Ainda bem que não preciso de ir à rua agora!
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
segunda-feira, 12 de junho de 2017
Semana de aniversários
Sem contar com não familiares, que também conheço uns tantos que fazem anos durante esta semana, há uma sequência Royal Flush (perdoem-me a utilização abusiva desta expressão, que eu nem sei o que significa, mas sei que é uma boa coisa para se ter (? fazer?) nalguns jogos de cartas (ou então só num, é para verem como percebo do assunto)).
Dia 14 - A Avó Gata atinge a bonita idade de nove décadas (90 anos);
Dia 15 - A filha mais velha da Margarida (a Alfazema) completa 14 anos;
Dia 16 - A Matilde faz anos. Não digo quantos, deixo à vossa imaginação. A Matilde que diga, se quiser.
Dia 17 - A filha mais velha do Mário chega ao quarto de século (25 anos).
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Uma rápida pesquisa ofereceu-me esta imagem de um royal flush.
OK, falta-me um aniversário a 13 ou a 18 para ter um Royal Flush de aniversários. Bolas!
Garantia aos leitores
O episódio de "How I met your father" desta semana (recordo o horário: quinta-feira, 20:30h) está escrito e agendado.
Vou tentar não falhar o da próxima semana!
sábado, 10 de junho de 2017
Como o tempo passa!*
Hoje a Magia faz um mês!
*É um cliché, eu sei, mas não deixa de ser verdadeiro (no que a filhos diz respeito, pelo menos)!
Perda de tempo evitável - chamada de atenção à equipa dos blogues do Sapo
Já ando com esta dúvida há uns tempos...
Por que razão é que os bonequinhos (emoji, não é? ) que podemos utilizar nos posts e comentários aqui nos blogues do Sapo não estão sempre no mesmo lugar, de um blogue para o outro?
Neste blogue, por exemplo, este piscar de olhos está sempre na primeira coluna a contar da esquerda, na quarta linha a contar de cima, mas no blogue da C.S., por exemplo, está sempre na sétima coluna, na terceira linha. Podem confirmar!
Ora, de cada vez que quero utilizar um bonequinho em comentários nos vários blogues que visito, mesmo um que utilizo muitas vezes, perco imenso tempo à procura dele, o que não aconteceria se tivesse "lugar cativo".
Desconfio que sou a única a queixar-me disto!
sexta-feira, 9 de junho de 2017
Ufa! Modo paparazzo OFF!
Ontem, muito à noite (tanto que, em rigor, já era "hoje") finalmente concluí a tarefa relacionada com as fotografias.
Custou, mas foi!
quinta-feira, 8 de junho de 2017
Hoje é dia de HIMYF...
... e o episódio não vai sair à hora (20:30h - se é que chega a sair), pois ainda não está escrito, e, nesta hora que falta, vou dar de mamar, jantar e ainda tenho as fotografias (ver post anterior) para continuar a encontrar, separar e enviar.
Por esta razão, as nossas minhas desculpas aos meus estimados leitores/seguidores da série "How I met your father".
Em modo paparazzo ao retardador
Fui professora de uma turma durante três anos (do 1.º ao 3.º anos de escolaridade). Pediram-me que enviasse fotografias desses três anos para uma montagem qualquer que estão a fazer, agora que essa turma é finalista.
Até é engraçado ver as carinhas dos miúdos e perceber como cresceram, etc. e tal, mas em termos de tempo gasto, é uma seca!
Primeiro tenho de encontrar as fotografias no meio das imagens que tenho no computador (porque ter as fotografias impecavelmente organizadas em pastas é para algumas pessoas, mas não para mim, apesar de várias tentativas nesse sentido). Depois, há que deitar fora algumas fotografias que não interessam a ninguém (nem a mim, que as tirei!). A seguir, coloco as que não vão fora numa pasta que criei de propósito no ambiente de trabalho. Por fim, escrevo um email, anexo algumas fotografias e envio, sendo que elas demoram anos a carregar! Acabou? Não! Repito o processo uma e outra vez, porque me fartei de tirar fotografias ao longo dos anos (daí o título do post)!
quarta-feira, 7 de junho de 2017
Pensei que era um post da Mafalda!
