sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Desafio das 52 semanas - semana 35

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Semana 35: As minhas piores compras foram...


 


Sem dúvida, sapatos que comprei no Continente, uma vez. Pensei que pelo preço de um par de sapatos numa sapataria aproveitava e comprava vários, para ter mais variedade... Saiu-me ao lado: eram todos totalmente desconfortáveis (há que dizer que tenho pés de má qualidade, demasiado sensíveis). Rapidamente foram para dar. Espero nunca me esquecer disto, para não voltar a repetir a asneira.


 


Por outro lado, também comprei um par de sapatos numa sapataria, que ainda tenho, e que só usei uma vez. Fizeram-me uma ferida num dedo. Mas neste caso vou voltar a dar-lhes uma hipótese. Já sei que tenho de os calçar em casa durante um bocadinho apenas, e ir aumentando o tempo aos poucos, de modo a moldar os sapatos aos meus pés. Um bocadinho como se faz na praia, ao sol: um bocadinho mais cada dia. Acredito que a coisa vá correr bem, mas, se não correr, são uns sapatos giros que a alguém ficarão bem sem magoar.

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Sunshine blogger award (quarta nomeação)

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Não há duas sem três! - e, ao que parece, não há três sem quatro! A primeira nomeação veio da Joana, a segunda da Edite e a terceira d'O Triângulo Perfeito. Desta vez, foi a Helena do Dolce Amore Mio que se lembrou de mim, aqui.


 


 


1) De onde vem o nome do teu blogue?


A primeira parte ("Alheia a tudo") vem do facto de eu ser muito alheia ao que se passa no mundo, no país, nas artes, no futebol... Deu para perceber a ideia?  Mas como acabo por saber das coisas - mais tarde do que a maioria das pessoas, é certo -, e também porque "a exceção faz a regra", acrescentei a parte do "... ou talvez não!". 


 


2) Quando e porquê decidiste começar um blogue?


Para poupar os meus neurónios e os meus dedos, vou copiar a resposta que dei à parte do "porquê", numa nomeação anterior: 


"Queria registar algumas «saídas» dos meus filhos, que de outra maneira se perderiam com o passar do tempo (e mesmo assim, muitas se perderam e vão perdendo...). Também queria ganhar experiência para depois criar um blogue com a minha turma."


Quanto à parte do "quando", sei de cor que a criação do blogue e a publicação do primeiro post foram no dia 4 de março de 2013.


 


3) O que mais gostas e o que menos gostas de ler em outros blogues?


: Textos sobre o dia-a-dia ou histórias de família, especialmente (mas não só) quando têm uma pitada de humor.


 


(evito ler, aliás, se deparo com um blogue que tenha posts deste tipo, saio e, por norma, não regresso): textos sobre moda e/ou looks, textos publicitários (mal disfarçados)...


 


4) O que te faz seguir ou deixar de seguir outro/a blogger?


Normalmente, se sigo, não deixo de seguir (ao contrário de alguns meus seguidores, que o deixam de ser não sei porquê). Para começar a seguir, às vezes basta uma visita ao blogue da pessoa, mas já me aconteceu estar a ler regularmente um blogue, pensando ser seguidora "oficial", e descobrir que, apesar de o visitar e o ler, não era - claro que quando me apercebi resolvi esse "problema".


 


5) Se pudesses, dedicavas mais tempo ao teu blogue ou estás feliz com o teu trabalho actual?


Por um lado, gostava de ter mais tempo para o blogue, já que tenho tantas ideias que não tenho conseguido pôr no papel computador; por outro lado, às vezes parece-me que já passo demasiado tempo na blogosfera...


 


6) Qual é a peça de roupa sem a qual não podes viver?


Cuecas. 


 


7) Tens alguma rotina "só tua" antes de dormir? (Rotina de beleza, de leitura, de exercício físico...)


Lavar os dentes, xixi, cama! Variando a hora em que o faço, relativamente ao resto, a rotina inclui rezar. Mas nenhuma destas coisas é uma rotina "só minha", por assim dizer...


 


8) Como te definiriam os teus amigos?


Honesta, assertiva, de confiança.


 


9) "Antes só que mal acompanhado". Sim ou não? Porquê?


Sim, porque a má companhia faz-nos mal e um pouco de instrospeção faz sempre bem...


 


10) Qual é o livro da tua vida?


Não tenho, mas há um livro que me emociona desde a primeira vez que o li, há muitos, muitos anos: "Mulherzinhas", de Louisa May Alcott.


Wook.pt - Mulherzinhas


 


11) Que história gostarias de ver em livro ou em filme?


A que envolve a Joana, o Vasco, a Alice, o Pedro, a Mariana e todas as personagens secundárias (sem ofensa) como a Julieta, o Sr. Ludovino, a família da Joana e do Pedro, o Elias,...  Não estou a brincar, gostaria mesmo - pelo menos enquanto não conhecer os protagonistas da história. É que a história deles dá credibilidade a todas as comédias românticas que vi e de que gostei ao longo dos tempos!


 


Mas, no caso de não poder ser, não me importava de ver em filme "A Criança Amaldiçoada", um livro "extra" do Harry Potter, ou a história completa, fiel aos livros, da "Anne of Green Gables".


 

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

A Magia "voou para fora do ninho"!

A expressão do título está ligeiramente exagerada. Só ligeiramente! 


 


O que se passa é que, a partir de hoje, a Magia vai dormir no quarto da Vassoura e da Varinha, à noite.


 


Vai continuar a dormir a sesta no nosso quarto, numa cama de viagem que foi para o lugar deixado vago pela cama de grades. A razão para isto é simples: quando ela dorme a sesta, o quarto fica com acesso vedado a brincadeiras e afins. Não seria justo privar as irmãs mais velhas do quarto, durante todo o tempo da sesta.


 


Vamos ver como decorre a noite e como será o despertar!

Paris - dia 4 (9/8/2018)

[Resumo: Casa. Versailles. Almoço numa pizzaria perto do palácio. Palácio de Versailles. Casa.]


