Há uma enorme diferença entre querer e precisar.
Às vezes quero coisas (mais ou menos úteis), pensando que preciso delas, e custa-me não as ter ou não as pôr em prática (especialmente se não sou eu que me decido pela não aquisição/aprovação).
Por vezes, passam-se os anos e torna-se evidente que o que eu queria era mesmo desnecessário, ou inadequado. Não me custa reconhecer isso.
Mas outras vezes, anos após a primeira vez que pensei e apresentei uma proposta, que não foi para a frente por falta de consenso (e isto tanto acontece em casa como na escola), continuo a achar que teria sido e continuaria a ser uma boa ideia. Gostava de esquecer, porque a lembrança não é agradável, mas como a proposta continua a parecer-me boa, frequentemente me vem à cabeça!
Atualmente estou na fase de querer, achando que é preciso [não é relevante o quê]. Mas aceito que passe o tempo e a necessidade se torne evidente... ou não.
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
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terça-feira, 7 de março de 2017
Querer e precisar
Há uma enorme diferença entre querer e precisar.
Às vezes quero coisas (mais ou menos úteis), pensando que preciso delas, e custa-me não as ter ou não as pôr em prática (especialmente se não sou eu que me decido pela não aquisição/aprovação).
Por vezes, passam-se os anos e torna-se evidente que o que eu queria era mesmo desnecessário, ou inadequado. Não me custa reconhecer isso.
Mas outras vezes, anos após a primeira vez que pensei e apresentei uma proposta, que não foi para a frente por falta de consenso (e isto tanto acontece em casa como na escola), continuo a achar que teria sido e continuaria a ser uma boa ideia. Gostava de esquecer, porque a lembrança não é agradável, mas como a proposta continua a parecer-me boa, frequentemente me vem à cabeça!
Atualmente estou na fase de querer, achando que é preciso [não é relevante o quê]. Mas aceito que passe o tempo e a necessidade se torne evidente... ou não.
Às vezes quero coisas (mais ou menos úteis), pensando que preciso delas, e custa-me não as ter ou não as pôr em prática (especialmente se não sou eu que me decido pela não aquisição/aprovação).
Por vezes, passam-se os anos e torna-se evidente que o que eu queria era mesmo desnecessário, ou inadequado. Não me custa reconhecer isso.
Mas outras vezes, anos após a primeira vez que pensei e apresentei uma proposta, que não foi para a frente por falta de consenso (e isto tanto acontece em casa como na escola), continuo a achar que teria sido e continuaria a ser uma boa ideia. Gostava de esquecer, porque a lembrança não é agradável, mas como a proposta continua a parecer-me boa, frequentemente me vem à cabeça!
Atualmente estou na fase de querer, achando que é preciso [não é relevante o quê]. Mas aceito que passe o tempo e a necessidade se torne evidente... ou não.
segunda-feira, 6 de março de 2017
Humildade precisa-se!
Depois de falar com uma pessoa sobre um assunto delicado, que não é para aqui chamado, achei que tinha dado bons conselhos, e que "de certeza" a tinha ajudado. Isto foi há uns dias.
Hoje essa pessoa ligou-me, para uma breve conversa, e a primeira coisa que me disse foi que o que eu lhe tinha dito não a tinha ajudado, que não era por ali o caminho, que precisaríamos de voltar a falar sobre aquele assunto, mas, basicamente, que eu deveria dizer outras coisas.
Eu aceito que não a tenha ajudado, mas não sei o que dizer de diferente! Que Deus me ajude (eu achava que Ele me tinha ajudado da primeira vez, mas se calhar eu só ouvi a minha voz interior, e não a Dele)!
Hoje essa pessoa ligou-me, para uma breve conversa, e a primeira coisa que me disse foi que o que eu lhe tinha dito não a tinha ajudado, que não era por ali o caminho, que precisaríamos de voltar a falar sobre aquele assunto, mas, basicamente, que eu deveria dizer outras coisas.
Eu aceito que não a tenha ajudado, mas não sei o que dizer de diferente! Que Deus me ajude (eu achava que Ele me tinha ajudado da primeira vez, mas se calhar eu só ouvi a minha voz interior, e não a Dele)!
Humildade precisa-se!
Depois de falar com uma pessoa sobre um assunto delicado, que não é para aqui chamado, achei que tinha dado bons conselhos, e que "de certeza" a tinha ajudado. Isto foi há uns dias.
Hoje essa pessoa ligou-me, para uma breve conversa, e a primeira coisa que me disse foi que o que eu lhe tinha dito não a tinha ajudado, que não era por ali o caminho, que precisaríamos de voltar a falar sobre aquele assunto, mas, basicamente, que eu deveria dizer outras coisas.
Eu aceito que não a tenha ajudado, mas não sei o que dizer de diferente! Que Deus me ajude (eu achava que Ele me tinha ajudado da primeira vez, mas se calhar eu só ouvi a minha voz interior, e não a Dele)!
Hoje essa pessoa ligou-me, para uma breve conversa, e a primeira coisa que me disse foi que o que eu lhe tinha dito não a tinha ajudado, que não era por ali o caminho, que precisaríamos de voltar a falar sobre aquele assunto, mas, basicamente, que eu deveria dizer outras coisas.
Eu aceito que não a tenha ajudado, mas não sei o que dizer de diferente! Que Deus me ajude (eu achava que Ele me tinha ajudado da primeira vez, mas se calhar eu só ouvi a minha voz interior, e não a Dele)!
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