Na página das "leituras", ao ver uma tira de BD da Mafalda, pensei que era mais uma do blogue da minha irmã mais velha, a Mafalda. Por isso, fiquei confusa durante umas frações de segundo quando, por baixo da tira, li: "Sim, é verdade. Há sete anos que sou professora." A Mafalda NÃO é professora!
Quem é professora e decidiu há pouco assumir publicamente a sua profissão é a C.S..
Não sou como...
... aquelas celebridades que têm (e mostram) a barriga lisa e os músculos abdominais bem definidos uma semana depois de darem à luz, mas...
... quatro semanas depois do parto (isto é, hoje) consegui vestir e apertar umas calças de ganga que usava antes da gravidez. Já me dou por contente!
Sou um oitavo da "cabra-leiteira" que já fui...
[Para começar, um esclarecimento: optei por não utilizar a expressão "vaca-leiteira" para me distanciar das (por mim invejadas) mães que, sem quaisquer dificuldades, amamentam os seus bebés em exclusivo até aos seis meses, conforme recomendação da OMS.]
Tendo como ideal amamentar em exclusivo durante seis meses, eis os tempos em que consegui manter a exclusividade:
Vassoura - três meses;
Varinha - um mês e dez dias;
Feitiço - dezanove dias;
Magia - dez dias!
Já agora, para ficar o registo completo, no que aos três primeiros diz respeito, indicarei também até quando mamaram:
Vassoura - oito meses (deixou de querer mamar quando engravidei da Varinha);
Varinha - oito meses (já só mamava uma vez ao dia e ficou em casa dos padrinhos para nós irmos a um retiro de fim de semana, deixando assim de mamar totalmente);
Feitiço - quase dezassete meses (deixou de querer mamar de um dia para o outro).
terça-feira, 6 de junho de 2017
Fiquei chocada!
Dizia eu no post sobre o batizado da Magia que fiquei chocada ao ver uma das leitoras no filme que o Tio Gato gravou, na câmara do Gato Rogério.
Não estou a exagerar, fiquei chocada. Ainda estou chocada!
Começo por identificar as leitoras: eu li a primeira leitura e o salmo responsorial, e a Vassoura leu a segunda leitura (e, já agora, fica registado que o Rogério leu as orações dos fiéis).
Qual das leitoras me chocou, pela forma como leu? Eu, senhores.
Durante anos fui leitora em determinado contexto, que incluía ler na Missa. Nunca me fizeram correções à forma como lia (demasiado depressa ou devagar, etc.), mas a avaliação que eu fazia da minha própria capacidade não dependia disso. Eu sei ler respeitando a pontuação, se há palavras mais difíceis (e na Bíblia há várias) eu não costumo atrapalhar-me, a velocidade tem-me parecido adequada (exceto no domingo anterior ao do Pentecostes, em que, segundo o Rogério, eu li tão depressa que parecia que queria era despachar a leitura), enfim... até acho que leio bastante bem! Além disso, para me assegurar que faço uma leitura em condições (quer na Missa, quer a ler uma história aos alunos), preparo-a com antecedência.
Então, por que razão fiquei chocada?
Não foi pela dicção, pela velocidade ou pelo volume da voz. As palavras soavam-me bem. O problema estava na minha expressão facial enquanto lia. Parecia que estava a fazer teatro*! Menos, Mimi, muito menos!
*Eu tenho uma veia artística que puxa para o teatro, mas nunca foi minha intenção pô-la a funcionar enquanto leitora na Missa.
(Ainda) estou de coração cheio!
Como anunciei no sábado, a Magia foi batizada no domingo. E foi tudo tão, tão bom!