 


Sobre o Palácio de Versailles não há muito a dizer.


 


É grande, muito grande.


É bonito, muito bonito. E piroso! 


Os jardins são grandes e bonitos, também.


E está mais ou menos tudo dito...


 


Mas como quero escrever um pouco mais (querer até não quero, mas acho que devo), vou contar como foi a nossa experiência...


 


No almoço deste dia, numa pizzaria perto do Palácio, eu e o Rogério pedimos a quantidade certa de comida , que estava, diga-se de passagem, muito saborosa.  A parte chata foi que uns insetos tipo vespa andavam sempre a cirandar pela nossa mesa (eventualmente, não só pela nossa, mas as outras pessoas não pareciam estar incomodadas com nada). A Varinha, que detesta insetos de todo o tipo (e teme pela vida quando os vê), fez um bocado de fita. Tendo em conta que uma "vespa" se foi meter dentro do copo de sumo dela, vamos dar-lhe um desconto... [Lamento informar os defensores dos animais que aquele inseto morreu afogado. Ou então não lamento...]


 


A certa altura, começou a chover. Na esplanada do restaurante estávamos razoavelmente abrigados. Felizmente já não chovia quando terminámos a refeição, já que só tínhamos um guarda-chuva, pequeno, ainda por cima.


 


Ao entrar no recinto exterior do palácio, chovia novamente, uma chuva miudinha, felizmente. Vimos uma fila enorme, para quem já tinha bilhete. Dirigimo-nos ao local onde se vendiam bilhetes e, depois de os compramos, por momentos, seguindo as indicações, parecia que iríamos evitar a fila... Foi ingénuo da nossa parte pensar isso, admito!


 


Como ainda chovia, não tão pouco quanto isso, nesta altura, o Rogério foi para a fila e nós os cinco ficámos na loja à espera que me desse um toque para o telemóvel, para nos juntarmos a ele, à entrada.


 


Enquanto esperávamos, a Vassoura e a Varinha precisaram de ir à casa de banho. Se não precisassem mesmo, não teriam ido (segundo disseram), pois só havia uma casa de banho, partilhada por homens e mulheres e que cheirava muito mal. Eu, que só passei perto da casa de banho, posso confirmar que cheirava muitíssimo mal. Fez-me lembrar umas casas de banho "duvidosas", por onde passei quando participei em algumas peregrinações (muitos autocarros cheios de peregrinos a parar em estações de serviço pequenas ultrapassava a capacidade logística do local).


 


Ainda elas não estavam despachadas, tocou o meu telemóvel. Era o Rogério. Corremos para ao pé dele (eu empurrando o carrinho da Magia), já que ainda chovia.


 


Ao entrar, parecia que estávamos no aeroporto... malas para um lado, pessoas para o outro... Com a diferença, para pior, que não podíamos ficar com o carrinho de bebé. Era recolhido ali e entregue no fim da visita. O que nos valeu foi o marsúpio, que andava sempre connosco, mesmo quando levávamos o carrinho. Mas, pelo que pude observar, outras famílias foram apanhadas de surpresa e não se livraram de dar colo tradicional (e mais cansativo) às suas crianças pequenas...


 


Durante a visita, o Feitiço amuou com qualquer coisa e desapareceu da nossa vista. Não nos apercebemos logo e rapidamente o encontrámos (tinha avançado demais), mas ainda assim foi um susto. Nestas questões de segurança, o Feitiço não é muito de fiar... A partir dali, o Feitiço foi bem "preso" ao Rogério e só acalmou quando visitámos a Galeria das Batalhas, cheia de bustos e pinturas referentes a - adivinhem! - batalhas (e a heróis das mesmas, mortos ou não na altura)... O rapaz gosta mesmo de lutas, guerras e afins!


 


Das janelas do Palácio, fomos espreitando os jardins. Embora sejam lindos (eu sei que são porque os visitei em 1997), ainda bem que não pagámos para os ver. Chovia e, no fim da visita ao Palácio, estávamos todos cansados.


 


Recuperámos o carrinho e fomo-nos embora.


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Conselho:


Se não fizerem questão de poder dizer que visitaram o Palácio de Versailles, visitem o Palácio de Queluz. É igualmente bonito, não tão grande, é um facto, mas sai muito mais barato! E os miúdos podem andar no carrinho de bebé...

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Desafio das 52 semanas - semana 34

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Semana 34: Livros que eu acho que toda a gente deveria ler.


Por obrigação, nenhum.


 


Eu sei, eu sei... Há um Plano Nacional de Leitura com listas e listas de obras de leitura recomendada e outras obrigatórias em determinados anos de escolaridade e agora venho eu armada em esperta dizer o contrário?


 


Eu li livros por obrigação, na escola, e pouco prazer tive nisso, muito sinceramente. Mesmo sendo uma leitora bastante ávida (mas não muito intelectual, assumo sem pudor).


 


Como professora, sempre gostei de ler para os meus alunos e sempre achei fundamental fazê-lo, para reduzir, na medida do possível, a diferença entre os alunos com experiência familiar de leitura e contacto com livros e os que chegavam à escola com vivência nula nesse campo (a frequência do jardim de infância tem sido fundamental neste processo de enriquecimento cultural das crianças - sobretudo quando se valoriza mais o tempo das histórias do que o tempo das fichas de "preparação para o primeiro ano").


 


Encantam-me os bons livros para crianças. São tantos, felizmente!


Divirto-me com livros de aventuras (mas não de ficção científica - não tenho paciência para esses).


Gosto de conhecer as histórias que os vários livros da Bíblia contam e de retirar deles algum ensinamento para a vida (já fiz mais isto do que faço atualmente - exceto relativamente às leituras da missa dominical, que habitualmente  lemos e exploramos em família, na véspera).


