Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Já me está a custar
... que seja 5 de maio e não exista, neste blogue, nenhum post publicado. Pronto, problema resolvido! ;-)
Já me está a custar
... que seja 5 de maio e não exista, neste blogue, nenhum post publicado. Pronto, problema resolvido! ;-)
terça-feira, 26 de abril de 2016
Ferida e tratamento
Na minha última ida à ginecologista, ela viu que eu tinha uma ferida no colo do útero. Hoje vou fazer o tratamento. Parece que é um processo rápido (menos de dois minutos) e que consiste em queimar a ferida.
Não estou particularmente entusiasmada com a perspetiva (quem estaria?), mas confio na minha médica.
Depois conto como foi (acho eu)...
Não estou particularmente entusiasmada com a perspetiva (quem estaria?), mas confio na minha médica.
Depois conto como foi (acho eu)...
Ferida e tratamento
Na minha última ida à ginecologista, ela viu que eu tinha uma ferida no colo do útero. Hoje vou fazer o tratamento. Parece que é um processo rápido (menos de dois minutos) e que consiste em queimar a ferida.
Não estou particularmente entusiasmada com a perspetiva (quem estaria?), mas confio na minha médica.
Depois conto como foi (acho eu)...
Não estou particularmente entusiasmada com a perspetiva (quem estaria?), mas confio na minha médica.
Depois conto como foi (acho eu)...
sábado, 23 de abril de 2016
Tu o dizes, Feitiço!
É o Rogério que diariamente leva os três à escola, mas ontem tive de ser eu. Como não conduzo, fomos a pé. Conseguimos sair de casa 10 minutos antes da hora a que habitualmente saem, ou seja, saímos às 7:50h. Passámos pela minha escola para eu deixar as minhas coisas e não transportar um peso desnecessário no regresso. Implicou apenas uns cinco minutos, pois fica praticamente em caminho.
Chegámos à escola deles dez minutos antes de tocar (para elas - ele não tem toque, embora tenha hora de entrada), portanto a experiência correu bem. Eu também cheguei a horas à minha escola, pois o meu toque é meia hora depois do delas.
Como eu já contei aqui e deixei registado em comentários em variados blogues, os meus filhos são especialistas em destruir sapatos (devem ter um acordo com algum fabricante ou sapataria, e eu é que não sei). Durante a ida, reparei mais uma vez no estado dos sapatos do Feitiço (não se veem as meias, mas quase... ou então já se veem e eu é que prefiro não saber). Reparei também no rasgão que há na parte de trás do casaco do Feitiço que eu não coso porque prefiro que seja a Nina a coser (há um grande desnível entre a minha capacidade e a dela nesta - e noutras - área). Ora como ele não tem um casaco alternativo, vai usando este com o rasgão.
Comentei:
- Buraco nos sapatos, buraco no casaco... Que pobreza!
Feitiço: Não é pobreza, é estragueza!
Tu o dizes, Feitiço!
É o Rogério que diariamente leva os três à escola, mas ontem tive de ser eu. Como não conduzo, fomos a pé. Conseguimos sair de casa 10 minutos antes da hora a que habitualmente saem, ou seja, saímos às 7:50h. Passámos pela minha escola para eu deixar as minhas coisas e não transportar um peso desnecessário no regresso. Implicou apenas uns cinco minutos, pois fica praticamente em caminho.
Chegámos à escola deles dez minutos antes de tocar (para elas - ele não tem toque, embora tenha hora de entrada), portanto a experiência correu bem. Eu também cheguei a horas à minha escola, pois o meu toque é meia hora depois do delas.
Como eu já contei aqui e deixei registado em comentários em variados blogues, os meus filhos são especialistas em destruir sapatos (devem ter um acordo com algum fabricante ou sapataria, e eu é que não sei). Durante a ida, reparei mais uma vez no estado dos sapatos do Feitiço (não se veem as meias, mas quase... ou então já se veem e eu é que prefiro não saber). Reparei também no rasgão que há na parte de trás do casaco do Feitiço que eu não coso porque prefiro que seja a Nina a coser (há um grande desnível entre a minha capacidade e a dela nesta - e noutras - área). Ora como ele não tem um casaco alternativo, vai usando este com o rasgão.
Comentei:
- Buraco nos sapatos, buraco no casaco... Que pobreza!
Feitiço: Não é pobreza, é estragueza!
