Mostrar mensagens com a etiqueta passeio. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta passeio. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Paris - dia 5 (10/8/2018)

[Resumo: Casa. Museu do Ar e do Espaço. Casa.]


musee-de-l-air-et-de-l-espace.jpg


 Esta visita conta-se muito depressa, acho eu (no fim do post confirma-se ou desmente-se esta hipótese).


 


O Rogério gostou.


O Feitiço gostou.


Eu passava bem sem lá ter ido.


A Vassoura, idem.


A Varinha, idem.


A Magia, idem (mas, para ser honesta, a ela, todas as visitas despertaram o mesmo interesse... Disneyland, Versailles ou Musée de L'Air et de l'Espace!)


 


Se um dia forem a este museu, recomendo que, caso precisem, esvaziem a bexiga (ou o que for) numa casa de banho ao pé da entrada ou do restaurante e nunca - jamais, em tempo algum! - numa casa de banho que há a meio da exposição. Depois não digam que não vos avisei...


 


Já que mencionei o restaurante, acrescento que almoçámos lá, antes de visitarmos o museu, o que nos encurtou bastante o tempo da visita (não que eu quisesse ficar mais tempo, mas houve atividades - pagas à parte, e que nós não pagámos, mas que, inicialmente, pusemos a hipótese de voltar à bilheteira para podermos participar - que poderiam ter feito a diferença na opinião geral da parte feminina da família).


 


Tirando o tempo de espera até sermos atendidos, nada tenho a apontar de negativo relativamente a este restaurante: a comida era muito saborosa e o atendimento simpático... e parcialmente em português! A jovem que nos atendeu nasceu em França, mas é filha de portugueses e ia, nessa noite, viajar para Portugal, em férias. Espero que esteja a ter ou tenha tido muito boas férias!

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Paris - dia 4 (9/8/2018)

[Resumo: Casa. Versailles. Almoço numa pizzaria perto do palácio. Palácio de Versailles. Casa.]


 


Sobre o Palácio de Versailles não há muito a dizer.


 


É grande, muito grande.


É bonito, muito bonito. E piroso! 


Os jardins são grandes e bonitos, também.


E está mais ou menos tudo dito...


 


Mas como quero escrever um pouco mais (querer até não quero, mas acho que devo), vou contar como foi a nossa experiência...


 


No almoço deste dia, numa pizzaria perto do Palácio, eu e o Rogério pedimos a quantidade certa de comida , que estava, diga-se de passagem, muito saborosa.  A parte chata foi que uns insetos tipo vespa andavam sempre a cirandar pela nossa mesa (eventualmente, não só pela nossa, mas as outras pessoas não pareciam estar incomodadas com nada). A Varinha, que detesta insetos de todo o tipo (e teme pela vida quando os vê), fez um bocado de fita. Tendo em conta que uma "vespa" se foi meter dentro do copo de sumo dela, vamos dar-lhe um desconto... [Lamento informar os defensores dos animais que aquele inseto morreu afogado. Ou então não lamento...]


 


A certa altura, começou a chover. Na esplanada do restaurante estávamos razoavelmente abrigados. Felizmente já não chovia quando terminámos a refeição, já que só tínhamos um guarda-chuva, pequeno, ainda por cima.


 


Ao entrar no recinto exterior do palácio, chovia novamente, uma chuva miudinha, felizmente. Vimos uma fila enorme, para quem já tinha bilhete. Dirigimo-nos ao local onde se vendiam bilhetes e, depois de os compramos, por momentos, seguindo as indicações, parecia que iríamos evitar a fila... Foi ingénuo da nossa parte pensar isso, admito!


 


Como ainda chovia, não tão pouco quanto isso, nesta altura, o Rogério foi para a fila e nós os cinco ficámos na loja à espera que me desse um toque para o telemóvel, para nos juntarmos a ele, à entrada.


 


Enquanto esperávamos, a Vassoura e a Varinha precisaram de ir à casa de banho. Se não precisassem mesmo, não teriam ido (segundo disseram), pois só havia uma casa de banho, partilhada por homens e mulheres e que cheirava muito mal. Eu, que só passei perto da casa de banho, posso confirmar que cheirava muitíssimo mal. Fez-me lembrar umas casas de banho "duvidosas", por onde passei quando participei em algumas peregrinações (muitos autocarros cheios de peregrinos a parar em estações de serviço pequenas ultrapassava a capacidade logística do local).


 


Ainda elas não estavam despachadas, tocou o meu telemóvel. Era o Rogério. Corremos para ao pé dele (eu empurrando o carrinho da Magia), já que ainda chovia.


 


Ao entrar, parecia que estávamos no aeroporto... malas para um lado, pessoas para o outro... Com a diferença, para pior, que não podíamos ficar com o carrinho de bebé. Era recolhido ali e entregue no fim da visita. O que nos valeu foi o marsúpio, que andava sempre connosco, mesmo quando levávamos o carrinho. Mas, pelo que pude observar, outras famílias foram apanhadas de surpresa e não se livraram de dar colo tradicional (e mais cansativo) às suas crianças pequenas...