 


Livros para crianças que recomendo, sem ir ver os que tenho, nem pesquisar, ou seja, simplesmente os que me vêm à cabeça:



  • todos os da Bruxa Mimi, com texto de Valerie Thomas e ilustrações de Korky Paul;

  • todos os da Princesa Poppy (não sei os autores);

  • «Histórias para meninos "Não quero"», de Vanda Gonçalves (não sei quem ilustrou - se calhar foi ela, mas acho que não);

  • BD: Lucky Luke, Astérix, Os Estrumpfes;

  • com segurança, posso recomendar, mesmo sem ter lido todos, todos, qualquer livro escrito por: 

    • Luísa Ducla Soares;

    • José Jorge Letria;

    • Alice Vieira



  • Colégio das Quatro Torres; Colégio de Santa Clara (as gémeas); muitos livros de aventuras escritos por: Enid Blyton.


 


Não recomendo: os livros do Ruca. Não fazem mal a ninguém (eu que o diga, que os meus filhos ouviram muitas histórias - inclusive lidas por mim múltiplas vezes - e sobreviveram), mas... há tantos livros melhores! E não ajuda recordar-me da voz irritante do Ruca e da voz delico-doce da mãe, nos desenhos animados (que os meus filhos também viram, sim!)...


 


O post já vai extremamente longo, para o que é habitual em mim neste desafio, pelo que só vou acrescentar, para crianças mais crescidas e jovens (e adultos comme moi):



  • a coleção da Anne of Green Gables (não sei se existem traduzidos em português, para além do primeiro) e, claro,...

  • a coleção do Harry Potter!


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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Paris - dia 3 (8/8/2018)

[Resumo: Casa. EuroDisney. Casa.]


 


Ainda em Portugal, o Rogério e eu decidimos que iríamos todos à Disneyland, durante a semana em que estivéssemos em Paris. Decisão tomada, comprámos os bilhetes online, poupando uns euros (não sei quantos, agora, mas a diferença entre comprar online e comprar na bilheteira, no dia em que fôssemos, era substancial). Os bilhetes definiam a época de entrada, mas não o dia, deixando-nos livres para escolher o dia de ida. Uma ressalva, no entanto: com bilhetes comprados com antecedência, sem data definida, pode dar-se o caso de haver uma enchente e não se conseguir entrar. Por essa razão, planeámos ir à Disney num dos primeiros dias da nossa estadia em Paris. Ah, e escolhemos visitar "apenas" um Parque (o maior, que é enorme e dividido em várias zonas).


 


O que hei de dizer sobre a EuroDisney?


 


O ambiente é mágico, graças aos fantásticos cenários e à música que se ouve em todos os locais. O facto de a maior parte das pessoas presentes ter algo Disney em si (como umas orelhas de Mickey ou Minnie, ou um vestido de princesa, no caso de muitas meninas) também ajuda a criar ambiente. Nós fizemos parte daqueles que não ajudam... É tudo muito caro e nós somos muitos! 


 


Há muito para ver, passeando simplesmente. Mas, em termos de atividades, as filas de espera são enormes (não será assim durante todo o ano, mas penso que seja inevitável, em agosto...), do género 60 a 80 minutos (há placards eletrónicos com essa informação, junto a cada entrada, para a pessoa saber ao que vai...). Nós estivemos numa fila menor, de apenas 50 minutos, para "viajarmos" numa "nave espacial" durante um minuto e meio, aproximadamente. Nem sei como é que a Magia aguentou a seca - eu aguentei com dificuldade!


 


O cortejo das personagens Disney, umas a pé, outras em carros decorados a rigor, é muito giro, mas não sabendo quando é que ia ser (nem que ia ser), não ficámos bem posicionados para assistir. Estávamos a almoçar quando começou! Mesmo assim, valeu a pena, até para mim que fiquei dentro do restaurante a mudar uma fralda à Magia (daquelas que envolvem as costas, se é que me entendem) e só pude levantar os olhos quando passou a Maléfica em forma de dragão lançador de chamas. Claro que quem estava posicionado de modo a ver a totalidade do cortejo certamente apreciou mais do que eu, mas eu dei-me por satisfeita com o que vi (que remédio!)...


 


Acho que nós cometemos um erro estratégico: não investigámos a programação do parque a priori. Por isso é que nunca sabíamos o que ia acontecer. Fomos vendo o que nos aparecia à frente. Ainda assim, tivemos sorte, pelo menos eu e as meninas. Passo a explicar:


 


Quando estávamos a tentar ir ao poço da Branca de Neve, demos com uma passagem interdita. Rapidamente percebemos porquê: estavam a passar várias princesas por ali. Seguimos as princesas com o olhar e percebemos que havia um aglomerado de gente junto a um palco (a que podemos chamar "salão de baile da Princesa Aurora"). Dirigimo-nos para lá, mas mais uma vez, a visibilidade não era a melhor: estávamos de lado em relação ao palco, e os miúdos, por serem pequenos, viam muito pouco. Quando terminou o baile, as pessoas começaram a dispersar, mas reparámos que algumas pessoas estavam sentadas mesmo em frente ao palco, como se esperassem algo mais. Inquirindo, soubemos que iria haver novo baile das princesas, dali a não muito tempo.


 


Pela primeira e única vez, separámo-nos (sendo aquele o ponto de encontro): o Rogério e o Feitiço foram andar de carro (depois de esperarem numa fila por não sei quanto tempo) e nós ficámos instaladas num local elevado mesmo em frente ao palco, sem cabeças à nossa frente. Gostei imenso do espetáculo. Quando terminou, o Rogério e o Feitiço ainda não tinham chegado. Sem hipóteses de mudar o ponto de encontro (pois eu cometi a asneira de deixar o telemóvel em casa (parisiense) a carregar), continuámos no tal local elevado, desta vez mesmo ao centro. Pensámos: "Se eles se atrasarem e por acaso ainda houver novo baile das princesas, já estamos no melhor local para assistir!". E foi mesmo isso que aconteceu. A diferença foi que a Magia, que dormiu durante os dois primeiros espetáculos, acordou antes de começar o terceiro. Vamos fazer de conta que ela apreciou devidamente o baile, está bem? 