A ler, a ler, a ler!
O quê?
Este post da FEM, do qual transcrevo uns excertos para aguçar a vossa curiosidade:
Na relação familiar…
Qual a prioridade?
A nossa prioridade é a Família.
Dentro da prioridade o que reveste carácter de prioridade das prioridades?
O nosso cônjuge. Ponto. Não é discutível. A prioridade da mulher é o marido e vice-versa.
(...)
Um exemplo prático na definição da prioridade?
Por exemplo o chegar a casa. Quando o marido chega a casa, ainda que os filhos corram todos para os seus braços à procura do beijo, a primeira pessoa a ser cumprimentada é a mulher. Só depois os filhos. E eles irão aperceber-se que a prioridade do pai é a mãe e a prioridade da mãe é o pai. Eles são o bom fruto do amor entre o casal. Mas o casal precede-os. E isso tem de ficar muito claro.
Este post da FEM, do qual transcrevo uns excertos para aguçar a vossa curiosidade:
Na relação familiar…
Qual a prioridade?
A nossa prioridade é a Família.
Dentro da prioridade o que reveste carácter de prioridade das prioridades?
O nosso cônjuge. Ponto. Não é discutível. A prioridade da mulher é o marido e vice-versa.
(...)
Um exemplo prático na definição da prioridade?
Por exemplo o chegar a casa. Quando o marido chega a casa, ainda que os filhos corram todos para os seus braços à procura do beijo, a primeira pessoa a ser cumprimentada é a mulher. Só depois os filhos. E eles irão aperceber-se que a prioridade do pai é a mãe e a prioridade da mãe é o pai. Eles são o bom fruto do amor entre o casal. Mas o casal precede-os. E isso tem de ficar muito claro.
A ler, a ler, a ler!
O quê?
Este post da FEM, do qual transcrevo uns excertos para aguçar a vossa curiosidade:
Na relação familiar…
Qual a prioridade?
A nossa prioridade é a Família.
Dentro da prioridade o que reveste carácter de prioridade das prioridades?
O nosso cônjuge. Ponto. Não é discutível. A prioridade da mulher é o marido e vice-versa.
(...)
Um exemplo prático na definição da prioridade?
Por exemplo o chegar a casa. Quando o marido chega a casa, ainda que os filhos corram todos para os seus braços à procura do beijo, a primeira pessoa a ser cumprimentada é a mulher. Só depois os filhos. E eles irão aperceber-se que a prioridade do pai é a mãe e a prioridade da mãe é o pai. Eles são o bom fruto do amor entre o casal. Mas o casal precede-os. E isso tem de ficar muito claro.
Este post da FEM, do qual transcrevo uns excertos para aguçar a vossa curiosidade:
Na relação familiar…
Qual a prioridade?
A nossa prioridade é a Família.
Dentro da prioridade o que reveste carácter de prioridade das prioridades?
O nosso cônjuge. Ponto. Não é discutível. A prioridade da mulher é o marido e vice-versa.
(...)
Um exemplo prático na definição da prioridade?
Por exemplo o chegar a casa. Quando o marido chega a casa, ainda que os filhos corram todos para os seus braços à procura do beijo, a primeira pessoa a ser cumprimentada é a mulher. Só depois os filhos. E eles irão aperceber-se que a prioridade do pai é a mãe e a prioridade da mãe é o pai. Eles são o bom fruto do amor entre o casal. Mas o casal precede-os. E isso tem de ficar muito claro.
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Na falta de inspiração para escrever, ...
... porque assuntos, na verdade, não me faltam, informo os estimados leitores que as coisas malvadas começadas por "S" continuam em dia.
Na falta de inspiração para escrever, ...
... porque assuntos, na verdade, não me faltam, informo os estimados leitores que as coisas malvadas começadas por "S" continuam em dia.
domingo, 17 de abril de 2016
Prima pequenina, ou mais ou menos
São 35 anos, mas será sempre pequenina para mim. Lembro-me da mãe barriguda a virar a esquina da casa onde morávamos, no meu 8º aniversário, e lembro-me da prenda que me deram os tios, seus pais, na ocasião: um conjunto saia+parte de cima xadrez, em cores claras. A parte de cima tinha uns botões (só em cima, não eram de cima a baixo) e a ponta das mangas (curtas) era branca. Eu adorei aquela roupa e tive muita pena quando deixou de me servir. E, tal como gostei muito da roupa, gostava muito dos tios (de quem tenho saudades) e gosto muito desta minha prima (só falo desta porque é dela o aniversário). Já disse que ela é pequenina?
