Depois do almoço (chez moi e fantástico graças à companhia da minha querida melhor amiga), cheguei à escola uns minutos antes de tocar para entrar. Ao portão, fui recebida por três alunas, muito bem-dispostas (X, Y e Z).
X: Professora, a Y contou uma piada... quer dizer, disse uma coisa muito engraçada!
Eu: Ah, sim?
X: Sim. A Z estava a dizer que as pessoas podem ter filhos a partir dos 12 anos... e a Y disse: "Ah! Então o meu irmão [que tem 11 anos e tal] está quase a ter um filho!"
Riam-se as três.
Eu fiquei a pensar naquilo que a Z disse... Sem entrar em mais conversas, posso dizer que eu nunca poderia ter tido filhos aos doze, nem aos treze, nem aos catorze... (estou a referir-me à questão da maturidade física, apenas, independentemente das opções comportamentais. Fui uma late bloomer. A questão comportamental levou a que só pudesse ter filhos aos 33 anos, mesmo.)
Blogue da Bruxa Mimi. Filhos: "Vassoura", "Varinha", "Feitiço" e "Magia" (10, 9 e 7 anos e "quase a chegar"). Marido: "Gato Rogério".
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Piada "realista"
Depois do almoço (chez moi e fantástico graças à companhia da minha querida melhor amiga), cheguei à escola uns minutos antes de tocar para entrar. Ao portão, fui recebida por três alunas, muito bem-dispostas (X, Y e Z).
X: Professora, a Y contou uma piada... quer dizer, disse uma coisa muito engraçada!
Eu: Ah, sim?
X: Sim. A Z estava a dizer que as pessoas podem ter filhos a partir dos 12 anos... e a Y disse: "Ah! Então o meu irmão [que tem 11 anos e tal] está quase a ter um filho!"
Riam-se as três.
Eu fiquei a pensar naquilo que a Z disse... Sem entrar em mais conversas, posso dizer que eu nunca poderia ter tido filhos aos doze, nem aos treze, nem aos catorze... (estou a referir-me à questão da maturidade física, apenas, independentemente das opções comportamentais. Fui uma late bloomer. A questão comportamental levou a que só pudesse ter filhos aos 33 anos, mesmo.)
X: Professora, a Y contou uma piada... quer dizer, disse uma coisa muito engraçada!
Eu: Ah, sim?
X: Sim. A Z estava a dizer que as pessoas podem ter filhos a partir dos 12 anos... e a Y disse: "Ah! Então o meu irmão [que tem 11 anos e tal] está quase a ter um filho!"
Riam-se as três.
Eu fiquei a pensar naquilo que a Z disse... Sem entrar em mais conversas, posso dizer que eu nunca poderia ter tido filhos aos doze, nem aos treze, nem aos catorze... (estou a referir-me à questão da maturidade física, apenas, independentemente das opções comportamentais. Fui uma late bloomer. A questão comportamental levou a que só pudesse ter filhos aos 33 anos, mesmo.)
À beira-mar
Não fui à beira-mar, estou apenas a responder à questão que formulei no post anterior:
"... país à beira-mar (com ou sem hífen?) plantado..."
"Beira-mar" escreve-se com hífen. :-)
"... país à beira-mar (com ou sem hífen?) plantado..."
"Beira-mar" escreve-se com hífen. :-)
À beira-mar
Não fui à beira-mar, estou apenas a responder à questão que formulei no post anterior:
"... país à beira-mar (com ou sem hífen?) plantado..."
"Beira-mar" escreve-se com hífen. :-)
"... país à beira-mar (com ou sem hífen?) plantado..."
"Beira-mar" escreve-se com hífen. :-)
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Bem ou mal...
... espero que tenham votado.
A abstenção, confesso, faz-me confusão (bem, posso compreender que quem é monárquico não vote numas eleições presidenciais, mas ou há muitos monárquicos neste nosso país à beira-mar - com ou sem hífen?* - plantado, ou há muito "deixa andar"... e inclino-me para a segunda hipótese)!
Eu sei que este post teria feito mais sentido no fim de domingo ou na 2ª feira de manhã, mas cumprir prazos (mesmo que fictícios) não é a minha especialidade...
*(Resposta no post seguinte)
A abstenção, confesso, faz-me confusão (bem, posso compreender que quem é monárquico não vote numas eleições presidenciais, mas ou há muitos monárquicos neste nosso país à beira-mar - com ou sem hífen?* - plantado, ou há muito "deixa andar"... e inclino-me para a segunda hipótese)!
Eu sei que este post teria feito mais sentido no fim de domingo ou na 2ª feira de manhã, mas cumprir prazos (mesmo que fictícios) não é a minha especialidade...
*(Resposta no post seguinte)
Bem ou mal...
... espero que tenham votado.
A abstenção, confesso, faz-me confusão (bem, posso compreender que quem é monárquico não vote numas eleições presidenciais, mas ou há muitos monárquicos neste nosso país à beira-mar - com ou sem hífen?* - plantado, ou há muito "deixa andar"... e inclino-me para a segunda hipótese)!