Conseguimos chegar à hora combinada (uns minutos antes do início da Missa, para a parte das perguntas iniciais), o que desde logo acabou com um dos meus receios: que as mamadas ou fraldas impróprias para consumo atrasassem a saída de casa. Aproveito para ressalvar que a Vassoura, a Varinha e o Feitiço estavam prontíssimos com muita antecedência, quartos incluídos (o do Feitiço teria beneficiado da minha intervenção na arrumação da véspera, mas não tive oportunidade - no entanto, a cama foi impecavelmente feita de lavado, nessa manhã... por mim).
A cerimónia decorreu lindamente. A Magia teve um comportamento 15 (não é engano, foi mesmo quinze estrelas), mágico, poderia dizer: dormiu na maior parte do tempo e não chorou no momento em que lhe caiu água na cabeça (nem em nenhum outro).Os cânticos, que foram escolhidos por mim e pelas jovens responsáveis do coro da Missa das 10 horas, foram bem cantados e ajudaram a viver o Pentecostes e toda a celebração. As leituras ouviram-se bem (sobre uma das leitoras falarei noutro post, pois fiquei em choque quando vi o vídeo da celebração). As crianças mais próximas (as nossas, as filhas da Margarida e quatro dos doze filhos dos padrinhos da Magia) portaram-se bem q.b. (tenho que admitir que houve um bocadinho de conversa e que tive de lhes chamar a atenção). O nosso pároco mostrou-se bem-disposto, como é habitual nele, e acrescentou um pormenor no fim do rito do Batismo (esclarecendo que não fazia parte): um beijinho no cimo da cabeça da Magia.
A festa continuou em nossa casa. Se não me falha a memória, éramos 36 pessoas, num T3 sem quintal... Assim que entrei em casa e vi a mesa que a Nina organizou, desapareceu outro receio: que não houvesse comida suficiente para tanta gente. Na verdade, havia de facto mais comida do que a prevista, pois, para além do que tínhamos combinado, apareceram umas deliciosas empadas de carne (levadas pelos meus padrinhos, apesar de eu ter dito que não era necessário levarem nada), um pudim de coco* (feito pela minha irmã Margarida, por sugestão da minha mãe) e uns bolinhos de amêndoa (levados pela minha mãe porque sabia que eu gostava muito - como gosto, aliás das outras duas variedades de bolinhos de amêndoa que já havia! ).
Pouco depois de chegarmos a casa, retirei-me para o quarto com a Magia, para lhe dar de mamar num sítio sossegado. Obviamente que não era suposto os convidados ficarem à minha espera para começarem a comer. Para mamar do meu leite e beber o biberão, a Magia levou o seu tempo. Resultado: quando finalmente fui para a sala, descobri que a salada de frutas tinha acabado. Foi a única coisa que acabou antes de eu aparecer e ainda agora tenho pena, porque não como salada de frutas há mais tempo do que o que gostaria - é que eu adoro salada de frutas!
O convívio com família e amigos foi top. O ambiente só teve os seus momentos menos pacíficos na zona de guerra: os quartos dos miúdos. Não é costume o Feitiço ter rapazes para brincar cá em casa, e tinha dois. As irmãs, pelo contrário, têm as primas (mais) adoradas algumas vezes ao ano, mas desta vez, além delas, tinham as três filhas mais novas dos padrinhos da Magia e uma prima delas, que é irmã dos dois rapazes. A vantagem numérica estava toda no lado feminino, mas o ímpeto guerreiro abundava no líder masculino (o anfitrião Feitiço, apesar de mais novo do que os seus parceiros). Enquanto dava de mamar no meu quarto ouvi os ataques e gritos de guerra, assim como as vozes apaziguadoras de alguns adultos (sobretudo mães). Quando saí do quarto, pus fim a uma batalha e consegui alcançar alguma paz duradoira graças a ter autorizado, sob condição que a paz se mantivesse, a continuação do piquenique em cima da cama do Feitiço.
