamente, porque é uma renovação de superfície, é um novo cinto de segurança. Olhando para o cinto, que em vez de azul-acinzentado estava castanho, tornou-se óbvio que precisava de ser lavado*. "Máquina de lavar com ele!", pensei eu. "Se calhar vou ter de o lavar mais do que uma vez, para ficar realmente com bom aspeto."

Ontem comecei a tirar o cinto do ovo, e a coisa ia bem... até chegar à última parte, que simplesmente não sai. De certa maneira, apesar do contratempo, até gostei de saber que não sai, por questões de segurança.

O Rogério, a brincar (foi a brincar, não foi?), sugeriu que aproximasse o ovo da máquina de lavar, pusesse o cinto lá dentro, tanto quanto possível, e fechasse a porta da máquina. É claro que, estando ele a brincar ou não, eu não faria isso. Pobre cinto, pobre ovo e pobre máquina de lavar roupa!

Então que fiz? Sem esperar grandes resultados, levei o ovo para a marquise, coloquei-o em cima da bancada, ao lado do lavatório, peguei numa escova de dentes (velha, claro!) e em detergente da loiça e esfreguei o cinto. Resultado: o castanho desapareceu, o azul-acinzentado voltou e já não mete nojo pensar em colocar uma bebé num ovo com aquele cinto! Até o tecido do novo forro beneficiará visualmente da higiene do cinto.


👍

*Também o tal tecido sintético, as almofadinhas, etc., seriam lavados, mas nenhum "gritava" "Lavem-me!".

Ovo de "cara lavada"

Antes de nascer a Vassoura, comprámos um conjunto carrinho/ovo/alcofa. Por altura do nascimento da Varinha, comprámos um carrinho duplo, com dois lugares "normais", um à frente do outro, mas com possibilidade de colocar um ovo (que fazia parte) no lugar mais próximo de quem empurra o carrinho. Este carrinho duplo foi muito útil, tanto na fase Vassoura+Varinha, como na fase Varinha+Feitiço. Ainda temos tudo (a Matilde ficou admirada com este facto, há uns dias, não percebo porquê - nós nunca excluímos a possibilidade de termos mais filhos).

Bem, indo de encontro ao título do post, é ao primeiro ovo que me refiro. Mandei fazer, na "Maria Café", um forro em algodão (ao contrário do material original, que é sintético, o que me levou sempre a colocar uma fralda de pano por baixo da ou do bebé), com cobertura tipo edredão (amovível) para os dias ou momentos do dia mais frios e uma capota. A renovação inclui as três almofadinhas do cinto de segurança (duas dos ombros e uma entre as pernas, junto ao fecho).

O que a renovação não inclui, obviamente, porque é uma renovação de superfície, é um novo cinto de segurança. Olhando para o cinto, que em vez de azul-acinzentado estava castanho, tornou-se óbvio que precisava de ser lavado*. "Máquina de lavar com ele!", pensei eu. "Se calhar vou ter de o lavar mais do que uma vez, para ficar realmente com bom aspeto."

Ontem comecei a tirar o cinto do ovo, e a coisa ia bem... até chegar à última parte, que simplesmente não sai. De certa maneira, apesar do contratempo, até gostei de saber que não sai, por questões de segurança.

O Rogério, a brincar (foi a brincar, não foi?), sugeriu que aproximasse o ovo da máquina de lavar, pusesse o cinto lá dentro, tanto quanto possível, e fechasse a porta da máquina. É claro que, estando ele a brincar ou não, eu não faria isso. Pobre cinto, pobre ovo e pobre máquina de lavar roupa!

Então que fiz? Sem esperar grandes resultados, levei o ovo para a marquise, coloquei-o em cima da bancada, ao lado do lavatório, peguei numa escova de dentes (velha, claro!) e em detergente da loiça e esfreguei o cinto. Resultado: o castanho desapareceu, o azul-acinzentado voltou e já não mete nojo pensar em colocar uma bebé num ovo com aquele cinto! Até o tecido do novo forro beneficiará visualmente da higiene do cinto.


👍

*Também o tal tecido sintético, as almofadinhas, etc., seriam lavados, mas nenhum "gritava" "Lavem-me!".

Dona-de-casa #2

Ah, que bela dona de casa me mostrei ontem! ... 

Foi pena ter deixado a travessa com o bacalhau fora do frigorífico durante toda a noite!

Pior ainda se tivermos em consideração que o mesmo aconteceu na vez anterior que fiz bacalhau com natas...

Dona-de-casa #2

Ah, que bela dona de casa me mostrei ontem! ... 

Foi pena ter deixado a travessa com o bacalhau fora do frigorífico durante toda a noite!

Pior ainda se tivermos em consideração que o mesmo aconteceu na vez anterior que fiz bacalhau com natas...

sexta-feira, 17 de março de 2017

Dona-de-casa

Dá-me um gostinho especial conseguir lavar toda a roupa do cesto, deixando-o vazio. Fica assim no máximo duas horas, mas são duas horas especiais! Hoje foi um desses dias.