"Et n'oubliez jamais que toutes les filles sont des princesses!" diz a Princesa Aurora perto do fim. E uma pessoa acredita, quando está ali...


 



Este vídeo que encontrei na net mostra um espetáculo quase igual ao que nós vimos.


 


O Rogério e o Feitiço apareceram quando o baile terminou. Novamente juntos, fomos explorar algumas zonas que ainda não tínhamos visto, como a do Farwest. Estas últimas zonas que visitámos são tão giras como as primeiras, na minha opinião, mas exercem menos fascínio em quem chega pela primeira vez à Disneyland - pelo menos se for acompanhado de meninas apreciadoras de princesas... Se um dia lá voltar (não será a coisa mais provável, mas não gosto de dizer nunca...), e se me lembrar, começarei por visitar estas zonas menos "famosas".


 


O parque abre às dez da manhã e encerra às dez da noite. Não chegámos à hora de abertura (longe disso), mas saímos bastante perto da hora de fecho. Se valeu a pena, apesar do que não vimos e do que não fizemos, e do cansaço com que chegámos a casa?


 


Valeu. 

Primeira aula de zumba

Foi ontem. Gostei, mas nem tudo foi como estava à espera:


 


 tinham-me dito que era uma aula muito livre, mas, afinal, havia coreografia para aprender! 


 tive dificuldade em acompanhar o ritmo alucinante dos movimentos (eu, que tanto jeito tenho - or so I thought - para pôr o meu corpo a mexer ao ritmo da música que oiço [a Magia tem a quem sair e não é a nenhum felino]!) 


 


Se tenho esperança de melhorar a minha coordenação à medida que o tempo for passando? Claro que sim! 

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Primeira aula de hidroginástica

Foi na segunda-feira. Gostei. Foi mais ou menos como estava à espera, em tudo:


 


 no tipo de exercícios - eram exercícios na água, duuh! 


 no tipo de praticantes da modalidade - old, really old people...


 na minha dificuldade em manter-me mais ou menos no mesmo sítio - enquanto os outros ficavam aparentemente com os pés on the spot! (Se calhar ficavam porque, devido ao ponto anterior, também não pulavam tanto como eu, o que dava azo a sair do lugar mais facilmente.)

Nova visita ao blogue da mami (desta vez é mesmo!)

Sim, desta vez esperei que a mami confirmasse a publicação do post do "Há cada uma!" antes de vos enviar para lá... Não que me arrependa de vos dizer para visitarem o blogue da mami - há sempre algo interessante para ler naquele cantinho da blogosfera -, mas não quero que vão à caça de gambozinos!


 


Bem, passemos ao que interessa: é aqui a porta de entrada para a história!

terça-feira, 21 de agosto de 2018

O Feitiço e o ser ou não ser mentiroso...

É frequente o Feitiço responder a uma qualquer pergunta com a resposta que lhe parecer mais conveniente (ainda que muitas vezes seja evidente para o seu interlocutor que a resposta é falsa). Pode-se dizer que a verdade não é algo imprescindível, para ele.


 


É também frequente ouvir o Feitiço dizer que as irmãs (exceção feita à Magia) o irritam. E quando se irrita, o Feitiço costuma "atacar" as irmãs, com ou sem pré-aviso.


 


Serviu esta introdução para contextualizar a seguinte "fala" do Feitiço, assim do nada, a meio do almoço:


 


- Se eu disser que vos bato, tenho mesmo que vos bater, para deixar de ser mentiroso!


 


Aquilo foi tão inesperado que a reação foi igual nas três presentes (a Vassoura, a Varinha e eu): sonoras gargalhadas. 

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Olhem lá, estão a dar-me o "tratamento do silêncio"?

Sabem o que é, não sabem? Quando propositadamente se ignora uma pessoa quando ela diz qualquer coisa, em princípio para ela perceber que fez algo errado e corrigir e/ou pedir desculpa.


 


Estou a sentir que me estão a fazer isso, mas não estou a perceber o que fiz errado, blogosfericamente falando... 

domingo, 19 de agosto de 2018

5 Coisas Boas Por Semana | 25-6 a 29-6-2018

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Repararam na data, repararam? Isto é que é pontualidade britânica na publicação deste post (que apenas é possível escrever graças ao registo feito na altura, no telemóvel. Depois estive em casa dos meus pais - lembram-se? - e desde essa altura nunca mais tomei notas nem escrevi os posts desta tag...)!


 


25 de junho (2.ª feira)



  • Tive reunião com a minha avaliadora, para tomar conhecimento da sua proposta de avaliação (a validar posteriormente por quem de direito). Tive 8,6 em 10, correspondendo a Muito Bom. Fiquei contente. 


 


26 de junho (3.ª feira)



  • Levei a Vassoura a uma consulta de dermatologia. Fomos chamadas para o gabinete da médica exatamente à hora marcada. 


 


27 de junho (4.ª feira)



  • Havia imensa roupa suja acumulada no(s) cesto(s). Dei um enorme avanço na dita cuja.


 


28 de junho (5.ª feira)



  •  A Varinha foi para o trabalho do Rogério. Portou-se (muito) bem e comeu quase tudo ao almoço. Tratava-se de uma dose de adulto, pelo que, conhecendo o habitual micro-apetite da Varinha, se tratou de um grande feito!


 


29 de junho (6.ª feira)



  • A Varinha deu o almoço à Magia e ela comeu tudo.

  • Consegui tratar da roupa de modo a que os vários cestos ficassem vazios. Adoro quando isso acontece!

  • Fui ao lançamento do livro escrito pelo padrinho da Varinha. Planeei sair às 19:30h. Para não me desorientar com as horas, pus no telemóvel um alarme para as 17:45h, que dizia: "Vais conseguir sair às 19:30H?". Fui clicando em "snooze", uma e outra vez, começando a duvidar que conseguisse, pois arrumei roupa, aspirei a sala, e fiz tantas outras coisas antes de ir tomar banho que o mais provável era que não conseguisse. Mas - coisa boa! - vesti o casaco às 19:29h e saí de casa! 