Eu sei que este post teria feito mais sentido no fim de domingo ou na 2ª feira de manhã, mas cumprir prazos (mesmo que fictícios) não é a minha especialidade...
*(Resposta no post seguinte)
A abstenção, confesso, faz-me confusão (bem, posso compreender que quem é monárquico não vote numas eleições presidenciais, mas ou há muitos monárquicos neste nosso país à beira-mar - com ou sem hífen?* - plantado, ou há muito "deixa andar"... e inclino-me para a segunda hipótese)!
Eu sei que este post teria feito mais sentido no fim de domingo ou na 2ª feira de manhã, mas cumprir prazos (mesmo que fictícios) não é a minha especialidade...
*(Resposta no post seguinte)
domingo, 24 de janeiro de 2016
sábado, 23 de janeiro de 2016
Sonhos #56
[Nota prévia: ontem, se estivesse vivo, faria anos o padre M. da paróquia da minha juventude e até casar e mudar para onde vivo agora. Foi com ele que eu e o Rogério tratámos dos papéis para o casamento e só não foi ele que presidiu à cerimónia porque, por questões de saúde e de idade, deixou de ser o pároco alguns meses antes do grande dia.]
No sonho, eu estava na Missa, numa igreja diferente da da minha paróquia, mas que era a da minha paróquia, e o padre M. é que estava a celebrar, com cara bastante jovial apesar do seu cabelo totalmente branco (na vida real, nunca conheci o padre M. sem ser com o cabelo branco). Ele estava a falar de uma forma muito próxima e eu estava a gostar imenso de o ouvir.
A certa altura, começo a pensar: "O padre M. está vivo, mas eu tinha ideia que ele tinha morrido em 2007! Pelos vistos estava enganada... Mas, não, não pode ser! Eu estive na Missa de 7º Dia. Ele morreu mesmo."
Quando chego à conclusão final, o padre M. simplesmente desaparece (e nenhum outro o substitui na celebração!).
A seguir acordei.
No sonho, eu estava na Missa, numa igreja diferente da da minha paróquia, mas que era a da minha paróquia, e o padre M. é que estava a celebrar, com cara bastante jovial apesar do seu cabelo totalmente branco (na vida real, nunca conheci o padre M. sem ser com o cabelo branco). Ele estava a falar de uma forma muito próxima e eu estava a gostar imenso de o ouvir.
A certa altura, começo a pensar: "O padre M. está vivo, mas eu tinha ideia que ele tinha morrido em 2007! Pelos vistos estava enganada... Mas, não, não pode ser! Eu estive na Missa de 7º Dia. Ele morreu mesmo."
Quando chego à conclusão final, o padre M. simplesmente desaparece (e nenhum outro o substitui na celebração!).
A seguir acordei.
Sonhos #56
[Nota prévia: ontem, se estivesse vivo, faria anos o padre M. da paróquia da minha juventude e até casar e mudar para onde vivo agora. Foi com ele que eu e o Rogério tratámos dos papéis para o casamento e só não foi ele que presidiu à cerimónia porque, por questões de saúde e de idade, deixou de ser o pároco alguns meses antes do grande dia.]
No sonho, eu estava na Missa, numa igreja diferente da da minha paróquia, mas que era a da minha paróquia, e o padre M. é que estava a celebrar, com cara bastante jovial apesar do seu cabelo totalmente branco (na vida real, nunca conheci o padre M. sem ser com o cabelo branco). Ele estava a falar de uma forma muito próxima e eu estava a gostar imenso de o ouvir.
A certa altura, começo a pensar: "O padre M. está vivo, mas eu tinha ideia que ele tinha morrido em 2007! Pelos vistos estava enganada... Mas, não, não pode ser! Eu estive na Missa de 7º Dia. Ele morreu mesmo."
Quando chego à conclusão final, o padre M. simplesmente desaparece (e nenhum outro o substitui na celebração!).
A seguir acordei.
No sonho, eu estava na Missa, numa igreja diferente da da minha paróquia, mas que era a da minha paróquia, e o padre M. é que estava a celebrar, com cara bastante jovial apesar do seu cabelo totalmente branco (na vida real, nunca conheci o padre M. sem ser com o cabelo branco). Ele estava a falar de uma forma muito próxima e eu estava a gostar imenso de o ouvir.
A certa altura, começo a pensar: "O padre M. está vivo, mas eu tinha ideia que ele tinha morrido em 2007! Pelos vistos estava enganada... Mas, não, não pode ser! Eu estive na Missa de 7º Dia. Ele morreu mesmo."
Quando chego à conclusão final, o padre M. simplesmente desaparece (e nenhum outro o substitui na celebração!).
A seguir acordei.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
Gostos
[Se eu já tiver contado isto, avisem-me, por favor. Passou-se antes do Natal e posso ter contado, mas como estive vários dias sem escrever, por essa altura, acho que não contei.]