Hoje foi também um dia em que cozinhei, na Bimby, bacalhau com natas. Finalmente começa a ser corriqueiro fazer este prato. Durante alguns anos só o fazia na véspera de Natal... Como a Nina passou a vir só uma vez por semana, em vez de duas, em novembro passado, tenho tido mais oportunidade de experimentar. Agora que este prato já não é fonte de stress (porque, caros leitores, a Bimby para mim nunca foi sinónimo de simplicidade na cozinha, embora considere, desde o início, que a parte dos botões é muito fácil de entender), é talvez altura de arriscar outros...

Dona-de-casa

Dá-me um gostinho especial conseguir lavar toda a roupa do cesto, deixando-o vazio. Fica assim no máximo duas horas, mas são duas horas especiais! Hoje foi um desses dias.

Hoje foi também um dia em que cozinhei, na Bimby, bacalhau com natas. Finalmente começa a ser corriqueiro fazer este prato. Durante alguns anos só o fazia na véspera de Natal... Como a Nina passou a vir só uma vez por semana, em vez de duas, em novembro passado, tenho tido mais oportunidade de experimentar. Agora que este prato já não é fonte de stress (porque, caros leitores, a Bimby para mim nunca foi sinónimo de simplicidade na cozinha, embora considere, desde o início, que a parte dos botões é muito fácil de entender), é talvez altura de arriscar outros...

quarta-feira, 15 de março de 2017

Oh, não! Sou daquelas mães!

Descobri que sou daquelas mães que dizem: "Não percebo esta nota do meu filho. Lá em casa ele consegue fazer tudo!".

O que acabei de escrever é falso. Não sou dessas mães, especialmente na parte de dizer. Nunca chateei os professores com esse tipo de conversa (também, até este ano, nunca faria sentido, pois a Vassoura e a Varinha não têm tido dificuldades de maior).

Mas, concretamente no caso do Feitiço e da leitura, ao ouvi-lo ler um livro inteiro, ao ouvi-lo ler mais ou menos tudo o que lhe aparece à frente, com bastante desenvoltura, muito embora ocasionalmente ainda lhe dê para inventar (adivinhando) o que está escrito, custa-me que ele tenha mantido nota negativa a Português, nesta avaliação intercalar. 

O que eu sei é que nem sempre os alunos demonstram as mesmas aptidões na escola e em casa (e nem sempre é em casa que demonstram mais), por isso vou continuar a insistir com o Feitiço para dar o seu melhor na escola - no comportamento, na atenção e na realização dos trabalhos. Não tenho muitas alternativas!

Oh, não! Sou daquelas mães!

Descobri que sou daquelas mães que dizem: "Não percebo esta nota do meu filho. Lá em casa ele consegue fazer tudo!".

O que acabei de escrever é falso. Não sou dessas mães, especialmente na parte de dizer. Nunca chateei os professores com esse tipo de conversa (também, até este ano, nunca faria sentido, pois a Vassoura e a Varinha não têm tido dificuldades de maior).

Mas, concretamente no caso do Feitiço e da leitura, ao ouvi-lo ler um livro inteiro, ao ouvi-lo ler mais ou menos tudo o que lhe aparece à frente, com bastante desenvoltura, muito embora ocasionalmente ainda lhe dê para inventar (adivinhando) o que está escrito, custa-me que ele tenha mantido nota negativa a Português, nesta avaliação intercalar. 

O que eu sei é que nem sempre os alunos demonstram as mesmas aptidões na escola e em casa (e nem sempre é em casa que demonstram mais), por isso vou continuar a insistir com o Feitiço para dar o seu melhor na escola - no comportamento, na atenção e na realização dos trabalhos. Não tenho muitas alternativas!

terça-feira, 14 de março de 2017

No copo de água...

... do meu casamento, a comida estava boa. Eu não me lembro particularmente (acho que nunca comi tão pouco num casamento como no meu), mas recordo-me muito bem da minha irmã Margarida, que estava grávida na altura, me dizer uns dias depois que a comida estava muito boa e lhe tinha caído muito bem, pois não tinha ficado com azia.

E por que é que me lembrei disto?

Exato - a azia voltou a atacar[-me]! 🔥

No copo de água...

... do meu casamento, a comida estava boa. Eu não me lembro particularmente (acho que nunca comi tão pouco num casamento como no meu), mas recordo-me muito bem da minha irmã Margarida, que estava grávida na altura, me dizer uns dias depois que a comida estava muito boa e lhe tinha caído muito bem, pois não tinha ficado com azia.

E por que é que me lembrei disto?

Exato - a azia voltou a atacar[-me]! 🔥

Cheiros

Feitiço, para mim: Cheiras a quente!

Eu: O quente e o frio não têm cheiro.

Feitiço, depois de me voltar a cheirar: Cheiras a carne. Deve ser porque a bebé já cresceu e já tem muita carne!

😀

Cheiros

Feitiço, para mim: Cheiras a quente!

Eu: O quente e o frio não têm cheiro.

Feitiço, depois de me voltar a cheirar: Cheiras a carne. Deve ser porque a bebé já cresceu e já tem muita carne!

😀