  • A apresentação do livro foi muito gira. Aliás, todo o ambiente durante a apresentação e no convívio que se seguiu foi muito bom e agradável. Fico à espera do lançamento do próximo livro, compadre! 

Paris - dia 2 (7/8/2018)

[Resumo:


Casa. Catedral de Notre Dame. Almoço (crepes). Torre de Montparnasse. Torre Eiffel. Arco do Triunfo. Casa.]


 


 


O Rogério foi ao supermercado (por causa da famigerada sopa) e ao metro comprar os passes para viajarmos de transportes livremente durante os cinco dias.


 


Depois do pequeno-almoço (não muito cedo), com a Magia instalada no marsúpio, lá nos aventurámos pelo metro de Paris, sob a liderança segura do Gato Rogério.


 


Visitámos:


#1 - a Catedral de Notre Dame. Bonita, mas não mais do que tantas outras. Talvez esteja a ser injusta. É que a Magia não me permitia ficar parada a apreciar nada, pois desatava a refilar de forma bem sonora. Então eu tive de passar por tudo muito à pressa e não pude dar o devido valor. Por outro lado, temos no nosso país catedrais e igrejas tão ou mais bonitas do que a de Notre Dame. Só não temos um corcunda fictício a torná-las (tão) famosas...


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Depois almoçámos. Escolhemos um sítio onde serviam crepes e (eu e o Gato) cometemos a asneira de pedir cinco crepes. Enquanto esperávamos, demos a papa à Magia. Ainda ela não tinha terminado a papa já os crepes estavam a chegar à mesa. Eram simples q.b.: apenas tinham queijo e frango, mas, mesmo assim, as crianças deram corda à sua esquisitice, decidiram que não gostavam e pouco comeram (em especial a Varinha "Baguette" e o Feitiço). Acabámos por deitar fora o que eles não comeram, o que foi muito mau, mas nos serviu de lição.


 


#2 - a Torre de Montparnasse. Foi aqui que tivemos desconto de 25% (nos dois bilhetes de adulto), por termos o passe Paris Visite. Mesmo assim pagámos 55,50€, como podem verificar na imagem.


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No outro lado dos bilhetes via-se uma imagem de um local de Paris, que poderia ser visto a partir da torre. Podem reparar que em seis bilhetes, temos cinco imagens diferentes. A imagem repetida está no bilhete da Magia, que não pagou entrada. Deve ser essa a explicação. 


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Acho que valeu e vale a pena ir à torre, pela vista (a toda a volta) e pelas atividades que se podem fazer. No entanto, como em todos os sítios que visitámos, a presença de uma bebé limitou a disponibilidade para aproveitar cada uma das coisas. Mas gostei - e automaticamente subir à Torre Eiffel deixou de ser uma atividade atrativa. Por que haveríamos de gastar dinheiro para ter uma vista muito mais limitada de Paris do que a que tínhamos ali? Só para podermos dizer que subimos à Torre Eiffel, ex-libris da cidade de Paris? Não, obrigada!


 


#3 - a Torre Eiffel. Muito honestamente, a Torre Eiffel não é nada de especial. Mas é a Torre Eiffel e seria impensável irmos em família a Paris e não tirarmos umas fotos com ela como pano de fundo! Foi o que fizemos. Perto da torre, havia muitos vendedores de rua a vender as mesmas coisas. O Feitiço gastou um euro a comprar cinco porta-chaves Torre Eiffel, e as manas V&V fizeram o mesmo, mas dividindo a despesa entre si (não sei como fizeram para dividir os cinco porta-chaves...).


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#4 - o Arco do Triunfo. Fomos suficientemente perto para o ver e tirar fotografias, e nada mais. O Rogério ainda fez algumas observações acerca do Arco, mas o cansaço generalizado não deu para grandes atenções...


Resultado de imagem para arco do triunfo


 


Nota: podia colocar aqui fotografias por nós tiradas (leia-se: pelo Rogério), mas não as tenho no meu computador e não sei sequer se temos alguma em que nós não estejamos, por isso ficam aqui estas tiradas da Internet e podem dar-se por felizes...

sábado, 18 de agosto de 2018

A minha bailarina de palmo e meio

A Magia adora dançar, lá à sua maneira. Qualquer música lhe serve como desculpa para se abanar para os lados e/ou agitar os braços no ar, sorridente. Há poucos minutos, por exemplo, não resistiu ao som fantástico da melodia emitida pela impressora a funcionar...


 


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 A Magia normalmente dança sentada...

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Desafio das 52 semanas - semana 33

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Semana 33: Tenho medo de…


Desculpem lá, medo e pavor vai dar ao mesmo. Na semana 25 isto já foi abordado.

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Chocolate no Egipto

Escrito pela Varinha: (em contexto escolar e corrigido pela professora; a Varinha pediu-me para verificar os espaços e as gralhas, e foi isso que fiz)


 


Tempo: Há algumas semanas atrás...


Espaço: No Egipto...


Herói: Um cão...


Missão proposta: Encontrar a princesa...


Outras personagens intervenientes (pode-se acrescentar personagens): O monstro das 7 cabeças e o lobo mau


 


Chocolate no Egipto


 


     Há muitos anos, no dia  21 de fevereiro, no Egipto, um cãozinho passeava numa grande cidade.


     Na cidade havia de tudo, comerciantes a vender animais, especiarias e tecidos, havia pessoas a passear e a comprar  imensas coisas e também havia casas de vários tamanhos.


     O cão chamava-se Chocolate, porque tinha o corpo e os olhos castanhos.


     Ele estava a andar na multidão, quando alguém o chamou, ele virou-se e viu um senhor, que era o conhecido mensageiro real, o Elias. Ele disse:


      - O faraó mandou-me dizer-te que a princesa Alice desapareceu. Tens de procurá-la, ele escolheu-te porque tu tens um faro incrível. - gritou o mensageiro.