P A R A B É N S ! ! !
Prima pequenina, ou mais ou menos
São 35 anos, mas será sempre pequenina para mim. Lembro-me da mãe barriguda a virar a esquina da casa onde morávamos, no meu 8º aniversário, e lembro-me da prenda que me deram os tios, seus pais, na ocasião: um conjunto saia+parte de cima xadrez, em cores claras. A parte de cima tinha uns botões (só em cima, não eram de cima a baixo) e a ponta das mangas (curtas) era branca. Eu adorei aquela roupa e tive muita pena quando deixou de me servir. E, tal como gostei muito da roupa, gostava muito dos tios (de quem tenho saudades) e gosto muito desta minha prima (só falo desta porque é dela o aniversário). Já disse que ela é pequenina?
P A R A B É N S ! ! !
quarta-feira, 13 de abril de 2016
"After all, TODAY is another day!"
Comprova-se que hoje é um novo dia -
(a Scarlett dizia "amanhã", mas eu adaptei):
Ontem era um balde de água fria
Hoje a folha eu encontrei!
:-)
(a Scarlett dizia "amanhã", mas eu adaptei):
Ontem era um balde de água fria
Hoje a folha eu encontrei!
:-)
"After all, TODAY is another day!"
Comprova-se que hoje é um novo dia -
(a Scarlett dizia "amanhã", mas eu adaptei):
Ontem era um balde de água fria
Hoje a folha eu encontrei!
:-)
(a Scarlett dizia "amanhã", mas eu adaptei):
Ontem era um balde de água fria
Hoje a folha eu encontrei!
:-)
terça-feira, 12 de abril de 2016
Balde de água fria
Há mais de um mês, penso eu, - garantidamente antes da interrupção letiva da Páscoa -, escrevi "à mão" umas perguntas sobre uns poemas de um livro que estou a explorar com os alunos. Escrevi essas perguntas no meu caderno A4, onde mais ou menos escrevo tudo o que é relacionado com a escola. Fi-lo com muita antecedência (relativamente à altura em que iria propor o trabalho à turma).
Não é verdade, infelizmente. Quando há bocado peguei no caderno para passar as perguntas a computador (com uma antecedência nitidamente reduzida) ... não as encontrei. Vá-se lá saber porquê, quando escrevi as perguntas utilizei uma folha solta que, claro, agora não encontro.
Sinceramente, não estou para repensar as perguntas sem primeiro as procurar no escritório (vulgo quarto do Feitiço, que lá está a dormir, como é natural a esta hora), e não sei mais onde...
Posso sempre pensar em perguntas para explorar outros poemas (o livro tem muitos!), mas agora o que eu vou é dormir.
Boa noite!
Não é verdade, infelizmente. Quando há bocado peguei no caderno para passar as perguntas a computador (com uma antecedência nitidamente reduzida) ... não as encontrei. Vá-se lá saber porquê, quando escrevi as perguntas utilizei uma folha solta que, claro, agora não encontro.
Sinceramente, não estou para repensar as perguntas sem primeiro as procurar no escritório (vulgo quarto do Feitiço, que lá está a dormir, como é natural a esta hora), e não sei mais onde...
Posso sempre pensar em perguntas para explorar outros poemas (o livro tem muitos!), mas agora o que eu vou é dormir.
Boa noite!
Balde de água fria
Há mais de um mês, penso eu, - garantidamente antes da interrupção letiva da Páscoa -, escrevi "à mão" umas perguntas sobre uns poemas de um livro que estou a explorar com os alunos. Escrevi essas perguntas no meu caderno A4, onde mais ou menos escrevo tudo o que é relacionado com a escola. Fi-lo com muita antecedência (relativamente à altura em que iria propor o trabalho à turma).
Não é verdade, infelizmente. Quando há bocado peguei no caderno para passar as perguntas a computador (com uma antecedência nitidamente reduzida) ... não as encontrei. Vá-se lá saber porquê, quando escrevi as perguntas utilizei uma folha solta que, claro, agora não encontro.
Sinceramente, não estou para repensar as perguntas sem primeiro as procurar no escritório (vulgo quarto do Feitiço, que lá está a dormir, como é natural a esta hora), e não sei mais onde...