Estávamos os cinco na caixa do hipermercado. O jovem que nos estava a atender pôs-se a conversar com os miúdos, que lhe iam respondendo bem-dispostos. A certa altura...
Jovem: Então, e de brócolos, gostam?
Varinha: Eu gosto!
Feitiço: Gosto, mas não adoro!
O jovem adorou a resposta do Feitiço e disse que a ia passar a usar em várias situações. :-)
Estávamos os cinco na caixa do hipermercado. O jovem que nos estava a atender pôs-se a conversar com os miúdos, que lhe iam respondendo bem-dispostos. A certa altura...
Jovem: Então, e de brócolos, gostam?
Varinha: Eu gosto!
Feitiço: Gosto, mas não adoro!
O jovem adorou a resposta do Feitiço e disse que a ia passar a usar em várias situações. :-)
Gostos
[Se eu já tiver contado isto, avisem-me, por favor. Passou-se antes do Natal e posso ter contado, mas como estive vários dias sem escrever, por essa altura, acho que não contei.]
Estávamos os cinco na caixa do hipermercado. O jovem que nos estava a atender pôs-se a conversar com os miúdos, que lhe iam respondendo bem-dispostos. A certa altura...
Jovem: Então, e de brócolos, gostam?
Varinha: Eu gosto!
Feitiço: Gosto, mas não adoro!
O jovem adorou a resposta do Feitiço e disse que a ia passar a usar em várias situações. :-)
Estávamos os cinco na caixa do hipermercado. O jovem que nos estava a atender pôs-se a conversar com os miúdos, que lhe iam respondendo bem-dispostos. A certa altura...
Jovem: Então, e de brócolos, gostam?
Varinha: Eu gosto!
Feitiço: Gosto, mas não adoro!
O jovem adorou a resposta do Feitiço e disse que a ia passar a usar em várias situações. :-)
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Brincar
Dá-me um gosto imenso (e uma pontinha de "também quero ser assim") ler os posts da Teresa sobre a brincadeira que fazem em família. Divertem-se à grande!
Cá em casa também há brincadeira (mau seria se, havendo três crianças, não houvesse!) e, na minha opinião, é tanto mais divertida quanto mais o Rogério e eu nos envolvemos. Eles os três também se divertem entre eles e individualmente, mas o que fazemos todos juntos enche a casa de mais gargalhadas e boa disposição.
Apesar de eu gostar muito de fazer jogos e construções de Legos, muitas vezes me deixo ficar nos meus afazeres e não participo. No entanto, se entro na atividade, o tempo "perdido" não é assim tanto e a memória dos bons momentos perdura por muito mais tempo!
Cá em casa também há brincadeira (mau seria se, havendo três crianças, não houvesse!) e, na minha opinião, é tanto mais divertida quanto mais o Rogério e eu nos envolvemos. Eles os três também se divertem entre eles e individualmente, mas o que fazemos todos juntos enche a casa de mais gargalhadas e boa disposição.
Apesar de eu gostar muito de fazer jogos e construções de Legos, muitas vezes me deixo ficar nos meus afazeres e não participo. No entanto, se entro na atividade, o tempo "perdido" não é assim tanto e a memória dos bons momentos perdura por muito mais tempo!
Brincar
Dá-me um gosto imenso (e uma pontinha de "também quero ser assim") ler os posts da Teresa sobre a brincadeira que fazem em família. Divertem-se à grande!
Cá em casa também há brincadeira (mau seria se, havendo três crianças, não houvesse!) e, na minha opinião, é tanto mais divertida quanto mais o Rogério e eu nos envolvemos. Eles os três também se divertem entre eles e individualmente, mas o que fazemos todos juntos enche a casa de mais gargalhadas e boa disposição.
Apesar de eu gostar muito de fazer jogos e construções de Legos, muitas vezes me deixo ficar nos meus afazeres e não participo. No entanto, se entro na atividade, o tempo "perdido" não é assim tanto e a memória dos bons momentos perdura por muito mais tempo!
Cá em casa também há brincadeira (mau seria se, havendo três crianças, não houvesse!) e, na minha opinião, é tanto mais divertida quanto mais o Rogério e eu nos envolvemos. Eles os três também se divertem entre eles e individualmente, mas o que fazemos todos juntos enche a casa de mais gargalhadas e boa disposição.
Apesar de eu gostar muito de fazer jogos e construções de Legos, muitas vezes me deixo ficar nos meus afazeres e não participo. No entanto, se entro na atividade, o tempo "perdido" não é assim tanto e a memória dos bons momentos perdura por muito mais tempo!
domingo, 17 de janeiro de 2016
Desde 1995
... a derreter corações (dos pais, primeiro, e de tanta gente, eu incluída, depois...).
21 é uma idade gira. :-)
Parabéns, Margarida!
21 é uma idade gira. :-)
Desde 1995
... a derreter corações (dos pais, primeiro, e de tanta gente, eu incluída, depois...).
21 é uma idade gira. :-)
Parabéns, Margarida!
21 é uma idade gira. :-)
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