     No dia 19 de fevereiro à noite o lobo mau raptara a princesa, filha do faraó Mateus, porque o lobo, há algum tempo (quando o faraó era príncipe), soube que andavam a matar lobos. Ele conseguiu fugir, mas os irmãos não, porque o Mateus e os amigos mataram-nos. Então ele prometeu vingança.


     Ao mesmo tempo que o cão descobria aquela informação, o lobo mau, na floresta, procurava comida. O lobo estava um pouco desorientado, porque sem saber foi parar à entrada de uma gruta. Como estava esfomeado entrou e o que viu assustou-o. Era um monstro com sete cabeças verde e roxo não muito grande e com garras gigantescas e sujas, que dormia. O lobo não ligou ao medo e avançou até uma porta, virou-se e viu uma mesa gigante cheia de coelhos e lebres mortos e comeu tudo até à ultima migalha. Depois, com a barriga cheia a doer-lhe, caiu e fez um  grande barulho que acordou o monstro. O monstro, furioso, levantou as sete cabeças e gritou. Mas, antes de ter tempo de o atacar, o lobo disse:


     - Calma aí, sabes que a princesa foi raptada?


     - Sim.- afirmou o monstro.


     - Pensa, fui eu que a raptei, ela está dentro de uma árvore oca, a minha casa. Ouvi dizer que o rei enviou um mensageiro para pedir a um cão que a encontre. Podes ajudar-me a impedi-lo! - explicou o lobo num tom de voz autoritário.


     - Se é isso que queres, ok! - respondeu o monstro.


     Eles foram para casa do lobo esperar pelo Chocolate. Chocolate ia a caminho da floresta, pois ocorreu-lhe que a princesa pudesse estar lá. Parou numa clareira mesmo em frente à árvore oca que servia de abrigo ao lobo. Dentro da árvore, o lobo tapava a boca da princesa Alice, para que ela não gritasse um pedido de socorro. Mas o cão, com o faro, descobriu que o lobo, um monstro e a bela princesa Alice estão lá dentro. Só que o lobo estava armado com um perfume caro roubado. O objetivo dele era que o Chocolate não conseguisse farejar, para eles fugirem com a princesa pelo outro lado da árvore com uma corda. Antes de conseguirem pôr o plano em prática, o cãozinho já subia a árvore segurando na corda que estava no lado de fora. Ele atirou-se para cima deles, puxou a princesa, e desceu a árvore com ela.


     O monstro, que tinha braços compridos, irritado, pegou na Alice e no Chocolate e atirou-os até à porta do palácio. O lobo gritou, zangado com o monstro, mas não havia nada que pudesse fazer. À entrada do palácio a princesa agradeceu a Chocolate e prometeu que lhe daria muitas riquezas. Passadas duas horas o faraó estava a dar um lugar no palácio como cão guarda (era uma honra). Foi feita uma grande festa em honra do herói Chocolate.


 


FIM

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Paris - dia 1 (6/8/2018)

[Portugal -> Paris, França.]


 


Resumo:


Chegámos. Ambientámo-nos. Fomos às compras. Jantámos no McDonald's. Iniciámos o fiasco da sopa. Stop. 

Nova visita ao blogue da mami

Quem passa por aqui com alguma regularidade talvez se lembre que fui convidada pela mami a partilhar uma história para a rubrica "Há cada uma!". Bem, na falta de uma, partilhei três! A primeira passou-se com uma amiga e colega de curso, há mais de vinte anos. A segunda, que hoje podem encontrar no blogue da mami, passou-se com a minha irmã Margarida, há quinze anos, num hospital público.


 


Como é que podemos partilhar casa com uma desconhecida? Vão até à mami e descubram!


 


[Adenda: Preparei este post ontem, agendando-o para as nove e meia porque vi comentários nos posts anteriores da rubrica muito cedo, mas, talvez porque é feriado, o post do "Há cada uma!" de hoje ainda não viu a luz do dia, às 10:23h. Sorry! Ele há de aparecer!]


 


[Segunda adenda: Fiquei agora mesmo - 14:35h - a saber que o computador da mami lhe pregou uma partida e se avariou no sábado. Como ela costuma agendar os posts desta rubrica no fim de semana anterior, não chegou a fazê-lo. Desculpem ter-vos induzido em erro. Quando realmente houver novidade, eu aviso!]

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Paris e a sopa da Magia

[Para perceber o contexto, ler o post introdutório sobre a ida a Paris.]


 


Uma das questões que nos preocupava (a mim e ao Rogério), relativamente à viagem e estadia em Paris, era a alimentação da Magia. A alimentação dos outros, mais esquisitice, menos esquisitice, não nos preocupava por aí além (que é o mesmo que dizer que não nos preocupava de todo). A logística de uma bebé é sempre mais complicada (não só a alimentação!)...


 


Eu e o Rogério não somos muito originais em termos de alimentação, não inventamos receitas, enfim, somos limitados! Por outro lado, a Magia não é uma bebé que goste de experimentar novos sabores. Se estamos a comer, ela não mostra qualquer interesse na nossa comida. Bebe o leite do biberão e come bem a sopa, a papa e a fruta, se for banana. Há frutas deliciosas, de que todos cá em casa gostamos, e que ela simplesmente ignora. Se lhe damos a provar (porque vamos dando!), ela mal come uma colher e é com ares de nos estar a fazer um favor.


 


Posto isto, decidimos que, quando passeássemos, levaríamos as coisas necessárias para preparar a papa e o biberão. Era o mais simples. No entanto, como estávamos num apartamento, pensei fazer uma sopa para que a Magia não passasse quase seis dias a leite e papas (o Rogério chegou a sugerir que fizéssemos isso, mas a minha condição de mãe, por mais balda que às vezes possa ser, não me permitiu aceitar essa solução)!


 


No dia em que chegámos, à tardinha, fomos a um supermercado que havia (há) perto do apartamento. Comprámos coisas para o pequeno-almoço e legumes para a sopa da Magia. Em casa, demos-lhe papa, que era o que havia de mais imediato para ela comer. A seguir, fomos jantar ao McDonald's, que havia (há) muito perto de casa (mais perto do que o supermercado). 