Ao longo das horas, a Magia andou de colo em colo e não refilou; foi um encanto para todos. A certa altura veio para o meu colo e adormeceu, e eu deixei-a lá ficar (ao contrário do que costumo fazer), enquanto conversava.
*Sem adjetivo porque ainda não provei - acabou por ser uma das pièces de résistance, não sucumbindo às investidas dos presentes.
segunda-feira, 5 de junho de 2017
E isto também saberás, Mafalda?
Quem comeu as amêndoas da parte de cima de muitos bolinhos, ontem?
A Vassoura "não é de intrigas" , mas contou-me que ouviu o Avô Bruxo a dizer qualquer coisa como: "Deixa ver se a Mafalda não comeu estas amêndoas"...
sábado, 3 de junho de 2017
Amanhã será um dia especial
A Magia vai ser batizada.
(Hoje é a parte que dói: arrumar a casa - cá em casa há sempre coisas para arrumar! - e preparar muita coisa.)
sexta-feira, 2 de junho de 2017
Alegria blogosférica
A minha amiga* Escondida é um ás a jogar às escondidas. Esteve seis meses ausente do blogue! Mas agora voltou e eu estou muito contente. É que, ao voltar ao seu blogue, também aparece mais por aqui, sendo uma das leitoras que mais comenta. E eu, como já assumi múltiplas vezes, gosto que comentem!
Bem-vinda de volta à blogosfera, Escondida!
*Não nos conhecemos pessoalmente, mas já há muito tempo que fazemos companhia virtual uma à outra, e isso criou uma amizade virtual, mas real. Eu tive mesmo saudades!
quinta-feira, 1 de junho de 2017
How I met your father - Episode 5
Kids,
Ainda se lembram onde íamos?
Eu estava com a minha melhor amiga na casa de uma "tia emprestada" dela e, de lá, telefonei, corajosamente, para o rapaz de quem (ainda) gostava, perguntando-lhe se poderia passar em casa dele naquele que era o último dia do ano (ou penúltimo, esse pormenor já não sei). Ele disse que sim.
Os pais da minha amiga deixaram-me à frente da casa do rapaz. Toquei à campainha. Não sei quem me abriu a porta de casa dele (bem, primeiro tiveram que abrir o portão, já que a casa era uma vivenda com quintal), mas rapidamente ele apareceu e indicou-me o caminho para o seu quarto, onde pudemos conversar à vontade.
Resumindo a conversa (que não foi de certeza muito curta, porque eu devo ter contado tudo com muitos pormenores, à boa maneira da Mimi), eu contei ao rapaz que tinha começado a gostar dele pouco depois de o conhecer e durante os dois anos em que frequentámos a mesma escola, que ainda pensava muito nele, e que, estando um ano novo prestes a começar, queria saber se valia a pena continuar a investir emocionalmente no sentimento que nutria por ele ou se era preferível esquecê-lo. Ele foi muito correto na forma como reagiu: disse que admirava a minha coragem ao expôr-me daquela maneira, mas que, da sua parte, só havia amizade por mim, nada mais. Eu agradeci a sua sinceridade. Ele acompanhou-me à porta. Despedimo-nos e eu saí.
Para mim, não se tratou de coragem. Eu precisava daquela resposta para seguir em frente! E posso dizer-vos que preferi mil vezes estar na pele de quem gosta e não é retribuído, do que na pele de quem é objeto de amor que não retribui. Mas sobre isso falarei mais tarde...
Ambições do Feitiço para o Dia da Criança
Há uns dias, o Feitiço virou-se para mim e perguntou:
- O que é que vocês nos vão dar no Dia da Criança?
Eu: Nada! [Tal como nos outros anos.]
O Feitiço não disse mais nada, nesta altura.
Anteontem, virou-se para mim e tentou mais uma vez que o Dia da Criança tivesse algo de diferente:
- No Dia da Criança podemos não tomar banho?