Posso sempre pensar em perguntas para explorar outros poemas (o livro tem muitos!), mas agora o que eu vou é dormir.
Boa noite!
Não é verdade, infelizmente. Quando há bocado peguei no caderno para passar as perguntas a computador (com uma antecedência nitidamente reduzida) ... não as encontrei. Vá-se lá saber porquê, quando escrevi as perguntas utilizei uma folha solta que, claro, agora não encontro.
Sinceramente, não estou para repensar as perguntas sem primeiro as procurar no escritório (vulgo quarto do Feitiço, que lá está a dormir, como é natural a esta hora), e não sei mais onde...
Posso sempre pensar em perguntas para explorar outros poemas (o livro tem muitos!), mas agora o que eu vou é dormir.
Boa noite!
Um post a ler, para refletir
... este, da Família Raríssima, sobre o uso dos telemóveis (e demais tecnologias).
Gostaria de dizer que não estou demasiado tempo ao telemóvel, ou ao computador, mas... não seria verdade. E tal como reconheço em mim, identifico o problema no meu querido Gato.
Devíamos ajudar-nos um ao outro a reduzir a dose. O problema é que o computador é o nosso principal meio de trabalho (em casa, no meu caso - que na escola raramente lhe toco, e, se o faço, é garantidamente para trabalhar, como esta manhã, em que os alunos de um grupo estiveram a escrever os nomes dos planetas para o seu projeto sobre o Sistema Solar).
Durante o horário de expediente, segundo consta - e, conhecendo o Rogério, acredito que seja verdade -, o Rogério não se distrai. Mas, uma vez em casa, o comportamento é outro. O dele e o meu.
Repito: devíamos ajudar-nos um ao outro a reduzir a dose.
Gostaria de dizer que não estou demasiado tempo ao telemóvel, ou ao computador, mas... não seria verdade. E tal como reconheço em mim, identifico o problema no meu querido Gato.
Devíamos ajudar-nos um ao outro a reduzir a dose. O problema é que o computador é o nosso principal meio de trabalho (em casa, no meu caso - que na escola raramente lhe toco, e, se o faço, é garantidamente para trabalhar, como esta manhã, em que os alunos de um grupo estiveram a escrever os nomes dos planetas para o seu projeto sobre o Sistema Solar).
Durante o horário de expediente, segundo consta - e, conhecendo o Rogério, acredito que seja verdade -, o Rogério não se distrai. Mas, uma vez em casa, o comportamento é outro. O dele e o meu.
Repito: devíamos ajudar-nos um ao outro a reduzir a dose.
Um post a ler, para refletir
... este, da Família Raríssima, sobre o uso dos telemóveis (e demais tecnologias).
Gostaria de dizer que não estou demasiado tempo ao telemóvel, ou ao computador, mas... não seria verdade. E tal como reconheço em mim, identifico o problema no meu querido Gato.
Devíamos ajudar-nos um ao outro a reduzir a dose. O problema é que o computador é o nosso principal meio de trabalho (em casa, no meu caso - que na escola raramente lhe toco, e, se o faço, é garantidamente para trabalhar, como esta manhã, em que os alunos de um grupo estiveram a escrever os nomes dos planetas para o seu projeto sobre o Sistema Solar).
Durante o horário de expediente, segundo consta - e, conhecendo o Rogério, acredito que seja verdade -, o Rogério não se distrai. Mas, uma vez em casa, o comportamento é outro. O dele e o meu.
Repito: devíamos ajudar-nos um ao outro a reduzir a dose.
Gostaria de dizer que não estou demasiado tempo ao telemóvel, ou ao computador, mas... não seria verdade. E tal como reconheço em mim, identifico o problema no meu querido Gato.
Devíamos ajudar-nos um ao outro a reduzir a dose. O problema é que o computador é o nosso principal meio de trabalho (em casa, no meu caso - que na escola raramente lhe toco, e, se o faço, é garantidamente para trabalhar, como esta manhã, em que os alunos de um grupo estiveram a escrever os nomes dos planetas para o seu projeto sobre o Sistema Solar).
Durante o horário de expediente, segundo consta - e, conhecendo o Rogério, acredito que seja verdade -, o Rogério não se distrai. Mas, uma vez em casa, o comportamento é outro. O dele e o meu.
Repito: devíamos ajudar-nos um ao outro a reduzir a dose.
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