 


Nessa noite, depois de nos organizarmos, de rezarmos e de termos os miúdos na cama, comecei a descascar os legumes... mas a sopa não ficou pronta nessa noite, não!


 


Na segunda-feira a sopa ficou esquisita, muito líquida, mas não era só isso, o sabor também deixava muito a desejar. O Rogério propôs desistir da sopa. Como eu insisti que a Magia devia comer sopa pelo menos uma vez por dia, e achava que bastava uma batata doce para remediar a sopa, na terça-feira o Rogério voltou ao supermercado e comprou duas batatas doces e carne para adicionar à sopa.


 


Na terça-feira já não sei o que foi que aconteceu, mas a sopa não ficou pronta para a Magia comer, e acabou por não ficar pronta de todo.


 


Na quarta-feira a sopa ficou quase pronta, mas, se não me engano, só foi oferecida à Magia na...


 


... quinta-feira. Qual a opinião da mademoiselle Magie? La soupe? Mange-la toi!


 


Eu pouco comi da sopa (a carne de vaca para mim estragava tudo), mas a Varinha (Baguette, en français - aprendi ao ver um bocadinho de desenhos animados dans la télé française) comeu e repetiu, na quinta-feira, a Vassoura comeu na quinta e na sexta-feira, tal como o Rogério, e o Feitiço comeu na quinta-feira.


 


Resumindo, tanta preocupação e tanto trabalho para fazer uma sopa para a Magia e, do ponto de vista do objetivo inicial, a sopa foi um autêntico fiasco! Porque voltei a oferecer-lhe a sopa no jantar de sexta-feira e no almoço de sábado, antes de regressarmos a Portugal, e ela comeu tanta sopa como vocês!


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[Pas la soupe qu'on a fait.]


 


Nota: Tudo o que escrevi em francês pode estar (e está, certamente) com erros. Qu'est-ce qu'on va faire? Rien! C'est la vie!

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Transportes públicos em Paris - pormenores positivos

Como escrevi anteriormente, a rede de transportes públicos de Paris é imensa e bastante confusa ("Quem não sabe é como quem não vê"). Mas alguns pormenores agradaram-me particularmente.


 


#1


Numa estação por onde passámos apenas uma vez (duas, contando ida e volta), o cais tinha portas como se fosse um metro. Quando um metro chegava à estação, parava sempre de modo a fazer coincidir as suas portas com as portas do cais, que se abriam ao mesmo tempo do que as das carruagens. Mais seguro, e mais fácil saber onde nos colocarmos enquanto esperamos que o metro chegue! Infelizmente não tenho nenhuma fotografia para ilustrar este pormenor.


 


#2


Por cima das portas do comboio (alguns), a lista das estações do percurso efetuado por esse comboio tem uma luzinha por cima do nome de cada paragem. Quando se aproxima uma paragem, a luzinha dessa paragem pisca. Quando se sai dessa paragem, a luzinha apaga-se. Além disso, nestes comboios ouve-se duas vezes o nome da paragem seguinte, sem a introdução portuguesa de "próxima paragem" (que se calhar só atrapalha quem não percebe português). Parte menos positiva deste ponto positivo: em alguns comboios que tinham este sistema, as luzes estavam sempre a apagar-se.


metro_paris.JPG


 

Andar de transportes públicos em Paris...

... não é fácil. Especialmente se se é um casal com quatro crianças, uma das quais com um ano e dois meses e que não anda, duas mochilas (uma grande e uma pequena) e um carrinho de bebé.


 


São muitas linhas de metro, misturadas com as de comboio (RER), as de autocarro, elétrico e não sei se mais algum transporte que me tenha escapado.


 


Correção: as linhas dos transportes propriamente ditas não estão misturadas, têm é ligações múltiplas entre elas. As linhas que de facto estão misturadas são as que representam as linhas (ou percursos) reais, no esquema de transportes que se encontra afixado e nos folhetos disponíveis nas várias estações. Sentia-me quase analfabeta funcional ao olhar para aquele emaranhado de linhas. Valeu-me S. Gato Rogério!*


 


Como a maior parte das linhas e estações de metro (o transporte que mais utilizámos) são antigas, não têm elevadores. Para compensar, têm labirintos e escadas em abundância!  Estas características foram, sem dúvida, as que mais apreciámos enquanto circulávamos. #Sóquenão.


 


Na segunda-feira, dia em que fizemos a viagem para Paris, fomos de táxi do aeroporto (de Orly) até ao apartamento. O valor para essa viagem é fixo: 35€, pagando-se quatro euros por cada passageiro além dos quatro que enchem um táxi de cinco lugares. Nós pagámos, portanto, 43€ (o facto de a Magia ir ao meu colo não afetou).


 


Na terça-feira de manhã, comprámos um passe de cinco dias para os cinco membros pagantes da família. Foi uma boa opção (já pensada e decidida em Portugal, antes de irmos), uma vez que esse passe deu para todos os transportes públicos, no centro e nos arredores de Paris. Não tivemos mais de estar em filas para comprar bilhetes. Além disso, o passe permitiu-nos ter desconto de 25% num dos sítios onde fomos (apenas nos bilhetes de adultos).


CCF13082018_00000.jpg


 Antes de ir para Paris, tinha pensado levar o pano para transportar a Magia. O problema é que apenas sabia a maneira de transportar uma bebé pequenina. Pensei pesquisar na Internet e treinar em Portugal, mas, quando o fiz, a Magia não quis colaborar e, sendo muito em cima da viagem, acabei por decidir não levar o pano. Lá teria de carregar o carrinho de bebé em Paris, nos transportes... 