 


Durante a visita, o Feitiço amuou com qualquer coisa e desapareceu da nossa vista. Não nos apercebemos logo e rapidamente o encontrámos (tinha avançado demais), mas ainda assim foi um susto. Nestas questões de segurança, o Feitiço não é muito de fiar... A partir dali, o Feitiço foi bem "preso" ao Rogério e só acalmou quando visitámos a Galeria das Batalhas, cheia de bustos e pinturas referentes a - adivinhem! - batalhas (e a heróis das mesmas, mortos ou não na altura)... O rapaz gosta mesmo de lutas, guerras e afins!


 


Das janelas do Palácio, fomos espreitando os jardins. Embora sejam lindos (eu sei que são porque os visitei em 1997), ainda bem que não pagámos para os ver. Chovia e, no fim da visita ao Palácio, estávamos todos cansados.


 


Recuperámos o carrinho e fomo-nos embora.


versailles.jpg 


 


Conselho:


Se não fizerem questão de poder dizer que visitaram o Palácio de Versailles, visitem o Palácio de Queluz. É igualmente bonito, não tão grande, é um facto, mas sai muito mais barato! E os miúdos podem andar no carrinho de bebé...

domingo, 19 de agosto de 2018

Paris - dia 2 (7/8/2018)

[Resumo:


Casa. Catedral de Notre Dame. Almoço (crepes). Torre de Montparnasse. Torre Eiffel. Arco do Triunfo. Casa.]


 


 


O Rogério foi ao supermercado (por causa da famigerada sopa) e ao metro comprar os passes para viajarmos de transportes livremente durante os cinco dias.


 


Depois do pequeno-almoço (não muito cedo), com a Magia instalada no marsúpio, lá nos aventurámos pelo metro de Paris, sob a liderança segura do Gato Rogério.


 


Visitámos:


#1 - a Catedral de Notre Dame. Bonita, mas não mais do que tantas outras. Talvez esteja a ser injusta. É que a Magia não me permitia ficar parada a apreciar nada, pois desatava a refilar de forma bem sonora. Então eu tive de passar por tudo muito à pressa e não pude dar o devido valor. Por outro lado, temos no nosso país catedrais e igrejas tão ou mais bonitas do que a de Notre Dame. Só não temos um corcunda fictício a torná-las (tão) famosas...


corcunda.jpg


  


Depois almoçámos. Escolhemos um sítio onde serviam crepes e (eu e o Gato) cometemos a asneira de pedir cinco crepes. Enquanto esperávamos, demos a papa à Magia. Ainda ela não tinha terminado a papa já os crepes estavam a chegar à mesa. Eram simples q.b.: apenas tinham queijo e frango, mas, mesmo assim, as crianças deram corda à sua esquisitice, decidiram que não gostavam e pouco comeram (em especial a Varinha "Baguette" e o Feitiço). Acabámos por deitar fora o que eles não comeram, o que foi muito mau, mas nos serviu de lição.


 


#2 - a Torre de Montparnasse. Foi aqui que tivemos desconto de 25% (nos dois bilhetes de adulto), por termos o passe Paris Visite. Mesmo assim pagámos 55,50€, como podem verificar na imagem.


bilhetes_Montparnasse_tras.jpg


No outro lado dos bilhetes via-se uma imagem de um local de Paris, que poderia ser visto a partir da torre. Podem reparar que em seis bilhetes, temos cinco imagens diferentes. A imagem repetida está no bilhete da Magia, que não pagou entrada. Deve ser essa a explicação. 


bilhetes_Montparnasse_frente.jpg


Acho que valeu e vale a pena ir à torre, pela vista (a toda a volta) e pelas atividades que se podem fazer. No entanto, como em todos os sítios que visitámos, a presença de uma bebé limitou a disponibilidade para aproveitar cada uma das coisas. Mas gostei - e automaticamente subir à Torre Eiffel deixou de ser uma atividade atrativa. Por que haveríamos de gastar dinheiro para ter uma vista muito mais limitada de Paris do que a que tínhamos ali? Só para podermos dizer que subimos à Torre Eiffel, ex-libris da cidade de Paris? Não, obrigada!


 


#3 - a Torre Eiffel. Muito honestamente, a Torre Eiffel não é nada de especial. Mas é a Torre Eiffel e seria impensável irmos em família a Paris e não tirarmos umas fotos com ela como pano de fundo! Foi o que fizemos. Perto da torre, havia muitos vendedores de rua a vender as mesmas coisas. O Feitiço gastou um euro a comprar cinco porta-chaves Torre Eiffel, e as manas V&V fizeram o mesmo, mas dividindo a despesa entre si (não sei como fizeram para dividir os cinco porta-chaves...).


Resultado de imagem para torre eiffel


#4 - o Arco do Triunfo. Fomos suficientemente perto para o ver e tirar fotografias, e nada mais. O Rogério ainda fez algumas observações acerca do Arco, mas o cansaço generalizado não deu para grandes atenções...


Resultado de imagem para arco do triunfo


 


Nota: podia colocar aqui fotografias por nós tiradas (leia-se: pelo Rogério), mas não as tenho no meu computador e não sei sequer se temos alguma em que nós não estejamos, por isso ficam aqui estas tiradas da Internet e podem dar-se por felizes...