 


No apartamento do meu irmão, enquanto procurava almofadas para as várias camas, encontrei um marsúpio.** Pensei logo experimentar usá-lo com a Magia, no dia seguinte. Apesar de saber que não é a forma de babywearing mais recomendada, porque as pernas da criança ficam "penduradas", decidi usá-lo porque um marsúpio tem a grande vantagem de não precisar de pesquisar na Internet a forma de usar. É muito mais simples. Não que fosse automático, mas as imagens ilustrativas no próprio marsúpio permitiram colocar a Magia no dito cujo e passar o primeiro dia a andar de transportes e a visitar vários locais sem usar o carrinho.


 


O primeiro dia sem usar carrinho? Porquê? Nos outros dias usaste-o, Mimi? Sim, usei. Levei a Magia no marsúpio, mas como fiquei com dores nos ombros e nas costas, no primeiro dia de passeio, achei melhor, nos outros dias, levar outro recurso, para ir alternando conforme precisasse. Mas quem me dera não ter ficado com dores de costas... Além de ser chato carregar o carrinho escadas acima e escadas abaixo, havia estações onde ele não passava aberto pelas entradas e saídas de controlo e tinha de ser fechado. E se, por acaso, a Magia estava nele, nessa altura, tínhamos de a retirar, fechar o carrinho, e fazer o inverso depois de passarmos (exceto, claro, se a Magia recusasse voltar para o carrinho, a malandra...).


 


 


 *Em minha "defesa", sem o Rogério teria deixado de ser analfabeta. Com ele, "encostei-me"...


**Não me surpreendeu, uma vez que o Mário e a Marinette têm uma filha um ano mais velha do que a Magia (a Marinettezinha) e um bebé que nasceu em janeiro deste ano (o Máriozinho).


 


 


 

domingo, 12 de agosto de 2018

6 pessoas / 5 dias em Paris

Nem este post, nem os (eventuais) próximos posts sobre a viagem pretendem servir de guia a quem quer que seja. Lê-los serve para tanto quanto serve ler os restantes posts que enchem este blogue (bem sei que nos últimos tempos a enchente tem sido fraquita...). Fica o aviso.


 


Na segunda-feira, dia 6, viajámos para Paris. Ficámos hospedados num T1 no meio da cidade, cortesia do meu irmão Mário e da minha cunhada Marinette (que é francesa). O apartamento, que me foi descrito como pequeno (e sendo um T1, não era de admirar), foi a primeira boa surpresa, pois é bem espaçoso. A cozinha é uma kitchenette e a casa de banho é minúscula, mas sabem aqueles espaços pequenos mas bem aproveitados? São assim. O quarto tem um sofá-cama e outras duas camas, além de armários em duas paredes. A sala tem a zona do sofá (com cama) e a zona da mesa de jantar, e está "ligada" ao hall de entrada, onde há um armário. Tem outros móveis e uma cama de viagem de bebé, mais pequena do que as que nós temos, mas mais do que suficiente para a Magia dormir.


 


A distribuição das camas por nós estava pensada assim: manas V&V no sofá-cama do quarto, Feitiço numa das camas (a outra ficava para tratar da Magia - mudar fraldas, etc.), eu e o Rogério ficávamos no sofá-cama da sala (que é maior do que o do quarto) e a Magia, como referi, na cama de viagem. No entanto, não chegámos sequer a abrir o sofá do quarto, pois a Varinha não quis partilhar a cama com a Vassoura. Uma das camas, a mais pequena, tinha dois colchões (inicialmente - por acidente! - o segundo "c" não apareceu registado e juro que imediatamente me lembrei do post da Happy e do comentário da Chic'Ana ), pelo que tirei um e coloquei-o no chão. Cabia perfeitamente.


 


[Há mais para contar, mas este post fica por aqui - ou nunca mais chega a altura de ver a luz do dia!...]


 


 

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Desafio das 52 semanas - semana 32

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Semana 32: Ainda quero aprender...


... muito mais receitas;


... a conduzir (tenho a carta de condução, mas não sei conduzir);


... a ser mais arrumada e organizada;


...

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Desafio das 52 semanas - semana 31

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Semana 31: Quando não tenho nada para fazer, gosto de…


... apreciar o facto de não ter nada para fazer!


Na realidade, nunca é verdade que não tenha nada para fazer - o que acontece é que convenientemente a minha consciência adormece e não me aponta nada para fazer... Nessas ocasiões, gosto de...


... dormir;


... ver televisão;


... passear pela blogosfera;


... ler;


... sonhar acordada;


...

Amanhã vou a um casamento

Conheço a noiva desde o dia em que fez um mês (porque estou a excluir o tempo em que ela estava escondida dentro da mãe, em que a conhecia sem a ver). É uma jovem que me é muito querida ao coração, assim como a sua família (pais, irmã, irmãos).


 


Conheço o noivo desde que era miúdo, não tão bem quanto a noiva, é certo, nem tão bem conheço a sua família (são sete irmãos, a maior parte dos quais já casados e com filhos), mas são caras familiares e simpáticas.


 


Estou contente por ir ao casamento? Estou, pois! 


 


O único senão é que fui convidada para o casamento (no sentido cerimónia + copo d'água, já que a minha presença na cerimónia seria sempre bem-vinda)... hoje, para, se assim desejasse, ocupar o lugar do padrinho de Batismo da noiva (que eu também conheço e cuja não-ida repentina me preocupa).


 


Falei com o Rogério e decidimos ir, levando a Magia e deixando os outros três com tias(tios). Ainda não falei com os ditos tios e já respondi que íamos...


 


E o que é que vou usar? Um vestido que comprei e vesti num casamento há dois anos, antes de engravidar da Magia e que me está a little tight, umas sandálias que comprei à última hora para usar no batizado da Magia e que estão como novas (pudera, têm saltos muito altos e apertam-me os dedos lá à frente...), um colar, brincos, o cabelo curtíssimo (fui há dois dias cortá-lo, não há nada a fazer!) e talvez uma écharpe sobre os ombros (se a arranjar hoje).


 


Não consigo fazer melhor do que isto, com o tempo e o jeito de que disponho.


 


É que daqui a três dias vamos em viagem e há isso para preparar também...